quinta-feira, 3 de março de 2022

02 – 501 GRANDES ESCRITORES - PLATÃO ERA UM PENSADOR DA GRÉCIA ANTIGA, DÍSCIPULO DO FILÓSOFO SÓCRATES





Platão foi um filósofo grego da antiguidade, considerado um dos principais pensadores da história da filosofia. Foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Era discípulo do filósofo Sócrates. Ele é amplamente considerado a figura central na história do grego antigo e da filosofia ocidental, juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles.

 

Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental, e também tem sido frequentemente citado como um dos fundadores da religião ocidental, da ciência e da espiritualidade. O assim chamado neoplatonismo de filósofos como Plotino e Porfírio influenciou Santo Agostinho e, portanto, o cristianismo, bem como a filosofia árabe e judaica. Alfred North Whitehead observou certa vez: "a caracterização geral mais segura da tradição filosófica europeia é de que ela consiste em uma série de notas de rodapé sobre Platão".

 

Sua filosofia é baseada na teoria de que o mundo que percebemos com nossos sentidos é um mundo ilusório, confuso. O mundo espiritual é mais elevado, eterno, onde o que existe verdadeiramente são as ideias, que só a razão pode conhecer.

 

Platão nasceu em Atenas, Grécia, provavelmente, no ano 427 a.C em Atenas  e faleceu também em Atenas em 347 a.C. Pertencia a uma das mais nobres famílias de Atenas. Seu nome verdadeiro era Arístocles, mas recebeu o apelido de “Platão”, que em grego significa “ombros largos”.

 

Como todo aristocrata de sua época, recebeu educação especial, estudou leitura e escrita, música, pintura, poesia e ginástica Era excelente atleta, participou dos jogos olímpicos como lutador.

 

Por tradição de família, Platão desejava dedicar-se à vida pública e fazer uma brilhante carreira política, como descreveu em uma de suas muitas cartas.

 

Desde cedo, Platão tornou-se discípulo de Sócrates, aprendendo e discutindo com esse filósofo os problemas do conhecimento do mundo e das virtudes humanas.

 

Quando Sócrates foi condenado à morte sob a acusação de “perverter a juventude”, Platão desiludiu-se da política e resolveu voltar-se inteiramente para a filosofia.

 

Sua amizade com Sócrates quase lhe custou a vida. Foi obrigado a deixar a cidade, retirou-se para Megara, onde conviveu com Euclides.

 

Viajou por Cirene, Itália e Egito, entrando em contato com grandes mentalidades da época. Foram doze anos aprendendo, e criando sua própria filosofia.

 

Quando regressou a Atenas, com a idade de 40 anos, abriu uma escola destinada à investigação filosófica que recebeu o nome de “Academia”, pela razão de se reunirem mestres e discípulos nos jardins de um rico cidadão chamado Academus.

 

Os estudos realizados por Platão deram-lhe a formação intelectual necessária para formular as próprias teorias, aprofundando os ensinamentos de Sócrates.

 

A fim de eternizar os ensinamentos do mestre, que não havia redigido nenhum livro, escreveu vários diálogos onde a figura principal é Sócrates, com isso tornou conhecido o pensamento de seu mestre. Em sua escola, Platão reunia-se com seus discípulos para estudar Filosofia e Ciências. No campo científico, dedicava-se especialmente à Matemática e Geometria. Mas o que o filósofo procurava transmitir era principalmente uma profunda fé na razão e na virtude, adotando o lema de seu mestre Sócrates: “O sábio é o virtuoso”.

 

Quando em 529, o imperador romano Justiniano mandou fechar a Academia, junto com outras escolas não cristãs, a doutrina platônica já tinha sido amplamente difundida.

 

A “República” é uma das obras mais famosa de Platão, é uma descrição do paraíso terrestre. Nela, ele tentou criar o seu “Estado Ideal”, onde examinou quase todos os possíveis ângulos de visão.

 

Descreveu um tratado sobre teoria política em que revela tanto tendências democráticas quanto totalitárias, defendendo o governo absoluto da sociedade pela classe dos filósofos ou sábios, onde deveria vigorar forte igualitarismo.

 

Para Platão, a sociedade ideal seria dividida em três classes, levando em conta a capacidade intelectual de cada indivíduo:

 

Agricultores, artífices e comerciantes - a primeira camada, mais presa às necessidades do corpo, seria encarregada da produção e distribuição de gêneros para toda a comunidade.

 

Militares - a segunda classe, mais empreendedora, se dedicaria à defesa.

 

Filósofos Governantes - a classe superior, mais capacitada para servir-se da razão, seria a dos intelectuais, que possuiriam também o poder político: assim os reis teriam de ser escolhidos entre os filósofos.

 

OBRAS DE PLATÃO

 

República (sobre a justiça e o Estado Ideal)

Protágoras (sobre o ensinamento da virtude)

Banquete (sobre o amor)

Apologia de Sócrates (autodefesa de seu mestre diante dos juízes)

Fédon (sobre a imortalidade da alma e sobre a doutrina das ideias)

As Leis (uma nova concepção do Estado).

