quarta-feira, 20 de junho de 2018

OS CARIOCAS DUO SANTORO, STANECK E ANA BARROS BRILHAM NA ARGENTINA!




 

 

 
 
Duo Santoro, José Staneck e Ana Letícia Barros brilham na Argentina no fim de junho
 
Gêmeos violoncelistas, gaitista e percussionista apresentarão o espetáculo “Do Clássico à Bossa Nova”, em Córdoba, no domingo, 24 de junho, no Teatro Real. Como solistas da Orquestra Sinfônica Acadêmica de Córdoba, farão um concerto no dia 29 de junho e gravarão o CD “Brasil en Córdoba” entre os dias 25 e 28.
Se o futebol brasileiro vai ou não brilhar agora em junho, não se tem como assegurar, mas um outro time de prestígio pretende sacudir as cores da nossa bandeira lá fora neste mês, mais precisamente em Córdoba, Argentina.
 
 
Juntos, os irmãos violoncelistas Paulo e Ricardo Santoro (Duo Santoro), o gaitista José Staneck e a percussionista Ana Letícia Barros vão apresentar o espetáculo “Do Clássico à Bossa Nova”, buscando mostrar, através da fusão incomum entre violoncelos, harmônica e percussão, os dois lados da música brasileira: o erudito e o popular, com a sofisticação do samba e da bossa nova. O quarteto se apresentará no dia 24 de junho no Teatro Real, reunindo, em um só programa, obras do cancioneiro popular, como “Lua Branca e Gaúcho” (Chiquinha Gonzaga), “Asa Branca” (Luiz Gonzaga), “Tico-Tico no Fubá” (Zequinha de Abreu), “Brasileirinho” (Waldir Azevedo), além de músicas consagradas de Tom Jobim (“Dindi”, “Garota de Ipanema” e “Chega de Saudade”). Do repertório erudito, vão apresentar “Cantiga e Desafio” (João Guilherme Ripper), “Modinha” (Francisco Mignone), “Ladeiras de Olinda” (Adriano Giffoni) e as famosas Bachianas de Heitor Villa-Lobos (“Bachianas Brasileiras” nº 4, nº 5 e nº 2 - O Trenzinho do Caipira).
 
 
Já acompanhados pela Orquestra Sinfônica Acadêmica de Córdoba, sob a regência do maestro Hadrian Avila, o quarteto fará também a gravação do CD “Brasil en Córdoba”, entre os dias 25 e 28 de junho, com apresentação final no dia 29, sexta-feira, às 20h, no Salón de los Pasos Perdidos. No programa, mais erudito, vão apresentar concertos de João Guilherme Ripper (“Duplum” – concerto para dois violoncelos e orquestra”, dedicado ao Duo Santoro), Radamés Gnattali (“Concerto nº 1 para harmônica e orquestra”) e Edmundo Villani-Côrtes (“Concerto para vibrafone e orquestra”), encerrando o programa com a “Sinfonietta Prima” de Ernani Aguiar.




 
 
Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro, formado pelos irmãos gêmeos Paulo e Ricardo Santoro, completa 28 anos de existência em 2018, com dois CDs lançados dedicados à música brasileira erudita e popular, já tendo realizado concertos por todo o Brasil, na República Dominicana e no Carnegie Hall de Nova York, com obras compostas especialmente para o Duo pelos mais importantes compositores brasileiros.
 
 
Na percussão, o Duo Santoro conta com o sotaque brasileiro de Ana Letícia Barros, professora de percussão e de música de câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, já tendo ministrado aulas em diversas universidades nacionais e internacionais, tais como University of Georgia, Eastman School of Music e New York University.
 
 
Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Oliver Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação no desenvolvimento e divulgação de seu instrumento pelo crítico Luiz Paulo Horta, José Staneck tem um estilo próprio onde elementos tanto da música de concerto quanto da música popular brasileira e do jazz se fundem a serviço de uma sonoridade e expressividade marcantes.
 
