segunda-feira, 13 de abril de 2026

LUIZA LOBO RECEBE O PRÊMIO LITERÁRIO NACIONAL DO PEN CLUBE DO BRASIL

Na tarde de segunda-feira, 13 de abril de 2026, o salão do PEN Clube do Brasil, na Praia do Flamengo, recebeu escritores, acadêmicos e convidados para a cerimônia de entrega do Prêmio Literário Nacional de 2025. O evento, marcado para as 17h30min, destacou-se pela atmosfera solene e pela presença de nomes relevantes da cena literária brasileira.

A saudação inicial foi conduzida pela professora e escritora Mirian de Carvalho, que apresentou reflexões sobre o papel da literatura na contemporaneidade e sobre a importância de reconhecer trajetórias intelectuais que se consolidam ao longo de décadas. Em seguida, a homenageada, a professora doutora Luiza Lobo recebeu a importante honraria.

O Prêmio Nacional de Literatura do PEN Clube do Brasil, tradicional distinção concedida pela associação mundial de escritores, foi entregue a Luiza Lobo pelo conjunto de sua obra. A autora, reconhecida por sua produção crítica e ensaística, construiu uma carreira voltada para o estudo da literatura comparada, da crítica feminista e das intersecções entre cultura e sociedade. Seus trabalhos dialogam com questões de gênero, identidade e memória, contribuindo para ampliar o debate acadêmico e literário no país.

A cerimônia, presidida por Carlos Leal, reforçou o caráter de continuidade de uma tradição que busca valorizar não apenas a criação literária, mas também o pensamento crítico. Após os discursos e a entrega oficial do prêmio, os presentes foram convidados a um momento de confraternização, marcado pelo vinho servido na sede social do clube. O encontro reafirmou o papel do PEN Clube como espaço de diálogo e celebração da literatura, em um contexto em que a preservação da memória cultural se torna cada vez mais necessária.

Assim, o reconhecimento a Luiza Lobo que atualmente é a presidente da UBE-RJ inscreve-se na história do prêmio como um gesto de valorização de uma trajetória que evidencia a persistência de uma voz crítica e reflexiva na literatura brasileira. O evento de hoje não apenas celebrou uma autora, mas também reafirmou a vitalidade da tradição literária nacional.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





 

NITERÓI CELEBRA LEILA DINIZ COM MONUMENTO INÉDITO

Nos próximos dias, Niterói viverá um marco cultural: a cidade inaugura sua primeira escultura feminina em espaço público. A homenageada é a atriz Leila Diniz, ícone da liberdade e da transformação social no Brasil. 

O monumento será apresentado no calçadão da Praia de São Francisco, no dia 14 de abril, às 16h. A obra já desperta curiosidade de quem circula pela orla, tornando-se ponto de interesse antes mesmo da inauguração oficial.

A iniciativa representa um avanço simbólico: pela primeira vez, uma mulher ganha espaço em forma de escultura pública na cidade. O gesto reforça o reconhecimento da relevância das figuras femininas na memória coletiva brasileira. 

Produzida pelo artista Rodrigo Pedrosa, a escultura em bronze, em tamanho real, foi inspirada em um ensaio fotográfico de Joel Maia, realizado nos anos 1970. A imagem escolhida retrata Leila grávida, registro que se tornou símbolo da emancipação feminina.

Nascida em Niterói, Leila Diniz rompeu barreiras nos anos 1960 ao desafiar padrões sociais e comportamentais. Sua trajetória permanece como referência de coragem e liberdade, agora eternizada em um espaço público de sua cidade natal. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 


A LANTERNA DE DIÓGENES - O HOMEM BOM E A LUZ QUE FALTA - CRÔNICA DE © ALBERTO ARAÚJO

 

Em meio ao burburinho das praças atenienses, há mais de dois milênios, um homem caminhava com uma lanterna acesa em plena luz do dia. Não era um louco, tampouco um excêntrico sem propósito. Era Diógenes de Sínope, filósofo cínico, que com seu gesto irônico e provocador buscava aquilo que parecia ausente: um homem honesto, virtuoso, de moral ilibada. 

A lanterna de Diógenes tornou-se símbolo de uma busca que atravessa os séculos. Representa o esforço quase quixotesco de encontrar integridade em sociedades marcadas pela hipocrisia, pela corrupção e pelo apego às convenções. O filósofo, que vivia em um grande vaso de barro, desafiava a moral de rebanho e expunha, com humor ácido, a fragilidade das máscaras sociais. 

