quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

APRESENTAÇÃO DO ELENCO DA COLETÂNEA INTERNACIONAL LUSÓFONA EM VERSO E PROSA – SEM FRONTEIRAS PELO MUNDO, VOLUME 9

(Clicar na imagem para assistir ao vídeo)

A literatura tem o poder de atravessar oceanos, unir culturas e eternizar vozes. É exatamente esse espírito que marca a chegada do Volume 9 da Coletânea Internacional Lusófona Em Verso e Prosa – Sem Fronteiras Pelo Mundo, um projeto que reafirma a força da palavra como ponte entre povos e gerações. 

Neste novo capítulo da história da Rede Sem Fronteiras, é apresentado com orgulho o elenco completo de 106 coautores aprovados para integrar esta obra grandiosa. Cada nome representa não apenas um talento literário, mas também um coração pulsante que acredita na arte como veículo de transformação e conexão. 

A Rede Sem Fronteiras nasceu com a missão de valorizar e difundir a lusofonia, promovendo a união de escritores, artistas e leitores em torno de um ideal comum: fortalecer a língua portuguesa como patrimônio cultural vivo. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma verdadeira família literária, que acolhe, incentiva e celebra talentos de diferentes países e contextos. 

Mais do que uma rede, trata-se de um movimento cultural internacional que ultrapassa barreiras geográficas e linguísticas, criando espaços de diálogo e reconhecimento. Cada projeto realizado é um convite para que novos autores se expressem, compartilhem suas histórias e deixem sua marca no mundo. 

Este volume é um mosaico de vozes, estilos e sensibilidades. Reúne poemas, contos e textos que refletem a diversidade da lusofonia, revelando a riqueza de perspectivas que emergem quando diferentes culturas se encontram sob o mesmo idioma. 

Cada página é um testemunho da força criativa dos coautores, que transformam experiências pessoais em narrativas universais. O resultado é uma coletânea que emociona, inspira e reafirma o papel da literatura como instrumento de união e resistência cultural. 

O elenco completo de 106 nomes é motivo de celebração. São escritores que acreditaram no poder da palavra e confiaram na Rede Sem Fronteiras para dar visibilidade às suas criações. 

Cada coautor é parte essencial desta construção coletiva. Juntos, formam um coro literário que ecoa pelo mundo, mostrando que a lusofonia é viva, plural e vibrante. A diversidade de estilos e temas enriquece a obra, tornando-a um verdadeiro retrato da multiplicidade cultural que nos define. 

A Rede Sem Fronteiras agradece imensamente a confiança depositada por cada participante. Este projeto só se torna possível graças ao engajamento e à paixão daqueles que acreditam na literatura como força transformadora. 

Todos os coautores são parabenizados por esta conquista. São protagonistas de um movimento que transcende fronteiras e reafirma a importância da arte como elo entre povos. 

Este é um momento de celebração coletiva. O Focus Portal Cultural atendendo a solicitação da presidente Dyandreia Portugal convida o público a compartilhar esta conquista, divulgar o vídeo com o elenco completo e viver a emoção de ver novos talentos cruzando fronteiras por meio da arte e da palavra.

Cada leitura, cada partilha, cada aplauso fortalece ainda mais este movimento cultural que orgulha e inspira. 

O Volume 9 da Coletânea Internacional Lusófona Em Verso e Prosa – Sem Fronteiras Pelo Mundo não é apenas um livro: é um marco cultural, um testemunho da força da lusofonia e da união de 106 vozes que se erguem em verso e prosa para celebrar a vida, a arte e a palavra. 

A Rede Sem Fronteiras segue feliz e orgulhosa por concretizar mais um projeto especial desta grande família literária. Que esta obra seja lida, sentida e compartilhada, levando adiante a chama da cultura lusófona que une e fortalece.

