sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

PAUL VERLAINE, «POETA MALDITO»






O valor da palavra na sua dimensão poética e musical assume em Paul Verlaine um estatuto da maior relevância.

 

O preciosismo da sua escrita, que lhe permite através do artifício poético convocar ideias ou mesmo sensações, coloca-o numa plataforma privilegiada entre os seus pares simbolistas, Baudelaire, Rimbaud, Mallarmé.

 

Se o caráter inquieto do poeta contribuiu de forma indelével para a sua escrita, a conversão ao catolicismo, o alcoolismo, a relação tempestuosa com Rimbaud, os internamentos hospitalares e a passagem pela prisão fazem igualmente parte da sua agitada biografia.

 

À exceção dos «Poemas Saturninos» (1866), que não integram a Coleção Calouste Gulbenkian, podemos sinalizar no conjunto de obras aqui exposto alguns dos momentos-chave do percurso literário de Verlaine. Refira-se ainda que a intenção de Calouste Gulbenkian ao reunir estas obras não foi literária, mas sim o gosto pela raridade das edições e a qualidade das encadernações e das ilustrações. Assim, procurou-se nesta seleção o justo equilíbrio entre revelar a poesia de Verlaine e a sua materialização gráfica através da ilustração. A exceção refere-se ao poema «Le ciel est, par-dessus…», incluído na primeira edição de Sagesse (1881), que embora não ilustrado, convoca a musicalidade sempre presente na obra poética de Verlaine, que inspirou composições de Gabriel Fauré e de Déodat de Séverac.

 

Paul Verlaine (1844-1896) foi um dos principais poetas simbolistas da língua francesa, autor dos famosos textos em prosa, “Os Poetas Malditos”.

 

Paul Verlaine nasceu em Metz, na França, no dia 30 de março de 1844. Passou sua infância em Andennes. Em 1851 mudou-se com a família para Paris, onde completou seus estudos secundários em 1862.

 

Em seguida foi morar com a família materna no norte da França, época em que se apaixonou pela prima Elisa. De volta a Paris, empregou-se em uma companhia de seguros e na prefeitura. Desde cedo começou a escrever poesias.

 

Em 1864 criou a famosa expressão “Poète Maudit”, para aqueles que levavam um estilo de vida fora dos padrões normais da sociedade. Em 1866 publicou “Poemas Saturninos”, sendo bem recebido pela crítica.

 

Em 1867 publicou a obra, “Amigas” editado em Bruxelas (era muito forte para ser publicado em sua terra natal). A obra reúne seis sonetos repletos de erotismo.

 

Em 1870 se casa com Mathilde Mauté na tentativa de formar uma família. Em homenagem a esposa escreveu “A Boa Canção”.

 

Em 1871 aconteceu o encontro fatal com o jovem poeta francês Jean-Arthur Rimbaud (1854-1891). Verlaine abandonou mulher e filho e iniciou uma tumultuada história de amor.

 

Em 1872, os dois foram para Bruxelas. Em 1873, depois de várias brigas e reconciliações, Verlaine feriu Rimbaud com um tiro de revólver e acabou passando dois anos na prisão.

 

Viveu na Inglaterra até 1877, quando regressou à França. Nessa época escreveu dois magníficos livros de poesias, “Romances Sem Palavras” (1874) e “Sabedoria” (1980).

 

Apesar de sua crescente fama  e de ser considerado um mestre pelos jovens simbolistas, não conseguiu se equilibrar. Conheceu o alcoolismo, a pobreza e uma vida errante.

 

Em momentos de lucidez escreveu poesia e também peças autobiográficas, entre elas: “Os Poetas Malditos” (1884), “Meus Hospitais” (1892) e “Minhas Prisões” (1893). Faleceu em Paris, França, no dia 8 de janeiro de 1896.





 

 

 

 

ARTHUR RIMBAUD






ARTHUR RIMBAUD

 

Nascido no dia 20 de outubro de 1854 em Charleville, comuna francesa, Jean-Nicolas Arthur Rimbaud foi um poeta influente que escreveu praticamente todas as suas obras primas entre os 15 e os 18 anos. Segundo a opinião de críticos literários, o poeta francês é considerado precursor do surrealismo e também um pós-romantico.

Começou a revelar seu talento para a poesia durante a adolescência e, devido a seu temperamento rebelde, acabou fugindo de casa várias vezes durante a juventude. Ao completar 17 anos, muda-se para Paris com o apoio do poeta Paul Verlaine. Rimbaud tinha enviado sua obra “Soneto de Vogais” para Verlaine, que, um ano depois, deixa a família e começa a viver junto de Rimbaud em Londres. A relação de amor e ódio entre os dois chega ao fim quando Rimbaud é ferido por Verlaine com uma bala no pulso.

Rimbaud, talvez, tenha sido um dos primeiros poetas a viver sua própria poesia. Influenciou autores da geração perdida (Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Ezra Pound, Sherwood Anderson) e os beatniks dos anos 50 (Jack Kerouac, Allen Ginsberg, William Burroughs).

Um dos apreciadores da obra de Rimbaud foi Henry Miller, escritor americano subversivo dos anos 30 que também viveu em Paris. “Até que o velho mundo morra de vez, o indivíduo 'anormal' será cada vez mais a norma. O novo homem se encontrará quando a guerra e a coletividade entre o indivíduo cessar. Veremos então o tipo de homem em sua plenitude e esplendor", disse Miller sobre Rimbaud.

Outro apreciador da poesia de Rimbaud foi Paulo Leminski, para ele, o jovem francês Rimbaud "pasmou os contemporâneos com sua precocidade poética". O escritor francês Georges Duhamel compartilha da opinião de Leminski e analisa a imagem de “enfant terrible” de Rimbaud dizendo: “O que Mallarmé não parece ter adivinhado é que o 'Viajante notável' voltaria, que ia ficar, que não pararia de crescer, que sua influência se estenderia sobre todas as gerações e que aquele garoto seria no século novo não o mestre, e sim, melhor ainda, o mensageiro, o profeta de toda uma juventude febril, entusiasta, rebelde".

Entre suas principais obras estão “Uma Estação no Inferno”, de 1873 e “Iluminações”, de 1886. As duas abrangem novidades estéticas na maneira de escrever literatura com uma linguagem mais libertária, sendo que as ideias, nas obras de Rimbaud, nasciam da sinergia entre o verbo e tudo que os sentidos interpretavam. Aos 20 anos de idade, Rimbaud abandona a literatura e retoma a vida sem rumo que levava quando adolescente.


Começa a trabalhar com comércio de café na Etiópia, chega a fazer parte do Exército das colônias holandesas e faz tráfico de armas em Ogaden. Ainda visita o Chipre e Alexandria. Sua caminhada termina quando tem a perna amputada devido a um câncer no joelho. Após este episódio, morre no dia 10 de novembro de 1891 em Marselha, após anos de agonia.

 







Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Rimbaud 

http://poetas.mortos.sites.uol.com.br/rimbaud.htm 

EM 2021, WILLIAM SHAKESPEARE CELEBRARÁ 457 ANOS DE NASCIMENTO E SUA OBRA CONTINUA IMORTALIZADA EM NOSSOS CORAÇÕES. UMA HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL

 



Shakespeare foi um poeta e dramaturgo respeitado em sua própria época. No entanto a sua celebridade só viria a atingir o nível em que se encontra, a partir  do século XIX. Os românticos, especialmente, aclamaram a genialidade de Shakespeare, e os vitorianos idolatraram-no como um herói, com uma reverência que George Bernard Shaw chamava de "bardolatria". No século XX sua obra foi adotada e redescoberta repetidamente por novos movimentos, tanto na academia e quanto no desempenho. Suas peças permanecem extremamente populares hoje em dia e são estudadas, encenadas e reinterpretadas constantemente, em diversos contextos culturais e políticos, por todo o mundo.

WILLIAM SHAKESPEARE  nasceu em Stratford-upon-Avon, em 26 de abril 1564 e faleceu em Stratford-upon-Avon em 23 de abril de 1616, foi um poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de "Bardo do Avon" (ou simplesmente The Bard, "O Bardo"). De suas obras, incluindo aquelas em colaboração, restaram até os dias de hoje 38 peças, 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e mais alguns versos esparsos, cujas autorias, no entanto, são ainda disputadas. Suas peças foram traduzidas para todas as principais línguas modernas e são mais encenadas que as de qualquer outro dramaturgo. Muitos de seus textos e temas permanecem vivos até os nossos dias, sendo revisitados com frequência, especialmente no teatro, na televisão, no cinema e na literatura.

Shakespeare nasceu e foi criado em Stratford-upon-Avon. Aos 18 anos casou-se com Anne Hathaway, com quem teve três filhos: Susanna e os gêmeos Hamnet e Judith. Entre 1585 e 1592 William começou uma carreira bem-sucedida em Londres como ator, escritor e um dos proprietários da companhia de teatro chamada Lord Chamberlain's Men, mais tarde conhecida como King's Men. Acredita-se que ele tenha retornado a Stratford em torno de 1613, morrendo três anos depois. Restaram poucos registros da vida privada de Shakespeare, e existem muitas especulações sobre assuntos como a sua aparência física, sexualidade, crenças religiosas, e se algumas das obras que lhe são atribuídas teriam sido escritas por outros autores.

Shakespeare produziu a maior parte de sua obra entre 1590 e 1613. Suas primeiras peças eram principalmente comédias e obras baseadas em eventos e personagens históricos, gêneros que ele levou ao ápice da sofisticação e do talento artístico ao fim do século XVI. A partir de então escreveu apenas tragédias até por volta de 1608, incluindo Hamlet, Rei Lear e Macbeth, consideradas algumas das obras mais importantes na língua inglesa. Na sua última fase, escreveu um conjunto de peças classificadas como tragicomédias ou romances, e colaborou com outros dramaturgos. Diversas de suas peças foram publicadas, em edições com variados graus de qualidade e precisão, durante sua vida. Em 1623, John Heminges and Henry Condell, dois atores e antigos amigos de Shakespeare, publicaram o chamado First Folio, uma coletânea de suas obras dramáticas que incluía todas as peças (com a exceção de duas) reconhecidas atualmente como sendo de sua autoria.


Foi em Londres onde se atribui a Shakespeare seus momentos de maiores oportunidades para destaque. Não se sabe de exato quando Shakespeare começara a escrever, mas alusões contemporâneas e registros de performances mostram que várias de suas peças foram representadas em Londres em 1592. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elizabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância e primor para os ingleses da alta sociedade. Na época, o teatro também era lido, e não apenas assistido e encenado. Havia companhias que compravam obras de autores em voga e depois passavam a vender o repertório às tipografias. As tipografias imprimiam os textos e vendiam a um público leitor que crescia cada vez mais. Isso fazia com que as obras ficassem em domínio público.

Biógrafos sugerem que sua carreira deve ter começado em qualquer momento a partir de meados dos anos 1580. Ao lado do The Globe, haveria um matadouro, onde aprendizes do açougue deveriam trabalhar. Ao chegar em Londres, há uma tradição que diz que Shakespeare não tinha amigos, dinheiro e estava pobre, completamente arruinado. Segundo um biógrafo do século XVIII, ele foi recebido pela companhia, começando num serviço pequeno, e logo fora subindo de cargo, chegando provavelmente à carreira de ator. Há referências que apresentam Shakespeare como um cavalariço. Ele dividiria seu emprego entre tomar conta dos cavalos dos espectadores do teatro, atuar no palco e auxiliar nos bastidores. Segundo Rowe, Shakespeare entrou no teatro como ponto, encarregado de avisar os atores o momento de entrarem em cena. O então cavalariço provavelmente tinha vontade mesmo era de atuar e de escrever.

Seu talento limitante como ator teria o inspirado a conhecer como funcionava o teatro e seu poeta interior foi floreando, floreando, foi lembrando-se dos textos dos mestres dramáticos da escola, e começou a experimentar como seria escrever para o teatro. Desde 1594, as peças de Shakespeare foram realizadas apenas pelo Lord Chamberlain's Men. Com a morte de Elizabeth I, em 1603, a companhia passou a atribuir uma patente real ao novo rei, James I da Inglaterra, mudando seu nome para King's Men (Homens do Rei).

Todas as fontes marcam o ano de 1599 como o ano da fundação oficial do Globe Theatre. Fundado por James Burbage, ostentava uma insígnia de Hércules sustentando o globo terrestre. Registros de propriedades, compras, investimentos de Shakespeare o tornou um homem rico. William era sócio do Globe, um edifício que tinha forma octogonal, com abertura no centro. Não existia cortina e, por causa disso, os personagens mortos deveriam ser retirados por soldados, como mostra-se em Hamlet. Inclusive, todos os papéis eram representados pelos homens, sendo os mais jovens os encarregados de fazerem papéis femininos. Em 1597, fontes dizem que ele comprou a segunda maior casa em Stratford, a New Place. De 1601 a 1608, especula-se que ele esteve motivado para escrever Hamlet, Otelo e Macbeth. Em 1613, O Globe Theatre foi destruído pelo fogo. Alguns biógrafos dizem que foi durante a representação da peça Henry VIII.

 

Shakespeare teria estado bem cansado e por esse motivo resolveu desligar-se do Globe e voltar para Stratford, onde a família o esperava.


 




PRINCIPAIS OBRAS

Comédias

Trabalhos de Amores Perdidos – 1590

A Comédia dos Erros – 1591

Os Dois Cavalheiros de Verona – 1591

Sonho de uma Noite de Verão – 1594

O Mercador de Veneza – 1594

A Megera Domada – 1594

Noite de Reis – 1599

As Alegres Comadres de Windsor – 1599

Muito Barulho por Nada – 1600

Medida por Medida – 1604

Péricles, Príncipe de Tiro – 1604

Conto do Inverno – 1610

Cimbelino – 1611

A Tempestade – 1611

Tragédias

Tito Andrônico – 1592

Romeu e Julieta – 1592

Júlio César – 1599

Hamlet – 1599 (eBook)

Tróilo e Créssida – 1602

Otelo, o Mouro de Veneza – 1604

Rei Lear – 1605

Macbeth – 1606

Antônio e Cleópatra – 1607

Coriolano – 1608

A Tempestade – 1611

Dramas históricos

Rei João

Ricardo II

Ricardo III

Henrique IV, Parte 1

Henrique IV, Parte 2

Henrique V

Henrique VI, Parte 1

Henrique VI, Parte 2

Henrique VI, Parte 3

Henrique VIII

Eduardo III

 




SONETO  “Ser ou não ser” – Hamlet, Ato 3 Cena 1


Ser ou não ser, eis a questão. Acaso
É mais nobre a cerviz curvar aos golpes
Da ultrajosa fortuna, ou já lutando
Extenso mar vencer de acerbos males?
Morrer, dormir, não mais. E um sono apenas,
Que as angústias extingue e à carne a herança
Da nossa dor eternamente acaba,
Sim, cabe ao homem suspirar por ele.
Morrer, dormir. Dormir? Sonhar, quem sabe!
Ai, eis a dúvida. Ao perpétuo sono,
Quando o lodo mortal despido houvermos,
Que sonhos hão de vir? Pesá-lo cumpre.
Essa a razão que os lutuosos dias
Alonga do infortúnio. Quem do tempo
Sofrer quisera ultrajes e castigos,
Injúrias da opressão, baldões do orgulho,
Do mal prezado amor choradas mágoas,
Das leis a inércia, dos mandões a afronta,
E o vão desdém que de rasteiras almas
O paciente mérito recebe,
Quem, se na ponta da despida lâmina
Lhe acenara o descanso? Quem ao peso
De uma vida de enfados e misérias
Quereria gemer, se não sentira
Terror de alguma não sabida cousa
Que aguarda o homem para lá da morte,
Esse eterno país misterioso
Donde um viajor sequer há regressado?
Este só pensamento enleia o homem;
Este nos leva a suportar as dores
Já sabidas de nós, em vez de abrirmos
Caminho aos males que o futuro esconde,
E a todos acovarda a consciência.
Assim da reflexão à luz mortiça
A viva cor da decisão desmaia;
E o firme, essencial cometimento,
Que esta ideia abalou, desvia o curso,
Perde-se, até de ação perder o nome.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

DUO SANTORO COMEMORA 30 ANOS CELEBRANDO A VIDA EM CONCERTO INÉDITO

 


Em transmissão no canal do YouTube dos gêmeos violoncelistas, concerto apresentará somente obras de compositores brasileiros vivos, com duas estreias mundiais

 

Os gêmeos mais conhecidos do violoncelo brasileiro estão comemorando trinta anos de carreira como único duo nesta formação em atividade constante no país. Formado por Paulo e Ricardo Santoro, o renomado Duo Santoro abre o ano de 2021 celebrando também a música nacional e a vida, apresentando o concerto “O compositor é vivo!”, totalmente dedicado à obra de compositores brasileiros vivos, com duas estreias mundiais. Contemplado no edital “Prêmio a Projetos de Fomento a Todas as Artes”, apresentado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal, o concerto acontecerá no dia 2 de fevereiro de 2020, terça-feira, às 20h, com transmissão ao vivo no canal do YouTube http://www.youtube.com/duosantoro

 

 

No inédito e sofisticado programa, todas as obras foram dedicadas ao duo, sendo duas estreias escritas por dois compositores cariocas, Rodrigo Chicchelli (“O Espelho de Jano”) e Rodrigo Marconi (“Canção da Mais Alta Torre”). Fazem parte, ainda, outros grandes nomes da cena erudita brasileira: Edino Krieger (“Cadência”), Pauxy Gentil-Nunes (“Três Canções”) e André Mehmari (“Contrastes”). “Neste concerto, apresentaremos um pequeno panorama do que é produzido atualmente na literatura brasileira para dois violoncelos com obras que valorizam a vida e a nossa cultura”, destaca Paulo, e complementa: “com todas as privações dos últimos tempos, nunca deixamos de admirar e amar a música...Com muito orgulho, o Duo Santoro, cada vez mais, valoriza o compositor que se dedica arduamente a esta arte”. Ricardo Santoro também ressalta a importância deste concerto, “mostrando o que há de melhor na música brasileira: compositor e intérprete brasileiros trabalhando lado a lado para levar a todos, via internet, um momento de paz e de alegria neste momento tão difícil pelo qual o mundo está passando”.

 

Considerado pelo jornal O Globo como "um dos maiores sucessos da música erudita brasileira", o Duo Santoro é, desde a sua estreia em 1990, o único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular, com alguns dos principais compositores brasileiros dedicando importantes obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Dimitri Cervo, Ricardo Tacuchian, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda, Tim Rescala, André Mehmari etc. São Mestres pela UFRJ e pela UNIRIO e pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ.

 

Nas comemorações de seus 20 anos, em 2010, se apresentaram em todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, e, em 2017, lançaram o segundo CD, “Paisagens Cariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo de São Paulo. Em 2018, se apresentaram no Teatro Real de Córdoba (Argentina) e gravaram o CD “Retratos de Brasil en Córdoba”, como solistas da Orquesta Académica del Teatro del Libertador, interpretando o concerto “Duplum” de João Guilherme Ripper, dedicado ao Duo Santoro.

 

 

 

 

 

CONCERTO: Duo Santoro - O compositor é vivo!

 

Dia: 02/02/2021

 

Horário: 20h

 

Local: http://www.youtube.com/duosantoro

 

 

 

Produção: Cíntia Pereira Produção & Cultura

 

 

 

Projeto contemplado no edital PRÊMIO A PROJETOS DE FOMENTO A TODAS AS ARTES apresentado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério do Turismo e do Governo Federal (subsídios da Lei Aldir Blanc).

 

 

 

 

 

PROGRAMA

 

Pauxy Gentil-Nunes                       -                      Três Canções

 

Rodrigo Marconi                              -                      Canção da Mais Alta Torre*

 

Edino Krieger                                   -                      Cadência

 

Rodrigo Cicchelli                             -                      O Espelho de Jano*

 

André Mehmari                                -                      Contrastes

 

 






 


 

  PRÊMIO A PROJETOS DE FOMENTO A TODAS AS ARTES:

 

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

www.cezannecomunicacao.com.br 




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O DIA DO ORADOR É COMEMORADO NO DIA 27 DE JANEIRO

 




O DIA DO ORADOR É COMEMORADO NO DIA 27 DE JANEIRO. Um dia do mês muito especial, pois ele abre o ano com uma grande festa: Dia da Confraternização Universal e permite várias temáticas em seu trajeto, tais como a Paz, a luta contra o convencionalismo, saúde e a civilização.

SAIBA MAIS

ORADOR é aquele que apresenta e representa discursos para um determinado público. Oratória: É a arte de falar em público. Sintonia: significa acordo mútuo, harmonia. Em Psicologia é o estado de quem se encontra em correspondência ou consonância com o ambiente.

O discurso oratório pressupõe o emissor, a mensagem e o receptor. O orador é o indutor, o emissor da mensagem. À sua frente os ouvintes. Para que seja ouvido deve entrar em sintonia com o auditório. É captar o ponto médio dos ouvintes e trabalhar em cima dele. Pois, se estiver muito acima da média não será entendido e, muito abaixo, tornar-se-á desinteressante. Para que o orador desperte a atenção consciente dos ouvintes, deve falar somente aquilo que interessa ao auditório. Consequentemente, criaremos um campo mental harmonioso entre nossa pessoa e aqueles que nos ouvem. O orador deve ter em mente a sintonia consigo próprio e com aqueles que irão ouvi-lo. A preparação do tema é primordial. Montar e seguir um roteiro, deixando brechas para a criatividade do momento, para atender às necessidades do ambiente.

Poucos nascem com o dom da oratória, mas, felizmente, por meio de domínio de técnicas adequadas, todos podem vir a se tornar excelentes oradores.

O orador deve cuidar de sua pessoa. Ao levantar-se para falar, deve causar uma boa impressão aos ouvintes. Vestido modestamente, mas bem cuidado, evite acessórios como pulseiras de ouro e telefones celulares. O orador modesto conquista a simpatia imediata dos ouvintes, mesmo antes de começar a falar.

Lembre-se de olhar para o espelho da sua alma todos os dias e de dedicar todo o seu potencial a tudo o que é verdadeiramente capaz, pois assim você certamente, será o orador melhor.





DICAS PARA SE TORNAR UM ÓTIMO ORADOR:

Não se atrase.

Não use gírias, nem piadas.

Evite os cacoetes.

Fuja dos assuntos polêmicos.

Cuidado com o excesso de humildade.

Não diminua a importância do tema abordado, mas, não ilustre demais com narrações longas.

Não empregue sarcasmos ou expressões maliciosas, palavrões nem pensar.

Volume de voz: não grite, nem fale baixo demais, use o tom adequado que todos possam ouvir sem agredir seus ouvidos.

Não fale rápido demais, atropelando as palavras, nem fale lento demais, desanimando a atenção dos ouvintes.

Não sinta medo e nem insegurança e não trema, na medida do possível.

Não ataque hostilmente, com palavras acusadores de censura.

Não exagere em provocar risos, tornando-se palhaço.

Não elogie a si mesmo.

Não se afaste do texto e do tema.

Não diga repetidas vezes que logo irá terminar.

Não procure imitar alguém.

Não se expresse de maneira presunçosa ou orgulhosa.

Pense antes de falar e agir.

A expressão corporal é também muito importante. Os gestos é também uma linguagem, então tente não fazer com que o tema seja mal interpretado através dos gestos.

EVITE FAZER OS SEGUINTES GESTOS:

Não aperte a ponta da orelha.

Apontar com o polegar para cima, com os quatros outros dedos fechados na palma.

Encostar a ponta do polegar na ponta do indicador, formando um círculo.

Mão em forma de figa

Raspar o queixo com a ponta dos dedos

Mover a cabeça no sentido lateral, de um lado para o outro.

Movimentar o dedo indicar esticado em círculos na região da têmpora

O chifre feito com os dedos mínimo e indicador, enquanto o médio e o anular ficam fechados.

Não crave os olhos no chão ou no teto.

Não fixe o olhar demasiadamente em algum ouvinte particular.

Não fique rígido ou imóvel, como uma estátua.

Não coloque as mãos na cintura e nos bolsos.

Não fique brincando com o botão ou abotoando e desabotoando o paletó.

Não comece cada frase pigarreando ou tossindo.

Não fique o tempo todo com o dedo indicador em forma acusadora.

Não de socos na mesa.

Não exagere em tirar e colocar os óculos.

Não fique arrumando a gravata.

Não fique alisando o cabelo.

Não fique olhando as horas o tempo todo.

A expressão verbal, corporal e linguística são fundamentais para o sucesso na profissão.

 









FONTE:

https://www.amambainoticias.com.br/geral/27-de-janeiro-e-dia-do-orador-como-esta-sua-oratoria

EM 27 DE JANEIRO CELEBRAMOS OS 115 ANOS DE NASCIMENTO DO COMPOSITOR RADAMÉS GNATTALI NO REBOBINANDO A MEMÓRIA DO TEMPO. O FOCUS PORTAL CULTURAL.







https://youtu.be/hReS09Vhyi4





Radamés Gnattali (1906-1988) - compositor, arranjador, regente e pianista brasileiro. Nasceu em Porto Alegre, 27 de janeiro de 1906 e faleceu no Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 1988, foi um arranjador, compositor e pianista brasileiro.

 

Estudou com Guilherme Fontainha no Conservatório de Porto Alegre e violino com Olga Fossati; na Escola Nacional de Música, com Agnelo França. Terminou o curso de piano em 1924 e fez concertos em várias capitais brasileiras, viajando também como violista do Quarteto Oswald, desde então passou a estudar composição e orquestração.

 

Em 1939 substituiu Pixinguinha como arranjador da gravadora RCA Victor. Durante trinta anos trabalhou como arranjador na Rádio Nacional. Foi o autor da parte orquestral de gravações célebres como a do cantor Orlando Silva para a música Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro, ou ainda da famosa gravação original de Aquarela do Brasil (Ary Barroso) ou de Copacabana (João de Barro e Alberto Ribeiro) - esta última imortalizada na voz de Dick Farney. Na década de 1950 colaborou com o cineasta Nelson Pereira dos Santos e com o sambista Zé Ketti em filmes importantes como Rio Zona Norte (1957) e Rio 40 Graus (1955).

 

Em 1960 embarcou para Europa, apresentando-se num sexteto que incluía Acordeão, Guitarra, Bateria e Contrabaixo. Foi contemporâneo de compositores como Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros e Pixinguinha. Na década de 70, Radamés teve influência na composição de choros, incentivando jovens instrumentistas como Raphael Rabello, Joel Nascimento e Mauricio Carrilho, e para a formação de grupos de choro como o Camerata Carioca. Também compôs obras importantes para o violão, Orquestra, concerto para piano e uma variedade de choros. Foi parceiro de Tom Jobim. No seu círculo de amizades Tom Jobim, Cartola, Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha Donga, João da Baiana, Francisco Mignone, Lorenzo Fernandez e Camargo Guarnieri. É autor do hino do Estado de Mato Grosso do Sul, a peça foi escolhida em concurso público nacional.

 

DISCOGRAFIA

 

A saudade mata a gente/Copacabana-Fim de semana em Paquetá (1948) - Gravadora Continental

Barqueiro do São Francisco/Um cantinho e você (1949) - Gravadora Continental

Isso é Brasil/Carinhoso (1949) - Gravadora Continental

Bate papo/Caminho da saudade (1949) - Gravadora Continental

Tico-tico no fubá/Fim de tarde (Com o Quarteto Continental) (1949) - Gravadora Continental

Sempre esperei por você/Remexendo (Com o Quarteto Continental) (1949) - Gravadora Continental

Onde estás?/Tema (Vero e seu ritmo) (1950) - Gravadora Continental

Tocantins/Madrigal (Vero e seu ritmo) (1950) - Gravadora Continental

Mambolero/Improviso (1952) - Gravadora Continental

Fantasia brasileira/Rapsódia brasileira (Com sua orquestra) (1953) - Gravadora Continental

Radamés Gnattali: Três Concertos e uma Brasiliana, Orquestra Sinfônica Nacional, Radamés Gnattali: piano. Iberê Gomes Grosso: Violoncelo, Chiquinho do Acordeon: Acordeão (1968)

Tributo a Garoto (com Raphael Rabello) (1982)


Garoto, Radamés Gnatalli, Chiquinho e Billy Blanco, 1955. Arquivo Nacional.

Em janeiro de 1983, recebeu o Prêmio Shell na categoria de música erudita; na ocasião, foi homenageado com um concerto no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que contou com a participação da Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro, do Duo Assad e da Camerata Carioca. Em maio do mesmo ano, numa série de eventos em homenagem a Pixinguinha, Radamés e Elizeth Cardoso apresentaram o recital Uma Rosa para Pixinguinha e, em parceria com a Camerata Carioca, gravou o disco Vivaldi e Pixinguinha.

 

Radamés foi um dos mestres mais requisitados nesse período, demonstrando uma jovialidade que encantou novos chorões como Joel Nascimento, Raphael Rabello e Maurício Carrilho. Nasceu assim uma amizade que gerou muitos encontros e parcerias. Em 1979 surgiu, no cenário da música instrumental, o conjunto de choro Camerata Carioca, tendo Radamés como padrinho.

 

A saúde começou a fraquejar em 1986, quando Radamés sofreu um derrame que o deixou com o lado direito do corpo paralisado. Em 1988, em decorrência de problemas circulatórios, sofreu outro derrame, falecendo no dia 13 de fevereiro de 1988 na cidade do Rio de Janeiro.

 

Adicionalmente a todo este histórico artístico, Radamés dedicou-se também ao público infantil na sua maturidade profissional. Imortalizou sua arte musical em diversos volumes de história infantil para LP (coleção Disquinho), hoje traduzidas em versão digital disponível em lojas virtuais como o iTunes.











 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

FOCUS PORTAL CULTURAL. 75 ANOS - FATOS E OBRAS DA LITERATURA

 



Em abril do ano de 1946  é publicado o livro Sagarana, de João Guimarães Rosa, seu livro de estreia, um marco da nossa literatura. A primeira edição foi publicada pela Editora Universal.

Sagarana é um livro de contos modernista publicado por João Guimarães Rosa em 1946 e cuja primeira versão foi por ele inscrita no Concurso Humberto de Campos, da livraria José Olympio, sob o título de Contos, em 1938, e que assinou sob o pseudônimo de Viator. Essa publicação foi premiada com o segundo lugar no concurso, perdendo para Maria Perigosa, de Luís Jardim.

É a primeira publicação que não foi posteriormente renegada pelo autor. Os textos exemplificam bem o estilo do autor, sua linguagem inovadora e seus temas, atrelados à vida rural de Minas Gerais. Guimarães Rosa combina e recombina habilmente as informações do meio, confundindo lugares e paisagens, mesclando o real, o imaginário e o lendário em sua obra. É um livro regionalista universalista já que suas histórias localizam-se no sertão de Minas Gerais, no entanto num contexto de questões existenciais universais.

O título da obra é um hibridismo: "saga", radical de origem germânica que significa "canto heroico", "lenda"; e "rana", palavra de origem tupi que significa "que exprime semelhança ". Assim Sagarana significa algo como "próximo a uma saga".

 

OS 80 ANOS DE NASCIMENTO PLÁCIDO DOMINGO MAESTRO E TENOR ESPANHOL - EM 21 DE JANEIRO - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL.

 



José Plácido Domingo Embil nasceu em Madrid, 21 de janeiro de 1941 é um tenor lírico spinto, músico e maestro espanhol, conhecido por sua poderosa voz de grande flexibilidade, dono de uma técnica vocal impecável, que lhe permitiu cantar diversos papéis de tenor lírico até o dramático. Em março de 2008 ele cantou seu 128º papel operístico, fazendo-se assim o tenor que mais cantou papéis na história, em 2011 chegou ao 134° papel operístico. Um dos Três Tenores, ele também tem conduzindo óperas e concertos, como também servindo de Diretor da Ópera Nacional de Washington, em Washington, Estados Unidos e na Ópera de Los Angeles. Seu contrato em Los Angeles foi estendido até a temporada 2012/3.

Plácido Domingo nasceu perto de Barrio de Salamanca, em Madri, Espanha e mudou-se para o México com seus pais: Plácido Domingo e Pepita Embil, para trabalharem em uma companhia de Zarzuela. Ele estudou piano inicialmente com aulas particulares e passou a estudar no Conservatório de Música Nacional na Cidade do México.

Em 1957, Domingo fez sua primeira performance profissional, apresentando-se com sua mãe em um concerto em Mérida, Yucatán. Ele fez sua estréia em uma opera na zarzuela Gigantes e cabezudos de Manuel Fernández Caballero, cantando no papel de barítono. Nessa época, ele trabalhou na companhia de zarzuelas de seus pais, cantando como barítono ou acompanhando os cantores, ao piano. Depois de sua primeira performance, ele cantou um papel menor na produção mexicana de My Fair Lady, onde ele também foi assistente do maestro. A companhia apresentou 185 performances, incluindo produções de The Merry Widow de Franz Lehár, onde ele cantou os papéis de Camille e Danilo.

Em 1959, Domingo participou de audições para a Ópera Nacional do México, como barítono, mas foi pedido a ele, para cantar algumas áreas em tenor. Finalmente, ele foi aceito na Ópera Nacional como tenor e como tutor para outros cantores. Ele estudou piano e condução, mas fez sua estreia em 12 de maio de 1959 em um papel pequeno, no Teatro Degollado em Guadalajara como Pascual em Marina. Essa apresentação seguiu-se com o papel de Borsa em Rigoletto de Giuseppe Verdi, com Cornell MacNeil e Norman Treigle e Padre Confessor em Dialogues des carmélite, de Francis Poulenc.

Ele é filho de Plácido Francisco Domingo Ferrer (8 de março de 1907 - 22 de novembro de 1987) e de Pepita Embil Echaníz (28 de fevereiro de 1918 - 28 de setembro de 1994), dois cantores de zarzuelas espanholas. Seu pai foi violinista apresentando-se em orquestras de óperas e zarzuelas. Ele foi barítono e ativo nos papéis de zarzuela. Sua mãe foi uma exime cantora, fazendo sua estreia no Grande Teatro do Liceu, em Barcelona.

No dia 29 de agosto de 1957, aos dezesseis anos de idade, Plácido casou-se com a estudante de piano, Ana María Guerra Cué (1938-2006) e seu primeiro filho, José Plácido Domingo Guerra (Pepe) nasceu dia 16 de junho de 1958. Entretanto, o casamento não durou muito, o casal separou-se rapidamente. Em 1 de agosto de 1962, Domingo casou-se com Marta Ornelas, nascida em 1935, uma soprano lírica de Veracruz, México. Eles tiveram dois filhos: Plácido Francisco (21 de outubro de 1965) e Alvaro Maurizio (11 de outubro de 1968). Eles passam suas férias em Acapulco, México.

Recebeu também o título de Doutor Honoris Causa das seguintes instituições:

Royal Northern College of Music (1982).

Philadelphia College of Performing Arts (1982).

Universidade de Oklahoma City (1984).

Universidade Complutense de Madrid (1989).

Universidade de Nova York (1990).

Universidade de Georgetown (1992).

Washington College em Chestertown (2000).

Universidade Anáhuac no México (2001).

Academia de Música Fryderyk Chopin de Varsóvia (2003).

Universidade de Oxford (2003).

Desde 1993, tem uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood.

 

GANHOU SETE PRÊMIOS GRAMMY:

 

1983 - Melhor gravação de ópera por Verdi: La Traviata.

1984 - Melhor gravação de ópera por Bizet: Carmen.

1984 - Melhor interpretação latina por Always In My Heart (Sempre em meu coração).

1988 - Melhor gravação de ópera por Wagner: Lohengrin.

1990 - Melhor interpretação vocal clássica, junto com Carreras e Pavarotti, por Os Tres Tenores.

1992 - Melhor gravação de ópera por R. Strauss: Die Frau Ohne Schatten.

1999 - Melhor interpretação de música mexicano-americana por 100 anos de mariachi.

Também recebeu dois prêmios Emmy, por especiais de televisão nos Estados Unidos:

 

1984 - Melhor programa de música clássica por Great Performances: Placido Domingo Celebrates Seville.

1992 - Melhor interpretação individual clássica por The Metropolitan Opera Silver Anniversary Gala.

E outros dos títulos:

 

1986 - Melhor interpretação individual clássica por Great Performances: Cavalleria Rusticana.

1988 - Melhor interpretação individual clássica por Great Performances: Aida: From the Houston Grand Opera.