Carregar uma lanterna ao meio-dia era mais do que uma performance: era uma denúncia. Diógenes iluminava o óbvio para revelar o oculto. Se a luz do sol não bastava para encontrar a virtude, era porque a virtude estava rarefeita, escondida sob camadas de conveniência e vaidade. Sua ironia era uma pedagogia: obrigava os cidadãos a refletirem sobre o que significa ser humano, sobre o valor da verdade e da coragem de falar sem medo. 

Na crônica contemporânea, a lanterna de Diógenes continua acesa. Ela nos lembra de que o verdadeiro heroísmo não está em feitos grandiosos, mas na capacidade de manter-se íntegro diante das tentações do poder e das seduções da mentira. O homem bom de moral ilibada é aquele que, mesmo cercado por sombras, insiste em ser luz. É o que pratica a parrhesia, a coragem de dizer a verdade, mesmo quando isso custa a notoriedade ou a segurança. 

A expressão “lanterna de Diógenes” atravessou os séculos e hoje é usada para descrever a busca por transparência, honestidade e autoexame. É metáfora viva em tempos de crise ética, quando a sociedade clama por líderes que não apenas falem de virtude, mas a encarnem. A lanterna é também um convite ao indivíduo: antes de procurar o homem bom fora, é preciso acender a luz dentro de si. 

Vivemos em um mundo saturado de alocuções, mas carente de exemplos. A lanterna de Diógenes nos provoca a perguntar: onde estão os homens e mulheres que se mantêm fiéis a princípios, mesmo quando ninguém observa? Onde está a coragem de confrontar a mentira, de recusar a conveniência, de viver com simplicidade e verdade? A resposta talvez seja dura: são raros. Mas é justamente por isso que a busca continua necessária.

A crônica jornalística e cultural que se desenha em torno da lanterna de Diógenes é, em última instância, uma reflexão sobre nós mesmos. O filósofo cínico, com sua vida austera e sua crítica mordaz, não buscava apenas um homem honesto: buscava despertar a consciência coletiva. Sua lanterna, acesa em pleno dia, continua a iluminar nossas noites morais. E nos lembra de que o heroísmo maior é o da integridade, a chama que não se apaga, mesmo quando o mundo insiste em viver nas sombras. 

LINGUAGEM EXPRESSIVA 

Parrhesia do grego parrhesia, "dizer tudo" é a coragem de falar a verdade com franqueza e liberdade, assumindo riscos, muitas vezes perante um superior. 

Originário da Grécia Antiga, o conceito destaca o "falar corajoso" (parrhesiastes) em situações de perigo. É também entendido na teologia como a ousadia no anúncio do Evangelho. 

PRINCIPAIS ASPECTOS DA PARRHESIA: 

Significado Literal: Significa "dizer tudo" (pan = tudo + rhema = o que é dito), indicando a abertura total de mente e coração. 

Uso Cristão: Na tradição católica, é vista como um dom do Espírito Santo, uma disposição impetuosa e corajosa para pregar o evangelho. 

Contexto de Risco: A verdadeira parrhesia ocorre quando quem fala está em posição de vulnerabilidade perante o interlocutor, como um subordinado diante de um tirano. 

Visão de Foucault: O filósofo Michel Foucault descreveu a parrhesia como a "coragem da verdade", essencial em jogos de poder e situações éticas de risco. 

DIFERENÇA IMPORTANTE 

Não deve ser confundida com "parúsia" (parousia), que se refere à segunda vinda de Jesus Cristo. 

EXEMPLOS DE USO:

Filosofia: Sócrates utilizando a fala verdadeira, mesmo enfrentando a condenação. 

Cultura: Organizações como o Instituto Parrhesia Erga Omnes, que utilizam o termo em contextos de direitos humanos e cultura. 

O conceito, portanto, transita da coragem insídia e ética na antiguidade para uma forma de vivência da fé corajosa no cristianismo.




BOLETRAS - BOLETIM DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS - EDIÇÃO 51 - MÊS DE MARÇO DE 2026 – COORDENAÇÃO DA PRESIDENTE MÁRCIA PESSANHA


Resenha Jornalística e Cultural de © Alberto Araújo do Focus Portal Cultural 

A Academia Fluminense de Letras apresenta a edição nº 51 do Boletras, boletim oficial referente ao mês de março de 2026. Esta publicação, que já se consolidou como um espaço de memória e difusão cultural, chega ao público com o cuidado estético e editorial que se tornou marca registrada da instituição. Sob a coordenação da presidente Márcia Pessanha, o boletim reafirma o compromisso da AFL em ser um baluarte da palavra e promotora da cultura fluminense. 

O trabalho de produção e diagramação é conduzido por profissionais dedicadas: Christiane Victer, responsável pela redação e diagramação, e Cleide Villela, colaboradora nas áreas de secretaria e publicações. Ambas imprimem ao boletim uma qualidade gráfica e textual que transforma cada edição em peça cultural de referência. Christiane Victer merece destaque especial pelo talento em unir clareza e beleza visual, tornando o Boletras não apenas informativo, mas também agradável de ler e de apreciar. Sua sensibilidade estética confere ao boletim uma identidade própria, que dialoga com a tradição e a modernidade. 

A coordenação de Márcia Pessanha garante que cada número seja mais que um registro das atividades acadêmicas: é um testemunho vivo da vitalidade da AFL. A presidente imprime ao boletim sua marca de liderança, sensibilidade e rigor, assegurando que o Boletras seja sempre apresentado com elegância e relevância cultural. Assim, a edição de março de 2026 reafirma a vocação da Academia Fluminense de Letras como espaço de encontro, memória e afeto, e como promotora incansável da cultura e da literatura no Estado do Rio de Janeiro.

Com isso essa revista cultural convida o leitor a mergulhar em um mosaico de eventos, reflexões e celebrações que compõem o universo da AFL, em mais uma edição que honra a tradição e projeta o futuro da palavra escrita. 

EDITORIAL: RENOVAÇÃO DE ESTAÇÕES E PROPÓSITOS 

O boletim abre com um texto da presidente Márcia Pessanha, que funciona como verdadeiro editorial. Ela evoca o simbolismo do mês de março, início do outono, para falar de renovação e reencontro dos acadêmicos. A metáfora das “cores de outono” e da “estética do afeto” dá o tom de esperança e continuidade. Citando Vinicius de Moraes, lembra que “a vida é a arte do encontro”, e reafirma que a AFL é “Casa do Saber, Templo da Palavra”, espaço de solidariedade e celebração da vida. O editorial também projeta os objetivos da nova gestão: integrar a Academia à sociedade, sem perder os valores e princípios estatutários. É um texto que mistura lirismo e compromisso institucional, marcando o espírito do boletim.

Trecho citado: “Assim, com a luz no coração, renovam-se as propostas para a nova gestão, com projetos que também buscam integrar cada vez mais a Academia com a sociedade...” 

CELEBRAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER 

No dia 7 de março, a AFL abriu suas atividades de 2026 com uma sessão dedicada ao Dia da Mulher. Márcia Pessanha destacou o papel das mulheres na transmissão de memórias e cultura. A escritora Sol de Paula foi convidada para falar sobre a mulher negra na literatura, lembrando nomes como Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo. A presidente da Fundação de Arte de Niterói, Micaela Costa, também participou. A programação incluiu música e poesia, com apresentações de Gisela Peçanha, Magda Belloti, Lucia Romeu e Gracinha Rêgo. O evento reforçou a presença feminina na cultura fluminense e terminou com parabéns à presidente, que aniversariaria no dia 12. 

SESSÃO SOLENE DE POSSE DA DIRETORIA (2026-2028) 

Em 28 de março ocorreu a posse da nova diretoria, reeleita em Assembleia Geral. Márcia Pessanha assumiu seu terceiro mandato, reafirmando o lema “per astra” e a missão da AFL como guardiã da memória e da cultura fluminense. Foram empossados Eduardo Klausner (vice-presidente), Lucia Romeu (secretária), Erthal Rocha (tesoureiro), José Attila Valente (2º secretário) e Marcelo Caetano (diretor de acervo). A cerimônia teve poesia, música e homenagens: o coral Cantate Diem emocionou com peças de Bizet e Christopher Tin; Dulce Rocha de Mattos e Maria Otília Camillo declamaram trovas; Gracinha Rêgo apresentou poema de Neide Barros Rêgo. Houve também moções de reconhecimento a colaboradores e artistas ligados à AFL. 