 

Editorial 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



MENSAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL PARA REDE SEM FRONTEIRAS

O Focus Portal Cultural cumprimenta calorosamente a Rede Sem Fronteiras pela realização de mais um marco literário internacional: o lançamento do Volume 9 da Coletânea Internacional Lusófona Em Verso e Prosa – Sem Fronteiras Pelo Mundo. Este projeto reafirma a força da palavra como elo entre culturas e celebra a diversidade da lusofonia em sua plenitude. 

A apresentação do elenco completo de 106 coautores aprovados é motivo de grande orgulho e alegria. Cada nome representa não apenas um talento literário, mas também um compromisso com a arte e com o poder transformador da literatura. São vozes que se unem em verso e prosa para atravessar fronteiras, eternizar memórias e fortalecer a identidade cultural que nos conecta. 

A Rede Sem Fronteiras, ao longo de sua trajetória, consolidou-se como um movimento cultural internacional que valoriza e difunde a língua portuguesa, promovendo a união de escritores, artistas e leitores em torno de um ideal comum: celebrar a lusofonia como patrimônio vivo. Este trabalho incansável de incentivo e acolhimento revela-se em cada página desta coletânea, que se torna um verdadeiro mosaico de estilos, sensibilidades e perspectivas.

O Focus Portal Cultural parabeniza todos os coautores que integram esta obra grandiosa. Cada contribuição é parte essencial de uma construção coletiva que ecoa pelo mundo, mostrando que a literatura lusófona é plural, vibrante e capaz de inspirar novas gerações.

Este momento é de celebração e partilha. Que o Volume 9 seja lido, sentido e divulgado, levando adiante a chama da cultura lusófona que une povos e fortalece identidades. O Focus Portal Cultural reconhece e enaltece o empenho da Rede Sem Fronteiras e de todos os participantes, reafirmando que iniciativas como esta são fundamentais para manter viva a arte da palavra e para projetar talentos além das fronteiras. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

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Dyandreia Portugal disse: Obrigada, querido amigo Alberto Araújo, vc é show!!! 🫶🏼🫶🏼🫶🏼🫶🏼

 



AMANHECER CARIOCA - A LUZ QUE REVELA A ALMA DO RIO - CRÔNICA DE © ALBERTO ARAÚJO

No dia 8 de janeiro de 2026, Euderson Kang Tourinho posicionou sua câmera em um ponto elevado de sua residência, capturando o amanhecer sobre o Rio de Janeiro. A imagem, com o Pão de Açúcar emergindo das sombras sob um céu em chamas de laranja e roxo, reflete não apenas a beleza natural, mas a sensibilidade aguçada de um fotógrafo que transforma o efêmero em eterno. Essa foto, tirada em um momento de transição entre a noite e o dia, evoca a essência pulsante da cidade, onde o cotidiano se entrelaça com o espetáculo da natureza.

Euderson Kang Tourinho acordou antes do sol, guiado por uma intuição poética que o levou à sacada com vista para a Baía de Guanabara. Às 5h06min, quando o horizonte ainda pulsava em tons crepusculares, ele ajustou o foco para enquadrar os morros icônicos: o Pão de Açúcar, soberano e rugoso, flanqueado pelo Corcovado distante, ambos banhados pela luz alaranjado-rosada que irrompia das nuvens. A sensibilidade do fotógrafo se revela na escolha do instante preciso, nem o breu da madrugada, nem o pleno dia, capturando o contraste entre as silhuetas escuras dos edifícios e o fogo celestial, como se a câmera fosse uma extensão de sua alma contemplativa. Essa precisão técnica, aliada a um olhar lírico, transforma a foto em um haicai visual, onde cada pixel respira a magia do nascente.

​O que eleva Euderson acima do mero registro é sua capacidade de enxergar o invisível no visível. Em meio ao corre-corre diário, ele pausa para eternizar o amanhecer, revelando uma sensibilidade que ecoa os cronistas cariocas como Fernando Sabino, mestres em captar o efêmero da urbe. Sua foto não é só paisagem; é um diálogo com a luz que desperta a cidade, destacando o brilho nas janelas dos arranha-céus e o reflexo na baía serena, como se o fotógrafo sussurrasse: "Aqui pulsa o coração do Rio". Essa empatia com o momento o torna guardador de instantes que o cotidiano apressa, provando que a verdadeira arte fotográfica nasce da paciência e da emoção contida.

​Enquanto o sol nasce, o Rio desperta em seu ritmo caótico e charmoso. Nas ruas, avenidas já se ouvem o ronco dos ônibus lotados rumo ao trabalho, o cheiro de pão na chapa das padarias e o grito dos vendedores de água de coco na praia, tecendo a tapeçaria do dia a dia carioca. O Pão de Açúcar, testemunha silenciosa, vigia o vaivém: o surfista que pega a primeira onda no Arpoador, Barra da Tijuca, mãe correndo com o filho para a escola, o artista de rua afinando o violão para os turistas matinais.

Essa foto de Euderson congela o instante antes do furor, mas evoca o bulício que virá, o samba ecoando das favelas, o trânsito infernal da Avenida Brasil, as conversas animadas nos bondes lotados, pintando o cotidiano como uma sinfonia imperfeita e irresistível.

​A essência do Rio reside nessa dualidade: a grandiosidade natural abraçando a efervescência humana. O amanhecer capturado por Euderson simboliza a resiliência carioca, morros eternos contra céus mutáveis, pobreza e opulência dançando no mesmo asfalto, fé e folia entrelaçadas nas procissões e carnavais. Como nas crônicas modernas que retratam a cidade como palco de sonhos e desencontros, essa imagem pulsa com a malandragem elegante. É o Rio cru e poético, onde o sol nascendo sobre o Pão de Açúcar renova a promessa de que, apesar das chuvas torrenciais e desigualdades gritantes, a luz sempre retorna, iluminando a alma coletiva de uma metrópole que não se curva.

Essa foto impacta porque desperta no observador uma saudade antecipada do dia que mal começou. Ela nos convida a parar, como Euderson fez, e questionar: em meio ao corre-corre, onde fica espaço para o contemplativo? O céu em chamas reflete não só o fogo do amanhecer, mas a paixão ardente do povo fluminense, o funk das comunidades, o futebol nas peladas de rua, as festas juninas que desafiam a modernidade. Euderson, com sua lente sensível, nos lega um manifesto visual: o Rio não é só cartão-postal; é essência viva, cotidiana e transcendental, um hino à beleza que brota do contraste entre luz e sombra, mar e montanha, sonho e realidade. Que essa imagem, com seus 30 mil bytes de pura emoção, inspire gerações a capturarem seus próprios amanheceres.

© Alberto Araújo 






MATILDE SLAIBI CONTI EM CARTAGENA – A HEROICA DO CARIBE

 

08 de janeiro de 2026. A presidente do Elos Internacional, historiadora e líder cultural Matilde Slaibi Conti, encontra-se hoje em Cartagena de Indias, na Colômbia, acompanhada de seu irmão Nagib Slaibi Filho e de Karin Dias, musa inspiradora de Nagib. 

Segundo a própria presidente, “o sol hoje estava a pino, muito forte, um sol brilhante, amarelado”, iluminando sua chegada à cidade caribenha e reforçando o esplendor da paisagem histórica que se descortina diante dos visitantes. 

Cartagena, situada na costa norte da Colômbia e banhada pelo Mar do Caribe, é um dos maiores símbolos da história colonial latino-americana e patrimônio mundial da UNESCO. Com mais de 1 milhão de habitantes, projeções do DANE indicam cerca de 1,07 milhão em 2025, é uma das maiores cidades da Colômbia e importante centro turístico. Em 8 de janeiro de 2026, a temperatura variou entre 24°C e 31°C, em um dia ensolarado, com ventos vindos do norte. 

Cartagena é famosa por sua Cidade Amuralhada colonial, com ruas coloridas, arquitetura preservada e vida noturna animada. O charme histórico se mistura à modernidade de Boca Grande, com hotéis e restaurantes, enquanto o bairro Getsemaní pulsa arte de rua e boemia. A gastronomia local, frutos do mar, arroz de coco, completa a experiência, junto às praias urbanas e às paradisíacas Ilhas do Rosário e Playa Blanca, que oferecem águas cristalinas. 

PRINCIPAIS ATRAÇÕES 

Cidade Amuralhada: muralhas como o Baluarte de Santo Domingo, praças históricas como a Torre do Relógio e a Plaza de Bolívar.

Getsemaní: bairro boêmio, arte urbana e bares descolados.

Boca Grande: área moderna com praias e vida cosmopolita.

Castillo San Felipe de Barajas: fortaleza monumental do século XVII.

Las Bóvedas: antiga prisão transformada em lojas de artesanato.

Praias e Ilhas: águas mornas urbanas e passeios para o arquipélago das Ilhas do Rosário. 

Fundada em 1533 por Pedro de Heredia, Cartagena rapidamente se tornou um dos portos mais importantes da América espanhola. Suas muralhas e fortalezas, erguidas contra piratas e invasores, permanecem como testemunhos da resistência e da coragem de seu povo. Não por acaso, é chamada de “La Heroica”, título que reflete sua trajetória de luta e preservação cultural. 

A cidade é marcada pela diversidade: indígenas, africanos e europeus formaram uma identidade única, expressa na música, na dança e na gastronomia. O idioma oficial é o espanhol, mas o sotaque costeño caribenho confere musicalidade própria à fala, tornando Cartagena ainda mais vibrante. 

Palavras da presidente Matilde Slaibi Conti

Em sua passagem por Cartagena, nossa presidente destacou o valor cultural da cidade com frases de alto cunho histórico: 

“CARTAGENA é BELEZA PURA! Um livro aberto da história latino-americana: cada muralha, cada praça, é uma página viva que nos ensina sobre resistência e identidade.”

“Ao caminhar por estas ruas coloniais, sinto que a cultura hispânica dialoga com o mundo lusófono, revelando que nossas línguas irmãs são pontes de memória e de futuro.”

“O povo cartagenero, com sua alegria e diversidade, mostra que a verdadeira riqueza de uma cidade está na força de sua cultura e na dignidade de sua história.”

Cartagena é reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial, graças à preservação de sua arquitetura colonial e ao valor histórico de suas fortificações. A cidade é também palco de festivais literários e musicais, reafirmando sua vocação cultural.

Para Matilde Slaibi Conti, historiadora e presidente do Elos Internacional, esta visita é mais do que uma experiência turística: é um encontro com a memória da América Latina e um diálogo com a cultura hispânica, que se soma ao compromisso de preservar e valorizar o mundo lusófono. 

Não se trata de um diário de bordo, mas de um acompanhamento institucional das ações culturais de nossa presidente. A Diretoria de Cultura do Elos Internacional registra e divulga suas andanças porque cada passo é um elo entre culturas, um gesto de diplomacia e uma extensão do compromisso com a Língua Portuguesa e o mundo lusófono. 

Cartagena, com sua história de resistência, sua arquitetura imponente e seu povo vibrante, é agora palco da presença de Matilde Slaibi Conti, que certamente trará relatos enriquecedores sobre esta etapa de sua missão cultural. 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional











































RECONHECIMENTO HISTÓRICO ELOS CLUBE DE NITERÓI É DECLARADO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

No dia 08 de janeiro de 2026, o Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro publicou uma decisão que marca um momento histórico para a cultura fluminense: o Elos Clube de Niterói foi oficialmente declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro sob a Lei de nº 11.091 de 07 de janeiro de 2026. A iniciativa partiu do Deputado Danniel Librelon, com apoio de diversos membros do legislativo, e representa o reconhecimento da importância sociocultural dessa instituição que há décadas promove valores de fraternidade, cultura e cidadania. 

O Elos Clube é uma organização internacional fundada em 1959, com o objetivo de promover a cultura, a paz e o entendimento entre os povos por meio da língua portuguesa. Presente em diversos países lusófonos, o clube tem como pilares a valorização da língua, o incentivo à educação e o fortalecimento dos laços comunitários. 

No Brasil, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, o Elos Clube tem desempenhado um papel fundamental na promoção de eventos culturais, debates filosóficos e ações sociais. 

Esse reconhecimento é mais do que um gesto institucional, é uma reverência à trajetória de uma entidade que há 45 anos cultiva a palavra como semente de cidadania, identidade e união entre os povos lusófonos. Fundado em 22 de abril de 1980, o Elos Clube de Niterói é uma célula elista que integra a Federação Elos Internacional da Comunidade Lusíada – presidida atualmente pela elista Matilde Carone Slaibi Conti é a instituição que coordena e rege todos os Elos Clubes espalhados pelo mundo lusófono. 

O INÍCIO: O Projeto de Lei nº 3785/2024, de autoria do Deputado Danniel Librelon Dias de Castro, avançou com firmeza em sua jornada legislativa. A proposta recebeu pareceres favoráveis em todas as comissões da Assembleia Legislativa: Comissão de Constituição e Justiça (CCJ): Pela legalidade, com emendas; Comissão de Cultura: Favorável, com as emendas da CCJ; Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional: Favorável. 

A proposta de reconhecimento como patrimônio imaterial apresentada por Danniel Librelon, deputado estadual conhecido por sua atuação em defesa da cultura e da educação que destaca o papel do Elos Clube na preservação da identidade cultural fluminense e na promoção de valores humanistas. 

Segundo Librelon, “o Elos Clube é mais do que uma associação; é um movimento que une pessoas em torno da cultura, da ética e da solidariedade. Reconhecer sua importância é valorizar o que temos de mais precioso: nossa herança cultural e nossa capacidade de construir pontes entre diferentes realidades”.

Ser declarado Patrimônio Cultural Imaterial significa que o Elos Clube de Niterói passa a integrar o conjunto de bens que representam práticas, saberes e expressões que formam a identidade cultural do povo fluminense. Esse reconhecimento implica em proteção institucional, valorização pública e incentivo à continuidade das atividades do clube. 

O título também abre portas para parcerias com órgãos públicos, acesso a editais de fomento cultural e maior visibilidade nas políticas de preservação da memória coletiva. Além disso, reforça o papel do Elos Clube de Niterói como agente ativo na formação cidadã e na promoção da cultura de paz. 

A notícia foi recebida com entusiasmo por membros dos Elos Clubes do mundo inteiro, intelectuais, educadores e representantes da sociedade civil. Diversos elogios foram dirigidos à Assembleia Legislativa pela sensibilidade em reconhecer uma entidade que há décadas contribui para o desenvolvimento humano e cultural do Estado. 

O reconhecimento é um marco que transcende o simbolismo. Ele representa uma política pública voltada para a preservação da memória, o fortalecimento da identidade coletiva e o incentivo à participação cidadã. Em tempos de desafios sociais e culturais, valorizar instituições como o Elos Clube é reafirmar o papel da cultura como ferramenta de transformação. 

A partir desta data, o Elos Clube de Niterói entra para a história oficial do Estado do Rio de Janeiro como um dos pilares da cultura imaterial fluminense. Que esse reconhecimento inspire novas gerações a manter viva a chama da fraternidade, da cultura e da paz.

Editorial

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional


Presidente Matilde Slaibi Conti disse: Meu Elista e confrade Alberto. Extasiados nós estamos. Esses anos todos anteriores e tanto tempo já passou, somente nós tivemos essa honra gloriosa de ser Patrimônio Imaterial Cultural.  Dia inesquecível, um momento marcante, que ficará para sempre na nossa História Elista, nesse caminhar já tão cheio de glórias e abençoado por mais de mil vezes pelo Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos fazer uma festa em agradecimento ao Deputado Danniel Librelon, por sua visão aberta em relação aos feitos elistas.

