quinta-feira, 28 de maio de 2026

MATILDE CARONE SLAIBI CONTI – UMA MARATONA CULTURAL MEMORÁVEL: DE NITERÓI AO CORAÇÃO DA CULTURA NACIONAL

Informativo da Diretoria Cultural do Elos Internacional

No dia 28 de maio de 2026, nossa presidente, a Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, protagonizou uma jornada de dedicação e prestígio que nos inspira profundamente. Como Diretor Cultural, acompanhei esta verdadeira maratona em um "plantão" atento, observando com admiração a energia inesgotável com que ela tece, passo a passo, a rede de relações que sustenta o nosso Elos Internacional.

A jornada de nossa presidente começou pela manhã, na OAB-Niterói, onde, na qualidade de vice-presidente da instituição, esteve ao lado do presidente, Dr. Pedro Gomes, durante a solene entrega de carteiras aos novos advogados e advogadas. Logo na sequência, cumprindo com o rigor que a caracteriza, a Dra. Matilde realizou um atendimento a uma cliente em seu gabinete na própria OAB-Niterói, demonstrando sua prontidão profissional antes de um breve e necessário momento de pausa para o almoço em família, ocasião em que cuidou de pormenores pessoais com seu filho, Rodrigo Otavio, em Botafogo. 

Após esse intervalo, ela retomou sua trajetória com um ritmo que nos causa espanto e profunda admiração. À tarde, movida pelo compromisso inabalável com a valorização da produção intelectual, a Dra. Matilde marcou presença no Centro de Literatura do Forte de Copacabana. Lá, foi agraciada com a Medalha em Honra e Mérito à Mulher Brasileira, um reconhecimento à altura de sua trajetória. Sem deixar a intensidade diminuir, seguiu prontamente para a Academia Brasileira de Letras (ABL), onde prestigiou o notável conferencista Marcelo Moraes Caetano. Sob a coordenação diplomática e segura do acadêmico Godofredo de Oliveira Neto, Marcelo apresentou a palestra “Língua Portuguesa do Brasil: passado e presente a explicar a nossa (multi)cultura”, consolidando-se como um fenômeno cultural de nosso tempo. 

Encerrando este ciclo de forma magistral, nossa presidente dirigiu-se ao Clube Central, em Icaraí, para prestigiar a solenidade de comemoração dos 75 anos da ACHUAP. Neste ambiente de tradição niteroiense, ela foi fotografada ao lado de Jocelin Marry, presidente do Elos de Niterói, e da companheira elista Luciane Queiroz, consolidando o prestígio de nossa instituição junto à comunidade social e cultural da cidade.

Observar a Dra. Matilde transitar com tamanha elegância entre o rigor da advocacia, a consagração literária na ABL e a celebração comunitária em nossa Niterói é um privilégio. Como seu Diretor Cultural, permaneci em constante observação e apoio à distância, consciente de que testemunhava não apenas uma agenda cumprida, mas uma lição viva de liderança, dedicação e amor à cultura. 

Para o Elos Internacional, ter uma líder que se faz presente com tamanha vitalidade em espaços de memória e reconhecimento nacional é motivo de inesgotável orgulho. Seguimos firmes, sob sua batuta, tecendo laços e celebrando a inteligência que nos une enquanto povo. 

© Alberto Araújo

Diretor Cultura do Elos Internacional

28 de maio de 2026


 










INFORMATIVO DA DIRETORIA DE CULTURA DO ELOS INTERNACIONAL. PRESIDENTE MATILDE CARONE SLAIBI CONTI MARCA PRESENÇA NO ANIVERSÁRIO DE 75 ANOS DA ACHUAP

 

28 de maio de 2026. A DIRETORIA DE CULTURA DO ELOS INTERNACIONAL comunica aos nossos membros e à comunidade que nossa presidente, DRA. MATILDE CARONE SLAIBI CONTI, marcou presença na solenidade de comemoração dos 75 anos da ACHUAP, realizada no tradicional Clube Central, em Icaraí. 

Em um gesto que evidencia seu dinamismo e compromisso com o cenário cultural fluminense, Dra. Matilde compareceu ao evento logo após ter prestigiado a conferência na Academia Brasileira de Letras (ABL), na tarde desta quinta-feira. Sua participação constante em eventos sociais e culturais reforça o prestígio e o papel central de nossa presidente junto à comunidade de Niterói, fortalecendo os laços que definem a essência do Elos Internacional.

Durante a celebração dos 75 anos da associação, a Dra. Matilde foi fotografada ao lado da presidente do Elos de Niterói, Jocelin Marry, e da companheira elista Luciana, em um momento de integração que celebra a união e a força da nossa rede. 

O Elos Internacional celebra a trajetória de nossa presidente, cujo empenho em estar presente nos eventos mais significativos de nossa cidade demonstra, na prática, a valorização da cultura e das instituições que constroem a história de Niterói.


© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional










A ELOQUÊNCIA E O SOM: MARCELO MORAES CAETANO E A CELEBRAÇÃO DA LÍNGUA NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

Na tarde de hoje, 28 de maio de 2026, quinta-feira, o auditório da Academia Brasileira de Letras foi palco de uma conferência memorável, que não apenas iluminou as raízes da nossa identidade linguística, mas também promoveu um diálogo sensível com a arte musical. O evento, integrante da programação "Quinta é Cultura", teve como protagonista o intelectual Marcelo Moraes Caetano, que discorreu sobre o instigante tema: “Língua Portuguesa do Brasil: passado e presente a explicar a nossa (multi)cultura”.

A atuação de Marcelo Caetano reafirmou sua posição como um fenômeno cultural contemporâneo. Com a erudição de quem domina os estudos da linguagem, ele conduziu o público por uma jornada geo-histórica, articulando de forma precisa como a evolução do latim até o presente moldou a complexidade multicultural brasileira. A palestra transcendeu a teoria acadêmica ao conectar a filologia à vivência antropológica do nosso país, demonstrando uma capacidade rara de tornar o conhecimento técnico acessível e profundamente envolvente.

A condução do evento coube ao acadêmico Godofredo de Oliveira Neto, cuja presença na coordenação trouxe a segurança e a diplomacia necessárias para guiar uma discussão de tamanha envergadura. Com a elegância que lhe é peculiar, o imortal da ABL soube mediar o debate, assegurando que a fluidez do pensamento de Marcelo Caetano encontrasse o espaço adequado entre o rigor da instituição e a necessária abertura ao debate contemporâneo. A harmonia entre a exposição do palestrante e o suporte diplomático do coordenador criou uma atmosfera de absoluto prestígio literário.

O ápice do encontro ocorreu ao final, quando o rigor intelectual deu lugar à emoção. Em um momento de rara beleza, Marcelo Caetano encerrou sua participação exibindo um vídeo onde ele mesmo interpreta, ao piano, obra do mestre Heitor Villa-Lobos. A transição da palavra para a música não foi gratuita; serviu como uma extensão perfeita do seu argumento. Se a língua portuguesa explica a nossa (multi)cultura, a música de Villa-Lobos, interpretada com a sensibilidade de Caetano, encarnou a própria alma desse Brasil diverso, lírico e complexo que ele acabara de descrever.

Para o grupo de acadêmicos da Academia Fluminense de Letras presente – incluindo os confrades Erthal Rocha e Márcia Pessanha, além da presidente do Elos Internacional, Matilde Slaibi Conti, o evento foi uma demonstração da vitalidade e da integração contínua entre as instituições literárias do nosso estado e a ABL. A presença de Matilde Conti, que mais cedo havia sido honrada no Forte de Copacabana, atesta a importância dessa rede de apoio cultural que Marcelo Caetano mobiliza.

Em suma, a tarde na ABL não se resumiu a uma palestra sobre gramática ou história; foi um exercício de cidadania cultural. Marcelo Moraes Caetano, com a maestria de quem domina tanto a palavra quanto o teclado do piano, e Godofredo de Oliveira Neto, com a sabedoria de quem cuida dos ritos da imortalidade, proporcionaram aos presentes uma experiência que confirma a perenidade da nossa cultura. É essa união de saber e sensibilidade que mantém viva a chama da língua portuguesa, fazendo-a pulsar no passado, no presente e no futuro que almejamos para o Brasil.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural






(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR À PALESTRA COMPLETA
NO CANAL YOUTUBE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS)




MATILDE CARONE SLAIBI CONTI - UM GIRO CULTURAL MEMORÁVEL: DO FORTE DE COPACABANA À ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

 

Informativo do Elos Internacional 

No dia 28 de maio de 2026, quinta-feira a nossa presidente do Elos Internacional, Dra. Matilde Slaibi Conti, protagonizou uma verdadeira jornada de celebração e prestígio cultural. Com seu incansável compromisso em valorizar a produção intelectual e artística, ela iniciou sua tarde marcando presença no evento realizado no Centro de Literatura do Forte de Copacabana, onde foi agraciada com a Medalha em Honra e Mérito à Mulher Brasileira. Após este momento de reconhecimento e celebração, nossa elista-mor seguiu em direção à Academia Brasileira de Letras (ABL). O objetivo era prestigiar outro brilhante expoente da cultura contemporânea: nosso estimado companheiro, Marcelo Moraes Caetano. 

Sob a coordenação do acadêmico Godofredo de Oliveira Neto, o palestrante Marcelo apresentou a palestra intitulada “Língua Portuguesa do Brasil: passado e presente a explicar a nossa (multi)cultura”. Marcelo Caetano não é apenas um conferencista; ele se firma hoje como um verdadeiro fenômeno cultural. Sua capacidade de articular as raízes da nossa língua com a diversidade da nossa identidade nacional transforma suas explanações em eventos essenciais para quem deseja compreender a complexidade e a beleza da cultura brasileira. 

