domingo, 19 de abril de 2026

19 DE MARÇO DE 2026 CELEBRAMOS OS 158 ANOS DO LEGADO IMORTAL DE PAUL HARRIS - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL

Neste 19 de abril, o calendário da solidariedade global marca uma data de profunda relevância humanitária: o nascimento de Paul Percy Harris. Se estivesse entre nós, o ilustre advogado de Chicago completaria hoje 158 anos. Mais do que uma efeméride biográfica, a data convida a uma reflexão sobre como a visão de um único homem foi capaz de transpor fronteiras, idiomas e culturas para consolidar o que hoje conhecemos como o Rotary International. 

Paul Percy Harris nasceu em Racine, Wisconsin, no dia 19 de abril de 1868, e faleceu em Chicago, Illinois, em 27 de janeiro de 1947. Filho de pais de vida pouco regrada, foi criado pelos avós paternos, Harold e Pamela. Em sua juventude, Harris era conhecido por ser um jovem travesso, chegando a ser considerado o "terror" da pacata cidade de Wallingford, em Vermont, o que resultou em sua expulsão de duas escolas superiores. 

Entretanto, a austeridade combinada à compreensão, bondade e tolerância de seus avós, somadas à confiança que seu primeiro patrão nele depositou, foram fundamentais para a mudança de comportamento daquele que viria a fundar a maior entidade particular de serviço social do mundo. 

Antes de se estabelecer, Harris buscou vivências plurais. Formou-se em Direito em 1891 e passou os cinco anos seguintes explorando os Estados Unidos. Nesse período, trabalhou como repórter, cowboy, professor na Los Angeles School of Business, porteiro de hotel, vendedor de granito e marinheiro. Em 1896, fixou residência em Chicago, onde rapidamente se destacou como um advogado de renome. 

Em 23 de fevereiro de 1905, ao lado de três amigos, Silvester Schiele, Hiram Shorey e Gustavus Loehr, Harris deu o primeiro passo para fundar o primeiro clube de serviços do mundo. O que começou como um círculo restrito para combater a solidão urbana e trocar experiências profissionais, rapidamente evoluiu para um propósito maior: o Servir.

Paul Harris não criou apenas um clube; ele desenhou um modelo de convivência baseado na ética e na responsabilidade social. Ele compreendeu, com uma lucidez à frente de seu tempo, que a união de competências distintas em prol da comunidade era a ferramenta mais poderosa para a mudança social. Sob sua liderança e inspiração, o movimento expandiu-se de forma meteórica, estabelecendo-se como uma força motriz na promoção da paz e na erradicação de doenças. 

Ao celebrarmos seus 158 anos, é impossível não associar seu nome ao compromisso inabalável de milhões de rotarianos que, diariamente, aplicam a Prova Quádrupla em suas decisões. O legado de Harris vive na persistência da luta contra a poliomielite, no acesso à água limpa, no apoio à educação e no desenvolvimento das economias locais. 

A trajetória de Paul Harris nos ensina que as grandes transformações começam com a coragem de propor o diálogo onde há isolamento. Em um mundo contemporâneo marcado por rápidas mudanças tecnológicas e desafios sociais complexos, a filosofia do "Dar de si antes de pensar em si" permanece mais atual do que nunca. 

Para o Focus Portal Cultural, registrar esta efeméride é um exercício de memória e gratidão. Harris transformou o Direito em uma ponte para a justiça social e a amizade em uma estratégia para a paz mundial. Seu exemplo continua inspirando gerações de líderes que escolhem servir com propósito, provando que a verdadeira imortalidade reside nas ações que geram impacto positivo na vida do próximo. 

Neste 19 de abril, as homenagens ecoam por todos os distritos rotários ao redor do globo. De Niterói a Tóquio, o nome de Paul Harris é invocado não como uma figura estática do passado, mas como uma presença viva em cada projeto de serviço e em cada aperto de mão que sela uma nova parceria humanitária.

O Rotary International é a prova viva de que uma ideia simples, quando alimentada por valores sólidos e por uma vontade férrea de fazer o bem, não conhece limites. O legado de Paul Harris é, acima de tudo, um convite à ação. Que sua memória continue a iluminar o caminho daqueles que acreditam em um mundo mais justo, ético e solidário.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





Busto de Paul Harris em Madrid

Retrato de Paul Harris, num selo de 1968 do Brasil.





20 - O CREPÚSCULO DE UM REI: UMA RESENHA SOBRE A LENDA DE ARTUR E A TÁVOLA REDONDA - RESENHA CULTURAL © ALBERTO ARAÚJO

 

 

A história do Rei Artur não é apenas um relato de batalhas e conquistas; é a crônica de um sonho de civilização que brilha intensamente antes de ser consumido pelas fraquezas humanas. Atravessando séculos, de poemas galeses a romances franceses e adaptações modernas, o mito de Camelot permanece como o espelho onde a humanidade projeta seus ideais de justiça, honra e, inevitavelmente, sua queda. 

1. A Gênese do Mito: Do Guerreiro ao Monarca 

A origem de Artur é um labirinto histórico. Antes de ser o rei cortês que conhecemos, as primeiras menções (em textos como o Historia Brittonum) sugerem um dux bellorum, um líder militar britânico que teria lutado contra os invasores saxões após a retirada romana. 

No entanto, a lenda ganha corpo literário com Geoffrey de Monmouth no século XII, que cristaliza a narrativa do nascimento de Artur através da magia de Merlin e da traição de Uther Pendragon. É aqui que o mito se torna europeu: Artur deixa de ser um herói local para se tornar o símbolo da cavalaria idealizada. 

2. A Espada e o Destino: Excalibur e a Pedra 

Um dos tropos mais poderosos da literatura é a prova da legitimidade. Existem duas versões principais para a obtenção da espada de Artur:

A Espada na Pedra: Frequentemente identificada como o ato que prova o direito divino de Artur ao trono. É o símbolo do "rei por mérito e sangue".

Excalibur (A Dama do Lago): Uma arma mística, entregue por uma entidade elemental, representando a conexão do rei com as forças espirituais e naturais da Bretanha.

A dualidade dessas espadas reflete a natureza do próprio reinado de Artur: metade terreno e político, metade místico e eterno. 

3. A Távola Redonda: O Experimento da Igualdade 

O conceito da Távola Redonda, introduzido por Wace e expandido por Chrétien de Troyes, é talvez a inovação política mais radical do mito. Em um mundo feudal estritamente hierarquizado, Artur propõe uma mesa onde não há cabeceira. 

Os Pilares de Camelot 

Os cavaleiros que compõem este círculo representam diferentes facetas da psique humana:

Lancelot du Lac: O maior dos cavaleiros, personificação da perfeição marcial, mas tragicamente dividido entre sua lealdade ao rei e seu amor por Guinevere.

Gawain: O defensor da honra e da cortesia, muitas vezes o elo entre o mundo pagão e o cristão.

Galahad: A pureza absoluta, o único capaz de alcançar plenamente o Santo Graal.

Percival: A inocência e a busca pela sabedoria. 

4. O Santo Graal: A Busca pelo Divino 

Com o tempo, a lenda arturiana absorveu o misticismo cristão através da Busca pelo Santo Graal. O objeto, o cálice usado por Cristo na Última Ceia, transforma a corte de Artur de um centro de conquistas militares em um centro de aspiração espiritual.

Esta fase da lenda marca o início do fim. A busca pelo Graal dispersa os cavaleiros, revelando que a perfeição espiritual é individual e, muitas vezes, incompatível com a estabilidade do reino terreno. Camelot começa a ruir quando o foco muda do "servir ao rei" para o "salvar a própria alma". 

5. O Triângulo Amoroso e a Traição

A queda de Camelot não vem de inimigos externos, mas de dentro. O adultério entre Lancelot e Guinevere é o catalisador da tragédia. Não é apenas uma traição romântica; é a quebra do juramento de vassalagem e amizade que sustentava a Távola Redonda. 

Artur, preso entre seu papel como juiz (que deve punir a traição) e seu coração como marido e amigo, vê-se incapaz de manter a coesão do reino. A entrada de Mordred, o filho ilegítimo e fruto de um incesto (muitas vezes orquestrado por Morgana), completa a ruína dinástica. Mordred é a sombra de Artur, o lembrete de que até o rei mais justo carrega pecados do passado. 

6. Avalon e o Rei que Virá 

A Batalha de Camlann marca o fim do sonho. Artur e Mordred destroem-se mutuamente. No entanto, o mito recusa-se a morrer com o homem. Artur é levado para a ilha mística de Avalon para curar suas feridas.

A inscrição em seu túmulo lendário resume sua perenidade:

Hic Iacet Arthurus, Rex Quondam, Rexque Futurus

(Aqui jaz Artur, o que foi rei e o rei que será)

Essa promessa de retorno transforma Artur em um "Herói da Esperança", uma figura messiânica que retornará quando seu povo mais precisar. 

7. Análise Crítica: Por que a lenda persiste?

A perenidade da lenda arturiana deve-se à sua elasticidade. Cada época reinterpreta Artur à sua imagem:

Idade Média: Um modelo de cavalaria e fé.

Era Vitoriana: Um símbolo de moralidade e dever (como em Tennyson).

Século XX/XXI: Uma exploração de arquétipos psicológicos, política de poder e fantasia épica (como em As Brumas de Avalon ou O Único e Eterno Rei).

A lenda trata de temas universais: a busca por um propósito, a fragilidade da paz, a tensão entre desejo pessoal e dever público, e a inevitabilidade da mudança.

A história do Rei Artur e seus cavaleiros é a grande tragédia da civilização. Ela nos ensina que, embora os homens sejam falhos e os reinos caiam, o ideal de uma mesa onde todos são iguais e a justiça prevalece é algo que vale a pena ser narrado repetidamente. Camelot pode ter sido um momento breve e brilhante, mas seu eco define o que aspiramos ser enquanto sociedade. 

Nota de Estilo: Esta resenha buscou equilibrar a historicidade com a análise literária, focando nos elementos narrativos que tornam a obra um clássico absoluto. Se precisar expandir algum ponto específico, como a magia de Merlin ou o papel das mulheres (Morgana e Guinevere), estou à disposição!

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

NASCIMENTO, Dalma. Idade Média: contexto, celtas, mulher, Carmina Burana e ressurgências atuais. Rio de Janeiro: Editora Parthenon, 2018.

DUBY, Georges. A Europa na Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 1988. (Fundamental para entender as mutações sociais e a ascensão da burguesia e das universidades).

LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Lisboa: Estampa, 1983. (Análise sobre o imaginário e as estruturas filosóficas da Idade Média Central).

MARKALE, Jean. A Epopeia dos Celtas. Lisboa: Publicações Europa-América, 1994. (Mergulho no universo mítico e na transição dos signos pagãos para o cristianismo).

CAMPBELL, Joseph. As Máscaras de Deus: Mitologia Criativa. São Paulo: Atlas, 1992. (Estudo sobre a narrativa arturiana e o desenvolvimento da consciência individual no Ocidente).

PERNOUD, Régine. Aliénor de Aquitânia. Lisboa: Publicações Europa-América, 1990. (Biografia da rainha que personificou a mudança do papel feminino e o mecenato cultural).

NEUMANN, Erich. A Grande Mãe. São Paulo: Cultrix, 2006. (Base teórica para a discussão sobre o matriarcado transmutado no culto mariano e os arquétipos femininos).

DUBY, Georges. Damas do Século XII. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

AZEVÊDO FILHO, Leodegário A. de. As Cantigas de Pero Meogo. [Edição crítica]. (Referência direta para a análise filológica e interpretativa das cantigas de amigo).

BANDEIRA, Manuel; MEIRELES, Cecília; MORAES, Vinicius de. (Obras completas e antologias poéticas que evidenciam o "neomedievalismo" e a permanência da forma lírica tradicional na poesia brasileira).

LEONARDOS, Stella. Cancioneiro de Natal. (Poesia que resgata a sonoridade e a temática das trovas medievais).

ORFF, Carl. Carmina Burana: Cantiones Profanae. [Partitura/Libreto]. (A transposição musical do século XX dos manuscritos de Benediktbeuern).

WADDELL, Helen. The Wandering Scholars of the Middle Ages. New York: Dover, 1989. (Estudo clássico sobre os goliardos, clérigos vagantes e sua poesia satírica e iconoclasta).

ANÔNIMO. La Chanson de Roland (A Canção de Rolando). (Texto base para a discussão sobre a trama edípica e as censuras dos copistas medievais mencionadas na obra).

 























MICHAEL: A CINEBIOGRAFIA DO REI DO POP

O aguardado filme MICHAEL, cinebiografia de Michael Jackson, chega aos cinemas brasileiros em 23 de abril de 2026, prometendo emocionar fãs e curiosos ao retratar a vida do eterno Rei do Pop. O longa mergulha na trajetória de um dos artistas mais icônicos da história da música, explorando não apenas seus sucessos e performances inesquecíveis, mas também os bastidores de sua jornada pessoal e artística. 

A produção busca mostrar Michael Jackson além das luzes do palco, revelando sua infância marcada pela descoberta precoce do talento, o impacto da fama mundial e a incessante busca pela perfeição artística. Mais do que um retrato musical, o filme pretende destacar sua visão criativa e a ambição que o levou a transformar a indústria do entretenimento, tornando-se referência global em inovação, dança e espetáculo. 

Ao longo da narrativa, o público será conduzido por momentos decisivos da carreira de Jackson: desde os primeiros passos com os Jackson 5 até a consagração como artista solo, responsável por álbuns lendários como Thriller e Bad. O filme também promete abordar os desafios enfrentados pelo cantor, mostrando sua humanidade e complexidade, sem deixar de celebrar o legado que continua a inspirar gerações.

Com direção cuidadosa e elenco escolhido para dar vida a essa história grandiosa, MICHAEL se apresenta como uma homenagem cinematográfica à genialidade de um artista que redefiniu os limites da música pop. Mais do que uma cinebiografia, é uma celebração da paixão, da criatividade e da busca incansável por ser o maior artista do mundo. 

Assim, a estreia se torna um evento cultural imperdível, convidando o público brasileiro a revisitar a obra e a vida de Michael Jackson em uma experiência emocionante e inesquecível. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





19 DE ABRIL DE 2026 CELEBRAMOS OS 140 ANOS DE NASCIMENTO MANUEL BANDEIRA – EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL

 

Em 19 de abril de 2026, o Focus Portal Cultural celebra os 140 anos do nascimento de Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Nascido em Recife em 19 de abril de 1886, Bandeira deixou uma marca indelével na poesia nacional, sendo considerado um dos principais expoentes do modernismo. 

Filho do engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira e de Francelina Ribeiro de Sousa Bandeira, Manuel Bandeira cresceu em um ambiente intelectual e culturalmente rico. Estudou no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, onde teve contato com grandes mestres e colegas que também se destacariam na vida cultural brasileira. Em 1903, iniciou o curso de arquitetura na Escola Politécnica de São Paulo, mas sua trajetória foi interrompida pela tuberculose, doença que marcaria profundamente sua vida e obra. 

A enfermidade levou Bandeira a buscar tratamento em diversas cidades brasileiras e, posteriormente, na Suíça. Foi durante esse período de isolamento e reflexão que amadureceu sua vocação literária. Em 1917, publicou seu primeiro livro, A Cinza das Horas, seguido por Carnaval em 1919. Sua poesia, marcada pela oralidade, pelo verso livre e pela coloquialidade, refletia tanto o sofrimento pessoal quanto uma visão ampla da vida, permeada por erotismo, pessimismo, liberdade e morte. 

Em 1922, Bandeira teve seu poema Os Sapos recitado na abertura da Semana de Arte Moderna, evento que marcou a ruptura com os padrões estéticos tradicionais e consolidou o modernismo no Brasil. Sua obra Libertinagem (1930) trouxe poemas icônicos como Poética e Vou-me embora pra Pasárgada, consolidando sua posição como figura-chave da segunda geração modernista.

Nos anos seguintes, Bandeira se destacou não apenas como poeta, mas também como crítico literário e de arte, tradutor e professor. Em 1935, foi nomeado inspetor federal do ensino, e em 1940, eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 24. Sua consagração veio também com a coletânea Homenagem a Manuel Bandeira (1936), que reuniu estudos de importantes críticos da época. 

Entre 1938 e 1943, lecionou literatura no Colégio Pedro II e, posteriormente, foi professor de Literaturas Hispano-Americanas na Universidade do Brasil, até sua aposentadoria em 1956. Sua produção literária persistiu até sua morte em 13 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro, vítima de hemorragia gástrica. 

Sepultado no mausoléu da Academia Brasileira de Letras, Bandeira permanece vivo na memória cultural brasileira. Sua poesia, que transita entre o íntimo e o universal, continua a inspirar gerações de leitores e escritores. Obras como Vou-me embora pra Pasárgada tornaram-se símbolos da busca por liberdade e da imaginação como refúgio. 

Celebrar os 140 anos de Manuel Bandeira é reconhecer a força de sua obra e sua contribuição para a literatura brasileira. O Focus Portal Cultural presta homenagem a esse mestre das palavras, cuja poesia transcende o tempo e reafirma a importância da arte como expressão da vida humana. 

LISTA DE OBRAS

Poesias 

A Cinza das Horas, 1917 (contém o poema "Cartas de Meu Avô)

Carnaval, 1919

O Ritmo Dissoluto, 1924

Libertinagem, 1930 (contém os poemas "Evocação do Recife" e "Vou-me embora pra Pasárgada")

Estrela da Manhã, 1936

Lira dos Cinquent'anos, 1940

Belo Belo, 1948

Mafuá do Malungo, 1948

Opus 10, 1952

Estrela da tarde, 1960

Estrela da Vida Inteira, 1968

 

Prosas

 

Crônica da Província do Brasil - Rio de Janeiro, 1936

Guia de Ouro Preto, Rio de Janeiro, 1938

Noções de História das Literaturas - Rio de Janeiro, 1940

Autoria das Cartas Chilenas - Rio de Janeiro, 1940

Apresentação da Poesia Brasileira -Rio de Janeiro, 1946; 2ª ed.   Cosac Naify- São Paulo 2009

Literatura Hispano-Americana - Rio de Janeiro, 1949

Gonçalves Dias: biografia - Rio de Janeiro, 1952

Itinerário de Pasárgada - Jornal de Letras, Rio de Janeiro, 1954

De Poetas e de Poesia - Rio de Janeiro, 1954

A Flauta de Papel - Rio de Janeiro, 1957

Itinerário de Pasárgada - Livraria São José - Rio de Janeiro, 1957

Andorinha, Andorinha -  José Olympio- Rio de Janeiro, 1966

Itinerário de Pasárgada – Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1966

Colóquio Unilateralmente Sentimental – Editora Record Rio de Janeiro, 1968

Seleta de Prosa  - Nova Fronteira - Rio de Janeiro

Crônicas da Província do Brasil - Ed. Cosac Naify - 2009

Crônicas inéditas I - Ed. Cosac Naify - SP- 2009

Crônicas inéditas II - Ed Cosac Naify - SP- 2009

 

ANTOLOGIAS

 

Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Romântica - Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Parnasiana - Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Moderna - Vol. 1, Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Moderna - Vol. 2, Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia dos Poetas Brasileiros Bissextos Contemporâneos, Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia dos Poetas Brasileiros - Poesia Simbolista, Nova Fronteira, Rio de Janeiro

Antologia Poética - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1961

Poesia do Brasil - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1963

Os Reis Vagabundos e mais 50 crônicas - Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1966

Manuel Bandeira - Poesia Completa e Prosa, Ed. Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2009

Antologia Poética (nova edição), Editora Nova Fronteira, 2001

 

EM COAUTORIA

 

Quadrante 1 - Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1962 (com Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga)

Quadrante 2 - Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1963 (com Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga)

Quatro Vozes - Editora Record - Rio de Janeiro, 1998 (com Carlos Drummond de Andrade, Rachel de Queiroz e Cecília Meireles)

Elenco de Cronistas Modernos - Ed. José Olympio - Rio de Janeiro (com Carlos Drummond de Andrade e Rubem Braga)

O Melhor da Poesia Brasileira 1 - Ed. José Olympio - Rio de Janeiro (com Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto)

Traduções

O Auto Sacramental do Divino Narciso de Sóror Juana Inés de la Cruz, 1949

Maria Stuart, de Friedrich Schiller, encenado no Rio de Janeiro e em São Paulo, 1955

Macbeth, de Shakespeare, e La Machine Infernale, de Jean Cocteau, 1956.

As peças June and the Paycock, de Sean O'Casey, e The Rainmaker, de N. Richard Nash, 1957

The Matchmaker (A Casamenteira), de Thornton Wilder, 1958

Don Juan Tenorio, de José Zorrilla, 1960

Mireille, de Frédéric Mistral, 1961

Prometeu e Epimeteu de Carl Spitteler, 1962

Der Kaukasische Kreide Kreis, de Bertolt Brecht, 1963

O Advogado do Diabo, de Morris West, e Pena ela Ser o que é, de John Ford, 1964

Os Verdes Campos do Eden, de Antonio Gala; A Fogueira Feliz, de J. N. Descalzo, e Edith Stein na Câmara de Gás de Frei Gabriel Cacho, 1965

Macbeth, de Shakespeare. Ed. Cosac Naify, São Paulo-2009

 

SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO

 

Sonetos Completos e Poemas Escolhidos de Antero de Quental

Obras Poéticas de Gonçalves Dias, 1944

Rimas de José Albano, 1948

Cartas a Manuel Bandeira, de Mário de Andrade, 1958

 

SOBRE O AUTOR 

Homenagem a Manuel Bandeira, 1936

Homenagem a Manuel Bandeira (edição fac-similar), 1986

Homenagem a Manuel Bandeira (sessenta autores)

Bandeira a Vida Inteira - Edições Alumbramento, Rio de Janeiro, 1986 (com um disco contendo poemas lidos pelo autor).

Os Melhores Poemas de Manuel Bandeira (seleção de Francisco de A. Barbosa) - Editora Global - Rio de Janeiro.

Berimbau e outros poemas. Manuel Bandeira. Organização de Elias José. Ilustrações de Marie Louise Nery. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1994.

Manuel Bandeira: Uma Poesia da Ausência. De Yudith Rosebaum. São Paulo: Edusp/Imago, 1993.

Humildade, paixão e morte. A poesia de Manuel Bandeira. De Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Cia. das Letras, 2003.

Manuel Bandeira. De Murilo Marcondes de Moura. São Paulo: Publifolha, 2001.

Alusão feita ao poeta através do seu poema "Mulheres", que é declamado e tomado como índice do modernismo brasileiro, na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil" (1930), realizada na Faculdade de Letras de Coimbra pelo professor Manoel de Souza Pinto.

Para querer bem. Organização de Bartolomeu Campos de Queirós, 2005.

Manuel Bandeira de Corpo Inteiro. De Stefan Baciu. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1966.

Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade: Fotobiografias. Edições Alumbramento/Livroarte Editora, 2000.

Testamento de Pasárgada: Antologia Poética. Organização e ensaios de Ivan Junqueira. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003.

Manuel Bandeira: Visão Geral de sua Obra. De Giovanni Pontiero. Trad.: Terezinha de Jesus do Prado Galante. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986.

Manuel Bandeira: Seleta em Prosa e Verso. Organização Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971.

Manuel Bandeira: Libertinagem/Estrela da Manhã. Giulia Lanciani. São Paulo: ALLCA XX, 1998.

Multimídia

Documentário O Poeta do Castelo, curta-metragem de Joaquim Pedro de Andrade,1959.

CD Manuel Bandeira: O Poeta de Botafogo - Gravações inéditas feitas pelo poeta e por Lauro Moreira, tendo como fundo musical peças de Camargo Guarnieri, interpretadas pela pianista Belkiss Carneiro Mendonça, 2005.

CD Estrela da Vida Inteira - gravação de Olívia Hime.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





















O TEMPO - POEMA DE MÁRIO QUINTANA



 O Tempo, poema de Mário Quintana

Edição por Rubens Figueiredo Interpretado por Marcelo Laham Instagram: @chovelafora.poesia Apoiadores Rio Sul Rádio - http://riosulradio.com/ Abillio Balleia - contato@abillio.com.br André Leão - estudiofonograma@gmail.com Edição de Arte - Fernanda Faria fernadaa82@gmail.com