sexta-feira, 20 de abril de 2018

DESTAQUE PARA A OBRA: "JESUS, O HOMEM MAIS AMADO DA HISTÓRIA: A VIDA DAQUELE QUE ENSINOU A HUMANIDADE A AMAR E DIVIDIU A HISTÓRIA EM ANTES E DEPOIS" AUTOR RODRIGO ALVAREZ EM TODAS AS LIVRARIAS DO PAÍS.

 
 
 

 
 
 
Escrito pelo autor laico brasileiro que mais vende livros de temática religiosa no Brasil, Jesus – O homem mais amado da História: a biografia daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois é o livro mais atual sobre a vida do homem cuja história mantém seu vigor e interesse há mais de dois mil anos. O escritor e jornalista Rodrigo Alvarez tomou como base as fontes arqueológicas e bibliográficas mais recentes, além das mais antigas (entre eles diversos manuscritos originais), e viajou pelos mesmos lugares percorridos por Jesus em seu tempo para reconstituir os passos do pregador que, ao mesmo tempo Deus e homem, ensinou a amar, mudou o curso da humanidade e dividiu a História em antes e depois. Com uma narrativa elegante, acessível e guiada pelos fatos, além de ricamente ilustrado, Jesus – O homem mais amado da História é um livro sobre um Jesus de antes do cristianismo e de todas as suas divisões futuras – e que mostra a todos os leitores, cristãos ou não, a relevância e a permanência de sua trajetória e de seus ensinamentos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESENHA
 
 
Rodrigo Alvarez narra a vida do homem que mudou o curso da humanidade Escrito pelo autor laico brasileiro que mais vende livros de temática religiosa no Brasil, Jesus – O homem mais amado da História: a biografia daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois é o livro mais atual sobre a vida daquele cuja trajetória mantém seu vigor e interesse há mais de dois mil anos. O escritor e jornalista Rodrigo Alvarez tomou como base as fontes arqueológicas e bibliográficas mais recentes, além das mais antigas (entre eles diversos manuscritos originais), e viajou pelos mesmos lugares percorridos por Jesus em seu tempo para reconstituir os passos daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois. A base da obra é uma pesquisa que buscou a informação em estado bruto – o mais livre possível dos interesses políticos e religiosos que sempre manipularam a História. O autor foi aos evangelhos, aos Atos dos Apóstolos, às cartas de Paulo, aos tratados de patriarcas, aos livros judaicos, às profecias, aos pergaminhos que os primeiros bispos da Igreja tentaram apagar na fogueira e aos livros gnósticos, com suas visões místicas, para reapresentar o leitor a uma figura histórica que, ao mesmo tempo Deus e humano, foi humilhado, traído, quebrou regras, desafiou e foi desafiado. Mais do que isso, Rodrigo viveu três anos em Jerusalém, de onde partiu para visitas ao Sepulcro de Jesus, à Gruta da Natividade em Belém, a Nazaré, à Turquia, à Jordânia, ao Chipre, ao Mar Morto e, claro, ao rio Jordão. Caminhou pelos mesmos desertos que Jesus, meditou no alto das mesmas montanhas, entrou nas cavernas de Jericó, pisou nas mesmas pedras, subiu ao monte onde a tradição afirma que Jesus fez seu sermão inaugural e tomou banho no Mar da Galileia. Assim, enquanto busca esclarecer questões como a relação com Maria Madalena, a suposta disputa com João Batista e os encontros secretos com certos discípulos, Jesus – O homem mais amado da História traz à tona passagens pouco conhecidas, entre elas o apocalipse segundo Jesus, e reconstrói com detalhes os últimos passos antes de sua morte. Tudo isso é feito em uma narrativa elegante, acessível, que, guiada pelos fatos, apresenta um livro sobre um Jesus de antes do cristianismo e de todas as suas divisões futuras – e que mostra a todos os leitores, cristãos ou não, e até mesmo ateus, a relevância e a permanência da trajetória de um homem que pregou a tolerância e elevou a ética humana a outro patamar. O autor, quando dedica o livro, diz: “Dedico este livro aos judeus, aos católicos, aos evangélicos - cristãos de todas as cores - e também aos espíritas, aos muçulmanos, aos budistas, aos seguidores de outras religiões, ou de nenhuma; a todos aqueles que, como Jesus, entendem que o amor ao próximo é a parte mais bonita de nossa existência – e que toda a existência humana, por si só, sempre foi e será sagrada”.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
 
 
Escrito pelo autor laico brasileiro que mais vende livros de temática religiosa no Brasil, Jesus – O homem mais amado da História: a biografia daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois é o livro mais atual sobre a vida do homem cuja história mantém seu vigor e interesse há mais de dois mil anos. O escritor e jornalista Rodrigo Alvarez tomou como base as fontes arqueológicas e bibliográficas mais recentes, além das mais antigas (entre eles diversos manuscritos originais), e viajou pelos mesmos lugares percorridos por Jesus em seu tempo para reconstituir os passos do pregador que, ao mesmo tempo Deus e homem, ensinou a amar, mudou o curso da humanidade e dividiu a História em antes e depois. Com uma narrativa elegante, acessível e guiada pelos fatos, além de ricamente ilustrado, Jesus – O homem mais amado da História é um livro sobre um Jesus de antes do cristianismo e de todas as suas divisões futuras – e que mostra a todos os leitores, cristãos ou não, a relevância e a permanência de sua trajetória e de seus ensinamentos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SOBRE O AUTOR
 
 
Rodrigo Nascimento Alvarez, nascido no Rio de Janeiro, em 8 de junho de 1974, é jornalista e escritor. Correspondente internacional da TV Globo, já esteve baseado em Nova York e Jerusalém, e realizou grandes coberturas em países como África do Sul, Venezuela e Haiti. Atualmente baseado em Berlim, dedica-se à pesquisa e à produção de livros sobre os mais importantes símbolos religiosos. É autor de Maria, Milagres, Humano demais e Aparecida – que ganhou uma edição especial, expandida e como novo projeto gráfico, pela LeYa em 2017.
 
 
DETALHES DO PRODUTO
 
 
Formato: eBook Kindle
Tamanho do arquivo: 37376 KB
Número de páginas: 366 páginas
Editora: Leya (20 de março de 2018)
Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
Idioma: Português
ASIN: B07B8VMJ7N
 
 
 
 
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 
 
 

 

 

 

 
 
 
 
 

quinta-feira, 19 de abril de 2018

19ª EDIÇÃO DO CONCURSO NACIONAL DE POESIAS SILVESTRE MÔNACO - 2018 DA ANE.

 
19ª EDIÇÃO DO CONCURSO NACIONAL DE POESIAS SILVESTRE MÔNACO - 2018 DA ANE - ASSOCIAÇÃO NITEROIENSE DE ESCRITORES.
 
VEJA ABAIXO O REGULAMENTO E PARTICIPE!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

CENTRO CULTURAL MARIA SABINA APRESENTA "TROVAS & CANÇÕES" COM A CANTORA, TROVADORA E ACADÊMICA MIMI LÜCK - SOB A COORDENAÇÃO DE NEIDE BARROS RÊGO.

 
 
CENTRO CULTURAL MARIA SABINA
APRESENTA
"TROVAS & CANÇÕES"
COM A CANTORA, TROVADORA E ACADÊMICA
MIMI LÜCK - SOB A COORDENAÇÃO DE NEIDE BARROS RÊGO - DATA: 28 DE ABRIL DE 2018, (SÁBADO), ÀS 17 HORAS -
RUA SANTOS MOREIRA, 52 - CASA 15
SANTA ROSA – NITERÓI – RJ – BRASIL.
 
 
 
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 


"A CIDADE E SEUS POETAS" - PASSEIO LÍTERO-MUSICAL NO PALCO CULTURA NITERÓI, NO SHOPPING ITAIPU MULTICENTER EM NITERÓI. IMPERDÍVEL!

 
 
 

O show "A cidade e seus poetas: um musical emocionado", dirigido e apresentado por Cássio Tucunduva, será a atração deste sábado, 21 de abril, às 20h, no projeto Palco Cultura Niterói, que acontece no shopping Itaipu Multicenter.
 
 
 
O trabalho faz um passeio lítero-musical pelas cidades de Niterói, Rio e São Paulo, suas dores e seus afetos. A entrada será franca e a classificação etária, livre.

O roteiro, criado por Rita Tucunduva, traz músicas de autores niteroienses, cariocas e paulistas, além de poemas de Beatriz Chacon e Marco Valença. O espetáculo vai contar ainda com as participações do tecladista Renato Beranger, do ator Paulo Pereira e da cantora Cristina Tucunduva, que sentados em uma mesa de bar, contam histórias, declamam poemas e interpretam canções.

O diretor, Cássio Tucunduva

Amor ao blues e ao rock’n’roll: essa foi uma das principais motivações que levou o jovem Cássio Tucunduva a se aventurar pelos caminhos da música. Sua carreira teve início na adolescência, na lendária banda niteroiense Os Lobos, nos anos 60, especialmente ao lado de Dalto, Antônio Quintella e Cristina Tucunduva.

Depois, ao partir para carreira solo, teve uma de suas composições defendida pela banda Roupa Nova no Festival MPB Shell da Rede Globo, em 1980, a partir do lançamento de seu primeiro disco pelo selo independente PLUG, o compacto "No colo d'El Rey".

Em 1991, o músico inaugurou o Selo Niterói Discos com o LP "Os Lobos", que teve a participação de Dalto interpretando "Fábula". Essa foi uma retomada rápida da banda depois de quase 15 anos distante dos palcos. Entre suas experiências como músico de estúdio, Cássio marcou presença em discos de Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Emilio Santiago, Zizi Possi e Chico Buarque, entre outros. Lançou também o CD solo "Filho", o 100° da Niterói Discos, com músicas instrumentais de sua autoria, com produção do baterista Cláudio Infante, em 2001.

SERVIÇO:
Palco Cultura Niterói
Cássio Tucunduva apresenta “A Cidade e seus poetas – show”
Data: 21 de abril de 2018, sábado
Horário: 20h
Local: Shopping Itaipu Multicenter
Endereço: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6501,
Itaipu, Niterói-RJ
Classificação indicativa: Livre
Entrada franca
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
--
FONTE:
Departamento de Imprensa SMC/FAN
Secretaria Municipal de Cultura -
Fundação de Arte de Niterói - FAN
Telefone: 55 (21) 2719-9639 - ramal: 211
e-mail: culturaniteroi@gmail.com

CONVITE DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS E DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE CAMBUCI EM PROMOÇÃO CONJUNTA COM A FALERJ PARA JORNADA SOCIOCULTURAL COMEMORATIVA DO DIA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO.

 
CONVITE DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS E DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE CAMBUCI EM PROMOÇÃO CONJUNTA COM A FEDERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO / FALERJ PARA JORNADA SOCIOCULTURAL COMEMORATIVA DO DIA MUNDIAL DA EDUCAÇÃO A REALIZAR-SE DIA 28 DE ABRIL, ÀS 19 HORAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMBUCI - RJ.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 17 de abril de 2018

DONA IVONE LARA NASCEU PARA SONHAR E CANTAR - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL.

 
 
 
 
 
Nesta segunda dia 16 de abril de 2018, o samba brasileiro amanheceu triste, a sambista Dona Ivone Lara deixou este mundo e partiu rumo ao parnaso. Ela tinha completado 97 anos no último dia 13.
 
Dona Ivone estava internada na Coordenação de Emergência Regional, anexa ao Hospital Miguel Couto, no Leblon, e morreu em decorrência de insuficiência respiratória. Dona Ivone Lara é considerada uma das... pedras fundamentais do samba carioca, autora de clássicos como 'Sonho meu' e 'Alguém me avisou'.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma JOIA RARA do samba carioca, autora de clássicos como "Sonho meu" e "Alguém me avisou", a compositora Dona Ivone Lara morreu na segunda-feira, 16. Ela tinha completado 97 anos no último dia 13. Dona Ivone estava internada na Coordenação de Emergência Regional, anexa ao Hospital Miguel Couto, no Leblon, e morreu em decorrência de insuficiência respiratória.
 
Apesar da idade avançada, Dona Ivone, venerada por sambistas de diferentes gerações e chamada de “Rainha do samba” e “Primeira-dama do samba”, fez shows há até pouco tempo atrás. Em 2016, celebrou os 95 anos numa apresentação que contou com outros artistas e seu neto André Lara, uma companhia constante. Em 2010, fora homenageada pelo Prêmio da Música Brasileira.
 
O maior parceiro foi Délcio Carvalho, com quem criou, entre muitos sambas, Sonho meu, Acreditar, Minha verdade e Em cada canto uma esperança. Ele era 18 anos mais jovem e morreu em 2013.
 
A sambista foi gravada por Clara Nunes, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Marisa Monte e outros nomes da MPB. Em rodas de samba cariocas, composições como Tiê e Mas quem disse que eu te esqueço, esta com Hermínio Bello de Carvalho, sempre são lembradas.
 
Primeira mulher a ganhar uma disputa de samba-enredo numa escola de samba no Rio, em 1965 – Os cinco bailes da história do Rio (com Silas de Oliveira e Bacalhau) –, ela era filha de músicos e ligados ao carnaval. Era prima de Mestre Fuleiro, um dos fundadores do Império Serrano, sua escola.
 
Ivone, formada enfermeira e auxiliar da pioneira psiquiatra Nise da Silveira, nasceu bem antes da agremiação – era de 1921; o Império, de 1947. Ela compôs sambas ainda para o Prazer de Serrinha, escola do qual o Império viria a ser uma dissidência. A Verde-e-branco do bairro de Madureira, na zona norte do Rio, lhe fez um desfile-tributo em 2012.
 
 
 
 
 
ALGUMAS IMAGENS
 
 
 
 
 
 
 







 
 
 
 
 
 
 
 
 
UMA HOMENAGEM DO
FOCUS PORTAL CULTURAL
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

sábado, 14 de abril de 2018

EM 28 DE DEZEMBRO DE 2018 CELEBRAMOS OS 100 ANOS DO "ENCANTAMENTO" DO ESCRITOR OLAVO BILAC. O FOCUS PRESTA HOMENAGEM AO IMPORTANTE ESCRITOR BRASILEIRO.






OLAVO BILAC nascido Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac nasceu no Rio de Janeiro, em 16 de dezembro de 1865 foi um jornalista, contista (vide ''Contos Pátrios''), cronista e poeta brasileiro do período literário parnasiano, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a Cadeira 15 da instituição, cujo patrono é Gonçalves Dias.

Conhecido por sua atenção à literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, Bilac era um ativo republicano e nacionalista, também defensor do serviço militar obrigatório em um período em que o exército usufruía de amplas faculdades políticas em virtude do golpe militar de 1889. O poeta foi o responsável pela criação da letra do Hino à Bandeira, inicialmente criado para circulação na capital federal da época (o Rio de Janeiro), e mais tarde sendo adotado em todo o Brasil. Também ficou famoso pelas fortes convicções políticas, sobressaindo-se a ferrenha oposição ao governo militar do marechal Floriano Peixoto. Em 1907 foi eleito "príncipe dos poetas brasileiros", pela revista Fon-Fon. Bilac, autor de alguns dos mais populares poemas brasileiros, é considerado o mais importante de nossos poetas parnasianos.

Filho de Brás Martins dos Guimarães Bilac e de sua esposa Delfina Belmira Gomes de Paula, também neto paterno de João Martins dos Guimarães Bilac e de Angélica Pereira da Fonseca, irmã do 1.º Visconde de Maricá e 1.º Marquês de Maricá, terá infância e adolescência comuns para sua época. Era considerado um aluno aplicado, conseguindo, aos 15 anos - antes, portanto, de completar a idade exigida - autorização especial para ingressar no curso de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, a gosto do pai, que era médico durante a campanha da Guerra do Paraguai, e a contragosto próprio.

Portanto, começa a frequentar as aulas da faculdade mencionada, terminada a rápida passagem no colegial, mas seu precoce trabalho na redação da Gazeta Acadêmica absorve-o e interessa-o mais do que a prática medicinal. Por este motivo, Bilac não concluiu o curso de medicina e nem o de direito que frequentou posteriormente, em São Paulo.

Bilac foi jornalista, poeta, frequentador de rodas de boêmias e literárias no meio letrado do Rio de Janeiro. Sua projeção como jornalista e poeta e seu contato com intelectuais e políticos da época conduziram-no a um cargo público: o de inspetor escolar. A se considerar a importância dada aos cargos escolares naquele período, principalmente aquele de professor da Escola Pedro II (onde diversos eruditos disputaram famosas preleções para cargo professoral, como Euclides da Cunha e Astrogildo Pereira), não é de somenos importância perceber o relevo social desta profissão naquele meio. Aliás, sua participação na vida cotidiana e cultural foi uma marca patente em sua imagem: sabe-se, por exemplo, que em 1897 Bilac acabou perdendo o controle do seu automóvel Serpollet e o bateu contra uma árvore na Estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro - RJ, sendo o primeiro motorista a sofrer um acidente de carro no Brasil.

Aos poucos profissionaliza-se: produz, além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Visava, então, contar através de seus manuscritos a realidade presente na sua época. Prestou colaboração em publicações periódicas como as revistas: A Imprensa (1885-1891), A Leitura (1894-1896), Branco e Negro (1896-1898), Brasil-Portugal (1899-1914), Azulejos (1907-1909) e Atlântida (1915-1920). Sua estreia como poeta, nos jornais cariocas, ocorreu com a publicação do soneto "Sesta de Nero" no jornal Gazeta de Notícias, em agosto de 1884. Recebeu comentários elogiosos de Artur Azevedo, precedendo dois outros sonetos seus, no Diário de Notícias. Ademais, escreveu diversos livros escolares, ora sozinho, ora em co-autoria com seus amigos Coelho Neto e Manuel Bonfim.









Homenagem filatélica de 1967.

Em 1891, com a dissolução do parlamento e a posse de Floriano Peixoto, inúmeros intelectuais perdem seu protetor, o dr. Portela, ligado ao primeiro presidente republicano Deodoro da Fonseca. Como reação, o escritor participa da fundação d'O Combate, órgão antiflorianista e opositor do estado de sítio declarado pelo marechal Floriano Peixoto após a ameaça de novo golpe político contra a ainda instável república, quando então o primeiro é preso e constrangido a passar quatro meses detido na Fortaleza da Laje, no Rio de Janeiro.

O grande amor de Bilac foi Amélia de Oliveira, irmã do poeta Alberto de Oliveira. Chegaram a ficar noivos, mas o compromisso foi desfeito por oposição de outro irmão da noiva, desconfiado de que o poeta era um homem arruinado. Seu segundo noivado fora ainda menos duradouro, com Maria Selika, filha do violonista Francisco Pereira da Costa. Viveu sozinho, em consequência destes descasos amorosos, sem constituir família até o fim de seus dias. Decorrido seu falecimento, em 28 de dezembro de 1918, fora sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro.

Participação cívica e social

Já consagrado em 1907, o autor do Hino da Bandeira é convidado para liderar o movimento em prol do serviço militar obrigatório − já matéria de lei desde 1907, mas apenas implementado em 1915 por ocasião da I Guerra Mundial. Bilac se desdobra para convencer os jovens a se alistar.
É como poeta Bilac que se imortalizou. Foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros pela revista Fon-Fon em 1907. Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a maior liderança e expressão do Parnasianismo no Brasil, constituindo a chamada Tríade Parnasiana. A publicação de Poesias, em 1888 rendeu-lhe a consagração.

Já no fim de sua vida, em 1917, Bilac recebe o título de professor honorário da Universidade de São Paulo.

Principais obras
Membros da Academia de Letras: Olavo Bilac é o quarto em pé, da esquerda para a direita.

Dentre os escritos de Olavo Bilac, destacam-se os seguintes:

Antologia poética;
Através do Brasil;
Conferências literárias (1906);
Contos Pátrios;
Crítica e fantasia (1904);
Crônicas e novelas (1894);
Dicionário de rimas (1913);
Hino à Bandeira;
Ironia e piedade, crônicas (1916);
Língua Portuguesa, soneto sobre a língua portuguesa;
Livro de Leitura;
Poesias (1888);
Tarde (1919) - Poesia, org. de Alceu Amoroso Lima (1957);
Teatro Infantil;
Tratado de Versificação, em colaboração com Guimarães Passos;
Tratado de versificação (1910);
" Ouvir as Estrelas"






O escritor faleceu em 28 de dezembro de 1918, no Rio de Janeiro. 





ALGUNS LIVROS























APOIO NA DIVULGAÇÃO










quinta-feira, 12 de abril de 2018

CONVITE PARA EXPOSIÇÃO "A INOCÊNCIA NÃO SE ENVERGONHA DE NADA" DE DALTON ROMÃO. DIA 19 DE ABRIL DE 2018, ÀS 18 HORAS, NA GALERIA DO ATELIÊ BELMONTE, RUA DO LAVRADIO, 34, CENTRO, RIO DE JANEIRO.

 
 
 
 
 
 
 
CONVITE PARA EXPOSIÇÃO "A INOCÊNCIA NÃO SE ENVERGONHA DE NADA" DE DALTON ROMÃO. DIA 19 DE ABRIL DE 2018, ÀS 18 HORAS, NA GALERIA DO ATELIÊ BELMONTE, RUA DO LAVRADIO, 34, CENTRO, RIO DE JANEIRO.
 
 
 
 
 
 

 
 
Dalton dos Reis Romão, nasceu no Rio de Janeiro, no bairro de Vila Isabel em dezembro de 52. Iniciou suas atividades artísticas ainda criança inspirado em quadrinhos. Sua inclinação para as artes era muito latente e isso acabou determinando suas futuras escolhas.
 
Aos 19 anos entrou na Escola de Artes Gráficas do SENAI - RJ para fazer Projetos Gráficos. Lá, por influência do professor de Desenho Livre e Colagem, começou a pesquisar o Dadaísmo e a Pop Art, se apaixonando pelos trabalhos do Kurt Schwitters, do Rauschenberg e do Andy Wharol. Como prêmio, por ser um dos mais bem classificados da turma, ganhou um estágio no departamento de arte da agência de publicidade J. Walter Thompson.
 
Depois do estágio começou a atuar como layoutman e ilustrador nas Páginas Amarelas onde desenhava logotipos, vinhetas e afins. Se desenvolveu como ilustrador e voltou para o mundo da publicidade. Foi a maneira que encontrou de viver na época, colocar para fora seu talento com as tintas e pincéis. Posteriormente foi promovido a diretor de arte e ganhou diversos prêmios em várias agências onde atuou por muito tempo.
 
Como a vida acontece em ciclos, a necessidade de respirar arte falou mais alto e as inspirações de criança retornaram com força determinando suas escolhas atuais. Voltou a se dedicar ao que gosta e está participando da 1ª Bienal Virtual de Arte Contemporânea no Brasil. Agora, em setembro, foi medalhista de ouro no salão de Arte Contemporânea da SBBA, com duas gravuras, Race Hens e Caminho Indefinido. Ouro também na categoria "Destaque" no Salão dos Fuzileiros Navais com a gravura, Adsumus.
 
Foi selecionado com quatro trabalhos, O Carro, Letra Aprisionada, A Carta e a Torre no livro português State of the Art - Artist's Book, volume III, que está sendo distribuído na Europa. Participa com A Lua e a Torre em coletiva na galeria Marés & Cores - Búzios e em novembro no Templo da Arte, Ipiranga, São Paulo e na galeria Ateliêr Belmonte no Rio de Janeiro com trabalhos de arte digital, que é o que hoje utiliza para suas experimentações.
 
 
 
 
 
ALGUMAS TELAS
 
 
 








































 

 





APOIO NA DIVULGAÇÃO