domingo, 1 de março de 2026

LANÇAMENTO DO LIVRO: QUATRO ESTAÇÕES – HAICAIS


 

A Opus Editora e as autoras Leda Mendes Jorge, Liane Arêas e Uyára Schiefer convidam você para uma celebração da poesia breve e intensa dos haicais.

Cada autora traz sua sensibilidade única: Explorando a delicadeza dos instantes das estações, revelando beleza no simples. Mergulham na natureza e nos ciclos da vida, traduzindo emoções em versos mínimos. Imprimindo lirismo e frescor, transformando o efêmero em eternidade poética.

Vale conferir: O livro Quatro Estações é um passeio pelas transformações da natureza e da alma humana, em haicais que capturam o silêncio, o movimento e a essência de cada estação do ano.

Lançamento: Quatro Estações – Haicais

Data: 19 de março de 2026 (quinta-feira), das 17h às 19h30min.

Local: Da Vinci's Cafeteria Gourmet

Endereço: Rua Pereira da Silva, 76 – Loja 2 – Icaraí, Niterói, RJ

Um encontro para celebrar a poesia breve, mas infinita, que cabe em três versos e abre mundos inteiros.




sábado, 28 de fevereiro de 2026

LITERATURA SEM FRONTEIRAS - A POSSE DA DIRETORIA DO NÚCLEO CEARENSE DA REDE SEM FRONTEIRAS

Esta é uma nova postagem dedicada a registrar outros momentos e presenças da posse da Diretoria do Núcleo da Rede Sem Fronteiras no Ceará. 

No dia 26 de fevereiro de 2026, Fortaleza testemunhou um marco cultural e literário: a posse da Diretoria do Núcleo da Rede Sem Fronteiras do Ceará, realizada na sede da Academia Cearense de Letras. O evento, que reuniu autoridades literárias, escritores, acadêmicos e convidados, foi celebrado com música, poesia e discursos que ressaltaram a força da literatura como elo entre povos e culturas. 

A cerimônia teve início com a execução do Hino Nacional Brasileiro pelo saxofonista Cláudio Roberto Pereira, que emocionou os presentes e deu o tom solene à ocasião. A condução ficou a cargo das cerimonialistas Antonieta Madeiro e Valeska Capistrano, que guiaram o roteiro com precisão e elegância. Representando a Rede Sem Fronteiras em âmbito internacional, esteve presente Ana Maria Tourinho, Vice-Presidente Mundial Cultural, reforçando o caráter global da iniciativa. 

Um dos momentos mais marcantes da programação foi a apresentação da Academia Maria Ester de Leitura e Escrita, composta por alunos do Colégio Marista. O recital percorreu a literatura dos países lusófonos, iniciando com a célebre Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, e passando por obras de autores de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O ápice veio com o soneto de Paula Ney, dedicado a Fortaleza, reafirmando que, na poesia, as fronteiras não existem. Essa celebração literária destacou a universalidade da língua portuguesa e sua capacidade de unir culturas diversas. 

Após o recital, foi exibido um vídeo institucional da RSF e lida a Ata de Fundação do Núcleo Cearense. A pedagoga Evan Bessa foi oficialmente empossada como presidente, assinando o livro de posse, realizando o juramento e recebendo o diploma. Em seu discurso, ela deu posse à diretoria, reforçando o compromisso de promover a literatura e a cultura no estado. Ana Maria Tourinho entregou o Certificado de Membro Oficial à escritora Célia Oliveira, enquanto o discurso da Presidente Mundial da RSF, Dyandreia Portugal, jornalista e escritora, foi transmitido em vídeo e recebido com atenção e entusiasmo. 

