terça-feira, 2 de maio de 2017

HELENA FERREIRA PARA SEMPRE NOS BRAÇOS DE MORFEU. UM HOMENAGEM DE ALBERTO ARAÚJO DO FOCUS PORTAL CULTURAL

 
 
 
HELENA FERREIRA PARA SEMPRE
NOS BRAÇOS DE MORFEU
 
 
Hoje, eu me lembrei de você!
Do feliz momento em que a conheci.
Das conversas soltas ao vento.
Do significativo e-mail, do telefonema.
Da sua mão segurando a minha e dizendo:
Quero fazer a tradução do seu poema.
Muito obrigado, amiga Helena!
 
Tão legítimas e autênticas
foram as suas palavras.
Uma verdadeira oração...
Aquela cena ficou cristalizada
para sempre na lembrança.
Por isso, mostro o agradecimento,
neste momento de sentimento.
São paisagens fosforescentes
provindas do meu coração!
 
Ei, Helena Ferreira!
Essas palavras são para você.
Sentirei a sua ausência…
Do seu sorriso belo e franco.
Da sua expressão maliciosa e alegre.
Do seu olhar intenso. Uma clareira.
 
Deus deu a você
asas de anjo para voar!
Onde você estiver
em qualquer estrela
que você se encontrar.
Guardarei a sua amizade
no âmbito da imortalidade.
 
Do sempre amigo seu.
Portanto, vá e fica em paz, com Deus,
embaladas nos braços de Morfeu.
 
 
ALBERTO ARAÚJO
poeta e jornalista.
Rio de Janeiro, 24 de abril de 2017.
Data do óbito da professora Helena Ferreira.
 
 
 




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COMENTÁRIOS



Belíssimo poema! Parabéns, Alberto!
 
 
 Graça Thuler
Advogada, declamadora
e tradutora de Esperanto.




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Queridos amigos,

Estou consternada com o falecimento da escritora e amiga Helena Ferreira, uma admirável companheira das letras, sempre solidária com companheiros e a causa literária.
 
Meu abraço
 
Nélida Piñon
escritora, acadêmica
Membro da ABL do PEN Clube do Brasil.
 
 
 
 
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MENSAGEM DE ANTÔNIO VELOSO
 
 
 
                   Como o breve tilintar dos guizos, é a vida que tão logo amadurece e cumpre sua missão de fruto.
 
                   Devemos trabalhar incessantemente todos os dias, horas e minutos e suas frações para o enobrecimento do espírito em sua essência de humanidade e divindade.
 
                   Do mesmo modo que o pequeno arbusto abandona o seu pequeno galho no chão, tão logo este tenha cumprido a sua função, Deus nos lança da árvore da vida para fertilizar “outros chãos”, tão logo tenhamos cumprido a nossa missão de viver.
 
                   Viver não é para a eternidade. É sempre um breve trecho da infinita jornada do espírito em sua busca por um sentido de EXISTIR. Portanto, devemos aceitar com serenidade, embora com saudade, o término da vida e aceitar a partida com a alegria da chegada.
 
                   Todo lugar é senda de TRABALHO quando o alvo é crescer e não faz sentido algum pensar que só neste mundo se pode trabalhar e gozar os seus frutos.
                   Mundos outros e tantos existem, onde os existentes habitam segundo as suas missões momentâneas, e alegrias e prazeres fazem parte dos seus cotidianos. Não mais os prazeres densos da carne... porém delícias em outros níveis de percepção.
 
                   Tempo, tempo, tempo, grande fujão da vida e consorte da morte, mas também, vastidão por onde transitam todos os filhos de Deus em sua eternidade atemporal.
 
                   Morte é apenas uma passagem onde o corpo denso e a vida ficam e o essencial que os anima e dá sentido se esvai.
 
                   Que o chorar pela partida se transforme num cântico também de libertação e essencial alegria.
                   PAZ  e JÚBILO pelos que
                   partem com a missão cumprida.
 
 
 
Introdução do nosso livro: sobreviver sem perder a esperança.
 
Enviada por canalização para Dr. Ítalo Bruno do  Dalai Lama. Por ocasião da morte de meu filho.
 
 
 
 
Mensagem recebida pelo e-mail do Focus
enviada por Antônio Veloso
escritor e professor da UFF.





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Um comentário:

Matilde disse...

Alberto,

Meu amigo

Lindíssimo o seu poema. Muito bela a sua homenagem. Enternecedor.
Grande abraço.

Matilde