segunda-feira, 18 de maio de 2026

3ª REUNIÃO ADMINISTRATIVA DO ELOS INTERNACIONAL – PRESIDENTE MATILDE CARONE SLAIBI CONTI

 

Plataforma Google Meet – 18 de maio, às 19h30min. A noite de 18 de maio foi marcada por uma atmosfera de entusiasmo e união entre os membros do Elos Internacional e células elistas, que se reuniram remotamente pela plataforma Google Meet para discutir projetos administrativos, sociais e culturais que irão nortear as ações da instituição ao longo do ano. Sob a condução firme e acolhedora da presidente internacional Matilde Carone Slaibi Conti, e do vice-presidente Sidney Cardoso da França, o encontro revelou o vigor e a harmonia que caracterizam o movimento elista em sua dimensão global. 

Desde os primeiros minutos, a presidente Matilde demonstrou o equilíbrio entre liderança e sensibilidade que a tornam uma referência dentro do Elos. Sua fala inicial foi um convite à integração: deu as boas-vindas aos presentes, expressou a alegria de estar entre companheiros comprometidos e destacou os novos membros que chegam para fortalecer o ideal elista. Com serenidade e entusiasmo, Matilde reforçou o propósito de cada projeto, não apenas como metas administrativas, mas como pontes de solidariedade e cultura entre os povos. 

O vice-presidente Sidney França, por sua vez, complementou a condução com sua habitual clareza e visão estratégica. Admirado por sua postura ética e seu olhar voltado à expansão internacional do movimento, Sidney trouxe reflexões sobre o papel dos Governadores de Projetos e sobre a importância de alinhar as iniciativas locais às diretrizes globais do Elos. Sua fala foi marcada por firmeza e inspiração, ressaltando que o verdadeiro progresso nasce da cooperação e do compromisso com o bem comum.

Entre os temas abordados, destacaram-se os projetos sociais e culturais em parceria com o Elos Universitário e o Elos Rio Cidade Maravilhosa, que vêm desenvolvendo ações voltadas à educação, cidadania e integração comunitária. O companheiro Luiz Correa apresentou um panorama dos projetos em andamento em Angola, reforçando o caráter internacional e humanitário da instituição. Já Lúcia Esteves trouxe valiosas informações e propostas para serem implementadas ainda neste ano, demonstrando o dinamismo e a força das lideranças femininas dentro do movimento.

A reunião deu continuidade em clima de harmonia e produtividade, com cada participante contribuindo com ideias e experiências que enriquecem o movimento. Foi um encontro que reafirmou o compromisso do Elos Internacional com a ética, a cultura e a fraternidade, valores que transcendem fronteiras e unem pessoas em torno de um ideal comum. 

A reunião seguiu com importantes deliberações sobre a governadoria, tema considerado urgente pela diretoria. A presidente Matilde Slaibi Conti, com sua habitual serenidade e firmeza, conduziu o diálogo sobre a necessidade de definir representantes estaduais, reforçando o papel dos clubes locais na integração do movimento. 

Durante o encontro, foi destacada a presença do presidente do Elos Clube de Belo Horizonte, Antônio José Santos, que recebeu o convite para assumir a frente da governadoria de Minas Gerais, representando também os clubes de Montes Claros e Visconde do Rio Branco. A proposta foi acolhida com entusiasmo, simbolizando o fortalecimento da atuação elista no estado. Antônio expressou gratidão e disposição para colaborar, reafirmando o compromisso de Belo Horizonte com os ideais do Elos. 

A reunião contou ainda com a participação de Tatiana Souza, do Elos de Visconde do Rio Branco, que apresentou o projeto Elos Rural, uma iniciativa voltada à valorização da agricultura familiar e à conscientização sobre as mudanças climáticas. O projeto prevê entrevistas com pequenos produtores e ações de apoio ao desenvolvimento sustentável, uma proposta que encantou todos os presentes e foi considerada um marco para o movimento. 

A presidente Matilde e o vice-presidente Sidney França destacaram a importância de unir esforços para que o Elos Rural se torne uma realidade, reforçando o compromisso com causas sociais e ambientais. A sensibilidade de ambos ao tratar de temas tão relevantes demonstrou o espírito humanista que guia o Elos Internacional. 

Entre os governadores presentes, foram mencionados Geraldo Rodrigues do Distrito 2; Márcia Pessanha, Distrito 8 do Rio de Janeiro; Marcos Henrique do Distrito 1 de São Paulo e Olga Moleirinho do Paraná, que foi representada por Maria Inês Botelho. A diversidade de regiões e vozes reforçou o caráter plural e integrador da instituição. 

