quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

1 - O RENASCIMENTO EM FLORENÇA: ARTE, FILOSOFIA E A REDEFINIÇÃO DA HUMANIDADE ENSAIO ACADÊMICO © ALBERTO ARAÚJO


O Renascimento florentino, surgido entre os séculos XIV e XVI, representa um dos momentos mais decisivos da história cultural europeia. Mais do que um florescimento artístico, foi uma revolução intelectual e filosófica que redefiniu a visão de humanidade. Florença, sob o mecenato dos Médici, tornou-se o epicentro de uma transformação que uniu arte, ciência e filosofia, colocando o homem no centro da criação¹. Como afirmou Burckhardt, “o Renascimento foi a descoberta do homem e do mundo”². 

A prosperidade econômica de Florença, sustentada pelo comércio e pela banca, criou condições para o financiamento de artistas e pensadores. O contato com textos clássicos, recuperados após a queda de Constantinopla em 1453, alimentou o humanismo³. Essa redescoberta não foi apenas erudita, mas prática: tradutores e copistas tornaram acessíveis obras de Platão, Aristóteles e Cícero, que passaram a inspirar novas concepções de política e ética. Como observa Garin, “o humanismo italiano foi menos uma arqueologia do passado e mais uma pedagogia do futuro”⁴. 

O humanismo florentino, representado por Marsilio Ficino e Pico della Mirandola, defendia que o homem era dotado de liberdade criativa. Pico, em sua Oratio de hominis dignitate (1486), afirma: “Não te dei, ó Adão, nem lugar determinado, nem aspecto próprio, nem função particular, para que possuas e escolhas, segundo teu desejo e decisão, o lugar, o aspecto e a função que preferires”⁵. Essa concepção rompeu com a visão medieval hierárquica e inaugurou uma antropologia dinâmica. Ficino, por sua vez, traduziu Platão e reinterpretou sua filosofia à luz do cristianismo, criando uma síntese que influenciou profundamente a cultura florentina⁶. 

A arte renascentista não foi apenas estética, mas filosófica. 

Leonardo da Vinci: Em seus cadernos, Leonardo escreve: “A pintura é coisa mental”⁷, indicando que a arte não é mera reprodução da natureza, mas interpretação intelectual. A Última Ceia (1498) exemplifica essa visão, ao captar não apenas a cena bíblica, mas o drama psicológico dos apóstolos. 

Michelangelo: O David (1504) é mais que uma escultura: é manifesto político e filosófico. Representa a força da república florentina diante de ameaças externas. A Capela Sistina, por sua vez, traduz a tensão entre divino e humano, mostrando a grandeza e a fragilidade da condição humana⁸.

Botticelli: Em A Primavera (1482), Botticelli cria uma alegoria da renovação espiritual, onde a mitologia clássica se torna metáfora da fertilidade e da ordem cósmica. Como observa Lightbown, “Botticelli não pinta mitos, mas metáforas da alma”⁹. 

Leonardo da Vinci, com seus estudos anatômicos, antecipou métodos científicos modernos. Em seus manuscritos, escreve: “A experiência nunca erra; apenas teus juízos erram, ao esperar dela o que não está em seu poder”¹⁰. Essa valorização da observação empírica mostra como o Renascimento integrava arte e ciência em uma mesma busca pelo conhecimento. A anatomia, a engenharia e a perspectiva eram vistas como partes de um mesmo esforço de compreender o mundo. 

O Renascimento também redefiniu a política. Nicolau Maquiavel, em O Príncipe (1513), rompeu com idealizações medievais e inaugurou uma reflexão realista sobre o poder. “Os homens devem ser ou acariciados ou destruídos, pois se vingam das pequenas ofensas, mas não podem vingar-se das grandes”¹¹, escreve Maquiavel, revelando sua visão pragmática. Essa perspectiva coloca o homem como agente histórico, capaz de moldar seu destino, em consonância com o espírito renascentista.

O Renascimento florentino redefiniu a visão de humanidade ao colocar o homem como centro da criação. Essa perspectiva influenciou a ciência moderna, a filosofia iluminista e a arte até os dias atuais. Como sintetiza Burckhardt, “o homem tornou-se indivíduo consciente de si mesmo”¹². A ideia de que o ser humano é criador de si mesmo permanece como um dos legados mais duradouros do período.

O Renascimento em Florença foi mais do que um movimento artístico: foi uma revolução cultural que transformou a maneira como o homem se compreende. Michelangelo, Leonardo e Botticelli não apenas criaram obras imortais, mas traduziram em formas visíveis uma nova filosofia da existência. Ao redefinir a visão de humanidade, o Renascimento florentino inaugurou a modernidade, tornando-se um dos momentos mais impactantes da história cultural da Itália e do mundo.












REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

1.     Burckhardt, J. (1860). A Cultura do Renascimento na Itália.

2.    Idem, p. 12.

3.    Kristeller, P. O. (1961). Renaissance Thought.

4.    Garin, E. (1965). Italian Humanism.

5.    Pico della Mirandola, G. (1486/1994). Oratio de hominis dignitate.

6.    Ficino, M. (1484). TheologiaPlatonica.

7.    Leonardo da Vinci, CodexAtlanticus.

8.    Hall, M. (2005). Michelangeloand the Reinvention of the Human Body.

9.    Lightbown, R. (1978). SandroBotticelli.

10.  Leonardo da Vinci, Codex Leicester.

11.  Maquiavel, N. (1513/1981). O Príncipe.

12.  Burckhardt, J. (1860). A Cultura do Renascimento na Itália, p. 98.

© Alberto Araújo

 



 

LISTA DE ALGUNS INDICADOS A MELHOR FILME NO OSCAR 2026



1 - O AGENTE SECRETO (The Secret Agent): O suspense brasileiro de Kleber Mendonça Filho, com Wagner Moura.




2 PECADORES (Sinners): Terror sobrenatural dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan.


3 - UMA BATALHA APÓS A OUTRA (The Battle of Baktan Cross): Épico dirigido por Paul Thomas Anderson, estrelado por Leonardo DiCaprio.


4 - FRANKENSTEIN: A releitura gótica de Guillermo del Toro para a Netflix.

 


5 - MARTY SUPREME: Drama biográfico dirigido por Josh Safdie, com Timothée Chalamet.




6 - HAMNET: Drama histórico de Chloé Zhao.


7 - BUGONIA: Sátira de ficção científica dirigida por Yorgos Lanthimos.



8 -  VALOR SENTIMENTAL: Drama norueguês indicado na categoria principal.



9 - F1: O FILME: Drama de ação sobre automobilismo dirigido por Joseph

Kosinski.



10 - SONHOS DE TREM (Train Dreams): Produção indicada na lista final.







 

LANÇAMENTO DO LIVRO "ODE À ANCESTRALIDADE - A ESCOLA DE DIREITO DE BEIRUTE DE MATILDE CARONE SLAIBI CONTI


ONDE O DIREITO ENCONTRA O AFETO: ODE À ANCESTRALIDADE

Mais do que um registro histórico, "Ode à Ancestralidade – A Escola de Direito de Beirute" é um profundo resgate de identidade e pertencimento. Nesta obra, a escritora e pesquisadora Matilde Carone Slaibi Conti não apenas escreve sobre o passado, mas revive o prestígio da antiga Escola de Beirute, o célebre "Relicário das Constituições", conectando juristas milenares e personalidades ilustres, como São Gregório, às raízes de sua própria linhagem familiar.

A narrativa combina com maestria o rigor acadêmico ao lirismo poético para homenagear uma instituição que, nos tempos antigos, rivalizou em importância com a própria Roma e moldou os pilares da civilização. Ao exaltar seus ancestrais, a autora ilumina a contribuição inestimável do povo libanês e de sua diáspora para a cultura jurídica, social e espiritual do mundo, transformando a memória em um instrumento de diálogo intercultural. 

Publicado pela Editora Comunità, de Niterói, o livro apresenta-se como um chamado para que reconheçamos a grandeza de nossos antepassados, compreendendo que o futuro só se constrói com alicerces sólidos no passado. Mais do que uma herança, a obra defende que a ancestralidade é uma responsabilidade e um compromisso com a preservação de valores que atravessam séculos. Este lançamento já desperta grande expectativa no meio literário e acadêmico.

Com a essência libanesa em seus pulsos, a escritora Matilde Carone Slaibi Conti tem a honra de convidar para o lançamento de sua obra. Onde o Direito encontra o afeto em sua totalidade, o livro surge como um elo entre o prestígio histórico e as raízes da linhagem da autora. 

O evento ocorrerá de forma integrada à celebração da Coletânea da Amizade 2026, um momento especial de união entre as culturas do Brasil e do Líbano. 

Data: 26 de fevereiro de 2026, quinta-feira.

Horário: 18h.

Local: Clube Monte Líbano.

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, 701 – Lagoa, Rio de Janeiro.

Sua presença será uma alegria para celebrarmos juntos este marco literário que une história, Direito e memória familiar.

 


 



 

DE VOLTA À BAHIA, ESTRELADO POR BARBARA FRANÇA E LUCCA PICON. O LONGA CHEGA EXCLUSIVAMENTE AOS CINEMAS BRASILEIROS NO DIA 05 DE MARÇO, COM DISTRIBUIÇÃO DA SWEN FILMES.


Focus Portal Cultural divulga 

A Magia Filmes acaba de divulgar o cartaz e o trailer oficial da comédia romântica “De Volta à Bahia”, estrelada por Barbara França (“As Aventuras de Poliana - O Filme”) e Lucca Picon ("Confissões de uma Garota Excluída" e da série "De Volta aos 15"). O longa chega exclusivamente aos cinemas brasileiros no dia 05 de março, com distribuição da Swen Filmes.

O filme reúne no elenco Werner Schünemann ("Nosso Lar" e atualmente na novela  "Dona Beja", da HBO Max), Felipe Roque (“Os Farofeiros” e novela “Dona de Mim”), Juliano Laham (da série "DOM" e das novelas "Reis" e "Orgulho e Paixão"), Mariana Freire (“O Homem Que Não Dormia”), Rico Ayade (“Finding Josef” e do curta "Curva Acentuada"), e marca a estreia no cinema da atriz Maria Paula Caetano e da estilista e influenciadora de moda brasileira Natalia Santos. 

Rodado em Salvador,  o longa teve a cidade como elemento central da narrativa. Para os protagonistas, as filmagens foram também um mergulho na cultura local. 

“Gravar em Salvador foi uma experiência transformadora. A cidade entra no filme como um personagem vivo, e muitas cenas foram influenciadas pela energia real das praias desse lugar.”, conta Lucca Picon. 

“Filmamos em locações lindíssimas, com muita natureza e uma vibe muito boa. O filme vai ter muito surfe, amor, reconciliação e tenho a certeza que o público vai se identificar e se sentir tocado por essa história”, completa Barbara França.

A produção conta com a trilha sonora original de André Whoong e as músicas são de Rico Ayade e Felipe Augusto. A produção é de Eliezer Lipnik e Murray Lipnik, com produção executiva de Ana Paula Silva e Cleneide Rosa de Souza.

Na trama, um vídeo de resgate no mar conecta Maya e Pedro, dois talentos promissores do surf. Treinados pelo ídolo PH, eles se preparam para um campeonato decisivo em Salvador enquanto enfrentam conflitos familiares e se apaixonam. Mas nem só de sonhos vive o verão baiano: para vencer as ondas, é preciso enfrentar as tormentas. 

“De Volta à Bahia" é um filme vibrante, popular e conectado com o presente e a juventude. Estrear nos cinemas é essencial para que o público viva essa história do jeito que ela foi concebida e também aprecie em tela grande as belezas de Salvador”, afirma o produtor Eliezer Lipnik. 

“De Volta à Bahia” estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros em 05 de março, com distribuição da Swen Filmes.

SINOPSE:

Um vídeo do resgate de uma jovem surfista viraliza na internet e revela o encontro inesperado entre Maya (Bárbara França) e Pedro (Lucca Picon), dois talentos promissores do surf. Ao serem apresentados por PH (Felipe Roque), um ídolo do esporte, eles se surpreendem ao descobrir que já estão ligados pelo salvamento que ganhou as redes e que ambos são treinados pelo mesmo mentor. Enquanto se preparam para um campeonato decisivo em Salvador, enfrentam conflitos familiares e vivem um romance. Mas nem só de sonhos vive o verão baiano: para vencer as ondas, é preciso enfrentar as tormentas.

Ficha Técnica:

Título: De Volta à Bahia.

Gênero: Comédia romântica.

Direção: Eliezer Lipnik e Joana di Carso.

Roteiro: Joana di Carso.

Fotografia: LC Pereira.

Elenco: Barbara França (Maya), Lucca Picon (Pedro), Felipe Roque (PH), Werner Schünemann (Thomas), Juliano Laham (Arthur), Mariana Freire (Beth), Rico Ayade (Rico), Natalia Santos (Natália), Maria Paula Caetano (Diana).

Montagem: Bruna Lohnefink.

Som: Pedro Garcia.

Trilha musical: André Whoong.

Produção Executiva: Ana Paula Silva e Cleneide Rosa de Souza.

Produção: Eliezer Lipnik e Murray Lipnik.

Produzido por: Magia Filmes.

Distribuição: Swen Entretenimentos.

Classificação Indicativa: 10 anos.

Duração: 98 min.

Sobre a Magia Filmes

A Magia Filmes é uma produtora brasileira independente responsável pela produção de diversas obras, destacando:

Longa-metragem “De volta à Bahia (2026).

Série ficcional Odeka- 10 x 26’, ficção (2023).

O Matador (produção original Netflix)- Longa-metragem, ficção. (2020).

 

Sobre a Swen

A SWEN produz e distribui uma gama diversificada de produtos em diversos formatos para os mercados nacional e internacional.