 






 

FONTE:

https://pt.wikipedia.org

 

BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE MARIA FIRMINA DOS REIS. HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL


 




A Literatura brasileira do passado tem nomes muito importantes para compreendermos a literatura do presente. É o caso de Maria Firmina dos Reis.

MARIA FIRMINA DOS REIS foi uma escritora que nasceu no Maranhão, em 11 de março de 1822. Além, foi professora, poeta, compositora, colaboradora em jornais no Maranhão. É a escritora considerada a primeira romancista brasileira.

Sua obra Úrsula é precursora da temática abolicionista na literatura do país. O romance é considerado, ainda, o primeiro no gênero a ser publicado por uma mulher negra em todos os países de Língua Portuguesa. Maria Firmina denunciou a condição crítica e o cenário de desigualdade vivido pelos escravizados e pelas mulheres no século XIX.

Como educadora, fundou uma escola mista (para meninos e meninas) no Maranhão, a primeira do estado e uma das primeiras do país, no início da década de 1880.

Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, capital do Maranhão. Sua mãe, Leonor Felippa dos Reis, foi uma escravizada alforriada. Seu pai, João Pedro Esteves, um homem de posses, sócio do Comendador Caetano José Teixeira a quem sua mãe serviu.

A informação sobre a paternidade não consta no documento de batismo de Firmina, apenas na certidão de óbito, redigida no dia 11 de novembro de 1917.

Aos 5 anos, Maria Firmina ficou órfã e se mudou para a cidade de Guimarães, no interior  do  Maranhão, para viver na casa da tia materna. Lá, formou-se professora não há informações sobre como foi essa formação e, aos 25 anos, foi aprovada em um concurso público para lecionar Primeiras Letras.

Maria Firmina exerceu o magistério por muitos anos e recebeu o título de Mestra Régia. Na imprensa local, publicou poesia, ficção, crônicas e até enigmas e charadas.

Quando se aposentou, no início da década de 1880, fundou em Maçaricó a primeira escola mista do Maranhão, gratuita para os alunos cujos pais não tinham condição de pagar.

As atividades da escola acabaram sendo suspensas depois de dois anos e meio por causar grande polêmica na época. Afinal, era comum que meninos e meninas frequentassem turmas distintas.

Úrsula: a principal obra de Maria Firmina O romance Úrsula foi publicado em 1859. A história conta com protagonistas brancos, mas, pela primeira vez na literatura brasileira, personagens negros têm voz.

Na obra, africanos e afro-brasileiros refletem sobre as relações opressivas que enfrentavam em uma sociedade escravista e patriarcal. Por isso, este considerado, também, o primeiro romance da chamada literatura afro-brasileira.

O Navio Negreiro (1870), de Castro Alves, e A Escrava Isaura (1875), de Bernardo Guimarães, obras amplamente, conhecidas no Brasil, foram publicadas anos depois do romance de Firmina.


MAIS INFORMAÇÕES


Segundo o registro, Maria Firmina foi batizada na freguesia de Nossa Senhora da Vitória, em São Luís do Maranhão, sendo padrinhos o capitão de milícias João Nogueira de Souza, e Nossa Senhora dos Remédios, não sendo informada nem sua paternidade nem a data do nascimento. Em 25 de junho de 1847, visando a inscrição no concurso público da cadeira de primeiras letras da vila de São José de Guimarães, então apenas possível para a idade mínima de 25 anos, Maria Firmina solicitou nova certidão de justificação de batismo, na qual informou a data de nascimento como 11 de março de 1822, e o nome de sua mãe, Leonor Felipa, mulata forra, sendo o processo concluído em 13 de julho desse ano. Leonor Felipa havia sido escrava do comendador Caetano José Teixeira, falecido em 1819, grande comerciante e proprietário de terras na vila de São José de Guimarães, proprietário de uma companhia comercial com avultadas transações no fim do período colonial, e no início do Império.

Tanto o registro de batismo como a certidão de 1847 são omissas em relação ao nome do pai de Maria Firmina, o qual apenas é declarado no seu registro de óbito, datado de 17 de novembro de 1917, com o nome de João Pedro Esteves. João Pedro Esteves, homem de posses, era sócio do antigo dono da mãe de Maria Firmina, a escrava Leonor Felipa, na sua companhia comercial.

Segundo algumas fontes, seria prima do escritor maranhense Francisco Sotero dos Reis por parte da mãe, embora se desconheça com que fundamento e em que grau.

Em 1830, mudou-se com a família para a vila de São José de Guimarães, no continente. Viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna mais bem situada economicamente. Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução Primária nessa localidade e, sendo aprovada, ali mesmo exerceu a profissão, como professora de primeiras letras, de 1847 a 1881. Maria Firmina dos Reis nunca se casou. Maria Firmina dos Reis morreu, cega e pobre, aos 95 anos, na casa de uma ex-escrava, Mariazinha, mãe de um dos seus filhos de criação.

É a única mulher dentre os bustos da Praça do Pantheon, que homenageiam importantes escritores maranhenses, em São Luís.

 

SELEÇÃO OBTIDA A PARTIR DO LIVRO ESCRITORAS BRASILEIRAS DO SÉCULO XIX: ANTOLOGIA.

 

Úrsula. Romance, 1859.

Gupeva. Romance, 1861/1862 (O jardim dos Maranhenses) e 1863 (Porto Livre e Eco da Juventude).

Poemas em: Parnaso maranhense, 1861.

A escrava. Conto, 1887 (A Revista Maranhense n° 3)

Cantos à beira-mar. Poesias, 1871.

Hino da libertação dos escravos. 1888.

Poemas em: A Imprensa, Publicador Maranhense; A Verdadeira Marmota; Almanaque de Lembranças Brasileiras; Eco da Juventude; Semanário Maranhense; O Jardim dos Maranhenses; Porto Livre; O Domingo; O País; A Revista Maranhense; Diário do Maranhão; Pacotilha; Federalista.

Composições musicais: Auto de bumba-meu-boi (letra e música); Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); Hino à Mocidade (letra e música); Hino à liberdade dos escravos (letra e música); Rosinha, valsa (letra e música); Pastor estrela do oriente (letra e música); Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música).



FONTE BIOGRÁFICA COMPLETA

http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/16721-maria-firmina-dos-reis-vida,-obra-e-curiosidades-sobre-a-escritora

 

PROJETO PODCAST – MEMÓRIA CULTURA DA ANL - EDIÇÕES CONCLUÍDAS E DISPONÍVEIS NAS PLATAFORMAS: YOU TUBE E FACEBOOK

 




PROJETO PODCAST – MEMÓRIA CULTURA DA ANL - IDEAÇÃO DE PAULO ROBERTO CECCHETTI E APOIO INTEGRAL DO PRESIDENTE EDGARD FONSECA. 


CLICAR NOS LINKS PARA ASSISTIR A TODOS.


01- EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - DAVI ALEXANDRISKY 

https://youtu.be/59hhqmM0gck

 

02- EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - MAGDA BELLOTI

 

https://youtu.be/_f6t8OY98LY

 

03 - EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - SÁVIO SOARES DE SOUSA. 


https://youtu.be/rMgJZkeFoDM

 

04 - EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - ANTÔNIO MACHADO  


https://youtu.be/M6gxrkk6dLQ

 

05 - EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS - WANDERLINO TEIXEIRA LEITE NETTO

https://youtu.be/mxBVRMbEaZo

 

 

 

05 EDIÇÃO DO PROJETO PODCAST DA ANL - WANDERLINO TEIXEIRA LEITE NETTO




A ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS prossegue com o seu ciclo de “Podcast”. O projeto cultural tem como objetivo, resgatar a memória da cultura fluminense. As edições são realizadas através de depoimentos sobre artes, educação e cultura em diversos campos. Produzidos por acadêmicos e personalidades que fazem culturas em nossa cidade e no Estado do Rio de Janeiro.

A ideação tem a assinatura do Vice-presidente, acadêmico Paulo Roberto Cecchetti. A apresentação dos episódios e a coordenação do ciclo são feitas pelo acadêmico presidente da ANL, Edgard Fonseca Filho.

O quinto episódio foi gravado com o Escritor, poeta e acadêmico Wanderlino Teixeira Leite Netto e está disponibilizado ao público na plataforma Youtube, para assistir, clicar no link: https://youtu.be/mxBVRMbEaZo


quarta-feira, 2 de março de 2022

O ÚLTIMO ADEUS DE VERONICA CARLSON ATRIZ INGLESA




A ATRIZ INGLESA VERONICA CARLSON, que estrelou clássicos de terror da Hammer, morreu no dia  27 de fevereiro de 2022 de causas naturais na Carolina do Sul, EUA. 

Ela estreou no cinema em 1967 como figurante na sátira de 007 “Cassino Royale” e na comédia musical “As Psicodélicas”, antes de ganhar seu primeiro papel de destaque num terror da Hammer, como vítima preferencial do vampiro interpretado por Christopher Lee em “Drácula, o Perfil do Diabo” (1968). 

Carlson nunca escondeu que foi sua beleza que lhe rendeu seu primeiro grande papel. “Um tabloide publicou uma foto em que eu saia da praia em um biquíni branco e [o executivo da Hammer] Jimmy Carreras viu aquela fotografia e disse que me queria em seu próximo filme. Então, fiz um teste e acabei nos braços de Drácula”, contou numa entrevista de 2014.

 

FONTE:

 

https://www.msn.com/pt-br/cinema/noticias/veronica-carlson-1944%e2%80%932022/ar-AAUtPJB?ocid=chromentpnews

90 ANOS DO ENCANTAMENTO DE LEOPOLDO FRÓES

 






90 ANOS DO ENCANTAMENTO DE LEOPOLDO FRÓES

 

Leopoldo Constantino Fróes da Cruz foi ator, compositor e teatrólogo, nasceu em Niterói-RJ, em 30 de setembro de 1882 e faleceu em Davos, Suíça, em 02 de março de 1932. É o PATRONO da Cadeira 45 da nossa Academia Niteroiense de Letras, e o membro que a ocupa atualmente é o acadêmico Lauro Gomes de Araújo. Cujos antecessores na importante Cadeira foram: Maria Moura da Costa; Herval de Souza Tavares. O intelectual também é Patrono da Cadeira nº 8 da Classe de Belas-Artes da Academia Fluminense de Letras, quem a ocupa a importante Cadeira é a professora e declamadora Maria das Graças Rego (Gracinha Rego).

É nome da Estrada que liga Icaraí a São Francisco em Niterói e do colégio Estadual no Largo da Batalha.

Formado em Direito, mas nunca exerceu a profissão, estreou como ator, em Portugal, na peça “O rei maldito”, de Marcelino Mesquita. Retornou ao Brasil em 1908, deu início a uma longa atividade teatral como ator, produtor e líder de classe.

Atuou no filme “Perdida”, em 1916, sob a direção de Luís de Barros, e “Minha noite de núpcias”, filme português produzido pela Paramount em Paris, França, em 1931, com Beatriz Costa e Estevan Amarante.

Escreveu duas peças para o teatro musicado, “Outro amor” e “A mimosa”, de onde saiu sua famosa canção de mesmo nome, que ele próprio gravou em disco Odeon (da Casa Edison), em 1921, sua única atuação como cantor. Além disso, compôs o lundu Samba fidalgo, o one-step Aime l'amour, o choro Samba choroso (com J. F. Machado) entre outros.

 

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE LEOPOLDO FRÓES

 

- Sempre quis dedicar-se ao teatro. Mas a família não permitia.

- Formou-se em Direito e seu pai conseguiu-lhe um cargo diplomático.

- Foi trabalhar em Paris, mas não era visto jamais na Embaixada.

- Depois, em Portugal, iniciou a carreira artística.

- Voltou ao Brasil e, em 1915, foi contratado pela Cia. de Dias Braga. Formou sua primeira empresa com a atriz Lucília Péres, de quem se separaria dois anos depois.

- Com o lançamento da comédia de Cláudio de Sousa "Flores da Sombra" (1917), Fróes possibilitou a eclosão da saga de comédia de costumes de cunho nacionalista que marcou os anos do pós-guerra.

- A partir dessa época e até meados dos anos 20, firmou-se como o mais importante ator e empresário brasileiro. Mas, contrário à instituição da SBAT, recusava-se a encenar peças de autores filiados a essa Sociedade. Foi por isso que brigou com Renato Vianna, quando este filiou-se à SBAT, estando levando com extraordinário sucesso a peça "Gigolô" (1924). Foi impedido pelo autor (com a ajuda da polícia) de continuar apresentando a obra.

- O extraordinário talento de Leopoldo Fróes servia-lhe para improvisações. Pouco ensaiava os textos e raramente os estudava. Isso ocasionou prematuro declínio em sua carreira, quando seu trabalho começou a ser comparado ao de jovens atores como Procópio Ferreira ou Jayme Costa, ficando em desfavor.

- Sentindo-se abandonado pela platéia, voltou a Portugal e trabalhou com algumas companhias.

-Estava já doente, no inverno, e fazia papel em um filme, em Paris. O esforço físico e o rigor das baixas temperaturas minaram-lhe as últimas forças. Internou-se em um sanatório na Suíça, onde veio a falecer em 1932.

- O documentário em curta-metragem A Companhia Leopoldo Fróes consta como "Filme desaparecido" na Cinemateca Brasileira

- Imprensa Animada V.2 N.029 (1942) é um filme em homenagem a ele e Apolônia Pinto, "Um reconhecimento do Governo Brasileiro aos seus filhos ilustres".


OUTRAS INFORMAÇÕES


Desde pequeno, sempre sonhou em ser ator, mas seus pais eram completamente contra isso e não permitiram que ele seguisse seus sonhos. Formou-se então em Direito e seu pai lhe conseguiu um cargo diplomático.

Foi trabalhar em Paris, mas nunca era visto na Embaixada. Começou sua carreira de ator, então estreando no teatro em Portugal, em O rei maldito.

Em 1915, voltou ao Brasil e foi contratado pela Companhia de Dias Bragas. Depois de um tempo montou sua primeira empresa com a atriz Lucília Peres, de quem se separou depois de dois anos.

Fez grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo entre 1917 e 1927. No cinema, trabalhou em Perdida(1916) e Minha noite de núpcias(1931). Escreveu para o teatro duas peças em três atos:Mimosa e Outro amor. Deve-se a Leopoldo Fróis a primeira tentativa séria, depois de João Caetano, de dar à arte cênica e sobretudo a dicção brasileira valor de curso estético.

Leopoldo Fróes faleceu no dia 1º de março de 1932. Durante a filmagem do filme Noite de Núpcias, o ator apanhou resfriado que evoluiu para uma tuberculose, sendo internado no Sanatório Davos-Platz, onde veio a falecer.

Além de todo esse fascínio pelos palcos, por atuar, interpretar e improvisar, Leopoldo Fróes tinha grande paixão pelo social. Em 1918, conseguiu juntar alguns amigos do meio artístico e jornalistas, como: Eduardo Leite, Mário Magalhães, Irineu Marinho, entre outros, para abraçarem uma causa social. Fundaram então o "Retiro dos Artistas", uma associação que pudesse acolher os artistas que não tinham mais amparo, que precisassem de ajuda.

Em 1919, Leopoldo junto com seu grupo de amigos, conseguiu a doação de um terreno, de propriedade de Frederico Figner, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, aonde foi montado então o Retiro, que teve como primeiros moradores o casal Madalena e Domingos Marchisio.

O Retiro dos Artistas criado por Leopoldo Fróes existe até hoje. Com aproximadamente trinta e cinco casas, o lugar presta assistência a muitos artistas idosos que não têm lugar para morar.




FONTE BIOGRÁFICA

Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora - PubliFolha.

Instituto Moreira Salles; Meu cinema brasileiro - Leopoldo Froes.

Crédito Fotografia: Teatro e Revista Brasileira e Actores|Geneall.net

 

terça-feira, 1 de março de 2022

ALGUNS DESLIZES PARA OS AMANTES DOS CARMINA BURANA PRESTAREM ATENÇÃO E NÃO COMETEREM "SILABADAS".


 


 

1- Atenção. A correta pronúncia do nominativo plural neutro CARMINA não é"Car mí - na", na pronúncia, mas o correto é CÁR-MI-NA , sendo a sílaba tônica da palavra proparoxítona. Entretanto, em Carmina não há visível o acento agudo, porque Carmina é uma palavra latina e em latim os acentos são bem diferentes das marcações em português. No idioma latino usa-se outro tipo de acento: macron e braquia. Mas, não me cabe aqui aprofundar-me nos acentos em latim. O que interessa, é que o leitor, ou falante ao usar a palavra CARmina acentue a tônica (proparoxítona) e nunca mais acentue o 'mi' nos CAR-mina Burana.

 

2- Tal erro tem induzido até pessoas cultas apresentarem essa falha na troca na emissão do vocábulo Carmina, cometendo o que os teóricos chamam de "silabadas", ou seja, deslocamento do verdadeiro acento tônico proparoxítona da palavra para erradamente paroxítona.

 

Repito: A correta pronúncia é Cármina, portanto, é como tivesse um acento agudo na silaba Cármina e não "Carmína Burana. Mas não coloque o acento em português. Em latim, o acento é outro e funciona de forma diferente.

 

Tal erro, aliás, é muito presente entre locutores de rádio e televisão. Eu mesma já telefonei a rádios e tevês para não ensinarem errado. Por favor, não me venham que a dinâmica é dinâmica. Mas Carmina está consignada através dos tempos, desde os séculos dos goliardos e mais além no império romano.

 

3 - Outra questão: Qual o correto: Os Carmina? Ou as Carmina? Pelo fato de a palavra latina "carmina" ser um substantivo neutro plural, cuja primeira significação é "cânticos" e também "canções', Então, pergunta-se: que artigo definido empregar - masculino ou feminino? Há críticos que adotam a forma feminina fazendo a concordância com o vocábulo "carmina (atenção "carmina" e palavra no plural neutro) Já outros entendem que o correto seria masculino, com a tradução aí implícita de "carmina" para os cantos. Eu prefiro: Os CARMINAS BURANAS, MUSICADOS POR Orff...

 

Amanhã entraremos nos Goliardos, aqueles clérigos vagantes da Idade Média. Fanfarrões, críticos, inteligentes. A nossa Grande Nélida Piñon ama o universo medievo, E eu também. Os Goliardos são autores dos séculos XII-XIII, dos textos poéticos, musicados pelo grande CARL ORFF no século XX.



COMENTÁRIO DE ALBERTO ARAÚJO


Para entender melhor OS CARMINA BURANA trouxemos a Mestra Dalma Nascimento para explicar a todos nós. Sobre os Carmina Burana o título, em latim de um manuscrito de 254 poemas e textos dramáticos, datados, em sua maioria, dos séculos XII e XIII. E vinte e quatro poemas dos Carmina Burana foram musicalizados por Carl Orff. Ficamos sabendo que a premiadíssima escritora Nélida Piñon é apaixonada por todos esses manuscritos medievais.  

Abraços do ALBERTO ARAÚJO - editor do Focus.





ROBERT WADLOW O HOMEM MAIS ALTO DO MUNDO

 


 


 

Amigos, eu encontrei essa matéria muito interessante, estou repassando a vocês. Este é Robert Wadlow. O que ele tem de especial? Apenas 2 metros e 75 de altura, sendo assim o homem mais alto da história. Wadlow morreu em 1940, aos 22 anos, e foi enterrado em um caixão que media 3,28 m de comprimento e 76 cm de largura.

 

O homem mais alto da história médica para quem há evidências irrefutáveis é Robert Pershing Wadlow (EUA) (nascido às 6h30 em Alton, Illinois, EUA, em 22 de fevereiro de 1918), que, quando medido pela última vez em 27 de junho de 1940, foi encontrado 2,72 m (8 pés 11,1 pol) de altura.

***

Robert morreu à 1h30 da manhã de 15 de julho de 1940 em um hotel em Manistee, Michigan, como resultado de uma bolha séptica no tornozelo direito causada por uma órtese, que havia sido mal ajustada apenas uma semana antes.

 

O maior peso registrado de Robert foi de 222,71 kg (35 st 1l b) em seu aniversário de 21 anos e ele pesava 199 kg (31 st 5 lb) no momento de sua morte.

 

Seu tamanho de sapato era um enorme 47 cm de comprimento, ele tinha uma envergadura de braço de 2,88 m (9 pés 5,75 pol) e suas mãos mediam 32,4 cm (12,75 pol) do pulso até a ponta do dedo médio.

 

O pico de consumo diário de alimentos de Robert foi de 8.000 calorias - mais de três vezes a quantidade recomendada para homens de tamanho médio.

 

Aos nove anos de idade, ele foi capaz de carregar seu pai Harold F. Wadlow (falecido em setembro de 1967), mais tarde prefeito de Alton, que tinha 1,8 m (5 pés 11 pol) e pesava 77 kg (170 lb), subindo as escadas da casa da família.

 

Suas últimas palavras foram 'O médico diz que não vou chegar em casa para as comemorações' (uma referência às bodas de ouro de seus avós paternos).

 

Para o nosso 60º aniversário, olhamos para trás ao longo dos anos os homens mais altos, de Robert Wadlow a Sultan Kosen (o homem vivo mais alto com 2,40m).

 

AS PESSOAS MAIS ALTAS AO LONGO DO TEMPO

As últimas 10 pessoas mais altas datam de quase 100 anos. Ninguém ainda derrotou Wadlow – o homem mais alto de todos os tempos.

Nome (nacionalidade) Altura (cm) Ano

Bernard Coyne (EUA) 248 1921

Robert Wadlow (EUA) 272 1940

Edward “Ted” Evans (Reino Unido) 234 1957

Suleiman Ali Nashnush (LBY) 246 1964

John F Carroll (EUA) 263 1966

Don Koehler (EUA) 248 1970

Haji Mohammad

Alam Channa (PAK) 232 1981

Radhouane Charbib (TUN) 235 1999

Xi Shun (CHN) 236 2005

Sultan Kösen (TUR) 251 2011

 

 

 

FONTE – GUINNESS WORLD RECORDS. Disponível em:

http://www.guinnessworldrecords.com/records-3000/tallest-man-ever/    

Acessado em: 27-02-22  

CONFECÇÃO DA PRIMEIRA BANDEIRA NACIONAL EM NITERÓI





A bandeira foi criada pelo Decreto No 4, de 19 de novembro de 1889, que também estabeleceu as diretrizes para as armas e selos nacionais. A partir de então, o 19 de novembro passou a ser conhecido como "dia da bandeira".

A primeira bandeira da República foi bordada por Flora Simas de Carvalho, que vivia desde 1886 na Aldeia Imbui, fundada na primeira metade do século XIX, na cidade de Niterói, em uma localidade à época totalmente deserta e sem vias de acesso, onde, posteriormente, o Exército brasileiro construiria no local uma fortaleza.

A bandeira sendo bordada no seio da família de dona Flora, seria retratada no quadro A Pátria, de 1919, de autoria do pintor Pedro Bruno, sua obra mais conhecida, que hoje se encontra em exposição no Museu da República, no Rio de Janeiro. Essa bandeira subiu ao mastro pela primeira vez no próprio dia 19 de novembro de 1889, em frente ao antigo prédio do ministério da Guerra, onde atualmente se localiza o Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, no Rio. O pavilhão original está preservado no acervo do Museu Imperial, de Petrópolis.





PARABÉNS RIO DE JANEIRO PELOS 457 ANOS!




PARABÉNS RIO DE JANEIRO PELOS 457 ANOS!  O RIO DE JANEIRO, chamada, carinhosamente, pela alcunha de “Cidade Maravilhosa” pelo poeta André Filho celebra em 01 de março os seus 457 anos de história e a cada dia encanta os seus filhos, turistas e visitantes com os seus monumentos e belezas de suas praias. No Cristo Redentor, às 8 horas foi celebrada uma santa missa pelo arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Dom Orani Tempesta abrindo assim as comemorações pelos 457 anos da Cidade Maravilhosa.  O Rio de Janeiro foi fundado no dia 01 de março de 1565, pelo capitão português Estácio de Sá. Ao longo dos anos o Rio serviu de inspiração para muitos artistas, entre eles, cantores e compositores que retratam em suas músicas a beleza, a geografia e a cultura da cidade. A cidade é considerada o maior destino turístico internacional no Brasil.

MINUTA ALBERTO ARAÚJO

FOCUS PORTAL CULTURAL

 

CLICAR NO LINK: https://youtu.be/n5PT20cmfQk

 

Rio de Janeiro é um município brasileiro, capital do estado homônimo, situado no Sudeste do país. Maior destino turístico internacional no Brasil, da América Latina e de todo o Hemisfério Sul (em 2008), a capital fluminense é a cidade brasileira mais conhecida no exterior, funcionando como um "espelho", ou "retrato" nacional, seja positiva ou negativamente. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sexta maior da América e a trigésima quinta do mundo. Sua população estimada pelo IBGE para 1.º de julho de 2021 era de 6 775 561 habitantes. Tem o epíteto de Cidade Maravilhosa e aquele que nela nasce é chamado de carioca.

Classificada como uma metrópole, exerce influência nacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político brasileiros, e é um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, o morro do Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, as praias dos bairros de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, entre outras; os estádios do Maracanã e Nilton Santos; o bairro boêmio da Lapa e seus arcos; o Theatro Municipal do Rio de Janeiro; as florestas da Tijuca e da Pedra Branca; a Quinta da Boa Vista; a Biblioteca Nacional; a ilha de Paquetá; o réveillon de Copacabana; o carnaval carioca; a Bossa Nova e o samba. Parte da cidade foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1 de julho de 2012.

Representa o segundo maior PIB do país (e o 30.º maior do mundo), estimado em cerca de 329 bilhões de reais (IBGE/2016), e é sede das duas maiores empresas brasileiras - a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, o Grupo Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 19% da produção científica nacional, segundo dados de 2005.[18] Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta - pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC).

 

A cidade foi, sucessivamente, capital da colônia portuguesa do Estado do Brasil (1763-1815), depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), do Império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida definitivamente para a recém-construída Brasília. Naquele ano, o Rio foi transformado em uma cidade-estado com o nome de Guanabara e, somente em 1975, torna-se a capital do estado do Rio de Janeiro após sua fusão com a Guanabara.

















MESSODY BENOLIEL É HOMENAGEADA PELO FOCUS PORTAL CULTURAL DO JORNALISTA ALBERTO ARAÚJO



MESSODY RAMIRO BENOLIEL CANTORA, COMPOSITORA, ESCRITORA E POETISA É HOMENAGEADA PELO FOCUS PORTAL CULTURAL DO JORNALISTA ALBERTO ARAÚJO. 


Messody Ramiro Benoliel seu talento artístico tem múltiplas facetas: cantora, compositora, escritora e poetisa. Cognominada de "Edit Piaf brasileira" por Ivon Curi.  Além das artes é formada em Direito. Seus pais eram de origem marroquina.  Fez os cursos primário e ginasial no Colégio Anglo Americano, e o curso clássico no Colégio Andrews. Em 1952, ingressou na Faculdade de Direito da UERJ. Formada em Inglês pela Cultura Inglesa. Estudou Literatura na Oficina Literária do Professor Ivan Cavalcanti Proença. 

Foi a primeira aluna de violão do Maestro Rildo Hora, possuindo até hoje um violão que foi de propriedade dele.  Foi por várias vezes na companhia de Rildo Hora à boite Cangaceiro, onde dava algumas canjas,  após a apresentação da cantora Elizete Cardoso. Iniciou a carreira artística com apenas quinze anos de idade, na década de 1950, cantando no programa Papel Carbono apresentado na Rádio Nacional pelo radialista Renato Murce, tendo tirado o primeiro lugar. 

Apresentou-se cantando músicas brasileiras, além de canções do repertório de cantoras como Doris Day, Dina Shore e Ella Fitzgerald. Na Rádio Nacional atuou com as orquestras dos maestros Chiquinho e Ferreira Filho, entre outros. Com 17 anos de idade foi contratada para ser crooner da orquestra de Maestro Chiquinho. 

Posteriormente cantou com as orquestras de Waldemar Szpilman, Ferreira Filho e com muitos outros conjuntos, tendo inclusive sido crooner da Boite Drink de propriedade de Djalma Ferreira, e na qual se apresentava o cantor Cauby Peixoto, que, segundo depoimento dela, sempre ao terminar o show, dizia: - “Messody, segura os gringos”. 

Ainda, em sua fase inicial, cantava acompanhadas por Johnny Alf (ambos com a mesma idade), integrantes que eram do Sinatra Farney Fan Club, dirigido artisticamente, por Carlos Manga. Atuou com grandes nomes da música popular brasileira como Johnny Alf, Sacha, João Roberto Kelly e outros. Sua carreira sofreu uma interrupção, pois o pai não a queria atuando como cantora e por isso foi substituída como crooner da orquestra de Ferreira Filho pela então iniciante Dolores Duran. 

Em 2005, foi convidada para cantar para o Cônsul da França no Brasil, Richard Barbeyron, na Academia de Letras e Artes do Rio de Janeiro, quando de uma homenagem à Queda da Bastilha. No mesmo ano, foi eleita a "Rainha do Carnaval da Idade Feliz", em evento presidido pelo cantor e ativista cultural Almir Saint-Clair. Tem sido convidada como cantora de músicas francesas para shows no Iate Clube do Rio de Janeiro, e também para shows beneficentes em vários clubes do Rio de Janeiro entre os quais o Clube Israelita Brasileiro, e ainda apresentações em saraus na Grande Loja do Oriente, para maçons e convidados. 

Ao longo de sua carreira trabalhou com inúmeros músicos, entre os quais, Geraldo Hachia, Tony Botelho, Lula, Elizinha Azevedo, Moisés Pedrosa, Paulinho Miracema, Antenor Luz, Wanderley Silva, Ailton Vasconcellos, João Roberto Kelly, Le Petit Juarez, Iane Valum, e Zelito Medeiros.




MESSODY RAMIRO BENOLIEL A “EDITH PIAF BRASILEIRA” DEU SEU ÚLTIMO CANTAR...

 

COM MUITA TRISTEZA COMUNICAMOS EM 01 DE MARÇO DE 2022(terça-feira de carnaval) O FALECIMENTO DA ADMIRÁVEL COMPANHEIRA MESSODY BENOLIEL. 

Sim, a nossa querida e talentosa “EDITH PIAF BRASILEIRA” nos deixa hoje, em plena terça-feira de carnaval. Certamente, os anjos no Céu estão reunidos para ouvi-la cantar... Sorrir... Dançar... Adocicar a todos os corações com a sua magnífica meiguice. A mesma, que por muitos anos inseriu em nossos corações aqui na terra. Que Deus a conserve em seu coração divino. E que todos nós saibamos guardar o seu sorriso, a sua alegria de viver, em súmula, a sua felicidade... No lado esquerdo do peito para sempre. 

Pois sim, nós dessa revista literocultural ainda não sabemos a causa mortis e como será o velório e o sepultamento. A triste notícia nos foi pregada logo ao amanhecer. Ficamos sabendo do acontecido, após postagem da escritora e jornalista Nina Fernandes publicada no grupo de Whatsapp da Rede Sem Fronteiras.  

Por ironia de o destino, Messody dar o seu último cantar em plena terça-feira de carnaval. Logo ela que por muitos anos embalou e nos encantou com as interpretações de suas lindas músicas.

Na simbologia, uma profecia? Um alerta? Talvez, não sabemos a coincidência.

No entanto, conveio para que todos percebam que a vida é para ser vivida intensamente, em todas as oportunidades: cante, dance, sorria... Que sejamos agradáveis com as pessoas, companheiros de labutas diárias e acima de tudo com os nossos familiares. Certamente, Messody aproveitou a sua vida, soubemos que estava debilitada e que o Alzheimer tomou conta de seu viver. Foram essas as últimas informações que tivemos dela.

A querida amiga de origem marroquina foi por muitos anos uma personalidade amiga de todos. Em todos os momentos nos encontros culturais ela participava e certamente, dava a sua contribuição literocultural, isto é, recitava poemas ou interpretava uma música, muitas vezes de sua autoria e em outras, composições interpretadas por Edith Piaf. Daí que todos nós com imenso carinho e “mimo” a chamávamos de Edith Piaf brasileira. Do lado afetivo, uma pessoa adorável e cheia de alegria. Quando adentrava aos ambientes, logo, o recinto ficava alegre e aprazível de conviver. Estamos muito desolados e por esse motivo, esta revista cultural está de luto.

Ah! Em época atrás, prestamos-lhe uma homenagem. Assim disponibilizamos no You Tube. Adianto que é espetacular esse tributo. 

Aos seus fãs e amigos que desejarem assistir é só clicar no link: https://youtu.be/qDQgAhl_36M

 

ALBERTO ARAÚJO - EDITOR DO FOCUS.










Natália Timberg e Messody Benoliel no PEN CLUBE DO BRASIL

Messody, Gladis e Shirley, no PEN CLUBE DO BRASIL
Lançamento Livro da Helena Ferreira





FONTE BIOGRÁFICA

http://dicionariompb.com.br/messody-benoliel/biografia