A cerimônia também reservou espaço para homenagens. Uma placa foi entregue em reconhecimento a contribuições relevantes, gesto que emocionou a homenageada e reforçou o espírito de gratidão e valorização presente no encontro. Entre os convidados, destacaram-se nomes importantes da literatura cearense e representantes de diversas academias e instituições culturais, como: Dr. Fernando Alves representando a ACEMES - Academia Cearense de Médicos Escritores; Suzete Nunes – Superintendente da Biblioteca Pública Estadual do Ceará; Ana Maria Nascimento – Presidente da IAL (Integração de Academia de Letras); Regina Fiúza – Presidente do Clube de Amassadoras; Jacqueline Teles – Presidente da Academia Antônio Bezerra de Letras e Artes; Maria Linda Lemos – Presidente Emérita da Aljug (Academia Letras Juvenal Galeno); Luciano Dídimo – Representante da Academia Fortalezense de Letras (Presidente: Fernanda Quinderé); Maura Isidório – Representante da Secretaria de Cultura do Ceará e Coordenadora da Célula do Livro, Leitura e Literatura (CELIV); Ana Maria Nascimento – AIAL (Associação de Integração das Academias de Letras); Fátima Lemos – Presidente da ALA Feminina e da Academia Maria Ester de Leitura e Escrita; Adriana Torquato Pedrosa – Secretária Executiva da Mulher de Fortaleza; Diretoria e acadêmicas da AFELCE (Academia Feminina de Letras do Ceará): Inácia Girão; Eugênia Carra’h; Ana Nascimento; Ivonete Damasceno; Rosa Firmo; Rosa Virgínia; Célia Oliveira; Silvio Cayan; Vilma Matos; Cláudia Melo; Rita Guedes; Fátima Lemos; Lilian Gondim; Maria José Rolim; Elinalva Oliveira; Evan Bessa; Conceição Seabra – Sócia honorária da AJEB-Ceará 

Grupo de amigos de Evan Bessa; Rita Andrade – Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Acaraú (AFLAAC); Patrícia Cacau – Mulherio das Letras Ceará; Marta Pinheiro – Produtora Cultural da Biblioteca Pública Estadual do Ceará (BECE); Representantes da Secretaria da Cultura do Ceará – Maura Isidório e outros. 

O evento foi também palco para o lançamento do volume 4 da coletânea Mulheres Extraordinárias, reunindo coautoras que celebraram a literatura feminina em um momento de troca e reconhecimento. O coquetel que se seguiu proporcionou um ambiente de confraternização, fortalecendo laços entre escritores, acadêmicos e convidados.

O repertório apresentado pela Academia Maria Ester foi cuidadosamente selecionado para homenagear a literatura lusófona. Entre os textos declamados, estiveram Amor é fogo que arde sem se ver, de Luís de Camões; Poema de Despedida, de Mia Couto; Adeus na Hora da Largada, de Agostinho Neto; O dilema da língua, de Maria Odete Semedo; Soneto à Liberdade, de Manuel Lopes; Ilha Nua, de Alda do Espírito Santo; Infância, de Fernando Sylvan; e o já mencionado soneto de Paula Ney. Cada obra foi interpretada por jovens estudantes, que deram vida às palavras com entusiasmo e sensibilidade, reafirmando o papel da juventude na preservação e difusão da cultura. 

Fotógrafos como Ivonete Damasceno, Ana Cecília e Alcindo Oliveira registraram os momentos mais significativos da celebração, eternizando em imagens a atmosfera de emoção e beleza que permeou a noite. A presença de representantes de diversas academias femininas, como a AFELCE e a AFLAAC, reforçou a importância da participação das mulheres na cena literária cearense e nacional.

A implantação do Núcleo Cultural Regional da Rede Sem Fronteiras no Ceará foi recebida como um acontecimento histórico, destinado a figurar nos anais da literatura local. Mais do que uma cerimônia de posse, o evento simbolizou a união de esforços em prol da cultura, da literatura e da integração entre povos e línguas. A frase que ecoou ao final da celebração sintetizou o espírito da noite: “O dia feito é melhor do que o perfeito.” Uma lição de sabedoria que reforça a importância da ação concreta e da construção coletiva. 

Assim, Fortaleza ganhou mais um espaço de valorização da literatura e da cultura, reafirmando seu papel como Terra da Luz e berço de grandes nomes das letras. A Rede Sem Fronteiras, ao estabelecer seu núcleo cearense, ampliou ainda mais sua missão de conectar escritores, leitores e instituições, mostrando que, na arte e na literatura, não há barreiras que resistam à força da palavra.


Créditos das fotos: Ivonete Damasceno, Ana Cecília e Alcindo Oliveira

Compartilhadas por Ana Maria Tourinho

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


 






























TRÊS VOZES, QUATRO ESTAÇÕES EM HAICAI - ENSAIO LITERÁRIO-CRÍTICO © ALBERTO ARAÚJO

Não é apenas um livro que chega às mãos do leitor, mas uma experiência que se abre como flor ao sol. Quatro Estações – Haicais, de Leda Mendes Jorge, Liane Arêas e Uyára Schiefer, nasce como celebração da poesia breve e da beleza efêmera que se revela no ciclo das estações. 

Com 80 páginas publicadas sob o selo da OPUS Editora, dirigida por Ricardo Ribeiro, a obra reúne três perspectivas poéticas que se cruzam e se complementam na celebração o haicai. Este lançamento é mais do que um anúncio: é um convite à contemplação, à pausa necessária no ritmo apressado da vida, à escuta do tempo e à percepção do invisível. 

O livro é resultado de um trabalho coletivo que se manifesta em cada detalhe:  Capa concebida pelo designer Will Martins, que traduz visualmente a essência do livro: um círculo vermelho evocando o sol nascente, sobreposto por ideogramas japoneses que representam primavera, verão, outono e inverno.

Cada elemento editorial reforça a ideia de que o livro é um mosaico de vozes e olhares, unidos pela paixão pelo haicai. 

A capa de Quatro Estações – Haicais logo de cara merece atenção especial. O círculo vermelho, reminiscente do sol do Japão, é símbolo de energia, renovação e ciclo. Sobre ele repousam os ideogramas das quatro estações: (primavera), (verão), (outono), (inverno), que não apenas nomeiam o tema central, mas também funcionam como portais visuais para o universo poético do livro. O design minimalista dialoga com a própria natureza do haicai: brevidade, clareza e intensidade. Assim como o haicai sugere mais do que diz, a capa não se entrega de imediato; ela convida à contemplação, à leitura dos sinais, à percepção do invisível. Will Martins conseguiu sintetizar em imagem o que os versos fazem em palavras: transformar o instante em eternidade. 

A Orelha assinada por Ricardo Ribeiro, que convida o leitor a uma leitura lenta, como quem observa o desabrochar de uma flor. Destaca a simplicidade e profundidade dos versos, lembrando que o haicai é pausa em meio ao excesso do cotidiano. 

Uyára Schiefer, na apresentação, explica que a escolha do título se deve à obrigatoriedade, na tradição japonesa, de referir-se a fenômenos naturais, explícitos ou subjetivos. Liane Arêas, na contracapa, narra com delicadeza o encontro das amigas em torno de um café, momento em que nasce a ideia do livro, uma cena que já se transforma em haicai espontâneo.  Originado no Japão do século XVII, com Bashô Matsuo, o haicai é considerado o poema mais breve do mundo. Sua força reside na capacidade de capturar um instante da natureza e transformá-lo em experiência estética. No Brasil, essa tradição foi transmitida por mestres como Luís Antônio Pimentel, que viveu no Japão e trouxe para Niterói a delicadeza dessa arte.

Na contracapa de Quatro Estações – Haicais, Liane Arêas nos conduz a uma cena íntima e luminosa: três amigas reunidas em uma cafeteria, conversando sobre livros, autores e a paixão comum pela poesia breve. Entre xícaras de café e palavras espontâneas, surge a percepção de que cada frase dita poderia se transformar em um haicai. Dessa descoberta nasce a ideia de escrever um livro dedicado às quatro estações, celebrando em versos a primavera, o verão, o outono e o inverno. O texto de Liane é singular porque não apenas apresenta o livro, mas revela sua origem, mostrando como a amizade e a partilha se transformaram em poesia. A lembrança de Luís Antônio Pimentel, mestre que trouxe o haicai do Japão para o Brasil, reforça o elo entre tradição e contemporaneidade. A narrativa é acompanhada pela fotografia de Will Martins, que registra o encontro e dá rosto às autoras, tornando visível a cumplicidade que deu origem ao projeto. Assim, a contracapa não é apenas uma apresentação: é um retrato vivo da gênese do livro, um convite caloroso para que o leitor se junte a essa celebração poética. 

O texto de Liane nos transporta para uma cena cotidiana: três amigas reunidas em uma cafeteria, conversando sobre literatura, autores preferidos e a paixão comum pelo haicai. É nesse ambiente de intimidade e espontaneidade que surge a percepção de Uyára, cada frase dita poderia se transformar em um haicai. A partir daí, nasce a ideia de escrever um livro dedicado às quatro estações. 

Humaniza o projeto, em vez de apresentar o livro de forma abstrata, Liane mostra o momento concreto em que ele foi concebido. Cria uma atmosfera de proximidade, o leitor se sente convidado a participar da conversa, como se estivesse à mesa com as autoras. Transforma a gênese em poesia, o haicai improvisado durante o café (“Tarde luminosa! / Afinal, é Primavera! / Perfume no ar!”) já antecipa o tom da obra. Homenageia a tradição, ao lembrar Luís Antônio Pimentel, mestre que trouxe o haicai do Japão para o Brasil, o texto conecta passado e presente. 

Além disso, a contra capa é acompanhada pela fotografia de Will Martins, responsável pela edição visual. A imagem das três amigas em torno da mesa de café reforça a ideia de cumplicidade e celebração, funcionando como testemunho visual da cena narrada. É um recurso que dá corpo e rosto à narrativa, tornando o livro ainda mais próximo do leitor. 

Esses textos funcionam como camadas de leitura: a orelha abre o convite, a apresentação contextualiza, a contracapa narra a gênese. Juntos, eles criam um percurso que prepara o leitor para mergulhar nos haicais. 

Encerrando o livro, o posfácio de Alberto Araújo oferece uma leitura crítica e jornalística, situando a obra no panorama da literatura brasileira contemporânea. Ao destacar a importância cultural do haicai e sua permanência como forma de contemplação, o posfácio reforça o caráter atemporal da obra. É como se o livro fosse um ciclo completo: começa com o convite, passa pela apresentação e pela narrativa da gênese, percorre os haicais e se encerra com a reflexão crítica. 

CADA ESTAÇÃO É CELEBRADA EM VERSOS BREVES QUE CAPTURAM SUA ESSÊNCIA 

Primavera: renovação, flores, perfumes.

Verão: intensidade, calor, luminosidade.

Outono: transição, vento, melancolia.

Inverno: silêncio, recolhimento, contemplação. 

Os haicais não descrevem apenas; eles sugerem, evocam, despertam imagens claras e inesquecíveis. São palavras simples e precisas que acessam os sentidos e convidam à pausa.

As autoras: Leda, Liane e Uyára, se inserem nessa linhagem, mas acrescentam a ela uma sensibilidade contemporânea. Seus haicais não apenas descrevem fenômenos naturais; eles evocam sensações, sugerem atmosferas, convidam à contemplação. O vento do outono, a luz da primavera, o silêncio do inverno e o calor do verão são mais do que imagens: são experiências que habitam o leitor. 

Quatro Estações – Haicais não é apenas um livro de poesia. É um convite à contemplação, à escuta do tempo, à percepção do invisível, ao reconhecimento da beleza no efêmero. É uma obra para ser lida devagar, como quem observa o desabrochar de uma flor.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


LANÇAMENTO DO LIVRO: QUATRO ESTAÇÕES – HAICAIS 

A Opus Editora e as autoras Leda Mendes Jorge, Liane Arêas e Uyára Schiefer convidam você para uma celebração da poesia breve e intensa dos haicais.

Cada autora traz sua sensibilidade única: Explorando a delicadeza dos instantes das estações, revelando beleza no simples. Mergulham na natureza e nos ciclos da vida, traduzindo emoções em versos mínimos. Imprimindo lirismo e frescor, transformando o efêmero em eternidade poética. 

Vale conferir: O livro Quatro Estações é um passeio pelas transformações da natureza e da alma humana, em haicais que capturam o silêncio, o movimento e a essência de cada estação do ano. 

Lançamento: Quatro Estações – Haicais 

Data: 19 de março de 2026 (quinta-feira), das 17 às 19h30min

Local: Da Vinci's Cafeteria Gourmet 

Endereço: Rua Pereira da Silva, 76 – Loja 2 – Icaraí, Niterói, RJ

Um encontro para celebrar a poesia breve, mas infinita, que cabe em três versos e abre mundos inteiros. 


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

SOLENIDADE DE HOMOLOGAÇÃO DA FUNDAÇÃO E POSSE DIRETORA DA RSF – NÚCLEO CEARÁ

A tarde de 26 de fevereiro de 2026 ficou registrada como um marco na história literária e cultural do Ceará. Sob o teto imponente e centenário do Palácio da Luz, sede da Academia Cearense de Letras (ACL), a mais antiga do Brasil, realizou-se a Solenidade de Homologação da Fundação e Posse Diretora da Rede Sem Fronteiras (RSF) – Núcleo Ceará. 

O ambiente, carregado de simbolismo, reunia intelectuais, escritores e representantes da cultura lusófona. Entre bustos de imortais e telas que narram a identidade do povo alencarino, a efervescência era palpável: tratava-se da consolidação de um núcleo que promete conectar o talento cearense ao mundo, ampliando horizontes e fortalecendo laços culturais. 

Um dos grandes destaques foi a presença da Vice-presidente Mundial Cultural da RSF, Ana Maria Tourinho, que veio a Fortaleza representando oficialmente a instituição. Mais do que cumprir protocolo, Ana Maria trouxe consigo o espírito de união que caracteriza a Rede Sem Fronteiras. Sua trajetória respeitada e seu olhar sensível reforçaram o elo entre os ideais de internacionalização da cultura e a realidade vibrante dos escritores e artistas locais.

Ana Maria atuou como enviada especial da presidente mundial da RSF, Dyandreia Portugal, cuja liderança visionária tem consolidado a Rede como uma ponte entre culturas, promovendo eventos, intercâmbios e iniciativas que ultrapassam fronteiras geográficas e linguísticas. Dyandreia inspira pela energia incansável e pela dedicação à causa cultural, e sua representação nesta solenidade reafirmou o compromisso da instituição com cada núcleo regional que nasce e floresce. 

No Ceará, a RSF inicia sua trajetória sob a condução da nova presidente do núcleo, Evan Bessa, que assume a missão de liderar projetos locais com o mesmo espírito de integração e valorização cultural que caracteriza a Rede. Evan traz consigo uma trajetória marcada pela paixão pela literatura e pela crença na cultura como instrumento de transformação social. Sua posse simboliza confiança e esperança em um futuro de grandes realizações. 

Ao lado dela, a vice-presidente Elinalva Oliveira soma sua experiência e sensibilidade, fortalecendo a gestão e ampliando o alcance das ações da RSF no estado. Reconhecida por sua dedicação às causas culturais, Elinalva representa o compromisso com a diversidade e a condução plural que o núcleo cearense pretende exercer. 

A solenidade foi marcada por discursos emocionados, cumprimentos calorosos e uma atmosfera de celebração. As palavras de congratulação às novas dirigentes ecoaram como reconhecimento da importância de mulheres que se dedicam à cultura e que assumem papéis de liderança em instituições de alcance internacional. “Congratulações, senhoras!” tornou-se a expressão que sintetizou o sentimento coletivo de orgulho e esperança. 

O Núcleo Ceará da RSF nasce com a missão de ser um espaço de encontro, diálogo e construção de pontes culturais. Mais do que um ato protocolar, a posse representou um marco histórico que inscreve o Ceará no mapa da Rede Sem Fronteiras, ampliando as possibilidades de intercâmbio e valorização da produção artística local. 

Com Evan Bessa na presidência, Elinalva Oliveira na vice-presidência e o respaldo da liderança mundial de Dyandreia Portugal e Ana Maria Tourinho, o núcleo cearense inicia sua trajetória com bases sólidas e perspectivas promissoras. A união dessas mulheres, cada uma com sua história e sua força, é um exemplo de que a cultura se constrói com coragem, dedicação e espírito coletivo.

Que esta solenidade seja lembrada como o início de uma caminhada luminosa, em que literatura, arte e cultura se tornem instrumentos de transformação e união. A Rede Sem Fronteiras segue firme em sua missão de integrar, valorizar e celebrar talentos, e o Ceará agora faz parte dessa grande rede que não conhece limites geográficos, apenas horizontes de possibilidades. 













Dyandreia Portugal é o coração pulsante da Rede Sem Fronteiras (RSF). Escritora, gestora cultural e empreendedora de ideias, ela construiu ao longo dos anos uma trajetória marcada pela ousadia de sonhar grande e pela capacidade de transformar projetos em realidades que atravessam países e culturas.

Sua visão é clara: a cultura não deve conhecer limites. Para Dyandreia, a literatura, a arte e a educação são pontes que unem povos, fortalecem identidades e promovem diálogos capazes de transformar sociedades. É nesse espírito que a RSF nasceu e se consolidou como uma instituição internacional, presente em diversos países e reconhecida por seu papel de integração cultural.

Dyandreia acredita que cada escritor, cada artista e cada educador carrega em si uma centelha de universalidade. Ao criar espaços de intercâmbio e promover eventos que conectam talentos de diferentes nações, ela reafirma que a palavra e a arte são instrumentos de paz, solidariedade e progresso. Sua liderança é marcada pela energia incansável, pela sensibilidade em ouvir e pela firmeza em conduzir projetos que ampliam horizontes.

Mais do que presidente, Dyandreia é uma visionária. Sua atuação inspira mulheres e homens a acreditarem no poder transformador da cultura e a se engajarem em iniciativas que ultrapassam fronteiras geográficas e linguísticas. Sob sua direção, a RSF não é apenas uma rede de pessoas: é um movimento vivo, que celebra a diversidade e promove o encontro de vozes em escala global. 

Ao olhar para o futuro, Dyandreia Portugal reafirma sua missão: fazer da Rede Sem Fronteiras um espaço de união, valorização e celebração de talentos, onde cada núcleo regional é parte essencial de um organismo maior que pulsa em favor da arte e da literatura. Sua visão transcende o presente e projeta um amanhã em que a cultura será sempre o elo mais forte entre os povos.

Créditos das fotos:

Compartilhadas pela presidente Dyandreia Portugal

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural