terça-feira, 22 de setembro de 2026

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS RECEBE A CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO DO CONCURSO INTERNACIONAL DE LITERATURA DA UBE-RJ

No dia 21 de setembro de 2026, segunda-feira a histórica sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, foi palco de mais uma celebração da literatura nacional e internacional com a realização da cerimônia de premiação do Concurso Internacional de Literatura da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ). O evento, coordenado e organizado pela Diretora de Concursos da instituição, Professora Isis Proença, reuniu escritores, acadêmicos, jurados, autoridades culturais e representantes de importantes entidades literárias em uma tarde marcada pelo reconhecimento do talento, da criatividade e da força da palavra escrita. 

A solenidade foi conduzida pela Vice-Presidente da UBE-RJ, Ana Maria Tourinho, que presidiu os trabalhos ao lado da mesa diretiva formada pela Presidente da UBE-RJ, Professora Luiza Lobo; pelo Presidente de Honra da instituição, escritor Edir Meireles; pelas ex-presidentes Eurídice Hespanhol, Juçara Valverde, Lúcia Regina de Lucena e Márcia Barroca; pela Diretora Jurídica Matilde Carone Slaibi Conti e pela Presidente do Núcleo do Rio de Janeiro da Rede Sem Fronteiras, escritora Ângela Guerra. 

Após a execução do Hino Nacional Brasileiro, a abertura destacou a relevância histórica do Concurso Internacional de Literatura, promovido anualmente pela UBE-RJ, alternando a avaliação entre obras inéditas e obras publicadas. 

Nesta edição, foram analisados livros editados nos anos de 2024 e 2025, submetidos ao criterioso julgamento de uma comissão composta pelos escritores Sonia Plácido, Marcella Giannini, Maria Helena Nina, Nádia Farage, Ivan C. Proença e Roberto Petti Pinheiro, aos quais a instituição registrou especial agradecimento pelo trabalho realizado. 

A premiação contemplou diversos gêneros literários, reafirmando a pluralidade da produção contemporânea. Na categoria Crônicas, que leva o nome de Maria Heloísa Penteado, o primeiro lugar foi concedido a Viviane Ferreira Santiago pela obra Espaços que Contam Histórias: Crônicas do Largo da Sé. 

Regina Guimarães conquistou o segundo lugar com A Folha da Samambaia, enquanto Perpétua Amorim recebeu a terceira colocação por Falas Azuis. A Menção Honrosa foi entregue a Ronaldo Dória Júnior por Martírio Diário. 

O Prêmio Paulo Freire, destinado à categoria Ensaio, teve como vencedor Edson Iura, autor de Em Volta do Lago: Antologia de Haicais Japoneses Comentados. Em segundo lugar ficaram Andrei Cunha e Meiko Shimon, com História da Literatura Clássica Japonesa, e em terceiro, Neide Hissae Nagae e Fernando Carlos Chamas com Tosa Nikki: O Diário de Tosa.

Receberam Menções Honrosas Patrícia Neves, Eliana Bueno Ribeiro e Mabel Knust Pedra, além de Fábio Akamine. 

Na categoria Contos, representada pelo Prêmio Mário de Andrade, Gustavo Alkmim foi o grande vencedor com A Culpa Deve Ser do Sol. A Menção Honrosa coube a Sylvio Massa de Campos pela obra Des~contos Bem Contados. 

Entre as obras destinadas ao público infantil, o Prêmio Stella Leonardos distinguiu O Vendedor de Palavras, de Luiz Otávio Oliani, com o primeiro lugar. Pedro Peloso conquistou a segunda posição com O Sapo-Foguetinho, seguido de Bebel Ritzmann, terceira colocada com A Família Arretada da Mel, Tchê!. 

Na categoria Infantojuvenil, que homenageia a Professora Maria Antonia da Costa Lobo, Tatiana Alves recebeu o primeiro lugar por Sob a Bênção da Lua. André Kondo obteve o segundo lugar com O Silêncio de Kazuki e José Alexandro de Araújo Nascimento o terceiro com O Coelho da Colina. Também foram concedidas Menções Honrosas a Liniane Haag Brum, Thoshio Katsurayama e Henriette Effenberger. 

A jovem escritora Isabela Daher Marques recebeu Menção Especial na categoria Infantojuvenil (12 a 18 anos) – Poesia, contemplada pelo Prêmio Cecília Meireles, com o livro Faces de Mim. 

Na categoria Poesia, associada ao Prêmio Marcus Vinicius Quiroga, André Kondo conquistou mais uma distinção, desta vez o primeiro lugar, com Cantigas de Ninar Pedras. Marcelo Mourão ficou em segundo lugar com Union, e Reneu do Amaral Berni em terceiro com Haicais Sazonais Brasileiros Ilustrados. Ascensión Chanqués recebeu Menção Especial, enquanto Júlio Polidoro e Eliana Zandonade foram agraciados com Menções Honrosas. 

O Prêmio Júlia Lopes de Almeida, dedicado ao Romance, consagrou Bebel Ritzmann com a obra A Vida em Ponto Cruz Contado. Otacílio Monteiro conquistou o segundo lugar com Pau Para Toda Obra, seguido de Simone Athayde, terceira colocada por O Chão Sobre as Águas. Renato Moura recebeu Menção Especial, e Paulo Azevedo, Geny Teodoro de Assis e Cris Dakinis foram reconhecidos com Menções Honrosas. 

Na categoria Trova, correspondente ao Prêmio Luiz Otávio, foi concedida Menção Especial a Abílio Kac pela obra Trovamando Lírica e Filosoficamente. Impossibilitado de comparecer, o escritor foi representado na cerimônia pela acadêmica Nina Fernandes, convidada especialmente para receber a homenagem em seu nome.

Um dos momentos mais emocionantes da tarde foi a homenagem In Memoriam à poeta Thereza Christina Rocque da Motta, autora de O Jardim de Jacintos de Madame Sosostris. A lembrança de sua trajetória literária foi recebida com respeito e aplausos, reafirmando a importância da preservação da memória daqueles que dedicaram suas vidas às letras.


Ao final da solenidade, ficou evidente que a literatura continua sendo um espaço de encontro entre diferentes culturas, gerações e olhares. Os livros premiados demonstraram a riqueza temática da produção contemporânea, conduzindo os presentes por paisagens brasileiras e japonesas, reflexões sociais urgentes, universos poéticos, narrativas infantis imaginativas e romances profundamente humanos. 

Eventos como este ultrapassam o significado de uma simples cerimônia de entrega de prêmios. São, sobretudo, espaços de legitimação da produção literária, de encontro entre gerações de escritores, de fortalecimento da cultura e de preservação da memória intelectual brasileira. Ao reunir autores, acadêmicos, críticos, jurados e representantes das mais diversas instituições culturais, o Concurso Internacional de Literatura da UBE-RJ reafirma sua importância como uma das mais significativas iniciativas de valorização da escrita e do pensamento em língua portuguesa. 

O êxito desta edição refletiu também o trabalho criterioso de sua coordenadora e organizadora, a Professora Isis Proença, cuja reconhecida competência, sensibilidade cultural e dedicação permitiram a realização de uma solenidade marcada pela excelência. Com habilidade singular na condução dos preparativos e na articulação de cada etapa do evento, Isis Proença reuniu um seleto grupo de personalidades das letras e da cultura, escolhidas com rigor e elevado senso institucional, contribuindo para que a programação transcorresse de forma harmoniosa, elegante e plenamente exitosa. 

Em uma tarde dedicada à celebração da literatura, a Academia Brasileira de Letras transformou-se em um verdadeiro palco de reconhecimento, onde o talento encontrou acolhida, a cultura encontrou voz e os livros encontraram seus merecidos protagonistas. Ao final da cerimônia, permaneceu entre todos os presentes a certeza de que investir na literatura é investir na formação humana, na preservação da identidade cultural e na construção de um futuro mais sensível, crítico e consciente. 

Assim, a UBE-RJ cumpre, mais uma vez, sua missão de estimular, difundir e honrar a produção literária, mantendo viva a chama da criação artística e fortalecendo os laços que unem escritores e leitores em torno da palavra. E, como tão bem expressou o espírito desta celebração, que a escrita continue sendo, para todos nós, o chão sobre as águas.

Créditos das fotos: Marcos Alves

© Alberto Araújo

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VIA-LÁCTEA – OLAVO BILAC - DECLAMAÇÃO: SITE MUNDO DOS POEMAS



 

Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las, muita vez desperto

E abro as janelas, pálido de espanto...

 

 E conversamos toda a noite, enquanto

A via-láctea, como um pálio aberto,

Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,

Inda as procuro pelo céu deserto.

 

Direis agora: “Tresloucado amigo!

Que conversas com elas? Que sentido

Tem o que dizem, quando estão contigo?”

 

E eu vos direi: “Amai para entendê-las!

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas.

 

                                                     (Poesias, Via Láctea, 1888.)




 

O DESPERTAR DA VARANDA: A PRIMAVERA QUE CHEGA AO TERCEIRO ANDAR - CRÔNICA © ALBERTO ARAÚJO

 

Há na arquitetura do tempo certas fronteiras invisíveis que nos interpelam sobre a efemeridade e a insistência do ser. O equinócio não é mera cifra astronômica ou dado de calendário; é o exato ponto de inflexão em que o cosmos redimensiona a luz e a sombra, suspendendo o mundo por um breve instante de balanço ontológico. Hoje, dia 22 de setembro, às 21h05min, a estação mais colorida do ano cruza oficialmente esse limiar temporal. Mas aqui do alto do meu terceiro andar em Icaraí, a promessa da primavera recusa a subordinação ao relógio. Ela se antecipa como uma intuição metafísica, anunciando-se na consistência morna do ar, na modulação oblíqua da luz sobre a alvenaria e, sobretudo, nessa persistência irredutível da physis que teima em brotar, desafiando a lógica estéril do asfalto e do concreto.

 

Mirando a rua lá embaixo, a perspectiva se transfigura em cartografia urbana e existencial. Icaraí pulsa com seu ritmo sincopado, uma sinfonia metropolitana embalada pelo trânsito da Ary Parreiras e da Avenida Alberto Francisco Torres, pontuada pelo murmúrio atemporal das ondas que lambem a orla. Contudo, contemplada desta altura intermediária, a calçada redime-se em poesia. Os ipês e as amendoeiras que estruturam o relevo do bairro ensaiam uma coreografia silenciosa, preparando suas copas para a eclosão cromática que converterá o cinismo do cinza em texturas impressionistas de amarelo, roxo e rosa.

 

A primavera que se instaura nesta noite transcende o fito puramente estacional; constitui-se como um imperativo categórico à alegria. Se o inverno atua como força centrípeta, encolhendo os corpos, amortecendo os passos e sepultando os sorrisos sob a rigidez dos casacos e o sopro gélido do oceano, a primavera opera como abertura irrestrita. Foi esse chamamento que me compeliu a escancarei a varanda. Deixei que a brisa vespertina invadisse o espaço trazendo consigo o hibridismo olfativo da terra úmida e da maresia visceral de Niterói.

 

Olhando para o jardim da Shirley na varanda, contemplo o milagre cotidiano em sua manifestação mais sincera. Ali, o vaso de primavera, a bougainville que parecia adormecida em seu silêncio invernal, ostenta agora suas primeiras brácteas vibrantes, quais estandartes coloridos a saudar a festa iminente. A natureza desconhece a pressa, mas jamais abdica de seu desígnio. Ela nos legado a mais bela lição filosófica: por mais rigoroso, austero e aparentemente infindável que tenha sido o inverno, seja ele climático ou existencial, subsiste em nós uma força interior irredutível que nos impele inexoravelmente ao recomeço.

 

Festejar a primavera a partir do terceiro andar é exercitar uma fenomenologia da esperança. É reconhecer que, mesmo sob o império da técnica, dos prédios espelhados e da urgência contemporânea, a beleza nos intercepta à revelia. Basta o refinamento do olhar para flagrar a renovação nos interstícios do real: no sobressalto límpido do canto dos bem-te-vis ao alvorecer, na cadência cromática das vestes de quem caminha apressado no plano térreo, na respiração que subitamente se desata e se faz leve.

 

Quando o relógio marcar 21h05min e o equinócio se consumar no zênite, farei um brinde silencioso ao alto, ao asfalto e a este mirante particular. Que venha a estação das flores, da dilatação dos dias, da porosidade dos afetos e da alegria irrefreável. O concreto ao redor impõe sua dureza, mas a vida,  ah, a vida, persiste em sua insubstituível teimosia de florir.

 

© Alberto Araújo

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CONVENÇÃO INTERNACIONAL DO ROTARY - BARCELONA - ESPANHA 26-30 DE JUNHO DE 2027


Sempre acreditei que as ideias mais poderosas do Rotary começam com uma conversa.

Na Convenção Internacional do Rotary de 2027, em Barcelona, teremos a oportunidade de aprender uns com os outros, fortalecer amizades e descobrir novas maneiras de Criar um Impacto Duradouro em nossas comunidades.”
— Yinka Babalola, Presidente do Rotary International em 2026-27

E já começamos com uma marca impressionante: entre 17 e 21 de setembro, chegamos a 19.646 inscrições!

Parabéns a todos que contribuíram para esse resultado. Agora é hora de manter o ritmo, porque as inscrições continuam abertas! 🌍💙💛

Esperamos que você se junte a milhares de associados do Rotary de todo o mundo para viver essa experiência inesquecível.

✈️ #Rotary27
📍 Barcelona, Espanha
📅 26 a 30 de junho de 2027
🔗 https://on.rotary.org/4zuMUQ7

Barcelona já começou. Nos vemos lá!

 


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

RESENHA DO INFORMATIVO - EDIÇÃO DE JULHO DE 2026 ROTARY ICARAÍ – PRESIDENTE FELIPE CAMPOS DE CARVALHO

O informativo nº 01 edição de julho de 2026 apresenta um panorama abrangente das atividades, valores e ações que marcaram o início de mais um ano rotário no Rotary Club de Niterói Icaraí. A publicação reúne reflexões inspiradoras, informações sobre a liderança rotária internacional, registros de eventos significativos do clube e relevantes ações comunitárias desenvolvidas ao longo do mês. 

A matéria de destaque aborda o mês de julho, dedicado à Saúde Materno-Infantil, uma das áreas prioritárias de atuação do Rotary em todo o mundo. O texto relembra uma história ocorrida na Nigéria, na qual o treinamento e a capacitação de agentes comunitários de saúde foram decisivos para salvar a vida de uma mãe e de seus filhos durante um parto de risco. O relato reforça a importância da preparação, do fortalecimento dos sistemas de saúde e da atuação preventiva como instrumentos capazes de transformar realidades e proteger vidas. A mensagem destaca o compromisso humanitário do Rotary e sua capacidade de promover mudanças sustentáveis nas comunidades mais vulneráveis. 

Outro tema de grande relevância nesta edição é a apresentação de Olayinka Hakeem Babalola, presidente do Rotary International para o período 2026-2027. A matéria traça um perfil de sua trajetória profissional e rotária, destacando sua experiência na área de engenharia, sua atuação empresarial e sua longa caminhada dentro da organização, iniciada ainda no Rotaract. O texto evidencia sua liderança e seu histórico de dedicação ao ideal rotário, ressaltando também o significado de ser o segundo africano a assumir a presidência da entidade internacional. 

O informativo dedica amplo espaço à cerimônia de posse do novo Conselho Diretor do Rotary Club de Niterói Icaraí. Em ambiente marcado pela confraternização e pelo espírito de renovação, foi realizada a transmissão do cargo de presidente de Carlos Alberto de Paula Chagas para Felipe Campos Carvalho, que passa a conduzir os trabalhos do clube no ano rotário 2026-2027. A matéria registra os momentos solenes da cerimônia, os agradecimentos prestados à gestão anterior e a apresentação dos integrantes do novo Conselho Diretor, responsáveis por conduzir as diversas áreas de atuação do clube. 

A publicação também destaca as reuniões realizadas ao longo do mês. Merece especial atenção o encontro voltado ao planejamento participativo para o novo ano rotário, oportunidade em que os associados contribuíram com ideias, sugestões de projetos e propostas de fortalecimento do quadro associativo e das ações comunitárias. Entre os temas discutidos estiveram iniciativas de capacitação profissional em parceria com a Casa da Amizade e o resgate de atividades voltadas à integração e ao conhecimento mútuo entre os companheiros. 

Uma seção bastante interessante apresenta curiosidades sobre a história do Rotary. O texto relembra a origem da organização em Chicago, em 1905, explica como surgiu o nome “Rotary” e destaca personagens importantes dos primeiros anos da instituição. A matéria demonstra como uma iniciativa fundada na amizade entre profissionais evoluiu para uma das maiores redes de prestação de serviços comunitários do mundo. 

O boletim registra ainda a participação do clube em eventos promovidos por clubes coirmãos da cidade, reforçando os laços de companheirismo e integração existentes no movimento rotário local. As visitas às solenidades do Rotary Club de Niterói e do Rotary Club de Niterói Novos Tempos evidenciam a importância da união entre os clubes na construção de projetos e objetivos comuns.

Em um momento de emoção e homenagem, a edição presta tributo à companheira Jonice Vitola da Hora Macedo, destacando sua dedicação ao Rotary e o legado deixado junto à comunidade rotária. A manifestação de pesar demonstra o espírito de solidariedade e fraternidade que caracteriza a organização. 

As atividades da Casa da Amizade também recebem destaque especial. A tradicional Tarde de Prêmios reuniu amigos e convidados em um ambiente de alegria e confraternização, fortalecendo vínculos entre os participantes. Já a grande ação social realizada em 25 de julho demonstrou o compromisso da instituição com a comunidade, contabilizando 592 atendimentos e mobilizando diversos parceiros em ações de acolhimento e cidadania.

Encerrando a edição, o informativo reforça a importância da amizade como um dos pilares do movimento rotário e relembra as sete Áreas de Enfoque do Rotary, que orientam os projetos humanitários desenvolvidos em todo o mundo. O conjunto das matérias retrata uma organização comprometida com o serviço, a solidariedade, a formação de lideranças e a construção de comunidades mais fortes e acolhedoras. Trata-se de uma edição que celebra realizações, homenageia pessoas inspiradoras e renova o compromisso de todos os associados com o lema de servir para transformar vidas. 

© Alberto Araújo

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