quarta-feira, 11 de março de 2026

ELOS CLUBE DE SANTOS QUE ESSE ANO CELEBRA 67 ANOS PARTICIPA DE HOMENAGEM ÀS MULHERES EM SESSÃO CULTURAL


No dia 9 de março, em Santos, realizou-se uma celebração que uniu tradição, cultura e reconhecimento. O evento, promovido pelas Lojas Maçônicas A.R.L.S. Gênesis XXV nº 2823, A.R.L.S. Luz do Milênio nº 3495, A.R.L.S. São João nº 4152 e A.R.L.S. Pedra Angular nº 4061, teve como propósito homenagear o Dia Internacional da Mulher e destacar o papel transformador da presença feminina na sociedade. 

Um dos momentos mais emocionantes ocorreu quando se perguntou se havia elistas entre os convidados. Diversas mãos se levantaram, revelando a força e a representatividade da família elista. A cena simbolizou a continuidade de um legado que atravessa gerações e que permanece vivo na valorização da cultura e da fraternidade. Neste ano, o Elos Clube de Santos – Célula Matter celebra 67 anos de existência, reafirmando sua relevância histórica e cultural. 

A noite foi marcada por homenagens a mulheres que se destacam em diferentes áreas, reafirmando o protagonismo feminino na construção de uma sociedade mais justa e solidária. Entre as homenageadas: 

Audrey Kleys, Vice-Prefeita de Santos e Secretária de Educação, que proferiu palestra inspiradora sobre liderança, participação feminina e o papel da educação na transformação social.

Maria de Fátima Pereira Alves, presidente do GAP do Centro Cultural Português de Santos, celebrada como símbolo da dedicação das mulheres da comunidade luso-brasileira. 

Dra. Camila Souza Rodrigues Freire Ribeiro, médica dermatologista, reconhecida por sua atuação na área da saúde.

Maria Ana Fonseca, gerente geral Brasil da ONE, destacada por sua liderança empresarial. 

Lucy Nascimento Gouveia, representante da Confraria Feminina da Loja Gênesis XXV, lembrada por sua contribuição comunitária. 

Melissa Figueira Caetano, presidente do Elos Clube de Santos, que reforçou em seu discurso a importância da gratidão e da valorização da presença feminina na construção de uma sociedade fraterna.

Essas homenagens simbolizaram não apenas conquistas individuais, mas também o esforço coletivo de tantas mulheres que, com sensibilidade e determinação, contribuem diariamente para o desenvolvimento da sociedade. 

O evento foi também um espaço de reflexão sobre os desafios que ainda se impõem à valorização da cultura e ao reconhecimento das mulheres em diferentes esferas. A celebração destacou que reconhecer o papel feminino é fortalecer os pilares de uma sociedade mais humana e solidária.

Entre os destaques, a homenagem à Sra. Maria de Fátima, presidente do GAP do Centro Cultural Português de Santos, trouxe à tona o papel fundamental das mulheres na preservação da identidade cultural da comunidade luso-brasileira. Sua trajetória foi celebrada como símbolo do esforço coletivo que, ao longo dos anos, fortaleceu os laços históricos e culturais entre Brasil e Portugal.

Além da dimensão institucional, o encontro foi permeado por agradecimentos pessoais e emocionais. A oradora destacou a importância da fé e da família como pilares de sua caminhada, mencionando o apoio constante do marido, da família de origem e da família adquirida por meio dos sogros, sempre presentes em sua trajetória. O reconhecimento se estendeu à família elista, cuja confiança e presença contínua fortalecem o trabalho do Elos Clube de Santos. 

O tom da noite foi de união e esperança. A mensagem final, carregada de convicção, reafirmou que juntos, como comunidade, todos são mais fortes. A celebração do Dia Internacional da Mulher transcendeu o caráter festivo e tornou-se um marco cultural e histórico, reafirmando o compromisso das Lojas Maçônicas e do Elos Clube de Santos com a valorização da mulher, da cultura e da tradição luso-brasileira.

 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional


 















O SEQUENCIAL A SEGUIR
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LITERATURA EM FESTA: 95 ANOS DE IVAN CAVALCANTE PROENÇA - FOCUS PORTAL CULTURAL

No dia 17 de março de 2026, às 18h, o Capitu Café, em Cosme Velho, será palco de uma celebração literária única e memorável. O encontro marca os 95 anos de vida do professor Ivan C. Proença, literato incontornável da crítica e do ensaio literário brasileiro, e também os 54 anos da OLIP – Oficina Literária Ivan Proença, instituição que se consolidou como espaço de reflexão, formação e resistência cultural. Mais do que uma festa, trata-se de um tributo à trajetória de um intelectual que dedicou sua existência à literatura, à educação e ao pensamento crítico, sempre com a coragem de questionar e a generosidade de compartilhar saberes. 

Na ocasião, o professor lançará seu mais recente livro, “O que é, e o que não é Literatura”, obra que promete instigar debates e iluminar caminhos para todos aqueles que se interessam pela arte da palavra. Com sua escrita firme e ao mesmo tempo acolhedora, Ivan Proença revisita conceitos, desfaz equívocos e reafirma a importância da literatura como prática de liberdade e consciência. 

O evento também contará com o lançamento de obras de alunos da OLIP, reafirmando o caráter coletivo e formador da oficina que, ao longo de mais de cinco décadas, tem sido espaço de criação, diálogo e incentivo à produção literária. Essa multiplicidade de vozes mostra como a literatura se renova e se expande em diferentes estilos e perspectivas, sempre comprometida com a beleza e a verdade.

Celebrar Ivan Proença e seus alunos é reconhecer o valor de quem, ao longo de décadas, construiu pontes entre leitores, escritores e pensadores. É também brindar à vitalidade da literatura brasileira, que se mantém viva graças a mestres e criadores que inspiram novas gerações. 

Local: Capitu Café – Rua Cosme Velho, 174, Rio de Janeiro

Data: 17 de março de 2026

Horário: 18h


© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





ANA CLARA: ENTRE RIOS, ESTRELAS E O CANTO DOS ANIMAIS - CRÔNICA DE ALBERTO ARAÚJO

 

Há dias em que o universo parece suspender o tempo para celebrar uma vida. O 11 de março é um desses dias, porque nele nasceu Ana Clara não apenas uma criança, mas um sopro de luz que transformou nossa família. Sua chegada foi como o amanhecer depois de uma longa noite: trouxe esperança, trouxe alegria, trouxe a certeza de que o mundo seria mais bonito a partir dali.

Ana Clara não nasceu apenas para existir; nasceu para encantar. Desde o primeiro olhar, seus olhos refletiam a promessa de uma alma inquieta e generosa. Seu sorriso era como um clarão que dissolvia qualquer sombra, e sua presença, mesmo pequenina, já carregava a força de quem veio para deixar marcas profundas. 

Celebrar seu aniversário é celebrar também o milagre da vida que se renova. É recordar que, naquele instante, uma borboleta começou a bater asas, anunciando que sua trajetória seria feita de cores, de movimento e de transformação. Ana Clara é mais do que uma sobrinha: é um presente que o tempo nos deu, uma estrela que insiste em brilhar mesmo quando o céu se cobre de nuvens. 

Recordo-me de sua infância como quem revisita um álbum de memórias. Os olhos curiosos, sempre atentos ao movimento da vida; o sorriso, capaz de dissolver qualquer sombra; e a energia inquieta, que fazia dela uma exploradora incansável dos quintais, das ruas, dos mistérios da natureza. Ana Clara nunca foi apenas uma criança: era já uma promessa de futuro, uma centelha de ternura que se anunciava. 

Quando parti para o sul, ela tinha apenas quatro anos. A distância física não apagou o vínculo, mas tornou-o feito de lembranças e saudades. Mesmo de longe, acompanhava seu crescimento, suas conquistas escolares, sua paixão pelos animais. Era como observar uma estrela que, mesmo distante, continua a brilhar intensamente no céu da memória. 

Ana Clara sempre teve uma relação visceral com os animais. Não era apenas carinho: era empatia, era escuta silenciosa, era compreensão profunda de que cada vida, por menor que fosse, merecia respeito. Quantas vezes a vimos resgatar um pássaro ferido, acolher um cão abandonado, brincar com os gatos da família como se fossem irmãos? Essa sensibilidade não era um traço passageiro da infância, mas a essência de sua alma.

Por isso, quando escolheu a Medicina Veterinária, ninguém se surpreendeu. Era como se o destino apenas confirmasse aquilo que já estava escrito em sua história: transformar compaixão em profissão, ternura em ciência, amor em prática cotidiana. Ana Clara não se tornou veterinária por acaso; tornou-se porque sua vida inteira foi um ensaio para esse papel.

Hoje, em Luzilândia, cidade banhada pelo Rio Parnaíba, Ana Clara ergue sua bandeira de cuidado. O Velho Monge, com suas águas serenas, parece refletir sua própria trajetória: firme, constante, mas sempre delicada. Ali, entre o canto dos pássaros e o murmúrio das águas, ela exercerá sua missão com a mesma ternura que a acompanhou desde menina. 

Sua formatura, celebrada em Teresina no dia 06 de fevereiro de 2026, foi mais do que uma cerimônia acadêmica. Foi um rito de passagem, uma consagração de valores. O Sunset 86 tornou-se palco de uma noite memorável, onde familiares e amigos testemunharam não apenas a entrega de um diploma, mas a revelação de uma essência. Ana Clara não recebia apenas um título; recebia o reconhecimento de uma vocação que sempre esteve presente. 

A presença da mãe, Adélia Araújo, do pai, Fábio, da avó Edvani e amigos foram símbolo da força que sustenta cada conquista. Cada olhar naquela noite refletia orgulho, esperança e gratidão. Era como se todos soubessem que Ana Clara não estava apenas concluindo um ciclo, mas inaugurando uma nova etapa de sua vida. 

E que etapa! Ser veterinária, para Ana Clara, não é apenas aplicar diagnósticos ou prescrever tratamentos. É ser ponte entre mundos, é traduzir o silêncio dos animais em linguagem humana, é transformar dor em cuidado. Cada gesto seu carrega a delicadeza de quem sabe que a vida pulsa em múltiplas formas e que todas merecem respeito. 

Sua trajetória é também cultural. Em tempos em que a pressa e a tecnologia afastam o homem da natureza, Ana Clara nos lembra da importância de reconectar-se ao essencial. Ela nos ensina que os animais não são apenas objetos de estudo, mas companheiros de existência. Sua escolha profissional é um ato de resistência contra a indiferença, um chamado para que todos nós aprendamos a olhar o mundo com mais ternura. 

Ao receber o título de Dra. Ana Clara, ela não apenas concluiu um ciclo acadêmico. Inaugurou uma etapa em que sua essência se tornará prática diária. Cada animal que cruzar seu caminho encontrará não apenas uma veterinária competente, mas uma mulher que carrega em si a capacidade de transformar fragilidade em força, silêncio em escuta, dor em cuidado. 

Ana Clara é como um rio que segue seu curso, mesmo diante das pedras. É como uma estrela que insiste em brilhar, mesmo quando o céu se cobre de nuvens. É como uma borboleta que, ao voar, nos lembra da beleza da transformação. Sua vida é metáfora e poesia, ciência e ternura, disciplina e amor.

Hoje, ao celebrarmos seu aniversário, celebramos também sua trajetória. Ana Clara não é apenas nossa sobrinha: é inspiração, é exemplo, é presença luminosa. Que sua jornada continue sendo iluminada pela luz da sua paixão e que sua vida seja tão bela quanto a sinfonia que emana das águas do Velho Monge. Ao lado dela, a mãe Adélia, a tia Sônia Lima, o pai Fábio, a avó Idvani e todos os tios e sobrinhos, todos tiveram uma  parcela de apoio e carinho ao longo de sua vida, todos compuseram um mosaico de afetos. 

Que cada 11 de março seja lembrado não apenas como o dia em que nasceu, mas como o marco de uma existência que transforma o mundo ao seu redor. Ana Clara é mais do que uma profissional recém-formada. É uma voz que ecoa valores de ternura e dedicação, uma essência que se tornou profissão, uma estrela que ilumina o céu da nossa família. 

© Alberto Araújo

11 de março de 2026


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FELIZ ANIVERSÁRIO, ANA CLARA!

Hoje, 11 de março, celebramos não apenas o aniversário de Ana Clara, mas a beleza de uma trajetória que nos inspira. Desde pequena, ela trouxe luz e esperança à nossa família, com olhos curiosos e um sorriso que iluminava qualquer ambiente. 

Hoje, formada em Medicina Veterinária, Ana Clara mostra que sua essência sempre foi cuidar, proteger e transformar amor em missão. Cada animal que cruza seu caminho encontra não apenas uma profissional dedicada, mas uma alma generosa que traduz silêncio em escuta e fragilidade em força. 

Ana Clara é estrela, é rio, é borboleta. Uma presença que nos lembra de que a vida é feita de ternura e coragem. Que este aniversário seja mais um marco de conquistas e sonhos realizados. Parabéns, Dra. Ana Clara, orgulho da família e inspiração para todos nós. Seus tios:

© Alberto Araújo & Shirley

11 de março de 2026  




terça-feira, 10 de março de 2026

LUZILÂNDIA – 136 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA RAÍZES E MEMÓRIAS - CRÔNICA DE © ALBERTO ARAÚJO

Há cidades que nascem do chão e do suor, mas crescem também dentro de nós, como raízes invisíveis que nos prendem à memória e ao afeto. Luzilândia, minha terra natal, é uma dessas cidades que não se limita ao mapa: ela se estende no coração de cada filho e filha que carrega consigo o orgulho de dizer “sou luzilandense”. Hoje, 10 de março de 2026 ao celebrar seus 136 anos de emancipação política sinto que não é apenas a história de uma cidade que se festeja, mas a história de um povo que aprendeu a transformar simplicidade em grandeza e tradição em esperança. 

Lembro-me das manhãs em que o sol do Piauí se derramava sobre as ruas, iluminando o casario antigo e os passos apressados de quem seguia para o trabalho ou para a feira. O cheiro de café fresco misturado ao da terra molhada pelas chuvas de verão compunha uma sinfonia de pertencimento. Cada esquina guardava uma história, cada praça era palco de encontros, cada sorriso era convite para permanecer. Luzilândia sempre foi mais que cenário: foi personagem principal na vida de todos nós. 

Ao longo de seus 136 anos, a cidade viu gerações nascerem, crescerem e partirem, mas nunca deixou de ser porto seguro. Quem sai leva consigo a lembrança dos festejos, das procissões, das conversas à sombra das árvores, e quem fica sustenta com dignidade o cotidiano que mantém viva a chama da comunidade. É como se cada morador fosse guardião de um pedaço da alma coletiva, irmãos de coração unidos pelo mesmo chão. 

Celebrar Luzilândia é também reconhecer sua coragem. Não foram poucas as dificuldades enfrentadas: a seca que teima em castigar, os desafios da modernidade que chegam devagar, as mudanças que exigem adaptação. Mas a cidade resiste. Resiste porque sua força não está apenas nas estruturas, mas nas pessoas. O povo luzilandense é feito de fibra, de fé e de uma alegria que não se deixa abater. É essa energia que faz da cidade um lugar onde o tempo não apaga a esperança.

Hoje, ao completar 136 anos, Luzilândia se veste de festa. Imagino como outrora sempre vivenciamos as ruas enfeitadas, os reencontros, os abraços apertados, os discursos que ecoam gratidão e orgulho. Mas mais que isso, imagino o silêncio das memórias: o olhar de quem lembra dos que vieram antes, dos que construíram com mãos calejadas e sonhos persistentes a base sobre a qual caminhamos. Cada tijolo, cada árvore, cada canto da cidade é testemunha de uma história que não se mede em datas, mas em afetos. 

E eu, filho dessa terra, mesmo distante, celebro junto. Porque ser luzilandense é carregar uma marca indelével: é saber que há um lugar no mundo onde sempre haverá espaço para o retorno, para o descanso, para o reencontro. É sentir que, ao dizer “minha cidade natal”, não se fala apenas de geografia, mas de identidade. Luzilândia é parte de mim, e eu sou parte dela.

Que este aniversário seja mais que uma comemoração: seja um convite para renovar os laços, para fortalecer a união, para projetar o futuro sem esquecer o passado. Que cada morador, cada irmão de coração, sinta-se protagonista dessa história que continua a ser escrita. Que a cidade siga crescendo sem perder sua essência, sem deixar de ser o lugar onde a simplicidade é riqueza e onde o afeto é patrimônio. 

Parabéns, Luzilândia, pelos seus 136 anos. Parabéns a cada luzilandense que, com sua vida, dá sentido a essa celebração. Que o futuro seja generoso, que o presente seja vivido com intensidade e que o passado continue a nos inspirar. Hoje, mais do que nunca, reafirmo: Luzilândia não é apenas minha origem, é meu destino de afeto. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


 












SOLENIDADE DE FUNDAÇÃO OFICIAL E POSSE DA DIRETORIA DO NÚCLEO DA REDE SEM FRONTEIRAS EM NITERÓI

Ana Maria Tourinho - Vice-presidente
Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras
Momento em que profere o discurso
de Fundação do Núcleo-Niterói

Na noite de 9 de março de 2026, a cidade de Niterói viveu um momento histórico com a fundação oficial e posse da diretoria do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói. A cerimônia, realizada na Câmara Municipal, reuniu autoridades, representantes culturais e membros da comunidade, consolidando a cidade como parte integrante da rede global que promove a língua portuguesa e a diversidade cultural. 

Irma Lasmar - Cerimonialista

Pontualmente às 19h, a cerimonialista Irma Lasmar Sirieiro deu início à sessão solene, convidando personalidades para compor a mesa presidencial. Matilde Slaibi Conti – presidente; Ana Maria Tourinho – Vice-presidente Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras; Márcia Pessanha, governadora do Distrito 8 do Elos Internacional; Jocelin Marry Nery, presidente do Elos Clube de Niterói; e Nagib Slaibi Filho, diretor jurídico do Elos Internacional.

A presidente referência cultural Matilde Slaibi Conti, que emocionou os presentes ao destacar a importância da cultura como elo de união entre povos e como patrimônio vivo da cidade. 

Em seu discurso, recordou as palavras do Apóstolo Paulo em 1 Coríntios 13: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine... O amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” Para Matilde, é justamente o amor, pela cultura, pela língua portuguesa e pela amizade entre os povos, que sustenta e guia a Rede Sem Fronteiras. 

A vice-presidente mundial cultural da RSF, Ana Maria Tourinho, declarou oficialmente a fundação do núcleo, representando a presidente mundial Dyandreia Portugal. A ata de fundação foi lida e aprovada, registrando Matilde Slaibi Conti como presidente do Núcleo Cultural Regional Niterói. A cerimônia incluiu o juramento dos membros da diretoria e a entrega de honrarias, simbolizando não apenas a posse, mas também a responsabilidade coletiva de levar adiante o projeto. 

Em suas palavras, Ana Maria destacou: “É com imensa honra e alegria que assumo a condução desta solenidade que marca a fundação do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói. Represento aqui nossa presidente mundial, Dyandreia Portugal, e trago de Lisboa o afeto e a força de uma rede que nasceu para unir talentos e vozes além das fronteiras geográficas. A Rede Sem Fronteiras é, antes de tudo, um sonho coletivo. Um sonho que se materializa hoje nesta cidade sorriso, que sempre se destacou pela sua vocação cultural e pela sua capacidade de acolher.” 


A presidente mundial da RSF, Dyandreia Portugal, enviou mensagem em vídeo, destacando a relevância da criação do núcleo e felicitando Matilde e sua equipe. Em suas palavras: “A cultura é o nosso idioma comum, e a língua portuguesa é o fio que nos une em uma tapeçaria de histórias, memórias e esperanças. Ao fundarmos este núcleo, reafirmamos que a Rede Sem Fronteiras não conhece barreiras: ela atravessa oceanos, conecta continentes e floresce em cada coração que acredita na força da arte e da literatura como instrumentos de transformação.” 

Dyandreia ressaltou ainda a confiança na liderança de Matilde: “Sua trajetória é marcada pela dedicação, pela amizade e pela coragem de sonhar alto. Hoje, ao assumir a presidência do Núcleo Cultural Regional Niterói, você não apenas honra a nossa instituição, mas também inspira todos nós a acreditar que a cultura é capaz de iluminar caminhos e aproximar povos.” 

Matilde Carone Slaibi Conti, que assume o cargo de Presidente do Núcleo. Ao lado dela, uma diretoria comprometida e diversa foi formada para garantir a gestão eficiente e participativa da instituição: 

Presidente: Matilde Carone Slaibi Conti

1ª Vice-Presidente: Nagib Slaibi Filho

2ª Vice-Presidente: Karin Rangel

1ª Diretora Financeira: Marli Marinho

2ª Diretora Financeira: Ana Paula Aguiar

Diretora Institucional: Sabrina Campos da Cunha

Secretária: Jocelin Marry Viana Nery

Diretora Cultural e de Eventos: Ângela Maria Riccomi de Paula

Conselho Fiscal: Maria da Conceição Panait, Luciane Queiroz e Maria Otília Marques Camillo

Diretor de Marketing: Rubens Carrilho Fernandes 

Cada nome representa não apenas uma função administrativa, mas também um compromisso pessoal com a missão da Rede Sem Fronteiras. A diversidade de experiências e trajetórias reunidas nesta diretoria é um reflexo da pluralidade que caracteriza a instituição e que será a base para o desenvolvimento de projetos culturais e sociais em Niterói.

Do ponto de vista analítico, o evento pode ser compreendido em três dimensões: 

Histórica: reafirma a trajetória da Rede Sem Fronteiras, que desde 2013 se dedica à valorização da cultura e da língua portuguesa, fortalecendo o papel de Niterói como referência cultural no Brasil.

Social: promove a união de diferentes gerações e perfis, criando um espaço de convivência e reconhecimento mútuo, onde a cultura é celebrada como patrimônio coletivo. 

Internacional: insere Niterói em uma rede global de intercâmbio cultural, ampliando sua projeção e relevância no cenário da lusofonia. 

TRAJETÓRIA DA REDE SEM FRONTEIRAS

Origem: Fundada em 2013 como Jornal Sem Fronteiras, evoluiu para se tornar uma organização cultural internacional. 

Sede: Lisboa, Portugal, com presença em mais de 30 países. 

Missão: Promover a língua portuguesa como instrumento de união, valorizar a diversidade cultural dos povos lusófonos e criar oportunidades para escritores, artistas e criadores. 

Atuação: A RSF organiza eventos, publicações e intercâmbios culturais, costurando o tecido invisível da lusofonia com literatura, arte e humanidade.

IMPACTO CULTURAL EM NITERÓI 

A solenidade de 9 de março de 2026 insere Niterói em uma narrativa maior: 

Histórico: A cidade passa a ser parte da rede internacional de cultura lusófona, reforçando sua vocação como “cidade sorriso” e polo cultural do estado. 

Social: A Rede Sem Fronteiras cria um espaço de convivência e reconhecimento mútuo, fortalecendo laços comunitários e intergeracionais.

Internacional: Niterói ganha projeção global ao integrar-se a uma rede que conecta artistas e intelectuais de diferentes países, ampliando sua relevância cultural. 

A noite de 9 de março de 2026 não foi apenas uma celebração local, mas um marco que conecta Niterói ao mundo. A Rede Sem Fronteiras, ao inaugurar seu núcleo sob a presidência de Matilde Slaibi Conti, reafirma que a cultura lusófona é um patrimônio vivo, capaz de atravessar fronteiras e unir povos. 

Mais do que uma cerimônia, foi a celebração de um sonho coletivo, que une vozes e talentos em torno da arte, da literatura e da amizade. O impacto desse encontro transcende os limites da cidade, projetando Niterói como protagonista de uma narrativa cultural que valoriza a diversidade, a memória e a esperança de um futuro mais unido e plural. 

CRÉDITOS DAS FOTOS:

Alberto Araújo

Aldo da Silva Pessanha

Euderson Kang Tourinho

Sergio Gomes – ASCOMCMN

Ensaio jornalístico e cultural

© Alberto Araújo – Focus Portal Cultural


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Ana Maria Tourinho disse: É com grande alegria que parabenizo a diretoria da RSF Núcleo Niterói, especialmente a Drª Matilde Slaibi Conti, nossa presidente, pela realização de uma cerimônia de posse verdadeiramente memorável na Câmara Municipal. O evento refletiu o empenho e a dedicação de todos os envolvidos, e é inspirador ver a união e o comprometimento deste Núcleo.  Um agradecimento especial ao jornalista Alberto Araújo, que divulgou e agora publica uma bela matéria com registros fotográficos de momentos históricos. Alberto, muito obrigada! Seu apoio e divulgação foram fundamentais para o sucesso do evento. Aproveito para deixar um convite a todos para se juntarem às próximas ações do núcleo, lembrando sempre que, juntos, somos mais fortes e podemos alcançar ainda mais conquistas. Vamos continuar construindo um futuro promissor para o RSF-Núcleo-Niterói!

Parabéns! Ana Maria Tourinho.


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PARA MARIA TOURINHO

Agradecimento pela mensagem e reconhecimento

CE Ana Maria Tourinho, Muito obrigado pela parte que me toca. Fico honrado com suas palavras e feliz em poder contribuir para dar visibilidade a um evento tão significativo para o RSF Núcleo Niterói. A cerimônia de posse foi realmente memorável e merece ser registrada como um marco de união e dedicação. Reitero minha admiração pelo trabalho da diretoria e pela liderança da presidente Matilde Slaibi Conti, que inspira todos nós. Conte sempre com meu apoio na divulgação das próximas ações, pois acredito que juntos podemos fortalecer ainda mais este núcleo e alcançar grandes conquistas. Abraços do Alberto Araújo.

 








SOLENIDADE DE POSSE DA NOVA DIRETORIA DO ELOS CLUBE DE NITERÓI


Na noite de 9 de março de 2026, a Câmara Municipal de Niterói transformou-se em palco de um dos mais significativos eventos culturais da cidade: a solenidade de posse da nova diretoria do Elos Clube de Niterói. A cerimônia, realizada com rigor protocolar e emoção contagiante, reuniu autoridades, representantes culturais e membros da comunidade, reafirmando o papel da cidade como polo de integração da lusofonia e da cultura internacional.

Pontualmente às 19h, a cerimonialista Irma Lasmar Sirieiro deu início à sessão solene, convidando personalidades para compor a mesa presidencial: Matilde Slaibi Conti, presidente honorária e referência cultural; Márcia Pessanha, governadora do Distrito 8 do Elos Internacional; Jocelin Marry Nery, presidente do Elos Clube de Niterói; e Nagib Slaibi Filho, diretor jurídico do Elos Internacional. 

Em seu discurso inicial, Matilde Slaibi Conti emocionou os presentes ao destacar a importância da cultura como elo de união entre povos e como patrimônio vivo da cidade. Recordou as palavras do Apóstolo Paulo em sua célebre carta aos Coríntios: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine... O amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” Este hino ao amor nos lembra que, sem amor, nada vale. E é justamente o amor,  pela cultura, pela língua portuguesa, pela amizade entre os povos, que sustenta e guia o Elos Clube. 

O jornalista Alberto Araújo, ao definir a epígrafe da gestão, sintetizou o espírito que conduzirá o biênio 2026-2027: “Unidos pela Língua, Fortalecidos pelo Elismo!” Um lema que traduz a missão de fortalecer os laços da lusofonia e celebrar a diversidade cultural. 

Coube à governadora do Distrito 8, Márcia Pessanha, a honra de conduzir um dos momentos mais simbólicos da cerimônia. Com firmeza e delicadeza, dirigiu-se à nova diretoria, destacando a relevância da missão que cada membro assume ao integrar a gestão. Em seguida, convidou todos os diretores ao centro do salão, onde receberam seus certificados e realizaram a assinatura do livro de posse. Esse gesto, carregado de significado, oficializou não apenas a responsabilidade administrativa, mas também o compromisso coletivo com os valores do elismo: amizade, solidariedade e cultura. 

Momento em que a elista Jocelin Marry profere seu discursode posse como presidente.

A nova diretoria do Elos Clube de Niterói para o biênio 2026-2027 foi assim oficializada:

Presidente: Jocelin Marry Viana Nery da Silva

Vice-presidente: Karin Ferreira Dias Rangel

1ª Secretária: Flávia Cristina Rosário da Silva

2ª Secretária: Ana Maria Felicidade Coimbra Tourinho

Tesoureiro: Rubens Carrilho Fernandes

O Conselho Deliberativo, formado por Zeneida Apolônio Seixas, Riva Maria Leite Costa e Francisco Carlos de Souza Vignoli, reforça a solidez da gestão e a continuidade da tradição elista. 

Recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, o Elos Clube de Niterói reafirma sua missão de promover amizade, paz e cultura entre os povos de língua portuguesa. 

A noite foi enriquecida pela apresentação musical do maestro Joabe Ferreira e da Companhia Artística Cantate Diem, que emocionaram os presentes com repertório de excelência. O coquetel de encerramento, preparado pela chef Beth Schueler, proporcionou momentos de confraternização e celebração. 

Mais do que um ato administrativo, a solenidade foi um marco cultural. Representou a continuidade de uma trajetória de dedicação à cultura e à amizade, valores que sustentam o Elos Clube desde sua fundação. A nova presidente, Jocelin Marry Nery, destacou em seu discurso a missão do elismo em fortalecer os laços de solidariedade e honrar a história de Niterói, reafirmando que o clube seguirá como corrente de união e esperança.

A noite de 9 de março de 2026 ficará registrada como um momento de emoção, reconhecimento e esperança. A posse da nova diretoria do Elos Clube de Niterói consolidou a cidade como espaço de integração cultural e de celebração da diversidade. 

Mais do que uma cerimônia, foi a celebração de um sonho coletivo, que une vozes e talentos em torno da arte, da literatura e da amizade entre os povos. O Elos Clube de Niterói, fortalecido por sua nova gestão, reafirma que a cultura é ponte, é diálogo e é amor, virtude suprema que guia nossos passos e ilumina o futuro da lusofonia.

CRÉDITOS DAS FOTOS

Alberto Araújo

Aldo da Silva Pessanha

Euderson Kang Tourinho

Sergio Gomes – ASCOMCMN



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