quarta-feira, 3 de junho de 2026

UMA NOVA JORNADA DE SERVIÇO: HONRA E PROPÓSITO NO ROTARY INTERNATIONAL

O Rotary International é, reconhecidamente, a maior e a mais respeitada instituição social do planeta. Sob a liderança inspiradora de seu atual presidente, Francesco Arezzo do Rotary Club de Ragusa, na Itália, esta organização fortalece diariamente os alicerces do companheirismo e do serviço humanitário global. 

Recentemente, recebi o selo de "Superfã" do Rotary Distrito 4563 – São Paulo, um reconhecimento que me abre as portas para uma interação mais dinâmica com esta comunidade global, permitindo-me enviar e receber mensagens, e trocar experiências vitais com rotarianos de todo o mundo. Este status é, para mim, o ponto de partida de uma imersão profunda em causas que transformam realidades. 

Este status digital é, para mim, o ponto de partida de uma imersão profunda nas ações transformadoras da instituição, desde o combate à pólio até o suporte a comunidades que necessitam de intervenções estratégicas. É um privilégio integrar este grupo seleto de líderes, assumindo o compromisso inabalável com o lema "Dar de si antes de pensar em si". 

Esse caminho de serviço, se tornou acessível desde que recebi a honra de ser empossado como Membro Honorário do Rotary Club de Niterói. A posse, celebrada em uma noite memorável e engalanada, marca o início de uma trajetória que assumo com total entusiasmo.

Nesse caminho, honra-me ser empossado como Membro Honorário do Rotary Club de Niterói. Minha gratidão é imensa às nossas gestoras: a presidente Ana Paula Aguiar e a vice-presidente Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, ambas geniais em suas administrações, conduzindo o clube com maestria e visão estratégica. Guardo também com emoção o momento em que recebi meu diploma das mãos da Secretaria “Aeterna” do nosso clube, a estimada Sylvinha Fasciotti. Sua dedicação é um exemplo para todos nós. Estando assim pronto para somar esforços a este time de elite, aprendendo e servindo com propósito.

Integrar este grupo de líderes dedicados ao bem comum é um privilégio. Entendo que o Rotary é uma escola de cidadania e um laboratório de soluções para os desafios mais complexos do nosso tempo. Estou pronto para aprender com a vasta experiência dos meus companheiros, para colaborar nos projetos de impacto e, sobretudo, para servir com propósito. 

Minha gratidão a todos que possibilitaram este momento. Sigo entusiasmado e com a energia renovada para contribuir. Que possamos, juntos, sob a liderança de Francesco Arezzo, atual presidente do Rotary International e em breve o nigeriano Olayinka Hakeem Babalola, para o ano rotário de 2026-27 construir um legado contínuo de esperança e transformação. 

Vamos em frente, porque o trabalho que salva vidas e muda realidades não pode esperar!

Na foto: Ana Paula Aguiar – Presidente do Rotary de Niterói; Mateus Sá: Excelentíssimo Cônsul Geral da República de Angola no Rio; Alberto Araújo – Homenageado; Sylvia Fasciotti – Secretária do RCN e Matilde Carone Slaibi Conti – Vice-presidente do Rotary Club de Niterói e Presidente de várias  instituições. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

Membro Honorário do Rotary de Niterói – Rio de Janeiro – Brasil 



terça-feira, 2 de junho de 2026

A POESIA SE TORNA PATRIMÔNIO: HOMENAGEM À ACADEMIA BRASILEIRA DE POESIA NA CÂMARA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS

A cidade de Petrópolis se prepara para um marco significativo na preservação da memória literária e da cultura brasileira. Nesta quarta-feira, dia 3 de junho, às 16 horas, a Câmara Municipal de Petrópolis será palco de uma cerimônia solene dedicada à Academia Brasileira de Poesia – Casa de Raul de Leoni, que recebe oficialmente o título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município.

Este reconhecimento, formalizado pela Lei no 9.248, de 17 de abril de 2026, de autoria da vereadora Júlia Casamasso, celebra não apenas a trajetória da instituição, mas o seu papel fundamental na promoção da poesia e na realização de atividades culturais que mantêm viva a chama da literatura no coração da Cidade Imperial. 

Em um momento de celebração para todos os que valorizam as artes, a vice-presidente da Academia, Daniella Vita, destaca a importância desse reconhecimento institucional. Segundo Vita, a poesia possui a singular capacidade de transcender o papel e encontrar abrigo em espaços públicos, nos encontros humanos e nas vozes daqueles que dedicam suas vidas à palavra. Para a vice-presidente, este título é um testemunho da relevância da Casa de Raul de Leoni como guardiã de um legado que é, acima de tudo, um bem coletivo. 

Ao refletir sobre a força da poesia em transformar realidades, vale lembrar a máxima de Pablo Picasso: “Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.” A Academia Brasileira de Poesia, através de seu trabalho contínuo, tem sido uma dessas vozes que, com sensibilidade e resiliência, ilumina a cultura brasileira, transformando o cotidiano em arte pura.

O Focus Portal Cultural parabeniza a Academia Brasileira de Poesia – Casa de Raul de Leoni por esta merecida distinção e convida a comunidade petropolitana a prestigiar este momento histórico de celebração à nossa memória literária. 

SERVIÇO:

Evento: Homenagem e Título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial

Local: Câmara Municipal de Petrópolis

Data: 3 de junho (amanhã)

Horário: 16 horas

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 

 

CELEBRANDO A TRADIÇÃO: O ESPECIAL JUNINO DO PODCAST "FALA AÍ, FRANCETE!"


No universo educacional, o engajamento estudantil vai muito além da sala de aula. O Colégio França, situado em Praia Grande, São Paulo, sob a direção visionária do Professor Sidney Cardoso da França, reafirma constantemente seu compromisso com a construção de uma comunidade escolar vibrante, onde a cultura, a tradição e o diálogo ocupam lugares de destaque.

O podcast "Fala aí, Francete!" consolidou-se como uma ferramenta poderosa de comunicação. Ao levar os microfones para além do ambiente pedagógico formal, o Colégio França cria um espaço onde a voz dos alunos é o motor central. Este formato não apenas aproxima a direção e os docentes dos estudantes, mas também promove o protagonismo juvenil, essencial na formação de cidadãos críticos e engajados. 

O 65º episódio, veiculado em 02 de junho de 2026, trouxe um clima festivo e nostálgico. O tradicional Arraiá do Colégio França não é apenas uma festa; é um rito de passagem e um símbolo de união.

O podcast ao receber os alunos Kayane Moreira, Júlio Cesar, Raul Silva e Emily Ochika, os protagonistas da quadrilha junina, proporcionou aos ouvintes uma perspectiva íntima e autêntica. 

Por que esse tipo de live é fundamental? 

Humanização da Escola, onde transforma presenças institucionais em parceiros de conversa, revelando os sonhos, medos e alegrias de quem constrói o dia a dia do colégio. 

Valorização das Tradições, que ao discutir os bastidores da quadrilha, o colégio reforça a importância das festas populares brasileiras, conectando tecnologia (podcast) com folclore. 

Protagonismo Estudantil. Quando o aluno se torna a atração principal, ele desenvolve habilidades de comunicação, oratória e senso de pertencimento. 

Sob a liderança do Professor Sidney Cardoso da França, o colégio em Praia Grande ultrapassa o currículo básico. A instituição entende que o sucesso acadêmico caminha de mãos dadas com o desenvolvimento socioemocional. Iniciativas como o podcast são provas de que o Colégio França valoriza o ambiente escolar como um ecossistema de aprendizado contínuo, onde cada aluno tem o seu lugar de fala.

O episódio 65 foi um convite aberto para todos que valorizam a educação conectada com a vida real. Convidamos a comunidade a assistir a este registro especial, repleto de sorrisos e expectativas para a nossa quadrilha, disponível no canal oficial do colégio. O futuro da educação se constrói assim: dialogando, celebrando tradições e, acima de tudo, ouvindo nossos jovens. 

Assista ao episódio completo aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=h2AMGttSI1Y  

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 



(Clicar na imagem para assistir ao vídeo completo)









Parabéns ao Professor Sidney Cardoso da França e a toda a equipe pela excelente iniciativa! Foi um prazer ouvir o episódio especial com os alunos Kayane, Júlio Cesar, Raul e Emily muito bom ver esse protagonismo estudantil e a valorização das nossas tradições. Que venham muitos outros episódios de sucesso! Alberto Araújo.






01 - ONDE O VERBO SE CALA - Nº 01 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS: UMA JORNADA LITERÁRIA © Alberto Araújo Focus Portal Cultural

 



01 - ONDE O VERBO SE CALA

 

Amo-te sem saber o modo ou hora,

Sem que a razão defina o meu querer;

Pois este amor, que em mim se faz nascer,

Não pede ao tempo, não me pede agora.

 

É um rio que corre e o mundo ignora,

Um simples dom de ver e de viver;

Sem o orgulho que tenta se esconder,

É luz que invade e o peito não demora.

 

Tão perto estás, que em ti me sinto inteiro,

A mão que pousa, o olhar que me desvela,

Trazendo ao longe um brilho passageiro.

 

É a paz que o resto do destino apela,

O amor que vive, enfim, por ser primeiro,

E faz do silêncio a voz mais bela.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 


02 - O SILÊNCIO DA ALMA - Nº 02 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS: UMA JORNADA LITERÁRIA



02 - O SILÊNCIO DA ALMA

 

Não é no alarido da fala apressada,

Nem no fervor de um verso mal medido,

Que o amor se revela, em si contido,

Na paz da alma, em luz iluminada.

 

É chama mansa, em cinza preservada,

É o abraço que acolhe o que é perdido,

Um porto seguro, um elo prometido,

Na longa estrada que se faz trilhada.

 

Tão vasto quanto o mar na imensidão,

É o toque leve que o destino escreve,

No compasso vital do coração.

 

É o laço forte, embora pareça breve,

Onde a entrega vence a solidão,

E a vida se torna, enfim, muito mais leve.

 

Nº 02 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS:

UMA JORNADA LITERÁRIA

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 



 

MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO RECEBE EXPOSIÇÃO DO SESI LAB SOBRE A AMAZÔNIA E SUA BIOECONOMIA

“BioOCAnomia Amazônica” será inaugurada no feriadão de Corpus Christi. Mostra aborda biodiversidade e saberes ancestrais por meio de experiências interativas e jogos educativos. 

Rio de Janeiro, maio de 2026. O Museu do Jardim Botânico recebe a partir de 4 de junho a exposição “BioOCAnomia Amazônica”, concebida pelo SESI Lab e inédita no Rio de Janeiro. A mostra, que será inaugurada durante o feriadão estadual de Corpus Christi, convida o público a mergulhar em uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. A entrada é gratuita. 

A exposição evidencia a potência da bioeconomia como estratégia para o desenvolvimento sustentável das diferentes Amazônias, articulando conservação da biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas, a partir de cinco áreas temáticas: “A floresta e o mundo”; “Saberes amazônicos”; “Bioeconomia”; “Indústria e inovação”; “Direitos da floresta”. 

Toda a cenografia da exposição foi desenvolvida com materiais sustentáveis, como chapas plásticas recicladas e subprodutos da agroindústria, ciência, tecnologia e valorização de saberes intergeracionais. A iniciativa integra um esforço do Sistema Indústria e parceiros para apresentar ao público soluções baseadas na conservação da natureza, apoiadas pela inovação e por práticas produtivas sustentáveis. 

Logo na entrada, o visitante é convidado a refletir sobre a Amazônia como um bioma em disputa, fundamental para o equilíbrio climático global e profundamente impactado por desafios como desmatamento, queimadas, mineração, expansão das desigualdades e mudanças climáticas. A partir daí, o percurso expositivo se desdobra em diferentes ambientes imersivos que articulam ciência, biodiversidade, cultura e inovação. 

“O Museu do Jardim Botânico tem como uma de suas vocações promover reflexões sobre biodiversidade, conservação e futuro. Receber a ‘BioOCAnomia Amazônica’ reforça esse compromisso ao aproximar o público de debates urgentes sobre desenvolvimento sustentável e valorização dos saberes tradicionais, por meio de uma experiência sensorial, educativa e acessível”, afirma Grazielle Giacomo, gerente técnica do Museu do Jardim Botânico. 

Para a superintendente de cultura do SESI, Cláudia Ramalho, a chegada da exposição ao Rio de Janeiro representa um marco importante na expansão das iniciativas do SESI Lab. “Levar uma exposição que fala sobre bioeconomia para outras regiões amplia o alcance de discussões fundamentais sobre o desenvolvimento sustentável, ciência, inovação e preservação ambiental”, explica. 

O desenvolvimento da exposição contou com um comitê curatorial formado por consultores especializados, cientistas de universidades do Amazonas e do Pará, além da participação do Instituto Amazônia+21, dos Institutos SENAI de Inovação e da Gerência Executiva de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A itinerância da mostra também contou com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

A realização da mostra no Rio de Janeiro integra o projeto SESI Lab Itinerante, criado para ampliar o acesso às exposições e ações educativas do museu para diferentes regiões do país. A proposta parte da ideia de aproximar o museu de novos públicos e promover trocas de conhecimento por meio de experiências culturais e educativas. 

CERRADO TAMBÉM É CELEBRADO NO MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO 

Além de “BioOCAnomia Amazônica”, o público poderá visitar, no mesmo circuito do Museu do Jardim Botânico, a recém-inaugurada “Ser(Tão): Imersão no Cerrado”, idealizada pela artista visual Flavia Daudt e pela fotógrafa documental e curadora de arte ecológica Ana Paula Freitas Valle. A mostra propõe uma imersão poética no Cerrado brasileiro por meio de fotocolagens, instalações e experiências sensoriais que refletem sobre a biodiversidade e os desafios enfrentados pelo bioma.

Entre os destaques da exposição está um grande ninho imersivo inspirado no joão-de-pau (Phacellodomus rufifrons), ave do Cerrado, criado pelo artista Ricardo Siri com galhos provenientes de poda sustentável do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A instalação convida o visitante a entrar e contemplar a obra, ampliando a experiência sensorial da mostra.

SERVIÇO

 

BioOCAnomia Amazônica

Museu do Jardim Botânico

Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro

Visitação: 4 de junho a 3 de novembro de 2026

Funcionamento: de quinta a terça-feira (fechado às quartas-feiras), das 10h às 18h, com última entrada às 17h.

* Há bicicletários e estacionamento exclusivo para pessoas com severas deficiências de locomoção (veículos adesivados); é permitida a entrada de carros para embarque e desembarque de pessoas com dificuldades de locomoção. 

SOBRE O MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO 

O Museu do Jardim Botânico conta com patrocínio master da Shell Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão é do idg. Inaugurado em março de 2024, o Museu apresenta ao público, por meio de exposições, conteúdos interativos e programação cultural, o trabalho pioneiro do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro na pesquisa e conservação da flora brasileira. 

SOBRE O SESI LAB 

O SESI Lab é um museu interativo que conecta arte, ciência e tecnologia, aberto a todos os públicos em Brasília. O espaço reúne exposições permanentes e temporárias, festivais, oficinas, workshops, cinema, residências artísticas e atividades ligadas à cultura maker, sempre com foco em experiências educativas, criativas e inovadoras.

Instalado em um edifício projetado por Oscar Niemeyer, no coração da capital federal, o SESI Lab atua como um hub de difusão democrática do conhecimento, aproximando ciência, cultura e tecnologia de públicos de diferentes regiões do país. 

SOBRE O IDG

Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências. Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.


A FRONTEIRA DO CONHECIMENTO - DRA. ODILZA VITAL E O PROTAGONISMO DA ENDOCRINOLOGIA EM KYOTO

A ciência não conhece fronteiras, mas há lugares onde ela parece pulsar com uma intensidade única. Nestes primeiros dias de junho de 2026, a histórica e vibrante cidade de Kyoto, no Japão, tornou-se o epicentro mundial do saber médico. É neste cenário de convergência tecnológica e milenar tradição que encontramos a Dra. Odilza Vital, em um momento de profunda relevância profissional e científica, participando do International Congress of Endocrinology (ICE 2026), realizado em conjunto com o Annual Congress of The Japan Endocrine Society (JES 2026). 

O lema "Enlightened Endocrinology in Unprecedented Times" (Endocrinologia Iluminada em Tempos Sem Precedentes) não é apenas uma frase de efeito; ele reflete a urgência e o otimismo de uma especialidade que enfrenta desafios complexos, desde o aumento global de doenças metabólicas e obesidade até as descobertas revolucionárias sobre a sinalização hormonal e o papel da endocrinologia no envelhecimento populacional. 

A realização conjunta do ICE e do congresso da Japan Endocrine Society (JES) é um marco estratégico. A JES, uma das sociedades mais respeitadas e antigas do mundo, celebra em 2026 o seu centenário, carregando um legado de descobertas fundamentais sobre a função fisiológica de inúmeros hormônios. A união com o ICE, o fórum máximo da International Society of Endocrinology (ISE), cria um ambiente de intercâmbio sem precedentes, onde mentes brilhantes de todos os continentes se reúnem para traduzir pesquisas de ponta em melhores práticas clínicas para o dia a dia nos consultórios. 

A presença da Dra. Odilza Vital neste congresso é a materialização do compromisso com a excelência. Em um mundo onde a informação científica se renova com uma velocidade vertiginosa, o médico endocrinologista não pode se limitar ao que já é conhecido. É necessário "estar onde as coisas acontecem". 

Participar de um evento como este, em Kyoto, a alma cultural do Japão, oferece mais do que apenas acesso a novas diretrizes. Proporciona o contato direto com pesquisadores que estão definindo o futuro da endocrinologia, o debate sobre a ética na medicina, a aplicação de novas tecnologias diagnósticas e a compreensão de como diferentes estilos de vida e contextos genéticos influenciam a saúde metabólica. É uma imersão profunda que transforma a visão sobre o cuidado com o paciente, trazendo uma abordagem mais humanizada, precisa e "iluminada" pelos novos tempos. 

Por que a Endocrinologia Importa Agora? A Endocrinologia deixou de ser apenas a especialidade das glândulas para tornar-se o pilar central da medicina de precisão. O que se discute nestes dias em Kyoto tem impacto direto na qualidade de vida de milhões de pessoas. O controle do diabetes, a gestão complexa das desordens tireoidianas, as novidades no manejo da obesidade e o tratamento de doenças raras são temas que dependem da colaboração global aqui estabelecida. 

Para a Dra. Odilza Vital, este intercâmbio em Kyoto não é apenas uma jornada geográfica. É uma missão de atualização e fortalecimento. Representar a prática clínica de excelência em um fórum internacional desta magnitude reforça o papel fundamental da classe médica brasileira na rede global de saúde. O retorno dessa experiência se traduz, na prática, em segurança, inovação e esperança para cada paciente que ela atende.

Ao observar o card deste congresso e a determinação da Dra. Odilza, somos lembrados de que a medicina é uma ciência em constante movimento. A endocrinologia do futuro será construída sobre a base do que está sendo discutido agora, entre os corredores do Centro Internacional de Congressos de Kyoto. 

Este momento é um convite à reflexão: a "Endocrinologia Iluminada" mencionada pelo congresso é aquela que alia o rigor da evidência científica à empatia do atendimento médico. A Dra. Odilza Vital, ao se colocar no centro deste debate global, reafirma sua dedicação em levar para os seus pacientes o que existe de mais moderno, ético e eficiente no mundo. 

Kyoto pode estar longe em quilômetros, mas a ciência que de lá emana chega perto, transforma vidas e ilumina o futuro da medicina. 

Crédito da foto: Compartilhada por Dra. Odilza Vital

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 

 



VANESSA FALABELLA REVISITA O “CLUBE DA ESQUINA” NO SESC 24 DE MAIO COM TONINHO HORTA

 

Cantora apresenta o projeto Goldmine ao lado de um dos nomes originais do movimento em dois shows na unidade. 

O SESC 24 DE MAIO recebe a cantora Vanessa Falabella em shows nos dias 6 e 7 de junho. No palco, ela apresenta Goldmine, projeto que revisita o movimento Clube da Esquina e conta com a participação de Toninho Horta, músico que integrou as gravações do álbum Clube da Esquina, de Milton Nascimento e Lô Borges. 

Vanessa Falabella é atriz, dubladora, locutora e cantora, nascida em Belo Horizonte. Radicada nos Estados Unidos, propõe uma nova abordagem ao repertório do Clube da Esquina, movimento surgido na década de 1960, no bairro de Santa Tereza (BH), que revolucionou a MPB ao mesclar ritmos folclóricos regionais com influências do rock e do jazz.

Em seus shows, interpreta canções de compositores mineiros como Fernando Brant, Márcio Borges e o próprio Toninho Horta, que a acompanha no palco. O guitarrista e compositor, vencedor do Grammy Latino e com cerca de 30 discos solo gravados, celebra a herança musical do Clube da Esquina e reafirma sua relevância para novas gerações de ouvintes. 

Serviço 

Vanessa Falabella part. Toninho Horta

IG Vanessa | IG Toninho

Datas: 06/06 (sábado) às 20h e 07/06 (domingo) às 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

 

Ingressos: disponíveis no site sescsp.org.br/24demaio  ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP - R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc). 

Duração do show: 90 minutos 

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo 

350 metros do metrô República 

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O LEGADO DO BRUXO - A ATUALIDADE ATEMPORAL DE MACHADO DE ASSIS - RÉPLICA CULTURAL AO POST DO PROFESSOR MARCO ANTÔNIO MARTINS PEREIRA © ALBERTO ARAÚJO - FOCUS PORTAL CULTURAL

 

Por intermédio da postagem do professor Marco Antônio Martins Pereira em sua página no Facebook, somos convidados a uma reflexão necessária sobre um pilar da nossa cultura: Joaquim Maria Machado de Assis. Em suas palavras, o professor estabelece uma distinção cirúrgica e fundamental: "Machado de Assis não é um escritor contemporâneo, mas é um escritor atual". 

Essa provocação inicial serve como um portal para compreendermos que a obra do "Bruxo do Cosme Velho" não se submete às veleidades das modas literárias ou às efemeridades dos calendários. Enquanto o contemporâneo, por vezes, busca o frescor da novidade imediata, o atual, na acepção machadiana, é aquilo que, mesmo vindo do século XIX, permanece pulsante, inquietante e revelador sobre a condição humana em qualquer tempo. 

O professor Marco Antônio aponta, com precisão, que o lugar de Machado na literatura brasileira norteia o que ele chama de "a convergência na divergência". Machado é o ponto onde todas as tensões da literatura brasileira se encontram e, simultaneamente, se dispersam.

Verdade, O professor Marco Antônio quer dizer que Machado não tentou resolver as contradições do Brasil. Ele não finge que o país é coeso ou simples. Ele coloca essas contradições na mesa, de forma brilhante, fazendo com que a obra dele seja um espelho fiel de um país, e de um ser humano, que nunca é uma coisa só. Ele é, ao mesmo tempo, o ápice do realismo e o prenúncio de uma modernidade que só viria a ser plenamente compreendida décadas após sua morte. 

Em sua escrita, o clássico e o inovador convergem. Sua prosa, lapidada com a precisão de um ourives, permite a divergência de interpretações: o leitor que busca o entretenimento encontrará o sarcasmo fino; o crítico que busca a análise sociológica encontrará a denúncia das entranhas do Segundo Reinado; o filósofo que busca o sentido da existência encontrará o vazio niilista de um Brás Cubas. 

Ao citar o "anacronismo do crítico", o professor nos lembra de um perigo constante: tentar reduzir Machado às pautas urgentes do presente sem observar a arquitetura complexa de seu tempo. Contudo, ele é assertivo ao destacar a significação do primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. 

A "significação" de Machado não vem de uma leitura superficial que tenta torná-lo um contemporâneo nosso, como se ele fosse um autor do século XXI escrevendo sobre as nossas redes sociais. A grandeza dele está justamente em ter sido tão profundamente fiel ao seu próprio tempo que, ao dissecar aquele mundo, ele acabou descobrindo as leis universais que regem a alma humana em qualquer era. 

O professor, portanto, nos dá uma aula de humildade intelectual: certamente nos convida a ler Machado com o respeito que se deve a um gigante, sem tentar adaptá-lo ao seu tamanho, mas permitindo que ele aumente o tamanho da sua visão sobre a vida. 

Machado não foi apenas um observador; ele foi o arquiteto de uma identidade literária nacional que não se curvava ao servilismo colonial, mas que dialogava, de igual para igual, com os gigantes do cânone europeu. A relevância da sua obra reside justamente em sua recusa em ser apenas um espelho do seu tempo. 

Ao ser o "Bruxo do Cosme Velho", Machado operou um feitiço literário onde o particular, o Rio de Janeiro da escravidão, das casas burguesas, das repartições públicas se tornava o universa, a vaidade, a luxúria, o cinismo, a dúvida. 

A permanência de Machado no Brasil e no exterior, como bem pontuou o professor, não é obra do acaso. Ela repousa sobre dois pilares, conforme destaca a postagem: a universalidade e a multi-significação. 

Machado entendeu, antes de muitos, que o Brasil não era um exótico apêndice do mundo, mas um laboratório da alma humana. Suas feridas eram as mesmas de Shakespeare, de Cervantes, de Dante. Ao escrever sobre as relações de poder, ele descreveu a natureza humana em toda a sua crueza.

A obra machadiana é uma cebola de significados. Você retira uma camada e encontra uma crítica social; retira outra, e encontra um estudo psicológico profundo sobre a negação do eu; retira mais uma, e encontra uma estrutura narrativa lúdica que desafia o leitor a ser, ele mesmo, um coautor do texto. 

Dizer que Machado de Assis é atual é reconhecer que, sempre que abrirmos Dom Casmurro, seremos confrontados com a dúvida, a nossa própria dúvida. Sempre que lermos Memórias Póstumas de Brás Cubas, seremos espelhados pela ironia do "defunto autor". Sempre que percorrermos as páginas de Quincas Borba, veremos a luta inglória entre o "vencido e o vencedor" que rege as relações humanas até hoje. 

O professor Marco Antônio Pereira, em sua análise, não nos entrega apenas um elogio a um autor clássico; ele nos entrega um roteiro de leitura. Machado é o escritor que sobrevive ao tempo justamente porque nunca tentou ser "do tempo". Ele foi do tempo da alma, e é por isso que, enquanto houver humanos capazes de olhar para si mesmos e, em um momento de honestidade, reconhecer o seu próprio ridículo e a sua própria glória, haverá sempre um livro de Machado de Assis à espera. 

Como bem encerra a reflexão, Machado é, ao mesmo tempo, respeitado e contraditório. É essa contradição que nos mantém vivos enquanto leitores, que nos impede de fechar o livro com a certeza de quem compreendeu tudo, forçando-nos a retornar à leitura, repetidas vezes, em busca daquele detalhe que escapou e que, talvez, seja a chave para nos entendermos um pouco melhor.

Esta análise baseia-se na provocação intelectual do professor Marco Antônio Pereira, cujo olhar sobre a obra de Machado de Assis reafirma que a literatura, quando é arte, não envelhece: ela simplesmente aguarda o leitor certo, na hora certa, para revelar o que sempre esteve lá. 


MACHADO DE ASSIS 

Escritor, jornalista, tipógrafo, abolicionista, funcionário público, fundador da Academia Brasileira de Letras. 

Filho do pintor e decorador Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado da Câmara, ambos negros livres, Joaquim Maria Machado de Assis nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), no dia 21 de junho de 1839, em uma chácara no Morro do Livramento. Seus padrinhos foram Joaquim Alberto de Sousa da Silveira e dona Maria José de Mendonça Barroso, os proprietários do imóvel. Seus pais eram agregados na chácara e moravam nos limites do terreno. Machado de Assis passou toda sua infância na região do Livramento e teria sido alfabetizado nesse período por sua própria mãe. 

Maria Leopoldina, no entanto, faleceu em 1849, quando Machado tinha apenas 10 anos, provavelmente vítima da tuberculose. Seu pai, então, casou-se novamente com Maria Inês da Silva e mudou-se com Machado para um sobrado localizado na rua São Luiz Gonzaga, no bairro de São Cristóvão (RJ). Entre 1854 e 1855, quando tinha 15 anos, Machado se mudou para o Centro da cidade e já assegurava seu próprio sustento. Nesses anos o jovem publicou seus primeiros textos: o soneto “À Ilma. Sra. D.P.J.A.” no Periódico dos Pobres, os poemas “A palmeira” e “Ela”, no periódico Marmota Fluminense e o conto “Três tesouros perdidos”. 

Em 1856, se tornou tipógrafo na Imprensa Nacional e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, escritor que se tornaria seu protetor e amigo. Por intermédio de Almeida, Machado passou a atuar como revisor e colaborador do periódico Correio Mercantil. Nesse período, ele também teria aprofundado uma relação de amizade com o padre-mestre Silveira Sarmento. Para alguns biógrafos, Silveira Sarmento teria sido uma espécie de tutor de Machado, dando ao jovem lições de português e francês. Em 1859, o jovem escritor publica os textos “O jornal e o livro”, “Aquarelas” e “A reforma pelo jornal”. 

Através da relação com Manuel Antônio de Almeida, Machado construiu forte amizade com Quintino Bocaiúva e Francisco Octaviano. Em março de 1860, Machado passou a fazer parte da redação do Diário do Rio de Janeiro, que tinha Bocaiúva como redator. Na época, o escritor também colaborava com periódicos como Correio Mercantil, Semana Illustrada, Jornal das Famílias, O Futuro e a revista O Espelho – onde escrevia como crítico teatral. O primeiro livro de Machado foi publicado em 1861 e consistiu na tradução de “Queda que as mulheres têm para os tolos”, do belga Victor Hénaux. Entre este ano e 1862, Machado participou de disputas eleitorais. E, em 1864, publicou “Crisálidas”. Em 1867 – durante a Guerra do Paraguai, foi ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. E dois anos depois, em 1869, Machado casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais – portuguesa e irmã de seu amigo Faustino Xavier Novais. 

Em 1870, Machado publicou “Falenas” e Contos fluminenses. Dois anos depois, em 1872, Machado publicou o romance Ressurreição. Em 1873, foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Neste mesmo ano publicou Histórias da meia-noite. Em 1874, tem o seu romance A mão e a luva publicado em folhetins no periódico O Globo e também atua como colaborador nos periódicos O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira. Em 1875, publicou a poesia indianista “Americanas”. E nos anos de 1876 e 1878, publicou os romances Helena e Iaiá Garcia. É neste período, igualmente, que apresentou os primeiros sintomas da epilepsia e passou uma temporada em Nova Friburgo por recomendação médica. Em 1880, recebeu o convite de Pedro Luís Pereira de Sousa, ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas para assumir o cargo de oficial de gabinete. Já no ano seguinte, publicou o afamado Memórias póstumas de Brás Cubas, que esteve nas páginas da Revista Brasileira entre março e dezembro de 1880. Em 1882, produziu Papéis avulsos e outras coletâneas de contos. 

Das trocas estabelecidas entre os membros da Revista Brasileira, nasceu a ideia da criação da Academia Brasileira de Letras. Expressivo nome na concepção de criação da Academia, quando de sua criação, em 1881, Machado foi eleito presidente da instituição. Nesse período, as crônicas de Machado eram recorrentes na Gazeta de Notícias. Em 1884, se mudou juntamente com sua família, para a Rua Cosme Velho, no bairro das Laranjeiras. No ano seguinte, foi promovido à Diretoria do Comércio no Ministério da Agricultura. Em 1892, recebeu mais uma promoção, se tornando diretor-geral da Viação da Secretaria da Indústria e Obras Públicas. Em 1899, publicou Dom Casmurro e, em 1904, Esaú e Jacó. Nesse mesmo ano, falece sua esposa, o que agravou a situação de saúde do escritor. 

Machado faleceu em 29 de setembro de 1908 em sua residência, na Rua Cosme Velho, amparado pelos amigos Graça Aranha, Mario de Alencar, José Veríssimo, Raimundo Corrêa, Coelho Neto, Rodrigo Otavio e Euclides da Cunha. É considerado um dos maiores escritores de toda literatura portuguesa. 

PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES

Obras e publicações ver:

https://machado.mec.gov.br/#obraCompleta

“O passado, o presente e o futuro da literatura” (1858)

“Aquarelas” (1859)

“Revista dos teatros” (1859)

“Ideias sobre teatro” (1859)

A reforma pelo jornal (1859)

“O jornal e o livro” (1859)

“A crítica teatral. José de Alencar: Mãe” (1860)

Revista Dramática (1860)

“Hoje avental, amanhã luva” (1860)

“Desencantos” (1861)

“Flores e frutos, de Bruno Seabra” (1862)

“Pareceres – Conservatório Dramático” (1862-1864)

“Revelações, poesias de A. E. Zaluar” (1863)

“O caminho da porta/O protocolo” (1863)

“Quase ministro” (1864)

“Crisálidas” (1864)

“O ideal do crítico” (1865)

“Os deuses de casaca” (1866)

Cartas fluminenses (1867)

“Falenas” (1870)

Badaladas (1871-1873)

Ressureição (1872)

Contos Fluminenses (1873)

 Histórias da meia-noite (1873)

A mão e a luva (1874)

“Americanas” (1875)

Visconde de Castilho (1875)

Helena (1876)

História de quinze dias (1876-1877)

“O bote de rapé” (1878)

Iaiá Garcia (1878)

“Notas semanais” (1878)

“Tu, só tu, puro amor” (1880)

Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881)

Papéis avulsos (1882)

Histórias sem data (1884)

Casa Velha (1885)

Quincas Borba (1891)

Várias histórias (1896)

Páginas recolhidas (1899)

“Não consultes médico” (1899)

Dom Casmurro (1899)

Esaú e Jacó (1904)

 “Ocidentais” (1901)

Relíquias de Casa Velha (1906)

“Lição de botânica” (1906)

“O Almada” (1908)

Memorial de Aires (1908)

 

© Alberto Araújo

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