sexta-feira, 29 de abril de 2016

PEN CLUBE DO BRASIL CELEBRA 80 ANOS. CONFIRA.

 
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PEN CLUBE DO BRASIL CELEBRA 80 ANOS.
 

 
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PEN CLUBE DO BRASIL CELEBRA 80 ANOS


 
Em solenidade magnânima no dia 25 de abril, no Salão Nobre, feericamente iluminado, e depois, na cobertura de vista panorâmica do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), o PEN Clube do Brasil, sob a dinâmica presidência do premiado escritor Cláudio Aguiar, celebrou seus 80 anos de intensa atuação e prestígio no Estado.


A festividade transcorreu no recinto de comemorações especiais do 11º andar, decorado com o amplo quadro-painel referente à "Coroação de Pedro II", de Manuel de Araújo de Porto Alegre, de 1842. Eloquentes palavras de Arno Wehling - presidente do IHGB – abriram a efeméride, saudando a representatividade do PEN Clube no âmbito da cultura nacional. A seguir, em agradecimento, assumiu a tribuna Claudio Aguiar, que historiou momentos significativos da entidade da qual ele é presidente, realçando o papel do fundador do PEN Clube do Brasil Cláudio de Souza, em 1936.


Prosseguindo o cerimonial, conduzido pelo escritor e teatrólogo Sérgio Fonta, houve a outorga de medalhas a Domício Proença Filho, atual presidente da ABL; à poetisa e grande incentivadora dos movimentos literários nacionais, Stella Leonardos (ausente);  à também poetisa Manita Vinelli, por ser a  mais antiga filiada ao PEN Clube, e à atriz Nathália Timberg. Os três agradeceram a honraria com depoimentos pessoais, e Nathália, emocionada, concluiu sua fala, rememorando uma frase de Albert Einstein sempre por ela proferida nos seus desempenhos teatrais. Nela, o grande cientista da Teoria da Relatividade valorizava a posição dos profissionais das Letras, ao proclamar: "Vocês têm  que continuar escrevendo, porque começam onde nós paramos".


Compareceram cerca de 150 presenças, entre homenageados e autoridades, dentre os quais, o FOCUS CULTURAL destacou: Ricardo Cravo Albin - Presidente da Academia Carioca de Letras; Lucia Regina de Lucena - Presidente da Academia Nacional de Letras e Artes; Alcmeno Bastos- Tesoureiro do PEN Clube do Brasil; Dorée Camargo - Associação Brasileira de Defesa Ecológica; Ewa Procter - Vice-Presidente do Instituto Cultural Chiquinha Gonzaga; Helena Ferreira - membro do Conselho curador do PEN; os escritores e membros do PEN - Helena Parente Cunha; Luiza Lobo; Dalma Nascimento; Franci Machado Darigo; Tânia Zagury; Messody Beloniel; Astrid Cabral; Teresa Cristina Meireles; Maria Araújo - colunista do Jornal Sem Fronteiras e várias personalidades do mundo intelectual do Estado do Rio de Janeiro.


O Clube Literário lançou a obra intitulada PEN Clube do Brasil 80 Anos (1936-2016) - Literatura e Liberdade de Expressão. Excelente documento memorialístico regiamente apresentado sobre a História do PEN CLUBE, o livro foi redigido a várias mãos, com textos de Celso Kelly, Cláudio Aguiar, Cláudio de Souza, Eduardo Portella, Juscelino Kubitschek, Marcos Almir Madeira, Maurício Vicente Ferreira Júnior, Rodrigo Octavio Filho e Sergio Fonta.


O PEN Clube do Brasil surgiu no cenário das letras e da cultura nacional no ano de 1936, sob a égide da liberdade de pensamento e de expressão dos escritores comprometidos com os princípios da soberania da escrita além dos limites das fronteiras. Voltado para ação de criar, de viver em paz, de falar e de escrever em plena liberdade, a instituição abriga, no presente, figuras exponenciais, prosseguindo a tradição de mais de mil escritores brasileiros, que por ela passaram.

Após as alocuções e a entrega das distinções, foi servido excelente e variadíssimo coquetel em mesas finamente ornamentadas pelo bom gosto da coordenadora do evento, a primeira dama do PEN CLUBE, a Sra. Célia Salsa. Foi uma noite memorável, de autêntico congraçamento cultural e de profícua convivência entre seus membros, que, em uníssono, ratificavam o desempenho efetivo do atual presidente e de sua equipe. A gestão de Cláudio Aguiar, de fato, vem trazendo seiva nova às frequentes atividades daquela Casa Literária.
 
