segunda-feira, 21 de setembro de 2026

CONEXÕES GLOBAIS: A FORÇA DA ABROL NA LITERATURA E NO MUNDO ÁRABE

A ABROL, o Legado de Waldenir de Bragança e a Gestão de Excelência da presidente Matilde Carone Slaibi Conti no Estado do Rio de Janeiro. 

A união entre os povos por meio da literatura e das artes ganha projeção internacional ao reconhecermos a presença marcante da Academia Brasileira Rotária de Letras (ABROL), que está e sempre estará conectada ao mundo Árabe e aos grandes movimentos globais em prol da paz. Inspirada pelo lema de que "através da cultura alcançamos a unidade e através da literatura alcançamos a paz", a instituição celebra a fraternidade universal.

A história dessa grandiosa rede de letras teve início em 23 de fevereiro de 2011, com a fundação da ABROL Nacional, com sede na cidade do Rio de Janeiro. O médico, escritor e político Waldenir de Bragança é o principal idealizador, membro fundador, ocupante da Cadeira nº 7 e reconhecido historicamente como o grande criador da academia, detendo o título vitalício de Presidente de Honra, sendo o primeiro presidente executivo Carlos Henrique de Carvalho Fróes de 2011 a 2015. 

Esse legado de amor à cultura e ao Rotary floresce com vigor em âmbito estadual. No estado fluminense, a ABROL Estado do Rio de Janeiro fundada em 16 de junho de 2020 é conduzida com brilhantismo e dedicação por sua presidente, Matilde Carone Slaibi Conti.

Sob sua admirável administração, a gestão destaca-se pelo zelo exemplar no cumprimento dos nobres objetivos da entidade: Congregar rotarianos e rotarianas para promover a cultura, estimulando estudos e a produção literária sobre o Rotary e seus vultos; Contribuir ativamente para construir, reconstruir e preservar a Memória e a História do movimento; Empenhar-se na valorização constante do idioma português; Organizar o acervo documental de biografias, fotos e ações no Estado; Manter um profícuo intercâmbio com entidades congêneres.

Ao conectar continentes e fortalecer a língua portuguesa, a ABROL, unindo a visão pioneira de Waldenir de Bragança e a gestão inspiradora de Matilde Carone Slaibi Conti consolida o papel transformador da arte, perpetuando valores humanitários que transcendem fronteiras e unem nações. 

© Alberto Araújo

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MARGARIDA LIMA E OS 78 ANOS DA CASA DA AMIZADE DE NITERÓI - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL

Margarida Lima: A Alma Fundadora da Casa da Amizade e Patrona da Cadeira nº 36 da ABROL–RJ. Margarida Lima transformou a delicadeza em força e fez da solidariedade o propósito de toda uma vida. Fundadora da Casa da Amizade de Niterói, sua visão pioneira de abrir as portas da própria casa para acolher os primeiros passos do voluntariado legou à nossa cidade um patrimônio imensurável de dignidade, amor e serviço ao próximo. 

A semente desse trabalho extraordinário foi lançada em 21 de setembro de 1948, quando mulheres ligadas ao Rotary Club de Niterói se uniram sob o ideal do servir. Tendo a liderança inicial de Acácia Brazil de Mello na presidência, foi no lar de Margarida e de seu esposo, Thomaz Lima, no aprazível bairro do Ingá, que as primeiras reuniões ganharam vida. Ali, entre gestos singelos e grandes ideais, nascia uma história que atravessaria gerações. 

Com a expansão do trabalho social, o sonho de uma sede própria tornou-se realidade: em 1981 foi doado o terreno em Charitas e, em novembro de 1985, inaugurou-se o espaço que hoje acolhe a instituição. O dinamismo de Margarida fez-se presente em momentos decisivos dessa consolidação, como no Encontro Nacional das Casas da Amizade, em Londrina (1972). Essa vocação altruísta perpetuou-se através dos tempos e segue viva no coração de sua filha, Maria Lima de Carvalho, e de todas as rotarianas e das senhoras dos rotarianos de nobre espírito que compõem o universo rotário. 

A gratidão de toda a comunidade eternizou-se no dia 21 de setembro de 1988, quando, durante as celebrações do Jubileu de Ouro da entidade, foi erguido nos jardins de Charitas o busto em homenagem ao casal fundador. A placa que acompanha a obra imortalizou o sentimento coletivo com as palavras: 

“Homenagem da Casa da Amizade de Niterói no 40º ano de sua fundação. Jubileu de Ouro aos fundadores D. Margarida Lima e Thomaz Lima – 21 de setembro de 1988.” Mais do que uma peça em bronze, o monumento guarda a memória viva de quem acreditou no poder transformador do bem. 

A trajetória de 78 anos da Casa da Amizade de Niterói não se edifica apenas sobre tijolos e memórias, mas no compasso generoso dos corações que assumiram o seu comando ao longo das décadas. Desde os primeiros passos em 1948, a instituição teve o privilégio de ser conduzida por uma sucessão de mulheres valorosas e abnegadas, presidentes extraordinárias que não pouparam esforços nem devoção para manter as portas da entidade ininterruptamente abertas a quem necessita. 

Cada gestão representou um capítulo único de doação, em que o empenho pessoal e o espírito público se entrelaçaram para salvaguardar um patrimônio de solidariedade e dignidade humanitária. Essa valiosa corrente de continuidade ganha hoje um renovado e vibrante capítulo sob a liderança da dedicada rotariana Heliane Abicalil, atual presidente da instituição. À frente da Casa da Amizade, Heliane conduz com maestria, dinamismo e sensibilidade a missão de preservar vivo esse templo de fraternidade, honrando as fundadoras e projetando o voluntariado niteroiense rumo a um futuro de transformações, esperança e serviço comunitário.

Neste 21 de setembro de 2026, ao celebrar 78 anos de história ininterrupta, a Casa da Amizade de Niterói reafirma que sua maior força vem do coração das pessoas que a constroem diariamente. Celebrar esta data é render as mais sinceras homenagens a Margarida Lima e manter acesa a convicção de que a amizade pura é capaz de transformar vidas.

© Alberto Araújo

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domingo, 20 de setembro de 2026

A MANHÃ EM QUE A POESIA VESTIU-SE DE ETERNIDADE: ECOS DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS

Na manhã de domingo, vinte de setembro de 2026, quando o fuso invisível do tempo tangeu suas cordas mais sensíveis. Ao abrir a tela fria do computador e mergulhar no grupo Foculistas no WhatsApp, o meu olhar de poeta colidiu com a luz de uma mensagem enviada por Gracinha Rego. Naquele instante, o cotidiano desfez-se em névoa. A alma, comovida pela delicadeza das palavras daquela que irradia fidalguia e cultura, não tardou em responder. Mas o eco daquele diálogo digital não cabia apenas nos limites de uma tela; ele vinha de mais longe, vinha de um sábado memorável que parecia recusar-se a virar passado. 

Voltemos, pois, as horas. Era sábado, dia dezenove de setembro. Sob a liderança e a condução inspiradora de sua presidente, a acadêmica Márcia Pessanha, a Academia Fluminense de Letras (AFL) abriu suas portas, às dez horas e trinta minutos, para mais uma jornada de iluminação do espírito. Situada no coração de Niterói, no histórico prédio anexo à Biblioteca Parque vestiu-se de gala para acolher a terceira edição do consagrado Ciclo de Conferências "Publicar a gente brasileira". O projeto, fruto de uma parceria estratégica e iluminada com a Fundação de Arte de Niterói (FAN) e o Projeto Niterói Livros, desdobrava-se sob a batuta atenta e dinâmica do acadêmico Jordão Pablo de Pão. 

A sessão abriu-se em uma harmonia quase litúrgica. As saudações da presidente Márcia Pessanha, cujas palavras possuem sempre o dom raro de encantar e acolher, deram o tom de um abraço coletivo na plateia atenta, nos pares intelectuais e no ilustre convidado. Logo em seguida, o ar da sala recriou-se, vestindo-se de uma emoção profunda, solene e sagrada, quando a acadêmica Gracinha Rego tomou a palavra.

