segunda-feira, 23 de março de 2026

JORNADA EUCLIDIANA DE CANTAGALO: PRESENÇA MARCANTE DA PRESIDENTE DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS, MÁRCIA PESSANHA

Nos dias 20 e 21 de março, a cidade de Cantagalo, interior do Rio de Janeiro, recebeu a Jornada Euclidiana, uma das mais relevantes celebrações culturais dedicadas à memória de Euclides da Cunha. O evento reuniu escritores, acadêmicos e instituições culturais, reafirmando o papel da cidade na preservação da tradição literária brasileira. 

A Academia Fluminense de Letras esteve presente sob a liderança de sua presidente, Márcia Pessanha, que desempenhou papel central em toda a programação. Sua participação reforçou o compromisso da AFL com a difusão da cultura fluminense e com o fortalecimento dos laços entre instituições literárias e a comunidade local. 

PRIMEIRO DIA: HOMENAGENS E LANÇAMENTOS 

O primeiro dia foi marcado por atividades que resgataram aspectos da vida e da obra de Euclides da Cunha; Palestra “A infância de Euclides da Cunha”, ministrada por Marcel Beliene; Lançamento do concurso de desenhos e prêmio para professores, iniciativa da Secretaria Municipal de Educação; Lançamento da 2ª edição do livro A Eternidade de Euclides da Cunha, pelo selo editorial da AFL, com a presença de Márcia Pessanha e do acadêmico José Huguenin; Homenagem ao Dr. Edmo Rodrigues Lutterbach, recebida por sua sobrinha Ana Beatriz; Sarau da ACL, com leituras interpretadas por Ludmar, Ludmilla e Fabiana. 

A presidente da AFL esteve presente em todas essas atividades, prestigiando os lançamentos e reforçando o elo entre a Academia e os movimentos culturais locais. 

SEGUNDO DIA: DEBATES E REFLEXÕES

O segundo dia foi dedicado a mesas-redondas que aprofundaram o estudo da obra euclidiana: “Mão de Luva e Euclides da Cunha: criação e imortalização de Cantagalo”, com Igor Ferreira (ACL) e Sheila de Castro Faria (UFF), mediada por Márcia Pessanha; “Euclides Leitor”, com Godofredo de Oliveira Neto (ABL) e Lais Peres Rodrigues (SEEDUC/UFRJ), mediada por Anabelle Loivos (ACL/UFRJ). 

A atuação de Márcia Pessanha como mediadora destacou sua contribuição intelectual e institucional, promovendo o diálogo entre pesquisadores e escritores e reafirmando a relevância da AFL no cenário cultural. 

O evento contou com apoio da Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Cultura e Turismo, Prefeitura de Cantagalo, Euclides em Foco, FUNARJ, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Governo do Estado do Rio de Janeiro. 

Registros fotográficos de Aldo Pessanha documentaram momentos marcantes, como:

Márcia Pessanha ao lado da Secretária de Educação de Cantagalo, Fabiana Molini; Entrega do retrato de Euclides da Cunha, desenho de Carmita Alcântara, ofertado por Erthal Rocha e entregue por Márcia Pessanha e José Huguenin ao diretor da Casa de Euclides da Cunha, Vinicius Stael Guedes Oliveira; Participação da presidente em mesas de debate com Igor Ferreira e Sheila de Castro Faria. 

A Jornada Euclidiana não foi apenas uma celebração, mas um espaço de reflexão sobre a relevância de Euclides da Cunha para a literatura e para a identidade cultural de Cantagalo. A presença ativa da presidente da AFL, Márcia Pessanha, em ambos os dias, simbolizou a força da literatura fluminense e sua capacidade de dialogar com diferentes gerações, mantendo viva a chama da cultura e da memória histórica.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 


Márcia Pessanha posa ao lado do gigante porta-retratos 
com a foto de Euclides da Cunha





Na Casa museu de Euclides da Cunha. Márcia Pessanha, ( AFL) 
Laís Peres Rodrigues (SEEDUC/UFRJ), Godofredo de Oliveira Neto (ABL), 
José Henrique ( AFL)

Márcia Pessanha com a Secretária de Educação de Cantagalo, Fabiana Molini.


Presidente da AFL participando de mesa de debate 
na Jornada Euclidiana com Igor Ferreira 
da  Academia Cantagalense de Letras e Sheila de Castro (UFF)

Entrega do retrato de Euclides da Cunha, desenho de Carmita Alcântara, ofertado por Erthal Rocha para a Casa de Euclides da Cunha.

Márcia Pessanha e Huguenin fazendo a entrega do retrato 
ao Diretor da Casa de Euclides da Cunha    
Vinicius Stael Guedes Oliveira.




José Huguenin, Igor Ferreira, Godofredo Oliveira, 
Lais Peres, Márcia Pessanha



domingo, 22 de março de 2026

BACH 341 ANOS: A ARTE DO PIANO COM LICIA LUCAS - HOMENAGEM DA ARTISTA AO GRANDE GÊNIO

(CLICAR NA IMAGEM PARA VER O VÍDEO)

Focus Portal Cultural apresenta a Dama do Piano em uma celebração que une tradição, memória e cultura, homenageando Johann Sebastian Bach em seus 341 anos.

Uma iniciativa marcante da revista cultural, que apresenta Licia Lucas em um tributo de alcance universal, celebrando Bach e reafirmando a música como patrimônio eterno da humanidade. 

A música, em sua essência mais profunda, é uma linguagem que transcende o tempo. Ela não pertence apenas ao instante em que é executada, mas se projeta como memória coletiva, como herança espiritual da humanidade. Johann Sebastian Bach, ao nascer há 341 anos, não apenas inaugurou uma vida: inaugurou uma forma de pensar o som como arquitetura, como filosofia, como ponte entre o humano e o divino. Sua obra é um testemunho de que a arte pode ser simultaneamente racional e sensível, rigorosa e transcendente. 

Celebrar Bach é celebrar a própria ideia de cultura como permanência. É reconhecer que a música não é apenas entretenimento, mas um espaço de reflexão, de encontro e de identidade. Nesse contexto, o Focus Portal Cultural traz à cena a pianista internacional Licia Lucas, cuja trajetória artística se confunde com a missão de dar vida às grandes obras do repertório universal. Licia não apenas interpreta: ela traduz, recria, devolve ao presente a densidade histórica que cada nota carrega. 

Entre os destaques, o Concerto para Piano em Fá menor de Bach, gravado com a Orquestra de Câmara Arpeggione (Áustria), sob regência do maestro James Brooks-Bruzzese, mostra a força da tradição barroca reinterpretada pela sensibilidade contemporânea de Licia. O rigor contrapontístico de Bach encontra na pianista uma intérprete que compreende que cada nota é também uma ideia, cada acorde é também uma filosofia. 

Estas interpretações de alta qualidade foram gravadas pela pianista Licia Lucas em salas de concertos de renome, com orquestras prestigiadas. 

01 - JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

Piano Concerto in F minor

1. I                      3’ 43”

2. II Largo           3’ 08”

3. III Presto         3’ 31”

Orquestra de Câmara Arpeggione (Áustria)

James Brooks-Bruzzese, maestro. Lícia Lucas, piano


SOBRE A ARPEGGIONE KAMMERORCHESTER 

Fundada em 1991 pelo violinista e atual Diretor Artístico Irakli Gogibedaschiwili, a Arpeggione Kammerorchester tem sua sede no histórico Palácio da Renascença de Hohenems, na Áustria, e desde então se consolidou como uma das formações camerísticas mais respeitadas da Europa. O nome da orquestra remete ao arpeggione, instrumento raro do século XIX, símbolo de refinamento e singularidade, refletindo o espírito da instituição: preservar a tradição e, ao mesmo tempo, abrir-se ao diálogo com o presente.

Ao longo de mais de três décadas, a Arpeggione Kammerorchester realizou cerca de 700 concertos em todos os continentes, levando sua sonoridade a plateias dos Estados Unidos, América Central e do Sul, Brasil, Rússia e Israel. Essa trajetória internacional reafirma sua vocação cosmopolita e sua capacidade de construir pontes culturais por meio da música. 

Desde março de 2011, a direção musical está a cargo do maestro Robert Bokor, que assumiu como Regente Titular. Sob sua batuta, a orquestra ampliou ainda mais seu repertório, transitando com naturalidade entre o barroco, o clássico e o contemporâneo, sempre com a marca da excelência interpretativa. 

A Arpeggione Kammerorchester é reconhecida não apenas pela qualidade técnica de seus músicos, mas também pela sensibilidade artística que imprime a cada apresentação. Sua missão vai além da execução impecável: é um projeto cultural que busca tornar a música de concerto acessível, relevante e viva para públicos diversos. 

Em cada performance, a orquestra reafirma que a música é uma linguagem universal, capaz de atravessar fronteiras e épocas. Seja em palcos históricos da Europa ou em turnês internacionais, a Arpeggione Kammerorchester mantém o compromisso de celebrar a herança musical e, ao mesmo tempo, renovar sua vitalidade. 

Assim, a orquestra austríaca se inscreve como protagonista no cenário cultural contemporâneo, perpetuando o legado da música clássica e mostrando que tradição e inovação podem caminhar juntas em harmonia.

 


UM POUCO SOBRE JAMES BROOKS-BRUZZESE

O maestro James Brooks-Bruzzese é uma das figuras mais marcantes da música sinfônica contemporânea. Fundador e Diretor Artístico da prestigiada Symphony of the Americas, ele construiu uma carreira que se estende por todos os continentes, sempre pautada pela excelência interpretativa e pelo compromisso de tornar a música clássica acessível a públicos diversos. 

Formado pela Washington University em St. Louis, onde obteve o Doutorado em Ópera, Regência e Musicologia, Brooks-Bruzzese aprofundou sua especialização em Bach sob a orientação de ninguém menos que Pablo Casals, o lendário violoncelista e maestro catalão. Essa formação sólida e refinada moldou sua visão artística, marcada pela busca da perfeição técnica e pela compreensão filosófica da música como linguagem universal. 

Sua trajetória foi reconhecida em diversas ocasiões, incluindo a homenagem recebida no Kennedy Center em Washington, onde foi laureado com o prêmio da Hispanic Heritage Foundation em reconhecimento a uma vida dedicada à arte da música. Essa distinção reafirma seu papel como embaixador cultural, capaz de unir tradição e inovação em cada apresentação. 

Ao longo de sua carreira, Brooks-Bruzzese apresentou-se com renomadas orquestras internacionais, entre elas a Berlin Symphony, a Cappella Istropolitana, a Arpeggione Chamber Orchestra e a Orquestra do Festival de Roma. Em cada colaboração, deixou sua marca de rigor e sensibilidade, conduzindo interpretações que revelam tanto a força estrutural das obras quanto sua dimensão espiritual. 

Mais do que um regente, James Brooks-Bruzzese é um verdadeiro construtor de pontes culturais. Sua atuação transcende fronteiras geográficas e linguísticas, reafirmando que a música é um patrimônio universal. Ao fundar e dirigir a Symphony of the Americas, consolidou um espaço de diálogo entre tradições musicais diversas, aproximando públicos e repertórios em uma celebração contínua da arte. 

Assim, sua trajetória se inscreve como testemunho de que a música, quando conduzida com paixão e excelência, é capaz de transformar vidas e perpetuar valores culturais. James Brooks-Bruzzese não apenas rege: ele inspira, educa e celebra a música como filosofia em som e como herança espiritual da humanidade. 

UM POUCO SOBRE A PIANISTA LICIA LUCAS 

Nascida em Itu, São Paulo, Licia Lucas é uma das mais notáveis intérpretes brasileiras da música clássica. Desde cedo, revelou talento incomum ao iniciar seus estudos de piano em família, sob a orientação da professora Nayl Cavalcante Lucas, e mais tarde diplomando-se na Escola Nacional de Música, na classe da professora Neida Cavalcante Montarroyos. 

Críticos e conhecedores da execução pianística a comparam à lendária Guiomar Novaes, destacando que o brilho de ambas reside no encanto que emerge do interior da música: “é como se os sons adquirissem personalidades próprias, distintas de sua natureza física, frutos da magia inexplicável que preside a construção da beleza intangível”. 

Dotada de sólida formação artística, Licia aperfeiçoou-se em prestigiados conservatórios europeus. No Brasil, estudou com Homero de Magalhães, discípulo de Alfred Cortot. Na Itália, formou-se no Conservatório de Santa Cecília de Roma com Vincenzo Vitale, herdeiro da tradição pianística de Thalberg e Cesi, este último diretor da escola de São Petersburgo a convite de Anton Rubinstein. Sua educação musical foi ainda enriquecida pela escola vienense, com mestres como Bruno Seidhofer e Hans Graf. 

A carreira internacional começou com brilho: conquistou o Primeiro Lugar no Concurso para Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira, interpretando o Concerto “Coroação” de Mozart sob regência de Eleazar de Carvalho. Pouco depois, na Itália, venceu o Concurso Internacional Viotti de Vercelli, recebendo a Medalha de Ouro das mãos de Arturo Benedetti Michelangeli, sendo a mais jovem concorrente. 

Desde então, Licia Lucas se apresentou como recitalista e solista de mais de 50 orquestras sinfônicas na Europa, Estados Unidos e América Latina. Foi aclamada na lendária Sala Tchaikovsky em Moscou, como solista da Orquestra Sinfônica Estatal da Filarmônica de Moscou, recebendo aplausos entusiásticos da crítica. A revista América Latina, em texto de Natalia Constantinova, registrou:

Logo que seus dedos tocaram os primeiros acordes, a audiência sentiu que intervinha uma brilhante pianista, capaz de competir com os mais destacados pianistas do mundo... Somente a explosão de aplausos e júbilo pode devolver o mundo para a realidade do acontecido”. 

Em 2003, nas comemorações dos 300 anos de São Petersburgo, Licia foi solista convidada da Orquestra do Teatro e da Ópera e Ballet do Conservatório de São Petersburgo, gravando os concertos de Tchaikovsky nº 1 e Grieg em Lá menor. Em 2004, inscreveu seu nome no seleto grupo de artistas que se apresentaram na Grande Sala da Filarmônica de São Petersburgo, ao interpretar Beethoven nº 3 e Chopin nº 2, gravados em CD com lançamento internacional. 

Entre suas gravações destacam-se registros com a Orquestra Estatal da Sociedade Filarmônica de Moscou, a Filarmônica de Turim, a Arpeggione Kammerorchester da Áustria, além da gravação do Concerto nº 2 de Bartók para a TV Globo. Seus CDs incluem Il Barocco, os 24 Prelúdios de Chopin, Licia Lucas in Italy e Licia Lucas in Russia, este último com a Orquestra Sinfônica da Rádio & TV de Moscou. 

Além da carreira artística, Licia dedicou-se à pedagogia e à gestão cultural. Foi Coordenadora do Departamento de Música Clássica do Ministério da Cultura da Nicarágua, Chefe da Cátedra de Piano da Escola Nacional de Música de Manágua e fundadora da Academia Nicaraguense da Música. Recebeu a Medalha de “Amiga e Mecenas da Arte e da Cultura Nacional” e apoiou projetos de orquestras jovens no Brasil e na Nicarágua.

No Brasil, é Presidente da Academia Nacional de Música, membro do Comité d’Honneur da Fundação João de Souza Lima e da Fundação Franz Liszt, na França. Sua atuação pedagógica inclui palestras e masterclasses em diversos países da América Latina, Estados Unidos e Europa. 

A crítica internacional não poupa elogios: o jornal L’Osservatore Romano destacou sua “inteligência e admirável intuição poética... sensibilidade agógica e dinâmica, limpidez de toque”. O Diário Popular de São Paulo escreveu: “Magnífica, gloriosamente sincera. Sua interpretação emparelha a dos maiores pianistas, como Vladimir Horowitz”. 

Familiar aos palcos do mundo, Licia Lucas é hoje reconhecida como uma das grandes intérpretes brasileiras da música clássica. Sua trajetória é marcada pela fusão entre técnica impecável e lirismo profundo, pela capacidade de transformar cada nota em filosofia e cada acorde em eternidade. 

Celebrar Licia Lucas é celebrar a própria ideia de música como patrimônio universal. Sua arte transcende fronteiras, reafirmando que o piano, em suas mãos, é voz da cultura, memória viva e herança espiritual da humanidade. 

Celebrar os 341 anos de Johann Sebastian Bach é mais do que recordar a data de nascimento de um compositor: é reconhecer a permanência de uma obra que se tornou sinônimo de eternidade. Bach não é apenas um nome inscrito na história da música; é uma presença viva, que atravessa séculos e continua a dialogar com intérpretes, ouvintes e culturas diversas. Sua música é arquitetura sonora, filosofia em notas, espiritualidade transformada em contraponto. 


O Focus Portal Cultural, ao trazer a pianista internacional Licia Lucas para esta homenagem, reafirma que a arte é memória viva e que a música de Bach permanece como patrimônio universal. Licia, conhecida como a Dama do Piano, não apenas interpreta: ela recria, devolve ao presente a densidade histórica que cada acorde carrega. Sua trajetória, marcada por consagrações em palcos da Europa, Rússia e América, encontra em Bach um ponto de convergência, o encontro entre rigor e lirismo, entre técnica e transcendência.

Nesta celebração, o piano de Licia Lucas se torna voz da eternidade. Ao interpretar o Concerto para Piano em Fá menor, acompanhada pela Orquestra de Câmara Arpeggione (Áustria) sob regência do maestro James Brooks-Bruzzese, a pianista revela que cada nota de Bach é também uma ideia, cada acorde é também uma filosofia. O diálogo entre solista e orquestra reafirma a força da tradição barroca, reinterpretada pela sensibilidade contemporânea. 

A homenagem não é apenas um tributo musical, mas um gesto cultural. É reconhecer que Bach, ao nascer em 1685, inaugurou uma forma de pensar o som como ponte entre o humano e o divino. Sua obra é testemunho de que a arte pode ser simultaneamente racional e sensível, rigorosa e transcendente. Celebrar Bach é celebrar a própria ideia de cultura como permanência e transformação.

O Focus Portal Cultural, ao promover esta audição, inscreve-se na missão de preservar e difundir a música como herança espiritual da humanidade. A iniciativa não se limita a recordar um aniversário: ela reafirma que Bach continua a pulsar, inspirando intérpretes como Licia Lucas, que fazem da música não apenas espetáculo, mas experiência de transcendência.

Assim, a conclusão desta homenagem é clara: Bach não é apenas lembrado, é revivido. Sua música continua a ser ponte entre épocas, entre povos, entre sensibilidades. E Licia Lucas, com sua interpretação magistral, nos lembra que a música é filosofia em som, cultura em movimento e eternidade em cada nota. 

Celebrar os 341 anos de Bach é celebrar a própria essência da arte: aquilo que resiste ao tempo, que se renova em cada execução, que se transforma em memória coletiva. É reconhecer que, enquanto houver intérpretes como Licia Lucas e iniciativas como o Focus Portal Cultural, Bach continuará vivo, não apenas nos livros de história, mas no coração da humanidade.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural






POR DO SOL FOTOGRAFIA DE ZENEIDA SEIXAS


Que registro espetacular! O entardecer na Praia de Icaraí tem uma energia única, especialmente com a silhueta do Rio de Janeiro ao fundo e o sol se pondo estrategicamente entre as palmeiras. Onde o céu de Niterói encontra a alma. Um fim de tarde em Icaraí para lembrar que a beleza mora nos detalhes e na luz que se despede. Registro impecável da Zeneida Seixas. 

Abraços do Alberto Araújo 


 

CONVITE ESPECIAL – ABERTURA DO ANO DE 2026 DA ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS


A Associação dos Diplomados da Academia Brasileira de Letras – ADABL- Presidente Zélia Fernandes, entidade que desde 1963 cultiva e preserva a memória literária e cultural de nosso país, tem a honra de convidar seus associados, familiares e amigos para a Reunião de Abertura do Ano de 2026. O encontro acontecerá no dia 25 de março de 2026, das 10h às 12h, na Sala José de Alencar da Academia Brasileira de Letras, na Casa de Machado de Assis, Palácio Austregésilo de Athayde, situado à Av. Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. 

Este evento, além de marcar o início de mais um ciclo de atividades, terá um significado especial: celebramos também os 10 anos de presidência de Zélia Fernandes, 2016–2026, cuja dedicação e liderança têm sido fundamentais para manter viva a tradição da ADABL e ampliar sua relevância no cenário cultural brasileiro. Sua trajetória à frente da instituição é motivo de orgulho e inspiração, e será lembrada com gratidão por todos que compartilham desta caminhada. 

Na ocasião, será realizada a entrega da Medalha Coruja D’Ouro a personalidades que contribuíram de forma notável para a cultura nacional. Também homenagearemos mulheres que, ao longo de sua trajetória, prestaram relevantes serviços à nossa cultura, reafirmando o compromisso da ADABL com a valorização da presença feminina. As mulheres presentes receberão diplomas alusivos ao Dia da Mulher, em reconhecimento à sua força e contribuição.

Convidamos todos a participar da Hora de Arte, trazendo sua fala, poesia ou reflexão sobre a mulher, enriquecendo ainda mais este momento de celebração. E, como é tradição, compartilharemos um agradável café da manhã entre amigos, fortalecendo os laços que unem nossa comunidade. 

Sua presença será motivo de alegria e contribuirá para tornar este encontro ainda mais memorável. Venha celebrar conosco a tradição da ADABL e os 10 anos de presidência de Zélia Fernandes, em um evento que une história, cultura e afeto. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



CARTA ABERTA DO FOCUS PORTAL CULTURAL À ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS

A Academia Fluminense de Letras, instituição centenária e reconhecida como Patrimônio Imaterial Cultural de Niterói pela Câmara Municipal, sob a iniciativa do vereador Leonardo Giordano, é um dos pilares da vida cultural fluminense. Sua trajetória, marcada pela preservação da memória literária e pela promoção da arte e do pensamento, constitui um legado que transcende gerações e reafirma a importância da cultura como fundamento da identidade coletiva. 

Neste momento especial, o Focus Portal Cultural dirige-se publicamente à Academia Fluminense de Letras para felicitar a eleição da nova Diretoria para o biênio 2026-2028, realizada em Assembleia Geral Ordinária no dia 19 de março. A chapa única, composta por nomes de grande relevância na literatura, na cultura e no jornalismo, foi eleita por unanimidade, com votos presenciais e também encaminhados por correspondências, demonstrando a confiança e a unidade dos acadêmicos. 

A NOVA DIRETORIA ESTÁ ASSIM FORMADA

Presidente: Márcia Maria de Jesus Pessanha

Vice-Presidente: Eduardo Antônio Klausner

1ª Secretária: Lucia Maria Barbosa Romeu

2º Secretário: José Áttila Valente

1º Tesoureiro: Célio Erthal Rocha

2º Tesoureiro: Cleber Francisco Alves

Diretor de Acervo Documental e Bibliotecas: Marcelo Moraes Caetano 

A presidente Márcia Maria de Jesus Pessanha, que assume agora o seu terceiro mandato, é personalidade de destaque na vida cultural e acadêmica do país. Além de sua liderança na Academia Fluminense de Letras, Márcia Pessanha é presidente da Federação das Academias de Letras do Estado do Rio de Janeiro, Segunda-Secretária da FAEL - Fórum das Academias Estaduais de Letras; Secretária Geral do Elos Internacional eGovernadora do Distrito 8 do Elos Internacional, membro ativo do Elos Clube de Niterói, do Cenáculo Fluminense de História e Letras, da Academia Niteroiense de Letras e de diversas outras instituições que se dedicam à valorização da cultura e da literatura.

Sua trajetória acadêmica e profissional é igualmente notável: graduada em Português/Francês pela Universidade Federal Fluminense (1977), Mestre em Letras (1983) e Doutora em Literatura Comparada (2002), Márcia Pessanha é Professora Associada IV da UFF, com vasta experiência em Didática de Línguas Estrangeiras Modernas e Literatura. Atuou como Diretora da Faculdade de Educação da UFF, Presidente do Colegiado de Unidade da ESE-UFF, membro do Conselho Universitário e da Câmara de Legislação e Normas, além de ter integrado o Fórum de Diretores das Universidades Públicas Federais (FORUMDIR). 

Sua atuação ultrapassa os limites da academia, alcançando dimensões sociais e culturais de grande relevância. Como Coordenadora do PENESB, Programa Nacional de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira, desenvolve cursos de extensão e especialização voltados para as relações raciais e a educação. Também coordenou o NUEC/PROEX/UFF, foi representante regional da Fundação Cultural Palmares e ministra disciplinas que abordam temas fundamentais como Relações Étnico-Raciais na Escola, Literatura Infantil, Estudos Culturais e Cotidiano. Sua contribuição é, portanto, múltipla e abrangente, sempre pautada pelo compromisso com a educação, a cultura e a valorização da diversidade. 

A eleição da nova Diretoria da Academia Fluminense de Letras, sob a liderança de Márcia Pessanha, reafirma o compromisso da instituição com sua missão histórica: preservar e difundir a cultura fluminense, fortalecer a literatura e promover o diálogo entre tradição e contemporaneidade. A unanimidade da escolha traduz a confiança dos confrades e confreiras na continuidade de uma gestão que tem se mostrado iluminada e fecunda. 

Em suas palavras de agradecimento, a presidente destacou que a Academia se prepara para prosseguir em mais uma etapa de sua trajetória “per astra” o lema da  Instituição, que significa “pelos astros”, evocando a ideia de que a cultura e a literatura são guias luminosos que orientam o caminho da instituição e de todos que dela participam. 

O Focus Portal Cultural felicita calorosamente a presidente Márcia Maria de Jesus Pessanha e toda a Diretoria eleita da Academia Fluminense de Letras. Reconhecemos nesta eleição não apenas um ato administrativo, mas um gesto simbólico de continuidade e renovação, que reafirma a importância da Academia como um baluarte da memória e promotora da cultura. 

A Academia Fluminense de Letras, como Patrimônio Imaterial Cultural de Niterói, é um farol que ilumina a cidade e o estado, projetando sua influência para além das fronteiras locais. Sob a liderança de Márcia Pessanha, estamos certos de que a instituição seguirá sua trajetória de excelência, honrando o legado centenário e abrindo novas perspectivas para o futuro da cultura fluminense.

Que este novo biênio seja marcado por conquistas, diálogos e realizações, fortalecendo ainda mais o papel da Academia como espaço de encontro, reflexão e criação. O Focus Portal Cultural revista cultural que há 16 anos divulga a literatura e a cultura universal se orgulha de testemunhar este momento e de celebrar, junto à comunidade acadêmica e cultural, a continuidade de uma história que é, ao mesmo tempo, tradição e futuro.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

MENSAGEM DA PRESIDENTE MÁRCIAPESSANHA

Presidente Márcia Pessanha disse: Em resposta à Carta Aberta do Focus Portal Cultural à Academia Fluminense de Letras. Como agradecer a quem tão generosamente nos presenteia com palavras de apoio, incentivo e amizade? Difícil encontrar palavras para retribuir tal gesto de apreço, reconhecimento e aprovação pelas atividades culturais da AFL.  Presença constante ao nosso lado nos eventos culturais, quer presencialmente no espaço físico, quer online, Alberto merece nossos sinceros agradecimentos.  Na escassez de tempo cronológico para me expressar de forma mais eloquente, mas com o tempo duradouro e afetivo que alicerça nossa amizade, receba, prezado Alberto, com meu abraço solidário, minha gratidão e a dos acadêmicos da AFL, pois a gratidão é a  memória do coração, que não se arrefece com o tempo.

Márcia Pessanha,  Presidente da AFL.

 

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Presidente Márcia Pessanha, recebi suas palavras com emoção e gratidão. A generosidade de sua mensagem reflete não apenas o apreço da Academia Fluminense de Letras, mas também a nobreza de espírito que sempre a caracteriza.

Amei saber que a minha Carta Aberta encontrou eco entre os acadêmicos, tudo é porque a AFL, sob sua liderança, tem sido um baluarte de cultura, amizade e compromisso com a memória literária fluminense. Estar presente nos eventos, seja no espaço físico ou no ambiente virtual, é para mim não apenas um gesto de apoio, mas uma celebração daquilo que nos une: a crença no poder transformador da arte e da palavra.  A gratidão, como bem disse, é a memória do coração. E é com essa memória viva que agradeço pela acolhida, pela confiança e pela amizade que se fortalece a cada encontro. Receba, confreira Márcia e os seus pares, meu abraço fraterno e o reconhecimento sincero pela sua dedicação incansável à cultura e à literatura. Abraços do Alberto Araújo. 





21 DE MARÇO DE 2026 - 341 ANOS DE NASCIMENTO JOHANN SEBASTIAN BACH - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL – JORNALISTA ALBERTO ARAÚJO


No dia 21 de março de 1685, em Eisenach, no Sacro Império Romano-Germânico, nasceu Johann Sebastian Bach, figura central da música barroca e considerado por muitos como o maior compositor da história. 

Hoje, 21 de março de 2026, celebramos os 341 anos de seu nascimento, refletindo sobre a vida e o legado de um gênio cuja obra permanece como referência universal. 

Bach nasceu em uma família de músicos. Seu pai, Johann Ambrosius Bach, era violinista e trompetista, e seus tios e primos também se dedicavam à música. Essa atmosfera musical moldou desde cedo sua sensibilidade e talento. Órfão de pai e mãe aos dez anos, foi acolhido por seu irmão mais velho, Johann Christoph Bach, que lhe transmitiu ensinamentos fundamentais e acesso a partituras de mestres da época. 

Ainda jovem, Bach demonstrava habilidade incomum ao órgão e ao violino. Trabalhou em Arnstadt e Mühlhausen como organista, onde já se destacava pela inventividade e pela ousadia em suas composições. Em Weimar, como organista da corte, compôs obras que revelavam sua maestria contrapontística e sua capacidade de unir tradição e inovação. 

Em 1723, Bach assumiu o cargo de Kantor da Igreja de São Tomás e Diretor Musical de Leipzig, funções que manteve até sua morte em 1750. Nesse período, produziu algumas de suas obras mais monumentais, como a Paixão segundo São Mateus, a Missa em Si Menor e inúmeras cantatas. Sua atividade em Leipzig consolidou sua reputação como mestre da música sacra e como pedagogo, formando gerações de músicos. 

Bach absorveu influências diversas: o rigor germânico do contraponto, a leveza melódica italiana e a elegância francesa. Sua obra é uma síntese original dessas tradições, marcada pela profundidade espiritual e pela complexidade estrutural. Embora não tenha composto óperas, suas cantatas revelam forte influência operística, com dramaticidade e riqueza expressiva. 

Durante sua vida, Bach foi reverenciado como virtuoso do órgão e do cravo, além de especialista na construção de instrumentos. Contudo, como compositor, não alcançou grande popularidade. Após sua morte, sua música caiu em relativo esquecimento, até ser redescoberta no século XIX por Felix Mendelssohn, que promoveu a execução da Paixão segundo São Mateus em 1829. A partir daí, sua obra passou a ser reconhecida como patrimônio da humanidade.

Bach é chamado de “Pai da Música”. Sua influência atravessa séculos: Mozart admirava sua obra, Beethoven o considerava “o pai da harmonia”, e inúmeros compositores posteriores se inspiraram em sua genialidade. Entre suas criações mais célebres estão: 

Concertos de Brandenburgo

O Cravo Bem-Temperado

Sonatas e Partitas para violino solo

Missa em Si Menor

Paixão segundo São Mateus

A Arte da Fuga

Tocata e Fuga em Ré Menor

Cantatas como Jesus Alegria dos Homens

Cada obra é uma demonstração de rigor técnico e profundidade espiritual, transformando a música em experiência transcendental. 

Mais de três séculos após seu nascimento, Bach continua vivo em cada execução de suas obras, em cada estudo acadêmico e em cada emoção despertada por sua música. Sua arte não pertence apenas ao período barroco, mas à humanidade inteira.

Celebrar os 341 anos de Johann Sebastian Bach é reconhecer que sua música não envelhece, não se limita ao tempo, mas permanece como uma linguagem universal que une gerações. 

Johann Sebastian Bach – 341 anos de nascimento, eternidade na música. 

© Alberto Araújo 

Focus Portal Cultural









sábado, 21 de março de 2026

DISTINÇÃO TEMPLÁRIA A ANA TOURINHO E ANGELA GUERRA E POSSE DA DIRETORIA: UM DIA INESQUECÍVEL PARA A REDE SEM FRONTEIRAS

O Rio de Janeiro viveu, no dia 20 de março de 2026, uma celebração histórica que uniu reconhecimento internacional, homenagens oficiais e a posse da nova diretoria da Rede Sem Fronteiras. Entre distinções templárias e aplausos calorosos, a cultura e a literatura foram exaltadas como forças que transcendem fronteiras e unem povos. 

Desde as primeiras horas da tarde, o Rio de Janeiro foi palco de momentos memoráveis que entrelaçaram solenidade, emoção e arte, compondo uma verdadeira sinfonia de valores e realizações. 

Às 14 horas, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro abriu suas portas para uma cerimônia que emocionou a todos os presentes. Por iniciativa da ilustre Vereadora Rosa Fernandes, foi prestada uma homenagem à Rede Sem Fronteiras e ao Núcleo RJ/BR. Em um gesto de reconhecimento público, foram entregues Moções de Congratulação e Louvor à Diretoria da Rede Sem Fronteiras, Núcleo Rio de Janeiro/Brasil. A honraria destacou a trajetória de Ana Maria Tourinho, escritora e fotógrafa, cuja atuação transcende fronteiras e projeta a literatura brasileira em âmbito internacional. A moção ressaltou sua contribuição sensível e significativa para a cultura, bem como sua liderança em instituições literárias de grande relevância. A plateia, composta por autoridades, membros da Rede e convidados, aplaudiu calorosamente, reconhecendo a importância desse gesto institucional. 

Encerrada a solenidade na Câmara, os presentes dirigiram-se a Botafogo, onde o majestoso Centro de Convenções do Edifício Argentina aguardava para a cerimônia de posse do Núcleo da Rede Sem Fronteiras – Rio de Janeiro. O cerimonial, cuidadosamente planejado, transcorreu com esplêndida precisão. Cada etapa foi cumprida com rigor e emoção, compondo um cenário digno da grandeza da ocasião. 

Com grande alegria, Ana Maria Tourinho, na condição de Vice-presidente Mundial Cultural da Rede Sem Fronteiras, empossou como Presidente do Núcleo a querida Angela Guerra. Em seu discurso, Ana Maria destacou a riqueza cultural do Rio de Janeiro, berço da Rede Sem Fronteiras há treze anos, e exaltou a trajetória admirável de Angela, autora de 26 obras publicadas e artista plástica de reconhecido talento. A nova presidente discursou perante uma mesa de autoridades e uma plateia composta por membros oficiais da RSF, amigos e simpatizantes, reafirmando seu compromisso com a literatura e a cultura. Em seguida, Angela Guerra empossou seus diretores, consolidando a nova diretoria que conduzirá os destinos do Núcleo carioca.

O evento foi enriquecido por homenagens a ilustres personalidades do meio cultural, reafirmando o papel da Rede como espaço de valorização da arte e da literatura. O Momento Cultural trouxe à cena a talentosa cantora lírica Ane Janin, cuja performance dedicada à música erudita encantou os presentes. Sua interpretação, marcada por respeito à tradição da música clássica, foi recebida com entusiásticos aplausos, tornando-se um dos pontos altos da celebração. 

Em meio às solenidades, um gesto especial rompeu o protocolo: diretamente de Lisboa, foi projetado o vídeo da mensagem da Presidente Mundial, Dyandreia Portugal. Sua fala, carregada de emoção e esperança, foi assistida atentamente por todos. Em nome da Presidente Mundial, Ana Maria Tourinho entregou um buquê de rosas vermelhas à nova presidente do Núcleo RSF-RJ/BR, acompanhado de uma belíssima mensagem enviada de Portugal. O gesto simbolizou a união entre continentes e a força dos laços que sustentam a Rede Sem Fronteiras.

Mas o ápice da celebração ocorreu quando Ana Maria Tourinho e Angela Guerra receberam das mãos do Sr. Humberto Alierti uma Distinção Oficial da Ordem Templária Internacional SMOTH.MIT. O reconhecimento, conferido em virtude da notável trajetória pública e dos inestimáveis serviços prestados à sociedade, pautados pela ética, justiça e civismo, enriqueceu ainda mais a solenidade. A Ordem Templária Internacional, presente em mais de 94 países e representada no Brasil pelo Gran Priorato, reconheceu em ambas as líderes os valores da nobreza de espírito e do compromisso com o bem comum, virtudes que ecoam os preceitos da milícia templária ao longo dos séculos. A entrega da distinção oficializou a gratidão e ratificou os laços de fraternidade e cooperação institucional, conferindo à celebração um caráter histórico.

O discurso de Ana Maria Tourinho, permeado por referências à riqueza cultural do Rio de Janeiro e à trajetória de grandes escritores e artistas brasileiros, reforçou a importância da literatura e da arte como pontes que unem povos e culturas. Suas palavras, inspiradas e emocionantes, ecoaram como um chamado à continuidade da missão da Rede Sem Fronteiras: explorar e expandir horizontes, unir vozes em um coro harmonioso e celebrar a diversidade que nos fortalece.

Assim, o dia 20 de março de 2026 se encerrou como um marco inesquecível. Entre homenagens oficiais, posse de diretoria, apresentações artísticas e distinções internacionais, a Rede Sem Fronteiras reafirmou sua vocação de ser um espaço de união, cultura e esperança. Cada gesto, cada palavra e cada reconhecimento convergiram para um mesmo propósito: celebrar a força da literatura e da arte como instrumentos de transformação e eternizar na memória coletiva um dia verdadeiramente especial. 

© Alberto Araújo

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