Alberto Araújo
escritor e jornalista



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ALGUMAS IMAGENS DO EVENTO

 
 

Arno Wehling - Presidente do IHGB

(Momento em que inicia o evento).

 


A acadêmica Maria Beltrão
recebe Medalha de Honra.
 
A atriz Nathália Timberg é homenageada.
 
Nathália Timberg faz discurso de agradecimento.
Domício Proença Filho - Presidente da ABL.
 
Público prestigia o evento do PEN.
 
Público prestigia o evento do PEN.
 
Bolo de 80 anos do PEN Clube do Brasil.
 
Livro PEN Clube do Brasil 80 anos:
Literatura e Liberdade de Expressão.
 
Marcelo Del Cima e Nathália Timberg.
 
Nathália Timberg e
Leonardo Meireles da TV Atlântica.
 
Ewa Procter, Heleny Silva Castro,
Rose de Freitas.
 
Franci Machado Darigo.
 
Leonardo Meireles e Claudio Aguiar.
 
Claudio Aguiar e Lucia Regina Lucena.
 
Ricardo Cravo Albin e Dalma Nascimento.
 
Rogério Faria Tavares e Claudio Aguiar.
 
Claudio Aguiar e Maria Araújo.
 
Claudio Aguiar e Alberto Araújo.
 
Nathália Timberg e Messody Beloniel.
 
Sergio Fonta e Ricardo Cravo Albin.
 
Claudio Aguiar e os escritores:
Mozart de Carvalho
e Sergio Gerônimo.
 
Teresa Cristina Meireles e Célia Salsa.
 
 
 
REALIZAÇÃO
 
 
 
 
APOIO CULTURAL
 
 
 
Saiu na mídia!!!
No Jornal Sem Fronteiras.
 
 
 
COMENTÁRIOS


 
80 anos muito bem festejados.

Amei ver nessa festa muita gente conhecida e amiga.

Muito obrigada,
abraços catarinenses
da Arlete Trentini.










Arlete Trentini
é membro da Associação Internacional de Escritores e Artistas e colunista do Jornal Sem Fronteiras.
 
 
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terça-feira, 26 de abril de 2016

CONVITE PARA RECITAL COM PIANISTA MARCO AURÉLIO DE FARIA, NO PROJETO “MÚSICA NA SÃO JUDAS”, QUARTA-FEIRA, 27 DE ABRIL, ÀS 20 HORAS, NO ESPAÇO CULTURAL SÃO JUDAS TADEU EM ICARAÍ.


 
RECITAL COM PIANISTA MARCO AURÉLIO DE FARIA
NO PROJETO “MÚSICA NA SÃO JUDAS”, 
NO ESPAÇO CULTURAL  SÃO JUDAS TADEU
EM ICARAÍ - NITERÓI.
 
 
 
 SERVIÇO
 
PIANISTA MARCO AURÉLIO DE FARIA
NO PROJETO “MÚSICA NA SÃO JUDAS”
 
DIA: 27 DE ABRIL DE 2016  (QUARTA-FEIRA), 
ÀS 20 HORAS.
 
LOCAL: TEATRO DO ESPAÇO CULTURAL
SÃO JUDAS TADEU.
 
ENDEREÇO: RUA COMENDADOR QUEIRÓS, 33 – ICARAÍ – NITERÓI-RJ - BRASIL.
 
RECOMENDAÇÃO ETÁRIA: LIVRE.
 
ENTRADA FRANCA
E POR ORDEM DE CHEGADA.
 
 
 
 

PROGRAMA
Tristesse – Chopin;
Sonata ao Luar – Beethoven;
Ária de 4ª Corda – Bach;
Crazy – Willie Nelson;
Noturno Opus 2 – Chopin;
Serenata - Schubert;
Em Algum Lugar do Passado – John Barry;
Hino ao Amor – Edith Piaf;
Fantasma da Ópera – Andrew Lloyd Weber;
Detalhes – Roberto Carlos;
My Heart Will Go On – Celine Dion;
À distância – Roberto Carlos e Erasmo Carlos;
Jesus, Alegria dos Homens – Bach;
Ave Maria – Bach e Gounot.
 

 
 
Marco Aurélio Silva de Faria nasceu em Brasília, veio para o Rio de Janeiro aos 4 anos, onde iniciou o curso de piano com a Professora Lúcia Otuzzi no Conservatório de Música do Estado do Rio de Janeiro.
Vem conquistando um grande público através de sua apresentações em diversos eventos em Niterói e no Rio de Janeiro.
O artista já se apresentou na Academia Pan-Americana de Letras e Artes, no Restaurante Porcão de São Francisco, no Avatar, na UPPES, na UFF, no Hotel Fazenda Trapiche em Macaé, na Casa da Amizade, na AABB de Niterói, Colégio Salesiano e no Teatro Municipal de Niterói.
Fez parte do Concurso de Piano “Alice Amarante dos Santos, que foi organizado pelo Conservatório de Música do Estado do Rio de Janeiro, quando obteve medalha de ouro.
Atualmente, faz Licenciatura em Música no Conservatório Brasileiro de Música.
 
 
APOIO CULTURAL
 
 
 
 
 
 

sábado, 23 de abril de 2016

NO DIA MUNDIAL DA TERRA EM 22 DE ABRIL O FOCUS PORTAL CULTURAL VISITA O MUSEU DO AMANHÃ NO RIO DE JANEIRO. CONFIRA.

 
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NO DIA DA COMEMORAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA TERRA
EM 22 DE ABRIL,
o leitor foculista ganha duas 
matérias informativas e exclusivas
sobre: Museu do Amanhã
e Dia Mundial da Terra.  Boa leitura.
 
 
Estamos muito atrasados.
Já poluímos a atmosfera
além de um limite seguro;
a sociedade precisa salvar sua casa".
Por Emilio Lèbre La Rovere
 
 

Museu do Amanhã - Rio de Janeiro - RJ. Brasil
 
 
Esta é a entrada do Museu do Amanhã.


Museu do Amanhã é um museu construído no município do Rio de Janeiro, Brasil. O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá).
 

Lateral direito da entrada do Museu do Amanhã.

Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 e recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.

Globo Terrestre no interior do Museu.
(essa estrutura gigantesca fica girando)
 
Painel gigante no interior do Museu
(Sala da Exposição principal)
 
 
A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.
 

Cubo Gigante com várias imagens
da terra e oceanos.
 

Segundo momento da Exposição Principal, Terra está associado à pergunta “Quem somos?”. Somos matéria, vida e pensamento. Longe de serem estanques, essas três dimensões atuam umas sobre as outras e, na exposição, estão representadas por três cubos de sete metros de altura. 

 
Todos os cubos têm um lado interior e um exterior. No da Matéria, pelo lado de fora o visitante tem uma visão unificada da Terra, tal como a avistou o cosmonauta russo Yuri Gagarin. Ela é vista não em sua forma fragmentada, em países ou continentes, mas como um astro único. Nessa experiência, o visitante vê cerca de 180 fotografias da Terra em grande ampliação. No interior do cubo, se familiarizará com os diferentes ritmos que marcam o funcionamento material do planeta. Diferentes fluxos batizados de “oceanos”.  

 

Estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro  do artista Frank Stella que foi instalado no espelho d’água do museu, em frente à Baía de Guanabara. 
 
O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras, instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.
 

Ecossistema do planeta.
 
Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha, o museu recebeu em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d’água do museu, em frente à Baía de Guanabara.  A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.



 

A TERRA É PATRIMÔNIO DE TODOS
 
 
 
 


Festeja-se em 22 de abril o Dia Mundial da Terra. Com isso, a Organização das Nações Unidas e todos aqueles que lutam pela ideia de resguardar a terra tentam sensibilizar as pessoas para a necessidade imprescindível de proteger o habitat de 7 bilhões de seres humanos e de milhões de outras espécies de animais e plantas; que só poderão sobreviver com um ínfimo de consenso e de consideração entre eles e para com eles.

 

O Dia da Terra foi criado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970, cuja finalidade é criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

 
 
 

História do Dia da Terra


A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades.

A pressão social teve seus sucessos e o governo dos Estados Unidos criou a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

 Em 1972 se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.

 O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.

  O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

 No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta. tanto a nível global como regional e local.

 A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser...

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis.

Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.

Este dia não era reconhecido pela ONU até 2009, quando a mesma reconheceu a importância da data e instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra, celebrado em 22 de abril.
 

Globo terrestre.
 
Alberto Araújo editor do Focus
em frente ao Museu do Amanhã no Rio.
 
 
 
 
 
APOIO CULTURAL
 
 
 
 
 
 
 
 

FONTE: