sábado, 22 de julho de 2017

CARMINA BURANA RETORNA AO THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO EM CURTA TEMPORADA.





 
 
“Carmina Burana” retorna ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro em curta Temporada
A cantata, aclamada por público e critica, será encenada no final deste mês para deleite do público
 
 
 
 
 
Com a participação de seus três corpos artísticos – Balé, Coro e Orquestra Sinfônica – “Carmina Burana” retorna ao palco do Theatro Municipal no final de julho. A Orquestra Sinfônica será regida pelo maestro titular Tobias Volkmann. O Coro Infantil da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) fará participação especial. O balé conta com coreografia de Rodrigo Neri, coreógrafo premiado e bailarino do Theatro Municipal. As apresentações serão dias 21, 22 e 23 de julho, com ingressos a partir de R$ 20. Toda a renda do espetáculo será revertida para complementar o pagamento dos salários atrasados dos funcionários do Theatro Municipal.
 
O espetáculo foi recebido calorosamente pelo público em junho, com as vendas de suas quatro récitas totalmente esgotadas. Além disso, Carmina foi o ápice das comemorações do aniversário de 108 anos do Theatro, no último sábado, dia 14 de julho, para deleite do público carioca. Agora, o Rio terá uma nova oportunidade de assistir a essa emocionante cantata. Considerada pela crítica Adriana Pavlova, em matéria assinada no jornal O Globo, “…uma daquelas raríssimas experiências de fruição em que tanto artistas quanto plateia tem a sensação de viver uma catarse…”, “Carmina” marcou o retorno das produções próprias com os três segmentos dos corpos artísticos da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Antes, com parte dos corpos artísticos, ocorreram apresentações das óperas “Jenufa” e “Norma”.
 
– Desde a primeira reunião com as diretoras do Balé do Theatro Municipal, Ana Botafogo e Cecilia Kerche, ficou claro haver uma ‘missão’ nesta minha direção artística: desenvolver coreógrafos brasileiros para balé clássico. Apesar de termos no Rio a mais importante companhia de balé clássico do Brasil, quase todos os grandes clássicos ainda dependem de coreógrafos de fora para remontar os balés. Popularizar, dar acesso à cultura feita no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, é a visão que tenho trabalhado com André Lazaroni, Secretário de Estado de Cultura e presidente da Fundação Teatro Municipal. Isso passa por dar oportunidades a nossos artistas, desenvolver a maneira nossa de fazer arte clássica. Foi uma grande sorte termos Rodrigo Negri no balé pronto para o desafio de transformar a conhecidíssima ‘Carmina Burana’ em espetáculo múltiplo, envolvendo coro, orquestra e, claro, balé – observa André Heller-Lopes, diretor artístico da Fundação.
 
 
 
 
Sobre “Carmina Burana”
 
 
“Carmina Burana” (latim; em português: “Canções da Beuern”, sendo “Beuern” uma abreviação de Benediktbeuern) é o nome dado a um manuscrito de 254 poemas e textos dramáticos dos séculos XI, XII e XIII.
 
São peças picantes, irreverentes e satíricas, escritas em latim medieval, com partes em médio-alto-alemão e francês antigo ou provençal. Vinte e quatro poemas de Carmina Burana foram musicados por Carl Orff em 1936. A composição rapidamente se tornou popular.
 
O movimento de abertura e de encerramento tem sido utilizado em filmes e eventos. A cantata estreou em junho de 1937, em Frankfurt. 
 