 
A busca do novo a cada dia, a procura de diferentes sonoridades e de novas formas de expressão: esta é razão para a formação deste inusitado quarteto. É exatamente esta fusão de estilos que aproxima os quatro artistas, numa verdadeira conversa musical valorizada pela riqueza tímbrica que resulta dos sons dos violoncelos com a harmônica e com a percussão, em concertos sempre com lotação máxima de público.









 

Programação:

Domingo, 24 de junho, às 20h, no Teatro Real, Córdoba, Argentina
DO CLÁSSICO À BOSSA NOVA
Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos)
José Staneck (harmônica)
Ana Letícia Barros (percussão)

Programa:
João Guilherme Ripper - Cantiga e Desafio
Francisco Mignone - Modinha
Heitor Villa-Lobos - Prelúdio das Bachianas Brasileiras nº 4
Heitor Villa-Lobos - Ária das Bachianas Brasileiras nº 5
Heitor Villa-Lobos - Tocatta das Bachianas Brasileiras nº 2 (O Trenzinho do Caipira)
Adriano Giffoni - Ladeiras de Olinda
Chiquinha Gonzaga - Lua Branca e Gaúcho
Tom Jobim - Dindi
Tom Jobim - Garota de Ipanema
Tom Jobim - Chega de Saudade
Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira - Asa Branca e Baião
Zequinha de Abreu - Tico-Tico no Fubá
Waldir Azevedo - Brasileirinho


De 25 a 28 de junho, gravação do CD “Brasil en Córdoba”
Orquestra Sinfônica Acadêmica de Córdoba
Hadrian Avila, maestro
Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro), violoncelos
José Staneck (gaita)
Ana Letícia Barros (vibrafone)

Programa:
João Guilherme Ripper - Duplum, concerto para dois violoncelos e orquestra
Radamés Gnattali - Concerto nº 1 para harmônica e orquestra
Edmundo Villani-Côrtes - Concerto para vibrafone e orquestra
Ernani Aguiar - Sinfonietta Prima

Sexta-feira, 29 de junho, às 20h, no Salón de los Pasos Perdidos, Córdoba, Argentina
Orquestra Sinfônica Acadêmica de Córdoba
Hadrian Avila, maestro
Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro), violoncelos
José Staneck (gaita)
Ana Letícia Barros (vibrafone)

Programa:
João Guilherme Ripper - Duplum, concerto para dois violoncelos e orquestra
Radamés Gnattali - Concerto nº 1 para harmônica e orquestra
Edmundo Villani-Côrtes - Concerto para vibrafone e orquestra
Ernani Aguiar - Sinfonietta Prima.








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FONTE:
Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
www.cezannecomunicacao.com.br



MÚSICA NO MUSEU 21 ANOS APRESENTA: MÚSICA NO MUSEU INTERNACIONAL EM MADRID, LISBOA, COIMBRA.

 
 
 
 


 
 
 
 
 
Iniciado em dezembro de 1997 no MNBA pelo violonista Turíbio Santos, Música no Museu, tornou-se a maior Serie de musica clássica do Brasil e uma das maiores do mundo reconhecida pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guinness Book. Seus números são impressionantes chegando a fazer cerca de 500 concertos por ano, de norte a sul do Brasil, ocupando cerca de 2.500 músicos/ano, além de uma vertente internacional, desde 2006 em cidades de países de todos os continentes: Europa ( Portugal, Espanha, França, Republica Tcheca,Itália, Alemanha, Áustria, Américas: USA (inclusive no Carnegie Hall em Nova Iorque e no LACMA em Los Angeles),Chile, Argentina,- Africa- Marrocos, Asia: Índia e Vietnã e Oceania, Austrália, levando músicos e a musica brasileira para o exterior.


Contando hoje, ainda que alternada ou esporadicamente, só no Rio de Janeiro, com quarenta e dois dos melhores Museus e Centros Culturais, palácios e bibliotecas, além de lindas igrejas cariocas, sinagogas e clubes, ,totalizando 80 espaços não só no Brasil como no exterior. Nestes 19 anos já registra um publico superior a 700.000 pessoas e uma mídia espontânea de milhares de registros em todos os veículos do Brasil, rádios, TVs, jornais, revistas, internet e até do exterior, com destaques para matérias no New York Times, Le Monde de la Musique, entre outras.
 