Assessoria de imprensa Swen Filmes:

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Léo Rolim

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NON HO L'ETÀ (PER AMARTI) - GIGLIOLA CINQUETTI



Essa música não é apenas um clássico; ela é um marco histórico da música italiana e europeia.

Lançada em 1964, "Non ho l'età (per amarti)" é muito mais que uma canção romântica; é um retrato fiel da transição cultural da Itália e da Europa nos anos 60. 

Interpretada pela jovem Gigliola Cinquetti, de apenas 16 anos, a música defende uma inocência quase esquecida, onde a paciência e o "esperar o momento certo" são vistos como provas de amor verdadeiro. Com uma melodia suave e uma interpretação carregada de doçura, a faixa conquistou o Festival de Sanremo e o Eurovision, tornando-se um hino global da juventude daquela época. 

A canção ressoa até hoje como um símbolo de elegância e de uma era em que o romantismo era vivido com calma, contrastando com a agitação da revolução pop que começava a surgir no mundo. 

LETRA EM ITALIANO 

Non ho l'età

Per amarti

Non ho l'età

Per uscire sola con te

 

E non avrei

Non avrei nulla da dirti

Molte più cose

Direi se...

 

Lascia che io viva

Un amore romantico

Nell'attesa che venga quel giorno

Ma ora no...

 

Non ho l'età

Non ho l'età

Per amarti

Non ho l'età

Per uscire sola con te

 

Se tu vorrai

Se tu vorrai aspettarmi

Quel giorno avrai

Tutto il mio amore per te

 

Lascia che io viva

Un amore romantico

Nell'attesa che venga quel giorno

Ma ora no...

 

Non ho l'età

Non ho l'età

Per amarti

Non ho l'età

Per uscire sola con te

 

Se tu vorrai

Se tu vorrai aspettarmi

Quel giorno avrai

Tutto il mio amore per te

 

TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS

 

Não tenho idade

Para te amar

Não tenho idade

Para sair sozinha com você

 

E eu não teria

Não teria nada para te dizer

Muito mais coisas

Eu diria se...

 

Deixe que eu viva

Um amor romântico

Na espera de que venha esse dia

Mas agora não...

 

Não tenho idade

Não tenho idade

Para te amar

Não tenho idade

Para sair sozinha com você

 

Se você quiser

Se você quiser me esperar

Nesse dia você terá

Todo o meu amor por você

 

Deixe que eu viva

Um amor romântico

Na espera de que venha esse dia

Mas agora não...

 

Não tenho idade

Não tenho idade

Para te amar

Não tenho idade

Para sair sozinha com você

 

Se você quiser

Se você quiser me esperar

Nesse dia você terá

Todo o meu amor por você

 

AQUI ESTÃO OS PONTOS MAIS FASCINANTES SOBRE "NON HO L'ETÀ" E A TRAJETÓRIA DE GIGLIOLA CINQUETTI 

1. O FENÔMENO CINQUETTI

Gigliola tinha apenas 16 anos quando interpretou essa música pela primeira vez. Sua aparência angelical e a letra que falava sobre "não ter idade" para amar ou sair sozinha com um rapaz capturaram perfeitamente o espírito conservador, mas em transição, da Itália dos anos 60.

 

2. VITÓRIAS HISTÓRICAS

A música foi um "divisor de águas" em 1964: 

Festival de Sanremo: Ela venceu o maior festival da Itália, derrotando artistas já consagrados. 

Eurovision Song Contest: Gigliola levou a Itália à sua primeira vitória no Eurovision. Ela venceu com uma margem de pontos esmagadora, tornando-se uma estrela internacional da noite para o dia. 

3. O SIGNIFICADO CULTURAL

A letra reflete uma época em que o "namoro casto" e a autorização dos pais eram a norma. Curiosamente, enquanto o rock and roll e a rebeldia explodiam nos EUA e no Reino Unido, a Itália (e boa parte da Europa) se apaixonou por essa ode à inocência e à paciência no amor. 

4. SUCESSO GLOBAL

A música foi traduzida para diversos idiomas e vendeu milhões de cópias ao redor do mundo. Gigliola gravou versões em: 

Espanhol: "No tengo edad".

Francês: "Je suis à toi".©

Alemão: "Luna nel blu".

Japonês: "Yumemiru Omoi". 

5. CARREIRA PÓS-MÚSICA

Diferente de muitos artistas que desaparecem após um grande hit, Gigliola Cinquetti manteve uma carreira sólida. Mais tarde, ela se tornou uma jornalista e apresentadora de TV respeitada na Itália, provando que tinha muito mais a dizer do que a letra da música sugeria originalmente. 

Curiosidade: Em 1991, quando o Eurovision foi realizado em Roma, ela foi uma das apresentadoras do evento! 

Texto e pesquisa

© Alberto Araújo


(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO)