terça-feira, 7 de junho de 2016

JORGE LUIS BORGES - O HOMERO DE PRATA. HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL. CONFIRA.

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JORGE LUIS BORGES - O HOMERO  DE PRATA
 

 
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EM TODA A BIBLIOTECA HÁ ESPÍRITOS


Penso que em toda a biblioteca há espíritos. Esses são os espíritos dos mortos que só despertam quando o leitor os busca. Assim, o ato estético não corresponde a um livro. Um livro é um cubo de papel, uma coisa entre coisas. O ato estético ocorre muito poucas vezes, e cada vez em situações inteiramente diferentes e sempre de modo preciso. (...) Detenhamo-nos nesta ideia: onde está a fé do leitor? Porque, para ler um livro, devemos acreditar nele? Se não acreditamos no livro, não acreditamos no prazer da leitura.(...) Acompanhamos a ficção como acontece, de alguma maneira, no sonho.

Jorge Luís Borges, in "Camões, por Jorge Luis Borges", jornal O Estado de São Paulo.


 
 
UM POUCO SOBRE
JORGE LUIS BORGES
 
O escritor Jorge Luis Borges nasceu na capital argentina, Buenos Aires em 24 de agosto de 1899, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico literário.  Bilíngue desde a sua infância, aprendeu a ler em inglês antes que em castelhano, por influência de sua avó materna de origem inglesa.
 
Aos seis anos disse a seu pai que queria ser escritor e aos sete escreveu, em inglês, um resumo de literatura grega. Aos oito, inspirado num episódio de "Dom Quixote" de Cervantes, fez seu primeiro conto: "La Visera Fatal". Aos nove anos, traduziu do inglês "O Príncipe Feliz" de Oscar Wilde. Teve influências: William Shakespeare, Adolfo Bioy Casares, Franz Kafka.
 
Em 1914, devido à quase cegueira total, seu pai decide passar uma temporada com a família na Europa. Em Genebra, Jorge escreveu alguns poemas em francês enquanto estudava o bacharelado (1914-1918). Sua primeira publicação registrada foi uma resenha de três livros espanhóis para um jornal de Genebra.
 
 
Em 1919, mudou-se para a Espanha e publicou poemas e manifestos na imprensa. Em 1921, retornou a Buenos Aires e redescobriu sua cidade natal, na efervescência dos anos 20. Nesse clima escreveu seu primeiro livro de poemas, "Fervor em Buenos Aires", publicado em 1923.
 
 
 
 
A partir de 1924, publicou algumas revistas literárias e, com mais dois livros, "Luna de Enfrente" (poesia) e "Inquisiciones" (ensaios), ganhou em 1925 a reputação de chefe da jovem vanguarda de seu país. Nos anos seguintes, ele se transformou num dos mais brilhantes e polêmicos escritores da América Latina.
 
Inventando um novo tipo de regionalismo, acrescentou uma perspectiva metafísica da realidade, mesmo em temas como o subúrbio portenho ou o tango. Nesta fase escreveu "Cuaderno San Martin" e "Evaristo Carriego". Mas logo se cansou desses temas e começou a especular sobre a narrativa fantástica, a ponto de produzir durante duas décadas, de 1930 a 1950, algumas das mais extraordinárias ficções do século, nos contos de "Historia Universal de la infâmia" (1935); "Ficciones" (1935-1944) e "El Aleph" (1949), entre outras.
 
Em 1937, Borges foi nomeado diretor da Biblioteca Pública Nacional, o que foi seu primeiro e único emprego oficial. Saiu nove anos depois, indignado com a inclinação fascista que estava tomando a Argentina.
 
O reconhecimento literário de Borges se solidificou em 1961 com a conquista do prêmio concedido pelo Congresso Internacional de Editores, que dividiu com Samuel Beckett. Logo receberia também prêmios e títulos por parte dos governos da Itália, França, Inglaterra e Espanha. O intelectual Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo faleceu em 14 de junho de 1986, em Genebra na Suíça.
 
 
 
 
 OBRAS
 
 O Aleph (2008)
 Antologia Pessoal (2008)
 Atlas (2010)
 Borges Oral & Sete Noites (2011)
 Discussão (2008)
 Ensaio Autobiográfico (2009)
 Esse Ofício Do Verso (2000)
 O Fazedor (2008)
 Ficções (2007)
 História Da Eternidade (2010)
 História Universal Da Infâmia (1935) (2012)
 O Informe De Brodie (2008)
 O Livro De Areia (2009)
 O Livro Dos Seres Imaginários (2007)
 Nova Antologia Pessoal (2013)
 Nove Ensaios Dantescos &
 A Memória De Shakespeare (2011)
 Outras Inquisições (2007)
 O Outro O Mesmo (2009)
 Poesia (2009)
 Primeira Poesia (2007)
 Prólogos Com Um Prólogo De Prólogos (2010)
 Caixa Dom Quixote (2 Volumes) (2012) - Posfácio.
 


ALGUNS LIVROS DE JORGE LUIS BORGES
 
 

 

















 
 
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