segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ACADÊMICO JOSÉ MURILO DE CARVALHO, O CIENTISTA POLÍTICO MARCELO JASMIN E O PROFESSOR SERGIO CARDOSO DEBATEM NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS O TEMA “É POSSÍVEL REPUBLICANIZAR A REPÚBLICA?”. CONFIRA.


 
 

O “Seminário Brasil, brasis” de novembro, o segundo do mês, vai debater na Academia Brasileira de Letras o tema “É possível republicanizar a República?”.
 
A coordenação é do Acadêmico Domício Proença Filho, Secretário-Geral da ABL.

Os participantes são o Acadêmico e historiador José Murilo de Carvalho, o historiador e cientista político Marcelo Jasmin e o professor de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo (USP) Sergio Cardoso.


O evento está programado para o dia 26, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada Franca.

 


SAIBA MAIS



Sexto ocupante da Cadeira nº 5 da ABL, eleito em 11 de março de 2004, na sucessão de Rachel de Queiroz, José Murilo de Carvalho nasceu em Andrelândia, Minas Gerais.

Formou-se Bacharel em Sociologia e Política pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1965; Mestre em Ciência Política, pela Universidade de Stanford, Califórnia (1969); e Ph.D em Ciência Política, também pela Universidade de Stanford (1975).
José Murilo de Carvalho tem especialização em Metodologia de Pesquisa – Universidade de Michigan (1967); Pós-Doutorado – Departamento de História, da Universidade de Stanford (1976-77); e Pós-Doutorado – Universidade de Londres (1982).
Entre suas atividades profissionais, relacionadas com docência e pesquisa no Brasil, estão as de Professor Adjunto do Departamento de Ciência Política da UFMG (1969-78); Professor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro – IUPERJ (1978-1997); Professor visitante do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (1992); Professor visitante do Departamento de Antropologia do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992); Pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa (1986); Pesquisador do CPDOC/Fundação Getulio Vargas (1994-1995); e Professor titular do Departamento de História da UFRJ (1997).
No exterior, José Murilo de Carvalho foi membro do The Institute for Advanced Study, Princeton (1980-81); Visiting Latin American Scholar, Universidade de Londres (1981-82); Senior Associate Fellow, Oxford University (1982); Pesquisador visitante da Universidade de Leiden, Holanda, e Maison des Sciences de l’Homme, Paris (1982); Pesquisador visitante do Centre d’Etude des Mouvements Sociaux, Paris (1985); Maître de Conférence da École des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris (1989); Distinguished Visiting Professor do Departamento de História da University of California, Irvine (1990); Visiting Professor da Universidade de Leiden, Holanda (1992/1993); Visiting Professor da Universidade de Stanford (1999); e Visiting Chair in the Study of Brazilian Culture da University of Notre Dame (2002).
Realizou uma série de palestras nos Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Bélgica, França, México, Colômbia, Uruguai, Argentina, Peru e Nigéria, entre outros países. Recebeu, no começo deste ano, o título de honoris causa da Universidade de Coimbra, Portugal.
Historiador e cientista político, Marcelo Jasmin possui doutorado em ciências humanas pelo Iuperj, com pós-doutorado na Universidade de Stanford. Atualmente, é professor de Teoria da História e diretor do Departamento de História da PUC-Rio, e pesquisador do CNPq. Tem-se dedicado à história intelectual e dos conceitos e aos temas da república e da violência.

Publicou, dentre vários ensaios, os livros Alexis de Tocqueville: a história como ciência da política, Racionalidade e história na teoria política e História dos conceitos: debates e perspectivas.
Professor de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo (USP), Sergio Cardoso tem por interesses maiores de pesquisa, de um lado, a tradição do pensamento republicano, da Antiguidade Clássica ao Renascimento; de outro, a obra de Michel de Montaigne e seus interlocutores no século XVI.
 

 APOIO CULTURAL
 
 



 
FONTE
 

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