Entre os momentos significativos da reunião administrativa do Elos Internacional, destacou-se a atuação do Elos Universitário, representado pelo presidente Everton Siqueira. A presença dele reforçou a vitalidade da célula acadêmica e o compromisso da juventude com os ideais elistas. 

Everton, com sua energia contagiante e liderança exemplar, relatou com entusiasmo as conquistas recentes. Sob sua condução, o Elos Universitário vem crescendo “de vento em popa”, consolidando-se como um espaço de integração entre estudantes e o movimento internacional. Um dos marcos foi a participação ativa na Semana do Direito 2026 da Universidade Universo, organizada sob a coordenação da professora Michele Penha, evento que fortaleceu o vínculo entre o Elos e o meio acadêmico, aproximando ainda mais a instituição das discussões jurídicas e sociais contemporâneas.

Além disso, Everton destacou novos projetos que ampliam o alcance internacional das ações universitárias. Entre eles, iniciativas de intercâmbio cultural em parceria com o Vice-Cônsul de Angola, que prometem abrir portas para atividades conjuntas e fortalecer os laços entre Brasil e África. Essa dimensão internacional demonstra a capacidade do Elos Universitário de transcender fronteiras e contribuir para a missão global do movimento. 

A estudante Nágela Moura também teve papel de destaque ao apresentar a criação do Elos Universitário de São Gonçalo, prevista para iniciar no próximo semestre. Sua dedicação e visão de futuro revelam o protagonismo da juventude na expansão do Elos, garantindo que novas gerações se engajem nos valores de paz, cultura e solidariedade. 

O relato conjunto de Everton e Nágela mostrou que o Elos Universitário não apenas cresce em número de iniciativas, mas também em relevância e impacto. A energia dos jovens, somada à experiência dos líderes internacionais, cria uma sinergia capaz de transformar ideias em projetos concretos, que beneficiam comunidades locais e fortalecem a imagem do Elos no cenário global. 

Assim, o Elos Universitário reafirma sua posição como um dos pilares do movimento, trazendo inovação, dinamismo e compromisso acadêmico. A reunião deixou claro que, sob a liderança de Everton Siqueira e com o apoio de estudantes como Nágela Moura, o futuro do Elos Internacional será marcado por uma juventude engajada, capaz de levar adiante os ideais que unem culturas e constroem pontes de fraternidade. 

Também foi mencionada a atuação do Elos Rio Cidade Maravilhosa, representado pela presidente Ana Paula Aguiar, líder admirável que, além de presidir o Rotary Niterói e atuar como assessora especial do Deputado Danniel Libreron, em sua fala ela se prontificou em manter relações diplomáticas com o  Cônsul Geral da República de Angola no Rio de Janeiro, Mateus Sá fortalecendo compromissos culturais e intercambiais. A iniciativa da Universidade Rural, que vem desenvolvendo iniciativas culturais e educacionais de grande impacto. 

A presidente Matilde encerrou a reunião com palavras de gratidão e esperança, destacando o papel de cada participante na construção de um Elos mais forte, inclusivo e comprometido com o bem comum. O vice-presidente Sidney França reforçou a importância da continuidade dos projetos e da integração entre os clubes, lembrando que o verdadeiro elo é aquele que une pessoas em torno de ideais de paz, cultura e solidariedade. 

Estiveram presentes na reunião: Matilde Carone Slaibi Conti – Presidente do Elos Internacional; Sidney França – Vice-presidente; Selma França – Tesoureira; Márcia Pessanha – Governadora D-8 Elos Internacional; Carla Vorsatz; Nagib Slaibi Filho; Fernanda Pereira; Rubens Carrilho Fernandes; Ana Maria Tourinho; Angela Riccomi; Tatiana Souza; Maria Otília Camillo; Rosina Bezerra; Jaqueline Pereira; Antônio Santos; Yara Dan; Prof. Matheus Miranda; Rev. Wiz Correa; Michelle Hb; Celestino Augusto; Goretti Rocha; Jaqueline Camelo; Jorge Farinha; Paulo Correa; Simone Schiavon Ayres; Maria Inês Botelho; Daniela Vita; Maristela Cardoso; Maria Panait; Marcia Rodrigues; Ana Paula Aguiar; Nágela Moura; Sue Hellen Oliveira; Everton Siqueira; Estevão Sanda; Lúcia Esteves; Alberto Araújo. 

Ao final da memorável reunião administrativa do Elos Internacional, realizada pela plataforma Google Meet, ficou evidente que o movimento vive um momento de expansão e fortalecimento sem precedentes. A condução firme e ao mesmo tempo acolhedora da presidente Matilde Carone Slaibi Conti, acompanhada pelo vice-presidente Sidney Cardoso da França, foi o ponto alto da noite. Ambos demonstraram que a liderança elista não se limita a coordenar projetos, mas a inspirar pessoas, unir corações e transformar ideias em ações concretas.

Matilde, com sua postura serena e ao mesmo tempo vibrante, encerrou a sessão com palavras de gratidão e incentivo. Relembrou que cada ação, por menor que pareça, é um elo que fortalece a corrente da paz e da solidariedade. Sua fala foi marcada por emoção e clareza, reafirmando que o Elos Internacional é mais do que uma instituição: é um movimento que conecta culturas, promove valores e constrói pontes de fraternidade. 

Ao seu lado, Sidney França reforçou a importância da continuidade dos projetos e da integração entre os clubes. Com sua visão estratégica e espírito colaborativo, destacou que o verdadeiro progresso nasce da união e da dedicação de cada elista. Sua presença trouxe equilíbrio e firmeza, mostrando que a dupla de liderança formada por Matilde e Sidney é capaz de levar o Elos a patamares ainda mais elevados. 

Mais do que uma reunião administrativa, o encontro foi um marco de integração e planejamento, refletindo o espírito elista em sua essência mais pura: a união de mentes e corações em prol da paz, da cultura e da solidariedade. Sob a liderança inspiradora de Matilde e Sidney, o Elos Internacional segue firme em sua missão de transformar o ideal em realidade, levando a instituição a patamares de sucesso e reconhecimento global. 

Foi uma noite de aprendizado, emoção e planejamento, um encontro que reafirmou o propósito do Elos Internacional de ligar corações e ideias em favor de um mundo melhor. 

ELOS INTERNACIONAL – DIRETORIA GESTÃO 2026-2027

O Elos Internacional, em continuidade à sua missão de expansão e fortalecimento, tem a honra de anunciar a composição de sua Diretoria para o biênio 2026-2027. 

Presidência 

Presidente: Matilde Carone Slaibi Conti – Elos de Niterói

Vice-Presidente: Sidney Cardoso da França – Elos Praia Grande

Secretária Geral: Márcia Maria de Jesus Pessanha – Elos de Niterói

Tesoureira: Selma Cristina Dias da França – Elos Praia Grande

Assessora Especial da Presidência: Maria Inês Botelho – Elos Internacional 

CONSELHO FISCAL

Membros Titulares

Márcia Maria Rodrigues – Elos Clube Grande ABC

Olga Elizabeth Moleirinho – Elos Clube de Maringá

Geraldo Faria Rodrigues Junior – Elos Clube Grande ABC

SUPLENTES 

Rosina Bezerra de Mello Santos Rocha – Elos Clube de Petrópolis

Alina Trindade Maximiniano Trindade – Elos Clube de Praia Grande

Simone Cristiane Schiavon Ayres – Elos ABC 

DIRETORIAS ESPECÍFICAS

Maria Goretti Rocha da Silva – 1ª Tesoureira

Matheus Miranda – Diretor de Tecnologia e Assistência do CDME

Celestino Domingos – Diretor de Expansão e Fortalecimento

Rubens Carrilho Fernandes – Diretor de Arquivo Administrativo e Histórico – Elos de Niterói

Nagib Slaibi Filho – Diretor Jurídico – Elos de Niterói

Angela de Paula – Diretora do Patrimônio Histórico e Cultural – Elos de Niterói

Alberto Araújo – Diretor de Divulgação Cultural – Elos de Niterói 

Colaboradores e Apoio

Antônio José; Fernando e o Henrique. 

Editorial Institucional

© Alberto Araújo – Diretor de Cultura do Elos Internacional














LIVE “VERSO E REVERSO” — UM BATE-PAPO COM ZÉLIA GUERRA SOBRE CULTURA E ARTE


No próximo dia 22 de maio de 2026, sexta-feira, às 20h, o canal Verso e Reverso, no YouTube, apresenta uma conversa especial com Zélia Guerra, editora e escritora, que desta vez será a entrevistada. Durante a live, Zélia falará sobre sua trajetória no mundo literário de escritora a editora em um diálogo conduzido por Luciano Arruda, poeta e escritor.

A transmissão será ao vivo pelo canal Verso e Reverso.

Acesse o link: Live no YouTube:

https://www.youtube.com/live/dkFKCRjlur4 

Uma oportunidade imperdível para quem aprecia literatura, cultura e arte! 




 

MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO ESTREIA EXPOSIÇÃO DE FLAVIA DAUDT SOBRE CERRADO BRASILEIRO

Mostra Ser(tão): Imersão no Cerrado convida o público a percorrer poeticamente um dos biomas mais biodiversos  e ameaçados do país. 

Rio de Janeiro, maio de 2026. Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea. É o que propõe a exposição “Ser(tão): Imersão no Cerrado", que o Museu do Jardim Botânico inaugura no próximo dia 23. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza ecológica e a vulnerabilidade do segundo maior bioma do país. A entrada é gratuita. 

Ao receber a exposição, o Museu do Jardim Botânico reforça seu compromisso em aproximar arte, ciência e biodiversidade, promovendo experiências que convidam o público a refletir sobre o Cerrado e os desafios relacionados à sua conservação. Ocupando cerca de um quarto do território nacional e responsável por importantes nascentes hidrográficas, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados pelo avanço do desmatamento e da expansão agropecuária. 

A partir de pesquisas e viagens realizadas desde 2021, Flavia Daudt e Ana Paula Freitas Valle desenvolveram trabalhos inspirados nas paisagens, espécies e comunidades do Cerrado. Para a exposição no Museu do Jardim Botânico, foi concebido um percurso dividido em três ambientes, associados simbolicamente à terra, à água e ao ar. 

Logo na entrada, o público encontra a instalação “Um Cerrado Assim”, idealizada por Ana Paula Freitas Valle, composta por grandes fotocolagens de autoria de Flavia Daudt, impressas em seda e organza, em grandes dimensões de até quase três metros de altura. As obras recriam poeticamente as paisagens e belezas naturais do bioma. O espaço também apresenta esculturas inspiradas em cupinzeiros produzidas pelo artista convidado Willy Reuter, que ampliam a sensação de imersão na paisagem retratada. 

Outro destaque da mostra é “Terra que Guarda”, instalação de 8 metros de altura que ocupa a escada principal do museu com a imagem monumental de uma árvore e suas raízes bordadas pela artista convidada Mirele Volkart. A obra desce do pé-direito até o térreo do museu e é complementada por uma arte sonora com o barulho das águas, assinada por Joe Stevens. 

No primeiro pavimento, a exposição homenageia o joão-de-pau, ave presente no Cerrado brasileiro, com um grande ninho de madeira imersivo, produzido com galhos de poda sustentável das árvores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, pelo artista convidado Ricardo Siri. Na parede, além de uma fotocolagem de autoria de Flavia Daudt, um grande painel com aves do bioma, desenvolvido pelo ornitólogo Luciano Lima, apresenta o canto de diferentes espécies.

“A arte tem um papel fundamental na divulgação científica porque consegue criar conexões emocionais e sensoriais com temas que, muitas vezes, chegam ao público apenas por dados e estatísticas. No Museu do Jardim Botânico, acreditamos nessa aproximação entre conhecimento científico e experiência artística como uma forma de despertar interesse, sensibilizar os visitantes e ampliar o debate sobre a urgência da conservação da biodiversidade”, afirma Grazielle Giacomo, Gerente Técnica no Museu do Jardim Botânico. 

O Museu do Jardim Botânico conta com patrocínio master da Shell Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão é do idg - Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Inaugurado em março de 2024, o Museu apresenta ao público, por meio de exposições, conteúdos interativos e programação educativa e cultural, o trabalho pioneiro do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro na pesquisa e conservação da flora brasileira.

SER(TÃO): IMERSÃO NO CERRADO

Museu do Jardim Botânico

Abertura: 23 de maio de 2026,terça-feira.

Visitação: quinta a terça-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h)

Entrada gratuita

SOBRE O IDG 

Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências. 

Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural




domingo, 17 de maio de 2026

ORGULHO E EXCELÊNCIA: ELOS INTERNACIONAL CELEBRA OS PROFESSORES YARA E EDIVAL DAN NA UFRRJ

A educação pública de qualidade é a força motriz que move o futuro do nosso país, e quando esse caminho é conduzido por lideranças de excelência, o resultado é a consagração do saber. É com esse sentimento de profundo orgulho e admiração que o Elos Internacional, por intermédio de sua presidente, Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, une-se a todos os companheiros elistas para manifestar os mais efusivos parabéns aos diletos companheiros Yara e Edival Dan. 

