sábado, 29 de agosto de 2015

MANHÃ AGRADÁVEL DE 15 DE AGOSTO - SÁBADO, COM ESPETACULAR CHORINHO E SABOROSO CAFÉ, NO ISTITUTO ITALIANO DI CULTURA DI NITERÓI.

 
 
 
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MANHÃ AGRADÁVEL DE 15 DE AGOSTO - SÁBADO,
COM ESPETACULAR CHORINHO E SABOROSO CAFÉ,
NO ISTITUTO ITALIANO DI CULTURA DI NITERÓI.
 
Espetacular e tocante foi a atração musical apresentada em comemoração à abertura do segundo semestre letivo e dos eventos culturais a serem realizados naquela entidade.
Em vez do início da confraternização acontecer com as tradicionais músicas de diversos compositores do universo clássico, o presidente do Istituto Italiano di Cultura di Niterói o italianíssimo Fabrizio Sassi trouxe para abrilhantar o ambiente, cavaquinho e violão. Verdade! foram apenas esses dois instrumentos que se fizeram necessários para compor o INSTRUMENTAL CHORO.
O  "Café com Chorinho" iniciou-se às 9 horas,  ao som da boa música de Victor Salzeda. O instrumentalista, que é também ator e diretor de teatro, iniciou a apresentação trazendo ao recinto melodias de diversos autores consagrados: Pixinguinha,  Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, Toquinho, Vinicius de Moraes e outros.
Logo que começaram a soar os primeiros acordes no ambiente, um  cheiro agradável de café espalhou-se pelo recinto... Em um cenário aprazível e clima típico de inverno, mas cheio de calor humano, os representantes de todos os grupos culturais... amigos e jornalistas, professores e alunos... começaram a chegar para a confraternização.
Enquanto o músico apresentava o  seu show,  com canções de ritmos variados, como: bossa nova, samba-canção e muito chorinho, os convidados se deleitavam com os deliciosos  quitutes, sucos, iogurtes e outras iguarias. Segundo informações precisas de alguns participantes, todas as guloseimas foram preparadas pela primeira dama do Istituto Italiano di Cultura, a professora e acadêmica Luiza Sassi.
No entremeio da apresentação musical, o diretor da casa Fabrizio Sassi falou ao público sobre o projeto cultural do Istituto para o segundo semestre.  Outro que discursou foi o acadêmico e presidente da AFL, Waldenir de Bragança.
A apresentação do chorinho agradou a todos os presentes e certamente aquela manhã inesquecível ficou registrado na memória dos participantes.
Como é tradição essa revista cultural prestigiar as diversidades culturais em nossa cidade há 4 anos, o nosso diretor produziu com fidelidade fotos e imagens visíveis nesta página. É só clicar no link do vídeo:
 
 
ALGUMAS IMAGENS DO EVENTO
 
 

Fabrizio Sassi
Presidente do IICN.

Mesa com o Caffè

Aldo Pessanha, Márcia Pessanha e Fabrizio Sassi.

Outro ângulo da mesa

Os músicos do Chorinho.

Luiza Sassi e amigas convidadas.


Liane Arêas, Marcia Pessanha, Cecília Medeiros.

Victor Sassi e Luiza.

Geovanna Sassi e Luiza.





Família Sassi

Os músicos do Chorinho e Alberto Araújo.
 
 

UMA CURIOSIDADE SOBRE  O CHORO:
O choro é um estilo predominantemente instrumental, mas ocasionalmente algumas composições ganham letras, passando a ser cantadas. Os conjuntos musicais que executam o choro são chamados de rodas de choro, e os músicos que o praticam são conhecidos como chorões.
Ao executar o choro, o intérprete possui liberdade para tocar as melodias, pois não precisa seguir à risca as notas impressas na partitura. O resultado final do choro depende, portanto, em grande parte da interpretação dos músicos. Os intérpretes podem improvisar sobre o ritmo das melodias ou até mesmo inserir notas e ornamentos não indicados originalmente na partitura.
Os instrumentos típicos utilizados nas rodas de choro são a flauta (usada para a execução das melodias), o bandolim (melodia e acompanhamentos), o cavaquinho (melodia e acompanhamento), o clarinete (melodia), o saxofone (melodia), o violão de 6 cordas (melodia e acompanhamento), o violão de 7 cordas (melodia e acompanhamento) e o pandeiro (percussão). Eventualmente, são inseridos o piano (melodia e acompanhamento) e o trombone (melodia).
Uma das figuras centrais no nascimento do choro foi o carioca Joaquim Antônio Calado (1848-1880), flautista que integrou “O Choro de Calado”, um conjunto instrumental formado por ele, dois violonistas e um músico que tocava cavaquinho. Calado é considerado um dos criadores do choro. A música "Flor Amorosa", composta por ele em 1867, é assinalada como a primeira composição deste gênero musical.
Outros artistas que fizeram história no choro, depois de Calado, foram o flautista Viriato Figueira, a pianista Chiquinha Gonzaga e os compositores Anacleto de Medeiros e Ernesto Nazareth.
No século XX, cabe destacar como nomes expressivos do choro os flautistas Patápio Siva e Altamiro Carrilho, os violonistas João Pernambuco e Garoto, os compositores Pixinguinha, Heitor Villa-Lobos e Radamés Gnattali, o clarinetista e saxofonista Luiz Americano, o maestro Severino Araújo, o bandolinista Jacob do Bandolim e o virtuose do cavaquinho Waldir Azevedo (compositor de “Brasileirinho”, talvez o choro mais famoso de todos os tempos).
Por fim, como curiosidade, é importante lembrar que existe um dia dedicado a este gênero musical. 23 de abril é apontada como o Dia Nacional do Choro. Foi nesta data que nasceu o compositor Pixinguinha (1897-1973), nome importante para a evolução deste gênero musical.
Ouça na voz de Maria Martha - FLOR AMOROSA - Joaquim Callado e Catullo da Paixão Cearense - gravação de 1977.
 
REALIZAÇÃO
 
 
APOIO CULTURAL
 
 

Um comentário:

Márcia Pessanha disse...

Foi agradabilíssima a manhã do "Café com chorinho" no Istituto Italiano di Cultura com os amigos anfitriões Fabrizio e Luíza Sassi e belamente ilustrada pelo nosso divulgador cultural Alberto Araújo.