domingo, 15 de março de 2026

ELISMO: UMA CORRENTE DE PAZ, CULTURA E FRATERNIDADE - @ ALBERTO ARAÚJO - FOCUSPORTAL CULTURAL

Em um mundo marcado por fronteiras, conflitos e desencontros, o Elismo se ergue como um movimento de união, diálogo e valorização da cultura. Nascido da vontade de preservar o patrimônio da civilização portuguesa e fortalecer os laços entre os povos lusófonos, o Elismo suplanta o tempo e o espaço, oferecendo à humanidade uma proposta de convivência baseada na paz, na amizade e no respeito mútuo. 

Mais do que uma associação cultural, o Elismo é uma corrente de valores humanos universais. Seu símbolo dois ramos de oliveira entrelaçados por elos representa a continuidade histórica, a união dos povos e a esperança de um futuro construído sobre o entendimento e a cooperação. Cada elo dessa corrente é um gesto de aproximação; cada ramo, um convite à harmonia entre culturas. 

A Federação Elos Internacional da Comunidade Lusíada, fundada em 1959, tornou-se baluarte desse ideal. Desde sua origem, diante da enseada histórica de São Vicente, até sua expansão por diversos continentes, o movimento tem promovido encontros, convenções e ações culturais que celebram a língua portuguesa como elo de identidade e veículo de expressão. O idioma de Camões, falado por milhões em todos os cantos do mundo, é o eixo que une essa comunidade plural e vibrante. 

O Elismo propõe uma convivência amigável que valoriza a diversidade como riqueza. Em seus encontros, não há espaço para intolerância ou indiferença: há escuta, troca de experiências e construção de pontes. É um ambiente onde se respira fraternidade, onde o passado é respeitado, o presente é vivido com intensidade e o futuro é sonhado coletivamente. 

Ao longo de mais de seis décadas, o Elos Internacional demonstrou resiliência e relevância. Mesmo diante de mudanças políticas e desafios econômicos, manteve-se firme em sua missão, expandindo sua presença e renovando seu compromisso com a cultura e a paz. A instituição do Dia Nacional do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, celebrado em 8 de agosto, é um reconhecimento oficial da importância desse movimento para o Brasil e para o mundo lusófono. 

O Elismo é, sobretudo, uma proposta de humanidade. Em tempos de polarização e rupturas, ele oferece uma alternativa baseada na empatia, na memória e na cultura. Ao unir pessoas de diferentes origens em torno de um idioma comum e de valores compartilhados, o Elismo mostra que é possível construir uma comunidade global sem abrir mão das identidades locais.

Essa corrente de paz e cultura continua a se expandir, elo por elo, gesto por gesto. Cada novo participante, cada nova ação, fortalece o sonho de um mundo mais justo, mais unido e mais sensível às vozes da história e da tradição. O Elismo não é apenas uma ideia: é uma prática viva, um modo de ser, uma esperança que se renova a cada encontro. 

Em tempos de urgência por reconexão humana, o Elismo se apresenta como um baluarte. Um movimento que não apenas preserva o passado, mas ilumina caminhos para o futuro, com cultura, com amizade, com união. 

© Alberto Araújo

Diretor Cultural do Elos Internacional




 

10 - O OFÍCIO DA PALAVRA EM TEMPOS DE VERTIGEM - CRÔNICA-ENSAIO LITERÁRIO DE @ ALBERTO ARAÚJO

 

A literatura é chama que resiste ao vento. Em meio ao tumulto das horas, quando a vida se fragmenta em notificações e imagens fugidias, escrever e ler tornam-se gestos de insubmissão. Não é apenas arte: é memória, é resistência, é a mais íntima das revoluções. 

Vivemos uma encruzilhada. De um lado, a abundância: nunca tantas vozes se ergueram em simultâneo. De outro, a dispersão: nunca se leu tão apressadamente, nunca se abandonou tão rápido uma narrativa. O escritor contemporâneo sabe que disputa a atenção com o fluxo incessante das redes, mas é justamente nesse embate que a literatura reafirma sua vocação, ser o espaço da pausa, da densidade, da escuta interior. 

O romance, a crônica, o poema, todos se erguem como resistência contra a velocidade que nos rouba o sentido. A literatura não compete com a tecnologia; ela a atravessa, absorve, transmuta. O livro digital, o audiolivro, a narrativa interativa são apenas novas máscaras de uma mesma essência: contar histórias para que o humano não se dissolva. 

