quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

20 DE JANEIRO DE 2026 EFEMÉRIDES – 160 ANOS DE EUCLIDES DA CUNHA - FOCUS PORTAL CULTURAL, POR ALBERTO ARAÚJO

 


O quadro Efemérides do Focus Portal Cultural celebra nesta data, 20 de janeiro de 2026, os 160 anos do nascimento de Euclides da Cunha, escritor, jornalista e engenheiro que se tornou um dos maiores intérpretes do Brasil profundo. Nascido em Cantagalo, interior do Rio de Janeiro, Euclides marcou a história da literatura nacional com sua obra monumental Os Sertões (1902), síntese de ciência, arte e denúncia social. Sua trajetória, marcada por inquietação intelectual, engajamento político e tragédia pessoal, permanece viva como testemunho da busca por compreender o país em sua complexidade.

No dia 20 de janeiro de 2026, celebramos os 160 anos do nascimento de Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha em Cantagalo, RJ, 20 de janeiro de 1866 e falecido no Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1909, escritor, jornalista, engenheiro e pensador que se tornou um dos maiores nomes da cultura brasileira. Sua obra, marcada pela inquietação intelectual e pela busca de compreender o Brasil em sua complexidade, permanece como referência incontornável na literatura e na historiografia nacional.

Euclides nasceu na Fazenda Saudade, em Santa Rita do Rio Negro, município de Cantagalo, interior do Rio de Janeiro. Filho de Manuel Rodrigues Pimenta da Cunha e Eudóxia Alves Moreira da Cunha, enfrentou desde cedo as dificuldades da vida. Sua mãe faleceu de tuberculose quando ele tinha apenas três anos, deixando o pai viúvo com dois filhos pequenos. A infância de Euclides foi marcada por deslocamentos constantes entre cidades como São Fidélis, Teresópolis e Nova Friburgo, vivendo em casas de parentes e experimentando a instabilidade que moldaria sua visão crítica sobre a sociedade brasileira. 

Em 1883, ingressou no Colégio Aquino, onde foi aluno de Benjamin Constant, figura central na difusão do positivismo no Brasil. Constant exerceu grande influência sobre o jovem Euclides, introduzindo-o às ideias republicanas e ao pensamento científico. Dois anos depois, Euclides entrou na Escola Politécnica e, em 1886, na Escola Militar da Praia Vermelha, onde novamente encontrou Benjamin Constant como professor. 

Na Escola Militar, Euclides destacou-se não apenas pelo talento intelectual, mas também pelo espírito contestador. Em um episódio célebre, durante uma revista às tropas, lançou sua espada aos pés do ministro da Guerra, Tomás Coelho, como gesto de protesto contra o regime monárquico. Esse ato de rebeldia lhe custou um processo disciplinar e, em 1888, seu desligamento do Exército. 

Apesar disso, Euclides manteve-se ativo na propaganda republicana, escrevendo para o jornal A Província de S. Paulo (atual O Estado de S. Paulo). Com a Proclamação da República em 1889, foi reintegrado ao Exército e chegou a ocupar o posto de primeiro-tenente, além de obter o título de bacharel em Matemáticas, Ciências Físicas e Naturais. Casou-se com Ana Emília Ribeiro, filha do major Sólon Ribeiro, um dos líderes da proclamação republicana. 

Em 1897, Euclides foi enviado como correspondente de guerra para cobrir a Guerra de Canudos, conflito que opôs o Exército Brasileiro aos sertanejos liderados por Antônio Conselheiro, na Bahia. Inicialmente, como muitos republicanos, acreditava que o movimento tinha caráter monarquista e representava uma ameaça à jovem República. 

No entanto, sua experiência em campo transformou sua visão. Ao observar a realidade dos sertanejos, Euclides percebeu que se tratava de uma sociedade marginalizada, profundamente distinta da vida litorânea e urbana. Essa descoberta foi decisiva para a elaboração de sua obra-prima, Os Sertões, publicada em 1902. 

OS SERTÕES: CIÊNCIA, LITERATURA E DENÚNCIA

Os Sertões é dividido em três partes: A Terra, O Homem e A Luta. 

Em A Terra, Euclides descreve a geografia, a flora, a fauna e o clima do sertão nordestino, utilizando linguagem científica e detalhada. 

Em O Homem, analisa os costumes, a religiosidade e a vida social dos sertanejos, revelando um Brasil profundo e esquecido. 

Em A Luta, narra as quatro expedições militares contra Canudos, culminando na destruição do arraial e no massacre da população. 

A obra combina rigor científico, estilo literário vigoroso e denúncia social. Ao mesmo tempo em que descreve a tragédia de Canudos, Euclides revela a violência do Estado contra uma população marginalizada. Os Sertões tornou-se um marco do pré-modernismo brasileiro, antecipando o regionalismo e influenciando o modernismo. 

O sucesso de Os Sertões projetou Euclides da Cunha internacionalmente. Em 1903, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e também para o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua reputação como intelectual engajado consolidou-se, e ele passou a ser visto como uma voz crítica da República. 

Entre 1904 e 1905, Euclides chefiou uma missão de demarcação de fronteiras na Amazônia, experiência que resultou em escritos de denúncia sobre as condições da região e sobre a exploração dos trabalhadores. Ao retornar ao Rio de Janeiro, trabalhou no gabinete do Barão do Rio Branco, ministro das Relações Exteriores. 

A vida pessoal de Euclides foi marcada por conflitos. Seu casamento com Ana Emília Ribeiro tornou-se conturbado devido ao relacionamento extraconjugal dela com o jovem militar Dilermando de Assis. Em 15 de agosto de 1909, Euclides tentou confrontar Dilermando, mas acabou morto a tiros, episódio que ficou conhecido como a Tragédia da Piedade. 

Essa morte violenta encerrou precocemente a trajetória de um dos maiores intelectuais brasileiros, mas também contribuiu para a aura trágica que envolve sua figura.

Apesar de sua vida breve, Euclides da Cunha deixou um legado duradouro. Sua obra continua a ser estudada em universidades e inspira eventos culturais, como a Semana Euclidiana, realizada em cidades ligadas à sua trajetória, especialmente em São José do Rio Pardo, onde escreveu Os Sertões. 

No centenário de sua morte, em 2009, diversas homenagens foram realizadas, incluindo o projeto “100 Anos Sem Euclides”, com exposições e atividades culturais em sua cidade natal. Hoje, aos 160 anos de seu nascimento, sua obra permanece atual, revelando um Brasil que ainda luta contra desigualdades e invisibilidades. 

Celebrar Euclides da Cunha é celebrar a força da literatura como instrumento de denúncia e de revelação da realidade nacional. Sua escrita, marcada por neologismos, vigor estilístico e profundidade analítica, continua a ecoar como testemunho da luta de um povo e da inquietação de um intelectual que buscou compreender o Brasil em sua totalidade. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


Primos Arnaldo, Euclides e Nestor Pimenta da Cunha c. 1900

Casa de Zinco em São José do Rio Pardo onde Euclides da Cunha escreveu "Os Sertões"

Homenagem filatélica do Correio do Brasil em 1965.

Folha de rosto de  Os Sertões (1902)


Missão de Euclides da Cunha a Amazônia






04 DE FEVEREIRO DE 2026 – CELEBRAMOS OS 227 ANOS DO NASCIMENTO DE ALMEIDA GARRETT - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL


No Focus Portal Cultural, o quadro EFEMÉRIDES é o espaço onde a memória se transforma em celebração e reflexão. Aqui, revisitamos datas que marcaram a história, trazendo à luz os grandes nomes e acontecimentos que moldaram a cultura, a arte e o pensamento. Cada efeméride é mais do que uma lembrança, é um convite a mergulhar no legado de personalidades que, com sua obra e sua vida, continuam a inspirar gerações. É neste espírito que destacamos hoje 04 de fevereiro de 2026, um dos pilares da literatura e da cultura portuguesa, qual voz ecoa até os nossos dias, Almeida Garrett, o precursor do Romantismo em Portugal, que nasceu há 227 anos e permanece como símbolo da modernidade literária e da força transformadora da arte.

No dia 04 de fevereiro de 2026, celebramos os 227 anos do nascimento de Almeida Garrett, uma das figuras mais marcantes da cultura portuguesa e o grande precursor do Romantismo em Portugal. Nascido no Porto em 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett viria a tornar-se não apenas um escritor e dramaturgo de excelência, mas também um orador brilhante, político ativo, reformador cultural e verdadeiro arquiteto da modernidade literária portuguesa. A sua vida e obra atravessam o século XIX como um testemunho da luta pela liberdade, da afirmação da identidade nacional e da renovação estética que moldou a literatura e o teatro em Portugal. 

Garrett cresceu num tempo de instabilidade política, marcado pelas invasões napoleônicas e pelas tensões entre absolutistas e liberais. Essa atmosfera de mudança alimentou sua sensibilidade e sua vocação para a palavra. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde entrou em contato com ideias liberais e com o espírito romântico que já se espalhava pela Europa. Desde cedo, demonstrou inquietação contra os modelos clássicos e buscou uma nova forma de expressão literária, mais próxima da emoção, da liberdade e da exaltação patriótica. Em 1825, publicou o poema “Camões”, considerado o marco inicial do Romantismo em Portugal, obra que não apenas homenageava o poeta maior da língua, mas também simbolizava o despertar de uma nova estética literária. 

A vida de Garrett foi marcada pelo exílio. Em 1823, com o triunfo do absolutismo, partiu para Inglaterra, onde teve contato direto com o teatro shakespeariano e com o ambiente cultural britânico. Essa experiência foi decisiva para sua formação: ampliou sua visão estética, consolidou sua identidade liberal e lhe deu instrumentos para transformar a cena cultural portuguesa. Ao regressar, trouxe consigo não apenas novas ideias, mas também a convicção de que o teatro e a literatura poderiam ser motores de transformação social e política. 

No campo literário, Garrett deixou obras que se tornaram pilares do Romantismo português. Entre elas, destaca-se “Frei Luís de Sousa” (1843), considerada a obra-prima da dramaturgia nacional, onde a tragédia se une ao patriotismo e à reflexão sobre o destino humano. Também merece destaque “Folhas Caídas” (1853), livro de poesia intimista que revela sua sensibilidade lírica e sua capacidade de traduzir em versos as inquietações da alma. Garrett soube conjugar o amor, a pátria e a liberdade em uma escrita que permanece viva e atual, capaz de dialogar com diferentes gerações. 

Mas Almeida Garrett não foi apenas escritor. Foi também um homem público de grande relevância. Como deputado e orador, destacou-se pela eloquência e pela defesa dos ideais liberais. Como ministro e secretário de Estado honorário, envolveu-se em reformas institucionais que marcaram a vida política do país. E, sobretudo, como reformador cultural, foi responsável por iniciativas que mudaram para sempre o panorama artístico português. Foi ele quem propôs a construção do Teatro Nacional D. Maria II, inaugurado em 1846, símbolo da modernização cultural e da valorização da arte dramática. Também idealizou a criação do Conservatório de Arte Dramática, instituição fundamental para a formação de atores e dramaturgos, consolidando uma tradição teatral que perdura até hoje. 

O legado de Garrett transcende sua obra literária. Ele foi um verdadeiro construtor da identidade cultural portuguesa, resgatando figuras históricas e mitos nacionais, como Camões e Frei Luís de Sousa, e defendendo valores de liberdade e cidadania. Sua visão de cultura estava profundamente ligada à ideia de nação: para ele, a literatura e o teatro eram instrumentos de afirmação da identidade e de educação do povo. Nesse sentido, Garrett foi não apenas um romântico, mas também um pedagogo da pátria, alguém que soube unir estética e política em um projeto de modernização cultural. 

Hoje, ao celebrarmos os 227 anos de seu nascimento, reconhecemos a atualidade de sua obra e a importância de sua memória. O Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, continua a ser palco de grandes produções e símbolo da vitalidade cultural que ele impulsionou. A Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, perpetua seu nome e sua contribuição para a difusão da cultura. E suas obras seguem sendo estudadas, encenadas e lidas, como testemunho de um tempo em que a literatura se fez instrumento de liberdade e de construção nacional. 

Almeida Garrett faleceu em Lisboa, a 09 de dezembro de 1854, mas sua presença permanece viva na história e na cultura de Portugal. Foi um homem de múltiplas dimensões: poeta, dramaturgo, político, reformador, patriota. Um espírito inquieto que soube transformar sua paixão pela palavra em ação concreta, deixando marcas indeléveis na literatura e nas instituições culturais do país. Celebrar sua efeméride é, portanto, celebrar a própria ideia de cultura como força transformadora, como espaço de liberdade e como expressão da identidade de um povo.

Assim, neste 04 de fevereiro de 2026, o Focus Portal Cultural, sob a curadoria do jornalista Alberto Araújo, coloca em destaque a memória de Almeida Garrett, lembrando que sua obra e seu legado continuam a iluminar o caminho da cultura portuguesa. Garrett é, ainda hoje, um farol que nos recorda que a literatura e o teatro não são apenas arte, mas também instrumentos de consciência, de liberdade e de construção de futuro.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 








 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

213 ANOS DE “ORGULHO E PRECONCEITO” - 28 DE JANEIRO DE 2026 - EFEMÉRIDE CULTURAL — FOCUS PORTAL CULTURAL | POR ALBERTO ARAÚJO

 

No dia 28 de janeiro de 1813, o mundo literário foi presenteado com uma obra que atravessaria séculos e se tornaria um dos pilares da literatura universal: Pride and Prejudice, traduzido para o português como Orgulho e Preconceito. Escrita por Jane Austen, uma jovem inglesa nascida em 1775, a obra foi publicada pela editora T. Egerton, em Londres, e rapidamente conquistou leitores pela sua sagacidade, ironia refinada e pela crítica social embutida em cada página. Hoje, celebramos 213 anos de sua publicação, um marco que merece ser lembrado como uma efeméride cultural de relevância mundial. 

Jane Austen não foi apenas uma escritora; foi uma observadora atenta da sociedade inglesa do final do século XVIII e início do XIX. Em Orgulho e Preconceito, ela nos apresenta a família Bennet, com suas cinco filhas em busca de casamento, mas sobretudo nos dá Elizabeth Bennet, uma protagonista que se recusa a ser moldada pelas convenções sociais. Elizabeth é inteligente, irônica e independente, e sua relação com Mr. Darcy se tornou um dos romances mais célebres da literatura. Mais do que uma história de amor, o livro é uma reflexão sobre orgulho, preconceito, status social e liberdade de escolha. 

O romance foi lançado em três volumes, como era costume na época, e rapidamente se tornou um sucesso editorial. Austen, que havia escrito o manuscrito originalmente sob o título First Impressions, revisou a obra e a transformou em um clássico atemporal. Desde então, Orgulho e Preconceito nunca deixou de ser publicado, sendo traduzido para dezenas de idiomas e lido em todos os continentes. No Brasil, ganhou edições cuidadosas de editoras como Penguin Companhia, Zahar e Martin Claret, que trouxeram versões comentadas, ilustradas e bilíngues. 

ADAPTAÇÕES -  O ROMANCE QUE NUNCA ENVELHECE 

A força de Orgulho e Preconceito não se limita às páginas impressas. O romance já foi adaptado em pelo menos seis grandes produções cinematográficas e em mais de dez adaptações televisivas, além de incontáveis releituras em teatro, rádio, literatura derivada e até mesmo na internet. 

Entre as versões mais marcantes estão:

O filme de 1940, estrelado por Greer Garson e Laurence Olivier, que trouxe o romance para o grande público. 

A minissérie da BBC de 1980, considerada uma das mais fiéis ao texto original. 

A série da BBC de 1995, com Colin Firth como Mr. Darcy, que se tornou um ícone cultural. 

O filme de 2005, dirigido por Joe Wright, com Keira Knightley e Matthew Macfadyen, indicado ao Oscar e responsável por apresentar Austen a uma nova geração. 

A releitura satírica Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016), que mistura o clássico com elementos de terror. 

A websérie The Lizzie Bennet Diaries (2012), que transporta a trama para o universo digital e conquistou prêmios internacionais. 

Somando cinema, televisão, teatro e novas mídias, podemos afirmar que Orgulho e Preconceito já ultrapassou a marca de 20 adaptações oficiais, sem contar as releituras livres e inspirações em novelas e produções culturais ao redor do mundo.

O que explica a permanência de Orgulho e Preconceito por mais de dois séculos? A resposta está na universalidade de seus temas. O romance fala de amor, mas também de preconceito social, de julgamentos apressados, de independência feminina e da busca por autenticidade. Elizabeth Bennet continua sendo um símbolo de resistência e liberdade, enquanto Mr. Darcy permanece como arquétipo do herói romântico que aprende a se transformar. Cada geração encontra na obra algo que dialoga com seus dilemas contemporâneos, e por isso ela nunca envelhece.

Ao celebrarmos os 213 anos de publicação de Orgulho e Preconceito, o Focus Portal Cultural, sob a curadoria do jornalista Alberto Araújo, presta homenagem a Jane Austen e à sua obra imortal. Esta efeméride não é apenas uma lembrança de uma data histórica, mas um convite para que novos leitores descubram, e antigos leitores revisitem, as páginas de um romance que continua a nos ensinar sobre humanidade, escolhas e transformação.

Jane Austen, com sua pena afiada e sua visão crítica, nos legou um tesouro literário que se reinventa em cada leitura e em cada adaptação. Que esta celebração inspire a todos a mergulhar novamente em suas páginas e a reconhecer que, mesmo após 213 anos, Orgulho e Preconceito permanece vivo, pulsante e necessário. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



















CULTURA SEM FRONTEIRAS - UM JANTAR QUE CELEBROU UNIÃO E PERTENCIMENTO - REDE SEM FRONTEIRAS, NO RESTAURANTE SCOTTON, NO RIO DE JANEIRO

A cultura é o idioma universal que atravessa mares, rompe barreiras e aproxima corações. No Rio de Janeiro, esse espírito ganhou forma em um jantar memorável promovido pela Rede Sem Fronteiras, presidida mundialmente por Dyandreia Portugal, que reuniu lideranças nacionais e internacionais em uma noite de confraternização marcada pela literatura, pela amizade e pela integração cultural. 

O encontro aconteceu no tradicional Restaurante Scotton, em Botafogo, no dia 02 de fevereiro de 2026. A confraternização recebeu representantes dos núcleos da Suíça, Minas Gerais, Niterói e Rio de Janeiro, fortalecendo os laços que unem a Rede em sua missão de difundir a cultura sem fronteiras. 

A vice-presidente mundial cultural, Ana Maria Tourinho, representando Dyandreia Portugal, abriu a noite com palavras de receptividade que ecoaram como um abraço coletivo: 

Boa tarde/noite a todos! 

É com imenso prazer que nos reunimos hoje para celebrar a união dos Núcleos da RSF do Rio de Janeiro, de Niterói e de Minas Gerais. É uma alegria imensa receber o Núcleo da Suíça, representado por suas talentosas escritoras, Aline de Bona, presidente  e da diretora Carmem Alves, que nos brindam com a presença e nos trazem seus livros recém lançados. Estamos ansiosos para conhecer e nos inspirar com suas obras.

Sou Ana Maria Tourinho, vice-presidente cultural mundial da RSF, e quero expressar meu carinho e gratidão pela presença de cada um de vocês. Este é um encontro de almas e corações, onde cada história contada e ouvida enriquece nossa convivência. 

Agradeço a presença da Dra. Matilde Conti, presidente do Núcleo RSF - Niterói, e aos membros de sua diretoria aqui presentes, assim como à Sra. Rosane Lacerda, presidente do Núcleo de Minas Gerais, que viajou 250 km para estar conosco. 

Sejam todos calorosamente bem-vindos!

Que esta noite seja repleta de alegria, novas amizades e momentos inspiradores.

Convido a escritora Angela Guerra, presidente do Núcleo RSF do Rio de Janeiro, para que possa dar as boas-vindas aos presentes e iniciar esta tarde/noite especial de afetos e trocas. 

Obrigada!

A fala de Ana Maria Tourinho foi mais do que uma saudação: foi um gesto de acolhimento que irradiou afeto e inspiração. Com sua presença vibrante e sua expressão sempre dinâmica, Ana Maria é uma das vozes mais luminosas da Rede Sem Fronteiras. Sua alegria é contagiante, e sua capacidade de unir pessoas em torno da cultura é uma marca que transcende fronteiras.

Como vice-presidente mundial cultural da RSF, ela não apenas representa a instituição com excelência, mas também a impulsiona com entusiasmo e sensibilidade. Ana Maria é presença constante nos bastidores e nos palcos da Rede, incentivando projetos, apoiando iniciativas e promovendo o diálogo entre os núcleos. Sua atuação é feita de escuta generosa, visão estratégica e uma paixão genuína pela arte e pela literatura. 

Em cada evento, sua palavra é ponte; seu gesto, acolhimento; sua liderança, inspiração. Ana Maria Tourinho é, sem dúvida, uma das estrelas que compõem a constelação cultural da Rede Sem Fronteiras e seu brilho ilumina caminhos, fortalece vínculos e transforma encontros em celebrações da alma.

Em seguida, Angela Guerra deu as boas-vindas aos presentes, reforçando o orgulho de liderar um núcleo ativo e vibrante na cena cultural carioca.

A fala de Angela Guerra, presidente do Núcleo RSF do Rio de Janeiro, foi marcada por acolhimento, entusiasmo e profundo senso de pertencimento. Com sua postura serena e ao mesmo tempo vibrante, Angela conduziu a abertura do jantar com a elegância de quem compreende que cultura é, antes de tudo, encontro.

Sua expressão foi clara e afetiva, revelando o orgulho de liderar um núcleo ativo e comprometido com a missão da Rede Sem Fronteiras. Angela é uma das vozes que sustentam a RSF com firmeza e sensibilidade, promovendo eventos que não apenas divulgam a literatura e a arte, mas também criam espaços de afeto e troca entre os membros da Rede. 

Com sua atuação dinâmica, Angela Guerra tem sido peça fundamental na articulação cultural do Rio de Janeiro. Seu trabalho é pautado pela escuta generosa, pela valorização dos talentos locais e pela capacidade de integrar diferentes núcleos em ações conjuntas. No jantar, sua fala não foi apenas institucional: foi um gesto de carinho e reconhecimento, que tocou os presentes e reafirmou o espírito fraterno da Rede.

Angela representa o que há de mais humano na liderança cultural: a capacidade de unir, inspirar e transformar. Sua presença é sempre um convite à colaboração, e sua voz, um eco de esperança e construção coletiva.

A presença de Matilde Slaibi Conti, presidente do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói, foi marcada por entusiasmo e firmeza. Sua fala trouxe não apenas o orgulho de representar sua cidade, mas também a alegria de estar acompanhada por membros de sua diretoria: Karin Rangel, Marli Marinho e Maria Otília Camillo,  que juntos simbolizam o espírito coletivo da RSF.

Matilde é reconhecida por sua dedicação incansável à cultura e por sua capacidade de unir pessoas em torno de projetos literários e artísticos. Sua atuação no Núcleo de Niterói tem sido fundamental para ampliar a presença da Rede na região metropolitana do Rio de Janeiro, promovendo eventos, incentivando escritores e fortalecendo o diálogo entre diferentes núcleos. 

Com sua postura firme e ao mesmo tempo acolhedora, Matilde transmite confiança e inspiração. Sua liderança é marcada por dinamismo, sensibilidade e pela convicção de que a cultura é um elo capaz de transformar realidades. No jantar de confraternização, sua participação reforçou a importância da união entre os núcleos e reafirmou o lema que guia a instituição: “Juntos Somos mais Fortes”. 

Mais do que uma dirigente, Matilde Slaibi Conti é uma voz ativa e vibrante da Rede Sem Fronteiras, que contribui para que a instituição se consolide como ponte cultural internacional. Sua presença é sempre um convite à colaboração e ao fortalecimento dos laços humanos por meio da arte e da literatura.

ENTRE OS DESTAQUES DA NOITE ESTIVERAM 

Matilde Slaibi Conti, presidente do Núcleo de Niterói, acompanhada de sua diretoria: Karin Rangel, Marli Marinho e Maria Otília Camillo.

Aline de Bona, presidente do Núcleo da Suíça, acompanhada de sua diretora Carmem Alves, autora que recentemente lançou seu livro no Rio. 

Rosane Lacerda, presidente do Núcleo de Minas Gerais, que viajou mais de 250 km para prestigiar o evento. 

Os discursos de Ana Maria Tourinho, Angela Guerra e Matilde Conti ressaltaram a importância de se sentir parte de uma rede que ultrapassa fronteiras geográficas e promove a união por meio da arte e da literatura. Em clima de fraternidade, reafirmou-se o lema que guia a instituição: “Juntos Somos mais Fortes”. 

Embora não estivesse fisicamente presente, a presidente mundial Dyandreia Portugal, de Portugal, acompanhou de perto os preparativos e manifestou apoio ao evento, demonstrando o comprometimento da liderança internacional com cada núcleo da Rede. 

ANA MARIA TOURINHO ESCREVEU O DEPOIMENTO PARA NOSSA EDITORIA 

É gratificante celebrar a união e o comprometimento entre os membros da RSF, e hoje ficamos felizes com nossa confraternização. Tivemos uma noite excelente, oportunidade única  para fortalecer laços e compartilhar experiências entre os representantes da Suíça, Minas Gerais, Niterói e Rio de Janeiro. A presença dos presidentes de Núcleos e membros de sua diretoria, demonstra o quanto estamos  juntos e irmanados, em busca do sucesso coletivo.  Em nome da RSF agradeço a cada um de vocês pela dedicação e espírito de colaboração. Que possamos continuar avançando juntos, sempre em prol do crescimento e do sucesso de nossos núcleos, pensando sempre que juntos somos mais fortes.

Obrigada também aos amigos da RSF que prestigiaram nossa noite.

Até breve! Bjks

Ana Maria Tourinho. 

A presença de Ana Maria Tourinho, vice-presidente mundial cultural da Rede Sem Fronteiras, foi um dos pontos altos da noite. Sua fala, marcada por entusiasmo e lirismo, refletiu não apenas o carinho com que acolhe cada núcleo, mas também a energia vibrante que imprime em todas as suas ações.

Ana Maria é reconhecida por sua dinâmica expressão, capaz de transformar palavras em gestos de afeto e incentivo. Sua postura colaborativa e sua dedicação incansável à Rede Sem Fronteiras fazem dela uma liderança que inspira confiança e respeito. Ao representar a presidente Dyandreia Portugal e celebrar a união dos núcleos presentes, ela reafirmou o espírito coletivo que sustenta a RSF e mostrou, mais uma vez, que sua atuação transcende cargos, é um verdadeiro compromisso com a cultura e com as pessoas. 

Com alegria contagiante e visão estratégica, Ana Maria Tourinho tem sido fundamental para o fortalecimento da Rede, incentivando projetos, apoiando iniciativas e promovendo a integração entre diferentes regiões e países. Sua presença no jantar de confraternização foi símbolo de pertencimento e esperança, lembrando a todos que a cultura é, acima de tudo, um elo que nos une e nos engrandece.

TRAJETÓRIA DA REDE SEM FRONTEIRAS 

Fundada em 2013 como Jornal Sem Fronteiras, a RSF rapidamente expandiu sua missão, tornando-se uma plataforma internacional de integração cultural. Hoje, sob a presidência mundial de Dyandreia Portugal, está presente em mais de 30 países, promovendo eventos literários, artísticos e acadêmicos, além de intercâmbios culturais que fortalecem a língua portuguesa como instrumento de união.

A Rede é composta por núcleos espalhados pelo Brasil e pelo mundo, liderados por presidentes e diretorias que desenvolvem ações locais em sintonia com a missão global. Entre os nomes de destaque estão Ana Maria Tourinho, vice-presidente mundial cultural; Angela Guerra, presidente do Núcleo RJ; e Matilde Slaibi Conti, presidente do Núcleo de Niterói. 

Em pouco mais de uma década, a RSF tornou-se referência internacional em difusão cultural, reconhecida por sua capacidade de unir escritores consagrados e emergentes, artistas e intelectuais em torno da língua portuguesa.

O jantar de confraternização no Rio de Janeiro foi mais do que um encontro social: foi um ato simbólico de pertencimento e união, reafirmando o papel da Rede Sem Fronteiras como ponte cultural que conecta o Brasil ao mundo. 

Naquela noite, cada núcleo presente foi como uma estrela que, ao se unir às demais, formou uma constelação luminosa no céu da cultura lusófona. A RSF mostrou que não é apenas uma instituição, mas um movimento vivo e pulsante, capaz de transformar realidades e aproximar pessoas por meio da arte e da literatura. 

Assim, a Rede Sem Fronteiras segue sua trajetória como constelação cultural internacional, celebrando a diversidade e fortalecendo os laços humanos. No coração do Rio, ficou evidente que a cultura é o brilho que nos guia, e juntos somos mais fortes, mais luminosos e infinitamente mais humanos.


LISTA DE PRESENÇAS

1. Ana Maria Tourinho

2. Ângela Guerra

3. Rosane Lacerda – Minas Gerais

4. Carmen Alves Schwertfeger – Suíça

5.  Aline De Bona

6.  Regina Guimarães

7.  Carlos Bisaggio

8.  Carlos Augusto H. Aguiar

9.   Lenir Calixto

10. Ana Cristina Campelo

11. Ruth Bompet de Araújo

12. Marjorie Beatriz Hasson

13. Karin Rangel

14. Matilde Slaibi Conti

15. Selma Dantas

16. Aline de Bona

17. Claudia Mamede

18. Mario Jorge R. Silva

19. Vera Regina Carvalho Silva

20. Maria Otília Marques Camillo

21. Nina Fernandes

22. Zezé Barcelos

23. Marlene Fonseca

24. Ana Maria Pacheco

25. André Barcelos

26 - Idalina Andrade Gonçalves

 

CRÉDITOS DAS FOTOS

Ana Maria Tourinho; Nina Fernandes; Marlene Fonseca


Editorial

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural






























MENSAGENS

MARJORIE HASSON DISSE EM ÁUDIO, VEJA A TRANSCRIÇÃO: “Foi uma noite muito gostosa, super legal com todo mundo confraternizando. Foi muito bom. Eu fiquei feliz de poder estar presente. Foi ótimo poder homenagear a Ângela Guerra, a nova Presidente do Núcleo do Rio de Janeiro e certamente, sempre, a Ana Maria Tourinho, a vice-presidente da Rede Sem Fronteiras Internacional. Enfim, foi muito bom ver todo mundo. Parabéns, Dyandreia, você está criando uma Rede espetacular. Muito bacana. Parabéns,

Um beijinho para todos. Marjorie Hasson.


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ALINE DE BONA disse: Ficou maravilhosa a matéria Alberto,  gratidão! 💫🙌📚