segunda-feira, 6 de junho de 2016

ARTHUR RUBINSTEIN - PIANISTA VIRTUOSO DO SÉCULO XX - UM VÍDEO ESPECIAL PARA VOCÊ - CONFIRA.

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 ARTHUR RUBINSTEIN - PIANISTA
 

Arthur Rubinstein  nasceu em Łódź na Polônia, em 28 de janeiro de 1887, foi um pianista polonês e judeu, naturalizado estadunidense muito conhecido como um dos melhores pianistas virtuosos do século XX. Foi aclamado internacionalmente por suas performances de Chopin e Brahms.

Rubinstein começou a tocar piano muito cedo, com apenas três anos. Aos 6 anos, tocou em público pela primeira vez. Entrou para o Conservatório de Varsóvia aos oito anos, onde foi aluno de Paderewski e Ludomir Różycki. Prosseguiu seus estudos em Berlim com Heinrich Barth, apresentando um recital em 1900.

Em 1906 apresentou-se em Nova Iorque, como solista da Orquestra de Filadélfia. Volta a morar na Europa. Em Paris, atua como professor de piano. Durante a Primeira Guerra Mundial, atua como intérprete militar em Londres. Apresenta-se em duo com o violinista Eugène Ysaÿe. Em 1916 visita a Espanha, onde interpreta composições de Granados e Manuel de Falla. A Fantasia Bética, deste último, é dedicada à Rubinstein.

Em 1919 vem ao Brasil, e conhece Villa-Lobos. Interessa-se pelas modernas composições deste, e torna-se responsável pela divulgação de suas mais famosas composições. Em sua homenagem, Villa-Lobos escreveu seu Rudepoema (1926). Rubinstein também interpretava composições de seu compatriota e amigo Karol Szymanowski. Stravinsky dedicou-lhe os 3 Movimentos de Petruschka (1921) - considerada sua mais difícil obra para piano.
 
 
ARTHUR RUBINSTEIN - PIANISTA
 
 

Em 1928,conhece Aniela Mlynarski, com quem viria a casar-se em 1932. A partir de então, renova sua técnica, e depois de algum tempo dedicado a intensivos estudos apresenta-se nos EUA em 1937. Desde então, tem sua reputação de grande intérprete assegurada.

Nos anos da Segunda Guerra Mundial, muda-se para os Estados Unidos, e em 1946 obtém cidadania americana. Rubinstein apresentou-se em muitos países - As Américas, Europa, África, Ásia e Oceania - e tornou-se uma celebridade. Suas gravações, sempre muito bem recebidas, revelam um extenso repertório: Chopin (integral das obras para piano), Schumann, Granados, Falla, Prokofiev, Villa-Lobos e Stravinsky, e música de câmara, além de concertos de Chopin, Brahms, Beethoven, Mozart, Schumann, Grieg, Tchaikovsky, Rachmaninoff e Saint-Saëns. Rubinstein revelava extrema modéstia quando falava de si próprio.

Sua personalidade mostrava interesse não apenas em música, mas nos pequenos e refinados momentos de prazer que a vida oferece. Sua última atuação pública deu-se em 1976, quando já estava com 89 anos, na sala de espetáculos londrina Wigmore Hall, onde tocara pela primeira vez quase 70 anos antes. O pianista faleceu em Genebra em 20 de dezembro de 1982.

No final de sua vida, escreveu uma auto-biografia em dois volumes: My Young Years(1973) e My Many Years(1980).

 



ARTHUR RUBINSTEIN INTERPRETA CHOPIN
 
UMA PLAYLIST /AUDIÇÃO ESPECIAL
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ARTHUR RUBINSTEIN foi um inesquecível intérprete dos românticos, passeando pelo teclado com a graça natural de seu talento, onde outros surgiam pela coragem de um trabalho obstinado.

Sua execução, elogiada pela crítica e saudada pelo público, levou a numerosos prêmios, notadamente o Grammy pelas interpretações de Beethoven e Schumann, mas também de músicas de câmara com Pierre Fournier, violoncelo, e Henryk Szeryng, violino.

Para Rubinstein, o intérprete deveria refletir a mensagem e aprofundar a intenção do compositor. Caso contrário, um robô poderia fazê-lo tão bem. Por essa óptica, lançava um olhar pouco lisonjeiro sobre a jovem geração dos anos 1960. Numa entrevista concedida em 1964, criticava esses jovens que “são demasiado precavidos com a música, não ousam o suficiente e tocam automaticamente e muito pouco com o coração”.

Defendia as melhores características da corrente romântica, porém rejeitava os excessos. Ainda assim, era por vezes criticado pela execução demasiado brilhante e pouco íntima.

Com suas interpretações de Frederic Chopin, contribuiu enormemente para afastar certas derivações maneiristas de muitas infelizes execuções de gerações de pianistas.



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