sábado, 24 de junho de 2017

ENCONTRO DE MACHADO DE ASSIS & ARTHUR AZEVEDO, NO SOLAR DO JAMBEIRO.


 
 
 
No dia 27 de junho, às 20 horas, o Solar do Jambeiro reapresenta o espetáculo "Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo", de Leonardo Simões.

Com elenco renovado e comemorando 25 anos de sua criação, o espetáculo itinerante, que já integra o imaginário da cidade, contará nessa temporada com um sarau de abertura.
 
 

 

 
 
 
 
 
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), classificação indicativa: 12 anos.

Montada originalmente em 1992, e em sua sexta temporada no Solar, a encenação de Leonardo Simões percorre os diversos espaços do casarão, tendo a própria ambientação arquitetônica do lugar como cenário para a apresentação das pequenas cenas de Machado de Assis e de Arthur Azevedo, que no espetáculo são reunidos como anfitriões e guias dessa viagem no tempo. Os espectadores são transportados à chamada Belle-Epóque, durante 80 minutos de humor, poesia, música, literatura e muitas referências históricas.
 

Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo terá no elenco: Leonardo Simões, como Machado de Assis e Marcelo Mattos, como Arthur Azevedo, além de Raquel Penner, Fernanda Guerreiro, Cristina Guimarães, Camila Ferolla, Marcello Sader, Wanderson Bernardo e o violonista Juan Paz.

A cada semana, o sarau receberá uma cantora: Luiza Vieira no dia 06/06, Chiara Santoro no dia 13/06, Bianca Oliveira no dia 20/06 e Mona Vilardo no dia 27/06. No dia 20, data em que se comemora o aniversário de Machado de Assis, haverá uma apresentação especial, às 16h30.

O Espetáculo

Uma correalização do NEPAC e das Companhias Fabricarte e Sassaricando, "Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo" é um espetáculo teatral itinerante que, por meio da Literatura, da Música e da História, propõe uma viagem à virada do século XIX para o século XX, a chamada Belle-Epóque, com suas intensas transformações sociais e urbanas. A afirmação da República, os costumes e o pensamento da época.


Machado de Assis, iterpretado por
Leonardo Simões



Criado em 1992, no Museu do Ingá, e após seis temporadas da remontagem no Solar do Jambeiro (nos anos de 2004, 2005, 2012, 2013 e 2014), o espetáculo alcançou um público superior a 10.000 espectadores. Nesse período, incluem-se também duas versões transpostas para o palco italiano: em 2006, no Teatro da UFF, com o título adaptado para Cenas Brasileiras; e em 2008, no teatro da Academia Brasileira de Letras, por ocasião das homenagens pelo centenário da morte dos dois autores, ambos falecidos no ano de 1908, nos dias 29 de setembro (Machado) e 22 de outubro (Arthur).

Joaquim Maria Machado de Assis, nascido no Rio de Janeiro, em 1839, foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. A obra de Machado de Assis assume uma originalidade despreocupada com as modas literárias dominantes de seu tempo. A crítica moderna confere ao autor o título de melhor escritor brasileiro de todos os tempos, e sua obra é vista hoje em dia de fundamental importância para as universidades e a vida acadêmica em geral no país.
 
Arthur Azevedo, iterpretado por Marcelo Mattos.
 
 

 
Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, nascido em São Luís, em 1855, foi um dramaturgo, poeta, contista e jornalista brasileiro. No conto e no teatro, Artur Azevedo foi um descobridor do cotidiano da vida carioca e observador dos hábitos da capital. Os namoros, as infidelidades conjugais, as relações de família ou de amizade, as cerimônias festivas ou fúnebres, tudo o que se passava nas ruas ou nas casas forneceu assunto para as histórias. No teatro foi o continuador de Martins Pena e de França Júnior. Escreveu cerca de duzentas peças para teatro e tentou fazer surgir o teatro nacional, incentivando a encenação de obras brasileiras. É um poeta lírico, sentimental, e seus sonetos estão perfeitamente dentro da tradição amorosa dos sonetos brasileiros.

Ficha Técnica

Textos originais: Arthur Azevedo e Machado de Assis
Concepção, Adaptação, Direção e Produção: Leonardo Simões
Figurinos e Adereços: Cátia Vianna
Fotografias: Elizabeth Penner
Direção Musical e Orientação Vocal: Victor Salzeda
Coordenação de Projetos: Raquel Penner
Assistente de Produção: Rafael Barcelos
Realização integrada: NEPAC, Companhia Fabricarte e Cia. Sassaricando.
 
 
 
Serviço

Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo
Data: Todas as terças-feiras de junho de 2017
Horário: 06, 13 e 27 às 20h e 20 às 16h30
Duração: 80min
Ingressos: R$ 30,00 (inteira)
Reserva de ingressos no e-mail: contato.nepac@gmail.com
Classificação etária: Não indicado a menores de 12 anos.


Local: Solar do Jambeiro
Endereço: Rua Presidente Domiciano, nº 195, São Domingos
Telefone: (21) 2109-2222



 
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ, NO MÊS DE JULHO DE 2017. CONFIRA.

 
 
 
UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ.
Data do Debate: 20/7/2017 às 19 h no CLIc.
Rua Miguel de Frias. Icaraí, Niterói. RJ. 
 
 
 
Capa do livro Utopia Selvagem
de Darcy Ribeiro.
 
 
 
 
Com a exuberância de imagens e sentidos que marca sua produção literária, em "Utopia Selvagem" Darcy Ribeiro pinta com tons fortes a beleza que uma sociedade adquire ao ser composta por um mosaico de cores e culturas diferentes.
 
O mergulho num mundo que não lhe é familiar funciona como uma janela que o autor nos abre para, ao seu lado, contemplarmos o verdadeiro tesouro: a sociabilidade nativa. Juntando elementos históricos e míticos, Darcy sugere que a miscigenação é uma prática que remonta às origens da espécie humana e tece uma fabulosa história na qual valoriza o hibridismo cultural vivenciado nas terras americanas.
 
 

'Utopia selvagem' conta a história do negro gaúcho Pitum ou Orelhão, cujo nome verdadeiro é Gasparino Carvalhal, tenente do Exército que, quando lutava na Guerra da Guiana à procura do Eldorado, foi engolido por uma cortina branca. A partir daí, tornou-se prisioneiro das Amazonas, mulheres guerreiras, que, tendo recusado o contato com os homens, passaram a mantê-lo como seu único fornicador e reprodutor. Depois de um certo tempo, Pitum é arremessado para outro lado da cortina branca, onde encontra uma tribo de índios e conhece duas freiras missionárias, Uxa e Tivi, que o proíbem de ter relações sexuais com as mulheres, pelo que o tenente trava suspeita amizade com o índio Ãxi. Na tribo, convive com o vingativo pajé Cunhãbembe e o tuxaua Calibã, papo-furado e banana. Até que Próspero, o Imperador Impoluto, instaura a 'Utopia Multinacional', com suas estruturas do Poder e do Gozo, fazendo o contraponto com a sociedade-padrão das multinacionais. Toda a tribo então embarca num deslumbrante barato coletivo...

 
 
 
 
 
 
Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros, 26 de outubro de 1922 foi um antropólogo, escritor e político brasileiro, conhecido por seu foco em relação aos índios e à educação no país.
Suas ideias de identidade latino-americana influenciaram vários estudiosos latino-americanos posteriores. Como Ministro da Educação do Brasil realizou profundas reformas que o levou a ser convidado a participar de reformas universitárias no Chile, Peru, Venezuela, México e Uruguai, depois de deixar o Brasil devido à ditadura militar de 1964.
Foi casado com a etnóloga e antropóloga Berta Gleizer Ribeiro, até 1974. Faleceu em Brasília, 17 de fevereiro de 1997.

 
 
 
 
ASSISTA DARCY RIBEIRO
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terça-feira, 20 de junho de 2017

MAC - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI INAUGURA EXPOSIÇÃO INÉDITA COM SUA COLEÇÃO.


 
De Adriana varejão - elegia mineira
crédito fotográfico de Paulinho Muniz.

 

 
 
 
 
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói abre, pela primeira vez, uma grande exposição, em seu salão principal, só com obras da sua própria coleção pública. A inédita mostra - “Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil” - entra em cartaz no museu no dia 24 de junho, a partir das 10h. Também no dia 24, estreia, na varanda do museu, a exposição “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves. Já na Praça do MAC, entre 16h e 21h, haverá a performance “Isso não é uma festa”, com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares e projeções de vídeos na fachada. O público terá ainda foods bikes para complementar a programação.
 
 
De Cildo Meireles - Rio Oir.
 
 
 
Atrações:
 
“Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil”
Assinada pela nova curadoria do MAC, formada pelos pesquisadores de arte, Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, será a primeira vez que há uma exposição composta só por peças da coleção MAC – coleção pública constituída ao longo de quase 21 anos, por meio de doações de artistas e colecionadores.
 
O público vai poder conferir, no Salão principal do museu, cerca de 50 trabalhos, entre esculturas, pinturas, vídeo, gravuras e objetos, de importantes artistas, como Adriana Varejão, Celeida Tostes, Cildo Meireles, Daniel Senise, Gustavo Esperidão, Hugo Houayek, Márcia X, Nuno Ramos, Regina Silveira, Ricardo Basbaum, entre outros.
 
Exposição: “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves
 
Também com a curadoria da dupla Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, a exposição é um desdobramento do múltiplo “Eu só vendo a vista”, produzido pelo artista em 1997.
A instalação, pensada especificamente para o espaço da varanda do MAC Niterói, estabelece uma relação entre a arquitetura do local e a vista do entorno, provocando reflexões sobre o valor da arte, a apropriação da imagem pública, o ócio e a relação do público com um museu.
 

 
 
De Fabio Miguez - sem título - 1985
Foto de Paulinho Muniz.
 
 
 
Performance: “Isso não é uma festa”
 
O evento une arte e música, mas como o próprio nome diz, não se trata de uma festa (o título remete ao quadro famoso de Magritte – ‘Isso não é um cachimbo’ –, que traz a discussão da mimese), mas sim de um momento de interação artística e de confraternização com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares. Haverá projeções na fachada do MAC, música e bikes foods, na Praça do museu.
 
 
 
 De Regina Silveira - blue skies.
 
 
 
 
 
 
SERVIÇO
 
Exposições:
COLEÇÃO MAC NITERÓI:
ARTE CONTEMPORÂNEA NO BRASIL”
(Salão Principal)
“EU SÓ VENDO A VISTA”, de Marcos Chaves
(varanda)
Abertura: 24 de junho, às 10h
Em cartaz até 1 de outubro de 2017.
 
 
 
 
 
 
 
 
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos para as exposições: R$ 10 (inteira)
Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.
 
Performance “ISSO NÃO É UMA FESTA”
Com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares
Data: 24 de junho
Horário: das 16h às 21h (a performance, na Praça do MAC, tem entrada gratuita)
 
Local:
Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, Niterói-RJ
Telefone: (21) 2620-2400


 
 
 
 
 
 
O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI (MAC) é um museu de arte contemporânea brasileira localizado na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, no Brasil. A obra foi inaugurada no dia 2 de setembro de 1996. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói.
Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea brasileira da década de 1950 até hoje. O museu possui um acervo de 1 217 obras da Coleção João Sattamini. Um conjunto reunido desde a década de 1950 pelo colecionador João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea do Brasil.
Construído sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu, com sua fachada futurista, possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco "prato de concreto" em duas faixas.
O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte.
 
 
 




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FONTE:
Assessora de Imprensa – MAC         
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN

 

Secretaria Municipal de Cultura - Niterói 
Fundação de Arte de Niterói - FAN
Telefone: 55 (21) 2621-5050 - ramal: 227
e-mail: 
culturaniteroi@gmail.com
Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá,
Niterói - RJ - CEP: 24210-470.
 

 
 
 

 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

NO TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI: O 9° CICLO DE LEITURAS DRAMATIZADAS APRESENTA "O DEUS DA CARNIFICINA", DE YASMINA REZA.

 
O 9° CICLO DE LEITURAS DRAMATIZADAS
APRESENTA "O DEUS DA CARNIFICINA",
DE YASMINA REZA.
 
 
 
 
 
 
 
 
Na terça-feira, 27 de junho de 2017, às 19h, o Teatro Municipal de Niterói vai receber, como parte da agenda da 9ª edição do Ciclo de Leituras Dramatizadas, promovido pela ATACEN, o espetáculo O Deus da carnificina, de Yasmina Reza. No texto, dois casais encontram-se para resolver uma briga entre seus filhos. Classificação indicativa livre, entrada franca.
 
A História
 
 A trama apresenta os casais Longstreet e Cowan que se encontram-se para resolver uma briga entre Zachary e Ethan, seus filhos de 11 anos. Dentro de um apartamento, os quatro buscam meios de chegar a uma maneira de resolver a questão. Porém, se no princípio tudo parece correr civilizadamente, à medida que a conversa se desenvolve, um problema mais ou menos insignificante começa a tomar novas proporções, com os quatro a revelarem mais infantilidade do que os seus próprios filhos que, teimosamente, não cessam de defender.
 
 As acusações mútuas se multiplicam, abrangendo temas que vão desde a proteção aos animais até a guerra na África, passando pela convivência conjugal e familiar, pela bioética, pela ética profissional etc. Mas será que, em algum momento, um deles será capaz de agir como um adulto e parar aquela "carnificina"?

 
 
 
 
 
SERVIÇO
O 9° Ciclo de Leituras Dramatizadas
"O Deus da carnificina", de Yasmina Reza.
Data: 27 de maio de 2017
Horário: 19h
Entrada Franca
Classificação etária: livre
Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de novembro, 35 – Centro, Niterói.
Tel.: (21) 2620-1624.




 
 
 
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domingo, 18 de junho de 2017

COMPANHIA DE BALLET APRESENTA "CHOROS E VALSAS - UM TRIBUTO A PIXINGUINHA.

 
 
 
 
 
Entre os dias 30 de junho a 9 de julho de 2017, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, o Teatro Municipal vai abrir suas cortinas para a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, que irá apresentar o espetáculo Choros e Valsas: Um Tributo a Pixinguinha. Um dos maiores sucessos da Cia, a apresentação volta aos palcos desta vez para uma tripla comemoração: os 120 anos de Pixinguinha, os 25 anos da CBCN e os 15 anos do Programa Aprendiz, que fará uma participação especial na temporada.

Com coreografia de Rodrigo Negri, o espetáculo é capaz de revelar emoções e sensações com movimentos de delicadas nuances e grande vigor físico, apresentando uma linguagem de forte teatralidade e inusitada interpretação das músicas de Pixinguinha, ícone da música brasileira.

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói foi fundada em 1992, por iniciativa de um grupo de bailarinos da cidade, que objetivava a existência de um importante núcleo oficial de trabalho para bailarinos, professores, coreógrafos e demais profissionais ligados ao universo da dança. Sexta companhia pública criada no país, a Companhia, atualmente dirigida por Pedro Pires, conta em seu quadro artístico com trinta bailarinos aprovados em concursos públicos.

Seguindo a linha contemporânea, a o grupo vem ao longo de sua existência apresentando trabalhos assinados por coreógrafos expressivos do universo da dança, tais como: Rodrigo Moreira, Renato Vieira, Vasco Wellenkamp, Rodrigo Negri, Luis Arrieta, Roberto Oliveira, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Luiz Fernando Bongiovanni, Ana Vitória, Jorge Garcia, Clébio Oliveira, André Mesquita entre outros.


Serviço

Data: 30 de junho a 09 de julho
Horário: sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
Duração: 50 minutos
Ingresso: R$10,00 (inteira); 50% de desconto para morador de Niterói com comprovante de residência
Classificação indicativa: Livre

Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro 35, Centro
Tel: (21) 2620-1624

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PRESTA HOMENAGEM AOS ACADÊMICOS ANTÔNIO CALLADO, CELSO CUNHA E ROBERTO CAMPOS.

Academia Brasileira de Letras presta homenagem aos Acadêmicos Antonio Callado (1917-1997), Celso Cunha (1917-1989) e Roberto Campos (1917-2001).



 

 
 
Os Acadêmicos Alberto Venancio Filho, Cícero Sandroni e Evanildo Bechara, sob a coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participarão de mesa-redonda em celebração ao centenário de nascimento dos Acadêmicos Antonio Callado, Celso Cunha e Roberto Campos, na quinta-feira, dia 22 de junho, às 17h30min, no Salão Nobre do Petit Trianon, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
 
 
Saiba mais:
 
 
Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde, e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss, em 12 de julho de 1994, Antonio Callado (Antonio Carlos Callado), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.
 
 
Quarto ocupante da cadeira 35 da ABL, Celso Ferreira da Cunha foi eleito em 13 de agosto de 1987, na sucessão de José Honório Rodrigues, e recebido pelo acadêmico Abgar Renault, em 4 de dezembro de 1987. Professor, filólogo e ensaísta, nasceu em Teófilo Otoni, MG, em 10 de maio de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de abril de 1989.
 
 
Sétimo ocupante da Cadeira 21, eleito em 23 de setembro de 1999, na sucessão de Dias Gomes, e recebido pelo Acadêmico Antonio Olinto, em 26 de outubro de 1999, Roberto de Oliveira Campos, economista, diplomata e professor, nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 17 de abril de 1917 e faleceu no dia 9 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro, RJ.
 






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FONTE

http://www.academia.org.br/noticias/academia-brasileira-de-letras-presta-homenagem-aos-academicos-antonio-callado-1917-1997

quarta-feira, 14 de junho de 2017

ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS CONVIDA PARA CICLO DE PALESTRAS: A TRAJETÓRIA DO JORNALISMO" COM EDGARD FONSECA.


 
 
Academia Niteroiense de Letras convida
Ciclo de Palestras
“A trajetória do Jornalismo”
Palestrante: Acadêmico Edgard Fonseca.
Dia 21 – quarta-feira, às 17 horas.
Sede da Academia Niteroiense de Letras
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro –
Niterói - RJ
Entrada franca
 
 
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UM POUCO SOBRE EDGARD FONSECA
 
 
 
 
Jornalista, publicitário, escritor e compositor, nascido em Salvador - BA. Editor e diretor do Jornal Diz/RJ com vários trabalhos publicados incluindo curso de vendas de varejo e atendimento, livros de crônicas e poesia, ensaios, contos.
Reside em Niterói há 37 anos com ampla atividade política e social.
Participa de atividades sindicais, conselhos e associações.
Integrou o Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.
Atualmente, respectivamente prepara livros de contos, crônicas jornalísticas para serem publicados simultaneamente.
Edgard já atuou em jornais como O Globo, JB, e O Fluminense; dirigiu os jornais semanários Setedias, Persona, Lig.
É autor dos livros “De Tempo em Tempo”, “Contraste”, “Baú Cheio”, “Pedaços da Minha Vida” e “De Volta à Esquina”. 
 
 
 
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