 
Também a excelência do projeto, que já recebeu inúmeros prêmios e honrarias nacionais (Ordem do Merito Cultural, Golfinho de Ouro, Embaixador do Rio etc) e internacionais (Cultura Viva da Unesco), Latin American Awards, na PUC em Buenos Aires e agora Lazos Hispanicos- Cultura Viva em Madrid e gerou a monografia de Marie Hoffman, da Humboldt-Universität zu Berlin Philosophische Fakultät III Institut für Musikwissenschaft und Medienwissenschaft Musik und Medien/Kulturwissenschaft sob o titulo Die Rolle der „Klassik“ im öffentlichen Leben in Rio de Janeiro und die Konzertreihe „Música no Museu“ (Musik im Museum) The Role of “Classical Music” in the Public Life of Rio de Janeiro and the Series of Concerts “Música no Museu” (Music at the Museum) (a musica clássica na vida publica do Rio de Janeiro e a Serie de Concertos Musica no Museu).

Paralelamente, e no seu âmbito, realiza um Festival Internacional de Harpas-RioHarpFestival, já na sua 12ª. versão e que colocou o Brasil no circuito mundial da harpa. Tambem renova o panorama da musica clássica no Brasil através do Concurso Jovens Músicos-Música no Museu, já na sétima versão e que recebe a cada ano uma bolsa de U$105 mil da James Madison University-uma escola Steinway- para o vencedor. Também criou a Orquestra Jovem Musica no Museu e que já começa a ter vida própria.
 
 
Ao completar 15 anos em 2012, realizou uma programação especial que incluindo os melhores concertos da Série com destaque para a apresentação do pianista Nelson Freire em São João del Rei.
 
 
Em 2013, além da Série normal de concertos, foi feito o lançamento do livro ¨Música no Museu- 15 anos depois¨além da exposição das pinturas das capas dos seus programas (cada mês feita por um artista plástico brasileiro) e doadas para a Academia Brasileira de Filosofia e que ora faz parte do seu acervo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DO LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS DIREÇÃO: EVANILDO BECHARA. LOCAL: CENTRO CULTURAL DO LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS.

 
 
 
 
 
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DO LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS DIREÇÃO: EVANILDO BECHARA. LOCAL: CENTRO CULTURAL DO LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS, RUA PEREIRA DA SILVA, 322, LARANJEIRAS, RIO DE JANEIRO.
LICEU LITERÁRIO PORTUGUÊS ABRE INSCRIÇÕES PARA O CURSO GRATUITO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA.
Entre os dias 1º e 30 de junho, o Liceu Literário Português estará com inscrições abertas para o curso gratuito de PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM LÍNGUA PORTUGUESA. O programa – realizado em convênio com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro – é dirigido principalmente, para professores de literatura. Podem concorrer as 40 vagas cidadãos brasileiros e estrangeiros. A prova de seleção será realizada no dia 6 de julho, e o resultado será divulgado no dia 21 do mesmo mês.
 

 
 
 
UM POUCO SOBRE O LICEU PORTUGUÊS
 
 
O Liceu Literário Português é uma histórica instituição de ensino filantrópica, sem fins lucrativos, fundada em 1868 por imigrantes portugueses no Rio de Janeiro, no Brasil. Sua sede localiza-se atualmente, na Rua Senador Dantas, em frente ao Largo da Carioca, no centro da cidade. O seu lema é "Deus, Pátria e Liberdade".
 
