sábado, 3 de fevereiro de 2018

MÚSICA NO MUSEU - TRAZ A PIANISTA ANA MARIA BRANDÃO EM RECITAL INTERNACIONAL - VEJ A PROGRAMAÇÃO DE FEVEREIRO DE 2018.


 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
MÚSICA NO MUSEU - FEVEREIRO 2018
 
 
 
 
Em sua origem, o Carnaval compreendia o período de festas profanas que se estendia do Dia de Reis até a véspera da Quarta-feira de Cinzas, quando começa a Quaresma. Pouco a pouco, sofreu inúmeras modificações decorrentes das diferentes épocas e locais onde é festejado. Fonte de inspiração para grandes compositores brasileiros e estrangeiros, eruditos e populares, no Brasil tornou-se a mais significativa e alegre manifestação popular do planeta, conhecida no mundo inteiro pela beleza, criatividade e riqueza de suas Escolas de Samba e pela originalidade de sua música contagiante.











 

MÚSICA NO MUSEU mantém a sua tradicional programação de "CLÁSSICOS DO CARNAVAL" acrescida de uma récita cujo repertório será inteiramente, dedicado à música erudita inspirada no Carnaval - "DO OUTRO LADO DO CARNAVAL"- incluindo o Carnaval romântico de Schumann e músicas de grandes mestres brasileiros do passado e do presente, com destaque para o precioso filão negro.  

 

 

 

PROGRAMA

 

Dia 7 de fevereiro de 2018 - Quarta-Feira - 12h30min

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

Rua 1º de Março 66- Centro- 4º. Andar - sala 26 - Rio de Janeiro, Brasil

Capacidade: 90 lugares

 

Músico: ABSTRASSOM. Rio em Canto. Coral do Fluminense. 

Regência: Marcelo Saldanha

Programa: Clássicos do Carnaval.

 

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Dia 20 de fevereiro de 2018 - Terça-Feira - 20 h

Iate Clube do Rio de Janeiro

Av. Pasteur, s/nº - Rio de Janeiro, Brasil

Capacidade: 150 lugares.

 

Músico: Adriana Ballesté, violão.

 

Programa: Clássicos brasileiros

 

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Dia 21de fevereiro de 2018 - Quarta-feira - 12h30min

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

Rua 1º. de Março 66- Centro- 4º. Andar-sala 26

Capacidade: 90 lugares.

Músicos: Cecília Guimarães, Maria Helena de Andrade, Fernanda Cruz, Adriana Kellner e Ezequiel Peres.

Direção Artística: Maria Helena de Andrade.

Programa: O outro lado do carnaval.

 

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Dia 28 de fevereiro de 2018 - Quarta-feira - 12h30min

CCBB

Rua 1º de Março 66 - Centro- 4º. Andar - Sala 26 - Rio de Janeiro, Brasil.

Capacidade: 90 lugares

Músico: Rogério Duarte piano

Programa: Clássicos internacionais.

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MÚSICA NO MUSEU INTERNACIONAL.

 

LISBOA- PORTUGAL

 

Música no Museu Internacional com a pianista Ana Maria Brandão no Palácio Foz em Lisboa, no dia 19 de fevereiro de 2018, às 18horas.

ENDEREÇO: PALÁCIO FOZ - Praça dos Restauradores 18, Lisboa, Portugal.

Músico: ANA MARIA BRANDÃO, piano.

Programa: Clássicos brasileiros.
 
 
 
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

O CAVALEIRO INEXISTENTE DO ESCRITOR ITALO CALVINO É A OBRA RECOMENDADA NA VITRINE DO FOCUS PORTAL CULTURAL DURANTE O MÊS DE FEVEREIRO DE 2018.

 

 
 
 


 
 
SINOPSE
 
 
 
Nessa espécie de romance de cavalaria às avessas, Italo Calvino põe em marcha toda a sua habilidade construtiva e capacidade alegórica, mas também a sua verve humorística, para contar as aventuras e desventuras de Agilulfo Emo Bertrandino dos Guildiverni e dos Altri de Corbentraz e Sura, o cavaleiro inexistente da corte de Carlos Magno. Circundado por uma galeria de personagens que compõem um verdadeiro exército brancaleônico, Agilulfo serve com fé a causa da cristandade. De permeio, tem de lidar com uma querela em torno de sua nobre reputação, espelhada na armadura trazida sempre imaculadamente alva, embora paradoxalmente vazia. Como nos demais romances da trilogia Nossos antepassados, Calvino mergulha nos tempos heróicos da cavalaria medieval, vistos aqui em chave burlesca, utilizando como narrador uma freira confinada no convento, cuja penitência é justamente escrever a história desse cavaleiro sui generis.
 
 
INÍCIO DO LIVRO
 
 
 
SOB AS MURALHAS VERMELHAS DE PARIS perfilava-se o exército da França. Carlos Magno ia passar em revista os paladinos. Encontravam-se ali havia mais de três horas; fazia calor, era uma tarde de começo de verão, meio encoberta, nebulosa; quem usava armadura fervia como se estivesse em panelas em fogo baixo. É provável que, naquela fila imóvel de cavaleiros, alguém já houvesse perdido os sentidos ou cochilasse, mas a armadura os mantinha empertigados na sela de modo uniforme. De repente, três agudos de corneta: as plumas dos penachos agitaram-se pelo ar parado como depois de uma rajada de vento, e logo silenciou aquela espécie de rumor do mar que se ouvira até então, e era, deu para sentir, um ressoar das gargantas metálicas dos elmos. Finalmente, vislumbraram-no avançando lá do fundo, Carlos Magno, num cavalo que parecia maior que o natural, com a barba no peito, as mãos no arção da sela. Reina e guerreia, guerreia e reina, faz e desfaz, parecia um tanto envelhecido, desde a última vez que aqueles guerreiros o tinham visto.
 
Parava o cavalo diante de cada oficial e virava-se para examiná-lo de alto a baixo.
 
— E quem é você, paladino da França?
— Salomon da Bretanha, sire! — respondia o militar a plenos pulmões, erguendo a viseira e mostrando o rosto afogueado; e acrescentava alguma informação prática, do tipo: — Cinco mil cavaleiros, três mil e quinhentos soldados de infantaria, mil e oitocentos ajudantes, cinco anos de campanhas.
 
— Mão firme com os bretões, paladino! — dizia Carlos, e, toc-toc, toc-toc, aproximava-se de outro chefe de esquadrão.
 
— E-quem-é-você, paladino da França? — recomeçava.
— Ulivieri de Viena, sire! — escandiam os lábios assim que a grade do elmo se erguia. E direto: — Três mil cavaleiros escolhidos, tropa de sete mil homens, vinte máquinas de assédio. Vencedor do pagão Fierabraccia, graças a Deus e para maior glória de Carlos, rei dos francos!
 
— Muito bem, bravo vienense — dizia Carlos Magno; e aos oficiais do séquito: — Muito magrinhos aqueles cavalos, aumentem-lhes a ração. — E seguia adiante: — E-quem-é-você, paladino da França? — repetia, sempre com a mesma cadência: “Tata-tatatai-tata-tata-tatata...”.
— Bernardo de Montpellier, sire! Vencedor de Brunamonte e Galiferno.
 
— Linda cidade, Montpellier! Cidade das belas mulheres! — E dirigindo-se ao séquito: — Vamos tratar de promovê-lo. — Todas coisas que, ditas pelo rei, dão prazer, mas eram sempre as mesmas frases, há tantos anos.
 
— E-quem-é-você, com esse brasão que me é familiar?...
 


 



 
 







 
 
UM POUCO SOBRE O AUTOR
 
 
 
 
Italo Calvino nasceu em Santiago de las Vegas, em 15 de outubro de 1923, foi um dos mais importantes escritores italianos do século XX. Nascido em Cuba, de pais italianos, a sua família retornou à Itália logo após o seu nascimento.
 
Formado em Letras, participou na resistência ao fascismo durante a Segunda Guerra Mundial e foi membro do Partido Comunista Italiano até 1956, tendo se desfiliado em 1957. A sua carta de renúncia ficou famosa em 1957 .
 
Sua primeira obra foi Il sentiero dei nidi di ragno (A trilha dos ninhos de aranha (título no Brasil) ou O atalho dos ninhos de aranha (título em Portugal)), publicada em 1947. Uma de suas obras mais conhecidas é Le città invisibili (As cidades invisíveis), de 1972, tendo como personagens Marco Polo e Kublai Khan. Faleceu em Siena, 19 de setembro de 1985.
 
 
 
 
 
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

J. G. DE ARAÚJO JORGE É NOSSO HOMENAGEADO ATRAVÉS DA SUA POESIA: GOSTO QUANDO ME FALAS DE TI.







 
 
GOSTO QUANDO ME FALAS DE TI
 
 
Gosto quando me falas de ti... e vou te percorrendo
e vou descortinando a tua vida
na paisagem sem nuvens, cenário de meus desejos
[tranquilos
Gosto quando me falas de ti... e então percebo
que antes mesmo de chegar, me adivinhavas,
que ninguém te tocou, senão o vento
que não deixa vestígios, e se vai
desfeito em carícias vãs...
Gosto quando me falas de ti... quando aos poucos a luz
vasculha todos os cantos de sombra, e eu só te encontro
e te reencontro em teus lábios, apenas pintados,
maduros,
mas nunca mordidos antes da minha audácia.
Gosto quando me falas de ti... e muito mais adiantas
em teus olhos descampados, sem emboscadas,
e acenas a tua alma, sem dobras, como um lençol
distendido,
e descortino o teu destino, como um caminho certo, cuja
primeira curva
foi o nosso encontro.
Gosto quando me falas de ti... porque percebo que te
[desnudas
como uma criança, sem maldade,
e que eu cheguei justamente para acordar tua vida
que se desenrola inútil como um novelo
que nos cai no chão..."
(Do livro "Quatro Damas" 1ª Edição, 1965)
J. G. de Araújo Jorge 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UM POUCO SOBRE J. G. DE ARAÚJO JORGE
 
 
 
 
JOSÉ GUILHERME DE ARAÚJO JORGE nasceu em Tarauacá, no Estado do Acre, em 20 de maio de 1914, mais conhecido como J. G. de Araújo Jorge foi um poeta e político brasileiro.
 
Filho de Salvador Augusto de Araújo Jorge e Zilda Tinoco de Araujo Jorge. Descendente, pelo lado paterno, de tradicional família alagoana: os Araújo Jorge. Sobrinho do embaixador Artur Guimarães de Araújo Jorge (autor de inúmeras obras sobre Filosofia, História e Diplomacia), sobrinho neto de Adriano de Araujo Jorge, médico, escritor, grande orador, foi presidente perpétuo da Academia Amazonense de Letras, e do professor Afrânio de Araujo Jorge, fundador do Ginásio Alagoano, de Maceió. Pelo lado materno, dos Tinocos, dos Caldas e dos Gonçalves, de Campos, Macaé, e São Fidélis, Estado do Rio.
 
Passou sua infância no Acre, em Rio Branco, onde fez o curso primário no Grupo Escolar 07 de Setembro. No Rio de Janeiro, realizou curso secundário nos colégios Anglo-Americano e Pedro II. Colaborou desde menino na imprensa estudantil. Foi fundador e presidente da Academia de Letras do Internato Pedro II, no velho casarão de São Cristovão, consumido pelas chamas muitos anos depois. Data dessa época, ainda ginasiano, sua primeira colaboração na imprensa adulta: em 1931, viu publicado seu poema "Ri Palhaço, Ri" no "Correio da Manhã", depois transcrito no "Almanaque Bertand" de 1932. Entretanto, esse como outros trabalhos desse tempo, não foram incluídos em seus livros. Colaborou também no jornal "A Nação"; nas revistas "Carioca", "Vamos Ler" etc. Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil.
 
Em 1932, no Externato Colégio Pedro II, em memorável certame, foi escolhido o "Príncipe dos Poetas", sendo saudado na festa por Coelho Neto, "príncipe dos prosadores brasileiros" recebendo das mãos da poetisa Ana Amélia, presidente da Casa do Estudante, como prêmio e homenagem, um livro ofertado por Adalberto Oliveira, então "Príncipe da Poesia Brasileira".
 
Orador oficial de entidades universitárias, do CACO, da União Democrática Estudantil, precursora da UNE, da Associação Universitária etc. Ainda estudante, venceu concursos de oratória. Em Coimbra recebeu no título de "estudante honorário" e fez Curso de Extensão Cultural na Universidade de Berlim.
 
Foi professor do Colégio Pedro II. O poeta publicou vários livros de poesia, como "Meu Céu Interior", "Amo" e diversos outros. Escreveu também poesias político-sociais e romances, entre esses, "Um besouro na vidraça". Morou no Rio de Janeiro, na Rua Dias da Rocha, Copacabana.
 
Com irrefreável vocação política, foi candidato a vários cargos públicos. Elegeu-se deputado federal em 1970 pelo antigo Estado da Guanabara, reelegendo-se já para o seu terceiro mandato em 1978. Ocupou a vice-liderança do MDB e a presidência da Comissão de Comunicação na Câmara dos Deputados. Em 1982, aderiu ao PDT de Leonel Brizola, e se reelegeu pela última vez por esta legenda, com 31.352 votos. Após romper com Brizola, em 1985, voltou para o PMDB, e foi derrotado nas eleições para a Constituinte, em 1986.
 
Foi conhecido como o Poeta do Povo e da Mocidade, pela sua mensagem social e política e por sua obra lírica, de linguagem simples, impregnada de romantismo moderno, mas às vezes, dramático. Foi um dos poetas mais lidos, e talvez por isso mesmo, o mais combatido do Brasil.
 
Foi locutor e redator da Rádio Nacional, Cruzeiro do Sul, Tupi e Eldorado. Em 1970 foi eleito Deputado Federal pelo antigo Estado da Guanabara, quando exerceu três mandatos consecutivos. Foi vice-líder do PMDB e presidente da Comissão de Comunicação na Câmara dos Deputados.
 
