domingo, 22 de março de 2026

21 DE MARÇO DE 2026 - 341 ANOS DE NASCIMENTO JOHANN SEBASTIAN BACH - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL – JORNALISTA ALBERTO ARAÚJO


No dia 21 de março de 1685, em Eisenach, no Sacro Império Romano-Germânico, nasceu Johann Sebastian Bach, figura central da música barroca e considerado por muitos como o maior compositor da história. 

Hoje, 21 de março de 2026, celebramos os 341 anos de seu nascimento, refletindo sobre a vida e o legado de um gênio cuja obra permanece como referência universal. 

Bach nasceu em uma família de músicos. Seu pai, Johann Ambrosius Bach, era violinista e trompetista, e seus tios e primos também se dedicavam à música. Essa atmosfera musical moldou desde cedo sua sensibilidade e talento. Órfão de pai e mãe aos dez anos, foi acolhido por seu irmão mais velho, Johann Christoph Bach, que lhe transmitiu ensinamentos fundamentais e acesso a partituras de mestres da época. 

Ainda jovem, Bach demonstrava habilidade incomum ao órgão e ao violino. Trabalhou em Arnstadt e Mühlhausen como organista, onde já se destacava pela inventividade e pela ousadia em suas composições. Em Weimar, como organista da corte, compôs obras que revelavam sua maestria contrapontística e sua capacidade de unir tradição e inovação. 

Em 1723, Bach assumiu o cargo de Kantor da Igreja de São Tomás e Diretor Musical de Leipzig, funções que manteve até sua morte em 1750. Nesse período, produziu algumas de suas obras mais monumentais, como a Paixão segundo São Mateus, a Missa em Si Menor e inúmeras cantatas. Sua atividade em Leipzig consolidou sua reputação como mestre da música sacra e como pedagogo, formando gerações de músicos. 

Bach absorveu influências diversas: o rigor germânico do contraponto, a leveza melódica italiana e a elegância francesa. Sua obra é uma síntese original dessas tradições, marcada pela profundidade espiritual e pela complexidade estrutural. Embora não tenha composto óperas, suas cantatas revelam forte influência operística, com dramaticidade e riqueza expressiva. 

Durante sua vida, Bach foi reverenciado como virtuoso do órgão e do cravo, além de especialista na construção de instrumentos. Contudo, como compositor, não alcançou grande popularidade. Após sua morte, sua música caiu em relativo esquecimento, até ser redescoberta no século XIX por Felix Mendelssohn, que promoveu a execução da Paixão segundo São Mateus em 1829. A partir daí, sua obra passou a ser reconhecida como patrimônio da humanidade.

Bach é chamado de “Pai da Música”. Sua influência atravessa séculos: Mozart admirava sua obra, Beethoven o considerava “o pai da harmonia”, e inúmeros compositores posteriores se inspiraram em sua genialidade. Entre suas criações mais célebres estão: 

Concertos de Brandenburgo

O Cravo Bem-Temperado

Sonatas e Partitas para violino solo

Missa em Si Menor

Paixão segundo São Mateus

A Arte da Fuga

Tocata e Fuga em Ré Menor

Cantatas como Jesus Alegria dos Homens

Cada obra é uma demonstração de rigor técnico e profundidade espiritual, transformando a música em experiência transcendental. 

Mais de três séculos após seu nascimento, Bach continua vivo em cada execução de suas obras, em cada estudo acadêmico e em cada emoção despertada por sua música. Sua arte não pertence apenas ao período barroco, mas à humanidade inteira.

Celebrar os 341 anos de Johann Sebastian Bach é reconhecer que sua música não envelhece, não se limita ao tempo, mas permanece como uma linguagem universal que une gerações. 

Johann Sebastian Bach – 341 anos de nascimento, eternidade na música. 

© Alberto Araújo 

Focus Portal Cultural









sábado, 21 de março de 2026

DISTINÇÃO TEMPLÁRIA A ANA TOURINHO E ANGELA GUERRA E POSSE DA DIRETORIA: UM DIA INESQUECÍVEL PARA A REDE SEM FRONTEIRAS

O Rio de Janeiro viveu, no dia 20 de março de 2026, uma celebração histórica que uniu reconhecimento internacional, homenagens oficiais e a posse da nova diretoria da Rede Sem Fronteiras. Entre distinções templárias e aplausos calorosos, a cultura e a literatura foram exaltadas como forças que transcendem fronteiras e unem povos. 

Desde as primeiras horas da tarde, o Rio de Janeiro foi palco de momentos memoráveis que entrelaçaram solenidade, emoção e arte, compondo uma verdadeira sinfonia de valores e realizações. 

Às 14 horas, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro abriu suas portas para uma cerimônia que emocionou a todos os presentes. Por iniciativa da ilustre Vereadora Rosa Fernandes, foi prestada uma homenagem à Rede Sem Fronteiras e ao Núcleo RJ/BR. Em um gesto de reconhecimento público, foram entregues Moções de Congratulação e Louvor à Diretoria da Rede Sem Fronteiras, Núcleo Rio de Janeiro/Brasil. A honraria destacou a trajetória de Ana Maria Tourinho, escritora e fotógrafa, cuja atuação transcende fronteiras e projeta a literatura brasileira em âmbito internacional. A moção ressaltou sua contribuição sensível e significativa para a cultura, bem como sua liderança em instituições literárias de grande relevância. A plateia, composta por autoridades, membros da Rede e convidados, aplaudiu calorosamente, reconhecendo a importância desse gesto institucional. 

Encerrada a solenidade na Câmara, os presentes dirigiram-se a Botafogo, onde o majestoso Centro de Convenções do Edifício Argentina aguardava para a cerimônia de posse do Núcleo da Rede Sem Fronteiras – Rio de Janeiro. O cerimonial, cuidadosamente planejado, transcorreu com esplêndida precisão. Cada etapa foi cumprida com rigor e emoção, compondo um cenário digno da grandeza da ocasião. 

Com grande alegria, Ana Maria Tourinho, na condição de Vice-presidente Mundial Cultural da Rede Sem Fronteiras, empossou como Presidente do Núcleo a querida Angela Guerra. Em seu discurso, Ana Maria destacou a riqueza cultural do Rio de Janeiro, berço da Rede Sem Fronteiras há treze anos, e exaltou a trajetória admirável de Angela, autora de 26 obras publicadas e artista plástica de reconhecido talento. A nova presidente discursou perante uma mesa de autoridades e uma plateia composta por membros oficiais da RSF, amigos e simpatizantes, reafirmando seu compromisso com a literatura e a cultura. Em seguida, Angela Guerra empossou seus diretores, consolidando a nova diretoria que conduzirá os destinos do Núcleo carioca.

O evento foi enriquecido por homenagens a ilustres personalidades do meio cultural, reafirmando o papel da Rede como espaço de valorização da arte e da literatura. O Momento Cultural trouxe à cena a talentosa cantora lírica Ane Janin, cuja performance dedicada à música erudita encantou os presentes. Sua interpretação, marcada por respeito à tradição da música clássica, foi recebida com entusiásticos aplausos, tornando-se um dos pontos altos da celebração. 

Em meio às solenidades, um gesto especial rompeu o protocolo: diretamente de Lisboa, foi projetado o vídeo da mensagem da Presidente Mundial, Dyandreia Portugal. Sua fala, carregada de emoção e esperança, foi assistida atentamente por todos. Em nome da Presidente Mundial, Ana Maria Tourinho entregou um buquê de rosas vermelhas à nova presidente do Núcleo RSF-RJ/BR, acompanhado de uma belíssima mensagem enviada de Portugal. O gesto simbolizou a união entre continentes e a força dos laços que sustentam a Rede Sem Fronteiras.

Mas o ápice da celebração ocorreu quando Ana Maria Tourinho e Angela Guerra receberam das mãos do Sr. Humberto Alierti uma Distinção Oficial da Ordem Templária Internacional SMOTH.MIT. O reconhecimento, conferido em virtude da notável trajetória pública e dos inestimáveis serviços prestados à sociedade, pautados pela ética, justiça e civismo, enriqueceu ainda mais a solenidade. A Ordem Templária Internacional, presente em mais de 94 países e representada no Brasil pelo Gran Priorato, reconheceu em ambas as líderes os valores da nobreza de espírito e do compromisso com o bem comum, virtudes que ecoam os preceitos da milícia templária ao longo dos séculos. A entrega da distinção oficializou a gratidão e ratificou os laços de fraternidade e cooperação institucional, conferindo à celebração um caráter histórico.

O discurso de Ana Maria Tourinho, permeado por referências à riqueza cultural do Rio de Janeiro e à trajetória de grandes escritores e artistas brasileiros, reforçou a importância da literatura e da arte como pontes que unem povos e culturas. Suas palavras, inspiradas e emocionantes, ecoaram como um chamado à continuidade da missão da Rede Sem Fronteiras: explorar e expandir horizontes, unir vozes em um coro harmonioso e celebrar a diversidade que nos fortalece.

Assim, o dia 20 de março de 2026 se encerrou como um marco inesquecível. Entre homenagens oficiais, posse de diretoria, apresentações artísticas e distinções internacionais, a Rede Sem Fronteiras reafirmou sua vocação de ser um espaço de união, cultura e esperança. Cada gesto, cada palavra e cada reconhecimento convergiram para um mesmo propósito: celebrar a força da literatura e da arte como instrumentos de transformação e eternizar na memória coletiva um dia verdadeiramente especial. 

© Alberto Araújo

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ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS - PATRIMÔNIO IMATERIAL DE NITERÓI - ANUNCIA A DIRETORIA PARA O BIÊNIO 2026-28

A Academia Fluminense de Letras, instituição centenária e reconhecida como Patrimônio Imaterial de Niterói, ocupa um lugar de destaque na vida cultural da cidade e do estado do Rio de Janeiro. Desde sua fundação, tem sido guardiã da memória literária fluminense e promotora de iniciativas que valorizam a arte, a literatura e o pensamento crítico. Ao longo de sua trajetória, a Academia consolidou-se como espaço de diálogo e de preservação da identidade cultural, desempenhando papel essencial na difusão da produção intelectual e na formação de gerações de escritores e leitores.

Sob a liderança da atual presidente, Márcia Maria de Jesus Pessanha, a Academia tem intensificado sua atuação, ampliando projetos e fortalecendo vínculos com a sociedade. Sua gestão se caracteriza pelo empenho em manter viva a tradição acadêmica, ao mesmo tempo em que abre caminhos para novas expressões culturais, reafirmando a relevância da instituição no cenário contemporâneo. 

ELEIÇÃO DA DIRETORIA PARA O BIÊNIO 2026-2028 

Em Assembleia Geral Ordinária realizada no dia 19 de março, foi eleita a nova Diretoria da Academia Fluminense de Letras para o biênio 2026-2028, assim composta: 

Presidente: Márcia Maria de Jesus Pessanha

Vice-Presidente: Eduardo Antônio Klausner

1ª Secretária: Lucia Maria Barbosa Romeu

2º Secretário: José Áttila Valente

1º Tesoureiro: Célio Erthal Rocha

2º Tesoureiro: Cleber Francisco Alves

Diretor de Acervo Documental e Bibliotecas: Marcelo Moraes Caetano 

A eleição ocorreu em clima de unidade e consenso. A chapa única, sem concorrentes inscritos, foi aprovada por unanimidade, demonstrando a confiança dos acadêmicos na continuidade do trabalho desenvolvido. Além dos votos presenciais, foram contabilizados aqueles encaminhados por correspondências, reforçando o caráter democrático e participativo do processo. 

Em nome da Diretoria, a presidente Márcia Pessanha agradeceu “pela confiança dos Confrades e Confreiras neste momento em que nos preparamos para prosseguir em mais uma etapa da iluminada trajetória de nossa Academia per astra”, expressão latina contida na logo da Instituição que significa “pelos astros”, evocando a ideia de que o caminho da instituição é guiado pela luz e pela inspiração. 

A eleição da nova Diretoria reafirma o compromisso da Academia Fluminense de Letras com sua missão de preservar e difundir a cultura, a literatura e o pensamento crítico. Mais do que uma formalidade institucional, o processo representa a renovação da confiança dos acadêmicos em sua liderança e a continuidade de um projeto que transcende gerações.

Como Patrimônio Imaterial de Niterói, a Academia não apenas guarda a memória literária, mas também projeta o futuro da cultura fluminense. A gestão que se inicia para o biênio 2026-2028 traz consigo a responsabilidade de honrar o legado centenário e, ao mesmo tempo, de abrir novas perspectivas, fortalecendo o papel da instituição como baluarte cultural da cidade e do estado. 

Assim, a Academia Fluminense de Letras segue sua trajetória iluminada, reafirmando-se como espaço de encontro, reflexão e criação, sempre fiel ao ideal de que a cultura é o caminho para o engrandecimento humano e para a construção de uma sociedade mais consciente e plural. 

© Alberto Araújo

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SOLENIDADE DE POSSE DO NÚCLEO REDE SEM FRONTEIRAS NO RIO DE JANEIRO – PRESIDENTE ÂNGELA GUERRA


 

No dia 20 de março de 2026, a cidade do Rio de Janeiro testemunhou um marco histórico para a cultura lusófona: a solenidade de homologação e posse oficial do Núcleo Cultural Regional da Rede Sem Fronteiras (RSF), presidido pela acadêmica Angela Guerra, juntamente com sua distinta diretoria, para o biênio 2026/2028. 

A Rede Sem Fronteiras, organização cultural internacional com sede em Lisboa, Portugal, é presidida pela jornalista e escritora Dyandreia Valverde Portugal, personalidade reconhecida por sua trajetória dedicada à difusão da língua portuguesa e à valorização das culturas que compõem o universo lusófono. Ao longo dos anos, Dyandreia consolidou a RSF como um espaço de integração, diálogo e cooperação, reunindo escritores, artistas, educadores e agentes culturais em projetos que ultrapassam fronteiras geográficas e simbólicas. Sua liderança visionária transformou a Rede em referência internacional, capaz de articular iniciativas que unem comunidades em torno da palavra, da arte e da memória coletiva.

A solenidade teve início com os Hinos: Nacional Brasileiro, Hino de Portugal e o Hino da Rede Sem Fronteiras. 

A cerimônia foi conduzida pela Vice-presidente Cultural Mundial da RSF, Ana Maria Tourinho, que representou Dyandreia Portugal com elegância e sensibilidade. Oficializou a Fundação do Núcleo e empossou a Diretoria. 

Em seu pronunciamento, Ana Maria expressou gratidão à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, especialmente ao presidente Vereador Carlo Caiado e à Vereadora Rosa Fernandes, pela Moção de Congratulação e Louvor concedida a ela e ao Núcleo. Suas palavras ecoaram como um reconhecimento coletivo: 

Em nome da Diretoria da Rede Sem Fronteiras, Núcleo Rio de Janeiro, gostaria de expressar nossa profunda gratidão ao Excelentíssimo Sr. Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Vereador Carlo Caiado, e à Sra. Vereadora Rosa Fernandes, pela honrosa Moção de Congratulação e Louvor. Este reconhecimento é uma inspiração para continuarmos nosso trabalho em prol da cultura e da inclusão. Agradeço a todos os presentes e à Câmara Municipal por apoiar iniciativas que promovem a união e o respeito entre as culturas. 

Essas palavras de Ana Maria Tourinho sintetizam o espírito da Rede Sem Fronteiras: a crença de que a cultura é ponte, é encontro e é possibilidade de transformação social. 

Na solenidade, a fala de Angela Guerra ecoou como um canto de esperança e cultura. Em suas palavras, não havia apenas o protocolo da presidência recém-assumida, mas o sopro de uma visão que transcende fronteiras. Angela evocou a força da literatura, das artes e da memória coletiva como instrumentos de união, lembrando que a cultura é ponte e que cada gesto de criação é também um gesto de resistência e de encontro. Sua voz, firme e sensível, destacou que o Núcleo carioca nasce para ser espaço de diálogo, de valorização dos talentos locais e de abertura ao mundo lusófono. Ao falar, Angela não apenas assumiu um cargo: ela convocou todos os presentes a partilharem o sonho de uma cidade que se reconhece em sua diversidade e que projeta sua riqueza cultural para além do Atlântico. Foi um discurso que se transformou em poesia, reafirmando que a cultura é o idioma universal da esperança. 

Durante a solenidade carioca, Dyandreia Portugal, impossibilitada de estar presente fisicamente por compromissos em Lisboa, enviou um vídeo de cumprimentos especialmente preparado para a ocasião. Em sua mensagem, destacou a relevância da criação do Núcleo do Rio de Janeiro como parte da expansão da Rede Sem Fronteiras e ressaltou a confiança depositada em Angela Guerra e sua equipe. O vídeo foi recebido com emoção pelos presentes, simbolizando a união entre continentes e reafirmando que a cultura lusófona é um elo que transcende distâncias. 