A presença de nossa presidente Matilde na ABL, logo após sua emocionante participação no Forte de Copacabana, reflete a energia e a dedicação que ela imprime à frente do Elos Internacional. É essa postura de estar sempre presente, apoiando e prestigiando talentos e instituições de peso como a Academia Brasileira de Letras, que torna a liderança de Matilde um pilar tão fundamental para a nossa organização. 

Para o Elos Internacional, acompanhar a trajetória de figuras como Marcelo Caetano e ver nossa presidente sendo homenageada em espaços de memória nacional é motivo de imenso orgulho. Seguimos firmes em nossa missão de tecer esses laços, celebrando a inteligência, a literatura e a cultura que nos unem enquanto povo. 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultural do Elos Internacional

 




UMA TARDE DE CELEBRAÇÃO CULTURAL FOI MARCADA PELO PRESTÍGIO DOS ACADÊMICOS DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS, que se uniram para acompanhar a brilhante palestra de Marcelo Moraes Caetano na Academia Brasileira de Letras. O encontro, que discutiu as nuances da nossa língua e cultura, contou com as presenças ilustres dos confrades Erthal Rocha, Márcia Pessanha e da nossa presidente elista-mor, Matilde Slaibi Conti, prestigiando o trabalho do próprio Marcelo Caetano. A união destes nomes em um dos templos máximos da literatura nacional reafirma a vitalidade e a integração entre as instituições literárias, celebrando o talento e o reconhecimento de figuras que tanto contribuem para o cenário intelectual brasileiro.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

28 de maio de 2026











CELEBRAÇÃO DA CULTURA E RECONHECIMENTO NO CENTRO DE LITERATURA DO FORTE DE COPACABANA E NOSSA PRESIDENTE MATILDE SLAIBI CONTI MARCA PRESENÇA


Informativo do Elos Internacional 

28 de maio de 2026. A diretoria do Elos Internacional  compartilha com todos os nossos membros e amigos colaboradores os destaques do prestigiado evento ocorrido no Centro de Literatura do Forte de Copacabana.

Com grande a alegria que nossa presidente, Matilde Carone Slaibi Conti, deslocou-se de Niterói para prestigiar este encontro cultural de grande relevância. Sua presença reafirma o compromisso do Elos Internacional com o fortalecimento de laços e o reconhecimento de talentos que enaltecem a nossa cultura. Na ocasião, Matilde foi agraciada com a Medalha em Honra e Mérito à Mulher Brasileira, um reconhecimento merecido por sua trajetória e dedicação constante ao fomento cultural e social. 

O evento, brilhantemente organizado por Mara Joaquim e Antônio Pereira, foi um verdadeiro celeiro de talentos. Embora a palestrante anunciada, Lucia Regina de Lucena, não tenha comparecido para abordar o tema "Mary Shelley e seu personagem Frankenstein", a programação seguiu com momentos marcantes e celebrações literárias. 

Tivemos a alegria de ver o talento do grupo de amigos da Rede Sem Fronteiras brilhar intensamente: Ana Maria Tourinho, Vice-presidente Cultura mundial da Rede Sem Fronteiras, conquistou o primeiro lugar no concurso de poesia “Minha vida em poesia”. Ângela Guerra, presidente do Núcleo da Rede Sem Fronteiras do Rio, alcançou o terceiro lugar na mesma competição.

Além disso, a cultura brasileira foi honrada com uma belíssima performance da jornalista Nina Fernandes, que trouxe à vida a memória de Chiquinha Gonzaga, enriquecendo a programação do dia.

O Elos Internacional parabeniza a todos os envolvidos, especialmente à nossa presidente Matilde por levar o nome de nossa instituição a patamares de tamanha distinção, e aos talentosos poetas que nos representaram com excelência nesta celebração realizada no Forte de Copacabana. Seguimos juntos, construindo pontes e celebrando a literatura e a arte brasileira! 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional











46 - LOU PACHECO: ENTRE A MEMÓRIA, A HISTÓRIA E O AFETO UM TRIBUTO “IN MEMORIAM” À TRAJETÓRIA DA SAUDOSA JORNALISTA LOU PACHECO - TEXTO DEDICADO À PROFESSORA DALMA NASCIMENTO E AO JORNALISTA GUADÁ.

A escrita, quando genuína, tem o poder de despertar tempos que julgávamos adormecidos. Recentemente, ao publicar em meu Focus Portal Cultural, no dia 11 de maio de 2026, o ensaio intitulado “LE PETIT PARIS – UM MARCO NA NOITE NITEROIENSE”, fui surpreendido por uma mensagem do colega jornalista Guadá. Ao fazer referência à icônica Lou Pacheco em seu comentário, ele não apenas reagiu ao meu texto, mas abriu uma porta para um passado vibrante da nossa cidade. 