J. G. de Araújo Jorge ficou conhecido como o “Poeta do Povo e da Mocidade”. Sua poesia lírica e social fala da alma de toda gente, traduz os desejos, angústias e esperanças. Entre suas poesias destacam-se: “Os Versos Que Te Dou”, “Cantigas do Só”, “Vergonha”, “Se...” e “Orgulho e Renúncia”. Foi casado com Maria Souza de Araujo Jorge. Faleceu no Rio de Janeiro, em 27 de janeiro de 1987.
 



 






 






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MOSTRA "ENTREARTES" REÚNE ARTISTAS MULHERES NO ESPAÇO GOURMET DO PLAZA SHOPPING NITERÓI. VALE CONFERIR!




 A idealizadora do projeto "Entreartes"
com a cenógrafa Leila Chaves.




MOSTRA "ENTREARTES" REÚNE ARTISTAS MULHERES NO ESPAÇO GOURMET DO PLAZA SHOPPING NITERÓI.  VALE CONFERIR!

 

A mostra itinerante ENTREARTES chega a sua terceira edição e reúne o trabalho das artistas Duda Oliveira (escultora), Sylvia Coelho (cenógrafa), Leila Chaves (fotógrafa) e Valéria Fredo (design de produtos), entre 20 e 27 de fevereiro, no espaço Gourmet do Plaza Shopping, no Centro de Niterói.

Sob a curadoria da produtora Cacau Dias e com o apoio da Secretaria de Cultura de Niterói/FAN, o evento tem como objetivo fomentar a arte e os artistas da cidade, sempre em diferentes locais. Nesta edição, a exposição traz um quarteto especial formado por mulheres, numa cena artística variada que vai passear por esculturas, fotografias, cenografia e design de produtos.

Outra novidade é o fato de ser a primeira vez que a mostra se estenderá por uma semana, pois as edições anteriores aconteceram em um dia apenas. “Essa foi uma demanda do próprio público, que achava um dia muito pouco”, conta Cacau.

 

SOBRE AS ARTISTAS

 

Duda Oliveira - Escultura

Aluna do mestre Rodrigo Saramago, é tida pelo professor como um talento nato, já tendo participado da exposição: “Pluralidade Criativa”, realizada na Galeria de Arte La Salle (2017). Duda vai mostrar peças diversas confeccionadas em bronze, papel machê e arame.

 

Leila Chaves - Cenografia

A cenografia sempre fez parte do cotidiano da artista. Nesta edição do Entreartes, Leila vai apresentar um projeto sustentável todo produzido em papelão, mostrando suas diversas possibilidades. A cenógrafa usará móveis e paredes de papelão reciclado, papel de revistas e tapete de tear feito com sobras de tecido. O objetivo é causar um impacto social e conscientizar o público sobre a preservação do planeta para as futuras gerações.
 
 

Sylvia Coelho - Fotografia

 

A fotografia sempre esteve presente na vida de Sylvia como uma necessidade de captar em uma imagem um pedaço significativo do todo. Um detalhe, uma janela, uma porta, uma forma, um olhar, uma cor, uma emoção... A artista traz sua percepção de cores e formas conquistando assim visão diferenciada da imagem fotográfica.

 

Valéria Fredo – Design de produtos

 

No comando da VF. Studio, uma empresa voltada para o design em arquitetura, em Interiores e em produtos, Valéria Fredo e sua equipe de profissionais vão mostrar peças desenvolvidas pelo seu estúdio de criação.

 
 
 Escultora Duda Oliveira
 
 Fotógrafa Sylvia Coelho
 
 
 Portas e janelas assinadas pela fotógrafa Sylvia Coelho
 
 
 
 
Cadeira parte integrante da cenografia
assinada por Leila Chaves para o Entreartes.
 
 
 
 A designer de produtos Valéria Fredo
 
 
 Divisória assinada pela VF. Studio -
designer de produtos Valéria Fredo.
 
Escultura Peixe em Lata fundida em ferro
assinada pela escultora Duda Oliveira.
 
 
 
 
 
 



SERVIÇO

ENTREARTES reúne artistas mulheres
no Plaza Shopping

Artistas: Duda Oliveira, Leila Chaves,
Sylvia Coelho e Valéria Fredo

Abertura: 20 de fevereiro, terça-feira,
das 16h às 22h

Visitação: de 21 a 27 de fevereiro

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h
| Domingos, das 13h às 21h

Local: Plaza Shopping Niterói
- Espaço Gourmet - Expansão 4º Piso

Endereço: Rua XV de Novembro, 8,
Centro - Niterói, RJ

ENTRADA FRANCA

 

 
 
 

 
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FONTE
Departamento de Imprensa SMC/FAN
Secretaria Municipal de Cultura - Niterói
Fundação de Arte de Niterói - FAN
E-mail: culturaniteroi@gmail.com