A PROGRAMAÇÃO SOLENE 

O evento foi marcado por três momentos distintos e memoráveis:

14h — Palácio Pedro Ernesto, Câmara Municipal do Rio de Janeiro: Solenidade de Homenagem ao Núcleo RSF – Rio de Janeiro/BR, com discursos, entrega da Moção e posse oficial da diretoria. 

16h — Auditório do Edifício Argentina, 2º andar: Sessão de integração e confraternização, reunindo escritores, artistas e convidados em torno da celebração da cultura.

20h — Restaurante Scotton, Botafogo: Jantar celebrativo por adesão, coroando o dia com um momento de partilha e convivência. 

Cada etapa reforçou a dimensão cultural e simbólica da fundação do Núcleo, transformando o ato protocolar em uma verdadeira festa da lusofonia. 

A acadêmica Angela Guerra, agora presidente do Núcleo Cultural Regional da RSF no Rio de Janeiro, inaugura um ciclo de esperança e entusiasmo. Reconhecida por sua dedicação às artes, à literatura e à promoção de iniciativas culturais de impacto, Angela traz consigo a promessa de uma gestão participativa, inovadora e aberta ao diálogo. Sua trajetória é marcada pela capacidade de articular projetos que unem pessoas em torno de ideais comuns, transformando desafios em oportunidades e projetando o Núcleo como referência no cenário cultural da cidade. 

Sob sua liderança, espera-se que o Núcleo do Rio de Janeiro se torne um polo dinâmico de iniciativas culturais, literárias e educativas, promovendo encontros, debates, lançamentos de obras, exposições e projetos que deem visibilidade a artistas e escritores locais, ao mesmo tempo em que dialoguem com a comunidade internacional. 

A diretoria recém-empossada, composta por nomes de grande relevância, traz consigo a pluralidade de experiências e talentos que certamente contribuirão para a consolidação de um núcleo vibrante e atuante. São eles: 

Presidente: Angela Guerra

1ª Vice-Presidente: Fernanda Lessa

2ª Vice-Presidente: Selma Sabrá

1ª Diretora-Secretária: Eloisa Cavalcanti

2ª Diretora-Secretária: Vera Regina Carvalho

Diretora Financeira: Edna Itaipava

1ª Diretora Cultural: Ana Paula Cavalcante

2ª Diretora Cultural: Cecy Barbosa Campos

1ª Diretora de Comunicação: Ana Cristina Campelo

2ª Diretora de Comunicação: Nina Fernandes

3ª Diretora de Comunicação: Arleni Batista

Diretora de Eventos: Fátima Darcinete de Almeida

Mestre de Cerimônias: Maria Vitória Oliveira

Conselheiros Fiscais: Claudia Mamede, Francisco Gondar

Conselheiras Consultivas: Juçara Valverde, Maria Amélia Palladino, Rosa Melleu 

Cada nome aqui citado representa não apenas um cargo, mas um compromisso com a missão da Rede Sem Fronteiras de ampliar o alcance da cultura lusófona e fortalecer sua presença no Brasil. 

O ato solene não se restringiu ao protocolo. Ele simbolizou a entrada oficial do Núcleo do Rio de Janeiro na rede internacional da RSF, fortalecendo o compromisso da instituição com a difusão da língua portuguesa e com a valorização das culturas que compõem o universo lusófono.

Após a cerimônia, o jantar celebrativo no Restaurante Scotton, em Botafogo, coroou o momento de confraternização e celebração, reafirmando que a cultura também se constrói nos encontros, nos diálogos e nos gestos de partilha.  A noite embalada pela cantora lírica Ane Janin. Que cantou inúmeras músicas clássicas.

O Focus Portal Cultural registra este momento como um marco para a cultura carioca e brasileira. A solenidade de posse do Núcleo da Rede Sem Fronteiras no Rio de Janeiro não foi apenas uma celebração institucional, mas um ato de afirmação da cultura como força transformadora. 

Sob a liderança de Angela Guerra, com o apoio da presidente Dyandreia Portugal e da vice-presidente Ana Maria Tourinho, o Núcleo do Rio de Janeiro inicia sua trajetória com a promessa de ser um espaço de efervescência cultural, capaz de unir pessoas, promover talentos e projetar a lusofonia como patrimônio vivo e universal. 

Créditos das fotos:

Euderson Kang Tourinho e da Ana Paula.

© Alberto Araújo

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