Impagável.

Vivaaaaa

Mil vivas.

Matilde.

08-01-26



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Sidney Cardoso da França disse: Que maravilha!

Orgulho de ser Elista.

Parabéns presidente e todos os envolvidos direto ou indiretamente, por tão nobre causa e visibilidade do Elismo Internacional.

O movimento Elista sai ainda mais fortalecido.

Saudações Elistas

Grande abraço

 

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Matilde Carone Slaibi Conti disse: Meu querido presidente Sidney.

Estou imensamente feliz e muito orgulhosa dessa honorável conquista para o próprio mundo Elista. É uma declaração pública do reconhecimento do Estado do Rio de Janeiro da importância do nosso movimento em face da Língua Portuguesa. Tal fato ficará para sempre, não só na nossa memória, mas também para sempre nos Anais do Elismo Internacional. Damos Graças ao Senhor como também ao Deputado Danniel Librelon que pacientemente escutou tudo sobre o papel desenvolvido pela Comunidade Lusíada do Elos Internacional e abraçou completamente nossas ideias e nossas ações.

Vivaaaaa







quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A SABEDORIA DE HIDEKI WADA E A “PAREDE DOS 80 ANOS”

O psicólogo japonês Hideki Wada, especialista em saúde mental de idosos, lançou recentemente o livro A parede dos 80 anos. O impacto foi imediato: em pouco tempo, a obra ultrapassou meio milhão de exemplares vendidos e se tornou um fenômeno editorial no Japão. Se o ritmo continuar, o título deve alcançar a marca de um milhão de cópias, consolidando-se como o grande sucesso literário do ano. 

Com 61 anos, o Dr. Wada reuniu em sua obra reflexões práticas e inspiradoras sobre como viver bem a longevidade. Em 44 frases curtas, ele sintetiza conselhos que vão desde cuidados com o corpo e a mente até atitudes diante da vida cotidiana. O tom é simples, direto e cheio de humanidade: caminhar sempre que possível, respirar fundo diante da raiva, valorizar pequenas alegrias, aceitar mudanças e cultivar o sorriso como fonte de sorte. 

Mais do que recomendações médicas, o livro transmite uma filosofia: envelhecer não deve ser visto como um fardo, mas como uma oportunidade de viver com leveza, gratidão e autenticidade. Para Wada, os “jovens de 80 anos” podem e devem continuar aprendendo, desejando, se divertindo e encontrando sentido em cada dia. 

1. Continue caminhando. 

2. Quando estiver com raiva, respire profundamente. 

3. Faça exercícios suficientes para que seu corpo não endureça. 

4. Beba mais água ao usar ar-condicionado no verão. 

5. Fraldas são úteis para aumentar a mobilidade. 

6. Quanto mais você mastiga, mais ativos ficam seu cérebro e seu corpo. 

7. A perda de memória não é por causa da idade, mas da falta de uso do cérebro. 

8. Não há necessidade de tomar remédio demais. 

9. Não é necessário reduzir excessivamente a pressão arterial e o açúcar. 

10. Estar sozinho não é solidão; é passar o tempo em paz. 

11. A preguiça não é motivo de vergonha.

12. Não é preciso gastar dinheiro com carteira de motorista (há uma campanha no Japão para que idosos devolvam suas habilitações). 

13. Faça o que quiser; não faça o que não gosta. 

14. Os desejos naturais permanecem mesmo na velhice. 

15. Em qualquer caso, não fique sentado em casa o tempo todo. 

16. Coma o que quiser; um pouco de sobrepeso é melhor.

17. Faça tudo com cuidado. 

18. Não se envolva com pessoas de quem não gosta. 

19. Não assista à televisão o tempo todo. 

20. Em vez de lutar contra a doença, aprenda a conviver com ela. 

21. “Quando o carro chega à montanha, o caminho aparece”: esta é a frase mágica da felicidade para os idosos. 

22. Coma frutas e saladas frescas. 

23. O tempo de banho não deve ultrapassar 10 minutos. 

24. Se não conseguir dormir, não se force. 

25. Atividades que trazem alegria aumentam a atividade cerebral. 

26. Diga o que sente; não pense demais. 

27. Encontre um “médico de família” o quanto antes. 

28. Não seja paciente ou rígido demais; ser um “idoso ousado” também não é ruim. 

29. Às vezes, mudar de opinião está tudo bem. 

30. Na fase final da vida, a demência é um presente de Deus. 

31. Se parar de aprender, você envelhece. 

32. Não deseje fama; o que você tem já é suficiente. 

33. A inocência pertence aos idosos. 

34. Quanto mais difícil algo for, mais interessante se torna. 

35. Tomar sol traz felicidade. 

36. Faça coisas que beneficiem os outros. 

37. Gaste o dia de hoje com tranquilidade. 

38. O desejo é a chave para a longevidade.

39. Viva com alegria. 

40. Respire com leveza. 

41. Os princípios da vida estão em suas próprias mãos. 

42. Aceite tudo em paz. 

43. Pessoas alegres são amadas por todos. 

44. Um sorriso traz boa sorte.

 

UMA MENSAGEM PARA 2026

 

A velhice, segundo Wada, é uma etapa preciosa, repleta de possibilidades. Com hábitos saudáveis e uma visão positiva, os anos após os 60 podem se tornar os mais ricos em experiências e sabedoria. Que possamos compartilhar essa perspectiva com todos aqueles que já atravessaram muitas décadas de vida, lembrando que alegria, desejo e serenidade são os verdadeiros segredos da longevidade.

 

Feliz 2026, com saúde e esperança renovada!

 

© Alberto Araújo 


 

O SENTIDO DA VIDA – NICETTE BRUNO - AMAR COMO FUNDAMENTO

Beth Goulart: Mãe, qual é o sentido da vida? 

Nicette Bruno: Amar. 

Beth: Ai, que lindo! É isso aí. Ame cada vez mais, cada vez melhor. Dê sentido à sua vida colocando amor, amor em tudo o que você fizer. Amor para você, amor para as pessoas que você gosta, que estão à sua volta, amor à natureza, amor a Deus. Né, mamãe? Amar é tão importante! 

O vídeo nos presenteia com uma sabedoria simples e profunda: o sentido da vida reside na capacidade de amar. Muitas vezes, perdemo-nos em buscas complexas por sucesso, bens materiais ou reconhecimento, esquecendo que a verdadeira plenitude está na conexão afetiva com o mundo e com o próximo.

Amar, como sugerido no diálogo, não é apenas um sentimento passivo, mas uma ação consciente e expansiva. Quando decidimos colocar amor em tudo o que fazemos, transformamos o ordinário em extraordinário. O trabalho, as tarefas domésticas e as interações cotidianas ganham uma nova cor quando são imbuídas de cuidado e dedicação.

A REFLEXÃO DESTACA CAMADAS IMPORTANTES DO AMOR: 

Autoamor: O cuidado consigo mesmo como ponto de partida.

Amor ao Próximo: Fortalecer os laços com quem está ao nosso redor.

Amor à Natureza e ao Divino: A percepção de que fazemos parte de algo maior, gerando um senso de gratidão e respeito pela vida em todas as suas formas. 

Em última análise, "amar cada vez mais e cada vez melhor" é um convite para o aperfeiçoamento humano. É entender que o amor é o combustível que dá propósito à nossa existência e a única força capaz de gerar um legado verdadeiramente significativo. Afinal, como diz a mãe no vídeo, o sentido da vida é, fundamentalmente, amar.

 

© Alberto Araújo