ASSISTA AO TRAILER DO
ESPETÁCULO CARMINA BURANA
CLICAR NA IMAGEM OU LINK:
 
 





 
 
CARMINA BURANA 
 
 

BALLET, CORO E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

Música Carl Orff
Coreografia Rodrigo Negri

Regência Tobias Volkmann

Participação Especial Coral Infantil da UFRJ
Regente Maria José Chevitarese

Solistas Michele Menezes, Homero Velho, Ciro D’Araújo, Jacques Rocha

1ºs Bailarinos: Claudia Mota  e Filipe Moreira.
1ºs solistas: Deborah Ribeiro, Priscilla Mota, Edifranc Alves
2º solistas: Carlos Cabral, Rachel Ribeiro 
Corpo de baile: Fernanda Martiny, Juliana Valadão, Mônica Barbosa, o, Regina Ribeiro, Renata Gouveia, Paulo Muniz, Santiago Junior e Alef Albert
Participação Especial Elisa Baeta, Inês Schlobach, Lourdes Braga, Shirley Pereira, Teresa Ubirajara, Zélia Íris, Roberto Lima
Assistente de Coreografia Marcela Gil

Ensaiador César Lima
Assistente Margarida Mathews

Maestro Titular do Coro Jésus Figueiredo
Diretoras do BTM Ana Botafogo e Cecília Kerche

JUL 21 - 20hs, JUL 22 - 16hs e JUL 23 - 17hs

 

Preços

Camarotes/frisas – R$ 50,00
Plateia/balcão nobre – R$ 50,00
Balcão superior – R$ 30,00
Balcão Superior Lateral – R$ 30,00
Galeria – R$ 20,00
Galeria Lateral – R$ 20,00
 
 

Contato

+55 21 2332 9191 ou 2332 9134
informacoestmrj@gmail.com

Localização

Praça Floriano, s/nº | Cinelândia, Rio de Janeiro
Sala Mário Tavares: Av. Almirante Barroso, 14-16
 

 
 
 
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sexta-feira, 21 de julho de 2017

SEMANA DO LIVRO NACIONAL, NA SALA CARLOS COUTO. CONFIRA NO FOCUS PORTAL CULTURAL.

SEMANA DO LIVRO NACIONAL
NA SALA CARLOS COUTO
 
 
 

 

 
A Sala Carlos Couto, anexa ao Teatro Municipal de Niterói, recebe no dia 22 de julho, das 14h às 18h a Semana do Livro Nacional. A entrada é gratuita.
 
Organizada pela escritora Thati Machado, a Semana do Livro Nacional ocorre em diversas cidades pelo Brasil, com o objetivo de fazer com que todos os leitores compartilhem do melhor que a literatura contemporânea brasileira tem a oferecer.
 
A ideia é reunir escritores, leitores, blogueiros, editoras  e todos os interessados para uma troca única.
 
 
 
Autores Convidados: Thati Machado, Frini Georkapoulos, Marcus Barcelos, Raffa Fustagno, Stefano Sant’Anna, Carine Raposo, Clara Alves, Luciane Rangel, Gabriel Sidney, Pietra Von Bretch, Lu Muniz, Vania Freire, Janda Montenegro, Adriana Igrejas, LM Gomes, Andresa Guerra.
 
 
SERVIÇO
Semana do Livro Nacional
Data: 22 de julho de 2017
Horário: 14h às 18h
Entrada Franca          
Classificação indicativa: Livre
Local: Teatro Municipal de Niterói – Sala Carlos Couto
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro
Tel: (21) 2620-1624
 
 
 
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 FONTE
Assessoria de Imprensa – TMN
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN
 
 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS COMEMORA 120 ANOS E ENTREGA PRÊMIO MACHADO DE ASSIS.

 
 
Academia Brasileira de Letras
Foto: Focus Portal Cultural (acervo)
 
 
 
 
Fundada em 20 de julho de 1897 por um grupo de escritores, tendo à frente o mais importante deles na época, Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras (ABL) comemorou hoje (20) 120 anos, com uma solenidade no salão nobre do Petit Trianon, sede histórica da instituição, no centro do Rio. A secretária-geral da ABL, Nélida Piñon, oradora oficial do evento, destacou a história da Casa, fazendo referência aos objetos que contam sua trajetória desde 1897.
 
Cumprindo a tradição da ABL nas comemorações de seus aniversários, o atual presidente, Domício Proença Filho, leu o discurso pronunciado por Machado de Assis na sessão inaugural da Casa.
 
 
Na mesma solenidade, a ABL fez a entrega do Prêmio Machado de Assis 2017 ao historiador baiano João José Reis, considerado uma referência mundial para o estudo da história e da escravidão no século 19 no Brasil.

Reis, de 65 anos, tem diversos livros publicados, entre eles Liberdade por um Fio: História dos Quilombos no Brasil; Rebelião Escrava no Brasil: A História do Levante dos Malês e A Morte é uma Festa, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Literatura.
 
A comemoração dos 120 anos da ABL foi encerrada com uma apresentação do Quarteto de Cordas Rio de Janeiro, formado pelos músicos Ricardo Amado, violino; Andrea Moniz, violino; Dhyan Toffolo, viola; e Ricardo Santoro, violoncelo, seguida de um coquetel.
 
Atualmente, com uma de suas 40 Cadeiras vaga, a Academia já tem data marcada para a próxima eleição: 10 de agosto.
 
O favorito para a Cadeira 27, vaga desde a morte do professor, crítico literário e ex-ministro Eduardo Portella, em 2 de maio deste ano, é o poeta Antonio Cícero.
 
No dia seguinte (11) tomará posse o historiador Arno Wehling, que em março venceu Cícero por 18 votos a 15 na disputa pela Cadeira 37, vaga com o falecimento do poeta Ferreira Gullar, em dezembro do ano passado.
 
 
 
Acadêmicos da Academia Brasileira de Letras
 
 
ATUAL DIRETORIA
 
 
 
Presidente - Domício Proença Filho
Secretária-Geral - Nélida Piñon
Primeira-Secretária - Ana Maria Machado
Segundo-Secretário - Merval Pereira
Tesoureiro - Marco Lucchesi
 
 
 
ACADÊMICOS ATUAIS
1 - Ana Maria Machado
2 - Tarcísio Padilha
3 - Carlos Heitor Cony
4 - Carlos Nejar
5 - José Murilo de Carvalho
6 - Cícero Sandroni
7 - Nelson Pereira dos Santos
8 - Cleonice Berardinelli
9 - Alberto da Costa e Silva
10 - Rosiska Darcy de Oliveira
11 - Hélio Jaguaribe
12 - Alfredo Bosi
13 - Sérgio Paulo Rouanet
14 - Celso Lafer
15 - Marco Lucchesi
16 - Lygia Fagundes Telles
17 - Affonso Arinos de Mello Franco
18 - Arnaldo Niskier
19 - Antonio Carlos Secchin
20 - Murilo Melo Filho
21 - Paulo Coelho
22 - João Almino
23 - Antônio Torres
24 - Geraldo Carneiro
25 - Alberto Venancio Filho
26 - Marcos Vilaça
27 -
28 - Domício Proença Filho
29 - Geraldo Holanda Cavalcanti
30 - Nélida Piñon
31 - Merval Pereira
32 - Zuenir Ventura
33 - Evanildo Cavalcante Bechara
34 - Evaldo Cabral de Mello
35 - Cândido Mendes
36 - Fernando Henrique Cardoso
37 - Arno Wehling
38 - José Sarney
39 - Marco Maciel
40 - Edmar Bacha

 
Academia Brasileira de Letras
 

A Academia Brasileira de Letras (ABL) é uma instituição cultural inaugurada em 20 de julho de 1897
 
e sediada no Rio de Janeiro, cujo objetivo é o cultivo da língua e da literatura nacionais.
 
Compõe-se a ABL de 40 membros efetivos e perpétuos, e 20 sócios correspondentes estrangeiros.
 
 
No fim do século XIX, Afonso Celso Júnior, ainda no Império, e Medeiros e Albuquerque, já na República, manifestaram-se a favor da criação de uma academia literária nacional, nos moldes da Academia Francesa. O êxito social e cultural da Revista Brasileira, de José Veríssimo, daria coesão a um grupo de escritores e, assim, possibilidade à ideia.
 
Lúcio de Mendonça teve, então, a iniciativa de propor uma Academia de Letras, sob a égide do Estado, que, à última hora, se escusaria a tal aventura de letrados. Constituiu-se então, como instituição privada independente, a Academia Brasileira de Letras.
 
As primeiras notícias relativas à fundação da ABL foram divulgadas a 10 de novembro de 1896, pela Gazeta de Notícias, e, no dia imediato, pelo Jornal do Commercio. Teriam início as sessões preparatórias: na primeira, às três da tarde de 15 de dezembro, na sala de redação da Revista Brasileira, na Travessa do Ouvidor, nº 31, Machado de Assis foi desde logo aclamado presidente.
 
A 28 de janeiro do ano seguinte, teria lugar a sétima e última sessão preparatória, à qual compareceram, instituindo a Academia: Araripe Júnior, Artur Azevedo, Graça Aranha, Guimarães Passos, Inglês de Sousa, Joaquim Nabuco, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, Machado de Assis, Medeiros e Albuquerque, Olavo Bilac, Pedro Rabelo, Rodrigo Otávio, Silva Ramos, Teixeira de Melo, Visconde de Taunay. Também Coelho Neto, Filinto de Almeida, José do Patrocínio, Luís Murat e Valentim Magalhães, também presentes às sessões anteriores, e ainda Afonso Celso Júnior, Alberto de Oliveira, Alcindo Guanabara, Carlos de Laet, Garcia Redondo, Pereira da Silva, Rui Barbosa, Sílvio Romero e Urbano Duarte, que aceitaram o convite e a honra.
 
Eram trinta membros. Havia mister completar os quarenta, como na Academia Francesa. Assim fizeram os presentes, elegendo os dez seguintes: Aluísio Azevedo, Barão de Loreto, Clóvis Beviláqua, Domício da Gama, Eduardo Prado, Luís Guimarães Júnior, Magalhães de Azeredo, Oliveira Lima, Raimundo Correia e Salvador de Mendonça. Os Estatutos foram assinados por Machado de Assis, presidente; Joaquim Nabuco, secretário-geral; Rodrigo Otávio, 1º secretário; Silva Ramos, 2º secretário; e Inglês de Sousa, tesoureiro.
 
A 20 de julho de 1897, numa sala do museu Pedagogium, à Rua do Passeio, realizou-se a sessão inaugural, com a presença de dezesseis acadêmicos. Fez uma alocução preliminar o presidente Machado de Assis. Rodrigo Otávio, 1º secretário, leu a memória histórica dos atos preparatórios, e o secretário-geral, Joaquim Nabuco, pronunciou o discurso inaugural.

 
 
 
 
Discurso de Machado de Assis
 
 
 
 
 
20 de julho de 1897
 
Senhores,
 
Investindo-me no cargo de presidente, quisestes começar a Academia Brasileira de Letras pela consagração da idade. Se não sou o mais velho dos nossos colegas, estou entre os mais velhos. É simbólico da parte de uma instituição que conta viver, confiar da idade funções que mais de um espírito eminente exerceria melhor. Agora que vos agradeço a escolha, digo-vos que buscarei na medida do possível corresponder à vossa confiança.
 
Não é preciso definir esta instituição, iniciada por um moço, aceita e completada por moços, a Academia nasce com a alma nova, naturalmente ambiciosa. O vosso desejo é conservar, no meio da federação política, a unidade literária. Tal obra exige, não só a compreensão pública, mas ainda e principalmente a vossa constância.
 
A Academia Francesa, pela qual esta se modelou, sobrevive aos acontecimentos de toda casta, às escolas literárias e às transformações civis. A vossa há de querer ter as mesmas feições de estabilidade e progresso. Já o batismo das suas cadeiras com os nomes preclaros e saudosos da ficção, da lírica, da crítica e da eloquência nacionais é indício de que a tradição é o seu primeiro voto. Cabe-vos fazer com que ele perdure.
 
Passai aos vossos sucessores o pensamento e a vontade iniciais, para que eles o transmitam aos seus, e a vossa obra seja contada entre as sólidas e brilhantes páginas da nossa vida brasileira. Está aberta a sessão.
 
 
 
 
SOBRE O PRÊMIO MACHADO DE ASSIS 2017
 

 
 
 
 
 
 
A Academia Brasileira de Letras anunciou no dia 29 de junho, quinta-feira, logo após sua reunião ordinária, o vencedor do Prêmio Machado de Assis de 2017, o historiador baiano João José Reis, considerado uma referência mundial para o estudo da História e da escravidão no século XIX no Brasil.
 
O Presidente da ABL, Acadêmico e professor Domício Proença Filho, logo após a divulgação do nome do vencedor, informou que João José Reis recebeu o prêmio em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon, no dia 20 de julho, quinta-feira, quando a Academia esteve comemorando seus 120 anos de fundação.
 
 
Saiba mais
 
 
João José Reis é um dos mais importantes historiadores do Brasil e autor de diversos livros publicados, dentre eles A morte é uma festa, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Literatura.
 
 
Graduado em História pela Universidade Católica de Salvador, João José Reis tem mestrado e doutorado pela Universidade de Minnesota e diversos pós-doutorados, que incluem a Universidade de Londres, o Center for Advanced Studies in the Behavioral Sciences, da Universidade de Stanford, e o National Humanities Center.
 
Também foi professor visitante das seguintes universidades: Universidade de Michigan, Universidade Brandeis, Universidade de Princeton, Universidade do Texas e Universidade de Harvard. Atualmente é professor titular do departamento de História da Universidade Federal da Bahia.
 
 
 
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FONTE:
 
 
 
 

ACADÊMICO E JORNALISTA CÍCERO SANDRONI COORDENA NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS O SEMINÁRIO "BRASIL, BRASIS' DE JULHO INTITULADO "CRÔNICA DE UMA JUVENTUDE ASSASSINADA".

 
 
 
A Academia Brasileira de Letras dá continuidade a sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2017 com o tema “Crônica de uma juventude assassinada”, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Cícero Sandroni e as participações do coronel PM (atualmente na reserva) Íbis Pereira, do padre Valdir João Silveira e da professora Regina Novaes.
 
O seminário está programado para o dia 27 de julho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro Raimundo Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro, com transmissão direta pelo portal da ABL.
 
O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2017 é o Presidente da ABL, Acadêmico e professor Domício Proença Filho.
 
 
 
Saiba mais
 
 
CÍCERO SANDRONI
 
 
Sexto ocupante da Cadeira 6 da ABL, eleito em 25 de setembro de 2003, na sucessão de Raimundo Faoro e recebido em 24 de novembro de 2003 pelo Acadêmico Candido Mendes de Almeida, Cícero Sandroni cursou Jornalismo na PUC/RJ e Administração Pública na Escola Brasileira de Administração (EBAP) da Fundação Getúlio Vargas.
 
Foi chefe de reportagem no Correio da Manhã e escreveu por cinco anos a coluna Quatro Cantos de oposição ao regime militar. Trabalhou na Tribuna da Imprensa e em O Cruzeiro. Foi repórter do Jornal do Brasil, editor do Caderno B e do Suplemento Livros. Mais tarde, a partir de 1976 a 83 escreveu o Informe JB. Em 1960, assumiu a chefia da reportagem política no Diário de Notícias. Em 1976, retoma a revista “Ficção”, fundada em 1965 com Antonio Olinto.
 
Em 1990, foi editor-geral da Tribuna da Imprensa onde escreveu página semanal sobre cultura e política. Em 1991, criou para a Prefeitura do Rio de Janeiro o mensário literário Rio Artes.
 
Convidado pelo Ministro da Cultura, Antonio Houaiss e pelo presidente da Funarte, Ferreira Gullar, dirigiu o Departamento de Ação Cultural da entidade. Editou com Gullar e Ivan Junqueira, a revista cultural Piracema. Foi diretor-adjunto do Jornal do Commercio. Participa de vários júris de prêmios jornalísticos e de literatura.
 
Colaborador de diversos jornais e revistas, publicou, entre outras obras: Austregésilo de Athayde, o século de um liberal; Cosme Velho: passeio literário pelo bairro; 50 anos de O Dia, História do jornal; O Peixe de Amarna; 180 anos do Jornal do Commercio. 1827-2007; Gente do Rio. Eles iluminaram a História (Organização de Nilo Dantes); A arte de mentir; e Batman não foi a Búzios.
 
 
 
ÍBIS SILVA PEREIRA
 
 
 
Coronel da reserva remunerada da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ex-comandante geral da PMERJ; Íbis Silva Pereira é graduado em direito e pós-graduado em filosofia contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; especializado em Gestão de Segurança Pública pela Fundação Getúlio Vargas; mestre em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisador do Núcleo de Identidade Brasileira e História Contemporânea da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
 
 
VALDIR JOÃO SILVEIRA
 
 
 
O padre Valdir João Silveira, da Arquidiocese de São Paulo – SP, tem formação Acadêmica Humana e Teológica pela Universidade Católica do Paraná; Licenciatura em Filosofia, na Universidade Católica do Paraná; Teologia: Instituto de Pastoral Regional, Belém, Pará; Especialização em Teologia Moral, pelo Instituto Alfonsianum de Ética Teológica; Melhoria na Gestão Penitenciária para a Incorporação dos Diretos Humanos pela Escola Kings College London International Centre for Prison Studies.
 
Atuação na Pastoral Carcerária: Coordenador Nacional da Pastoral Carcerária – CNBB; Membro da Comissão Mundial/Internacional de Pastoral Penitenciaria Católica ICCPPC. Representante da América Latina; e ex-membro da Nacional de à Participação e Controle Social na Execução Penal, do Departamento Penitenciário Nacional.
 
Prêmios: Parceira da Defensoria, em 2010; Medalha Nacional de Acesso à Justiça, em 2014; e, pela Pastoral Carcerária Nacional, em 2010, o 16º Prêmio Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em reconhecimento aos trabalhos de combate à tortura nas prisões.
 
 
REGINA NOVAES
 
 
 
Doutora em Ciências Humanas (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989), professora aposentada do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, do IFCS, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Regina Novaes possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Ciências Humanas(Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989).
 
Professora do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia, do IFCS, da Universidade Federal do Rio de Janeiro orientou pesquisas de iniciação científica, dissertações e teses nos seguintes temas: movimentos sociais, juventude, religião, cultura, cidadania e violência.
 
Foi editora da revista Religião e Sociedade de 1995 até 2005. Aposentou-se da UFRJ em 2005, prosseguindo com orientações de teses e dissertações anteriormente iniciadas no PPGSA. Exerceu a função de Secretária Nacional de Juventude – Adjunta e presidente do Conselho Nacional de Juventude de 2005 até março de 2007. Entre março de 2007 e setembro de 2009, como consultora do Instituto Brasileiro de Análises Socio-Econômicas (IBASE), participou da coordenação geral da pesquisa Juventude e Integração Sul Americana, desenvolvida simultaneamente em seis países vizinhos.
Em 2009, também atuou como consultora sênior do PNUD/Nações Unidas, para a realização do Informe Juventude e Desenvolvimento Humano nos países do Mercosul.
 
Nos últimos anos, tem realizado pesquisas e atuado em consultorias sobre políticas públicas de juventude junto à Unesco. Durante o ano de 2014, com apoio da Faperj, foi pesquisadora visitante na Unirio (Programa de Pós-Graduação em Educação/Linha Políticas Públicas). Continua colaborando com a pós-graduação na Unirio e, como pesquisadora do CNPq, desenvolve projetos de investigação na área de Juventude, Religião e Política.



Acadêmico e jornalista Cícero Sandroni coordena na ABL o Seminário “Brasil, brasis” de julho, intitulado “Crônica de uma juventude assassinada”
 
 

 
 
 
 
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