A saudosa jornalista Lou Pacheco conheci também nos anos 90, quando ela era colunista do Jornal LIG e eu fui colunista no Jornal OPINIÃO do saudoso jornalista Carlos Silva, o 'caneta de ouro' de Niterói!” — Guadá.

Ao ler essas palavras, fui transportado para os meus primeiros dias em Niterói. Foi um encontro que guardo com carinho; tenho, inclusive, uma fotografia daquele Natal nos Escritores Ao Ar Livro, um registro que hoje ganha contornos de relíquia. Relembrar Lou Pacheco é, inevitavelmente, reverenciar a própria história da crônica social e política da nossa região. 

A relevância de Lou Pacheco para a memória fluminense foi magistralmente registrada pela professora Dalma Nascimento, minha mestra e guia nesta jornada intelectual. Em seu livro Memórias em Jornais (Editora Tempo Brasileiro, 2014, pp. 231-232), Dalma dedica um ensaio sensível à figura de Lou. É nesse espaço que compreendemos a essência de uma amizade que transcendia o papel e a tinta. Maria de Lourdes de Freitas Pacheco, a nossa Lou, era natural de Campos dos Goytacazes. Filha de Julieta Gallo de Freitas Pacheco e Gastão Meirelles de Freitas Pacheco, cresceu em uma família numerosa e vibrante, ao lado de seus irmãos: Aidée, Célia, Jacy, Lígia, Nellie, Mario, Eli e Luiz Carlos. Essa base familiar forjou o caráter resiliente que a acompanharia por toda a vida. 

A carreira de Lou Pacheco foi tecida entre o compromisso com a verdade e o amor incondicional por Niterói. Ela deu seus primeiros passos no extinto jornal O Estado, trilhando um caminho que passaria pelo Diário de Notícias e pela fundação do Última Hora, onde permaneceu por doze anos. 

Ler hoje o registro da professora Dalma, publicado originalmente em agosto de 2000, é observar como Lou Pacheco, mesmo após sua partida, continuou a ser a "hospedeira de utopias" que Niterói tanto precisou. Segue abaixo a transcrição integral da homenagem feita por Dalma: 

“DOUTORES NA RIBALTA” MAIS UMA VEZ EM NITERÓI 

In memoriam da grande amiga Lou Pacheco.

Niterói viverá, em 18 de agosto próximo, a sétima edição de “Doutores na Ribalta”, um dos mais tradicionais e concorridos espetáculos beneficentes da cidade, idealizados e promovidos pela jornalista Lou (Maria de Lourdes) Pacheco, a carismática guerrilheira das causas humanitárias fluminenses. O evento, que ultrapassa até as fronteiras do Estado, mobiliza, em vários anos, grande público. Os “doutores” são médicos, advogados, economistas, engenheiros, dentistas, educadores, que sobem ao palco, para um show de dança, música e poesia, demonstrando suas “escondidas” aptidões artísticas. O sucesso do projeto tem feito com que o “Doutores na Ribalta” se mantenha como um marco na cultura da cidade desde 1959, quando à porta do Teatro Municipal de Niterói, o então governador do Estado, Roberto Silveira e sua esposa, Ismélia Saad Silveira, inauguraram o espetáculo, em noite de gala, com expressiva assistência e casa lotada. 

Incansável incentivadora dos autênticos valores, a jornalista Lou Pacheco, certa feita, ao frequentar a Associação Médica Fluminense, notou o elevado número de intelectuais e artistas entre os seus filiados. Eram escritores, instrumentistas, cantores, artistas plásticos e até bailarinos que ali “artistavam” despretensiosamente em busca de companheirismo. 

Percebendo-os afinados artisticamente e colegas de profissão, ela, com generosidade e espírito congregador, elaborou um fichário dos talentos, desde o oftalmologista Paulo Pimentel, poeta e tradutor de Baudelaire, a Hélio Rosa, psiquiatra e psicanalista, que mereceu de Vinícius de Moraes a referência a seu “violão de cauda”. 

Diante de tais descobertas, Lou Pacheco, para divulgar e interpretar o papel da nascente Associação Fluminense de Reabilitação, organizou o primeiro “Doutores na Ribalta”, em 24/4/59, no Teatro Municipal de Niterói, para uma plateia em traje a rigor. Outras reapresentações, sempre com enorme sucesso, ocorreram em 74, 84, 86, 96 e 99, com pausas necessárias, para depois ressurgirem com sempre maior vigor. (...)

O Correio cumprimenta mais esta iniciativa da ilustre jornalista Lou Pacheco, hospedeira de utopias, que, com exemplar personalidade, engrandecesse Niterói. Publicado em O Correio, edição “Aquarela de assuntos”, em 5 de agosto de 2000.