Eis a multiplicidade: escritores de periferias, mulheres, povos originários, autores antes silenciados encontram brechas para inscrever suas narrativas. O cânone, outrora muralha, hoje se vê atravessado por fissuras. Cada livro publicado por uma voz antes marginalizada é ato de reparação simbólica. A literatura contemporânea não é apenas estética: é política, é social, é testemunho.

O leitor já não é apenas receptor. É coautor, comentarista, crítico instantâneo. A obra circula em tempo real, sujeita a aplausos e linchamentos virtuais. Isso exige do escritor coragem renovada: escrever sabendo que sua palavra será atravessada por milhares de olhares simultâneos. Mas talvez seja justamente aí que resida a beleza da literatura atual, na sua capacidade de sobreviver ao excesso, insinuando-se como chama discreta no meio da vertigem. 

A palavra convive agora com algoritmos, com inteligências artificiais, com sistemas capazes de gerar textos em segundos. Há quem tema que a máquina substitua o escritor. Mas a literatura não é apenas soma de palavras: é sopro humano que lhes dá sentido. O algoritmo pode imitar estilos, pode compor narrativas, mas não conhece o silêncio que antecede a frase, nem a hesitação que molda o ritmo. 

Cada povo escreve para não desaparecer. Cada língua se inscreve nas páginas como forma de resistência contra o esquecimento. A literatura atual, marcada pela pluralidade, nos mostra que não há uma única narrativa capaz de conter o mundo. Escritores indígenas, afrodescendentes, periféricos ampliam o repertório estético e reconfiguram a identidade cultural. Cada livro que nasce de uma voz silenciada é ato de afirmação: “Estamos aqui, e nossa história também merece ser contada.” 

O futuro da literatura não se desenha apenas nas páginas impressas, mas nos múltiplos suportes que se multiplicam diante de nós. O leitor contemporâneo lê em telas, escuta em fones, interage em plataformas digitais. A leitura se torna experiência expandida, atravessando formatos e linguagens. Mas o que significa ler em tempos de excesso? Talvez o futuro da leitura não esteja em consumir mais, mas em aprender a ler melhor. 

A literatura é também herança. Cada livro é ponte entre o passado e o futuro, entre aqueles que já viveram e aqueles que ainda virão. O escritor escreve não apenas para seus contemporâneos, mas para leitores que talvez nem tenham nascido. Os clássicos continuam a nos falar, mesmo em meio à vertigem contemporânea. Ler Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa é descobrir que o humano permanece. Ler autores jovens é perceber que o futuro já está sendo escrito. 

A literatura não se faz apenas de palavras. Ela nasce também do silêncio que as antecede, da pausa que lhes dá ritmo, da contemplação que as sustenta. Em tempos de ruído incessante, recuperar o valor do silêncio é quase ato revolucionário. O silêncio é matéria invisível da literatura: sem ele, a palavra se torna apenas barulho. 

E há ainda o mito e a imaginação. Desde as primeiras narrativas, o ser humano inventa histórias para explicar o inexplicável, para dar forma ao mistério, para enfrentar o desconhecido. Mesmo na literatura atual, marcada pela tecnologia e pela velocidade, o mito permanece. Ele se reinventa em romances fantásticos, em narrativas distópicas, em universos de ficção científica. O mito não desaparece: ele se transforma. Porque o ser humano continua a precisar de histórias que transcendam o cotidiano, que ofereçam sentido ao caos.

Chegamos ao fim desta travessia, mas não ao fim da literatura. Porque a literatura não se encerra: ela se prolonga em cada leitor, em cada silêncio, em cada palavra que se abre como janela. A literatura é casa. Casa feita de palavras, de memórias, de sonhos. Uma casa sem paredes, mas capaz de abrigar todos os que nela entram. O escritor constrói essa casa com tijolos de linguagem, e o leitor a habita com sua própria experiência. 

Em tempos de vertigem, essa casa se torna ainda mais necessária. Porque nela encontramos o que o mundo nos nega: pausa, sentido, profundidade. A literatura nos lembra que somos mais do que dados, mais do que consumo, mais do que pressa. Somos seres de palavra, de imaginação, de silêncio. 

E enquanto houver alguém disposto a escrever, e alguém disposto a ler, a literatura continuará a existir. Não como luxo, mas como necessidade. Não como passatempo, mas como fundamento. Porque sem literatura, o humano se perde. 

Assim, ao concluir este ensaio-crônica, deixo uma certeza: a literatura é a casa onde o humano se reconhece. E é nessa casa que, mesmo em tempos de vertigem, ainda podemos encontrar repouso, beleza e sentido.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

      ABDALA JUNIOR, Benjamin. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no século XX. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.

     ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

      AZEVEDO, Luciene; MOLINA, Cristian Vidal; PALOMA, Cristian. Autoria na cultura do presente. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, n. 55, p. 1-20, 2018.

       BIRMAN, Daniela; HARDMAN, Francisco Foot; ZHENGQI, Lu (orgs.). Literatura brasileira contemporânea: aproximações e divergências. Campinas, SP: Unicamp; Publicações IEL, 2022.

      MENDES, Fábio Marques. Realismo e violência na literatura contemporânea: os contos de Famílias terrivelmente felizes, de Marçal Aquino. São Paulo: Editora UNESP; Cultura Acadêmica, 2015.



1° GOTA DE TINTA: DANIELLE, DE APENAS 11 ANOS, ENVIOU UMA MENSAGEM ESPECIAL

A literatura nasce nos sonhos! 

Na Casa Brasileira de Livros, acreditamos profundamente na força das histórias e, principalmente, nas pessoas que as escrevem. Em cada edição de nossos concursos, temos o privilégio de receber textos de autores experientes, vozes já consolidadas na literatura, e também de conhecer jovens talentos que começam a trilhar seus primeiros passos nesse caminho. 

É o caso da Danielle Julia, que participou do nosso evento e compartilhou conosco um pouco da sua experiência. Ver jovens autores se aproximando da literatura, escrevendo, sonhando e acreditando em seu potencial é algo que nos alegra imensamente!

A todos que participam dos concursos da Casa, sejam autores já reconhecidos ou novos talentos que estão começando, queremos dizer que cada texto, cada participação e cada história são muito importantes para nós!

Danielle, seguimos na torcida para que você continue escrevendo, crescendo e realizando todos os seus sonhos na literatura! 

Aproveitamos também para convidar todos que já passaram pelos concursos da Casa, classificados ou não, a gravarem um breve vídeo contando como foi participar dessa jornada literária. A Casa é feita também das vozes que passam por ela, e será um grande prazer compartilhar esses depoimentos em nossas redes sociais. 

A Casa sempre estará aberta para quem acredita na força das palavras! 

Casa Brasileira de Livros, onde nascem as ideias que movem a cena literária brasileira. 




CONVITE PARA LANÇAMENTO DO LIVRO “QUATRO ESTAÕES – HAICAIS” AUTORAS: LEDA MENDES JORGE, LIANE ARÊAS E UYÁRA SCHIEFER

Você sabia que esse livro nasceu em um café? Foi ali que três amigas escritoras se reuniram para conversar sobre poesia, literatura e inspiração. Entre um café e outro, surgiram ideias, versos e reflexões sobre as estações da vida. 

O livro "Quatro Estações: Haicais" é o resultado da união criativa de três escritoras: Leda Mendes Jorge, Liane Arêas e Uyára Schiefer. O que começou como um encontro informal entre amigas em um café, regado a conversas sobre literatura, floresceu em um projeto poético estruturado que explora as passagens do tempo e as fases da vida através da métrica delicada do haicai. 

A jornada da obra passou por etapas fundamentais que demonstram o carinho e o cuidado das autoras: O ambiente acolhedor da cafeteria serviu de berço para as primeiras reflexões. Uyára Schiefer assumiu o papel de curadora, reunindo os versos de cada autora para dar coesão ao livro. Antes da publicação oficial, o livro ganhou vida em um formato artesanal (boneco), servindo de guia para a estrutura final. Com o suporte da Editora Opus, o projeto atingiu sua maturidade, tornando-se uma edição profissional pronta para o público. 

O LANÇAMENTO

A obra será celebrada em um evento de lançamento aberto ao público, fechando o ciclo iniciado no café onde tudo começou.

Data: 19 de março de 2026 – quinta-feira

Horário: 17h30min às 19h30min

Local: Da Vinci’s Cafeteria, Rua General Pereira da Silva, 76, loja 2, Icaraí, Niterói - RJ. 

O livro não é apenas uma coletânea de poemas, mas um registro da amizade e da capacidade de transformar o cotidiano em arte. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 









CONVITE PARA A SOLENIDADE DE POSSE E COQUETEL DO NÚCLEO DA REDE SEM FRONTEIRAS – RIO DE JANEIRO

A Rede Sem Fronteiras (RSF), organização cultural internacional com sede em Lisboa, Portugal, sob a presidência da jornalista Dyandreia Valverde Portugal, tem como missão promover a língua portuguesa e difundir as culturas lusófonas em suas múltiplas expressões. Ao longo dos anos, a RSF consolidou-se como um espaço de integração, diálogo e valorização da diversidade cultural, reunindo escritores, artistas, educadores e agentes culturais em torno de projetos que ultrapassam fronteiras geográficas e simbólicas.

É nesse espírito de união e fortalecimento da cultura que anuncia, com grande orgulho, a fundação oficial do Núcleo Cultural Regional da Rede Sem Fronteiras no Rio de Janeiro, cuja presidência será conduzida por Angela Guerra, personalidade reconhecida por sua dedicação às artes, à literatura e à promoção de iniciativas culturais de impacto. A expectativa em torno de sua gestão é marcada pela confiança em sua capacidade de mobilizar talentos, criar pontes e ampliar a presença da RSF no cenário cultural carioca e brasileiro. 

A Cerimônia Solene de Fundação e Posse Oficial será conduzida pela Vice-presidente Cultural Mundial da RSF, Ana Maria Tourinho, representando a presidente Dyandreia Portugal que está em Lisboa, Ana Maria Tourinho é uma personalidade admirada por sua elegância, sensibilidade e profundo comprometimento com a missão da Rede. Reconhecida por sua habilidade em transformar cada solenidade em um momento memorável, Ana Maria imprime em suas conduções um toque de refinamento e afeto que encanta a todos os presentes. Sua presença à frente do ato solene é garantia de que este marco será celebrado com a dignidade, o brilho e a emoção que ele merece.

A solenidade de posse da diretoria do Núcleo acontecerá em um dos espaços mais emblemáticos da cidade: a Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Palácio Pedro Ernesto, na Cinelândia. O evento será realizado no dia 20 de março de 2026 (sexta-feira), às 15h, em sessão solene que marcará a integração oficial do Núcleo à estrutura internacional da Rede Sem Fronteiras. 

Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados em um momento de confraternização e celebração. O brinde especial desta ocasião ocorrerá às 19h, no Restaurante Scotton, localizado no Edifício Argentina, 2º andar, Praia de Botafogo, 228. Este jantar celebrativo será por adesão, com valor de R$ 110,00 por pessoa, a ser depositado antecipadamente diretamente ao restaurante. 

Dados para depósito: 

Banco: Bradesco

Agência: 0227

Conta: 263.823-1

CNPJ: 32.104.705/0001-45 (Scotton Buffet e Restaurante LTDA) 

Ou via PIX:

CNPJ: 32.104.705/0001-45 (Scotton Buffet e Restaurante LTDA) 

Pedimos a gentileza de enviar o comprovante de depósito à pessoa responsável pelo convite. 

Este ato não é apenas uma cerimônia protocolar. Ele simboliza a entrada oficial do Núcleo do Rio de Janeiro na rede internacional da RSF, fortalecendo o compromisso da instituição com a difusão da língua portuguesa e com a valorização das culturas que compõem o universo lusófono. 

Sob a liderança de Angela Guerra, espera-se que o Núcleo do Rio de Janeiro se torne um polo dinâmico de iniciativas culturais, literárias e educativas, promovendo encontros, debates, lançamentos de obras, exposições e projetos que deem visibilidade a artistas e escritores locais, ao mesmo tempo em que dialoguem com a comunidade internacional. 

A diretoria recém-empossada, composta por nomes de grande relevância, traz consigo a pluralidade de experiências e talentos que certamente contribuirão para a consolidação de um núcleo vibrante e atuante. Entre os cargos, destacam-se vice-presidências, diretorias culturais, de comunicação, de eventos e conselhos consultivos e fiscais, todos comprometidos com a missão de ampliar o alcance da Rede Sem Fronteiras e fortalecer sua presença no Brasil.

A presidência de Angela Guerra inaugura um novo ciclo de esperança e entusiasmo. Sua trajetória é marcada pela dedicação à cultura e pela capacidade de articular projetos que unem pessoas em torno de ideais comuns. No comando do Núcleo do Rio de Janeiro, Angela traz a promessa de uma gestão participativa, inovadora e aberta ao diálogo, capaz de transformar desafios em oportunidades e de projetar o núcleo como referência no cenário cultural da cidade. 

A expectativa é que sua administração seja pautada pela valorização da literatura, pela promoção de eventos que aproximem diferentes públicos e pela criação de espaços de intercâmbio cultural. Mais do que uma liderança administrativa, Angela Guerra representa o espírito da Rede Sem Fronteiras: a crença de que a cultura é ponte, é encontro, é possibilidade de transformação social. 


PRESIDÊNCIA 

Angela Guerra – Presidente 

Responsável por liderar o núcleo, Angela Guerra assume a missão de conduzir os trabalhos com visão estratégica, articulando projetos e parcerias que ampliem o alcance da Rede Sem Fronteiras no Rio de Janeiro. Sua gestão simboliza a esperança de uma administração inovadora e participativa. 

Vice-Presidências

Fernanda Lessa – 1ª Vice-Presidente

Selma Sabrá – 2ª Vice-Presidente 

As vice-presidências têm papel fundamental no apoio à presidência, garantindo continuidade e suporte às ações. Fernanda e Selma representam a força da colaboração e a importância da diversidade de perspectivas na condução das atividades. 

Secretarias

Eloisa Cavalcanti – 1ª Diretora-Secretária

Vera Regina Carvalho – 2ª Diretora-Secretária 

Responsáveis pela organização administrativa e documental, as diretoras-secretárias asseguram a transparência e a eficiência nos processos internos, fortalecendo a estrutura organizacional. 

Diretoria Financeira

Edna Itaipava – Diretora Financeira 

A gestão financeira é pilar essencial para a sustentabilidade do núcleo. Edna Itaipava assume a responsabilidade de garantir equilíbrio e clareza na administração dos recursos, possibilitando a realização de projetos culturais de impacto. 

Diretoria Cultural

Ana Paula Cavalcante – 1ª Diretora Cultural

Cecy Barbosa Campos – 2ª Diretora Cultural 

A área cultural é o coração da Rede Sem Fronteiras. Ana Paula e Cecy têm a missão de planejar e executar iniciativas que promovam a literatura, as artes e a valorização da identidade lusófona.

Diretoria de Comunicação

Ana Cristina Campelo – 1ª Diretora de Comunicação

Nina Fernandes – 2ª Diretora de Comunicação

Arleni Batista – 3ª Diretora de Comunicação 

A comunicação é a ponte entre o núcleo e a sociedade. As três diretoras de comunicação assumem o desafio de dar visibilidade às ações, ampliar o alcance das iniciativas e fortalecer a imagem institucional. 

Diretoria de Eventos

Fátima Darcinete – Diretora de Eventos 

Responsável pela organização de encontros, solenidades e celebrações, Fátima Darcinete garante que cada evento seja não apenas uma ocasião especial, mas também uma oportunidade de integração cultural. 

Mestre de Cerimônias

Maria Vitória Oliveira – Mestre de Cerimônias 

Com elegância e sensibilidade, Maria Vitória dará voz às solenidades, conduzindo os momentos oficiais com a dignidade e o brilho que a ocasião exige. 

Conselheiros Fiscais

Claudia Mamede

Francisco Gondar 

Os conselheiros fiscais têm a missão de acompanhar e avaliar a gestão financeira, assegurando transparência e credibilidade às ações do núcleo.

Conselheiras Consultivas

Juçara Valverde

Maria Amélia Palladino

Rosa Melleu 

As conselheiras consultivas representam a sabedoria e a experiência acumulada. Sua função é orientar, aconselhar e contribuir para que as decisões da diretoria estejam sempre alinhadas com os valores da Rede Sem Fronteiras. 

A nominata da diretoria do Núcleo Cultural Regional da Rede Sem Fronteiras – Rio de Janeiro não é apenas uma lista de nomes e cargos. É a expressão de um coletivo que se une em torno de um propósito maior: fortalecer a cultura, promover a língua portuguesa e criar espaços de diálogo e integração. 

Cada membro traz consigo sua história, sua dedicação e sua visão, compondo uma equipe que, sob a liderança de Angela Guerra, promete transformar o núcleo em um verdadeiro polo cultural.

Assim, é com imensa honra que convidamos todos os amigos, parceiros e admiradores da cultura a participarem desta Solenidade de Posse do Núcleo da Rede Sem Fronteiras – Rio de Janeiro, no dia 20 de março de 2026, às 15h, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Palácio Pedro Ernesto, seguida de jantar celebrativo às 19h, no Restaurante Scotton, em Botafogo. 

Sua presença será motivo de grande alegria e contribuirá para tornar este momento ainda mais especial.


© Alberto Araújo

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LANÇAMENTO DO FASCÍCULO “MEMÓRIA”: UMA NOITE PARA CELEBRAR A PALAVRA

No dia 17 de março de 2026, às 18h, o Café Capitu, em Cosme Velho, será o cenário de um encontro literário memorável: o lançamento do fascículo Memória, fruto da dedicação da OLIP – Oficina Literária Ivan Proença. Entre os autores desta edição está Ana Maria Tourinho, vice-presidente cultural mundial da Rede Sem Fronteiras cuja participação reafirma o compromisso da OLIP com a valorização da literatura brasileira e a preservação da memória cultural.

Fundada pelo professor e crítico literário Ivan Proença, a OLIP é reconhecida por seu papel fundamental na formação de escritores e na promoção de um espaço de diálogo criativo. Proença, com sua trajetória acadêmica e olhar sensível, sempre foi mais que um educador: é um mentor que inspira gerações a compreenderem a literatura como expressão viva da identidade nacional.

O fascículo Memória é uma extensão desse legado. Reunindo textos que exploram lembranças, vivências e reflexões, a publicação constrói um mosaico literário que une tradição e renovação. A presença de Ana Maria Tourinho como coautora simboliza a continuidade de um projeto coletivo, onde cada voz é acolhida e cada narrativa contribui para o fortalecimento da cultura.

O lançamento no Café Capitu, espaço já consagrado por sua atmosfera literária, promete ser mais que um evento: será uma celebração da palavra, um reencontro entre escritores, leitores e admiradores da obra de Ivan Proença. A OLIP reafirma, assim, seu papel como oficina de ideias e guardiã da memória literária brasileira.

Mais do que uma publicação, Memória é um testemunho da paixão de Ivan Proença e da OLIP pela literatura. É uma homenagem àqueles que escrevem, leem e mantêm viva a chama da criação literária no Brasil.

© Alberto Araújo

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sábado, 14 de março de 2026

LANÇAMENTO DO FASCÍCULO MEMÓRIA: A OLIP CELEBRA A LITERATURA BRASILEIRA

No dia 17 de março de 2026, às 18h, o Café Capitu, em Cosme Velho, será palco de um encontro literário especial: o lançamento do fascículo “Memória”, produzido pela OLIP – Oficina Literária Ivan Proença. A presidente Matilde Slaibi Conti, é uma coautora e participa ativamente dessa edição, reforçando o compromisso da OLIP com a valorização da literatura brasileira e com a preservação da memória cultural. 

A OLIP, fundada pelo professor e crítico literário Ivan Proença, é reconhecida por sua dedicação ao incentivo de novos escritores e pela criação de um espaço fértil para o diálogo literário. Proença, com sua vasta experiência acadêmica e sensibilidade crítica, sempre ofereceu atenção cuidadosa aos seus alunos e colegas escritores, estimulando a produção criativa e a reflexão sobre a literatura nacional. Sua atuação vai além da sala de aula: é um verdadeiro mentor que inspira gerações a compreenderem a literatura como parte essencial da identidade brasileira.

O fascículo “Memória” surge como uma extensão desse trabalho, reunindo textos que dialogam com lembranças, experiências e reflexões, compondo um mosaico literário que valoriza tanto a tradição quanto a inovação. A presença de Matilde Slaibi Conti na publicação simboliza a continuidade desse projeto coletivo, em que cada voz encontra espaço e cada narrativa contribui para o fortalecimento da cultura. 

O lançamento no Café Capitu, espaço já conhecido por sua atmosfera literária, promete ser um momento de celebração e encontro entre escritores, leitores e admiradores da obra de Ivan Proença. Mais do que um evento, será uma oportunidade de reafirmar a importância da OLIP como oficina de ideias e como guardiã da memória literária brasileira. 

Esse fascículo não é apenas uma publicação: é um testemunho da dedicação de Ivan Proença e da OLIP em manter viva a chama da literatura, oferecendo aos escritores brasileiros a chance de serem ouvidos, reconhecidos e lembrados.

© Alberto Araújo

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A CONSAGRAÇÃO DE FLÁVIA PASCOAL NA LONDON BOOK FAIR


No cenário grandioso da London Book Fair, um dos mais importantes encontros literários do mundo, a escritora a elista Flávia Pascoal brilhou intensamente ao receber duas honrarias que marcam sua trajetória com distinção e reconhecimento internacional. A Medalha Honra ao Mérito “The Royal Whiter London 2026” e o Certificado “The Royal Chapter” não são apenas símbolos de prestígio, mas testemunhos da força de sua voz literária e da relevância de sua contribuição para a cultura.

Essas conquistas refletem não apenas o talento individual, mas também o caminho trilhado com dedicação, disciplina e paixão pelas letras. Flávia representa uma geração de escritores que ultrapassa fronteiras, levando a literatura brasileira a espaços de destaque e diálogo com o mundo. Sua presença neste evento reafirma o poder transformador da palavra e a importância de se manter viva a chama da criação artística.

Grata pelos ensinamentos da Elos, que sempre inspiraram sua jornada, Flávia também celebra a parceria com a LITERARTE e o Mágico de Oz, instituições e projetos que fortalecem o intercâmbio cultural e ampliam horizontes para escritores que desejam alcançar novos públicos. Cada reconhecimento recebido é também um tributo às redes de apoio e às colaborações que tornam possível a expansão da literatura além das fronteiras nacionais.

O momento vivido em Londres é mais do que uma cerimônia de premiação: é a consagração de uma trajetória marcada por coragem, sensibilidade e compromisso com a arte. Flávia, ao erguer suas honrarias, ergue também o nome da literatura brasileira, mostrando que o talento, quando aliado à perseverança e ao amor pela escrita, pode conquistar o mundo.

© Alberto Araújo

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EFEMÉRIDES – 14 DE MARÇO DE 2026 - HÁ 112 ANOS, NASCIA CAROLINA MARIA DE JESUS IMPORTANTE ESCRITORA DO BRASIL - FOCUS PORTAL CULTURAL

No dia 14 de março de 1914, nascia em Sacramento, Minas Gerais, uma das vozes mais potentes e singulares da literatura brasileira: Carolina Maria de Jesus. Filha de uma família humilde, marcada pela condição de pobreza e pela discriminação, Carolina cresceu em meio às dificuldades que moldariam sua trajetória e sua escrita. Oriunda de uma comunidade rural, filha ilegítima de um homem casado e vítima de maus tratos na infância, encontrou na leitura e na escrita uma forma de resistência e de afirmação de sua identidade. Ainda criança, foi obrigada pela mãe a frequentar a escola, graças ao apoio da esposa de um fazendeiro que custeou seus estudos. Embora tenha interrompido o curso no segundo ano, já havia aprendido a ler e escrever, desenvolvendo um gosto pela leitura que se tornaria essencial em sua vida. 

A juventude de Carolina foi marcada por deslocamentos e trabalhos árduos. Em 1930, mudou-se com a mãe para Franca, no interior de São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica até 1937. Nesse mesmo ano, após a morte da mãe, migrou para a metrópole paulistana, onde enfrentou a dura realidade das favelas em formação. Construiu sua própria casa com restos de madeira, lata e papelão, e sustentava a si mesma e seus filhos como catadora de papéis. Em 1947, grávida e desempregada, instalou-se na favela do Canindé, na zona norte de São Paulo, que reunia cerca de cinquenta mil moradores. Ali, entre a precariedade e a luta diária pela sobrevivência, Carolina começou a registrar em cadernos encontrados no lixo o cotidiano da comunidade, suas dores, suas esperanças e suas críticas à desigualdade social.

Foi nesse contexto que nasceu sua obra mais célebre, "Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada", publicado em 1960. O livro, fruto dos registros iniciados em 1955, teve um impacto imediato e profundo: vendeu dez mil exemplares em apenas uma semana, foi traduzido para mais de treze idiomas e distribuído em mais de quarenta países. Pela primeira vez, a realidade das favelas brasileiras era narrada em primeira pessoa, por uma mulher negra, pobre e marginalizada, que transformava sua experiência em literatura de denúncia e resistência. Carolina expôs ao mundo a fome, a miséria, a violência e a exclusão, mas também a força, a dignidade e a esperança de quem vivia à margem da sociedade.

A descoberta de Carolina pelo jornalista Audálio Dantas foi decisiva para a publicação de sua obra. Dantas, ao presenciar uma cena em que a escritora defendia os brinquedos de uma praça contra a destruição, percebeu o potencial literário e humano de seus cadernos. Ao reunir e divulgar seus escritos, contribuiu para que Carolina alcançasse notoriedade. No entanto, a fama não apagou as dificuldades: mesmo reconhecida internacionalmente, continuou enfrentando preconceito, pobreza e exclusão. Sua trajetória revela o contraste entre o sucesso editorial e a marginalização social, evidenciando as barreiras impostas às mulheres negras e pobres no Brasil.

Carolina Maria de Jesus não foi apenas escritora. Também se aventurou como cantora, compositora e poetisa, sempre expressando sua sensibilidade e sua visão crítica do mundo. Sua religiosidade, presente em seus diários, revelava a busca por consolo e transcendência diante das adversidades. Em um de seus sonhos registrados, descreveu-se como um anjo que brincava com estrelas, interpretando essas visões como presentes divinos para sua “alma dolorida”. Essa dimensão espiritual se somava à sua força criativa, tornando sua obra ainda mais singular. 

Ao longo da vida, Carolina teve três filhos: João José, José Carlos e Vera Eunice. A maternidade, vivida em meio à precariedade, foi também tema recorrente em seus escritos, nos quais denunciava a fome e a dificuldade de sustentar a família. Sua casa improvisada, seus cadernos resgatados do lixo e sua escrita visceral tornaram-se símbolos de resistência e de afirmação cultural. Carolina mostrou que a literatura não pertence apenas às elites, mas pode nascer da favela, da exclusão e da luta cotidiana.

Carolina faleceu em São Paulo, em 13 de fevereiro de 1977, aos 62 anos. Sua morte não apagou sua voz; ao contrário, sua obra permanece viva, estudada e celebrada no Brasil e no exterior. Hoje, é reconhecida como uma das mais importantes escritoras brasileiras, pioneira na representação da experiência negra e feminina na literatura nacional. Sua legado inspira novas gerações de escritores, pesquisadores e leitores, que encontram em seus textos não apenas denúncia, mas também poesia, sensibilidade e humanidade. 

Passados 112 anos de seu nascimento, Carolina Maria de Jesus continua a nos interpelar. Sua escrita nos lembra das desigualdades persistentes, da necessidade de dar voz aos marginalizados e da potência da literatura como instrumento de transformação social. Ao celebrar sua memória, celebramos também a força das mulheres negras que, como ela, desafiam o silêncio imposto pela exclusão e afirmam sua presença na cultura e na história do Brasil. Carolina é, e sempre será, um marco da resistência, da criatividade e da dignidade humana.

© Alberto Araújo

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FOCUS PORTAL CULTURAL APRESENTA A EFEMÉRIDE DO DIA 14 DE MARÇO DE 2026: 147 ANOS DO NASCIMENTO DE ALBERT EINSTEIN

Nesta data, celebramos os 147 anos de uma das maiores mentes da humanidade, o físico teórico que revolucionou a ciência moderna e se tornou símbolo universal de genialidade e compromisso com os valores humanos.

No dia 14 de março de 1879, em Ulm, na Alemanha, nascia Albert Einstein, figura que se tornaria um dos maiores símbolos da genialidade humana. Sua trajetória transcende os limites da ciência: é a história de um homem que revolucionou a Física, mas também se destacou como defensor da paz, da liberdade e dos direitos humanos. 

Einstein cresceu em uma família judaica e desde cedo demonstrou curiosidade pelo funcionamento da natureza. Uma simples bússola, recebida na infância, despertou nele o fascínio pelo invisível, forças que não se viam, mas que regiam o mundo. Após superar dificuldades escolares, estudou na Politécnica de Zurique, onde iniciou sua jornada científica. 

O ano de 1905 ficou conhecido como o seu Annus Mirabilis (Ano Miraculoso): Einstein publicou quatro artigos que mudaram para sempre a Física. Entre eles, a teoria da relatividade restrita e a explicação do efeito fotoelétrico, contribuição que lhe renderia o Prêmio Nobel de Física em 1921. Poucos anos depois, em 1915, apresentou ao mundo a Teoria da Relatividade Geral, que redefiniu a compreensão da gravidade, espaço e tempo. 

Naturalizado americano em 1940, manteve-se ativo não apenas na pesquisa, mas também na vida pública. Alertou sobre os perigos da corrida nuclear, posicionou-se contra o uso das bombas atômicas e, junto a Bertrand Russell, assinou o famoso Manifesto Russell-Einstein, clamando pela responsabilidade ética da ciência diante das armas de destruição em massa. 

Ao longo da vida, publicou mais de 300 trabalhos científicos e cerca de 150 textos não científicos, refletindo sobre filosofia, política e sociedade. Sua imagem tornou-se ícone cultural: cabelos desgrenhados, olhar profundo e frases memoráveis que ainda ecoam, como “A imaginação é mais importante que o conhecimento”. 

Einstein faleceu em 18 de abril de 1955, em Princeton, aos 76 anos. Seu legado permanece vivo não apenas nos laboratórios e universidades, mas também na consciência coletiva da humanidade. Em 1999, foi eleito pela revista TIME como a Personalidade do Século XX, símbolo de como a ciência pode iluminar caminhos e transformar civilizações.

Celebrar os 147 anos de seu nascimento é reconhecer que Einstein não foi apenas o autor da equação mais famosa do mundo, 𝐸=𝑚𝑐2, mas um espírito inquieto que buscou compreender o universo e, ao mesmo tempo, lutar por um mundo mais justo e pacífico. 

© Alberto Araújo

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Monumento no local onde Einstein nasceu, em Ulm

Einstein com cerca de 14 anos, 1894

Mileva Marić e Albert Einstein, 1912

Da esquerda para a direita: Conrad Habicht, Maurice Solovine e Einstein, fundadores da Academia Olímpia


Einstein no Escritório de Patentes de Berna, 1905

Carlos Chagas e a equipe do Instituto Oswaldo Cruz, em recepção a Einstein


Einstein aceitando a cidadania norte-americana, em 1940

Einstein em seu escritório na Universidade de Berlim