terça-feira, 29 de setembro de 2020

DR. NAGIB SLAIBI FILHO É PROFESSOR EMÉRITO DA MAGISTRATURA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO







O Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro  Dr. Nagib Slaibi Filho receberá uma das mais importantes honraria do estado fluminense. O Acadêmico receberá o Título de “PROFESSOR EMÉRITO DA MAGISTRATURA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO”, em sessão virtual pela plataforma ZOOM na internet.

Aguardem



COMENTÁRIO DA EDITORIA DO FOCUS PORTAL CULTURAL

 

 

Dr. Nagib Slaibi Filho receberá o Título de Professor Emérito da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Comenda importantíssima em nosso estado fluminense. Estamos todos orgulhosos com mais esse patamar alcançado pelo magistrado na cultura do nosso grande Brasil. São esses momentos e essas deferências que o homem de bem será sempre lembrado. Ficará na história para a humanidade e para o orgulho de todos os brasileiros. São dessas ações que todos nós temos que nos orgulhar. Sim, o Dr. Nagib Slaibi Filho tem muito contribuído na justiça e em inúmeras academias de letras. Ele ministra aulas na Escola de Magistratura desde a sua fundação pelo Desembargador Claudio Viana. Portanto, tem mais ou menos 30 anos ele tem contribuído equipando aulas. Temos orgulho em sermos os seus pares em diversas academias de letras de nossa cidade. Parabéns, Dr. Nagib, saudações acadêmicas do Alberto Araújo.



Na foto: Membros do IHGN - Rubens Carrilho, Alberto Araújo, Cristina Pontes,
Heraldo Mesquita de Sousa, Franci Machado Darigo, Maria do Carmo Assumpção,
Matilde Slaibi Conti e Nagib Slaibi Filho.








 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

UM GIRO PELOS 10 PAÍSES QUE FALAM A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO. UMA POSTAGEM EM HOMENAGEM AO ELO CLUBE NO PLANETA.


 




Pelo menos dez países pelo mundo falam o idioma português total ou parcialmente, como primeira língua ou como herança dos tempos em faziam parte do antigo Império Lusitano. Na África, Ásia ou Europa, esses países possuem mais em comum com o Brasil do que apenas o vocabulário. Compartilham tradições culturais, costumes e riquezas históricas que os tornam ao mesmo tempo irmãos de origem e únicos no modo em que adaptaram suas influências.

 

Sem falar na comodidade e prazer de ouvir a sua própria língua (ainda que com muitas variações de sotaque) em uma viagem pelo exterior. Algo bastante apreciado pelo brasileiro, como mostrou a International Travel Survey da momondo: 67% dos brasileiros gostam de trocar ideias com pessoas que falam a mesma língua!

 

Viajar pelos países que falam português é maravilhar-se com suas diferenças e similaridades. Confira a lista a seguir:




1. PORTUGAL

 

A beleza das praias em Carvoeiro, na região do Algarve, em Portugal

 

População: aprox. 10 milhões

Moeda: euro

Principais cidades: Lisboa (capital), Sintra, Vila Nova de Gaia, Porto, Cascais.

Destinos turísticos: Algarve, Fátima, Madeira, Serra da Arrábida, Açores, Vale do Douro

 

Se não fosse por Portugal, esse giro pelos países que falam a língua portuguesa não seria possível. A mãe de todas as nações dessa lista está, merecidamente, entre os 20 países mais visitados do mundo, com mais de 13 milhões de turistas estrangeiros por ano. Também pudera: para o visitante, é praticamente impossível encontrar defeitos: geografia abençoada, história riquíssima, gastronomia invejável, povo mais que acolhedor e tantas mais qualidades…

 

Dono de incontáveis Patrimônios Mundiais – dos centros históricos de cidades como Évora, Guimarães e Porto, a monumentos espetaculares como o Palácio Nacional da Pena (em Sintra) e a Torre de Belém (na capital Lisboa) – Portugal tem ainda praias, parques nacionais, paisagens naturais e sol praticamente o ano todo.

 

 

 



2. BRASIL

 

População: aprox. 205 milhões

Moeda: real

Principais cidades: Brasília (capital), Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Salvador

Destinos turísticos: Cataratas do Iguaçu, Amazônia, Cidades históricas de Minas Gerais, Fernando de Noronha, Pantanal, Chapada dos Veadeiros

 

É inegável que o núcleo da cultura brasileira seja derivado da cultura portuguesa, graças aos óbvios e fortes laços com os séculos de colonização do império português. Além da herança do idioma, o catolicismo romano, os estilos arquitetônicos coloniais e a gastronomia típica estampam a influência lusitana em boa parte do Brasil.

 

Mesmo as duas festas mais importantes do Brasil, o Carnaval e as Festas Juninas, foram introduzidas pelos portugueses. E a feijoada, o prato típico nacional mais exportado para o mundo, resultou de uma adaptação dos cozidos portugueses.

 

 







 

3. MOÇAMBIQUE

 

População: aprox. 26 milhões

Moeda: metical

Principais cidades: Maputo (capital), Matola, Beira, Nampula, Chimolo

Destinos turísticos: Cabo Delgado, Arquipélago de Bazaruto, Ilhas Quirimbas, Parque Nacional da Gorongosa

 

Situado no sudeste da África, Moçambique tornou-se independente de Portugal somente em 1975, e hoje é uma das joias culturais e naturais do continente. A capital Maputo é bastante visitada por europeus, especialmente portugueses.

 

Banhada pelo Oceano Índico, a costa moçambicana é repleta de praias de águas limpas, em especial as mais distantes dos centros urbanos. É o caso da província de Cabo Delgado e das ilhas Quirimbas; e da província de Inhambane, com o lindo Arquipélago de Bazaruto.

 

O ecoturismo também encontra ótimas opções por lá, já que o país possui vários parques nacionais. Um dos mais populares é o Parque Nacional da Gorongosa, onde pode-se fazer safaris de jipe e caminhar por entre belas cascatas.






4. ANGOLA

 

Países que falam português - Angola

As rochas da costa próximo a Sangano, em Angola, impressionam pelo visual

População: aprox. 26 milhões

Moeda: kwanza

Principais cidades: Luanda (capital), Huambo, Lobito, Benguela, Lubango

Destinos turísticos: Santuário da Muxima, Sangano, Parque Nacional de Cangandala Angola tornou-se independente do domínio português em 1975. Por décadas, enfrentou uma violenta guerra civil. Por isso, turismo é relativamente novo por lá, tendo começado somente por volta de 2002, depois do fim da guerra. A capital Luanda guarda atrativos como a Fortaleza de São Miguel e o Miradouro da Lua, mas a beleza natural é a principal atração turística do país. Regiões como a costa de Sangano, a Fenda de Tudavala e o Parque Nacional de Cangandala estão entre os locais mais visitados, especialmente por ecoturistas. A influência portuguesa pode ser notada nos restaurantes que servem o bacalhau e outras iguarias lusitanas imperdíveis.




 

5. GUINÉ-BISSAU

 

População: aprox. 1,7 milhão

Moeda: franco CFA

Principais cidades: Bissau (capital), Bafatá, Gabú, Bissorã, Bolama

Destinos turísticos: Parque Natural dos Tarrafes, Arquipélago de Bijagós, Parque Marinho João Vieira, Catedral de Nossa Senhora da Graça Primeira colônia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal, a pequena Guiné-Bissau encanta por seus recursos naturais, que incluem arquipélagos, parques nacionais e belas praias. Apesar do histórico de instabilidade política, o país possui boa infraestrutura para receber turistas, especialmente em áreas populares como o Arquipélago dos Bijagós e o Parque Marinho João Vieira. A capital Bissau é conhecida por suas festas e fortes tradições culturais, e o patrimônio histórico reflete bem a herança da colonização portuguesa.

 




6. TIMOR-LESTE

 

População: aprox. 1,2 milhão

Moeda: dólar americano

Principais cidades: Díli (capital), Same, Suai, Liquiçá, Alleu

Destinos turísticos: Baucau, Ilha de Ataúro, Termas de Maliana, Lospalos Um dos países mais jovens do mundo, Timor-Leste fica no limite entre Ásia e Oceania. Foi colonizado pelo império português até 1975, quando declarou-se independente; mas foi ocupado pela Indonésia e só em 2002 passou a ser um Estado soberano. A título de comparação, tem área total menor que o menor dos estados brasileiros (Sergipe). Pequeno sim, mas cheio de charmes históricos e naturais que merecem uma visita. De território montanhoso, com vulcões extintos, belas praias (ótimas para mergulho), o Timor-Leste está separado da Austrália pelo Mar de Timor – todo mês de julho, ocorre o famoso Darwin Dili Yacht Rally, com 650 km de distância percorridos entre a australiana Darwin e a capital Díli.

