terça-feira, 13 de agosto de 2013

LANÇAMENTO DA COLEÇÃO LUÍS ANTÔNIO PIMENTEL LEU E RECOMENDA. CONFIRA

 
ASSISTA AO VÍDEO
 
LUÍS ANTÔNIO PIMENTEL
 
LEU E RECOMENDA
 
 
(CLICAR NA IMAGEM)
 

 
 
A Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro e Luís Antônio Pimentel, lançaram 
dia: 05 de agosto de 2013.
Às  15 horas - A apresentação do Projeto Letras de Niterói.
Às 16 horas – Coquetel do lançamento da coleção:

LUÍS PIMENTEL LEU E RECOMENDA:

Obras de Gonçalves Dias,
Eu e outras poesias de Augusto dos Anjos,
Dentro da Noite De João do Rio,
Poemas de Fagundes Varela,
O Auto Representado na Festa de São Lourenço do Padre José de Anchieta.
 
  "LUÍS PIMENTEL LEU E RECOMENDA"
 
 
 
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SEQUENCIAL DE IMAGENS DO EVENTO
 
 
O presidente da Nova Imprensa Oficial do Estado
do Rio de Janeiro - Haroldo Zager
(momento em que inicia o evento)

Carlos Silvestre Mônaco - Bibliófilo
 




Carlos Mônaco, Neide Barros, Geraldo Caldas
e Haroldo Zager















 
 
 
-------------    LUIS ANTÔNIO PIMENTEL                  
Luís Antônio Pimentel - escritor
Luís Antônio Pimentel (Miracema, 29 de março de 1912) é um poeta, professor, jornalista e memorialista brasileiro. É membro da Academia Fluminense de Letras - AFL; Academia Niteroiense de Letras - ANL e presidente de honra no Grupo Mônaco de Cultura.
Sobrinho por parte de pai do literato Figueiredo Pimentel, de quem reconhece a influência da obra sobre os primeiros trabalhos literários. Tendo sido aluno bolsista em intercâmbio no Japão, residiu lá entre os anos de 1937-1942, familiarizando-se com o haicai ao ter contato com autoridades como Hagiwara Sakutarô e Takamura Kôtarô. Pimentel tem sua poesia traduzida para o inglês, o alemão, o francês, o espanhol e o sueco.
Pimentel é um dos precursores do haicai no Brasil, responsável pela divulgação deste estilo de poesia ao lado de Olga Savary e Helena Kolody. Tem parte na cunhagem definitiva do termo “haicai” em língua portuguesa quando, estudante da faculdade de filosofia da Universidade do Brasil, encaminhou a Aurélio Buarque de Holanda, por intermédio do gramático Celso Cunha, o pedido de dicionarização, evitando que o termo se dispersasse em outras transliterações como hai-cai, hai-kai, haikai, haiku, hai-ku e hokku. Com seu livro Namida no Kito, obra escrita em português no japão e traduzida para o japonês no ano de 1940, Pimentel se tornou o primeiro autor brasileiro traduzido para o japonês que se tem notícia.
O autor reconhece ter se permitido inovar o haicai ao tratar de temas tropicais, criando também o haicai erótico, o engajado politicamente e o étnico. Contudo, estas pequenas transgressões não corrompem o cânon estético inaugurado por Matsuô Bashô como a rigorosa métrica e a exigência da indicação da estação do ano (Kigo) e dos fenômenos da natureza.
Sua vasta obra literária, conta com livros como: Contos do velho Nipon (1940), Tankas e haicais (1953), Cem haicais eróticos e um soneto de amor nipônico (2004). E se encontra reunida em três volumes publicados pela editora Niterói Livros, que contém o texto integral de Tankas e haicais, tal como coordenada pelo professor Nelson Eckhardt em 1953.
A obra reunida, em acurada edição crítica de três volumes, conta também com poesias compiladas inéditas até 2004, data desta edição e versões para diversas línguas, entre elas o japonês, na tradução de Yonekura Teruo.
Além da primeira biografia, assinada por Alaôr Eduardo Scisínio, a obra do poeta recebeu diversos estudos, como o escrito pelo filósofo brasileiro R. S. Kahlmeyer-Mertens, que nos últimos anos vem dedicando trabalhos sobre a produção de haicais do poeta, destacando o relevo do pensamento de Pimentel para a contemporaneidade.
 
 
 
 
 
 
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