terça-feira, 13 de abril de 2021

DR. WALDENIR DE BRAGANÇA UM INTELECTUAL QUE RESGUARDA A SUA BRASILIDADE





 

Que excelência! Dr. Waldenir de Bragança é mesmo um fiel defensor de nossa pátria amada. Está sempre nos transmitindo/publicando, algo precioso, com a certeza que temos, sim, que preservar a nossa brasilidade. Defende a Língua Portuguesa e as Armas Nacionais com afinco. Admirável em suas expressões civis. Efusivos Aplausos. Abraços do ALBERTO ARAÚJO.  






 

segunda-feira, 12 de abril de 2021

"SHE - CHARLES AZNAVOUR. TRILHA SONORA DO FILME "UM LUGAR CHAMADO NOTTING HILL" COM JULIA ROBERTS, HUGH GRANT, RICHARD MCCABE.

 



A vida de Will Thacker (Hugh Grant), um pacato dono de livraria, muda quando recebe a visita de uma cliente inesperada: a estrela de cinema Anna Scott (Julia Roberts). Agora, Will terá um choque de realidade, pois precisará lidar com pressão de estar se envolvendo romanticamente com uma celebridade mundial. Indicado a 3 Globos de Ouro.

William Thacker é dono de uma livraria em Londres. A monotonia de sua existência é tumultuada romanticamente quando a famosa atriz estadunidense Anna Scott aparece em sua loja. Um encontro fortuito sobre um suco de laranja derramado leva a um beijo que dá início a um caso de amor. Conforme ele e a glamorosa estrela de cinema se aproximam cada vez mais, eles lutam para conciliar seus estilos de vida radicalmente diferentes em nome do amor.

 

SHE - CHARLES AZNAVOUR

 

She may be the face I can't forget

The trace of pleasure or regret

May be my treasure or the price I have to pay

She may be the song that summer sings

Maybe the chill that autumn brings

Maybe a hundred different things

Within the measure of a day

She may be the beauty or the beast

May be the famine or the feast

May turn each day into a Heaven or a Hell

She may be the mirror of my dreams

A smile reflected in a stream

She may not be what she may seem

Inside her shell

She, who always seems so happy in a crowd

Whose eyes can be so private and so proud

No one's allowed to see them when they cry

She may be the love that cannot hope to last

May come to me from shadows in the past

That I remember 'till the day I die

She maybe the reason I survive

The why and wherefore I'm alive

The one I'll care for through the rough in many years

Me, I'll take her laughter her tears

And make them all my souvenirs

And where she goes I've got to be

The meaning of my life is

She, she

Oh, she

Compositores: Charles Aznavour / Herbert Kretzmer














ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS LANÇA SEGUNDO EPISÓDIO DO CICLO DE PODCASTS INTITULADO "MENINOS, EU LI"

 



A Academia Brasileira de Letras prossegue com o ciclo de podcasts "Meninos, eu li". A emissão promove um diálogo entre o público e os acadêmicos sobre as suas mais recentes leituras. O segundo episódio, que será disponibilizado ao público no dia 14 de abril, a partir das 16h, foi gravado pelo Acadêmico Joaquim Falcão. A apresentação do episódio e a coordenação do ciclo é feita pelo Acadêmico Antônio Torres.

Durante a gravação, o Acadêmico Joaquim Falcão nos conta sobre uma obra que considera de grande importância, o livro “A Marcha da Insensatez: de Tróia ao Vietnã”, da autora Barbara Tuchman, publicado pela Editora Jose Olympio e vencedor do Prêmio Pulitzer.

Todos os podcasts gravados ficarão disponíveis no site da Academia, assim como nas plataformas de streaming Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Castbox.



APOIO NA DIVULGAÇÃO







ÚLTIMOS DIAS: CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL RIO EXIBE ATÉ 19 DE ABRIL EXPOSIÇÃO DA ARTISTA CHIHARU SHIOTA

 



 

Público pode visitar a mostra até 19 de abril de forma presencial, mediante agendamento no site Eventim, ou online, por meio de tour 360º no site da instituição.

 

Com curadoria de Tereza de Arruda, Linhas da Vida reúne trabalhos que datam do início da carreira de Chiharu Shiota, em 1994, até instalações inéditas inspiradas no Brasil.

 

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro - CCBB RJ - exibe até 19 de abril a mostra Linhas da Vida, da artista japonesa Chiharu Shiota. O público pode visitar a exposição presencialmente, de quarta a segunda, das 12h às 18h, por meio de agendamento prévio no site Eventim, ou de forma virtual, no tour 360º disponível no site da instituição.

 

O CCBB retoma suas atividades presenciais em consonância com as orientações da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e adaptado às medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento online, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento.

 

Na visita online, o público tem acesso a detalhes de todos os ambientes das galerias do CCBB e das obras, e também a textos, legendas e obras comentadas com audiodescrição em português e inglês.

 

O público pode navegar como se estivesse passeando presencialmente pelo espaço e até ver, por exemplo, a instalação Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, tanto do térreo quanto do segundo andar. O CCBB exibe, ainda, uma palestra com a curadora da mostra, Tereza de Arruda, em seu canal do YouTube.

 

A EXPOSIÇÃO

 

A transitoriedade dos ciclos da vida, a memória e a própria experiência pessoal inspiram a obra da artista proveniente do Japão Chiharu Shiota. Conhecida principalmente por seus trabalhos site specific em grande escala, frequentemente compostos por emaranhados de linhas, Shiota é autora de uma obra multidisciplinar, fazendo uso de suportes diversos: são instalações, performances, fotografias e pinturas. A artista tem sua extensa obra celebrada na mostra retrospectiva Linhas da Vida, exposição com curadoria de Tereza de Arruda e produção da Base7 Projetos Culturais em cartaz até 19 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB - RJ) - com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.

 

A mostra esteve no CCBB São Paulo (13 de novembro de 2019 a 27 de janeiro de 2020) e CCBB Brasília (de 3 a 13 de março e de 22 de setembro a 6 de dezembro de 2020). A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.

 

Nascida em Osaka e radicada há 23 anos em Berlim, Shiota iniciou sua carreira artística em 1994, tomando a pintura como principal suporte. Todavia, logo descobriu que o espaço bidimensional era limitado para seu processo criativo e expandiu para as outras linguagens. Linhas da Vida reúne cerca de 70 obras que datam desde o início de sua produção artística aos dias atuais.

 

"Nesta mostra, Chiharu Shiota convida o público a refletir sobre memória coletiva e traz um respiro em meio à pandemia que o mundo atravessa. São fotografias, vídeos, desenhos, gravuras e objetos selecionados meticulosamente para uma imersão no universo de Shiota que nos fazem pensar em ligações, conexões afetivas ainda que à distância", diz a curadora.

 

Organizada em cinco núcleos, a exposição é um convite de Shiota para que o visitante reflita sobre a vida, seu propósito, conexões e memória. "Quero unir as pessoas no Brasil, não importando sua origem, status social, formação educacional, nacionalidade ou qualquer outro fator divisor. Como humanos, devemos vir juntos e questionar o nosso propósito na vida e por que aqui estamos", afirma a artista.

 

Na mostra, o público poderá conferir grandes instalações inéditas, como o site specific Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, criada em diálogo com a arquitetura clássica do Centro Cultural Banco do Brasil. Suspensa, com 13m de altura e em forma de uma espécie de teia, a instalação é composta por mais de 20 mil folhas de papel em branco e dois mil novelos de lã. É um convite para que o público idealize sua própria história e resguarde sua memória.

 

Em Linha Interna (2019), site specific composto por três grandes vestidos vermelhos, além de cerca de 10 mil fios pendurados verticalmente, totalizando mais de 34 quilômetros de material. A inspiração vem das relações humanas, das memórias, da vida e da morte - temas que aparecem a todo momento na obra de Shiota. A artista evoca uma lenda japonesa que conta que quando uma criança nasce, um fio vermelho é amarrado em seu dedo, representando a extensão de suas veias sanguíneas que correm do coração até o menor dedo de suas mãos. Ao longo da vida, esse fio invisível se entrelaça ao fio de outra pessoa, conectando uma à outra de alguma forma que impactará profundamente seus caminhos.

 

A cor vermelha utilizada na instalação faz referência ao sangue que corre pelos vasos sanguíneos, que gera o fluxo de energia e a conexão entre as pessoas. Para Chiharu, esse fio vem do coração e cria um universo de conexões. "Acredito que todos estamos conectados. Você pode não ver isso com seus olhos, mas se pudesse, enxergaria que os humanos estão todos conectados", ela afirma. A instalação também alude a concepção de uma presença física, de um corpo que acumula memórias, representado por meio de vestidos vermelhos que simbolizam a segunda pele, independente de nacionalidade ou cor, que nos acompanha em nossa vida e torna-se o acúmulo das memórias coletadas diariamente.

 

Os destinos da vida são questões recorrentes no processo de criação de Shiota. Em suas obras, ela tece as linhas de sua vida e convida o público a fazer o mesmo. Essa é a ideia presente em Linha Vermelha (2018), obra que lança luz à produção manual da artista, uma de suas principais características. Em outro momento, dois barcos escuros surgem em meio a emaranhados de cordas pretas como alusão aos caminhos da vida. Trata-se de Dois barcos, um destino (2019), uma metáfora da artista sobre as formas de avançar, viajar, sem necessariamente saber qual é o ponto final, tal qual o percurso da vida. "Os barcos simbolizam os portadores de nossos sonhos e esperanças, levando-nos através de uma jornada de incerteza e admiração", diz a artista.

 

Chiharu divaga sobre a ideia de uma conexão universal de todos os seres. Transforma sua história em uma linguagem artística de caráter singular, sublime e tomada de elementos triviais. É disto que nasce o conjunto de esculturas e edições organizados em Conectada com o universo (2016 - 2019), núcleo onde estão expostas gravuras que têm como ponto de partida um ser conectado ao universo por um fio, espécie de cordão umbilical simbolizando o início da vida antes mesmo do nascimento. Em outras obras, a artista sugere que este mesmo ser se vê imerso ou submerso em um buraco ou invólucro sem perspectiva de saída e, assim, sua conexão com o mundo externo passa a ser realizada por vias imaginárias ou mesmo espirituais.

 

A presença do hermetismo não é ao acaso. Em dado instante de sua trajetória, Shiota tomou uma decisão existencial e parou de pintar - na época, seu principal suporte artístico - porque não sentia que sua vida e sua criação artística estavam limitadas ao universo bidimensional. Sonhou que se via dentro de uma pintura e foi assim que concebeu a icônica performance Transformando-se em pintura (1994).

 

A tinta usada por Shiota nesta performance era tóxica e a artista sentiu imediatamente sua pele queimar e o pigmento só desapareceu de sua pele depois de alguns meses. Passados cerca de 20 anos, a artista voltou a utilizar a tela, porém não como um suporte pictórico convencional, mas sim como suporte de sua assinatura pessoal, sobre a qual aplica a trama de lã originariamente utilizada em suas instalações.

 

A exposição também traz uma imagem da instalação A chave na mão (2015), que esteve na 56ª Bienal de Veneza e na qual Chiharu representou seu país no pavilhão do Japão. A obra foi composta por dois barcos que lembram, segundo a artista, duas mãos receptoras prestes a agarrar ou deixar de lado uma oportunidade, postos em um emaranhado de 180 milchaves.

 

"O montante foi coletado por Shiota em uma campanha internacional, ato que a comoveu porque as pessoas normalmente dão suas próprias chaves somente aos outros em quem confiam. E para a artista, as chaves estão associadas a memórias pessoais que nos acompanham em nossas vidas cotidianas", conta Tereza de Arruda. A lã vermelha usada para montar a trama que emaranha os barcos simboliza os vasos sanguíneos do corpo e conecta a multidão dos doadores anônimos das chaves.

 

Em outro núcleo, Linhas da Vida apresenta trabalhos pautados no Corpo, tema que aparece desde os primórdios na criação de Shiota. São obras em que a artista investiga questões ligadas à identidade, memória, corpo, fragilidade e doenças.

 

"O trabalho de Shiota evolui a partir de uma dinâmica orgânica de fazer e criar. Nota-se aqui, que dentro de uma mesma temática, há uma abrangência de obras distintas, como filmes resultantes de performances intimistas, tendo a artista como única protagonista em um relato pessoal, objetos compostos de roupas, que na perspectiva de Shiota existem como uma segunda pele humana a carregar em si os traços e vestígios da experiência humana e memória aí vivenciada, ou ainda objetos de vidro representando órgãos do corpo humano sãos ou dilacerados. Estes gestos e objetos artísticos referem-se à vida humana de forma geral", finaliza a curadora.

 

No decorrer do período expositivo, o público pode participar de atividades gratuitas no Espaço de Convivência do Programa CCBB Educativo - Arte e Educação conduzidas por educadores do centro de arte e tecnologia JA.CA, mediante agendamento prévio de forma individual ou em grupos com número limitados de participantes, sempre seguindo as medidas de segurança sanitária. O objetivo é proporcionar aos visitantes um diálogo com algumas das características da obra de Shiota e de questões tangentes aos processos de criação, como espaço, memória e identidade.

 

Apoiadora da mostra, a Pingouin Fios cedeu mais de quatro mil novelos de lã, que foram utilizados pela artista na implantação da obra Além da Memória. O material também será usado pelo público nas atividades educativas paralelas à mostra. A exposição ainda conta com apoio da Livelo e da BB DTVM nas itinerâncias por Brasília e Rio de Janeiro.

 

Sobre a artista

 

Nascida em Osaka, em 1972, Chiharu Shiota atualmente vive em Berlim. Sua inspiração muitas vezes brota de uma emoção ou experiência pessoal, que ela então expande para questões humanas universais, como a vida, a morte e as relações entre os indivíduos. A artista redefine os conceitos de memória e consciência, reunindo objetos corriqueiros, como sapatos, chaves, camas, cadeiras e vestidos, e inserindo-os em enormes estruturas feitas de fios. Explora em suas instalações a sensação de uma "presença na ausência", mas também apresenta emoções intangíveis em suas esculturas, em seus desenhos, vídeos de performances, nas telas e fotografias. Em 2008, recebeu o Prêmio de Incentivo aos Novos Artistas, do Ministério de Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão. Seus trabalhos têm sido expostos em mostras individuais em instituições de todo o mundo, como: Museu de Arte Mori, Tóquio (2019); Gropius Bau, Berlim (2019); Galeria de Arte do Sul da Austrália (2018); Parque de Esculturas de Yorkshire, Reino Unido (2018); Usina de Arte, Xangai (2017); K21 KunstsammlungNordrhein-Westfalen, Düsseldorf (2015); Galeria Arthur M. Sackler da SmithsonianInstitution, Washington DC (2014); Museu de Arte de Kochi (2013); Museu Nacional de Arte, Osaka (2008), entre outros. Também participou de várias exposições internacionais, como o Festival Internacional de Arte de Oku-Noto (2017); a Bienal de Sydney (2016); a Trienal de Arte de Echigo-Tsumari (2009) e a Trienal de Yokohama (2001). Em 2015, Shiota foi escolhida para representar o Japão na 56a Bienal de Veneza.

 

Sobre a curadora

 

Tereza de Arruda é mestre em História da Arte, formada pela Universidade Livre de Berlim. Vive desde 1989 entre São Paulo e Berlim. Como resultado de um acompanhamento contínuo da produção de ChiharuShiota nos últimos anos, foi curadora de diversas exposições da artista, entre elas a sua primeira mostra retrospectiva realizada na Alemanha, UndertheSkin, na Kunsthalle Rostock (2017), acompanhada da monografia publicada pela editora HatjeCantz; a mostra coletiva In your Heart/In your City, com a participação de ChiharuShiota, TakafumiHara, TatsumiOrimoto e Yukihiro Taguchi, no KøsMuseumofArt in PublicSpaces, na Dinamarca (2016), assim como a primeira mostra individual de ChiharuShiota na América Latina, realizada no Sesc Pinheiros, em São Paulo (2015). Foi curadora da mostra 50 Anos de Realismo - Do Fotorrealismo à Realidade Virtual, realizada no CCBB São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro (2018/2019), além da mostra Índia - Lado aLado, no CCBB Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (2011/2012). Como curadora independente, colabora internacionalmente com diversas instituições e museus na realização de mostras coletivas ou monográficas, como Ilya e EmiliaKabakov: Two Times, no Kunsthalle Rostock (2018) ou SigmarPolke - The Editions, no Me CollectorsRoom Berlin (2017) e no Museu de Arte Assis Chateaubriand de São Paulo (MASP) (2011). Desde 2016 é curadora associada da Kunsthalle Rostock. Em 2018, tornou-se conselheira do programa de residência da Fundação Reinbeckhallen em Berlim. É curadora convidada e conselheira da Bienal de Havana desde 1997 e co-curadora da Bienal Internacional de Curitiba desde 2009. http://(www.p-arte.com).

 

Serviço:

Linhas da Vida, exposição de ChiharuShiota

Em cartaz: até 19 de abril de 2021

Local: Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB Rio de Janeiro

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro - RJ

Funcionamento: de quarta a segunda (exceto terças), das 12h às 18h, mediante agendamento prévio no site Eventim - www.eventim.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Redes Sociais: Facebook: facebook.com/ccbb.rj | Instagram:@ccbbrj

Entrada gratuita, mediante a retirada de ingressos na bilheteria

Classificação: Livre

 

 

 

a4&holofote comunicação

Ane Tavares - anetavares@a4eholofote.com.br

Laura Jabur - laurajabur@a4eholofote.com.br

Neila Carvalho - neilacarvalho@a4eholofote.com.br

 

Assessoria de Imprensa do CCBB RJ

Bianca Mello - biancamello@bb.com.br

 

Imagens de divulgação: http://flic.kr/s/aHsmSDLiMM

sábado, 10 de abril de 2021

UMA DAS MAIORES RODAS ROTÁRIAS DO MUNDO. ESTÁ LOCALIZADA NE PRAÇA PAUL PERCY HARRIS EM PAULÍNIA, SP, BRASIL, D 4590.



Que coisa linda!!!! Uma das maiores Rodas Rotárias do Mundo. Está localizada ne Praça Paul Percy Harris em Paulínia, SP, Brasil, D 4590. Inaugurada em 1º de maio de 1974. Recebeu este nome em homenagem a Paul Percy Harris, o primeiro Presidente Rotary Club Internacional. Incrustado em seu piso está o símbolo do Rotary Club International, que é o maior do mundo, com 72m de diâmetro.



 

10 DE ABRIL CELEBRAMOS O DIA DO ENGENHEIRO E DO ARQUITETO NO BRASIL

 



 

Para celebramos a especial data, trouxemos às nossas páginas o brilhante engenheiro arquiteto LUIZ CALHEIROS CRUZ, nosso saudoso confrade na Academia Niteroiense de Letras e Cenáculo Fluminense de História e Letras.

Claro, existem inúmeros engenheiros/arquitetos, mas não temos/tivemos afinidade. Portanto, o nosso homenageado será o Calheiros, que por muitos anos se dedicou a essa tão importante profissão. Realizou inúmeros trabalhos e ensinou por muitos anos na UFF, a instituição em noite engalanada o condecorou com o título de PROFESSOR EMÉRITO DA UFF. Vejam que importância o eminente engenheiro teve à renomada instituição fluminense. Portanto, nós do FOCUS PORTAL CULTURAL o homenageamos com todo prazer e honra. O ilustre escritor sempre apoiou o nosso trabalho cultural e a foto usada para a formatação da arte ele a adorava. Por isso, um intelectual de essa categoria não poderá jamais ser esquecido. Como esquecê-lo? Deixou-nos as marcas indeléveis de seu precioso trabalho, no panorama literário e cultural de nossa cidade.

HISTÓRIA

No dia 10 de abril comemora-se no Brasil o dia da engenharia. Essa data foi definida em homenagem ao Tenente Coronel João Carlos de Villagran Cabrita, que morreu em 10 de abril de 1866, quando se encontrava à frente do 1 º Batalhão de Engenharia, na Guerra da Tríplice Aliança, sendo honrado com o título de patrono da engenharia.

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DÍVIDAS DE AMOR - VIDA E MORTE DE UM IMIGRANTE ITALIANO NO BRASIL DO ESCRITOR LUIZ CALHEIROS. LIVRO DA VITRINE DO FOCUS NO MÊS DE NOVEMBRO. 

CLICAR NO LINK: 

http://focusportalcultural.blogspot.com/2014/11/dividas-de-amor-vida-e-morte-de-um.html

 

UM POUCO SOBRE LUIZ CALHEIROS

Nasceu em 22 de março de 1927 na cidade do Rio de Janeiro. Graduou-se em Arquitetura, em 1957, pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro. Exerceu a profissão como autônomo. Em 1973, ingressou no Magistério, na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Obteve, por concurso, os títulos de professor livre-docente e professor titular, tendo sido um dos criadores do Curso de Arquitetura da UFF, no qual exerceu os cargos de coordenador e de diretor pró-tempore. Foi, também, vice-diretor do Centro Tecnológico da UFF e conselheiro do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

Aposentou-se em 1995. Em 2011, pelo Conselho Universitário da UFF, foi eleito professor emérito. Em 1957, recebeu o Prêmio Edson Passos, conferido pelo Clube de Engenharia.

Foi também agraciado com os seguintes diplomas: de Serviços Relevantes Prestados à Nação e do Curso de Habitação Cooperativa e de Interesse Social, conferidos pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia e pela Organização dos Estados Americanos/Ministério do Exterior de Israel, respectivamente. Além de integrar o quadro de acadêmicos titulares da ANL, é filiado à Associação Niteroiense de Escritores e ao Cenáculo Fluminense de História e Letras.

Já publicou sete romances: Dívidas de amor (1995 e 2013 – 2ª edição); Acordo final (1998); Dança das faces (2002); Fazenda Liberdade – a saga de uma família (2008); A marca de uma vingança (2010); Jogo da vida (2012); e O preço do silêncio (2012).

 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

MEMBROS DA DIRETORIA DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - GESTÃO 2021-2022. EM DESTAQUE NEIDE BARROS RÊGO-SEGUNDA SECRETÁRIA.

APRESENTAÇÃO DOS MEMBROS DA DIRETORIA DA 

ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - GESTÃO 2021-2022. 

EM DESTAQUE NEIDE BARROS RÊGO-SEGUNDA SECRETÁRIA.


ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - CASA HORÁCIO PACHECO instituição literocultural fundada em 11 de junho de 1943 realizou em 31 de março de 2021(quarta-feira), às 16 horas em LIVE com Membros de sua Diretoria através da Plataforma Zoom na Internet a Eleição e Posse da atual diretoria gestão 2021-2022. A Diretoria atual está assim nomeada:

Presidente: Edgard Fonseca

Vice-presidente: Paulo Roberto Cecchetti

1ª Secretária: Uyára Schiffer

2ª Secretária: Neide Barros Rêgo

1ª Tesoureira: Leda Mendes Jorge

2º Tesoureiro: Alberto Araújo

Diretor de Patrimônio e Acervo Bibliográfico: Jordão Pablo Pão.




PERFIL BIOGRÁFICO DE NEIDE BARROS RÊGO

 

 

NEIDE BARROS RÊGO, professora, declamadora, poetisa, cantora, esperantista e tradutora. Nasceu em São Tomás de Aquino – MG, em 18 de outubro de 1938.  Veio ao mundo através da fonte do amor de Wanda Paschoa Martini de Barros e do Tenente da Reserva, Francisco das Chagas Barros. No ano de 1951, passou a residir em Niterói. Neide e Nilde, sua irmã gêmea, fizeram o Curso Ginasial: no Colégio Nilo Peçanha (1951 e 1952) e no Liceu Nilo Peçanha (1953 e 1954).

Neide, no auge de sua juventude, a progênie da docência já pulsava em suas veias e com a tônica da sabedoria ingressou no Curso Normal no Instituto de Educação, concluindo o curso, no ano de 1957. Ano glorioso em sua vida, com orgulho exibia o Diploma de professora. No entanto, ainda estudante, em 20 de janeiro de 1955, no dia de São Sebastião iniciou o namoro com o advogado, compositor, poeta e declamador Walmir Ventura Rego, e em 20 de janeiro de 1963, contraiu laços matrimoniais. Com seu parceiro foram casados por 56 anos e 5 meses, a separação veio após o falecimento de seu companheiro, fato ocorrido em 24 de junho de 2019.

Em 1960, foi estudar a Arte de Dizer com a poetisa Maria Sabina, no Curso Olavo Bilac, com sede em Copacabana, tendo sido diplomada em declamação e dicção, após prova pública, que constou de um recital solo de poesias, realizado no Teatro Municipal de Niterói, em 5 de janeiro de 1964. Ainda no Curso Olavo Bilac, estudou Literatura Universal, com aulas quinzenais, durante oito anos, sob a orientação da professora Maria Sabina, formada em Letras, com doutorado na Universidade de Cambridge.

Há 60 anos, no dia 24 de junho de 1961, começou a transmitir os ensinamentos que recebera de Maria Sabina, fundadora do Curso Olavo Bilac, de Arte de Dizer, em 1921. Para homenagear sua mestra deu o nome de Centro Cultural Maria Sabina ao local onde ensina a arte de dizer e realiza eventos culturais.

Cursou Administração Pública, na Fundação Getúlio Vargas; Cerimonial, no Palácio do Catete; Administração, na Faculdade de Ciências Administrativas de Barra Mansa – RJ. Transferiu-se para a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, porém não concluiu o curso.

Fortemente, abastecida de conhecimentos e técnicas administrativas, ingressou, por concurso público, em 1958, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, com sede em Niterói, então capital. Trabalhou na Comissão de Orçamento e Fiscalização Financeira. A partir de 1975, com a fusão dos estados do Rio de Janeiro e Guanabara, a capital passou a ser a cidade do Rio de Janeiro. Após trinta anos de serviço, aposentou-se no cargo de Consultor Técnico da Mesa. 

A partir de 1991, estudou Esperanto tendo por professores Emílio Ferreira, Jair Salles, Aloísio Sartorato e Sylla Chaves. Atualmente, prossegue seus estudos de Esperanto no PROLEM – Projeto de Língua Estrangeira Moderna, na UFF.

Participou de Oficinas Literárias com Neusa Peçanha, Wanderlino Teixeira Leite Neto e Lena Jesus Ponte. Na Academia Fluminense de Letras, com a acadêmica Albertina Fortuna Barros, estudou Dicção. Tendo Malba Tahan como professor, cursou “Arte de ler e de contar histórias”. Cursou, também, Teatro (curso básico), na Escola de Teatro Comédia do Estado da Guanabara; Balé clássico, na Escola Martins Pena, com Lélia do Vale Simões, supervisão de Tatiana Leskova; Balé clássico, moderno e folclórico, no Conservatório de Música de Niterói, com a professora Frieda Alonso; Violão, com Celso Ribeiro; Impostação de voz e dicção, no Conservatório de Música Frédéric Chopin, com a professora Cloris Galvão Menezes; Canto lírico, com Masha Tchecova Kellner; “Curso de Formação de atores em comerciais de televisão”, com Manduca Quadros, no Rio de Janeiro. No Centro Cultural Maria Sabina: Curso de Reiki, com Alex Peixoto da Costa; Laboratório da Memória, com Cantídia Maria Poli; Oratória, com Márcia Medina. A partir de 1998, passou a estudar canto com Therezinha de Maria Carvalho Pinto. 

No município do Rio de Janeiro, em 1984, com as declamadoras Lise Saint-Clair Pimentel, Dora Nascimento Cambeiro e Sônia Maria Ribeiro fundou o Grupo Momento, cujas atividades foram encerradas em 1986.

No ano de 1985, em Niterói, fundou com Marly Prates, Aparecida Barreto, Gracinha Rego e Patrícia Faria Santos, todas diplomadas pelo Curso Olavo Bilac, de Arte de Dizer, o Grupo Nuance. Após dois anos, por motivos particulares Patrícia afastou-se. Com o falecimento de Marly em 2020, o Nuance se desfez.

Em 2004, publicou o seu livro Revelação (poesias). Antologista, em 1994, publicou Água Escondida, que reuniu 234 poetas niteroienses. Em 2007, com Sylla Chaves, organizou as antologias: Brazila Esperanta Parnaso e Poesias Escolhidas do Brazila Esperanta Parnaso (bilingue), ambas com poetas de todo o Brasil. Com Gracinha Rego, organizou Girassóis para Neusa (2003). A partir de recitais, publicou: Poetas Encantados da Niteroiense (2013). No ano do Centenário da Academia Fluminense de Letras, 2017, publicou: Poetas Encantados da Fluminense (um em fevereiro e outro em agosto de 2017).

Neide tem poesias de sua autoria publicadas em mais de 150 antologias, no Brasil e no exterior.

Cantando e declamando, gravou DVDs e CDs. Apresentou-se em Portugal, Áustria, França, Argentina e em mais de vinte cidades brasileiras.

Intérprete e autora premiada em concursos de poesias: no Brasil, Bulgária, Holanda, Rússia e Itália. 

Em 1994, foi nome de prêmio nos XXIV Jogos Florais de Niterói.

Em 2001, a Associação Atlética Banco do Brasil, de Niterói, deu o nome de “Neide Barros Rêgo” ao 2º lugar do Concurso de Poesias, tendo sido premiado, com o soneto “Mãos aveludadas”, o poeta Edmo Rodrigues Lutterbach.

Recebeu, entre outros os Títulos: “Diploma Melhor do Ano – Categoria Declamadora – conferido aos Artistas Fluminenses no ano de 1966, pela Universidade Brasileira de Artes (UBA) – Niterói – RJ – 1967; “Intelectual do Ano 2010”, pelo Grupo Mônaco de Cultura; “Intelectual do Ano 2018”, pela Sociedade de Cultura Latina. Em 2020, recebeu o Diploma de “Kavaliro de Sicilio”, da Itália.

INTEGRA OS QUADROS DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES LITERÁRIAS:

Academia Fluminense de Letras – Classe de Belas-Artes (efetiva), Academia Niteroiense de Letras (Acadêmica Titular), Academia Nacional de Letras e Artes (Efetiva), Academia de Letras de Conselheiro Lafaiete (Emérita), Cenáculo Fluminense de História e Letras (Honorária), Instituto Histórico e Geográfico de Niterói (Honorária), Academia Brasileira de Trova (Honorária), Academia Itaocarense de Letras, (Honorária), Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (Honorária), Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni (Honorária), Academia Itapirense de Letras (Honorária), Academia de Letras Menotti Del Picchia (Honorária), Academia Barbacenense de Letras (correspondente), Academia Cachoeirense de Letras (Correspondente), Academia Ponta-Grossense de Letras (Correspondente), Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências (Correspondente), Ateneu Angrense de Letras e Artes (Correspondente), Academia de Letras Rio – Cidade Maravilhosa (Correspondente), União Brasileira de Trovadores / Seção Niterói, Associação Niteroiense de Escritores, Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro, Grupo Mônaco de Cultura, Universidade Aberta da Terceira Idade, Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, Associação Universal de Esperanto (membro vitalício e delegada especializada em poesia e declamação), Liga Brasileira de Esperanto, Associação dos Esperantistas do Rio de Janeiro, Cooperativa Cultural de Esperantistas e Clube de Esperanto de Niterói.

A solenidade de sua posse na Academia Niteroiense de Letras, Cadeira nº 38, patronímica de Raul de Leoni, presidida pelo acadêmico Jorge Fernando Loretti, foi realizada no auditório da Universidade Cândido Mendes, em 27 de agosto de 2007. Saudou-a com um belo discurso a acadêmica Márcia Maria de Jesus Pessanha.



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terça-feira, 6 de abril de 2021

AVE VERUM CORPUS DE MOZART INTERPRETADA POR JORG FAERBEG

 



 "AVE VERUM CORPUS" DE MOZART INTERPRETADA POR JORG FAERBEG. 

CLICAR NO LINK: https://www.youtube.com/watch?v=u-u4AjBkplA


É um motete que foi composto por Wolfgang Amadeus Mozart alguns meses antes da sua morte em 1791. Esta peça para um coro de quatro vozes mistas e uma orquestração simples foi composta para ser tocada e cantada na Festa do Corpo de Deus, a 19 de Junho desse ano. Foi dedicada a Anton Stoll, amigo e diretor do Coro de Banden.

HISTÓRIA

Ave verum corpus (Salve, corpo verdadeiro), (K. 618), é um moteto em Ré maior composto por Wolfgang Amadeus Mozart em 1791. É um cenário do hino latino Ave verum corpus. Mozart o escreveu para Anton Stoll, um amigo que era músico da igreja de St. Stephan em Baden bei Wien. O moteto foi composto para a festa de Corpus Christi; o autógrafo é datado de 17 de junho de 1791. É pontuado para coro SATB, instrumentos de cordas e órgão.

A música teve por base um texto originalmente, composto por um autor anônimo do século XIV ( Provavelmente os Papas Inocêncio III , Inocêncio IV e Inocêncio VI )Trata-se de um hino curto, constituído por poucos versos, que já foi utilizado pelos mais diversos compositores musicais, sendo a versão de Mozart a mais conhecida e, por ventura, uma das peças corais mais marcantes e tocantes.

Mozart compôs o moteto em 1791 enquanto escrevia sua ópera Die Zauberflöte.  Ele o escreveu enquanto visitava sua esposa Constanze, que estava grávida de seu sexto filho e estava hospedada no spa Baden bei Wien.  Mozart definiu o hino eucarístico do século XIV em latim "Ave verum corpus". Ele escreveu o moteto para Anton Stoll, um amigo seu e de Joseph Haydn.  Stoll era o diretor musical da paróquia St. Stephan, Baden.  O cenário foi composto para celebrar a festa de Corpus Christi; o autógrafo é datado de 17 de junho de 1791. (A Festa de Corpus Christi cai na quinta-feira seguinte ao Domingo da Trindade e em 1791 foi observada em 23 de junho.) A composição tem apenas 46 compassos e é pontuada para coro SATB, instrumentos de corda , e órgão. O manuscrito de Mozart contém direções mínimas, com apenas uma única marcação sotto voce no início.

O moteto foi composto menos de seis meses antes da morte de Mozart. Ele prenuncia "aspectos do Requiem, como gesto declamatório, texturas e integração de elementos estilísticos voltados para a frente e para trás".  Enquanto o Requiem é uma composição dramática, o moteto expressa o pensamento eucarístico com meios simples, adequados para o coro da igreja em uma pequena cidade.

 



Franz Liszt fez transcrições do moteto de Mozart para piano solo [Searle 461a] e órgão [Searle 674d], e também citou Mozart em sua peça fantasie Evocation à la Chapelle Sixtine [Searle 461], em versões para piano, órgão, orquestra e dueto de piano.  Pyotr Ilyich Tchaikovsky incorpora uma orquestração da transcrição de Liszt em sua quarta suíte orquestral, Mozartiana, op. 61, uma homenagem à música de Mozart.



 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

OVER THE RAINBOW É A TRILHA SONORA DO FILME O MÁGICO DE OZ

 

 "OVER THE RAINBOW" É uma balada composta por Harold Arlen com letra de Yip Harburg tendo sido escrita para o filme The Wizard of Oz, sendo cantada pela atriz Judy Garland em seu papel de Dorothy Gale. A música ganhou o Oscar de melhor canção original e se tornando uma das canções mais famosas do cinema americano.

A música se tornou um marco da cultura pop americana sendo regravado por vários artistas e ganhando um grande número de covers desde a sua época de lançamento, seu impacto também foi reconhecido pelo American Film Institute indo parar na lista das melhores canções presente em filmes de todos os tempos.

O compositor Harold Arlen e o letrista Yip Harburg frequentemente trabalharam juntos, Harburg geralmente sugerindo uma ideia ou título para Arlen musicar, antes de Harburg contribuir com as letras. Depois do fim das filmagens de The Wizard of Oz, Harburg afirmou que sua inspiração foi "uma balada para uma garotinha que estava em apuros e queria fugir de Kansas, lugar incolor. Ela nunca tinha visto nada colorido na vida, exceto o arco-íris ". Arlen decidiu que a ideia precisava de "uma melodia com uma linha longa e ampla".



No momento em que todas as outras canções do filme foram escritas, no entanto, Arlen estava sentindo a pressão de não ter a canção necessária para a cena do Kansas. Arlen costumava carregar pedaços de manuscritos musicais em branco nos bolsos para anotar pequenas ideias melódicas. Arlen descreveu como a inspiração para a melodia de "Over the Rainbow" veio a ele repentinamente enquanto sua esposa Anya dirigia:

"Eu disse à Sra. Arlen 'vamos ao Grauman's Chinese você dirige o carro, não me sinto muito bem agora.' Eu não estava pensando em trabalhar. Não estava pensando conscientemente em trabalho, só queria relaxar. E enquanto passávamos pela Drogaria Schwab's na Sunset, eu disse: 'Encoste, por favor'. e paramos e eu realmente não sei por que eu peguei meu pequeno pedaço de manuscrito e coloquei o que você conhece agora como 'Over The Rainbow' ”.

A música foi originalmente cantada em Lá bemol maior. Arlen mais tarde escreveu a seção contrastante da ponte baseada na ideia de um 'exercício de piano para uma criança'.







PROGRAMA CONEXÃO SEM FRONTEIRAS COM A JORNALISTA DYANDREIA PORTUGAL ENTREVISTA MARIA CÉLIA LEITE ESCRITORA, CEARÁ/BRASIL.






PROGRAMA CONEXÃO SEM FRONTEIRAS 

COM A JORNALISTA DYANDREIA PORTUGAL ENTREVISTA MARIA CÉLIA LEITE ESCRITORA, CEARÁ/BRASIL.













 





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