Havia na voz de Gracinha um tremor sutil, o sopro da reverência. Com delicada solenidade, ela apresentou o livro “Maria Sabina de Albuquerque – Suas memórias, nossas lembranças - A professora – volume 1”, preciosa obra organizada pela saudosa Neide Barros Rêgo. Obra esta que, nos suspiros derradeiros de sua jornada terrena, a inesquecível Neide deixou-nos como um testamento de amor à terra e à história, um verdadeiro legado às vésperas de sua partida para os jardins do mistério. Gracinha falou de “Revelação”, outra importante obra de Neide Barros Rêgo. 

Ao distribuir os exemplares aos presentes, o gesto adquiriu contornos de pura oferenda afetiva. Gracinha ocupa na Academia Fluminense de Letras justamente a Cadeira que antes pertenceu a Neide, sob o patronato da imortal e inesquecível Maria Sabina. Naquele instante, o presente e o passado fundiram-se numa ponte viva e pulsante. Na partilha daquelas páginas e memórias, a imortalidade das letras fluminenses renovou-se diante de nós, reafirmando com vigor que a verdadeira poesia não fenece com o silêncio da morte; ela apenas se transfigura, eternizando a alma daqueles que a cultivaram com pureza de propósito.

A manhã seguiu o seu curso fecundo com a mesa-redonda dedicada ao tema "Publicar Liberdade". O debate trouxe à tona o papel transformador da literatura na reflexão e na difusão das liberdades humanas, investigando os caminhos, as sendas tortuosas e as belezas das experiências editoriais no Brasil. O evento coroou-se com a participação esplêndida do romancista e acadêmico Godofredo de Oliveira Neto, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), que abrilhantou a discussão ao lado da própria Márcia Pessanha e de Jordão Pablo de Pão. A condução dos trabalhos, fluida e lapidar, esteve a cargo da mestria da acadêmica Lucia Romeu. 

Foi dessa manhã indescritível que brotou a centelha. No texto que escrevi anteriormente e que circulou entre os pares, tentei traduzir em verbetes de afeto a grandeza daquele ritual acadêmico. 

E foi essa mesma crônica de sentimentos que fez Gracinha, ainda extasiada, enviar-me as palavras que hoje me comoveram no grupo de WhatsApp: “Alberto, queridíssimo amigo! Ainda encantada com sua fala no texto sobre a sessão maravilhosa na AFL. Falar sobre a nossa Neide e de sua obra é para mim motivo de muita emoção... e você reproduziu com muita verdade o que vivi naquela manhã inesquecível. Muito obrigada!! Muito obrigada meu querido!!! Sinta-se abraçado! 

Ao ler o recado, a minha resposta fluiu como um transbordamento natural do coração. Disse-lhe, com a verdade dos que sabem amar a arte: 

“Olá, Gracinha, queridíssima amiga! É sempre uma emoção indescritível falar de Neide. Fico maravilhado quando vejo algo referente à nossa eterna Diva Neide Barros Rêgo. Inclusive, tenho a honra de guardar em minha estante a obra "Maria Sabina de Albuquerque — suas memórias, nossas lembranças - Volume 1", e o privilégio de ter o poema "Lembrança Eternizada de Maria Sabina" eternizado nas páginas 320 e 321. Muito obrigado pelas suas palavras tão carinhosas. O sentimento é inteiramente mútuo, e saber que consegui traduzir com verdade o que você viveu naquela manhã inesquecível na AFL me enche de alegria. Abraços do Alberto Araújo.” 

Sim, a vida na Academia é isso: um tecido de memórias onde os fios do tempo não se rompem, apenas se apertam. Neide continua a caminhar por entre nós, seja no perfume das páginas que nos deixou, seja na voz embargada de Gracinha Rego, ou no eco perene de um poema que teima em eternizar Maria Sabina. Na Praça da República, as letras fluminenses continuam a respirar, soberanas, provando que a beleza e a cultura são as únicas armas capazes de vencer o esquecimento. 

© Alberto Araújo

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ANIVERSÁRIO DE 78 ANOS DA CASA DA AMIZADE DE NITERÓI

A Diretoria de Cultura do Elos Internacional tem a grata satisfação de informar a participação de nossa presidente do Elos Internacional, Matilde Carone Slaibi Conti, nas comemorações pelos 78 anos da Casa da Amizade de Niterói, presidida por Heliane Abicalil. O evento representa um momento especial de celebração da história, da dedicação e do trabalho voluntário que, ao longo de quase oito décadas, vêm fortalecendo os laços de amizade, solidariedade e serviço à comunidade. 

Celebrar seus 78 anos é homenagear todas as pessoas que fizeram e fazem parte dessa história de sucesso, dedicação e amor ao próximo. 

A presença de Matilde Carone Slaibi Conti reforça a importância da integração entre instituições que compartilham os mesmos valores de fraternidade, cultura e responsabilidade social. A Casa da Amizade de Niterói construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com ações de apoio e desenvolvimento humano, tornando-se referência pelo espírito acolhedor e pela contribuição efetiva à sociedade. 

A Diretoria de Cultura do Elos Internacional parabeniza a presidente Heliane Abicalil, sua diretoria e todas as integrantes da Casa da Amizade de Niterói por mais este importante marco, desejando que essa caminhada continue inspirando novas gerações a promover o bem, a amizade e o fortalecimento dos valores humanos que unem e transformam comunidades. 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional






sábado, 19 de setembro de 2026

ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS SOB A PRESIDÊNCIA DE MARCIA PESSANHA REALIZA MESA-REDONDA "PUBLICAR LIBERDADE" COM A PRESENÇA DO ACADÊMICO GODOFREDO DE OLIVEIRA NETO

 

Com mais de um século de dedicação à salvaguarda e difusão do pensamento crítico e literário, a Academia Fluminense de Letras (AFL) consolida-se como um dos pilares mais expressivos da cultura no Estado do Rio de Janeiro. Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Niterói, a instituição secular desempenha um papel fundamental na preservação da memória intelectual e no incentivo permanente à criação literária regional e nacional. 

Sob a liderança e condução inspiradora de sua presidente, a acadêmica Márcia Pessanha, a AFL realizou no sábado, dia 19 de setembro de 2026, às 10h30min, mais uma importante jornada de reflexão. A sede da entidade,  situada no coração de Niterói, na Praça da República, em prédio anexo à Biblioteca Parque, abriu suas portas para a terceira edição do consagrado Ciclo de Conferências "Publicar a gente brasileira". O projeto é promovido em parceria estratégica com a Fundação de Arte de Niterói (FAN) e o Projeto Niterói Livros, sob a direção do acadêmico Jordão Pablo de Pão. 

A sessão abriu-se em harmonia sob as saudações da presidente Márcia Pessanha, cujas palavras, como de praxe, encantatórias, acolheram a plateia e teceram cumprimentos calorosos ao palestrante, à direção do projeto e aos demais pares intelectuais. Logo após, o ar vestiu-se de uma emoção profunda e sagrada com a palavra da acadêmica Gracinha Rego. 

Com delicada solenidade, Gracinha apresentou o livro “Maria Sabina de Albuquerque – A professora”, preciosa obra organizada pela saudosa Neide Barros Rego que, nos suspiros derradeiros de sua jornada, deixou-nos esse verdadeiro legado às vésperas de sua partida. Ao distribuir os exemplares, o gesto adquiriu contornos de pura oferenda afetiva: Gracinha, que ocupa na Academia justamente a Cadeira, que antes era de Neide, sob o patronato da imortal e saudosa Maria Sabina, fez do momento uma ponte viva entre o passado e o presente. Naquela partilha de páginas e memórias, a imortalidade das letras fluminenses renovou-se, reafirmando que a verdadeira poesia não fenece, mas eterniza a alma daqueles que a cultivaram. 

Seguindo a programação, a mesa-redonda dedicada ao tema "Publicar Liberdade" trouxe ao debate o papel transformador da literatura na reflexão e difusão das liberdades humanas, investigando também os caminhos, as trajetórias e as vicissitudes das experiências editoriais no Brasil. O evento contou com a participação especial do romancista e acadêmico Godofredo de Oliveira Neto, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), que abrilhantou a discussão ao lado dos acadêmicos Márcia Pessanha e Jordão Pablo de Pão. A condução fluida e os debates da mesa foram mediados com mestria pela acadêmica Lucia Romeu. 

Com entrada franca e participação expressiva, o evento reuniu uma seleta plateia composta por leitores, pesquisadores, autoridades e destacadas personalidades do universo cultural. Entre as presenças marcantes, registrou-se a de Matilde Carone Slaibi Conti — presidente do Elos Internacional, do Cenáculo Fluminense de História e Letras e do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói, além de diversos outros representantes de prestigiadas instituições e um expressivo corpo de acadêmicos. 

Mais do que um debate sobre o mercado do livro, o encontro reafirmou o compromisso da Academia Fluminense de Letras em manter vivas as discussões essenciais sobre cidadania, liberdade de expressão e a identidade cultural do povo brasileiro. 

Créditos das fotos: Compartilhadas por Christiane Victer

© Alberto Araújo

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SOLENIDADE DA ACADEMIA FEMININA ESPÍRITO-SANTENSE DE LETRAS CELEBRA 77 ANOS E HOMENAGEIA GRANDES NOMES DA LITERATURA


A valorização da cultura, da literatura e da produção intelectual feminina ganhou destaque em uma noite memorável promovida pela Academia Feminina Espírito-Santense de Letras (AFESL). Em celebração aos seus 77 anos de fundação e história transformadora, a instituição realizou uma solenidade festiva no plenário da Câmara Municipal de Vitória no dia 16 de setembro de 2026, às 19 horas. O evento reuniu acadêmicos, escritores, artistas, autoridades e convidados para ressaltar o papel das letras na construção de uma sociedade mais consciente e humanizada. 

Um dos momentos centrais da cerimônia foi a condecoração de Ana Maria Tourinho, Vice-Presidente Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras, que foi homenageada e empossada como Acadêmica Correspondente da AFESL. O título reconhece sua relevante e inspiradora trajetória dedicada à difusão cultural, ao incentivo da escrita e à integração entre os povos por meio do conhecimento. 

A honraria também foi concedida a outras duas expressivas presenças do cenário literário e institucional do país: as escritoras Irislene Castelo Branco Morato – presidente da AJEB - Nacional e Elinalva Oliveira, Presidente da Academia Feminina de Letras do Ceará e Diretora da AJEB-CE. 

As homenagens prestadas pela AFESL consagram trajetórias marcadas pelo compromisso com o fortalecimento da presença feminina no universo literário e pelo enriquecimento do patrimônio cultural brasileiro. 

A mesa presidencial da solenidade foi composta por personalidades de destaque nas áreas de articulação política e cultural. Estiveram à mesa Ana Maria Tourinho (Rede Sem Fronteiras); Gracinha Neves, representando a AJEB do Espírito Santo (AJEB-ES); a acadêmica Dalila Lubiana; e a ex-deputada Luzia Toledo, que representou na ocasião a Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Política. A condução do cerimonial ficou a cargo do apresentador Gabriel Spalenza Predoni. 

Além das formalidades acadêmicas, a noite contou com uma expressiva programação musical. O pianista Matheus Cutini encantou o público com um recital ao vivo, interpretando peças clássicas e populares que transitaram pelo repertório de Roberto Carlos, pela emoção do cancioneiro de Edith Piaf e pela sofisticação das composições de Frédéric Chopin. 

Com o plenário da Câmara Municipal repleto, o evento reuniu importantes nomes do meio literário e da sociedade. Entre os presentes, destacaram-se como Daniela Spadeto, o jornalista e produtor cultural José Roberto Santos Neves, Rita Tristão, Inaiá Fontes, Wanda Alkmin, Regina Magalhães, Denise Moraes, Regina Loureiro Menezes e Dr. Euderson Kang Tourinho. 

Ao unir tradição e contemporaneidade, a cerimônia reafirmou a importância da parceria entre instituições comprometidas com a arte e o saber, marcando os 77 anos da AFESL como um símbolo de resistência, celebração e incentivo contínuo ao protagonismo das mulheres na literatura brasileira. 

©  Alberto Araújo

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O SEQUENCIAL SÃO PEQUENOS VÍDEOS