REUNIÕES E PARCERIAS 

O boletim registra a reunião administrativa de 26 de fevereiro, onde foram discutidos projetos para 2026, incluindo parcerias com a Fundação de Arte de Niterói, a Biblioteca Nacional e a Casa de Rui Barbosa. Em 3 de março, Márcia Pessanha esteve na Biblioteca Nacional com Marco Lucchesi e Waldeck Carneiro, reforçando a integração da AFL com o Fórum Estadual de Educação. A Assembleia Geral de 19 de março confirmou a reeleição da presidente por unanimidade.

JORNADA EUCLIDIANA EM CANTAGALO 

Um dos destaques culturais foi a participação da AFL na 1ª Jornada Euclidiana, em Cantagalo, nos dias 20 e 21 de março. O evento celebrou a vida e obra de Euclides da Cunha, com lançamento da 2ª edição do livro A Eternidade de Euclides da Cunha, de Edmo Rodrigues Lutterbach, pelo selo AFL Edições. Márcia Pessanha mediou mesa sobre “Mão de Luva e Euclides da Cunha”, e houve doação de um desenho de Carmita Alcântara ao acervo da Casa de Euclides. A iniciativa reforça o papel da AFL como editora e promotora de acesso gratuito à literatura. 

MENSAGEM DE WALDENIR DE BRAGANÇA

O presidente de honra, Waldenir de Bragança, enviou mensagem de congratulação à Márcia Pessanha, desejando sucesso à nova gestão e destacando a dedicação da Academia à cultura fluminense. É um gesto simbólico que reafirma a continuidade histórica da instituição.

REDE SEM FRONTEIRAS E ELOS INTERNACIONAL 

No dia 9 de março, a acadêmica Matilde Slaibi Conti assumiu a presidência do Núcleo Cultural de Niterói da Rede Sem Fronteiras, em solenidade conjunta com o Elos Internacional. Márcia Pessanha integrou a mesa diretora, e Erthal Rocha foi homenageado. O evento mostra a articulação da AFL com movimentos culturais internacionais e locais. 

LANÇAMENTO DO LIVRO QUATRO ESTAÇÕES

No dia 19 de março, na Cafeteria Da Vinci’s, em Niterói, foi lançado o livro “Quatro Estações – Haicais”, coletânea de haicais de Leda Mendes Jorge, Uyára Schiefer e Liane Arêas. A obra celebra amizade e poesia, e contou com a presença de acadêmicos da AFL. O boletim ainda traz haicais de Uyára Schiefer inspirados pelo outono, reforçando o tom poético do mês. 

NOVO ESPAÇO CULTURAL NA BIBLIOTECA PARQUE DE NITERÓI

Márcia Pessanha visitou o ELABI – Espaço de Literatura e Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, em instalação na Biblioteca Parque. O espaço homenageia Wilson Prudente, jurista que combateu a discriminação racial. É uma iniciativa que conecta literatura, memória e direitos humanos. 

CONVITES E AGENDA CULTURAL

O boletim anuncia o 65º aniversário da Academia Teresopolitana de Letras, com homenagens e inauguração de panteão. Também divulga o lançamento do livro Fantasmas Baldios, de Pinheiro Junior. Há ainda a seção de aniversariantes de abril e datas significativas do mês, como o Dia Mundial da Saúde, o Dia do Livro Infantil e o Dia da Terra.

O Boletras nº 51 é mais que um boletim: é um mosaico cultural que combina editorial poético, registros institucionais, celebrações, lançamentos literários e parcerias. A narrativa de Márcia Pessanha dá unidade ao conjunto, reforçando a AFL como espaço de encontro, memória e afeto. O boletim mostra a vitalidade da Academia Fluminense de Letras, que se renova a cada estação, mantendo viva a chama da cultura e da palavra. 

O Boletras/AFL nº 51 encerra sua edição de março de 2026 reafirmando a força institucional da Academia Fluminense de Letras, sustentada por uma diretoria composta por nomes de peso da cultura e da educação fluminense. A presidência de Márcia Maria de Jesus Pessanha, já consolidada em sua trajetória de liderança, é acompanhada por Eduardo Antônio Klausner como vice-presidente, Lucia Maria Barbosa Romeu na 1ª secretaria, Erthal Rocha como 1º tesoureiro, José Áttila Valente como 2º secretário, Cleber Francisco Alves como 2º tesoureiro e Marcelo Moraes Caetano na direção do Acervo Documental e Bibliotecas. Essa composição traduz não apenas diversidade de experiências, mas também a continuidade de um projeto coletivo voltado à preservação da memória e ao estímulo da produção literária.

A sede da AFL, localizada na Praça da República, em Niterói, junto à Biblioteca Parque, simboliza a integração entre tradição e modernidade, funcionando como espaço de encontro e difusão cultural. É ali que se materializam os projetos e se fortalecem os laços entre os acadêmicos e a sociedade. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

DIRETORIA DA AFL: Márcia Maria de Jesus Pessanha, Presidente – Eduardo Antônio Klausner, Vice-Presidente – Lucia Maria Barbosa Romeu, 1ª Secretária – Erthal Rocha, 1º Tesoureiro José Áttila Valente, 2º Secretário – Cleber Francisco Alves, 2º Tesoureiro Marcelo Moraes Caetano, Diretor Acervo Documental e Bibliotecas.










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SESC 24 DE MAIO CELEBRA O DIA NACIONAL DO CHORO COM O PROJETO "CHORAÇO"

De 21 de abril a 3 de maio, unidade apresenta mais de 20 atividades com destaque no protagonismo feminino, intercâmbio entre estados e homenagens a grandes mestres do gênero. 

São Paulo, abril de 2026 – Em celebração ao Dia Nacional do Choro, o Sesc 24 de Maio apresenta, de 21 de abril a 3 de maio, o Choraço. A programação ocupa a unidade no centro da capital com mais de 20 atividades, incluindo shows, teatro, circo, formativas e rodas de choro, reafirmando o gênero como uma linguagem viva e em constante renovação. Um convite ao público a se aproximar do ritmo em toda sua diversidade. 

Nesta edição, o Choraço promove encontros que evidenciam a pluralidade das práticas contemporâneas ao reunir artistas de Santa Catarina, Pará, Minas Gerais, Amapá, Rio de Janeiro e Brasília. Outro pilar fundamental é o protagonismo feminino, com destaques para a roda Choro Mulheril (SC) e o grupo O Charme do Choro (PA), que conta com as participações especiais de Leila Pinheiro (RJ) e Patrícia Bastos (AP). 

Sem uma homenagem central, a programação organiza-se em seis shows que reverenciam sete nomes fundamentais da história do gênero: Paulo Moura, Canhotinho, Laércio de Freitas, Copinha, Raphael Rabello, Dino 7 Cordas e Pixinguinha. As apresentações tratam esses mestres não como figuras do passado, mas como referências vivas e constantemente revisitadas. 

No Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP (CPF), o projeto oferece as atividades formativas: Alfredo de Souza, o Mesquita do Vibrafone: pioneirismo e contribuição para a linguagem do vibrafone chorão (16 e 23/4, às 10h30), com Ricardo Valverde; e Por dentro do Choro (28, 29 e 30/4, às 10h30), com Alessandro Penezzi. Inscrições disponíveis no site do CPF ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP. 

Programação completa do Sesc 24 de Maio 

Chorinho de uma roda só 

Com Rafael de Barros - Exército Contra Nada 

Equilibrado em um monociclo, o artista une circo e palhaçaria para contar a história de "Brasileirinho", clássico de Waldir Azevedo. 

Serviço: 21, 25 e 26/4, terça, sábado e domingo, às 16h. Área de Convivência (3º andar). Classificação: Livre. Grátis.

Quintais em Flor

com Cia. Dual  

Intervenção cênico-musical que articula dança, marionetes e música ao vivo a partir da história do choro, inspirada no imaginário visual de Heitor dos Prazeres. 

Serviço: de 21/4 a 3/5, terça, sexta e domingos, às 17h; sábados, às 19h. Exceto 24 e 28/4. Foyer do Teatro (1º subsolo). Classificação: Livre. Grátis 

Paulo Serau e Big Band apresentam Confusão urbana, suburbana e rural 

Um tributo a Paulo Moura com participação especial de Caetano Brasil 

Maestro Paulo Serau e sua big band celebram os 50 anos do histórico disco de Paulo Moura, com participação do mineiro Caetano Brasil.

Serviço: 21/4, terça, às 18h. Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$ 15 (credencial plena). Venda em 14/4 (online) e 15/4 (presencial). 

Quarteto Fora de Contexto

O grupo apresenta composições autorais contemporâneas em uma formação de flauta, cavaquinho, violão de 7 cordas e percussão.

Serviço: 22/4, quarta, às 18h. Praça (térreo). Classificação: Livre. Grátis 

Das origens da música brasileira ao choro 

com Ruy Godinho 

Palestra musical com o radialista, pesquisador e escritor Ruy Godinho sobre a trajetória sociocultural do choro, ilustrada por números executados por um quinteto de músicos de SP e Brasília. 

Serviço: 23 e 24/4, quinta e sexta, 14h. Varanda Oficinas (6º andar). Classificação: 12 anos. Grátis. Ingressos: retirada 30 minutos antes no local

 

Hercules Gomes 

Homenagem a Laércio de Freitas com part. de Nailor Proveta e Tahyná Oliveira

O pianista Hercules Gomes revisita obras raras e composições nunca gravadas do maestro Laércio de Freitas.

Serviço: 24/4, sexta, às 20h. No Teatro (subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$ 15 (credencial plena). Venda em 14/4 (online) e 15/4 (presencial). 

Roberta Valente e Alê Ribeiro 

A pandeirista Roberta Valente e o clarinetista Alê Ribeiro recebem o cavaquinista Márcio Marinho e o bandolinista Vitor Angeleas, em um encontro intergeracional marcado pelo improviso e a espontaneidade das rodas de choro tradicionais.

 

Serviço: 25/4 e 26/4, sábado, às 20 e domingo, 18h. Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar). Classificação: Livre. Grátis | Grátis. 

O Charme do Choro (PA)  

part. Patrícia Bastos e Leila Pinheiro

O quinteto paraense celebra 20 anos unindo a tradição do choro aos gêneros musicais amazônicos, com convidadas especiais. O grupo interpreta obras composta por suas integrantes e por outros autores paraenses.

Serviço: 25 e 26/4, quarta às 20h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$ 18 (credencial plena). Venda em 14/4 (online) e 15/4 (presencial). 

Banda Eira

Baile de Choro 

O grupo paulistano celebra o choro em sua vertente mais festiva e dançante, destacando o ritmo como primeiro gênero urbano do país. 

Serviço: 26/4, domingo, às 15h. Hall de Ginástica (10º andar). Classificação: Livre. Grátis  

Quinteto Mangabera

part. Patrícia Bastos e Leila Pinheiro

O grupo explora o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo em obras de mestres como Radamés Gnattali, Pixinguinha e Dominguinhos.

Serviço: 28/4, terça, às 18h. Na Praça (térreo). Classificação: Livre. Grátis.

 

Alê Ribeiro e Nelson Ayres convidam Arismar do Espírito Santo 

Show centrado em composições autorais e clássicos, como Santos Reis e Chorinho pro Sion, reunindo três grandes nomes da música instrumental brasileira. 

Serviço: 29/4, quarta, às 20h. Teatro (subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$ 15 (credencial plena). Venda em 14/4 (online) e 15/4 (presencial). 

Choro Mulheril (SC)  

Roda de choro catarinense que destaca o protagonismo feminino na composição e interpretação do gênero.

Serviço: 30/4, quinta, às 18h. Praça (térreo). Classificação: Livre. Grátis. 

Choro do Centro  

Reunião de chorões experientes da cena paulistana em uma roda que mescla clássicos e obras autorais. 

Serviço: 1/5, sexta, às 14h. Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar). Classificação: Livre. Grátis. 

Caracaxá! Quando o Choro vira brincadeira 

Espetáculo infantil que utiliza palhaçaria e brincadeiras para apresentar o universo do choro às crianças. 

Serviço: 1 a 3/5, sexta, sábado e domingo, às 16h. Área de Convivência (3º subsolo). Classificação: Livre. Grátis. 

Eterno Copinha 

com Eduardo Neves e Regional  

Show inédito que celebra os 45 anos do álbum de Copinha, revisitando sua obra e o legado de Pixinguinha e Paulinho da Viola. 

Serviço: 1/5, sexta, às 18h. Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (credencial plena). Venda em 21/4 (online) e 22/4 (presencial). 

Rita Braga e Trio Que Chora 

A cantora e o trio instrumental destacam a presença fundamental de compositoras e instrumentistas na história do ritmo.

Serviço: 2/5, sábado, às 14h. Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar). Classificação: Livre. Grátis. 

Chora - Mulheres na Roda (RJ) 

Regional carioca formado exclusivamente por instrumentistas mulheres, promovendo a diversidade e a renovação nas rodas de choro. 

Serviço: 10 e 11/5, sábado e domingo, às 15h. Cafeteria do Jardim da Piscina (11º andar). Classificação: Livre. Grátis. 

Tributo a Raphael Rabello e Dino 7 Cordas 

Por João Camarero e Pedro Franco  

Duo inédito de violões celebra o repertório icônico de dois dos maiores violonistas da história do Brasil. 

Serviço: 2/5, sábado, às 20h. Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (credencial plena). Venda em 21/4 (online) e 22/4 (presencial). 

Xoroxangô 

Coletivo do Bixiga que apresenta a essência da roda de choro através da improvisação e liberdade criativa. 

Serviço: 3/5, domingo, às 14h. Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar). Classificação: Livre. Grátis. 

Cordão Carnavalesco Assim é que é convida Edinho Silva

Com formação instrumental o Cordão Carnavalesco Assim É Que É interpreta sambas, maxixes e choros de diversos autores.

 

Serviço: 3/5, domingo, às 18h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (credencial plena). Venda em 21/4 (online) e 22/4 (presencial). 

Serviço

Choraço

Datas: de 21/04 a 3/05 de 2026

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô 

Mais informações: sescsp.org.br/24demaio 

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h. 

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300 

Mais informações à imprensa 

imprensa.24demaio@sescsp.org.br














 

ORFEU NO INFERNO ABRE A TEMPORADA DE ÓPERA NO THEATRO SÃO PEDRO


Obra de Jacques Offenbach, que traz uma inversão cômica do mito de Orfeu e Eurídice, terá récitas nos dias 17, 19, 22, 24 e 26 de abril 

Um dos mais conhecidos mitos da Grécia Antiga será apresentado no Theatro São Pedro, equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, na estreia da temporada lírica de 2026: Orfeu no Inferno, de Jacques Offenbach (1819-1880), terá récitas em 17, 19, 22, 24 e 26 de abril, sob direção cênica de Cibele Forjaz e direção musical de André Dos Santos, à frente da Orquestra do Theatro São Pedro. 

Diferentemente da versão consagrada - e trágica - da lenda, em que Orfeu, um renomado músico que fica inconsolável quando sua esposa, Eurídice, morre picada por uma cobra e tenta resgatá-la no reino de Hades, Offenbach propõe em sua obra uma releitura que ajudou a consolidar um gênero, a opereta. Semelhante à uma ópera ligeira, a opereta é uma produção músico-dramática caracterizada por mesclar elementos românticos e cômicos, com uma estrutura que intercala canções, música orquestral, cenas de dança elaboradas e diálogos falados. Na França do século XIX, tais produções eram altamente satíricas e tinham no compositor alemão seu principal autor. 

Com libreto de Hector Crémieux e a colaboração de Ludovic Halévy, Orfeu no Inferno foi o primeiro grande sucesso de Offenbach e o que garantiu a sobrevivência do Théâtre des Bouffes-Parisiens, fundado por ele em Paris em 1855. No espaço, o compositor apresentou uma série das suas próprias pequenas peças, muitas das quais se tornariam extremamente populares. 

Em 1858, após a flexibilização de restrições da prefeitura de Paris sobre números de elenco para produções como as de Offenbach, que podiam ter no máximo três cantores, por exemplo, em face da rápida popularização da opereta que ameaçava a venda de ingressos dos teatros convencionais, o compositor ficou livre para levar adiante uma obra que estava em sua mente há algum tempo: uma sátira ferina de uma ópera ainda popular em sua época, Orfeu e Eurídice, de Gluck. A escolha não foi à toa: enquanto Offenbach elaborava Orfeu no Inferno, a ópera de Gluck estava sendo preparada para ser posta em cena no Théâtre Lyrique, um dos mais importantes de Paris, por Héctor Berlioz, crítico ferrenho das obras do colega de origem alemã.

Nesta versão, Orfeu não é o filho de Apolo, mas um rústico professor de violino. Assim como na história original, Eurídice é fatalmente mordida por uma serpente, mas, ao invés de morrer tragicamente, ela se muda para o submundo para ficar com Plutão. Orfeu, que fica feliz por se livrar da esposa, tem de ser intimado pela Opinião Pública para tentar resgatar Eurídice – e ambos ficam satisfeitos quando o resgate é malsucedido. Talvez Jacques Offenbach não tivesse outro intuito além de uma inversão cômica, porém, diferente do mito original e das óperas anteriores, em que Orfeu é o foco do enredo, em Orfeu no Inferno Eurídice também conduz a ação. Ao invés de passiva e frágil, ela é uma heroína que deseja liberdade e fantasia. 

Musicalmente, além de citar de forma satírica a ópera de Gluck, Orfeu no Inferno combina minuetos cortesãos com ritmos, danças e canções populares. A música, no entanto, não se esgota na sátira, mas é também sedutora e cheia de poesia. Ao final, Offenbach inseriu uma dança que desde pelo menos 1840 fazia grande sucesso na França: o cancã. Seu “Galop infernal” é dançado durante uma celebração no submundo. 

Para o maestro André Dos Santos, diretor musical da montagem no Theatro São Pedro, que regerá uma obra de Offenbach pela 12ª vez, trabalhar os títulos do compositor alemão é sempre um deleite. “É onde encontro uma leveza de expressão, uma inteligência no humor e na sátira, aliados a uma precisão rítmica, orquestração refinada e melodias que seduzem imediatamente o público”, diz. 

Segundo ele, o grande desafio de uma produção de Offenbach é justamente quebrar a barreira entre o cantor e o ator, em que o texto comande e ao mesmo tempo que esses atores sejam excelentes cantores. “Acredito que o público que estará presente nessas 5 récitas não ficará decepcionado com a excelente equipe de artistas reunidos nesta produção, no palco e no fosso. Uma obra grandiosa que encanta, diverte, incita e cura”, afirma o regente.

Temporada Lírica do Theatro São Pedro

Orfeu no Inferno

Orquestra do Theatro São Pedro

André Dos Santos, direção musical

Cibele Forjaz, direção cênica

Simone Mina, direção de arte

Bruno Costa, regente coral

Fabio Bezuti, preparador vocal

Ligiana Costa, dramaturgismo

Roberto Alencar, coreógrafo

Ana Noronha, coreógrafa

Matheus Brant, iluminação

Westerley Dornellas, visagismo

Vic Von Poser, video-arte

Ronaldo Zero, direção de palco e assistência de direção cênica

Paulo Galvão, assistência de direção musical

Grazi Cavalcanti, figurinista associada

Vinicius Cardoso, cenógrafo associado

Juliana Russo, ilustradora e apoio de direção cênica 


Elenco 

Vitorio Scarpi, Orfeu

Anna Beatriz Gomes, Eurídice

Denise de Freitas, Opinião Pública

Juliana Taino, Cupido

Aníbal Mancini, Plutão

Vinícius Atique, Jupiter

Mauricio Etchebehere, John Stix

Isabella Luchi, Diana

Carlos Eduardo Santos, Mercúrio

Isaque Oliveira, Marte

Larissa Guimarães, Juno

Edileuza Ribeiro, Vênus

Mayra Terzian, Minerva

Ulisses Montoni, Morfeu e Leitor

Luisa Aguillar, Cybele

Elisa Furtado, Pomone

Alessandra Carvalho, Flore

Alessandra Wingter, Ceres

Cecília Massa, Amor

Malu Avelar, atriz

Tenca, atriz

Ana Noronha, bailarina

Roberto Alencar, bailarino

 

CORO

 

Patricia Dantas, soprano

Yohana Granata, soprano

Estefania Maite, contralto

Karen Zapalla, contralto

Laleska Terzetti, contralto

Marco Mautav, tenor

Paulo Lanine, tenor

Robson Godoy, tenor

Rodrigo Morales, tenor

Claudio Marques, baixo

Diego Maurílio, baixo

Julian Linischuk, baixo

Moisés Helbert, baixo

Renan Messina, baixo

 

JACQUES OFFENBACH (1819-1880) 

Orfeu no Inferno – 180’

[Versão Brasileira: André Dos Santos]

[Mediante acordo com Bote & Bock Berlin e Boosey & Hawkes, editora e proprietário dos direitos autorais.] 

Ensaio geral aberto e gratuito: 15 de abril, 19h, Theatro São Pedro

Récitas: 17, 19, 22, 24 e 26 de abril

Quartas e sextas-feiras às 20h; domingos às 17h, Theatro São Pedro

Classificação etária: 16 anos

Ingressos: R$ 41 (meia-entrada) a R$ 124 (inteira), aqui 

THEATRO SÃO PEDRO

Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola, de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país. 

SANTA MARCELINA CULTURA 

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019 e de 2025, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019, 2020 e 2025, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores, instrumentistas, libretistas e compositores para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na Apple Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.


Theatro São Pedro. Crédito: Íris Zanetti

Fonte:

Comunicação | Santa Marcelina Cultura - Theatro São Pedro

Julian Schumacher –

 julian.schumacher@santamarcelinacultura.org.br