Após participar de importante reunião
da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ), realizada
segunda-feira, dia 26 de outubro de 2026, no Auditório da Sociedade Nacional de
Agricultura (SNA), no Centro do Rio de Janeiro, a presidente do Elos
Internacional, Matilde Carone Slaibi Conti, deu continuidade à intensa agenda
cultural do dia ao prestigiar a palestra ministrada pela escritora e
pesquisadora Eliana Bueno-Ribeiro.
O evento, realizado na Casa Dirce, em
Botafogo, teve como tema “Graciliano Ramos: um candeeiro velho”, apresentando
uma releitura da obra ficcional do consagrado escritor alagoano à luz de
Memórias do Cárcere, uma de suas obras mais emblemáticas.
Reconhecida por seu permanente
incentivo à literatura, à educação e às artes, Matilde Carone Slaibi Conti
participou do encontro, reafirmando seu compromisso com a valorização da
produção intelectual brasileira e com a difusão do conhecimento. Na ocasião,
teve a oportunidade de cumprimentar a palestrante Eliana Bueno-Ribeiro,
registrando um momento de confraternização e apreço pela contribuição da
pesquisadora aos estudos literários.
A presença da presidente do Elos
Internacional em dois importantes eventos realizados no mesmo dia demonstra sua
dedicação ao fortalecimento das instituições culturais e literárias do país,
promovendo o diálogo entre escritores, pesquisadores, acadêmicos e leitores.
A palestra reuniu interessados na obra
de Graciliano Ramos e proporcionou um rico debate sobre literatura, memória,
história e criação artística, consolidando-se como mais uma relevante
iniciativa do calendário cultural carioca.
Foto: Matilde Carone Slaibi Conti e
Eliana Bueno-Ribeiro durante o encontro realizado na Casa Dirce, em Botafogo.
A União Brasileira de Escritores do Rio
de Janeiro (UBE-RJ) sob a presidência da acadêmica Luiza Lobo realizou,
na segunda-feira, 26 de outubro de 2026, uma reunião de grande relevância para
a entidade, reunindo associados, escritores e representantes do meio cultural
no Auditório da Secretaria Nacional de Agricultura (SNA), no Centro do Rio de
Janeiro. A programação contempla a votação do novo Estatuto da instituição, um
marco importante para a modernização e o fortalecimento da UBE-RJ. A votação
tem início às 14h45min e segue até as 16h, quando será realizada a apuração dos
resultados.
Paralelamente
ao processo eleitoral, das 15h às 16h, a escritora e pesquisadora Cecy Barbosa
Campos ministrou a palestra “Vozes
Negras de Autoria Feminina”, promovendo uma reflexão sobre a
contribuição de mulheres negras para a literatura brasileira e para a
construção da memória cultural do país.
O encontro
também será marcado por homenagens especiais relacionadas à atualização
estatutária. Entre elas, destaca-se o reconhecimento ao professor e escritor Ivan Cavalcanti Proença,
que, aos 95 anos, realizou a revisão técnica do novo Estatuto da UBE-RJ,
contribuindo decisivamente para a consolidação do documento. Em agradecimento,
foi preparada uma placa de prata em sua homenagem. A esposa do homenageado Isis Proença recebeu um souvenir especial uma linda compoteira de cristal, em reconhecimento ao constante apoio
oferecido ao trabalho intelectual e cultural desenvolvido ao longo de sua
trajetória.
A programação
inclui ainda a entrega de revistas previamente adquiridas, homenagens aos
colaboradores da entidade e comunicados sobre os próximos passos
institucionais, incluindo a reunião de 30 de novembro de 2026 e a organização
das chapas que disputarão a eleição da nova diretoria, prevista para a última
segunda-feira de março de 2027.
O evento
contou com a presença da nossa presidente do Elos Internacional, Matilde Carone Slaibi Conti,
que prestigia mais este importante momento da vida cultural e literária
brasileira, reforçando o compromisso da instituição com a valorização da
literatura, da memória e da produção intelectual nacional. A programação será encerrada
com um coquetel de confraternização entre os participantes.
A campanha Outubro Rosa reforça uma
mensagem essencial: a prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas. Nesse
contexto, merece destaque o engajamento da nossa companheira Ana Maria
Tourinho, Vice-Presidente Mundial Cultural da Rede Sem Fronteiras, que abraça
essa causa com sensibilidade, responsabilidade e compromisso social.
Demonstrando seu apoio à campanha, Ana
Maria Tourinho publicou em sua coluna no jornal DR1, sob a liderança da CEO Ana
Cristina Campelo, o inspirador texto “O Toque Alerta, a Imagem Salva”. Em sua
página Versos & Diversos, página 19. Em uma abordagem que une informação,
conscientização e poesia, a autora ressalta a importância do autocuidado, do
autoexame e da mamografia como ferramentas fundamentais para a prevenção e o
combate ao câncer de mama.
Além do artigo, Ana Maria presenteou
os leitores com o poema “O Tom do Cuidado”, uma bela reflexão que transforma a
conscientização em versos de acolhimento, incentivando mulheres e homens a
olharem com mais atenção para a própria saúde e a compreenderem que cuidar de
si é um gesto de amor e responsabilidade.
A participação de Ana Maria Tourinho
nesta importante campanha reafirma o papel da cultura e da comunicação como
instrumentos de transformação social. Sua mensagem ecoa o verdadeiro espírito
do Outubro Rosa: informar, prevenir, acolher e inspirar.
A Rede Sem Fronteiras parabeniza Ana
Maria Tourinho por sua dedicação e por utilizar sua arte, sua voz e sua
influência para fortalecer uma causa tão nobre. Que iniciativas como esta
continuem levando conscientização, esperança e cuidado a cada vez mais pessoas.
Outubro Rosa: Prevenir é um Ato de
Amor. Informar é Salvar Vidas.
A atriz, cantora e compositora Lua Blanco morreu no
último domingo (18/10), aos 39 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada
pela família Blanco por meio de um comunicado publicado nas redes sociais.
Segundo os familiares, a artista enfrentava um câncer nos últimos meses de
vida.
A notícia foi compartilhada pelos irmãos Daniel,
Ana Terra, Estrela, Sol e Pedro, que destacaram o amor e o apoio recebidos por
Lua durante o tratamento. No texto, a família afirmou que a atriz partiu em
paz, cercada pelo carinho de amigos e parentes.
“Ela vinha lutando contra um câncer nos últimos
meses de vida, e nesse tempo ela foi completamente rodeada pelo amor da família
e dos amigos que estiveram com ela a vida toda”, diz um trecho da nota
divulgada.
Os irmãos também ressaltaram a fé da artista e
pediram respeito ao momento de luto. “Ela estará conosco para sempre, nos
iluminando com a sua forte luz eterna”, acrescentaram.
A despedida gerou grande comoção entre fãs e
colegas de profissão. Ana Terra Blanco publicou uma homenagem emocionada nas
redes sociais: “A vida é um sopro. Te amo, irmã. Você segue em nós pra sempre.”
Entre as manifestações de carinho, a atriz Sophia Abrahão, que contracenou com
Lua em “Rebelde”, escreveu: “Recebam todo o meu amor”.
Cinco dias antes de sua morte, Lua Blanco
compartilhou uma última postagem nas redes sociais. O álbum reunia fotografias
de diferentes fases de sua vida, desde a infância até a vida adulta, ao lado de
familiares e amigos.
A imagem final da publicação mostrava um desenho de
uma mulher nos braços de Jesus Cristo e era acompanhada da legenda: “Momentos de
gratidão”. Em uma das fotos, a artista também compartilhou um poema com uma
mensagem de reflexão sobre a verdade, a bondade e a gratidão.
Após a divulgação da morte, diversos seguidores
interpretaram a publicação como uma despedida. Comentários destacaram o caráter
simbólico das imagens e da mensagem deixada pela artista.
Nascida em São Paulo, em 5 de março de 1987, Lua
Blanco construiu carreira como atriz, cantora, compositora e escritora. Ela
ganhou projeção nacional ao interpretar Roberta Messi, uma das protagonistas da
versão brasileira da novela “Rebelde”, papel que marcou uma geração de fãs.
Além do sucesso em “Rebelde”, participou de
produções como “Malhação”, da TV Globo, onde interpretou a personagem Joe,
“Pecado Mortal”, da Record TV, e “A Força do Querer”, também da Globo. Lua
também atuou como apresentadora da TV Globinho.
Filha do músico Billy Blanco Jr. e da musicista
Maria Claudia Blanco, cresceu em uma família ligada às artes ao lado dos irmãos
Pedro Sol, Ana Terra, Estrela, Daniel Cielo e Marisol.
A morte de Lua Blanco encerra uma trajetória
artística marcada por talentos na música e na televisão, deixando um legado de
trabalhos que continuam vivos na memória de fãs e colegas de profissão.
A reflexão sobre a morte acompanha a
humanidade há séculos, e poucas formas artísticas a traduzem com tanta
profundidade quanto o Réquiem. Derivada da expressão latina Requiem aeternam
dona eis, Domine (“Concedei-lhes o descanso eterno, Senhor”), a Missa de
Réquiem deu origem a algumas das obras mais emocionantes e monumentais da
história da música. Embora baseadas na tradição litúrgica cristã, essas
composições ultrapassam o contexto religioso e abordam temas universais como
perda, memória, dor, esperança e transcendência.
Cada compositor encontrou sua própria
maneira de interpretar esse rito. Mozart transformou seu Réquiem, sua última e
inacabada obra, em um símbolo de mistério e despedida, com momentos de intensa
dramaticidade como o célebre Lacrimosa. Berlioz ampliou a escala do gênero em
sua monumental Grande Messe des Morts, na qual o impressionante Dies Irae evoca
a grandiosidade e o terror do Juízo Final. Brahms, por sua vez, afastou-se da
liturgia tradicional para criar uma obra voltada ao consolo dos vivos, marcada
pela serenidade de Wie lieblich sind deine Wohnungen.
Já Verdi conferiu ao gênero um caráter
operístico e arrebatador, tornando seu Dies Irae uma das páginas mais
impactantes da música clássica. Em contraste, Fauré apresentou uma visão
luminosa e pacífica da morte, culminando no delicado e inspirador In Paradisum.
Reunidas, essas obras revelam
diferentes perspectivas sobre a finitude humana e demonstram como a música pode
transformar luto em beleza, reflexão e esperança.
A Orquestra Filarmônica do Ártico da
Noruega (em norueguês: Arktisk
Filharmoni) é uma instituição orquestral sediada em Tromsø e Bodø, na
Noruega. Desde a sua fundação em 2009, como Ópera e Orquestra Sinfônica do
Norte da Noruega, tornou-se uma das maiores e mais ativas instituições
culturais do Norte da Noruega, realizando anualmente produções de ópera e
concertos em diversos formatos.
A
Filarmônica do Ártico alterna regularmente entre diferentes formatos de
conjunto: desde pequenos grupos de câmara, passando pela sinfonietta sediada em
Bodø e pela orquestra de câmara sediada em Tromsø, até uma orquestra sinfônica
completa que reúne todos os instrumentistas. Christian Lindberg foi o regente
principal inaugural da orquestra, atuando até 2018. Em 2019, Christian Kluxen
tornou-se o regente principal. Tim Weiss é o diretor artístico para as
apresentações autônomas do grupo sinfonietta (membros de cordas e sopros),
enquanto Henning Kraggerud é o diretor artístico para as apresentações
autônomas da orquestra de câmara (membros de cordas) da Filarmônica do Ártico.
A
Filarmônica do Ártico colabora com outros músicos da região e possui acordos de
cooperação com a Banda das Forças Armadas do Norte da Noruega e com a Landsdelsmusikerne i Nord-Norge.
Estrutura acionária, conselho e gestão Criada a partir da antiga Orquestra
Sinfônica de Tromsø, a Filarmônica do Ártico foi constituída como uma nova
organização, pertencente em 50% ao Conselho Municipal de Tromsø e 50% ao
Conselho Municipal de Bodø. Os conselhos das províncias de Nordland, Troms e
Finnmark são parceiros colaboradores por meio do Acordo Cultural para o Norte
da Noruega.
O Conselho
de Administração é composto por oito membros e dois suplentes. O presidente do
conselho é Tor Arne Viksjø e a vice-presidente é Nina Hjorth.
A presidente do Elos Internacional, Matilde
Carone Slaibi Conti, mais uma vez destacou sua notável liderança durante a
palestra Mediação Judicial, promovida pela OAB Niterói. Referência de
dedicação, compromisso e visão institucional, Dra. Matilde vem conduzindo o
Elos Internacional a um período de expressivo crescimento, fortalecimento e
reconhecimento, consolidando a entidade como um importante espaço de cultura,
integração e produção do conhecimento.
Com incansável atuação, ela tem
promovido o intercâmbio entre instituições culturais, acadêmicas, literárias e
históricas, ampliando horizontes e construindo parcerias que valorizam ainda
mais o nome do Elos. Sua presença constante em eventos, encontros, conferências
e atividades culturais demonstra um compromisso genuíno com a missão elista de
unir pessoas, estimular talentos e fortalecer a cultura como instrumento de
transformação social.
Sob sua inspiradora gestão, novos projetos
ganham vida e ampliam o alcance da instituição. Entre eles destaca-se a
aguardada ANTOLOGIA ELISTA, uma obra singular e repleta de significado, criada
para reunir e eternizar a produção intelectual, literária e artística dos
elistas. Mais do que uma publicação, a Coletânea representa um legado para as
futuras gerações, um testemunho da riqueza cultural e humana que floresce
dentro da grande família elista. O edital já circula amplamente pelas redes
sociais e por importantes canais de divulgação, despertando entusiasmo e
mobilizando participantes em diversas regiões.
Nesse cenário de valorização do
conhecimento a presidente do Elos Clube Universitário de São Gonçalo, Nagela
Moura, marcou presença ao lado da Dra. Matilde. Jovem liderança de grande
potencial, Nagela representa a renovação e a continuidade dos ideais elistas,
demonstrando entusiasmo, competência e profundo respeito pela história da
instituição.
O evento contou ainda com a presença
ilustre do Desembargador André Fontes, jurista, intelectual e membro do
Cenáculo Fluminense de História e Letras, cuja trajetória se destaca pelo
compromisso com a Justiça, a cultura e a disseminação do saber. Sua
participação engrandeceu o encontro e reforçou a relevância do diálogo e da
mediação na construção de uma sociedade mais consciente e harmoniosa.
Ao lado de grandes lideranças elistas,
como o Vice-Presidente do Elos Internacional, Sidney Cardoso da França; a
Governadora do Distrito 8, Márcia Pessanha; o Diretor Jurídico do Elos
Internacional, Desembargador Nagib Slaibi Filho; a presidente do Elos Clube
Niterói, Jocelin Marry Nery; e a Vice-Presidente Karin Dias F. Rangel, com proeminência
primorosa a todos os membros de sua diretoria administrativa, a Dra. Matilde
Carone Slaibi Conti, vem realizando um
trabalho verdadeiramente admirável. Cidadã niteroiense de coração, leva consigo
o orgulho de representar nossa região nos mais diversos cenários culturais e
institucionais, conduzindo o Elos Internacional com sensibilidade, dinamismo,
elegância e visão de futuro.
Com um olhar atento para todos os
clubes e seus associados, Matilde cultiva uma gestão marcada pela proximidade,
pelo diálogo e pela valorização das pessoas. Sempre acessível aos membros que
buscam orientação, informações ou oportunidades de intercâmbio cultural,
transforma a missão do Elos em uma ponte viva entre gerações, talentos e
saberes. Quem a procura encontra acolhimento, apoio sincero e o verdadeiro
espírito de companheirismo que inspira a filosofia elista.
Sua atuação fortalece laços entre
instituições culturais, acadêmicas e literárias, ampliando horizontes e levando
o nome do Elos Internacional a novos espaços de reconhecimento, respeito e
prestígio. Sob sua liderança, o intercâmbio cultural deixa de ser apenas um
ideal e se transforma em uma realidade que aproxima pessoas, compartilha
experiências e promove o crescimento coletivo.
Esse trabalho, construído de forma
colaborativa e pautado pela fraternidade, pela cultura e pelo compromisso com o
conhecimento, reafirma os valores que fazem do Elos uma instituição cada vez
mais respeitada, admirada e relevante na construção de uma sociedade mais humana,
culta e integrada.
Elos: unindo gerações, promovendo
cultura, conectando saberes e construindo legados que atravessam o tempo.
A Sinfonia n.º 5 é, talvez, a mais
delicada de todas as sinfonias de Franz Schubert. Composta em 1816, revela um
raro equilíbrio entre a juventude dos seus apenas dezanove anos e a
surpreendente maturidade de um compositor destinado a ocupar um lugar central
na história da música. Longe do dramatismo e da grandiosidade que marcam outras
páginas sinfónicas do século XIX, esta obra distingue-se pela elegância,
serenidade e transparência da escrita, assumindo sem reservas a herança dos
mestres do Classicismo vienense. Essa afinidade torna-se especialmente evidente
no terceiro andamento, cujo minueto evoca de forma clara o espírito e a graça
da Sinfonia n.º 40 de Mozart.
É precisamente com Mozart que se
inicia este concerto. Composto em Milão, em 1773, o moteto Exsultate, jubilate
foi escrito para o célebre castrato Venanzio Rauzzini, um dos cantores mais
virtuosos da sua época. A interpretação estará a cargo da jovem soprano Ana
Rosa, vencedora do 13.º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária
Portuguesa, cuja voz dará vida a uma das obras mais luminosas do repertório
mozartiano.
Entre Mozart e Schubert, o maestro
Krišs Russman apresenta-se pela primeira vez à frente da Orquestra
Metropolitana de Lisboa numa dupla condição: a de intérprete e criador. O
programa inclui a estreia da sua mais recente composição, convidando o público
a ouvir a tradição e a criação contemporânea em diálogo direto. Uma viagem
musical entre três séculos, unida pela clareza, pela imaginação e pela expressividade.
Quinta de Schubert pela Orquestra
Metropolitana de Lisboa, com Ana Rosa, soprano, e direção musical de Krišs
Russman.
Domingo, 8 de novembro de 2026, às 16h,
na AMAL, Lourinhã
Segunda-feira, 9 de novembro, às 21h,
no Teatro Tivoli BBVA, Lisboa – Portugal.
Neste 26 de outubro de 2026, o tempo
se curva respeitosamente diante de uma história rara. São 66 anos de vida
profissional dedicados a cuidar de pessoas, proteger sonhos, preservar
patrimônios e oferecer tranquilidade a quem confiou em sua palavra.
Ao longo dessa extraordinária
caminhada, Bemvindo Augusto Dias não foi apenas um corretor de seguros. É rotariano,
conselheiro, amigo, parceiro e porto seguro para incontáveis famílias. Em cada
contrato assinado, havia mais do que um compromisso comercial: existia a
certeza de que alguém zelava sinceramente pelo bem-estar do outro.
Sua trajetória é feita de números
impressionantes, mas o que realmente a engrandece são os valores que a
sustentaram. A honestidade que nunca negociou princípios. A perseverança que
venceu desafios. A generosidade que acolheu amigos, clientes e colegas. E,
sobretudo, a bondade que sempre guiou suas atitudes.
Homem íntegro, de coração nobre e
espírito luminoso, Bemvindo conquistou algo que poucos alcançam: o respeito
unânime de todos que tiveram o privilégio de cruzar seu caminho. Seu sorriso
sereno, sua palavra firme e sua maneira humana de exercer a profissão
transformaram relacionamentos profissionais em laços de amizade duradouros.
Ao olhar para sua história, percebe-se
que o verdadeiro patrimônio construído não está apenas nos anos de trabalho,
mas no carinho cultivado ao longo de seis décadas e meia de dedicação. São
lembranças, gratidão e admiração espalhadas por gerações que encontraram nele
não apenas um profissional exemplar, mas um ser humano extraordinário.
Feliz é o homem que chega a um marco
como este cercado pelo reconhecimento daqueles que ajudou. Feliz é o homem que
pode olhar para trás e enxergar uma vida inteira pautada pela honra, pela ética
e pelo dever cumprido. Feliz é o homem que fez da sua existência uma fonte
permanente de segurança e esperança para tantas pessoas.
Hoje, o Focus Portal Cultural, por
meio do jornalista Alberto Araújo, rende justa homenagem a este grande
brasileiro, cuja história inspira e emociona.
Parabéns, Bemvindo Augusto Dias, pelos
seus 66 anos de profissão. Que sua trajetória continue iluminando caminhos,
fortalecendo amizades e deixando exemplos para as futuras gerações.
Seu legado já pertence ao tempo. Seu
nome já pertence à gratidão de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. E
sua história continuará sendo contada como a de um homem de bem que honrou sua missão
com grandeza, elegância e amor ao próximo.
A Rede
Sem Fronteiras (RSF) convida você para mais uma edição do seu programa
oficial Chá das 5h com 5, um espaço dedicado ao encontro, ao diálogo e à
partilha literária, promovendo a cultura, a escrita e a preservação da memória
de pessoas e acontecimentos que marcaram a história.
Nesta
edição, daremos continuidade ao Grupo de Estudo Literário da coletânea
"Mulheres Extraordinárias", uma iniciativa que estimula a
reflexão sobre trajetórias femininas, a importância da memória histórica e o
poder transformador da literatura.
TEMA: MULHERES
EXTRAORDINÁRIAS: O RESGATE HISTÓRICO DO LEGADO, PELA PALAVRA ESCRITA
A partir
do Volume 4 desta importante coletânea, as coautoras compartilharão
experiências, pesquisas, reflexões e vivências sobre o processo de escrita e
preservação das histórias de mulheres que deixaram contribuições significativas
para a sociedade.
Mais do
que apresentar uma obra literária, este encontro propõe uma reflexão sobre a
relevância de registrar, preservar e transmitir às futuras gerações os legados
femininos que ajudaram a construir a nossa história.
Apresentação Ana Maria Tourinho Vice-Presidente
Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras e Coordenadora do Grupo de Estudos
Literários.
COAUTORAS
PARTICIPANTES
Carmen F.
Fonseca
Edina de Azevedo Klein
Glorinha
Samantha Condé
Cada
participante contribuirá com sua visão, experiência e trajetória, enriquecendo
este diálogo literário e fortalecendo o propósito da coletânea de dar
visibilidade às histórias de mulheres extraordinárias.
Data: 27 de outubro de 2026
(terça-feira)
Transmissão: Canal oficial da Rede Sem Fronteiras no YouTube.
Participe
deste momento de aprendizado, inspiração e valorização da memória histórica
feminina. Sua presença fará parte desta importante construção coletiva de
conhecimento e legado.
“Depois de construir uma carreira ensinando alimentação saudável,
escritora transforma experiências pessoais e uma mudança na própria relação com
a comida em livro que alcançou o primeiro lugar na lista da revista.”
Em
menos de um mês após o lançamento, Flavia M. Machioni alcançou o primeiro lugar
na categoria Autoajuda e Esoterismo da lista de livros mais vendidos da revista
Veja com A Cozinha que Existe em Mim, publicado pela Editora Gente. O livro de
estreia reúne histórias pessoais, reflexões sobre comportamento alimentar e
receitas para discutir uma questão que transformou a trajetória da autora: por
que saber o que faz bem nem sempre é suficiente para conseguir colocar em
prática?
A
relação de Flavia com a saúde começou muito antes de se tornar profissão. Ainda
na adolescência, perdeu o pai para o câncer de intestino, experiência que
marcou profundamente sua maneira de enxergar o corpo e a alimentação. Anos
depois, ao enfrentar suas próprias dificuldades digestivas e restrições
alimentares, encontrou na cozinha uma maneira de buscar respostas. Em 2012,
criou o blog Lactose Não, que daria origem a uma carreira dedicada à culinária
e à alimentação saudável.
Formada
em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, Flavia aprofundou
seus estudos em gastronomia no Natural Gourmet Institute, em Nova York, e no
Centro Europeu, no Brasil. Passou a ensinar receitas, ministrar cursos e
compartilhar conhecimentos sobre alimentação. Mas, enquanto sua carreira crescia,
começou a questionar a própria relação com a saúde.
Depois
de anos seguindo restrições e buscando fazer tudo certo, percebeu que o cuidado
com a alimentação também podia estar associado ao medo, à vigilância e à
autocobrança. Uma das passagens mais simbólicas dessa transformação aconteceu
em Salvador, quando, após uma reavaliação médica, voltou a comer um pão
francês. O gesto aparentemente simples trouxe de volta memórias da infância e
marcou uma mudança em sua relação com a comida.
Essa
experiência a levou a aprofundar seus estudos sobre comportamento alimentar,
hábitos e autocuidado, ampliando a perspectiva que orientava seu trabalho. A
alimentação continuou no centro de sua atuação, mas passou a ser compreendida
como parte de algo maior: a maneira como vivemos, nos relacionamos e cuidamos
de nós mesmos.
É
dessa trajetória que nasce A Cozinha que Existe em Mim. Com uma narrativa que
combina autobiografia, reflexões e receitas, a autora apresenta a ideia de que
todos temos uma cozinha interna, onde emoções, experiências, necessidades e
escolhas também são processadas.
Mais
do que ensinar a comer melhor, Flavia convida o leitor a olhar para aquilo que
existe além do prato e a reconsiderar o que significa, de fato, cuidar de si.
Nesta 25 de outubro, o Focus Portal
Cultural celebra os 145 anos de nascimento de Pablo Picasso, um dos artistas
mais influentes e revolucionários da história da arte. Nascido em 25 de outubro
de 1881, na cidade de Málaga, na Espanha, Pablo Ruiz Picasso marcou
profundamente o século XX com sua criatividade inesgotável e sua capacidade de
reinventar constantemente a linguagem artística.
Muito mais do que pintor, Picasso foi
também escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo. Sua produção
extraordinária atravessou mais de sete décadas, período em que criou milhares
de obras e explorou inúmeras técnicas e estilos. Graças ao seu talento singular
e à ousadia de suas experiências artísticas, conquistou reconhecimento mundial
ainda em vida, tornando-se uma das figuras mais conhecidas e admiradas da
história da cultura.
Desde a infância, Picasso demonstrou
habilidades excepcionais para o desenho e a pintura. Seus primeiros trabalhos
revelavam um impressionante domínio do realismo. No entanto, sua inquietação
criativa o levou a buscar novas formas de expressão, rompendo gradualmente com
os padrões acadêmicos e contribuindo para as transformações que definiriam a
arte moderna.
A trajetória artística de Picasso
costuma ser dividida em diferentes fases. Entre as mais importantes estão o
Período Azul (1901-1904), marcado por obras melancólicas e tons frios; o
Período Rosa (1904-1906), caracterizado por cores mais suaves e temas ligados
ao circo e à vida boêmia; o Período Africano (1907-1909), fortemente
influenciado pela arte africana; o Cubismo Analítico (1909-1912); e o Cubismo
Sintético (1912-1919). Essas fases demonstram a constante evolução de seu
pensamento artístico e sua busca incessante pela inovação.
Ao lado do pintor francês Georges
Braque, Picasso foi o principal criador do Cubismo, movimento que revolucionou
a representação visual ao desconstruir formas e apresentar múltiplos pontos de
vista em uma mesma imagem. Além disso, destacou-se como pioneiro da colagem e
da escultura construída, ampliando significativamente as possibilidades da arte
contemporânea.
Entre suas obras mais célebres estão
As Meninas d’Avignon (1907), considerada um marco da arte moderna e da origem
do cubismo, e Guernica (1937), pintura monumental que denuncia os horrores do
bombardeio da cidade basca de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola. Esta
última tornou-se um símbolo universal contra a guerra e a violência.
Juntamente com Henri Matisse e Marcel
Duchamp, Picasso integra o grupo de artistas que protagonizaram algumas das
mais profundas transformações das artes plásticas no início do século XX,
influenciando gerações de pintores, escultores, gravuristas e criadores em todo
o mundo.
Falecido em 8 de abril de 1973, na
cidade de Mougins, na França, Pablo Picasso deixou um legado imensurável. Sua
obra continua despertando admiração, estudos e debates, confirmando sua posição
como um dos maiores gênios da história da arte. Celebrar seus 145 anos de
nascimento é reconhecer a força transformadora de sua criatividade e a
influência permanente que exerce sobre a cultura mundial.
Celebrando os 201 anos do nascimento
de Johann Strauss II e os 188 anos do nascimento de Bizet
Neste 25 de outubro, quando o mundo
celebra o Dia Mundial da Ópera, a data ganha um significado ainda mais especial
por coincidir com os aniversários de dois gigantes da música europeia: Georges
Bizet (1838-1875) e Johann Strauss II (1825-1899). Embora tenham seguido
caminhos artísticos distintos, ambos deixaram marcas profundas na história do
teatro musical e ajudaram a construir algumas das páginas mais brilhantes do
patrimônio cultural da humanidade.
Nesta data simbólica, o Focus Portal
Cultural presta homenagem a dois dos mais influentes compositores da história
da música ocidental. Suas obras atravessaram séculos e continuam a emocionar
plateias em todos os continentes, reafirmando o poder universal da música e do
teatro musical.
Nascido em Paris, em 25 de outubro de
1838, Georges Bizet destacou-se como um dos mais brilhantes compositores
franceses do período romântico. Seu nome tornou-se eterno graças à ópera
Carmen, obra-prima que revolucionou o gênero ao combinar intensidade dramática,
riqueza melódica e personagens de extraordinária força emocional. Embora tenha
falecido precocemente, aos 36 anos, em 03 de junho de 1875, Bizet deixou um
legado que o consagrou entre os grandes mestres da ópera mundial.
Também em 25 de outubro, mas treze
anos antes, nasceu em Viena Johann Baptist Strauss II. O compositor nasceu em
Viena, 25 de outubro de 1825 e faleceu em Viena, 3 de junho de 1899 foi um
célebre compositor austríaco do século XIX, conhecido mundialmente como o
"Rei da Valsa". Compositor austríaco que conquistaria o mundo com
suas valsas elegantes e inesquecíveis. Conhecido universalmente como o “Rei da
Valsa”, Strauss transformou a música de dança em expressão artística
sofisticada, legando ao repertório internacional obras célebres como An der
schönen blauen Donau (O Belo Danúbio Azul), a célebre valsa de Johann Strauss
II. Além das valsas, destacou-se na opereta, gênero ao qual conferiu
refinamento e popularidade duradouros.
Ao recordar os aniversários desses
dois gigantes da criação musical, o Focus Portal Cultural celebra não apenas
suas trajetórias individuais, mas também a extraordinária herança artística que
legaram à humanidade. Bizet e Strauss II representam diferentes vertentes da
tradição europeia, unidas pela genialidade, pela inovação e pela capacidade de
transformar emoções humanas em música eterna. Neste Dia Mundial da Ópera, seus
nomes permanecem como símbolos da beleza, da criatividade e da força perene da
arte.
O francês Georges Bizet ocupa um lugar
singular na história da ópera. Dono de extraordinário talento melódico e
dramático, ele alcançou a imortalidade com Carmen, obra que hoje figura entre
as óperas mais encenadas e admiradas do mundo. Estreada em 1875, a peça
revolucionou o gênero ao apresentar personagens intensamente humanos, movidos
por paixões, liberdade, desejo e tragédia. A protagonista Carmen tornou-se um
dos grandes símbolos femininos da arte ocidental, enquanto árias como Habanera
e Toreador Song atravessaram gerações e continuam encantando públicos dos mais
diversos perfis.
Uma das grandes ironias da história da
música é que Bizet não viveu para testemunhar o triunfo de sua criação.
Falecido poucos meses após a estreia de Carmen, aos 36 anos, o compositor
partiu sem imaginar que sua obra seria reconhecida como um dos maiores marcos
da ópera de todos os tempos. Hoje, sua música representa a força da inovação
artística e a capacidade da arte de sobreviver ao julgamento imediato de sua
época.
Se Bizet simboliza a intensidade
dramática da ópera francesa, Johann Strauss II personifica a elegância e o
brilho da tradição musical vienense. Conhecido mundialmente como o “Rei da
Valsa”, Strauss elevou a dança de salão à categoria de arte universal.
Composições como O Belo Danúbio Azul e Contos dos Bosques de Viena tornaram-se
sinônimos do requinte musical do século XIX e ajudaram a projetar Viena como
uma das grandes capitais culturais da Europa.
Mas sua contribuição ao teatro musical
vai além das valsas. Strauss também deixou um legado marcante na opereta,
gênero que combina música, leveza dramática e humor refinado. Seu maior sucesso
nesse campo, Die Fledermaus (O Morcego), permanece como uma das operetas mais
celebradas do repertório internacional, conquistando plateias pela vivacidade,
sofisticação e irresistível charme melódico.
Ao reunir os aniversários de Bizet e
Strauss II, o Dia Mundial da Ópera transcende a simples homenagem a dois
compositores. A data convida à celebração da diversidade da criação musical,
capaz de abarcar tanto a paixão arrebatadora de Carmen quanto a leveza festiva
das valsas e operetas vienenses. São universos distintos, mas igualmente
essenciais para compreender a riqueza do teatro musical ocidental.
Quase dois séculos após seus
nascimentos, Georges Bizet e Johann Strauss II continuam vivos nos palcos, nas
salas de concerto e na memória afetiva de milhões de pessoas. Suas obras
demonstram que a música, quando alcança a verdadeira grandeza, ultrapassa
fronteiras, idiomas e gerações, permanecendo como uma das mais poderosas
expressões da criatividade humana. Neste Dia Mundial da Ópera, celebrar esses
dois mestres é também celebrar a arte em sua forma mais universal e duradoura.