terça-feira, 4 de agosto de 2026

O BANCO NA PRAÇA, O TEMPO E A SÉTIMA ARTE CRÔNICA DE UMA SAUDADE FELIZ EM NITERÓI - A WILMA MARTINS TEIXEIRA COUTINHO E SÁVIO SOARES DE SOUSA (IN MEMORIAM) © ALBERTO ARAÚJO

A tela do celular, computador acende numa claridade súbita, dessas que o algoritmo engendra com sua implacável mania de arbitrar o tempo. É o Facebook, com a sua cirurgia estética da memória, trazendo à tona uma daquelas fotografias que parecem desafiar a própria efemeridade dos dias. Ali estão eles, sentados placidamente no banco verde da Praça de Icaraí, tendo como testemunhas mudas as palmeiras imperiais, o vai-e-vem da gente niteroiense e o salitre brando da baía. Na imagem, que respira uma calmaria solar, a companheira Wilma Martins Teixeira sorri com a leveza de quem carrega a juventude na alma, exibindo o livro Ressurreição do Soneto. Ao lado dela, compondo um quadro de rara simbiose intelectual e humana, está o meu saudoso mestre, Sávio Soares de Sousa Procurador de justiça, advogado, jornalista, poeta de ofício, prosador de escol, guardião altivo da palavra e, acima de tudo, um inesgotável oráculo da sétima arte. 

Contemplar essa lembrança digital não provoca em mim a picada lancinante da dor absoluta, mas sim um sortilégio agridoce: uma saudade feliz. É feliz porque Sávio, embora tenha partido para o invisível e definitivo palco em 25 de maio de 2022, aos 97 anos deixou sua marca cravada a ferro e fogo na arquitetura do meu pensamento. E é imensamente feliz porque Wilma continua aqui, altaneira e luminosa, escrevendo suas poesias, caminhando firme pelos seus noventa e nove anos recém-completados no último dia 31 de maio de 2026. Quase um século de pulsação, de lucidez e de um humor refinado que desafia os calendários, abrigando em seu olhar a sabedoria dos que viram o mundo mudar sem perder a capacidade de se encantar com o essencial. 

A Praça de Icaraí, pano de fundo deste meu registro inesquecível, evoca o clima festivo do projeto dos Escritores ao Ar Livre, evento que sacudiu a cultura de Niterói ao ocupar os espaços públicos com o sopro democrático dos livros. Estar ali ao lado de Sávio e Wilma era habitar o centro exato do mundo. Sávio tinha essa rara propriedade: onde quer que estivesse, criava um fuso horário próprio, feito de silêncios respeitosos, tiradas espirituosas e uma erudição que nunca pesava nos ombros, antes parecendo um manto diáfano e acolhedor. 

Foi com Sávio Soares de Sousa que aprendi a olhar para uma tela de cinema não como um mero passatempo de fim de semana, mas como um templo de epifanias. Antes dele, eu assistia a filmes; depois dele, passei a habitá-los. Sávio falava de John Ford, de Ingmar Bergman, de Federico Fellini, de François Truffaut e dos clássicos da era de ouro de Hollywood com a mesma devoção com que um teólogo comenta os textos sagrados. Ele destrinchava os planos-sequência, o silêncio expressivo de um close, a melancolia de um contrassutil e a poesia escondida na montagem como quem revela segredos de um universo paralelo.

Lembro-me das manhãs-tardes em que nos perdíamos em infindáveis diálogos sobre a estética do olhar. Sávio não ensinava apenas a técnica ou a história do cinema; ele moldava uma sensibilidade. Ensinou-me a decodificar as sombras, a escutar a respiração dos atores na penumbra da sala escura e a compreender que a vida, afinal, é uma imensa película em permanente projeção. Por causa dele, tornei-me cinéfilo de carteirinha e de coração. Cada vez que apagam as luzes de uma sala de cinema e o feixe de luz corta a poeira em suspensão até bater na tela branca, sinto a presença tutelar de Sávio sentado na poltrona ao lado, pronto para sussurrar um comentário definitivo e genial. O cinema é a arte de esculpir o tempo com luz e sombra; Sávio esculpia a amizade com a mesma paciência de um deus, fazendo do verbo e da película a pátria definitiva dos poetas.

E há Wilma, nessa equação perfeita entre o passado que reverenciamos e o presente que celebramos com fervor. Chegar aos 99 anos com a vivacidade que ela ostenta é um manifesto poético contra a tirania do tempo. Wilma é a própria encarnação da resistência afetuosa. Na foto na Praça de Icaraí, segurando o exemplar de “Ressurreição do Soneto” obra que sintetiza a maestria lírica de Sávio, ela abençoa o instante, fixando-o na eternidade. O livro em suas mãos não é apenas papel e tinta; é o símbolo de uma aliança indissolúvel entre a literatura, a amizade e a cidade de Niterói, que abriga em suas esquinas tantas histórias não ditas.

