terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

RIO DE JANEIRO ESTÁ ENTRE AS 100 MELHORES CIDADES DO MUNDO



Rio de Janeiro é considerado por um dos mais importantes rankings internacionais como a 54ª melhor cidade do mundo.

A RESONANCE consultoria de marketing de eventos globais fez seu ranking anual “World´s Best Cities“, as melhores cidades do mundo.  Considerado pela Bloomberg como um dos mais completos do mundo, o estudo leva em consideração clima, meio ambiente, segurança, conservação de marcos, prosperidade financeira, diversidade populacional, infraestrutura, programação cultural e divulgação de atividades na web de destinos com mais de 1 milhão de habitantes. E, claro, a cidade mais bonita do mundo, o Rio de Janeiro, novamente está presente na lista, em 54º lugar.

 

Em programação: Cultura, vida noturna, restaurantes e compras o Rio “com sua vida noturna movida a samba” é a 10ª do mundo, e Sampa é a 4ª. A vida ao “Ar Livre” do Rio de Janeiro, com “suas praias tropicais e sensuais e a belezas de seus picos naturais” garantem ao Rio o 7º lugar. E os “Marcos Históricos” em 29º, o que não é uma má posição, já que ficamos muito dependentes de Cristo Redentor e Pão de Açúcar devido ao baixo investimento em outras áreas.

O “World’s Best Cities” recomenda uma passada na Lapa 32ª melhor programação noturna do planeta e cita o Museu da Imagem e do Som (MIS), em Copacabana, previsto para ser inaugurado no primeiro semestre de 2023. Além disso, são imperdíveis trilhas na Tijuca e as já tradicionais subidas ao Cristo e viagem no bondinho do Pão de Açúcar.

Veja as 10 melhores cidades do mundo de acordo com o ranking:

 

Londres/Reino Unido

Paris/França

Nova Iorque/EUA

Tóquio/Japão

Dubai/EAU

Barcelona/Espanha

Roma/Itália

Madri/Espanha

Singapura

Amsterdã/Holanda

 














FONTE:

https://diariodorio.com/rio-de-janeiro-esta-entre-as-100-melhores-cidades-do-mundo/  

PREFEITURA DE NITERÓI VAI EXPANDIR O PROGRAMA APRENDIZ MUSICAL PARA QUASE 50 ESCOLAS DA REDE.




Reunião marcou a apresentação do projeto para diretores das escolas onde o programa vai beneficiar mais de 7.500 alunos

A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Ações Estratégicas e Economia Criativa, vai expandir o Programa Aprendiz Musical que passará a abranger 49 escolas da rede municipal e beneficiar mais de 7.500 alunos. Nessa segunda-feira, dia 27 de fevereiro, os diretores das escolas estiveram reunidos com a equipe do programa para uma apresentação de expansão que tem previsão para iniciar ainda no primeiro semestre de 2023.

O secretário de Ações Estratégicas, André Diniz, explica que o programa existe há 22 anos e é uma oportunidade de transformar crianças e jovens com a linguagem da música.

“Hoje fizemos uma apresentação geral do que vai ser o novo Aprendiz em que vamos chegar a mais de 7,5 mil alunos em praticamente todas as escolas. Por orientação do Prefeito Axel Grael, viemos mostrar toda a excelente infraestrutura que o programa terá. A cidade tem muito a ganhar com isso. Será o maior Aprendiz de todos os tempos, nesses 22 anos. É uma bela oportunidade para que as crianças e jovens possam seguir o caminho da música e fazer parte de um programa que tem tanto êxito no desenvolvimento socioeducacional do aluno”, conta o secretário.

André destaca, ainda, que, no futuro, “o programa terá três sedes: uma na Região Oceânica, outra na Zona Norte e outra no Centro da cidade, com bolsas para os alunos se aperfeiçoarem, com cursos de empreendedorismo e cursos para capacitá-los a participarem de concursos de música e os da orquestra se preparando para o vestibular”.

O Aprendiz promove a educação musical para crianças e jovens do município com até 24 anos e tem como missão a formação integral e cidadã por meio da música, garantindo o acesso à cultura e às artes em sua formação, produção e difusão.

A história do coordenador João Victor Reis se mistura com a do programa. Ele ingressou, no Aprendiz, aos 11 anos de idade quando ainda era aluno da Escola Municipal José de Anchieta, no Caramujo.

“Estudei violino e depois viola, até que eu me ausentei uns meses para fazer faculdade. Assim que comecei a faculdade, retornei. Fui assistente de produção e depois professor. Atuei como professor por 11 anos, de 2011 a 2022, até o ano passado, quando eu comecei na coordenação do programa”.

João detalha a ampliação do projeto e como isso vai impactar na vida das crianças da cidade.

“Estamos ampliando para as 49 escolas da rede. Nosso objetivo é que todas as escolas tenham pelo menos uma atividade do programa acontecendo: seja iniciação musical, seja canto coral, sejam instrumentos. Atualmente, o objetivo é alcançar 7.500 alunos. Não tem requisito, é só querer, ser frequente e responsável. A iniciação musical acontece dentro da sala de aula, no período letivo normal, no ensino regular, e faz parte da grade curricular. Já as aulas de canto coral e instrumentos acontecem na complementação de turno, às quartas-feiras”, reforça o coordenador.

A previsão é que a expansão aconteça ainda no primeiro semestre deste ano. Atualmente, 2,1 mil crianças, moradoras de Niterói, têm aulas gratuitas de iniciação musical, prática de instrumentos de cordas, sopros e percussão e canto e coral. Cerca de 1,9 mil estão na iniciação musical e 200 nos módulos avançados do programa. A expectativa é chegar a 600 estudantes nos módulos avançados, que acontecem fora da grade curricular regular. O objetivo é o desenvolvimento da criança de uma forma completa que passa pela parte motora, psíquica, sensorial, criativo, afetivo, racional e social, por meio de atividades lúdicas que envolvem o cantar, tocar, dançar e escutar.



Crédito fotográfico: Alex Ramos.

EXPOSIÇÃO OSGEMEOS, NOSSOS SEGREDOS, NO CCBB - CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL EM BELO HORIZONTE – MG.


Desde 22 de fevereiro e permanecerá até o dia 22 de maio de 2023, no CCBB BH recebe a mostra “OSGEMEOS: Nossos Segredos”, que reconta a trajetória que consagrou a dupla de artistas brasileiros Gustavo e Otavio Pandolfo.

Esta é a primeira exposição dos artistas em solo mineiro, e conta com quase mil itens e curadoria dos próprios irmãos, apresentando uma visão generosa de um universo lúdico (Tritrez), partilhado por eles desde a infância, do qual se origina boa parte dos personagens que compõem a sua arte.

O conjunto de peças foi organizado de forma a transmitir informações e sensações sobre uma produção artística bastante peculiar. Esse universo não é perfeitamente traduzível em palavras: são janelas que se abrem para outro mundo, com telas, instalações e murais em espaços urbanos que brincam com a imaginação dos visitantes, coletiva ou individualmente. 

A mostra também revela de maneira inédita os cadernos de desenho dos irmãos e apresenta anotações em papéis avulsos, pinturas e esculturas que remetem à experiência espontânea de criar na rua.

A exposição tem entrada gratuita, com retirada de ingresso na bilheteria física do CCBB.

As pessoas que adquirem o ingresso: HORÁRIOS, terão prioridade no acesso à exposição. A entrada de quem adquirir o ingresso “DIÁRIO” estará sujeita à lotação das galerias.

 

Sobre OSGEMEOS

 

Nascidos em 1974, os irmãos Gustavo e Otavio Pandolfo atuam em conjunto desde crianças. Os artistas cresceram numa família que valorizava a visitação à exposições, e foram fortemente influenciados por séries japonesas para a TV, como Ultraman, por animações, como as de The Wall, do Pink Floyd, ou as do filme Heavy Metal, pelas músicas eruditas que ouviam com o avô, e também pelos desenhos que faziam com o irmão mais velho, Arnaldo. 

A partir das ruas do Cambuci (SP), um dos berços da cultura hip-hop nos anos 1980, os gêmeos conviveram com o graffiti, o rap e o break, ou seja, com a força da estética visual, da poesia, da música e da dança de rua, que foram elementos fundamentais de formação da dupla. 

Essas influências deram origem tanto a personagens peculiares – que habitam as ruas em forma de graffiti – como a telas, pinturas e desenhos em papel e madeira, com uma infinidade de objetos planos e tridimensionais que ganharam vida e cores através de um estilo diverso, popular e sofisticado.

 

SERVIÇOS:

Praça da Liberdade, 450 – Funcionários – Belo Horizonte/MG

Telefone de informação: (31) 3431-9400

De 22 de fevereiro a 22 de maio de 2023

Entrada Franca

Classificação livre 







EFEMÉRIDES: HÁ 356 ANOS, EM 28 DE FEVEREIRO DE 1667 FOI FUNDADA A CIDADE DE PARATY – MUNICÍPIO NO LITORAL SUL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

 


Paraty é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, distante 258 quilômetros da capital estadual, a cidade do Rio de Janeiro. Junto ao oceano Atlântico, o território municipal está a uma altitude média de apenas cinco metros do nível do mar. Atualmente, possui 930,7 quilômetros quadrados, com uma população de 39.965 habitantes, representando uma densidade demográfica de 35,6 habitantes por quilômetro quadrado. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE realizada em 2014, o mesmo ocupa a 43ª posição entre os municípios do estado do Rio por população.

O Município de Paraty apresenta referências culturais materiais e imateriais remanescentes do seu povoamento pré-histórico e de seu histórico colonial; conjugadas aos costumes e cultura das populações tradicionais que ainda habitam seu território.

A cidade de Paraty integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO na categoria gastronomia, reconhecimento prévio que já comprovava a relevância internacional da diversidade local. Ao se unir à Ilha Grande, o sítio torna-se ainda mais representativo com áreas de grande riqueza e beleza naturais excepcionais.

O seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é de 0,693, segundo dados de 2010 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD (publicados em 2013), o que é considerado "mediano".

Sua sede distrital está localizada ao nível do mar, em terreno localizado entre os rios Perequê Açu e Mateus Nunes, tendo sido projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas das ruas do núcleo histórico colonial de Paraty são periodicamente inundadas pelo mar.

Em 5 de julho de 2019, uma porção do  território no qual  estão localizados o núcleo histórico colonial de Paraty e a Ilha Grande, em Angra dos Reis, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, por sua integração excepcional entre valores associados ao patrimônio cultural e ao natural; constituindo-se então,  o primeiro sítio misto do Brasil.

Topônimo

O tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro aponta, para o topônimo "Paraty", a etimologia tupi antiga parati'y, com o significado de "rio dos paratis", pela junção de parati (parati) e 'y (rio). "Parati" é tanto uma espécie de peixe da família dos mugilídeos quanto uma variedade de mandioca.

Em vez de Parati, a prefeitura municipal decidiu por usar a grafia Paraty, incorreta segundo a ortografia vigente, mas por tratar-se de nome próprio é aceitável. O gentílico, porém, escreve-se com "i": seus habitantes são denominados paratienses.

Com essa nomeação a região fica reconhecida como patrimônio natural e cultural, a área do Sítio Patrimônio Mundial compreende as seguintes unidades: o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu, o Centro Histórico de Paraty e o Morro da Vila Velha.

A cidade de Paraty já era integrante da Rede de Cidades Criativas da UNESCO na categoria gastronomia e após esse reconhecimento comprova a riqueza da diversidade local. A região se forma pelo intercâmbio das culturas indígena, africana e caiçara que se expressam nos bens culturais da cidade, Paraty engloba uma fusão de características próprias do patrimônio material e imaterial. Herança e vida de povos tradicionais que usam a terra e o mar de forma sustentável, demonstrando a interação do homem com o meio ambiente. Ao se unir à Ilha Grande, o sítio torna-se ainda mais representativo com áreas de beleza natural excepcional.

Critérios específicos apresentados ao Comitê do Patrimônio Mundial fizeram a área ser declarada de importância para toda a humanidade, já que a região se formou pelo intercâmbio entre as culturas indígena, africana e caiçara que se expressam nos bens que usam a terra e o mar de forma sustentável, demonstrando a interação do homem com o meio ambiente; assim como, o fato de conter habitats naturais importantes e significativos para a conservação da diversidade biológica. Assim, o território reconhecido como patrimônio natural e cultural, compreende as unidades de proteção ambiental: Parque Nacional da Serra da Bocaina (Paraty/RJ e Cunha/SP), Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul (Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ); Parque Estadual da Ilha Grande (Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ); Área de Proteção Ambiental de Cairuçu (Paraty/RJ); o Centro Histórico de Paraty e o Morro da Vila Velha (Paraty/RJ).

 





CRÉDITOS DAS FOTOS - VÁRIOS SITES NO GOOGLE


FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Paraty

“SOBRE O AMOR E OUTRAS TRAIÇÕES” DE CARMEN MORENO TEM O SELO DA “EDITORA PATUÁ” DO RIO DE JANEIRO.



Este é o oitavo livro da escritora e ficcionista Carmen Moreno, o recém-lançado “Sobre o Amor e Outras Traições” se desdobra em cinco capítulos, sugestivamente batizados como "O Fim", "Mudança de Pele", "Incêndios", "O Amor (que não traiu)" e "Outras Traições". O primeiro trata de amor, perda, dor e separação - mas também de recuperação, resgate de si mesma. No segundo, ela aborda a noção de coragem para amar, se ferir, se reconstituir ou reerguer-se, e seguir em frente. No terceiro, Carmen aborda o potencial de combustão do amor, enquanto no quarto, a saudades da mãe, já falecida. Por fim, no último capítulo, ela volta à temática das traições, mas não mais a pessoal, e, sim, a social.

CARMEN MORENO E A NOVA LITERATURA, POR INTERMÉDIO DAS PALAVRAS DE CONSTÂNCIA LIMA DUARTE, PROFESSORA E PEQUISADORA DO CNPQ

 “O fim abraça tudo que mal se inicia/ Qual feto morto, na barriga do dia”. Dá realmente gosto ver como a literatura de autoria feminina vem crescendo em qualidade, e fica sempre melhor a cada escritora que surge no horizonte literário! Uma delas, que tem contribuído significativamente para essa renovação, é a carioca Carmen Moreno, premiada poeta e ficcionista, formada em Artes Cênicas e Educação Artística pela UNIRIO, e membro titular do PEN Clube do Brasil. Além da participação em inúmeras antologias, Carmen tem sete livros publicados. Sobre o amor e outras traições guarda alguns dos traços já presentes nos anteriores, como a sensualidade, a escolha sensível das palavras, e certo tom militante. Mas, principalmente, contém uma atmosfera intimista e feminina, que transporta o leitor/a leitora ao encontro de reflexões poéticas sobre o tempo presente, a vida e a morte. Disse: CONSTÂNCIA LIMA DUARTE que é Doutora em Literatura Brasileira (USP) e professora da UFMG. Pós-doutorado na (UFSC) e (UFRJ). Pesquisadora do CNPq, com diversos títulos publicados.

 

 

DA TRAIÇÃO OU SOBRE O PERDÃO – POEMA DE CARMEN MORENO

Enquanto a morte não destrança nossos corpos,

fico por aqui, nesta tarde, na concha do teu abraço,

pichado ainda na pele daquela mulher.

Enquanto a outra não tomba de vez o telhado no piso,

passo um pano empoeirado na dor,

e sobrevivo.

ENTREVISTA DE CARMEN MORENO, CANAL CONVERSA COM ESCRITOR

https://www.youtube.com/watch?v=MAGW5-6d3nQ

 



Carmen Moreno é poeta e ficcionista carioca, membro do PEN Clube do Brasil. Bacharel em Artes Cênicas e Licenciada em Educação Artística (UNIRIO). Publicou: Diário de Luas (romance), Rocco; Sutilezas do Grito (contos), Rocco; O Primeiro Crime (romance policial), Rocco; O Estranho (contos), Five Star; De Cama e Cortes (poesia), UERJ; Loja de Amores Usados (poesia), Multifoco, e Para Fabricar Asas (poesia), Ibis Libris. Integra mais de 35 coletâneas, dentre elas: Antologia da Nova Poesia Brasileira, Olga Savary (Org.), Hipocampo, e Mais 30 Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura Brasileira (contos), Luiz Ruffato (Org.), Record. Sua obra foi tema de dissertação de Mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande/RS. Algumas premiações: Prêmio Casa da América Latina: Concurso de Contos Guimarães Rosa, Rádio França Internacional/Paris; Bolsa de Incentivo ao Escritor Brasileiro (poesia), MINC/BN, e Prêmio de Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos (MINC).



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

A PREFEITURA MUNICIPAL DE NITERÓI, SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURAS, FUNDAÇÃO DE ARTE DE NITERÓI, THEATRO MUNCIIPAL DE NITERÓI, SALA CARLOS COUTO E A ARTISTA KARIN CAGU CONVIDAM PARA A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “BEAU VOIR”. DIA 08 DE MARÇO DE 2023, ÀS 18 HORAS, NA SALA CARLOS COUTO, RUA QUINZE DE NOVEMBRO, 35, CENTRO DE NITERÓI. CURADORIA DE ALEXANDRE MURUCCI.



A Beau Voir da artista Karin Cagy aborda “ageismo” e feminismo. A estilista Karin Cagy, que é também artista plástica apresentara a sua exposição individual, a “Beau Voir”, com curadoria de Alexandre Murucci.

Geralmente os visitantes costumam observar as obras, mas nesse caso, as senhorinhas retratadas em situações ativas se tornaram mais um personagem nas selfies – principalmente a roqueira e a que oferece o “dedo médio” ao espectador. Um convidado acreditava ser uma representação de Iris Apfel, empresária  e ícone da moda de 101 anos, mas as retratadas são genéricas. “Sempre desenhei mulheres e sou muito feminista. Minha pesquisa na pintura sobre ‘ageísmo’, um preconceito que atinge de forma mais contundente o sexo feminino, é onde sinto que meu trabalho mais tem a conectar as pessoas”, diz Karin.

 Sobre o título ‘Beau Voir’: “Significa ‘algo bonito de ver’, mas também flerta com a musa existencialista Simone de Beauvoir, autora de ‘O Segundo Sexo’, de 1949, uma das obras mais celebradas e importantes para o movimento, analisando a condição feminina nas esferas sexual, psicológica, social e política”, diz o curador.





UM POUCO SOBRE KARIN CAGY

Com o desenho presente em sua vida desde seus 5 anos, Karin Cagy já ministrava aos 18 anos, aulas de Pintura em Seda no Club Med. Cursou Modelo Vivo no Parque Lage com Astrea El Jaick e Gianguido Bonfante e, posteriormente, Desenho Industrial na Faculdade da Cidade e Moda na Universidade Candido Mendes. Com ampla experiência na indústria da moda, onde trabalhou por mais de duas décadas, manteve um ateliê de vestidos de festa, à frente de uma grande equipe. Neste período onde desenhava os modelos, gerenciava o processo e fazia todo o tipo de bordados à mão, em peças exclusivas e únicas, sua dinâmica na arte ficou como base de seu trabalho na moda. Mas em 2018, Karin realinhou sua investigação artística e voltou à Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo como professores Luiz Ernesto, Bruno Miguel e Charles Watson, retornando a pintura de forma visceral e profícua.





EFEMÉRIDES: HÁ 90 ANOS EM 27 DE FEVEREIRO DE 1933 NASCIA RUY BELO POETA E ENSAÍSTA PORTUGUÊS O MAGNUM OPUS - HOMEM DE PALAVRAS. TORNOU-SE UM DOS MAIORES POETAS PORTUGUESES DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX.


UM POUCO SOBRE O POETA

RUI DE MOURA RIBEIRO BELO foi um poeta e ensaísta português que nasceu em São João da Ribeira, Rio Maior, em 27 de fevereiro de 1933 e faleceu em Queluz, Sintra, em 8 de agosto de 1978 aos 45 anos.

Frequentou o Liceu de Santarém. Em 1951 entrou para a Universidade de Coimbra como estudante de Direito, aderindo pouco depois à Opus Dei. Terminado o curso de Direito, já na Faculdade de Direito de Lisboa.  No ano de 1956, partiu para Roma, onde estudou na Universidade S. Tomás de Aquino (Angelicum). Em 1958 com uma tese intitulada "Ficção Literária e Censura Eclesiástica", o seu doutoramento em Direito Canônico.

Regressado a Portugal, foi diretor literário da Editorial Aster. A seguir foi chefe de redação da revista Rumo. Em 1961 entrou como investigador na Faculdade de Letras de Lisboa, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1966 aos 33 anos se casou com Maria Teresa Carriço Marques, nascendo deste casamento três filhos Diogo (1967), Duarte (1968) e Catarina (1974). 

Apesar do curto período de atividade literária, Ruy Belo tornou-se um dos maiores poetas portugueses da segunda metade do século XX, tendo as suas obras sido reeditadas diversas vezes. Os seus primeiros livros de poesia foram Aquele Grande Rio Eufrates de 1961 e O Problema da Habitação de 1962.  Às coletâneas de ensaios Poesia Nova de 1961 e Na Senda da Poesia de 1969, seguiram-se obras cuja temática se prende ao religioso e ao metafísico, sob a forma de interrogações acerca da existência. É o caso de Boca Bilingue de 1966, Homem de Palavra(s) de 1969, País Possível de 1973, antologia), Transporte no Tempo de 1973, A Margem da Alegria de 1974, Toda a Terra de 1976, Despeço-me da Terra da Alegria de 1977 e Homem de Palavra(s), 2ª edição de 1978. O versilibrismo dos seus poemas conjuga-se com um domínio das técnicas poéticas tradicionais. 

Destacou-se ainda pela tradução de autores como Antoine de Saint-Exupéry, Blaise Cendrars, Raymond Aron, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca. De Antoine de Saint-Exupéry traduz Piloto de Guerra e Cidadela e Cidadela; de Blaise Cendrars traduz Moravagine; de Jorge Luís Borges traduz Os Poemas Escolhidos e de Dona Rosinha a Solteira ou a Linguagem das Flores.

A sua obra, organizada em três volumes sob o título Obra Poética de Ruy Belo, em 1981, foi, entretanto, alvo de revisitação crítica, sendo considerada uma das obras cimeiras, apesar da brevidade da vida do poeta, da poesia portuguesa contemporânea. 

Morreu repentinamente aos 45 anos, em Queluz. Reconhecimento. Em 1991 foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'iago da Espada. O seu nome foi dado ao agrupamento de escolas de Monte Abrão.

José Mário Branco musicou o poema de Ruy Belo "Uma vez que já tudo se perdeu". A canção fez parte do alinhamento do primeiro álbum de Camané, Uma noite de fados, em 1995. Em 1997, a canção fez também parte do álbum José Mário Branco ao vivo em 1997.

 

OBRAS SELECIONADAS

 

Obras poéticas


Aquele Grande Rio Eufrates (1961)

O Problema da Habitação (1962)

Boca Bilíngue (1966)

Homem de Palavras (1969)

Na senda da poesia (1969)

Transporte no Tempo (1973)

País Possível (1973)

A Margem da Alegria (1974)

Toda a Terra (1976)

Despeço-me da Terra da Alegria (1977).

Os estivadores (1974).

Todos os Poemas (2001)

 

 

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E TUDO ERA POSSÍVEL | POEMA DE RUY BELO COM NARRAÇÃO DE MUNDO DOS POEMAS

 





E TUDO ERA POSSÍVEL – RUY BELO

 

Na minha juventude antes de ter saído

da casa de meus pais disposto a viajar

eu conhecia já o rebentar do mar

das páginas dos livros que já tinha lido

 

Chegava o mês de maio era tudo florido

o rolo das manhãs punha-se a circular

e era só ouvir o sonhador falar

da vida como se ela houvesse acontecido

 

E tudo se passava numa outra vida

e havia para as coisas sempre uma saída

Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer

 

Só sei que tinha o poder duma criança

entre as coisas e mim havia vizinhança

e tudo era possível era só querer

 

 


 

 


BURT BACHARACH MELHORES SUCESSOS

 




01 – That’s What Friends Are For – Dionne Warwick, Elton John,

Glads Knigt, Stevie Wonder.

02 – I’ll Never Fall in Love Again – Dionne Warwick

03 – Alfie – Dionne Warwick

04 – I Say a Little Prayer – Aretha Franklin

05 – Do You know the Way to San Jose

06 – This Guy’s In Love With You – Herb Alpert & The Tijuana

07 – Walk On By – Dionne Warwick

08 – What the Word Needs Now Is Love – Jackie DeShannon

09 – Raindrops Keep Fallin’On My Head – B.J. Thomas





UM POUCO DO ARTISTA

 

Burt Freeman Bacharach nasceu em Kansas City, Missouri, 12 de maio de 1928 -e faleceu em Los Angeles, 8 de fevereiro de 2023, foi um pianista e compositor norte-americano. 

Bacharach compôs diversas músicas para inúmeros artistas e conquistou seis prêmios Grammy e três Óscar, sendo os maiores êxitos os Oscar de melhor canção original: por Raindrops Keep Fallin' on My Head, escrita com Hal David, em 1970, e Arthur's Theme (Best That You Can Do), escrita com Peter Allen, Carole Bayer Sager e Christopher Cross, em 1982. E um Oscar de melhor banda sonora pela trilha sonora do filme de 1969 Butch Cassidy and the Sundance Kid.

 

 

 

 

 



EFEMÉRIDES: HÁ 523 ANOS EM 27 DE FEVEREIRO DE 1.500 NASCI A D. JOÃO DE CASTRO, PERSONALIDADE DA NOBREZA PORTUGUESA. A TAP PORTUGAL HOMENAGEOU-O AO ATRIBUIR O SEU NOME A UMA DAS SUAS AERONAVES, UM DOS NOVOS AIRBUS A330-900NEO, DE MATRÍCULA CS-TUP.


João de Castro nasceu em Lisboa, 27 de fevereiro de 1500 e faleceu em Goa, em 6 de junho de 1548, foi um nobre, cartógrafo e administrador colonial português. Foi também governador e capitão-general, 13.º governador e 4.º vice-rei do Estado Português da Índia.

Foi discípulo de Pedro Nunes e condiscípulo do Infante D. Luís. Aprendeu Letras por vontade do pai, mas, como por inclinação era muito afeiçoado às armas, aspirando por elas à glória, a que o exemplo de seus maiores o chamava, enveredou pela carreira militar. Embarcou aos 18 anos para Tânger, onde serviu durante nove anos sendo governador daquela praça D. Duarte de Meneses, e onde foi ordenado cavaleiro. D. Duarte escreveu a D. João III, recomendando João de Castro particularmente, dizendo que ele tinha servido como que nenhum outro posto alguma vez o houvera servido.

 

De volta ao reino, conservou-se por algum tempo na Corte. Desposou a prima, D.ª Leonor Coutinho, filha de Leonel Coutinho, fidalgo da casa de Marialva e de D. Mécia de Azevedo, filha de Rui Gomes de Azevedo.

Quando o soberano armou a expedição a Túnis, em auxílio a Carlos V (1535), D. João acompanhou o infante D. Luís, distinguindo-se de tal modo que, com a vitória, Carlos V quis armá-lo cavaleiro, "honra a que se escusou, por já o haver sido por outras mãos, que o que lhes faltava de reais, tinham de valorosas". O imperador mandou entregar 2 000,00 cruzados a cada um dos capitães da armada, "o que o D. João de Castro também rejeitou, porque servia com maior ambição da glória, que do prêmio".

No regresso, foi recebido por D. João III com grandes provas de consideração. Este, por carta de 31 de janeiro de 1538, concedeu-lhe a comenda de São Paulo de Salvaterra na Ordem de Cristo, a qual aceitou pela honra, e não por conveniência, pois era tão pequeno o rendimento que dela auferia que não lhe bastava para as despesas, sendo, contudo a primeira e única mercê que recebeu. Professou, a 6 de Março de 1538, conforme a lista dos cavaleiros daquela Ordem. Retirou-se, então, para a sua casa na serra de Sintra, desejando viver só, entregue aos cuidados da família e aos trabalhos agrícolas.

 

OBRAS

 

"Roteiro de Lisboa a Goa" (1538);

"Roteiro de Goa a Diu" (1538-1539);

"Roteiro do Mar Roxo" (1540-1541).






FONTE:

https://pt.wikipedia.org/wiki/João_de_Castro