Membros de destaque do Elos Clube Cidade Maravilhosa, brilhantemente presidido por Ana Paula Aguiar, o casal de professores Edival e Yara simboliza a essência dos valores elísticos: o servir, a difusão da cultura e o compromisso inabalável com o desenvolvimento humano. No último dia 16 de maio de 2026, no histórico Auditório Gustavo Dutra, no campus da UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro em Seropédica, a projeção e a relevância desses dois grandes intelectuais ganharam ainda mais brilho durante a emocionante cerimônia de colação de grau dos cursos de Administração e Turismo do CEDERJ/UAB. 

Como coordenador do curso de Administração, o professor Edival Dan tocou os corações dos 159 formandos, sendo 142 de Administração e 17 de Turismo ao evocar a máxima de Umberto Eco: "A busca do conhecimento é a busca da felicidade". Uma reflexão cirúrgica e inspiradora que coroa o fechamento de um ciclo e abre portas para o porvir de novos administradores e turismólogos.

Ao seu lado, a professora Yara Dan, atuando com a elegância de sempre como representante do corpo docente, reiterou a força e a dedicação da academia na formação de cidadãos preparados para os desafios contemporâneos. 

Para a Dra. Matilde Carone Slaibi Conti e para toda a comunidade elista, ver o nome do Elos Internacional tão bem representado na estrutura de uma universidade federal, em um consórcio de tamanha relevância como o CEDERJ, é motivo de júbilo. Os professores Yara e Edival Dan não apenas ensinam; eles transformam realidades e projetam a nossa instituição institucionalmente através do saber. 

Aos nossos queridos elistas, o abraço fraterno e os aplausos de pé de todos os seus companheiros. Que sua jornada na UFRRJ continue a iluminar mentes e a honrar o movimento elista com a mesma nobreza de propósito que testemunhamos nesta histórica celebração!


Matilde Carone Slaibi Conti

Presidente do Elos Internacional






MAIO É O MÊS DO SERVIÇO À JUVENTUDE NO ROTARY!

 

Em sua coluna mensal para a Revista Rotary, o Presidente do Rotary International, Francesco Arezzo, analisa de perto como o trabalho do Rotary ajuda os jovens a desenvolverem habilidades de liderança, expandirem a compreensão global e descobrirem o impacto que podem causar por meio do servir.

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É inspirador ver o Rotary International manter seu compromisso inabalável com o futuro, dedicando um mês inteiro para destacar o serviço à juventude. O artigo do Presidente Francesco Arezzo é cirúrgico e essencial: investir nos jovens não é apenas um ato de generosidade, mas uma estratégia vital para construir um mundo mais justo, empático e conectado. Ao capacitar a nova geração com liderança, visão global e o propósito do voluntariado, o Rotary não está apenas mudando vidas individualmente, mas moldando os líderes humanitários de amanhã. Um trabalho brilhante que merece todo o nosso reconhecimento e aplauso! 

© Alberto Araújo

Leia a revista Rotary de maio no link:

https://issuu.com/revistarotarybrasil/docs/rotary_brasil_-_maio_2026




A ENGRENAGEM DO MUNDO: COMO UM ELEMENTO MAQUINÁRIO MOLDOU O VOLUNTARIADO GLOBAL - A FORÇA GLOBAL DO ROTARY E O CORAÇÃO SOLIDÁRIO DE NITERÓI - CRÔNICA HISTÓRICO-JORNALÍSTICA: © ALBERTO ARAÚJO

Se você olhar de perto o pin na lapela de um rotariano, verá mais do que um símbolo amarelo. Verá uma máquina do tempo. A roda do Rotary International não nasceu pronta em uma prancheta de design moderno; ela foi forjada ao longo de duas décadas por meio de debates, poeira de estrada e uma pitada de física mecânica. 

Tudo começou em Chicago. Paul Harris fundou o clube em 1905, mas faltava uma identidade visual. Ele passou a missão para o sócio número 53, Montague M. Bear, um gravador cuja mente foi buscar inspiração no Velho Oeste americano. Bear lembrou-se das icônicas carroças da Wells Fargo & Company que cruzavam os EUA. Para ele, aquelas rodas representavam "civilização e movimento". Seu primeiro desenho foi uma roda de carroça com 13 raios.

Para dar ideia de velocidade, Bear desenhou nuvens de poeira ao redor da roda. A solução gerou piada: os membros mais atentos à física reclamaram que a poeira parecia estar sendo jogada para a frente e para trás ao mesmo tempo, desafiando a gravidade! Para salvar o design, Bear colocou uma fita escrita "Rotary Club" por cima das nuvens. 

Conforme o Rotary crescia e cruzava fronteiras, a roda de carroça precisava virar algo mais forte. Em 1912, decidiu-se que o símbolo seria uma roda dentada (uma engrenagem), simbolizando a força industrial e o poder da união.

Mas houve um erro de planejamento: ninguém especificou quantos dentes ou raios a roda deveria ter. Resultado? Em 1918, cada clube no mundo usava uma engrenagem diferente. Era o caos visual.

Para unificar a marca, os engenheiros Charles Mackintosh e Oscar Bjorge entraram em cena em 1920. Eles limparam o design e criaram uma engrenagem robusta de 6 raios e 24 dentes. 

Parecia perfeito, até que um rotariano de Los Angeles, Will Forker, fez uma crítica cirúrgica: 

"Essa roda é inútil. Ela é mecânica, mas não tem como transmitir a força para o eixo central. Ela vai girar em falso." 

Para resolver isso, os designers abriram um rasgo no centro da roda: a chaveta (ou ranhura de chaveta). Esse pequeno corte na peça permitia que ela se acoplasse perfeitamente ao eixo. Naquele momento, o símbolo deixou de ser apenas um desenho e virou uma metáfora viva: a engrenagem só move o mundo se o indivíduo estiver conectado ao centro. Em 1924, o design final foi eternizado. 



O Significado Oculto

A Força Monocromática do Ouro 

A evolução visual recente do Rotary simplificou o emblema, banhando a engrenagem inteiramente em ouro. Essa escolha moderna elimina os excessos do passado para focar no essencial: a nobreza, a pureza e a legitimidade imutável dos propósitos rotarianos, brilhando de forma única no mundo digital.

Mais do que uma marca de identificação, a roda do Rotary é um manifesto visual. Ela lembra que, para mover o mundo em direção ao progresso e à paz, cada peça, cada um de nós, precisa estar engajada e conectada.

PAUL HARRIS 

Para entender a mente por trás do Rotary, precisamos olhar para a infância de Paul Harris. Embora tenha nascido em Wisconsin (1868), ele foi criado pelos avós em um vilarejo pacato em Vermont. Ali, cresceu cercado pelos valores da Nova Inglaterra: o senso de comunidade, o vizinho que ajuda o vizinho, a confiança cega no comerciante local e a conversa fiada na praça central. 

Quando se formou em Direito e, após rodar o mundo trabalhando como marinheiro, colhedor de frutas e ator, estabeleceu-se na efervescente e industrial Chicago de 1905, o choque foi brutal. 

Chicago era um colosso de aço, barulhento, individualista e muitas vezes corrupto. Harris sentia falta daquela atmosfera acolhedora da sua infância. Ele percebeu que a cidade estava cheia de profissionais bem-sucedidos, mas profundamente isolados em suas próprias ambições. 

No dia 23 de fevereiro de 1905, Paul Harris reuniu três amigos de negócios, um engenheiro de minas, um alfaiate e um comerciante de carvão, no escritório de um deles. A proposta era simples, mas revolucionária para a época: 

Por que não criamos um clube onde profissionais de diferentes ramos possam se reunir para recuperar o espírito de camaradagem das pequenas cidades?

Eles decidiram que as reuniões aconteceriam de forma rotativa, cada semana no escritório de um membro, o que acabou dando origem ao nome Rotary. 

A grande virada de chave na vida de Paul Harris e do próprio clube aconteceu quando ele percebeu que um grupo de amigos unidos pelo companheirismo tinha um poder econômico e intelectual gigantesco nas mãos. Rir e jantar juntos era ótimo, mas o clube precisava de um propósito maior para não estagnar. 

Foi então que Harris direcionou o Rotary para o serviço comunitário. O primeiro projeto público do clube foi humilde, mas simbólico: a instalação de banheiros públicos em Chicago. A partir dali, o foco mudou para sempre. O objetivo não era mais apenas o que os membros podiam ganhar com o clube, mas o que o clube podia devolver à sociedade.

Uma das características mais marcantes de Paul Harris era sua aversão ao estrelato. Quando o Rotary começou a se expandir internacionalmente, ele frequentemente recusava cargos de liderança perpétua. Ele preferia o título de "Presidente Emérito", deixando que novas mentes guiassem a engrenagem que ele havia colocado em movimento. 

Ele passou as décadas seguintes escrevendo, viajando pelo mundo para plantar novas sementes do Rotary e defendendo a paz mundial através da compreensão entre os povos. 

Quando faleceu, em 27 de janeiro de 1947, ele deixou um desejo explícito: em vez de flores em seu funeral, ele pediu que as pessoas fizessem doações para a Fundação Rotária. Esse pedido gerou uma onda global de contribuições que, até hoje, financia bolsas de estudo e a histórica campanha mundial de erradicação da poliomielite. 

Paul Harris provou que a nostalgia de um homem por conexões verdadeiras podia se transformar em uma rede global capaz de mover o mundo.

A engrenagem do Rotary é muito mais do que uma marca institucional; ela é a tradução visual de um movimento contínuo e dinâmico em prol da humanidade. Oficializado na década de 1920 para refletir a energia e a expansão global da organização, cada detalhe de seu design carrega uma filosofia prática de vida e serviço. 

Dos 24 dentes que nos lembram do compromisso ininterrupto em cada hora do dia, aos 6 raios que sustentam nossas áreas de foco, tudo converge para o centro. É ali, no rasgo de chaveta, que o símbolo ganha sua máxima potência: uma representação de que a força e a energia dos rotarianos só transformam a realidade quando estão perfeitamente conectadas e engajadas. Vestida com o azul da universalidade e o dourado da nobreza de nossos propósitos, a roda rotariana segue girando, impulsionada pelo voluntariado e pela liderança.

Para compreender a fundo a belíssima trajetória e o impacto global deste emblema, é possível ler a história completa no artigo oficial sobre A evolução do emblema rotário, publicado pelo Rotary International. 

O MUNDO GIRA ONDE A SOLIDARIEDADE CRIA RAÍZES: A FORÇA GLOBAL DO ROTARY E O CORAÇÃO SOLIDÁRIO DE NITERÓI 

O Rotary International é, por excelência, uma rede global de vizinhos, amigos e líderes comunitários que decidiram transformar boas intenções em ações concretas. Presente em mais de 200 países e regiões geométricas do planeta, a organização move uma engrenagem imensa de mais de 1,4 milhão de voluntários. É uma força humanitária que não conhece fronteiras: desde a histórica campanha mundial para a erradicação da poliomielite até projetos locais de saneamento, alfabetização e desenvolvimento econômico, o Rotary prova que o impacto global começa, invariavelmente, no solo de nossas próprias comunidades. 

Aqui em Niterói, essa potência internacional ganha contornos repletos de afeto, cultura e um profundo senso de pertencimento. Na cidade que abraça a Baía de Guanabara, o voluntariado rotariano não se limita a prestar assistência; ele promove a dignidade humana através da sensibilidade, do diálogo e do fortalecimento dos laços culturais locais. Cada clube da cidade atua como uma usina de transformação, liderada por presidentes que dedicam seu tempo e talento para fazer a diferença. 

No tradicional Rotary Club de Niterói, a presidente Ana Paula Aguiar conduz os trabalhos com o olhar voltado para a continuidade e o fortalecimento institucional. Sob sua liderança, o clube mantém viva a chama dos ideais rotarianos tradicionais, unindo os profissionais da cidade em torno de metas claras de desenvolvimento comunitário, com a elegância de quem entende que servir é, antes de tudo, uma honra cívica. 

No Rotary Club Niterói-Norte, a presidente Maria do Perpetuo Socorro Vasconcelos Cardoso imprime uma marca de acolhimento e forte engajamento social. Sua gestão destaca-se pela capacidade de identificar as demandas mais urgentes da comunidade e mobilizar a rede de parceiros para agir com rapidez e eficácia. É o voluntariado que enxerga o outro na sua totalidade, estendendo a mão para construir pontes onde antes existiam barreiras. 

A vibração da Praia de Icaraí e o dinamismo do bairro encontram eco nas ações do Rotary Club Icaraí, sob a liderança do presidente Carlos Alberto de Paula Chagas, o Carlinhos com colaboração ativa e dinâmica. Juntos, eles transformam o espírito do clube em um ponto de encontro entre o dinamismo urbano e as causas sociais. O clube se destaca pela capacidade de realizar ações que dialogam com a qualidade de vida, o meio ambiente e o incentivo às manifestações culturais que dão identidade ao coração de Icaraí. 

Olhando para o futuro e para as novas linguagens do voluntariado, o Rotary Club Niterói Novos Tempos, presidido por Angela Riccomi, traz o frescor da inovação. Com foco em projetos contemporâneos, a gestão de Angela busca conectar as novas gerações e as novas tecnologias às práticas solidárias tradicionais. É o Rotary se reinventando, mostrando que a sensibilidade e o amor ao próximo ganham novos formatos, mas mantêm a mesma essência transformadora de sempre.

Ver o mapa rotariano de Niterói é compreender que o voluntariado e a cultura caminham de mãos dadas. Cada um desses presidentes: Ana Paula, Maria do Socorro, Francisco de Paula e Angela Riccomi atua como uma chaveta essencial na engrenagem niteroiense. Eles conectam seus clubes ao eixo central do Rotary International, garantindo que a força da solidariedade global se converta, todos os dias, em melhorias reais para a população da nossa querida Niterói. 

Ao olharmos para o design atual do emblema hoje simplificado em uma tonalidade puramente dourada, adaptada ao minimalismo do século XXI, percebemos que a essência da engrenagem não mudou; ela apenas se despiu de excessos visuais. O ouro unificado mostra que a nobreza do serviço brilha sozinha.

Sob a liderança de Ana Paula, Maria do Socorro, Francisco de Paula - Carlinhos e Angela Riccomi, a roda não para de girar em Niterói. Ela se moderniza nas cores e nas plataformas, mas continua firmemente impulsionada pelo mesmo combustível de 1905: o melhor que o ser humano tem a oferecer, o trabalho voluntário feito com amor, inteligência e respeito à cultura local. 

A EVOLUÇÃO DA RODA ROTÁRIA: 1905 – ATUALIDADE

Desde sua fundação em 1905, o Rotary tem sido símbolo de união, serviço e transformação. A roda rotária, que nasceu simples e funcional, evoluiu junto com o movimento, refletindo o crescimento e o impacto global da organização.

Cada versão da roda representa um momento histórico:

1905 – Primeira roda: símbolo de movimento e progresso.

1906 – Rotary Club: reforça a identidade dos primeiros clubes.

1910 – Associação Nacional: marca o início da expansão.

1912 – Rotary International Association: consolida o caráter internacional.

1923 – Atualidade: a engrenagem dourada e azul, símbolo de força, continuidade e compromisso com o lema “Dar de Si Antes de Pensar em Si”.

A roda do Rotary é mais do que um emblema, é um convite à ação, à ética e ao serviço. Ela gira impulsionada pela energia de milhões de rotarianos que, em cada canto do mundo, trabalham para construir um futuro melhor.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural









A ODISSEIA: A JORNADA ÉPICA DE ULISSES DIREÇÃO DE CHRISTOPHER NOLAN

A Odisseia é um filme real dirigido por Christopher Nolan, estrelado por Matt Damon como Ulisses (Odisseu), com estreia marcada para 17 de julho de 2026 nos EUA e 16 de julho no Brasil. A produção é uma superprodução épica baseada no poema de Homero, com elenco estelar incluindo Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya, Robert Pattinson e Charlize Theron. 

Uma das adaptações mais ambiciosas da literatura clássica: “A Odisseia”, dirigida por Christopher Nolan. O longa traz Matt Damon no papel de Odisseu, o rei de Ítaca que, após a queda de Troia, enfrenta uma jornada de dez anos para retornar ao lar. Mais do que uma simples viagem, sua trajetória é marcada por desafios que testam sua inteligência, coragem e resistência. 

A produção recria com grandiosidade os episódios mais célebres do poema de Homero. O público verá o encontro com o Ciclope Polifemo, a sedução mortal das Sereias e os feitiços da poderosa Circe, interpretada por Charlize Theron.

Cada obstáculo simboliza não apenas perigos físicos, mas também tentações que ameaçam a alma do herói. Enquanto isso, em Ítaca, Penélope (Anne Hathaway) luta para manter viva a esperança do retorno do marido, resistindo à pressão dos pretendentes liderados por Antínoo (Robert Pattinson). Ao lado dela, o jovem Telêmaco (Tom Holland) amadurece diante da ausência do pai, tornando-se peça fundamental na defesa do trono.

Com filmagens realizadas em diversos países, Grécia, Itália, Islândia e Marrocos e tecnologia IMAX 70mm, Nolan promete uma experiência visual imersiva e monumental. O elenco reúne nomes consagrados como Zendaya, que interpreta a deusa Atena, além de Lupita Nyong’o, Elliot Page e Jon Bernthal. A trilha sonora é assinada por Ludwig Göransson, colaborador frequente do diretor.

Mais do que uma aventura mitológica, “A Odisseia” é uma reflexão sobre destino, perseverança e o poder da memória. Odisseu não enfrenta apenas monstros e deuses, mas também o peso da saudade e da promessa de reencontro. É uma história que atravessa séculos e continua a ecoar porque fala de algo universal: a luta para voltar para casa e reencontrar aqueles que amamos. 

Com estreia marcada para 16 de julho de 2026 no Brasil, o filme já é apontado como um dos grandes candidatos ao Oscar de 2027. Uma obra épica, mítica e inesquecível, que reafirma a força da narrativa clássica e a capacidade do cinema de dar vida às lendas eternas. 

© Alberto Araújo

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