Pensar em Sávio, ausente desde maio de 2022, e em Wilma, celebrando sua 99ª primavera em maio de 2026, é perceber que o tempo cronológico é apenas uma convenção burocrática dos relógios. Na dimensão da arte e da memória afetiva, todos coexistem no mesmo plano eterno. Sávio continua vivo nas páginas de seus sonetos, na cinefilia que plantou no peito dos discípulos e na saudade que nos reconcilia com o belo. Wilma continua viva no passo firme, no sorriso cúmplice e na coragem de quem atravessou um século colecionando instantes de rara beleza.

Quando o Facebook joga na nossa cara essa lembrança digital, ele não faz mais do que nos lembrar de quem realmente somos: seres feitos de tempo, mas habitados pelo eterno. Naquele banco de praça, sob o sol generoso de Icaraí, a poesia e o cinema deram as mãos. E enquanto eu olhar para essa fotografia, saberei que o mestre Sávio continua a acender as luzes da sala escura, e a querida Wilma continua a segurar, com firmeza e graça, o livro da nossa própria história. 

Niterói, 04 agosto de 2026

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 






 

O SOTAQUE DO CORAÇÃO: UM BRINDE À ALMA LUSA EM NITERÓI - CRÔNICA DE ALBERTO ARAÚJO

Cinco destinos, um só coração: a irmandade fraterna entre Shirley, Sara, Domingos, Maria Helena e Maria Panait

Crônica de © Alberto Araújo 

Há uma geografia misteriosa que não se desenha em mapas de papel, mas na cartografia sutil da alma. É uma fronteira invisível que une as águas do Tejo às praias de Icaraí, um sotaque profundo que silencia as vogais do Rio de Janeiro para sussurrar as consoantes de Lisboa ou do Porto. Falar sobre os amigos que carregam o coração português é, acima de tudo, um exercício de intelectualidade e cultura. Não se trata apenas da genealogia inscrita nos sobrenomes, mas de um legado imaterial: a herança da palavra, da poesia e de uma certa melancolia contemplativa que chamam de 'saudade'. Ser português de alma é carregar consigo uma biblioteca invisível de Camões, Pessoa e Saramago, e um cancioneiro que oscila entre o fado visceral e as marchas populares. É compreender que a cultura não é algo que se consome, mas algo que se é. 

A intelectualidade lusa é forjada no granito da história e na fluidez do oceano. É uma sabedoria que sabe que o tempo é um mar que se navega, e que cada onda traz consigo uma história. Esses amigos, quando se reúnem, não partilham apenas conversas; eles partilham uma cosmovisão onde a memória é sagrada. Eles sabem que Portugal é muito mais do que um destino turístico; é um estado de espírito, um santuário de amor e de poesia. Para eles, cada lugar daquelas terras é um verso num poema infinito: desde os socalcos do Douro, onde a "viticultura heroica", técnica ancestral que esculpiu a montanha e transformou encostas íngremes em patrimônio mundial da humanidade pela UNESCO, reluz como um monumento à paciência e ao suor humano; até às falésias do Algarve, que se erguem como sentinelas de um oceano sem fim. 

Perdem-se, em pensamento, nas ruelas de Alfama, o bairro que é a própria costela de Lisboa, onde vielas estreitas e labirínticas convidam a caminhadas sem rumo. Ali, o tempo parece suspenso entre as fachadas cobertas de azulejos que brilham como diamantes sob o sol e as roupas que, estendidas ao vento, são como bandeiras de uma intimidade que não se esconde. É um lugar onde, ao dobrar da esquina, o som dolente de um Fado se encontra com o aroma tentador das sardinhas assadas. E como não evocar a imponência da Torre de Belém, sentinela das partidas, ou a altivez do Castelo de São Jorge, fortificação medieval que vigia o centro histórico do alto da sua colina, como um rei observando o seu reino de luz? Para este grupo, Portugal não é apenas um ponto no globo; é um altar dedicado à beleza e à resiliência do espírito humano. Eles adoram aquelas terras com o fogo de um primeiro amor e a lealdade inabalável de um casamento sagrado. 

Numa dessas noites de partilha cultural e intelectual, o tempo parecia ter parado. O cenário era o Rotary de Niterói, um espaço que, por momentos, se transformou numa embaixada da essência portuguesa. Estávamos imersos num ambiente de celebração e de serviço comunitário, um valor tão intrínseco à cultura do associativismo tanto no Brasil quanto em Portugal. Foi ali, naquele instante de união, que registrei uma imagem que agora se torna o relicário desta crônica.

Eu, Alberto Araújo, tive a honra de segurar a câmera e "clicar". A fotografia que ilustra a crônica não mentia: ela capturou o que a palavra muitas vezes falha em expressar. Ali, em pé, sorrindo com a elegância de quem sabe viver, estavam cinco almas que vibram na mesma frequência lusa. 

Na ponta esquerda, Shirley, vestindo o negro da sofisticação com um xale trabalhado que evocava a herança do fado, exibia um sorriso que era puro charme. Ao seu lado, Sara de Lourdes Cabral, com seu vestido floral vibrante em tons de terracota e um xale de franjas brancas abraçando os ombros, trazia a cor e a vivacidade das feiras portuguesas, a beleza das papoulas nos campos de trigo.

 

No centro, Domingos Rodrigues, o cavalheiro de terno azul-marinho impecável e camisa branca aberta, personificava a sobriedade e a alegria do patriarca luso. Seu sorriso era o reflexo de quem conhece o valor de uma boa colheita e de uma conversa sincera à mesa. Ao seu lado, o contraste elegante: Maria Helena, de calça amarelo vibrante e blusa cor bordeaux profundo, com um sorriso suave que trazia a luz do sol de Sintra. E na ponta direita, Maria Panait, com seu vestido preto clássico e uma silhueta de distinção, completava o quinteto com a serenidade de quem sabe que as amizades verdadeiras são como o vinho do Porto: ficam melhores com o tempo. 

Atrás deles, um letreiro do Rotary que dizia "Unidos para Fazer o Bem" era mais do que um fundo; era uma confirmação. A essência portuguesa é isso: a união, a solidariedade, a mesa farta para compartilhar e o ombro amigo para consolar. Naquela foto, o tempo não parou apenas no momento do clique, mas na perpetuação de um legado. O "Diário" mencionado na tela ao fundo poderia muito bem ser o diário de bordo dessa jornada transatlântica que os une.

Quando esses amigos falam de Portugal, não descrevem paisagens; eles cantam hinos. Eles sentem o cheiro da sardinha assando no verão de Lisboa, o aroma dos pastéis de Belém recém-saídos do forno, o perfume da terra molhada no Minho. Eles vivem num santuário poético onde cada saudade é uma oração e cada brinde com vinho é um batismo de amor. 

SHIRLEY: O PORTO DO CORAÇÃO ENTRE O SERGIPE E A BAÍA 

Há quem traga no sangue o desenho de um mapa impossível, onde as areias do Nordeste se agarram, em segredo, às margens de granito do Douro. Shirley é o desdobrar dessa cartografia. Nascida sob o sol fecundo de Sergipe, ela carrega no olhar a imensidão do horizonte brasileiro, mas é no compasso do seu caminhar pelas ruas de Niterói que se revela a sua verdadeira natureza: ela é uma caravela em perpétuo movimento, ancorada no presente, mas permanentemente voltada para as brumas e o fado da sua terra de origem. 

Vestida na elegância atemporal do negro que é a própria sofisticação da beleza, Shirley carrega sobre os ombros um xale trabalhado que parece ter sido tecido com os fios da própria saudade. Aquele xale não é mero adorno; é um elo sagrado. Ao usá-lo, ela invoca a herança ancestral de seu avô, Leopoldino Ferreira dos Santos, que trouxe do Porto a força granítica daquela terra e que se enlaçou com  Paulina Pessoa o eco distante e genial de Fernando Pessoa. Em cada gesto de Shirley, há o rastro dessa linhagem: a introspecção de quem pensa o mundo e a sensibilidade de quem descobre poesia onde outros olhos apenas veem o cotidiano. Quando fala do Porto, a sua voz ganha uma modulação distinta, um timbre mais cálido, como o sussurro de quem regressa ao cais após uma longa travessia. Ela não visita o Porto apenas no mapa; ela reconhece-o nas esquinas da própria alma. É comovente observar a sua reação diante de qualquer essência portuguesa, seja num verso, num acorde de guitarra ou no sabor de uma memória, pois ela sente, nas correntes das suas veias, que parte de si nunca deixou as margens do Douro. Shirley é esta ponte viva. É o sol de Sergipe que, em um abraço transatlântico, aquece a bruma de Portugal. É a brasileira que, ao adotar Niterói como seu porto seguro, não abandonou a sua essência lusa, mas expandiu-a, tornando-a maior, mais universal. Ela é a prova de que a ancestralidade não é um passado que ficou para trás, mas um presente que floresce em cada um dos seus sorrisos, o encanto mais puro que o meu coração já conheceu. Em Shirley, o Porto e o Brasil dão-se as mãos e, nesta harmonia perfeita, ela é, enfim, o poema que ao meio desse carinho e meiguice a minha alma decidiu segurar. É a essência que meu coração sempre apeteceu, é onde o meu amor resolveu ficar. 

SARA DE LOURDES CABRAL: A TRAVESSIA DAS SERRAS E DOS AFETOS 

Existem pessoas que trazem em si a vastidão de um mundo inteiro, como se fossem a convergência de várias estradas que se encontram num único ponto de luz. Sara de Lourdes Cabral é essa presença solar, uma mulher cuja essência é tecida com as fibras do tempo e a vivacidade de quem compreende que a identidade não é um destino, mas uma construção de amores. Ao vermos, com o seu vestido floral vibrante em tons de terracota e o xale de franjas brancas que abraça os seus ombros como uma carícia, temos a impressão de olhar para a própria alma das feiras portuguesas: ela traz consigo a cor, o bálsamo das papoulas nos campos de trigo e a alegria incontida da terra que celebra a vida. 

Embora carregue nas suas veias o legado cosmopolita de uma ascendência francesa, espanhola e judaica, uma herança que lhe confere a profundidade de quem conhece a história do mundo, Sara é, na sua essência mais íntima, uma serrana. A sua ancestralidade na Beira Alta, na Guarda, moldou-lhe o caráter com a firmeza e a elevação da montanha. É ali, entre o granito das serras e a doçura do Nordeste, que ela se encontra. Ela define-se com a segurança de quem conhece o próprio peito: é portuguesa com a certeza absoluta do coração, uma alma que, mesmo nos seus recantos mais recônditos, vibra no compasso lusitano.

A vida de Sara é, antes de tudo, uma história de semeadura. Ao lado de Domingos Rodrigues, seu companheiro de jornada, ela construiu o seu maior patrimônio: uma família que é o espelho da sua dedicação. Alexandre Cabral Rodrigues e Ana Cristina Cabral Rodrigues são os ramos dessa árvore robusta, e a alegria do seu dia-a-dia reflete-se nos olhos dos seus netos, Giovanna, Isabella e Pedro, que são as novas flores desse jardim de afetos. 

Sara é a prova de que ser português é um exercício de liberdade. É acolher o mundo todo dentro de si e, ainda assim, encontrar no fado, na serra e na memória um lugar que chamamos de casa. Em cada gesto, no brilho do seu sorriso e na forma como abraça a sua história, ela nos lembra de que, independentemente de onde viemos, o coração encontra sempre o seu porto, a sua Guarda, o seu santuário de amor. Sara é, afinal, a própria tradução da esperança: uma mulher feita de muitas origens, mas guiada por uma única e inabalável certeza: a de que o amor é a nossa verdadeira pátria. 

DOMINGOS RODRIGUES: O PATRIARCA ENTRE A HISTÓRIA E O HORIZONTE 

No centro da nossa confraria, Domingos Rodrigues esposo de Sara Cabral não é apenas uma presença; ele é o eixo, a coluna que sustenta com elegância a sobriedade e a alegria contagiante de um autêntico patriarca luso. Ao vermos na foto, com o seu terno azul-marinho impecável e a camisa branca aberta, somos transportados para a dignidade dos cavalheiros de outros tempos, homens que compreendem, como poucos, que a vida é um brinde que se partilha. O seu sorriso é a narrativa silenciosa de quem conhece profundamente o valor de uma boa colheita e o peso sagrado de uma conversa sincera à mesa, onde o vinho é apenas o pretexto para o encontro de almas. 

Domingos é filho de Bracara Augusta. Mais do que um lugar, ele traz no sangue a ressonância de São Mamede d'Este, no coração pulsante do Norte de Portugal. Aquela terra, hoje integrada à União das Freguesias de Este, situada a apenas seis quilômetros a leste de Braga, não é apenas um endereço no mapa; é o seu solo sagrado. Domingos carrega consigo a herança milenar de uma região cujas raízes mergulham em vestígios romanos e na bravura ancestral dos brácaros. Existe nele essa mistura fascinante que o Minho sabe esculpir: a profundidade telúrica da ruralidade histórica e a consciência de quem navega na proximidade urbana com a naturalidade de quem sempre soube de onde vem. 

Ser bracarense, para o Domingos, é mais do que carregar um gentílico; é possuir uma bússola interna que aponta sempre para o granito da tradição e para a luz clara do Minho. Ele personifica a persistência de um povo que, ao longo dos séculos, viu impérios erguerem-se e o tempo transformar tudo ao redor, mantendo, contudo, a essência inalterada. Quando Domingos se senta entre amigos, ele traz consigo esse ar das montanhas do Norte e a serenidade das águas que banham Braga. Ele é o elo vivo entre a Bracara Augusta dos antepassados e o presente que celebramos, mostrando-nos que, para um verdadeiro patriarca, o coração é uma casa que nunca fecha as portas, onde a história de um povo é contada através da gentileza de um aperto de mão e da sabedoria contida em cada palavra proferida. 

MARIA HELENA PEREIRA: O SOL DE SINTRA E A ESTIRPE DE COURA 

Ao lado dos amigos, Maria Helena é uma presença que irradia harmonia, um encontro elegante que ilumina o ambiente. Com a sua calça de um amarelo vibrante, que parece capturar os raios mais dourados do sol de Sintra, e a blusa em tom bordeaux profundo, ela personifica a vivacidade de quem conhece o seu próprio valor. O seu sorriso suave é um convite ao acolhimento, carregando consigo a luminosidade de uma terra onde o tempo parece dançar entre os palácios e a névoa poética da serra.

As suas raízes são profundas e ancoradas no granito resiliente da Beira Alta. Maria Helena orgulha-se de pertencer à Aldeia de Coura, no concelho de Castro Daire, distrito de Viseu. É naquele chão sagrado que a sua história se escreve, o berço onde floresceram as linhagens que moldaram quem ela é hoje: a família Almeida Duarte, pelo lado materno, e a família Rodrigues Pereira, pelo lado paterno. Para ela, o nome das suas origens não é apenas um lugar, é um selo de honra que ostenta com a nobreza de quem preserva a memória dos seus com todo o zelo. 

Ela fala dos seus antepassados com uma reverência que aquece o coração, guardando com carinho a figura dos seus avós, Maria e Daniel de Almeida Duarte, e o legado dos Rodrigues Pereira. É, contudo, na figura da sua avó, Maria de Jesus Rodrigues, que Maria Helena encontra a medida da verdadeira força. Aquela mulher, pilar de uma estirpe que não se verga, criou três filhos e uma filha com a coragem dos gigantes, enfrentando as intempéries da vida com uma dignidade inabalável. Maria Helena é o resultado desse amor incondicional que atravessou oceanos. Ela carrega consigo a altivez de quem compreende que a verdadeira herança não reside no que é ausente, mas na força construída pelos que ficaram e cuidaram do que era importante. Ela é o testemunho da superação, da beleza que brota da terra de Coura e da luz que ela própria traz ao mundo. Caminhando com elegância, Maria Helena é o sorriso que celebra a vida, a voz que canta a Beira Alta com imenso orgulho e a alma serena que nos mostra que, mais do que qualquer linhagem, o que nos define é a nossa capacidade de florescer, plenas e radiantes, sob o sol da nossa própria história. 

MARIA PANAIT: A MELODIA ANCESTRAL ENTRE O TEJO E O DOURO

Na ponta direita do nosso quinteto, Maria Panait apresenta-se com a postura de quem domina a arte da elegância silenciosa. Em seu vestido preto clássico e na silhueta de uma distinção inabalável, ela encarna a serenidade absoluta: aquela sabedoria rara de quem compreende que as amizades verdadeiras, tal como o vinho do Porto, não apenas resistem ao tempo, mas nele se refinam, ganhando corpo, alma e um buquê inesquecível. 

O seu mapa interior é uma tapeçaria de essências e legados profundos. Maria carrega consigo a altivez do Alto Douro Vinhateiro, a terra onde o sol desenha socalcos sobre a montanha. As suas raízes mergulham fundo em São Martinho de Mouros, aquela antiga e histórica vila do concelho de Resende, em Viseu, onde a memória se faz pedra e tempo. É emocionante o seu relato, que nos faz visualizar a casa humilde de seus antepassados, ali na curva do Rio Bestança, ainda de pé, teimosa contra a erosão dos anos, protegendo a lembrança da casa onde nasceu seu pai. Para Maria, pisar o solo do Alto Douro não é apenas uma visita; é um retorno ritualístico, um encontro visceral com a origem que lhe corre no sangue. 

No entanto, a sua geografia expande-se até Almada, no Distrito de Setúbal, onde mantém o seu refúgio com vista privilegiada para o Tejo. Lá, do outro lado do rio, frente a Lisboa e sob o olhar protetor do Cristo Rei, ela equilibra o seu espírito: entre a ancestralidade nortenha e a proximidade cosmopolita da capita 

Mas há, no cerne do ser de Maria, um segredo de história e identidade que lhe confere um brilho exótico e profundo: a sua etnia, que ecoa o tempo dos mouros, de árabes e cristãos-novos, uma herança originalmente islâmica que se fundiu na matriz portuguesa. É essa miscigenação, esse encontro de mundos e fés, que confere a Maria Panait essa aura inconfundível. Ela é a prova viva de que Portugal é um país de sínteses, um lugar onde a história árabe, a pedra da serra e a brisa do Tejo se encontram para formar uma única identidade. Maria Panait não apenas recorda o passado; ela transita por ele, honrando o tataravô e a casa de pedra com cada passo que dá, sendo, ela própria, um monumento de distinção e afeto que, tal como as boas colheitas, só faz crescer em valor e beleza.

A essência portuguesa que reside neles é uma intelectualidade viva, que valoriza a herança do pensamento, e uma cultura vibrante, que se expressa no sorriso, no abraço e na alegria de estar junto. Eles são a prova de que Portugal não é apenas um país na Europa, mas um país que mora em cada coração que se deixa conquistar pela sua poesia, pela sua história e pela alma de sua gente. E naquela noite no Rotary de Niterói, clicados por mim, eles eram, todos eles, a mais pura expressão de Portugal no Brasil. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


Shirley, Sara, Maria Helena, 
Domingos, Maria Panait


Sara Cabral disse: Eu tenho tanto pra vos contar📜📃📄📑🗞️📖/ mas com palavras não sei dizer/ como é grande o meu 💘 amor💛💚️ e gratidão por Vcs! ...e não há nada que valha mais a pena, que ter em cada canto 🌎🌍🌏amigos  com Vós  e porisso eu canto , com a alma 💖 🎶🎵🎶na voz! Bem ajam Shirley e Menino Iluminado Alberto Araújo por tanto amor 💘 e por adentrar os corações destes Emigrantes 🇵🇹🇧🇷 , hoje " ficantes"😅😂🤣😍🥰🤗🫣🫠na Pátria Amada e Idolatrada o meu, o seu o nosso Brasil brasileiro  🌎 Terra de samba e pandeiro e muitas coisas mais 🪇🥁🪘, neste País Continente Terra de toda a gente!🔱♻️⚜️! Ao ler e reler o seu texto as lágrimas brotaram no meu olhar  e como é bom chorar de emoção e saber que ainda aqui dentro pulsa um pequeno grande coração ...verde, amarelo , azul  e de todos os tons do planetinha azul! A tua crônica embarcou 🛟⚓🪝para solo Luzitano nos quatro cantos do 🌎 🌍🌏pq a modéstia não é meu melhor predicado( como é público e notório) e o que enobrece deve ser compartilhado  neste mundo planeta tão mal amado!🍃🍁🍂🇵🇹🇧🇷🇵🇹🇧🇷🇵🇹🇧🇷🇵🇹🇧🇷🇵🇹🇧🇷🇵🇹

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Companheira Sara. Que bom você ter gostado da minha crônica.  Demorou, mas a homenagem saiu do jeito que eu queria. Foram muitos meses pensando e revendo a história, pesquisando a trajetória de todos vocês para trazer esse lírico texto. Foi fascinante viajar pela a ancestralidade e cultura. Obrigado pelo carinho. Felicidades a vocês. Abraços do Alberto Araújo.

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Maria Panait disse: Alberto, meu amigo, esse texto irei guardar eternamente no meu coração! Estou emocionada! E impressionada com a sua capacidade de transformar palavras em vidas e poesia!  Vou enviar para os meus parentes e amigos portugueses e também os brasileiros.  Lendo o seu texto, imediatamente a minha alma atravessou o oceano e voei  para o aconchego do mais lindo jardim à Beira-mar plantado. Gratidão 💕 E parabéns, querido poeta.

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Rs...rs... Bom dia amiga Maria Panait. Fico feliz por você ter gostado da minha crônica.  Foi fascinante viajar pela a ancestralidade e cultura de todos vocês. Pesquisando e revendo toda a história de vocês. Obrigado pelo carinho. Felicidades a vocês. Abraços do Alberto Araújo.



segunda-feira, 3 de agosto de 2026

ROTARY INTERNATIONAL ANUNCIA NOVO PRESIDENTE PARA 2028-2029

O Rotary International já definiu quem estará à frente da organização mundial na gestão 2028-2029: o médico indiano Dr. Bharat Pandya, associado ao Rotary Club de Borivli, Mumbai. Sua trajetória une excelência profissional e dedicação ao serviço humanitário, valores que refletem o espírito rotário. 

Formado pela renomada Seth GS Medical College, Dr. Pandya atua há mais de três décadas como cirurgião-geral e laparoscópico. Além da prática clínica, contribuiu para iniciativas educacionais, integrando o Conselho do Jan Shikshan Sansthan, apoiado pelo Governo da Índia. 

Com ampla experiência em cargos de destaque, já foi:

Ex-Diretor do Rotary International (2019-21)

Tesoureiro do RI (2020-21)

Curador da Fundação Rotária (2022-26) 

Durante seu mandato como Governador do Distrito 3140 (2006-07), conquistou um feito histórico: posicionar o distrito em 1º lugar mundial em contribuições para a Fundação Rotária, ultrapassando a marca de US$ 2 milhões. Também atuou como Líder de Treinamento, Coordenador Regional e membro da Comissão Nacional Pólio Plus da Índia. 

Ao lado de sua esposa Madhavi, é Grande Doador Nível III. Entre suas honrarias, destaca-se o prêmio “Dar de Si Antes de Pensar em Si”, a mais alta distinção concedida pelo Rotary International.

Conexão com o Brasil. Dr. Pandya já esteve em nosso país, participando do 45º Instituto Rotary do Brasil, realizado em São Paulo em 2022, fortalecendo os laços entre o Rotary indiano e brasileiro. 

© Alberto Araújo

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SEMANA DE ACOLHIMENTO DIREITO 26.2 – UNIGRANRIO

Prepare-se para um evento imperdível de altíssimo nível acadêmico e prático! Na quarta-feira, 06 de agosto, a Faculdade UNIGRANRIO promove a abertura de seu semestre com a Semana de Acolhimento do curso de Direito, contando com a presença ilustre da renomada advogada e liderança institucional Doutora Karin Ferreira Dias Rangel. 

Com uma trajetória brilhante na advocacia desde 2000 e sólida formação em grandes instituições, a palestrante abordará um tema fundamental, desafiador e indispensável para a prática forense contemporânea: "Desconsideração da Personalidade Jurídica". 

Local: Cinema do Shopping UNIGRANRIO – Duque de Caxias

Data: 06 de agosto de 2026, quarta-feira. Horário: à noite.

Vantagem: O evento confere Horas Complementares aos participantes! 

Esta é uma oportunidade única para estudantes, professores e profissionais do Direito vivenciarem uma troca rica de conhecimentos, unindo a teoria à vivência prática de mercado. Participe e comece o semestre com total excelência e inovação!


A JORNADA DE EXCELÊNCIA E LIDERANÇA CULTURAL DA DRA. KARIN FERREIRA DIAS RANGEL: DE BUENOS AIRES E OS NOVOS DESAFIOS ACADÊMICOS

A advocacia contemporânea exige muito mais do que o estrito domínio da técnica jurídica; demanda uma visão humanista, plural e profundamente conectada com os rumos culturais e sociais do nosso tempo. É sob essa premissa inspiradora que se consolida a trajetória da advogada Dra.  Karin Ferreira Dias Rangel, uma profissional cuja atuação transita com maestria entre o Direito, a pesquisa acadêmica de ponta e a diplomacia cultural. 

Recentemente empossada no prestigioso IAB – Instituto dos Advogados Brasileiros, a jurista coroa uma sólida carreira marcada pelo rigor ético e pela dedicação institucional. Sua liderança cultural e associativa ganha destaque especial em Niterói, onde atua como Vice-presidente do Elos de Niterói, presidido por Jocelin Marry Nery e como Vice-presidente do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói, sob a presidência de Matilde Carone Slaibi Conti. Ambas as instituições exercem um papel fundamental na difusão da arte, do pensamento crítico e da integração de saberes na região. 

O inesgotável ímpeto pela busca do saber levou a Dra. Karin procurar o pós-doutorado em Buenos Aires, na Argentina. Durante duas semanas de intensa imersão na conceituada Universidad del Museo Social Argentino (UMSA), ela participou do 3º módulo do Doutorado em Ciências Políticas. Foram dias de profundas reflexões e debates enriquecedores sobre os grandes dilemas contemporâneos, fortalecendo uma leitura crítica e interdisciplinar entre o Direito e as políticas públicas. "A busca pelo conhecimento é um compromisso permanente com a excelência profissional e com a construção de soluções mais humanas e eficazes para os desafios da sociedade", pontua a doutora, que faz questão de agradecer à UMSA, aos mestres e colegas pela acolhida e significativa partilha acadêmica. 

De volta ao Brasil, o dinamismo de sua agenda não dá trégua. Já está confirmada para quarta-feira, 06 de agosto, à noite, a sua participação de peso como palestrante na Semana de Acolhimento do curso de Direito (26.2) da Faculdade UNIGRANRIO (realizada no Cinema do Shopping Unigranrio, em Duque de Caxias). Na ocasião, ministrará palestra sobre o instigante tema "Desconsideração da Personalidade Jurídica", proporcionando aos universitários uma rica experiência e a validação de horas complementares. 

Nas fotografias enviadas, a Dra. Karin Dias Ferreira aparece em registros marcantes de sua vivência acadêmica e cultural em Buenos Aires, na Argentina, mesclando a seriedade de seus estudos de doutorado com o encanto turístico e arquitetônico da capital argentina. 

Os locais retratados são: A Sede da Universidad del Museo Social Argentino (UMSA): Várias fotos mostram a Dra. Karin na fachada e nos espaços internos da conceituada universidade (localizada na Av. Corrientes), incluindo registros institucionais diante do pórtico principal, na entrada com as grandes letras estilizadas UMSA e próximo ao Auditório Dr. Guillermo. É o cenário central de sua imersão no 3º módulo do Doutorado em Ciências Políticas. 

Avenida Corrientes e o Obelisco de Buenos Aires: Um dos registros mais icônicos foi feito à noite na famosa Avenida Corrientes, tendo ao fundo o imponente Obelisco (na Praça da República, no cruzamento com a Avenida 9 de Julho). A via é o coração cultural, teatral e boêmio da capital argentina, repleta de letreiros luminosos, cinemas e teatros, refletindo o dinamismo e a vibrante atmosfera portenha. 

Essas imagens traduzem perfeitamente a proposta da matéria: unem o rigor e a densidade do compromisso acadêmico internacional com a riqueza cultural de uma das metrópoles mais importantes da América Latina.

Sempre firme no propósito de transformar o conhecimento em prática viva, a Dra. Karin Dias Ferreira segue pavimentando uma caminhada de inovação, liderança e responsabilidade, honrando o melhor da tradição jurídica e cultural brasileira. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





















domingo, 2 de agosto de 2026

VIU COMO É SIMPLES PARTICIPAR DA CAMPANHA DE AGOSTO NO MÊS DO DQA?




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O ABRAÇO QUE CRUZOU FRONTEIRAS: A POÉTICA E A CONQUISTA DE CEICINHA ARAÚJO

Há quem traga no nome a suavidade de uma prece e, no passo, a firmeza de quem veio ao mundo para plantar esperança. Ceicinha Araújo é desse linho raro. Nascida do ventre amoroso de Maria, o quarto elo de uma corrente forte e unida de sete irmãos que abarca Lucia, Alberto, Sônia, Adélia, Valdecir e Valdimir, ela carrega na alma o calor do berço e a vastidão do mundo. 

Anos atrás, fez de Brasília o seu horizonte, sem jamais desatar os nós do afeto que a unem à sua história em Luzilândia, Piauí a nossa cidade natal. Na capital federal, plantou o seu jardim mais belo ao lado dos filhos, Sthephany e Arthur jovens que hoje colhem o fruto desse exemplo, com Sthephany concluindo sua jornada na Administração e Contabilidade, e Arthur desbravando com talento os mundos da Tecnologia da Informação e da Administração. 

Profissional exemplar, Ceicinha sempre exerceu o cuidado como quem pratica uma arte. Onde havia um desafio corporativo ou humano, ela colocava escuta atenta, firmeza e uma alegria contagiante. Houve quem a visse flertar com outras profissões, mas a sabedoria da vida a guiou para onde seu coração já habitava: o Serviço Social. 

No dia 30 de junho de 2026, essa história ganhou contornos definitivos de consagração. Pela Universidade Anhanguera de Brasília, instituição de sólida tradição e parte da história educacional do país através da Cogna, Ceicinha colou grau e tornou-se oficialmente Assistente Social. Mais do que a conquista de um diploma reconhecido, a data celebrou a formalização de uma missão que ela já exercia diariamente: transformar dores em esperança, e burocracia em dignidade humana. 

Sob a curadoria e a emoção, o jornalista e irmão Alberto Araújo, o Focus Portal Cultural reverencia esta trajetória que é, acima de tudo, um manifesto de amor à humanidade. 

Com sensibilidade rara e uma postura firme diante das injustiças do mundo, Ceicinha Araújo ressignifica o verbo acolher. Sua formatura não coroa apenas o esforço acadêmico de quem soube pausar, reavaliar rotas e escolher o melhor caminho para o seu desenvolvimento profissional e pessoal; coroa a alma de uma mulher cuja alegria em servir inspira a todos nós.

Parabéns, Ceicinha! Que a sua voz continue sendo instrumento de justiça social, e que o seu sorriso permaneça como um holofote a guiar e iluminar a vida de tantos que cruzam o seu caminho. A nossa família, a cultura e a sociedade brasileira celebram, com orgulho e profunda gratidão, a profissional e a mulher admirável que você é. 

© Alberto Araújo  

Focus Portal Cultural


















CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI: CELEBRANDO A HISTÓRIA E O FUTURO DE NITERÓI

Neste dia 11 de agosto de 2026 - terça-feira, a Câmara Municipal de Niterói comemora seus 207 anos de história, tradição e compromisso com a cidadania niteroiense. São mais de dois séculos de atuação legislativa na construção e no fortalecimento do nosso município. 

Sob a liderança dedicada e visionária do presidente da Casa, o vereador Milton Carlos da Silva Lopes, o Milton Cal, a Câmara tem vivenciado um período de extraordinário destaque. Seu trabalho incansável à frente do parlamento municipal reflete uma gestão marcada pela transparência, proximidade com a população e valorização do debate democrático. 

Para celebrar esta data tão marcante, convidamos toda a sociedade a participar da nossa programação especial: 

09h — Santa Missa na Igreja Nossa Senhora da Conceição, Rua da Conceição, 216, Centro de Niterói.

14h — Solenidade Oficial no Plenário Brígido Tinoco, Câmara Municipal de Niterói, Av. Amaral Peixoto, 625, Centro de Niterói. 

Venha fazer parte deste momento histórico e comemorar conosco o desenvolvimento de Niterói!

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural