sábado, 5 de novembro de 2016

ATRIZ BRITÂNICA EMMA WATSON ESCONDEU 100 LIVROS COM DEDICATÓRIAS NO METRÔ DE LONDRES. CONFIRA.



Emma Watson
(Foto: Reprodução/Instagram)




ACHAMOS A IDEIA FABULOSA!  Emma Watson escondeu 100 Livros com sua dedicatória no metrô de Londres. Essa atitude mereceu uma reprodução  nesta Revista Cultural. Continue lendo este post.
Que essa ideia genial viralize, espalhe-se mesmo, na internet, praças, outdoors. Grandiosa atitude da atriz britânica Emma Watson, a ativista simplesmente selecionou 100 livros da escritora inglesa Maya Angelou e colocou secretamente em todo o metrô da Inglaterra. Não é uma maneira genial de divulgação? Um exemplo a ser seguido por todos nós.

Quem será o primeiro a adotar essa iniciativa aqui no Brasil?
 

 

 
 
Se você estiver por Londres nos próximos dias, corra. Há uma centena de livros com dedicatórias escritas pela atriz britânica Emma Watson escondidos em diferentes estações do metrô da capital da Inglaterra.


 

A obra escolhida para a ação foi Mom & Me & Mom, da norte-americana Maya Angelou.
 
A obra, Mom & Me & Mom, escrita pela norte-americana Maya Angelou, pode ser encontrada em algumas escadas rolantes e até em lugares onde estão dispostos nos lugares dos mapas das estações.
 
A ideia começou quando a atriz e embaixadora da boa vontade da agência ONU Mulheres decidiu criar uma espécie de clube do livro com os seguidores dela no Twitter.
 
Chamado Our Shared Shelf, o clube propõe a leitura de clássicos feministas e publicações contemporâneas, como as biografias de mulheres como Carrie Brownstein e Caitlin Moran.
 
Para fazer com que mais pessoas leiam o livro da vez, Mom & Me & Mom, Emma contou com a ajuda do projeto Books on the Underground (“Underground é como o metrô é chamado em Londres), cuja ideia é encorajar pessoas a lerem e compartilharem livros no transporte público da cidade.
 
No total, segundo o site Buzzfeed, foram 100 livros espalhados por Emma com dedicatórias especiais escritas pela atriz.






SOBRE O LIVRO
Mom & Me & Mom
da escritora Maya Angelou.
 
 





Mom & Me & Mom é uma visão geral da vida de Angelou que revisitou as muitas das histórias que ela relata em seus livros anteriores.
 
A primeira seção, intitulada "Mom & Me", centra-se nos primeiros anos de Angelou, antes dos 17 anos, e sua transição do ressentimento e da desconfiança de sua mãe para a aceitação, apoio e amor para com ela.

Depois que Baxter a ajuda através do nascimento de seu filho, Angelou vai se chamar Baxter "Lady" para "Mom".

Na segunda seção do livro, intitulada "Me & Mom", Angelou narra o amor incondicional, apoio e assistência que deram uns aos outros, como Baxter ajuda-la através da maternidade solteira, um casamento fracassado e altos e baixos de carreira.

Angelou manteve as longas tradições da autobiografia afro-americana. Ao mesmo tempo, ela fez uma tentativa deliberada de desafiar a estrutura usual da autobiografia criticando, mudando e expandindo o gênero. Ela havia se tornado reconhecida e altamente respeitada como porta-voz de negros e mulheres.

Angelou foi, como afirmou a estudiosa Joanne Braxton, "sem dúvida, ... a autobiografista negra mais visível da América".  Ela também se tornou "uma grande voz autobiográfica da época".
 
Maya Angelou - Escritora e poeta.
 
 

Maya Angelou, pseudónimo de Marguerite Ann Johnson nasceu em St. Louis, Missouri, 4 de abril de 1928, foi uma escritora e poeta dos Estados Unidos.


Aos 17, Maya se tornou a primeira motorista negra de ônibus em São Francisco e tornou-se mãe solteira ao dar à luz seu primeiro filho, em uma época em que isso não era comum; em anos posteriores, ela se tornou a primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood.


Na década de 50 - quando surgiu com o pseudônimo "Maya Angelou" - ela se afirmou como atriz, cantora e dançarina em várias montagens teatrais que percorreram o país, tais como: Porgy and Bess, Calypso Heatwave, The Blacks e Cabaret for Freedom.

 

Nos anos 60 ela era amiga de Martin Luther King Jr. e Malcolm X; ela serviu no SCLC com Dr. King, e trabalhou durante anos para o movimento de direitos civis.

 
Também nos anos 60, ela trabalhou e viajou pela África, como jornalista e professora, ajudando vários movimentos de independência africanos.
 
Em 1970, ela publicou o primeiro livro, I Know Why the Caged Bird Sings, para grande aclamação, e foi nomeada para o Pulitzer Prize em poesia no ano seguinte.
 
Angelou teve uma carreira longa e distinta. Foi poetisa, escritora, ativista de direitos civis, e historiadora, entre outras coisas. Também foi atriz, dançarina e cantora. Atuou na peça de Jean Genet, "The Blacks", e no aclamado seriado, "Roots", ganhador de um Emmy. Angelou provavelmente é conhecida melhor pelos trabalhos autobiográficos dela que incluem I Know Why the Caged Bird Sings e All God's Children Need Traveling Shoes.
 
Em 1993, Angelou leu um de seus poemas chamado "On the Pulse of Morning", na posse de Bill Clinton como presidente; este foi um dos pontos altos de sua carreira: recebeu o Grammy de melhor texto recitado pela leitura do mesmo, e novamente a trouxe para a vista do público.
 
Ao final de sua carreira foi professora de história americana na Wake Forest University, Carolina do Norte, fazia excursões e dava palestras em vários lugares.
 
Faleceu em Winston-Salem, Carolina do Norte, em 28 de maio de 2014.

 
 

SOBRE A ATRIZ E ATIVISTA EMA WATSON





Emma Watson - Atriz britânica.


 
Emma Charlotte Duerre Watson (Paris, 15 de abril de 1990) é uma atriz, modelo e ativista britânica nascida na França, graduada em Literatura Inglesa pela Universidade de Brown, notória por interpretar Hermione Granger nos filmes da série Harry Potter, adaptação da série de livros homônima da escritora britânica J. K. Rowling para o cinema.
 
Watson foi escolhida para interpretar Granger aos nove anos de idade, sem ter anteriormente atuado profissionalmente, participando apenas em peças de teatro escolares. Por seu trabalho na série, conquistou diversos prêmios e faturou mais de 26 milhões de libras esterlinas.
 
 
Em busca de outros projetos para se firmar como atriz, Watson fez sua primeira participação fora de Potter no telefilme Ballet Shoes, transmitido pelo BBC One em 26 de dezembro de 2007, obtendo audiência de 5,2 milhões de espectadores. Em seguida, dublou a princesa Pea no filme de animação The Tale of Despereaux (2008), adaptação do livro homônimo de Kate DiCamillo. Após finalizada a série Harry Potter, seu primeiro trabalho foi no filme My Week with Marilyn (2011), originado de dois livros sobre Marilyn Monroe, escritos por Colin Clark. Durante o ano de 2012, Watson estrelou o aclamado The Perks of Being a Wallflower, filme baseado no romance cult de mesmo nome de Stephen Chbosky; assinou contrato para participar de The Bling Ring (2013), filme de Sofia Coppola baseado em fatos reais, e foi escolhida para interpretar Ila em Noah (2014), épico bíblico de Darren Aronofsky.
 
Apesar de o foco de Watson ser a atuação, ela também faz trabalhos relacionados à moda. Sua estreia como modelo ocorreu após ser o rosto da campanha outono/inverno de 2009 da grife britânica Burberry. Também estrelou a campanha primavera/verão de 2010 da mesma grife. Após rescindir com a Burberry, tornou-se o rosto da casa de moda francesa Lancôme em 2011, e fez quatro campanhas para a marca. Watson também colaborou como estilista, juntamente com a People Tree e a italiana Alberta Ferretti, no sentido de produzir coleções de roupas ecológicas.




COMENTÁRIOS



Amigo Alberto Araújo, essa ideia é genial!  Nota 1000 para a Atriz Britânica Emma Watson.Graças a Deus existem pessoas que valoriza a literatura e, com atitudes benfazejas, nos estimulam a prosseguirmos com os nossos objetivos, dentre eles estimular o ser humano à leitura.


Fraternas e cordiais saudações.
Socorro Cavalcanti.  

CLICAR NO LINK:
http://academia-alace.blogspot.com.br/2016/11/atriz-britanica-emma-watson-escondeu.html


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Como escapar de um convite tão sedutor? O jornalista Alberto Araújo nos conclama, abertamente, a atender (e entender) a proposta de Emma Watson de articular, aqui e agora, um alegre esconde-esconde que revitalize nossa alma anestesiada. Uma loirinha, quase eslava, abraça a ideia libertária de uma negra militante, Maya Angelou, esta histórica parceira de Luther King Jr. e Malcolm X, todos ícones vibrantes do humanismo revolucionário.

Com sorriso delicioso, Emma sugere um caminho lúdico para o envolvimento literário das gentes, tão suave que passa despercebido no corre-corre da metrópole.

Não parece um paradoxo? A bela e a fera caminhando amorosamente na selva urbana? É esta a proposta de atriz: enlaçar com afeto todas as cores da alma humana num caminho de paz e amor, como entoavam os hippies dos anos 60.

Então, gente? A sugestão de Alberto é irretocável, né não? Vale à pena tentar.
 
 
Luiz Lemme.






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FONTE:


 

Um comentário:

Luiz Carlos Lemme disse...

Como escapar de um convite tão sedutor? O jornalista Alberto Araújo nos conclama, abertamente, a atender (e entender) a proposta de Emma Watson de articular, aqui e agora, um alegre esconde-esconde que revitalize nossa alma anestesiada. Uma loirinha, quase eslava, abraça a ideia libertária de uma negra militante, Maya Angelou, esta histórica parceira de Luther King Jr. e Malcolm X, todos ícones vibrantes do humanismo revolucionário.
Com sorriso delicioso, Emma sugere um caminho lúdico para o envolvimento literário das gentes, tão suave que passa despercebido no corre-corre da metrópole.
Não parece um paradoxo? A bela e a fera caminhando amorosamente na selva urbana? É esta a proposta de atriz: enlaçar com afeto todas as cores da alma humana num caminho de paz e amor, como entoavam os hippies dos anos 60.
Então, gente? A sugestão de Alberto é irretocável, né não? Vale à pena tentar.