 




7. GUINÉ EQUATORIAL

 

População: aprox. 760 mil

Moeda: franco CFA

Principais cidades: Malabo (capital), Bata, Ebebiyín, Aconibe, Añisoc

Destinos turísticos: Parque Natural de Monte Alen, Ilhas Elobey, Ilha de Ano Bom Depois de muitos anos de isolamento internacional, essa pequena república da África Ocidental tem o maior PIB do continente, ainda que sofra com questões como direitos humanos. Guiné Equatorial pertenceu ao império português até 1778, sendo cedido à Espanha (por isso, a língua oficial e mais falada é o espanhol). A capital Malabo tem forte influência hispânica, especialmente visível na arquitetura, com seus mercados multicoloridos. Há diversos atrativos naturais que atraem visitantes internacionais, em especial as ilhas. Destaque para a região de Bata, cujas praias já figuraram entre as mais bonitas do mundo.

 




 

8. MACAU

 

População: aprox. 640 mil

Moeda: pataca

Principais destinos turísticos: Ruínas de São Paulo, hotéis-cassinos

 

Nem país, nem cidade: Macau é, oficialmente, uma das regiões administrativas especiais da República Popular da China. A colônia ficou sob domínio de Portugal por 450 anos até ser devolvida à China em 1999.

 

Hoje, o idioma português é pouquíssimo ouvido por lá, mas a influência lusa pode ser notada na arquitetura, e saboreada nos ótimos restaurantes portugueses.

 

O crescimento da região trouxe inúmeros cassinos, que hoje são os grandes responsáveis pela economia do país. Super hotéis de luxo como o Hotel Grand Lisboa e o Venetian Macao Resort Hote reúnem cassinos, restaurantes, bares, shows de cabaré e fazem a alegria dos turistas. Outro destaque são as Ruínas de São Paulo, a imensa catedral construída pelos jesuítas e cristãos japoneses que depois foi convertida em um quartel e acabou parcialmente destruída por um incêndio. Dica: Macau fica a uma hora de ferryboat de Hong Kong, portanto é um ótimo passeio bate-volta para incluir na sua viagem.




 

9. CABO VERDE

 

População: aprox. 550 mil

Moeda: escudo cabo-verdiano

Principais cidades: Praia (capital), Mindelo, Santa Maria, Santa Cruz, São Filipe

Destinos turísticos: Ilha do Sal, Pico do Fogo, Tarrafal, Boa Vista, Santo Antão Com localização estratégica no meio do Oceano Atlântico, o arquipélago de Cabo Verde fica a 570km da costa da África Ocidental. Formado por dez ilhas vulcânicas, foi importante rota de navegação entre Europa, Índia e Austrália e tornou-se independente de Portugal em 1975. Com população total de cerca de meio milhão de habitantes, grande parte do território do arquipélago é deserto. Mas o povo cabo-verdiano é conhecido por sua hospitalidade e paixão pela música – gêneros próprios como a moma e o funaná foram exportados internacionalmente. Um dos locais mais populares de visitação é o Pico do Fogo, um vulcão ativo de quase 3 mil metros de altura. A inauguração de novos aeroportos e terminais portuários internacionais nos últimos anos vem aquecendo o turismo do país.

 





 

10. SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

 

População: aprox. 197 mil

Moeda: dobra

Principais cidades: São Tomé e Santo Antonio (capitais), Santo Amaro, Neves, Santana

Destinos turísticos: Ilhéu das Rolas, Forte de São Sebastião, Pico Cão Grande, Parque Natural Ôbo Descobertas por navegadores portugueses no século 15, as ilhas de São Tomé e Príncipe tornaram-se um estado insular em 1975. Ficam situadas junto à linha do Equador, e cada uma possui uma capital administrativa. A ilha do Príncipe é Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO desde 2011 e praticamente inacessível. É São Tomé que atrai a maioria dos visitantes, com suas paisagens naturais belas e variadas, que incluem praias de areia dourada, palmeiras e impressionantes quedas d’água. Destaque também para as históricas roças de São Tomé e o pequenino e paradisíaco Ilhéu das Rolas, por onde passa a Linha do Equador.

 

 






MARIA JACINTHA TROVÃO DA COSTA CAMPOS ENTREVISTA COM MARISE RODRIGUES, LEONARDO SIMÕES E RICARDO SANFER.





 

MARIA JACINTHA TROVÃO DA COSTA CAMPOS, um dos maiores nomes da modernização do teatro brasileiro no século XX, aniversariaria neste 25 de setembro de 2020. Escritora, tradutora, crítica e diretora, Maria Jacintha dedicou sua vida ao teatro, sendo responsável pela revelação de atores como Fernanda Montenegro, Nicette Bruno e Carlos Couto. Com opiniões fortes, ela discutia, em suas peças, questões como os direitos da mulher e as razões das guerras. Neste encontro, 114 anos após seu nascimento, admiradores e estudiosos de sua obra contam histórias de suas vivências e trazem à memória as conquistas e as peças de Jacintha.  Com MARISE RODRIGUES, LEONARDO SIMÕES E RICARDO SANFER.

 


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

HELENA PARENTE CUNHA HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL

(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO)


OU CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE
DO FOCUS PORTAL CULTURAL






HELENA PARENTE CUNHA

 

 

Helena Gomes Parente Cunha nasceu em Salvador, no ano de 1930 é uma escritora brasileira. Formou-se em Letras pela Universidade Federal da Bahia em 1952. Dois anos depois, foi para Perúgia, para estudar língua, literatura e cultura italiana na Università Italiana Per Stranieri. Em 1956 começou a trabalhar como tradutora. Mudou-se em 1958 para o Rio de Janeiro, onde fez o mestrado na UFRJ. Prosseguiu a carreira acadêmica com o doutorado na UFSC e o pós-doutorado na UFRJ. Foi professora do curso de Letras da UFRJ até aposentar-se, em 1997. Sendo ainda hoje professora titular do Departamento de Pós-Graduação em Letras (Ciência da Literatura) da mesma universidade, atuando na linha de pesquisa “Literatura comparada e imaginários culturais". Seu primeiro livro, Corpo no Gozo, foi premiado no Concurso de Poesia da Secretaria de Educação e Cultura da Guanabara, em 1965.

 

 

OBRAS

 

POESIA

 

1968 - Corpo no Cerco

1980 - Maramar

2000 - Além de Estar

1995 - O Outro Lado do Dia: Poemas de uma Viagem ao Japão

2005 - Cantos e Cantares

 

CONTO

 

1980 - Os Provisórios

1985 - Cem Mentiras de Verdade

1996 - A Casa e as Casas

1998 - Vento, Ventania, Vendaval

Romance

1982 - Mulher no Espelho

1989 - As Doze Cores do Vermelho

2002 - Claras Manhãs de Barra Clara

 

INFANTIL

 

2003 - Marcelo e Seus Amigos Invisíveis

Obras publicadas no exterior

100 Mensonges pour de vrai, Editions Anacaona, collection Epoca, Paris, 2016.




Helena Parente Cunha e Alberto Araújo
no lançamento do livro "Poemas para a Amiga e outros dizeres" da escritora HELENA PARENTE CUNHA em homenagem à escritora Angélica Soares.


CLICAR NO LINK PARA ASSISTIR AO VÍDEO
DO LANÇAMENTO DO LIVRO
"POEMAS PARA A AMIGA E OUTROS DIZERES
DE HELENA PARENTE CUNHA





A FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN - LISBOA PORTUGAL DISPONIBILIZA ONLINE TEXTOS CLÁSSICOS E CENTENAS DE EDIÇÕES.

 


Uma parte importante do acervo editorial da Fundação Gulbenkian, composto por obras fundamentais para a cultura portuguesa, para o ensino universitário e para o conhecimento em geral, começou a ser disponibilizada online.

 

Cinquenta e dois títulos da Coleção de Textos Clássicos encontram-se já acessíveis ao público, estando as restantes Coleções – Cultura Portuguesa e Manuais Universitários – em processo de seleção e tratamento digital para futura reedição neste suporte. Além das obras destas coleções, que serão colocadas à disposição dos leitores de um modo faseado até ao final do próximo ano, a Fundação Gulbenkian irá privilegiar também a via digital, com acesso gratuito e universal, a outros conteúdos produzidos, como ensaios, atas de colóquios, relatórios e outros textos relativos aos seus programas e projetos. Algumas das mais significativas edições da Delegação da Fundação Gulbenkian em Paris virão também a ter livre acesso.

 

Esta decisão resulta de uma nova política da Fundação que tem como linha orientadora tornar acessível, a todo o público, clássicos da cultura mundial e também obras marcantes da cultura portuguesa. A partir de agora, as edições de novos títulos e as reedições de antigos títulos serão, assim, primordialmente efetuadas em formato digital, com acesso gratuito e universal, desde que tal seja viável pela salvaguarda dos direitos de autor.

 

Isabel Mota, presidente da Fundação, sublinha que a esta nova orientação “resulta de um compromisso com a sociedade e persegue o mesmo propósito de sempre: tornar a leitura acessível a todos. Foi assim com as Bibliotecas Itinerantes, as emblemáticas carrinhas que levaram a leitura por todo o país, de forma gratuita, e será agora também com as suas edições de clássicos, publicadas pela Fundação a preços acessíveis”.

 

No âmbito desta política, o Plano de Edições da Fundação vai privilegiar textos fundamentais da cultura portuguesa que, pelo seu custo, o mercado não se dispõe a editar, e também a tradução e edição em língua portuguesa de clássicos estrangeiros, que constituem marcos fundamentais da cultura universal. Irá também dar continuidade à edição de obras completas ou antologias já iniciadas, como as de Pedro Nunes, Fernão Oliveira, Eduardo Lourenço, Borges de Macedo, Miriam Halpern Pereira e Luís Filipe Tomás. Nestes casos, serão mantidas as edições em papel, tal como nos casos dos Catálogos de Arte e da Revista Colóquio-Letras.

 

Entre os livros da Coleção de Textos Clássicos já acessíveis contam-se A República, Teeteto e O Sofista de Platão, Cartas a Lucílio de Séneca,  História da guerra do Peloponeso de Tucídides, Medeia de Eurípedes, A douta ignorância de Nicolau de Cusa, Crítica da Razão Pura e Metafísica dos costumes de Immanuel Kant, Acerca do infinito, do universo e dos mundos de Giordano Bruno, A Cidade Virtuosa de Alfarabi, Utopia de Thomas More, A Cidade de Deus de Santo Agostinho, Da arte edificatória de Leon Battista Alberti, Sidereus Nuncius: o mensageiro das estrelas de Galileu, Poética: textos teóricos de Edgar Allan Poe, Introdução à filosofia matemática de Bertrand Russell ou Princípios da política econômica de Walter Eucken.

 










 

 

INFORMAÇÕES

Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa - Portugal

(+351) 21 7823000.

 

FONTE

https://gulbenkian.pt/noticias/gulbenkian-disponibiliza-online-textos-classicos-e-centenas-de-edicoes/?utm_source=Informa%C3%A7%C3%A3o+Gulbenkian&utm_campaign=03a03c2f93-Enews_Gulbenkian_20200924&utm_medium=email&utm_term=0_e941074765-03a03c2f93-220950441

terça-feira, 22 de setembro de 2020

NOS CAMINHOS DA POESIA - ENCONTRO VIRTUAL DA ASPI-UFF COM LÚCIA ROMEU E PAULO ROBERTO CECCHETTI



ASPI - UFF apresenta "Os Caminhos da Poesia", Encontro Virtual Através do Facebook da ASPI-UFF com os Escritores Paulo Roberto Cecchetti e Lúcia Romeu em 22 de setembro de 2020.

Clicar no link: https://youtu.be/Ek63xnQ_MTU





segunda-feira, 21 de setembro de 2020

"QUEM PROCURA ACHA!!!" LIVRO INFANTIL DA EDUCADORA E PSICÓLOGA LUIZA SASSI E ILUSTRAÇÕES DO DESIGNER GRÁFICO WILL MARTINS. UM EXCELENTE PRESENTE NATALINO!


 


PALAVRAS DA AUTORA

 

Este livro nasce nessa onda de pensarmos juntos como podemos controlar o lixo que produzimos. Inspirada no que aprendo com meus filhos, comecei a ouvir em casa uma campanha de como poderíamos melhorar nossos hábitos. Tipo assim... “Mãe, que tal a gente não pegar mais bolsas plásticas no mercado? Mãe, que tal levarmos nosso copo plástico para o trabalho?” E essas ideias foram me fazendo relembrar a minha infância. Minha avó guardava tudo! Reutilizava, reciclava e tinha, naturalmente, uma consciência sustentável. Certamente, por não ter sido massacrada pela sociedade de consumo. Esta história é para inspirar adultos e crianças a pensar em formas diferentes de ser. Afinal, quem é educador tem o vício de procurar soluções para construir um mundo melhor. Escolhi a educação porque penso que no fundo, no fundo, sempre acreditei na Vó Aracy: “QUEM PROCURA ACHA!!!

 









QUEM PROCURA ACHA!! LIVRO INFANTIL DA EDUCADORA E PSICÓLOGA LUIZA SASSI E ILUSTRAÇÕES DO DESIGNER GRÁFICO WILL MARTINS. UM EXCELENTE PRESENTE NATALINO!

















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MAM SÃO PAULO PROMOVE X EDIÇÃO DA SEMANA CULTURAL SINAIS NA ARTE.

 




Voltado à cultura surda, projeto traz oficinas, encontros virtuais e outras ações na língua brasileira de sinais.

 

O Museu de Arte Moderna de São Paulo realiza a X Semana Cultural Sinais na Arte, iniciativa que promove as culturas surdas por meio de diversas ações na língua brasileira de sinais - libras. Em formato totalmente online, o MAM apresenta a seguinte programação:

 

 

22 de setembro de 2020(terça-feira)

16h - Oficina de criação de brinquedos com Isadora Borges

 

Neste encontro virtual, a educadora Isadora Borges propõe a criação de brinquedos feitos com papelão a partir de histórias em Libras. Com tradução simultânea para o português.

 

Atividade gratuita, vagas limitadas

Encontro por videochamada no Zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)

Participação: + 4 anos

Inscrições:

http://www.eventbrite.com.br/e/oficina-de-criacao-de-brinquedos-com-isadora-borges-tickets-121725302657

 

Isadora Borges é formada Comunicação das Artes do Corpo com habilitação em dança da PUC-SP, educadora surda e narradora do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB/SP) e já foi educadora de outras instituições como Itaú Cultural e MAM, foi instrutora de Libras na Fundação de Rotarianos de São Paulo.

 

 

23 de setembro de 2020 (quarta-feira)

16h - Oficina de criação com expressões faciais com o palhaço surdo Igor Rocha

 

Igor Rocha, o palhaço Surddy, compartilha nesta oficina online exercícios de criação de expressões a partir de técnicas de clown.

 

Atividade gratuita, vagas limitadas

Encontro por videochamada no Zoom (link enviado aos participantes no dia da atividade)

Participação: + 4 anos

Inscrições:

http://www.eventbrite.com.br/e/oficina-de-criacao-com-expressoes-faciais-com-o-palhaco-surdo-igor-rocha-tickets-121726209369

 

Igor Rocha é o palhaço Surddy, ator e professor de Libras (Língua Brasileira de Sinais). É especialista em Educação de Surdos, licenciado em Letras-Libras, milita com a comunidade surda no campo da cultura da arte e da educação. Além de artista surdo, é consultor de Libras em espetáculos cênicos e filmes pela VouVer Acessibilidade e apoia a campanha Legenda para Quem Não Ouve, Mas Se Emociona. Foi contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural 2018-2019.

 

 

24 de setembro de 2020 (quinta-feira)

20h - Ancestralidade e a língua de sinais com a Dra Shirley Vilhalva e Priscilla Leonnor

 

Atividade gratuita

Transmissão ao vivo no Youtube

Participação: livre

Encontro virtual sobre Ancestralidade e a língua de sinais com transmissão ao vivo no Youtube do MAM

http://www.youtube.com/user/MAMoficial

 

Shirley Vilhalva Pedagoga, Mestre em Linguística - UFSC e Doutoranda em Linguística Aplicada UNICAMP/UFMS. Escritora Surda. Professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS. Atuante na comunidade surda, foi professora e diretora de Escola Estadual de Surdos - CEADA e professora no CAS/MS.

 

Priscilla Leonnor Mestrado do Programa de Pós Graduação em Ensino na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Pós Graduada (Latu Sensu) em Libras, pela Faculdade Dom Pedro II (2013). Graduação em Letras Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina, Licenciada em Pedagogia pela Faculdade Evangélica de Salvador (FACESA). Concentro estudos e pesquisas nas áreas da Língua Brasileira de Sinais: Estudos de ensino e estudos de educação de negros surdos, Estudos Culturais Políticos e Estudos de Artes Visuais foco relações étnico raciais, comunidade surda, movimentos, liderança e Empoderamento de negros surdos, mulheres surdas e Libras.

 

 

25 de setembro de 2020 (sexta-feira)

17h - Live em Libras no Instagram com Leonardo Castilho

 

Para encerrar a 10ª Semana Sinais na Arte, o educador surdo Leonardo Castilho convida o público a uma conversa ao vivo sobre cultura surda no Instagram do MAM (@ mamoficial ).

 

Atividade gratuita

Transmissão ao vivo no Instagram

Participação: livre

 

 

Sobre o MAM São Paulo

 

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições abrem-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

 

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

 

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

 

http://www.mam.org.br/MAMoficial

http://www.instagram.com/MAMoficial

http://www.twitter.com/MAMoficial

http://www.facebook.com/MAMoficial

http://www.youtube.com/MAMoficial

 

Informações para a imprensa

a4&holofote comunicação

(11) 3897-4122

Ane Tavares - anetavares@a4eholofote.com.br

Laura Jabur - laurajabur@a4eholofote.com.br

Neila Carvalho - neilacarvalho@a4eholofote.com.br

 

 

 

COLETÂNEA LITERÁRIA INTERNACIONAL LUSÓFONA EM VERSO E PROSA SEM FRONTEIRAS PELO MUNDO... VOL. 6 EM COMEMORAÇÃO AO ANIVERSÁRIO DE 8 ANOS DA REDE SEM FRONTEIRAS





Caros Escritores, Saudações literárias!

 

Este ano, devido à pandemia, abrimos as inscrições consideravelmente atrasados para iniciar o processo de recolhimento do material dos coautores participantes da edição de 2021 de nossa coleção. Por isso, teremos apenas algumas semanas de inscrição, e não alguns meses, como tradicionalmente fazemos.

 

Por isso, estamos disponibilizando, em anexo, o tradicional regulamento (com as regras de sempre) e a ficha de inscrição do Volume 6 de nossa Coletânea Literária “Sem Fronteiras pelo Mundo...”, que terá seu lançamento oficial em Portugal, na Feira do Livro de Lisboa 2021 e, posteriormente, no Brasil.

 

Mantivemos o valor do investimento da última edição: R$660,00, parcelados em até 6 X de R$110,00 (cota de três páginas). Contudo, aqueles que pagarem à vista, até dia 10 de outubro, poderão receber 10% de desconto, pagando R$600,00.

 

Lembrando que nosso projeto não é apenas de uma coletânea, onde as produções rodam o mundo, mas, também, um importante Concurso Literário com Premiação.  Então, caprichem em suas produções!

 

O tema, como sempre, é “Viagens” reais ou imaginárias e, também, no sentido figurado. Portanto, praticamente, um tema livre. A produção não precisa ser inédita. Pode ser em prosa ou verso.

 



Sr. Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, leitor voraz. Magnífico Reitor Honorário da Universidade de Lisboa, Dr. Antônio Sampaio da Nóvoa.  Diplomata da Embaixada do Brasil, o Sr. Primeiro-Secretário Igor Trabuco, Chefe do Setor Cultural da embaixada. Durante a 90ª Feira do Livro de Lisboa, a obra deste ano foi entregue ao Ilmo. Presidente da República de Portugal, Sr. Marcelo Rebelo de Sousa (esquerda);  ao Magnífico Reitor Honorário da Universidade de Lisboa, Dr. António Sampaio da Nóvoa (centro); e ao Diplomata da Embaixada do Brasil, o Sr. Primeiro-Secretário Igor Trabuco, Chefe do Setor Cultural (direita).

 

Esperamos continuar a contar com a participação de talentosos autores e dos parceiros da Rede Sem Fronteiras, pois o talento de cada um é responsável direto pelo sucesso deste projeto bem-sucedido, que consta, oficialmente, em mais de 100 acervos literários públicos, cadastrados em mais de 20 países pelo mundo.

 

Foi dada a largada. Nossa assessora Sofia Porto aguarda as inscrições, que se encerrarão tão logo alcancemos a nossa meta anual.

 

Um abraço fraterno e sucesso!

Dyandreia Portugal

 




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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

LIVE COM AS DOUTORAS MARCIA PESSANHA E MATILDE CONTI - ASPI UFF.

DESTAQUE DO FOCUS PORTAL CULTURAL TEXTO "REMINISCÊNCIAS" DA POETISA E ESCRITORA NEIDE BARRO RÊGO

 





DESTAQUE DO FOCUS PORTAL CULTURAL TEXTO "REMINISCÊNCIAS" DA POETISA E ESCRITORA NEIDE BARRO RÊGO, PUBLICADO NO SITE http://www.nitcult.com.br/neide2.htm

 

 

 

REMINISCÊNCIAS...

 

 

Visitando os escaninhos da minha memória, encontro retalhos da infância, alguns ligados aos meus pais.

 

 Orgulho-me de haver nascido na pequena São Tomás de Aquino, Minas Gerais, onde permaneci até a idade de doze anos.

 

 Em cidades do interior, é comum as pessoas falarem errado. Papai nos advertia sempre para que pronunciássemos corretamente as palavras e nos corrigia quando não obedecíamos à concordância. Tínhamos que falar os vocábulos inteiros, com “s” e “r” finais. Nada de “ocê”, “nós vai”, “nós vem”, “nós foi”.

 

 Ele preparava alunos para exames de admissão ao curso ginasial das cidades vizinhas, aonde meus irmãos mais velhos iam estudar. No Grupo Escolar Olegário Maciel, o ensino só ia até a quarta série. Estudávamos a geografia do mundo pelo mapa. Sabíamos os nomes dos países, capitais, rios, mares, montanhas, vulcões. Conhecíamos o Brasil de norte a sul, tudo na base da “decoreba”, inclusive as datas da História e a tabuada, que papai adorava nos “tomar”.

 

 Tirávamos sempre as maiores notas. Quando terminamos o primário, Nilde, minha irmã gêmea, foi escolhida para ser a oradora. A festa realizou-se no único clube da cidade. Ainda recordo o começo do discurso (escrito por Dona Amelinha, a nossa professora). Iniciava-se assim:

 

  “Guindada à altura desta solenidade, eu me sinto no momento confundida, e ao mesmo tempo orgulhosa, por poder dirigir-vos a minha palavra de respeito, gratidão e homenagem.”

 

 Imaginem: uma menina de dez anos dizendo com ênfase essas palavras!

 

 Nosso pai fora seminarista, o que lhe proporcionou muitos conhecimentos. Ele falava bem e, aos setenta e nove anos, idade com que faleceu, ainda tinha boa memória e conservava o sotaque cearense. Declamava “A Lágrima” e “O Melro”, ambos de Guerra Junqueiro, além de outros poemas extensos.

 

 Ele chegara àquela cidade como instrutor de Tiro de Guerra. Conheceu a bela primogênita da família Martini, minha mãe, que também possuía um bom vocabulário, adquirido através da leitura de romances. Casaram-se em 1929. Interessante é lembrar que as cunhadas não o tratavam por você, mas por  “senhor”.

 

 Na década de cinqüenta, mudamo-nos para Niterói. Aqui, anos depois, comemoramos com uma linda festa suas bodas de ouro. Ele, numa cadeira de rodas, mas muito feliz.

 

 Quando moço, fora acometido de doença grave, crônica, adquirida em treinamentos militares. Nas crises, sofria dores terríveis. Não posso esquecer a nossa aflição ao ouvirmos seus gemidos e gritos, principalmente à noite.

 

 Para aliviar as dores, que ele chamava de “pontadas”, submeteu-se a um tratamento que consistia em colocar, no lado externo da perna, charutos de pano que ele mesmo acendia, os quais iam queimando aos poucos, resultando em feridas que purgavam durante algum tempo.

 

 Mamãe sempre ao seu lado, sem reclamar. Dizíamos que ela — tão calma, humilde e dedicada à família — era “a mãe da paciência”.

 

 Quando estava bem,  papai, sempre assobiando e cantando “Sertaneja”, “Chuá, Chuá” e “Luar do Sertão” , cuidava da horta com seus canteiros verdinhos de alface, couve e outras verduras, além do milho e da mandioca.

 

 Conhecido por “Tenente”, era considerado uma das personalidades mais cultas da cidade. Das pessoas simples ao juiz e ao prefeito, todos gostavam de conversar com ele, que quase não saía de casa.

 

 Reformado pelo Exército e com nove filhos (Nildo, Nídio, Nêdra, Nilce, Nilde, Neide, Nilo, Nara e Naida), vivíamos com dificuldades. Ajudávamos mamãe nos afazeres domésticos e ela costurava para a família. Papai fazia para nós alpercatas de couro com sola de pneu — o que me faz pensar hoje que elas foram as precursoras das sandálias “havaianas”; tomava muito café e preparava seus cigarros de palha com fumo de rolo.

 

 Minhas primeiras palavras em francês, aprendi-as com ele: “Dieu dans la nature” (Deus na natureza). Era o nome de um livro, de Camille Flammarion. Do papai veio a nossa orientação religiosa. Fundador do Centro Espírita Otília Amaral, foi, durante anos, seu presidente. Lembro-me de algumas frases escritas nas paredes, emolduradas com desenhos de pergaminhos: “Fora da Caridade não há salvação”, “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

 

 Nunca apanhamos de nossos pais, nem brigávamos entre nós. Não me lembro de beijos e abraços, mas havia respeito, disciplina, educação. Não nos faltou também a formação moral e cívica.

 

 Por ser papai doente, e mamãe não trabalhar fora, nos habituamos a sabê-los sempre em casa. Francisco das Chagas Barros e Wanda Páschoa Martini de Barros foram nossos mestres, nossos incentivadores, nossos conselheiros, nosso porto seguro.

 

 Eles marcaram a nossa infância e fazem parte das minhas reminiscências e da minha saudade.

 

Neide Barros Rêgo