A história do Liceu está relacionada ao Retiro Literário Português, uma sociedade literária fundada em 1859 no Rio de Janeiro, cujos membros se reuniam periodicamente para ouvir conferências e ler. A 10 de setembro de 1868, um grupo de 28 sócios dissidentes do Retiro, reunidos na rua da Saúde, resolveu desligar-se da associação anterior e fundar uma nova: o Liceu Literário Português. À frente do grupo estavam Manuel de Faria e José João Martins de Pinho, futuro Conde de Alto Mearim. Inicialmente, o Liceu era uma sociedade literária semelhante ao Retiro até que, em 1869, por sugestão do sócio Francisco Baptista Marques Pinheiro, o Liceu passou a ser uma escola de ensino noturno para portugueses e brasileiros. O objetivo da instituição era, assim, difundir a cultura e oferecer oportunidades de ensino, especialmente para os jovens imigrantes portugueses da cidade, que em geral chegavam com pouca instrução ao país, assim como brasileiros. No seu primeiro ano de funcionamento, o Liceu atendeu gratuitamente 94 alunos num edifício da Rua dos Ourives.
 
O Liceu funcionou sucessivamente, em vários locais na Rua da Carioca, Rua dos Ourives e rua Sete de Setembro. Em 1883, foi adquirido um edifício na Rua da Saúde (atualmente Travessa do Liceu), no Largo da Prainha, atual Praça Mauá. O palacete histórico havia pertencido a Felipe Nery de Carvalho e ali havia funcionado a Academia de Marinha. À inauguração da nova sede, ocorrida a 11 de junho de 1884, assistiram vários ministros e personalidades, inclusive o próprio Imperador D. Pedro II. As instalações de iluminação a gás permitiram que fossem oferecidos cursos noturnos, uma novidade à época no Rio de Janeiro. Na sede da rua da Saúde foram ministrados, durante 20 anos, cursos noturnos gratuitos de ensino de 1º e 2º graus, além de cursos livres de astronomia e arte náutica. O próprio Imperador frequentou algumas destas aulas.
 
Para expandir suas atividades, o edifício da Rua da Saúde foi vendido em 1912 e o Liceu, sob a presidência de Faustino de Sá e Gama, se mudou para uma nova sede, localizada na Rua Senador Dantas, no Largo da Carioca. Este sofreu um incêndio em 1932, o que levou o presidente do Liceu, comendador José Raínho da Silva Carneiro, a impulsar a edificação da atual sede, um edifício de nove andares em estilo neomanuelino, com projeto do arquiteto Raul Pena Firme. A inauguração ocorreu a 10 de setembro de 1938.
 
 
Em 13 de dezembro de 2007 foi inaugurado o edifício do Centro Cultural, na Rua Pereira da Silva, 322, nas Laranjeiras, onde passa a funcionar o Instituto de Língua Portuguesa.
 
 
 
INFORMAÇÕES: (21) 2225-0423 ou 2265-1497
ACESSAR AO SITE: www.liceuliterario.org.br 
 
 
 
 
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CONVITE DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS PARA A SOLENIDADE DE POSSE DO ACADÊMICO MÁRCELO NÓBREGA DA CÂMARA TORRES

 

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CONVITE DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS PARA A SOLENIDADE DE POSSE DO ACADÊMICO MÁRCELO NÓBREGA DA CÂMARA TORRES, COMO MEMBRO DA CLASSE DE LETRAS, NA CADEIRA 37, PATRONÍMICA DE RAUL POMPEIA, SUCEDENDO AOS ACADÊMICOS: ADELINO MAGALHÃES, ALÍPIO MENDES E LUIZ CALHEIROS. DIA 21 DE JUNHO DE 2018, ÀS 16 HORAS. NO SALÃO NOBRE DA AFL. PRAÇA DA REPÚBLICA, CENTRO, NITERÓI. O NOVO ACADÊMICO SERÁ SAUDADO PELO ACADÊMICO SÁVIO SOARES DE SOUSA.

 
 
 
 
UM POUCO SOBRE MARCELO CÂMARA
 
 
Marcelo Nóbrega da Câmara Torres nascido em 1950 Angra dos Reis, RJ é jornalista. Ensaísta. Produtor fonográfico. Editor e Consultor cultural. Filho do jornalista, educador, advogado e político José Augusto da Câmara Torres e da professora Gertrudes Nóbrega da Câmara Torres. O trabalho dos pais e o parentesco com Luiz da Câmara Cascudo o conduziram desde bem cedo aos livros e à pesquisa. Na juventude, chegou a compor, amadoristicamente, algumas canções, sozinho e em parceria. Graduou-se em Direito e em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense.