LOU PACHECO: O RECONHECIMENTO DE UMA VIDA PLENA E RESISTENTE 

A trajetória de Lou Pacheco não se encerrou com sua partida; ela se perpetua nos anais da nossa história cultural e política. Em 1992, essa relevância foi consagrada quando Lou recebeu o título de Intelectual do Ano, outorgado pelo Grupo Mônaco de Cultura. A distinção, concedida por Carlos Silvestre Mônaco, proprietário da icônica Livraria Ideal, que por décadas serviu como o grande ponto de encontro da intelectualidade fluminense, foi um reconhecimento justo à sua contribuição inestimável para a vida pública.

O reconhecimento oficial de sua dimensão para Niterói veio de forma contundente em 23 de agosto de 2012. Naquele momento, o Prefeito Municipal de Niterói, Jorge Roberto Silveira, ao decretar luto oficial de três dias pelo seu falecimento, pontuou com precisão os motivos que tornaram Maria de Lourdes de Freitas Pacheco uma presença imortal. O decreto ressaltou que a perda de Lou Pacheco representava um vazio lamentável para o Estado e para a Cidade, considerando os seus "inestimáveis serviços prestados à causa pública, à liberdade de expressão, à democracia e à cultura". 

Mais do que uma profissional exemplar, o poder público reconheceu sua luta e resistência em defesa da liberdade. A sua memória segue sendo cultivada por meio de homenagens que eternizam seu nome, como o projeto de lei para batizar logradouros da cidade, reforçando que sua história de vida e luta pela humanidade não será esquecida.

Ao redigir meu ensaio sobre o Le Petit Paris, percebo que figuras como Lou Pacheco são os verdadeiros pilares da nossa crônica urbana. Homenageá-la é manter viva a chama da imprensa que lutou pela liberdade e pela cultura. Que estas linhas sirvam para que as novas gerações saibam quem foi a mulher que tanto amou, escreveu e lutou por Niterói.

O Focus Portal Cultural, sob a direção de seu editor Alberto Araújo, reverencia e subscreve integralmente a importância dessa trajetória. Cultuar a memória de Lou Pacheco é um ato de resistência contra o esquecimento e um compromisso com os valores democráticos que ela, com tanta coragem, defendeu. Niterói, ao honrar o nome de Lou, honra a sua própria vocação de cidade aberta, culta e, acima de tudo, livre. Sua lembrança, para nós, é uma bússola que continua a guiar a nossa missão editorial. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





 

44 - O LEGADO DE ACADEMUS: A GÊNESE DO PENSAMENTO NO SISTEMA ACADEMUS - 45 - A ARQUITETURA DO PENSAMENTO: RAFAEL E A ESCOLA DE ATENAS COMO ESPELHO DA ETERNIDADE - ENSAIOS FILOSÓFICO-INSTITUCIONAIS © ALBERTO ARAÚJO

 

A história da humanidade não é feita apenas de sucessões temporais, mas de uma teia invisível de influências, mentoria e a busca incessante pela verdade. Quando batizamos um sistema de gestão acadêmica como Academus, não estamos apenas escolhendo um rótulo; estamos invocando uma linhagem milenar que conecta a tecnologia educacional moderna ao solo sagrado da Atenas clássica. Para compreender a essência do Academus, é preciso caminhar por entre as oliveiras do jardim que deu nome a toda uma tradição de ensino superior no Ocidente. 

O Fio de Ariadne: Sócrates, Platão e Aristóteles 

A estrutura pedagógica que o sistema Academus pretende organizar reflete a própria dinâmica da trindade fundadora da filosofia ocidental: Sócrates, Platão e Aristóteles. Esta tríade representa a transição do pensamento mítico para o racional e a sistematização do conhecimento humano.

Sócrates, o mestre que nada escreveu, foi a centelha. Sua forma de ensinar,  a maiêutica, era o processo de dar à luz o conhecimento através do questionamento constante. Originalmente, o método filosófico e pedagógico criado por Sócrates consiste na arte de fazer o interlocutor "parir" as suas próprias ideias. Em vez de transmitir respostas prontas, o mestre utiliza perguntas sucessivas para guiar o aluno a descobrir a verdade por si mesmo; ele não transmitia informações, ele provocava o pensamento. 

Platão, seu discípulo, foi o arquiteto. Ele transformou a oralidade de Sócrates em um sistema robusto de diálogos escritos, preservando o pensamento do mentor e estabelecendo as bases para o que viria a ser a Academia. Aristóteles, por fim, foi o sistematizador. Ao estudar na Academia por cerca de 20 anos, ele absorveu as ideias platônicas para, em um gesto de maturidade intelectual, questioná-las e criar sua própria filosofia, fincada na observação do mundo sensível. 

Este sistema de sucessão, o mestre que planta a dúvida, o discípulo que estrutura a reflexão e o sucessor que inova a partir da base, é a metáfora perfeita para um sistema de gestão acadêmica. O Academus não visa apenas registrar dados, mas organizar o fluxo contínuo entre o ensinar, o aprender e o pesquisar. 

Platão: O Fundador da Institucionalização 

Platão, nascido Arístocles em Atenas por volta de 427 a.C., é a presença central desta narrativa. Sua vida e obra são o testemunho de uma mente que buscou harmonizar o racionalismo com a espiritualidade. Ao fundar a Academia, ele não estava apenas criando um local de estudos; ele estava formalizando o conceito de "educação superior".

A Academia de Platão foi, de fato, a primeira universidade do mundo ocidental. Diferente das escolas de sofistas, que cobravam por retórica e persuasão, a Academia era um espaço de investigação. O currículo incluía astronomia, biologia, ciências políticas e, claro, filosofia. Platão nos legou a ideia de que o conhecimento é um caminho de ascensão, o despertar da "flor metafísica" que ele chamava de alma, através da Paideia, o processo de formação humana integral e virtuosa. 

O Jardim de Academus: Onde a Sabedoria Encontra o Espaço 

O nome Academus remete a uma origem ainda mais profunda: o herói ático Academos. Conta a lenda que ele foi o homem que revelou aos Dióscuros,  os "filhos de Zeus", Castor e Pólux, também conhecido como Polideuces, famosos irmãos gêmeos da mitologia greco-romana. Eles representam o amor fraternal incondicional e estão ligados à constelação de Gêmeos. Academos indicou o local onde Teseu havia escondido Helena. Mais do que um herói de guerra ou um personagem mitológico, Academos dá nome ao local físico. O bosque sagrado, situado nos arredores de Atenas, perto do cemitério de Cerâmico, não era apenas um terreno; era um espaço de refúgio, ginástica e reflexão. 

Ao escolher esse local para sua escola, Platão fez uma escolha simbólica poderosa. A educação não deveria ocorrer em torres de marfim isoladas, mas em um jardim onde a mente e o corpo estivessem em harmonia. Onde o filósofo caminhava com seus discípulos entre doze oliveiras, sob a égide de Atena, a deusa da sabedoria. 

A Filosofia do Sistema Academus 

Por que, então, nomear um sistema de gestão acadêmica como Academus? 

A Organização da Sabedoria: Assim como a Academia de Platão contava com uma biblioteca e uma estrutura de residência, um sistema de gestão moderno precisa ser o pilar que sustenta a estrutura da universidade atual. O Academus é o "jardim" digital onde os dados, as grades curriculares, os históricos dos alunos e as trajetórias dos professores se encontram. 

Longevidade e Preservação: A Academia platônica permaneceu em funcionamento por mais de novecentos anos. O Academus, como ferramenta de gestão, busca essa longevidade: garantir que o conhecimento produzido hoje seja preservado, acessível e organizado para as gerações que virão. 

O Foco na Paideia: O objetivo final de qualquer sistema de gestão não é a burocracia, mas sim viabilizar o ambiente para que o aluno possa florescer. Quando removemos a fricção administrativa através de um sistema eficiente, abrimos espaço para a verdadeira Paideia: a relação humana, a troca intelectual e o desenvolvimento virtuoso. 

O Academus não é apenas um software. É uma reverência. Ao navegar pelas interfaces de um sistema que carrega esse nome, o usuário está, sem saber, conectado à história de uma linhagem que começou com um homem que nada escreveu e chegou até a sofisticação da tecnologia que utilizamos hoje para organizar a vida universitária. 

A Figura Mítica de Academo 

O nome que batiza o nosso sistema não é um conceito abstrato, mas o epônimo de uma das figuras mais enigmáticas da mitologia ática: Academo, em grego: Akádēmos. A sua história, embora mergulhada no tempo dos heróis, carrega um simbolismo profundo que ressoa diretamente com o propósito de um sistema de gestão acadêmica moderno. 

Segundo a tradição grega, Academo foi o herói que, agindo com clareza e verdade, revelou aos Dióscuros, Castor e Polideuces o paradeiro de Helena, que fora levada por Teseu.

Teseu raptou Helena quando ela ainda era muito jovem. Os irmãos dela, os Dióscuros, invadiram a região da Ática para resgatá-la. Para evitar que Atenas fosse devastada pelo conflito, Academo revelou o cativeiro da jovem em troca de imunidade para suas terras. Como sinal de gratidão, as terras de Academo, um bosque próximo a Atenas foram poupadas em guerras futuras e tornaram-se um local de culto sagrado dedicado a Atena e outros deuses. 

De Herói à Origem da Palavra "Academia" 

Séculos mais tarde, o filósofo Platão escolheu exatamente esse bosque tranquilo e sombreado para fundar sua famosa escola filosófica, por volta de 387 a.C. A instituição ficou conhecida como Academia de Platão. Com o tempo, o termo passou para o latim, academicus e, posteriormente, para o português, passando a designar centros de ensino, universidades e agremiações científicas ou literárias. 

Ao oferecer essa informação, Academo agiu como o mediador entre o conflito e a resolução, entre o oculto e o revelado. Em um ecossistema educacional, essa é a função essencial da informação: iluminar o caminho, desvelar oportunidades e permitir que o conhecimento chegue àqueles que o buscam.

O legado de Academo transcendeu o mito e tornou-se geográfico. O seu túmulo, situado estrategicamente próximo ao Cerâmico, o cemitério de Atenas, onde o passado da cidade era honrado, era circundado por um bosque que se tornaria o solo sagrado do intelecto. Foi neste jardim, ornamentado por doze oliveiras ancestrais e abençoado por um altar à deusa Atena, que Platão escolheu estabelecer a sua Academia, por volta de 386 a.C. 

O jardim de Academo deixou de ser um memorial de guerra ou um simples recanto sagrado para se tornar o berço da educação superior ocidental. O termo "academia", que hoje utilizamos globalmente para definir centros de saber, é a herança direta desse espaço de conferências, diálogos e descobertas. 

Portanto, ao utilizarmos o nome Academus, estabelecemos um elo inquebrável com essa origem. O nosso sistema é, em essência, uma extensão digital desse antigo jardim: um espaço organizado, dedicado e sagrado, onde as instituições de ensino podem cultivar as suas oliveiras, o conhecimento, a pesquisa e a formação de seus estudantes,  sob o olhar atento da sabedoria que, desde a Grécia Antiga, nos convida a pensar, aprender e evoluir. 

45 - A ARQUITETURA DO PENSAMENTO: RAFAEL E A ESCOLA DE ATENAS COMO ESPELHO DA ETERNIDADE 

A arte, em seu estado de graça, não é apenas o registro estético de um tempo, mas a ancoragem do espírito humano no fluxo da história. Ao contemplar A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio, nas entranhas dos Museus Vaticanos, não nos deparamos apenas com um afresco monumental; confrontamo-nos com uma "biblioteca visual" que mapeia, em gesto e perspectiva, os fundamentos de nossa civilização. O impacto dessa obra, que ocupa a parede da antiga Stanza della Segnatura, a biblioteca e escritório do Papa Júlio II, é um fenômeno que transcende a escala física. É uma experiência que exige silêncio, não apenas pelo respeito ao espaço sagrado, mas pela densidade do que ali se comunica.

 

Rafael pintou este afresco quando tinha apenas vinte e um anos, uma idade onde a genialidade muitas vezes se confunde com a audácia. Na Roma de 1509, ele dividia o ar carregado de gênio com gigantes: Leonardo da Vinci, cinquenta e dois anos, e Michelangelo, vinte e nove, este último operando a escassos metros dali, na Capela Sistina. Enquanto Michelangelo buscava, em suas figuras, a tensão do corpo e a angústia da criação divina, Rafael buscava a harmonia. 

A perspectiva de A Escola de Atenas não é apenas uma técnica geométrica de fuga; é uma construção arquitetônica de valores. O cenário, embora imaginário, ecoa a arquitetura de Bramante para a nova Basílica de São Pedro. Ao desenhar arcos que parecem se estender para além da parede real, Rafael nos convida a entrar em um espaço atemporal. O afresco não está em um lugar geográfico, mas no território da mente. As estátuas laterais, Apolo, com sua lira, representando o esclarecimento filosófico, e Minerva, com o elmo, a sabedoria estratégica, funcionam como sentinelas, demarcando a entrada em um santuário onde a razão é a lei soberana. 

Se pudéssemos reduzir o pensamento ocidental a uma imagem, seria a do encontro central da obra. De um lado, Platão; do outro, Aristóteles. Rafael, em uma escolha de mestre, atribui a Platão a fisionomia de Leonardo da Vinci. O filósofo aponta para o zênite, para o mundo das formas ideais, para o Timeu, tratando da natureza do cosmos e da eternidade. É o filósofo do "acima". 

Aristóteles, em contraponto, estende a mão espalmada para a terra, segurando sua Ética a Nicômaco. Ele é o mestre do "aqui", da empiria, da observação minuciosa que define a ciência ocidental. Não há conflito entre os dois; há, sim, o equilíbrio. A composição em "V" invertido, guiada pelo olhar e pelos gestos dos dois protagonistas, organiza a dispersão dos outros personagens. Eles são o eixo sobre o qual a história da filosofia gira: o diálogo constante entre o que imaginamos ser e o que a realidade nos impõe. 

O que torna A Escola de Atenas uma obra viva é a sua recusa em ser um documento arqueológico fechado. Rafael não pinta a Grécia de modo realista; ele povoa a Grécia com os rostos da sua própria contemporaneidade. Quando vemos Pitágoras, aquele que uniu matemática e música, ou Euclides o pai da geometria, por vezes confundido com o arquiteto Bramante, não estamos vendo apenas vultos históricos. Estamos vendo o reconhecimento de que a herança clássica não é um acessório de museu, mas a base sobre a qual o homem renascentista se construía. 

O fato de incluirmos personagens como Hipátia de Alexandria, a primeira grande matemática do ocidente, ou o cínico Diógenes, despojado e autossuficiente na escadaria, revela uma vontade de totalidade. A obra é um mapa da alma humana. Rafael insere a si mesmo e a outros pintores como o enigmático autorretrato perto da coluna à direita para declarar que o artista é, por direito, um filósofo da imagem. É a celebração do indivíduo que, pelo conhecimento, torna-se arquiteto do seu próprio destino. 

Como alguém que transita entre a escrita literária, o jornalismo cultural e a fotografia, a observação detalhada deste afresco revela uma verdade sobre a produção criativa. Rafael não compôs a cena por acaso. Cada grupo, cada gesto capturado, exige do espectador o exercício da escuta silenciosa. Observar o homem que se inclina para ler, o outro que debate, o matemático que traça o compasso, é observar o próprio fazer humano. 

A filosofia, aqui, não é apenas um sistema de ideias complexas; é a atitude de quem para para observar o pôr do sol na baía, ou de quem, em seu escritório, dedica horas à pesquisa das efemérides do dia. A "escola" que Rafael desenha é, na verdade, a própria vida cotidiana elevada à categoria de obra de arte. É o reconhecimento de que, ao escrever ou fotografar, estamos também buscando o "ápieron" de Anaximandro, o princípio de todas as coisas, ou a harmonia das esferas de Pitágoras. 

Ao final da análise, percebemos que A Escola de Atenas não está em Roma; ela habita em nós. Ela é a biblioteca onde guardamos nossas leituras de Cecília Meireles, nossos estudos sobre a genealogia do piano e nossos registros fotográficos do cotidiano niteroiense. A busca que Rafael encenou há meio milênio é a mesma que nos move hoje: a necessidade de conciliar as raízes, a nossa história, ao nosso Piauí, a nossa formação, com as asas da imaginação e do intelecto. 

O afresco termina, mas a conversa continua. Ele permanece lá, no alto daquela parede vaticana, observando o fluxo dos visitantes que, por breves instantes, se sentem também filósofos, também artistas, também parte dessa linhagem que nunca aceitou que a vida fosse apenas o que está diante dos olhos. O grande legado de Rafael não foi ter pintado a filosofia, mas ter nos ensinado que, enquanto houver alguém disposto a olhar e a perguntar, a escola nunca fechará suas portas.

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Este ensaio foi construído com base em pesquisas historiográficas e filosóficas, honrando a tradição clássica da Paideia. As obras listadas nas referências são recomendadas para aqueles que desejam aprofundar-se nas raízes do pensamento que guia o espírito do sistema Academus.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO ENSAIO SOBRE ACADEMUS: 

Referências Bibliográficas

BURNET, John. Greek philosophy: Thales to Plato. London: Macmillan, 1914. 

DIÓGENES LAÊRCIO. Vidas e doutrinas dos filósofos ilustres. Tradução de Mário da Gama Kury. 2. ed. Brasília: Editora UnB, 2008.

GRAVES, Robert. Os mitos gregos. Tradução de Fernando Klabin. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018. 

GRIMAL, Pierre. Dicionário da mitologia grega e romana. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2016. 

GUTHRIE, William Keith Chambers. A history of Greek philosophy. Volume IV: Plato: The Man and His Dialogues. Cambridge: Cambridge University Press, 1975.

JAEGER, Werner. Paideia: a formação do homem grego. Tradução de Artur M. Parreira. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 

PLATÃO. A República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. 9. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 

REALE, Giovanni. Para uma nova interpretação de Platão. Releitura da metafísica dos grandes diálogos à luz das "doutrinas não escritas". 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. 

WHITEHEAD, Alfred North. Process and reality: an essay in cosmology. New York: Macmillan, 1929. 

XENOFONTE. Ditos e feitos memoráveis de Sócrates. Tradução de José Maria da Costa. Lisboa: Edições 70, 2011. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO ENSAIO SOBRE ESCOLA DE ATENAS 

ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. 

BURCKHARDT, Jacob. A civilização do Renascimento na Itália. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 

GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 

MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2012. 

PANOFSKY, Erwin. Renascimento e renascimentos na arte ocidental. Lisboa: Editorial Presença, 1989. 

PLATÃO. Timeu. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2001. 

REALE, Giovanni. História da filosofia antiga. v. 2. São Paulo: Loyola, 1994. 

TALBOT, John. Raphael and the Pope's Library. New Haven: Yale University Press, 2014. 

VASARI, Giorgio. Vidas dos artistas. Tradução de Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2011. 

Ensaios Filosófico-Institucionais

Explorações sobre a gênese das instituições e o pensamento que molda a educação.


Texto e pesquisa

© Alberto Araújo

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