 
Desde 1965 vem atuando, como criador, crítico e realizador, em diversas áreas da cultura. Escreveu nos jornais "O Fluminense", "Diário de Notícias" (RJ), "Jornal do Brasil", "Jornal de Brasília" e "Jornal do Commercio" (RJ), nas revistas "Espelho" (DF), "Manchete" e "Fatos" (Bloch, RJ), colaborando, ainda, em outros veículos do Rio, São Paulo, Brasília e Europa.
 
Em 1972, recebeu o título de "Sambista Quatrocentão", do G. R. Escola de Samba Caçadores da Vila, pelos serviços prestados ao samba de Niterói.
 
Dois anos depois, trabalhou com Johnny Alf no projeto do show "Acorda Ulysses", assinando o roteiro e o texto do espetáculo, que permanece inédito. Ainda em 1974, promoveu o I Festival Fluminense do Folclore (música e dança), através da Comissão Fluminense do Folclore/Flumitur (Niterói), tendo assinado reportagem-memória oficial do evento, publicada pela revista da Comissão.
 
Entre 1985 e 2000, atuou como consultor legislativo do Senado Federal, tendo sido, nesse período, o único assessor para os assuntos da cultura do Congresso Nacional e da Assembléia Nacional Constituinte (1987-1998), desenvolvendo, pela primeira vez no país, tese sobre os direitos culturais, absorvida pela Constituição Federal.
 
Integrou o Conselho Consultivo do Centenário da Abolição da Escravatura (MinC, 1988).
 
Concebeu o projeto da lei que deu o nome de Teatro Nacional Claudio Santoro ao antigo Teatro Nacional, de Brasília, assessorando a sua elaboração e tramitação (1989).
 
Redigiu o estatuto constitutivo de entidade cultural matriz que deu origem à Associação Claudio Santoro, com sede em Brasília.
 
Criou e editou, com Darcy Ribeiro, de quem foi assessor legislativo e político, a revista de cultura "Carta de Darcy Ribeiro" (1991-1993, Senado Federal).
 
 
 

 
 
 
Redigiu, dirigiu e apresentou, no Rio de Janeiro, os shows "A bênção Newton Mendonça" (1997), com os filhos do compositor, e "Encontros" (2000), com a cantora Geny Martins.
 
Como pesquisador e escritor no campo da música, atua nas áreas da história, sociologia, antropologia e estética. Tem dezenas de trabalhos publicados sobre estética, música popular, folclórica e erudita, entre os quais: "A festa do divino: folclore e devoção", "O folclore do Vale do Jequitinhonha", "O sucesso discreto de Johnny Alf", "Chopin e a música popular brasileira" (distribuído na Europa), "O negro no folclore fluminense"(idem, na Europa e África), "Chopin sempre contemporâneo", "O assassinato de Claudio Santoro", "Ser negro no Brasil", "Mestre Maestro" (sobre Claudio Santoro) e "Chopin: Lições estéticas de uma morte".

 
É autor de "Crítica à cultura brasileira - Uma reflexão sobre universos e manifestações culturais na sociedade brasileira" (Coronário, 2ª ed. 1986), "Direitos sociais: Cultura" (Senado Federal, 1987) e "A vida, a obra e o tempo de Newton Mendonça", primeira parte do livro "Caminhos cruzados - A vida e a música de Newton Mendonça" (Mauad, 2001).
 
Escreveu, com Mário Peixoto, "Ipanema de A a Z - Dicionário da vida ipanemense" (Cohen, 1999).

 
Em 2002, depois de vários anos de pesquisas, concebeu e fez a produção executiva do CD "Caminhos cruzados - Cris Delanno canta Newton Mendonça" (Ilha Verde), que lançou, numa tiragem não comercial, a obra de autoria exclusiva do compositor, primeiro e fundamental parceiro de Antonio Carlos Jobim, bem como divulgou músicas raras, quase desconhecidas, da dupla mais importante da Bossa Nova. Assinou os textos do álbum, cuja produção musical, direção artística e arranjos couberam a Roberto Menescal, que tocou violão e guitarra em todas as faixas.
 
Em 2003, o álbum foi lançado comercialmente, no Brasil e Europa, com o título "Cris Delanno canta Newton Mendonça", pela Nikita Music.
 
É membro da Associação dos Escritores, Pesquisadores e Divulgadores de Música Popular Brasileira do Rio de Janeiro, da Sociedade Brasileira Frederico Chopin e da Sociedade Brasileira de Eslavística.
 
Vive no Rio, onde dirige empresa de consultoria, comércio e serviços culturais. Além de proferir palestras e participar de eventos sobre Música Popular, publica, regularmente, artigos e ensaios sobre a Cultura Brasileira.



 
 
 
 
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NO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES: NO DIA 19 DE JUNHO DE 2018, EM SOLENIDADE, O OFICIAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO, TENENTE-CORONEL CARLOS HENRIQUE MARTINS "ROCHA" (MEMBRO DO ALTO COMANDO DAS FORÇAS DE PAZ DA ONU NO CONTINENTE AFRICANO E RECENTEMENTE, FERIDO).

 
 
 
 
NO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, na tarde de hoje, terça-feira, em Solenidade, o Oficial do Exército Brasileiro, Tenente Coronel Carlos Henrique Martins Rocha (Membro do Alto Comando das Forças da Paz da ONU no Continente Africano e recentemente ferido) recebeu das mãos do Chanceler do IFEC - Instituto Interamericano de Fomento a Educação Cultura e Ciência, Prof. Dr. Stelling acompanhado do Diretor da Representação Oficial da ONU, Dr. Maurízio Giuliani (UNIC - RIO), a outorga da MEDALHA IFEC CIDADANIA com a presença de altas autoridades das Áreas MILIRAR, CIVIL e Diplomática.
 
 
 
 
 
 
Na Solenidade em que a MEDALHA IFEC DE CIDADANIA foi outorgada a um Oficial do Exército Brasileiro ferido do Alto Comando das Forças de Paz da ONU Continente Africano e a partir da esquerda: Internacionalista Djalma Novais (Diretor Executivo da UNIFEC); Articuladora Social Luisa Hernández (CEJOM); Dr. Jorge Flores (Diretor Geral do IFEC); Prof. Dr. Saul Mizhari (Membro Coordenador do Corpo Científico do Instituto Nacional de Tecnologia); Prof. Dr. Stelling (Chanceler do IFEC) e Psicóloga Elaine Holanda (Coordenadora Geral do CEJOM).








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terça-feira, 19 de junho de 2018

DESTAQUE DO DIA: BRINDANDO O INÍCIO DA CELEBRAÇÃO DOS 10 ANOS DOS ESCRITORES AO AR LIVRO, ALGUNS ESCRITORES SÃO FOTOGRAFADOS E ENTREVISTADOS PELOS PROFISSIONAIS DO JORNAL "O FLUMINENSE".

 

 
 
 
 
Alguns escritores do movimento cultural ESCRITORES AO AR LIVRO sob a coordenadoria do jornalista, publicitário Paulo Roberto Cecchetti foram fotografados e entrevistados pelos profissionais do jornal "O Fluminense" - Niterói e a matéria e as fotos obtidas, hoje, 19 de junho, às 14 horas, serão publicados na edição impressa do dia 22 de junho de 2018(sexta-feira). Escritores presentes: Paulo Roberto Cecchetti, Belvedere Bruno, Márcia Pessanha, Robert Preis, Sávio Soares de Sousa, Gilda Freitas, Shirley Araújo e Alberto Araújo.
Segundo o jornalista/entrevistador Caio William, todas as informações colhidas por eles, também serão divulgadas no jornal on-line, no site de "O FLUMINENSE". Estamos ansiosos!
 
Paulo Roberto Cecchetti é entrevistado.
 

Paulo Roberto Cecchetti é entrevistado.


SENTADOS: GILDA FREITAS, ROBERT PREIS, SHIRLEY ARAÚJO, BELVEDERE BRUNO, EM PÉ: PAULO ROBERTO CECCHETTI, SÁVIO SOARES DE SOUSA, MÁRCIA PESSANHA E ALBERTO ARAÚJO(FOTÓGRAFO).

Fotografando os Escritores.

O escritor Robert Preis exibe
seus trabalhos literários e artesanais.
 
 
Busto de Getúlio Vargas
(Praça que leva o seu nome)
 
 
 
 
 
 

CINE JAZZ HOMENAGEIA BAIXISTA RAY BROWN E RECEBE GUTO WIRTTI.

 
 
 
 
O Solar do Jambeiro recebe, na terça-feira, 26 de junho, às 19h, uma edição do projeto Cine Jazz em homenagem ao contrabaixista americano Ray Brown. Após a exibição do filme "Ray Brown Live in Viena" (1988), o também baixista Guto Wirtti vai se apresentar acompanhado do guitarrista Nelson Faria. A entrada é franca e a classificação indicativa, 14 anos. 
 
 
  
 
 
Nascido no estado da Pensilvânia em 1926, Ray Brown é considerado um dos maiores baixistas da história do jazz e um dos mais influentes do gênero devido ao som que conseguia extrair do instrumento acústico, assim como pela sua eficiência na condução do ritmo das composições. O filme a ser exibido foi gravado numa apresentação do músico com o pianista Monty Alexander e o guitarrista Herb Ellis, em Viena na Áustria, em 24 de abril de 1988. 
 
Brown começou estudando piano, mas decidiu-se pelo baixo por considerá-lo mais fácil e acabou por aprender a tocar o instrumento de ouvido. Aos 19 anos, conheceu um dos maiores trompetistas do jazz, Dizzy Gillespie, entrando em sua banda ao lado de Charlie Parker e Bud Powell. Fez parte, durante anos, do famoso trio do pianista Oscar Peterson e trabalhou com os maiores nomes do jazz como Duke Ellington e a cantora Ella Fitzgerald, com quem foi casado por 4 anos. Gravou e se apresentou com artistas importantes como os cantores Frank Sinatra, Tony Bennett e o maestro Quincy Jones. 
 
Vencedor de diversos prêmios Grammy, Brown dedicou-se nos últimos anos a formar trios, com os quais excursionava por todo o Mundo. Faleceu em 2002, aos 75 anos, no camarim de um concerto em Indianapolis, EUA, e foi alçado em 2003 ao Hall of Fame, pela revista Down Beat, por sua importante contribuição a história do jazz. 
 
 
 
 Sobre Guto Wirtti
 
O músico convidado da noite é o baixista gaúcho Guto Wirtti, radicado há anos no Rio de Janeiro e uma das maiores revelações do instrumento no Brasil nos últimos anos. Reconhecido por sua versatilidade e criatividade, o contrabaixista, arranjador, compositor e produtor musical é um dos instrumentistas mais requisitados da música brasileira. Guto tem na sua bagagem participações nos trabalhos de artistas importantes como João Bosco, Leo Gandelman, Maurício Einhorn, Ed Motta, Luís Melodia, Wilson das Neves, Milton Nascimento e Jorge BenJor. 
 
  
 
 
 
 
O projeto Cine Jazz é uma realização da Secretaria Municipal de Cultura de Niterói/ FAN com curadoria do produtor Paulo Renato Rocha. 
 
Serviço:
Cine Jazz homenageia baixista Ray Brown e recebe Guto Wirtti
Data: 26 de junho, terça-feira
Horário: 19h
Classificação indicativa: Livre
Duração: 90m
Entrada franca
 
Local: Solar do Jambeiro
EndereçoRua Presidente Domiciano, 195 -
São Domingos, Niterói
Telefone: (21) 2109-2222
 
 




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FONTE
Departamento de Imprensa SMC/FAN
Secretaria Municipal de Cultura - Niterói
Fundação de Arte de Niterói - FAN