quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O ROTARY CLUB DE LOGAN, OHIO (EUA)


O ROTARY CLUB DE LOGAN, OHIO (EUA), está criando oportunidades para que as crianças da região aproveitem atividades ao ar livre e se divirtam.

Todos os anos, o evento de pesca do clube, chamado "Get Hooked on Rotary" (algo como "Encante-se com o Rotary"), oferece aos jovens a chance de pescar e explorar a natureza. Esse espírito de investir na juventude permeia todo o trabalho do clube, desde o apoio a programas de acolhimento familiar e auxílios financeiros para inserção no mercado de trabalho até a concessão de bolsas de estudo e uma doação de US$ 20.000 para um centro esportivo coberto local.

E eles ajudam a tornar tudo isso possível com panquecas. Há mais de 50 anos, o café da manhã anual com panquecas promovido pelo clube reúne a comunidade e arrecada fundos para projetos que ajudam os jovens a prosperar.






CAMPANHA NACIONAL INDIQUE A PEÇA QUE FALTA! ULTRAPASSAMOS 2 MIL INDICAÇÕES!

A campanha nacional Indique a Peça Que Falta já alcançou 2.002 indicações em todo o Brasil! 

Confira o ranking completo dos clubes e distritos que mais indicaram até agora! 

E ainda dá tempo de participar: indique aquela pessoa que pode ser a peça que falta para fortalecer o seu Rotary Club.

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BNB RECEBE INSCRIÇÕES PARA EDITAIS SOCIAIS 2026 COM APORTE DE ATÉ R$ 1,5 MILHÃO POR PROJETO

O Banco do Nordeste (BNB) recebe, até 13 de setembro, inscrições para os Editais Sociais 2026. A instituição financeira de desenvolvimento regional deverá investir em projetos voltados à infância e adolescência, idosos, esporte, atenção oncológica e saúde da pessoa com deficiência. Os aportes podem chegar a R$ 1,5 milhão por projeto, a depender do programa. Na edição anterior, foram disponibilizados R$ 23,6 milhões em recursos não reembolsáveis. 

As propostas aptas à captação de recursos por meio de incentivos fiscais devem ser cadastradas pelo sistema ConveniosWeb, disponível no portal da instituição. 

Os limites de apoio variam conforme a modalidade. Os projetos podem captar até R$ 350 mil por meio dos editais do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e do Fundo da Pessoa Idosa. Na linha de Incentivo ao Esporte, o aporte é de até R$ 500 mil.

Além dessas linhas, o Banco dará continuidade, em 2026, à terceira etapa do processo de seleção de projetos dos programas Pronon e Pronas-PCD, iniciado em 2025, com as inscrições abertas até 30 de setembro. As iniciativas apoiam com até R$ 1,5 milhão ações voltadas à atenção oncológica e à saúde da pessoa com deficiência. 

Para o diretor de Planejamento do BNB, José Aldemir Freire, os projetos sociais desempenham um importante papel de levar soluções de forma ágil e objetiva. “As propostas patrocinadas pelo BNB possuem uma ação e um público muito bem definidos, além de serem executadas por instituições estruturadas que conseguem dar agilidade. Com isso, o Banco está apoiando a criação de oportunidades de educação, saúde e assistência a quem tem urgência em ser atendido”, afirma. 

Quem concorre 

Os editais são destinados a entidades sem fins lucrativos e organizações com atuação na área de abrangência do Banco do Nordeste – estados nordestinos e partes de Minas Gerais e do Espírito Santo. O objetivo é ampliar o alcance de projetos com impacto social, fortalecendo ações de proteção à infância e adolescência, promoção dos direitos da pessoa idosa, inclusão por meio do esporte e atenção à saúde. 

Para participar, as entidades devem estar com situação cadastral regular e sem pendências relativas a projetos anteriormente apoiados pelo Banco. Nos editais FIA e Pessoa Idosa, os projetos precisam contar com a chancela dos respectivos conselhos de direitos. Já os projetos vinculados ao Incentivo ao Esporte e aos programas Pronon e Pronas-PCD devem atender às exigências previstas na legislação específica de cada modalidade.

Instituições que já receberam apoio do Banco em anos anteriores podem utilizar o cadastro existente, atualizando as informações sempre que necessário. Os editais, formulários e orientações para participação estão disponíveis na seção Investimentos Sociais e Esportivos do portal do Banco do Nordeste.

 

Clicar no link

 https://www.bnb.gov.br/sustentabilidade/investimentos-sociais-e-esportivos




 

ESCOLA MUNICIPAL SANTOS ANJOS RECEBE EXPOSIÇÃO BRASILIDADES, COM FOTOGRAFIAS DE IMPORTANTES ARTISTAS BRASILEIROS

Realizada pela ArtRio em parceria com o Shopping Leblon e com a ONG Parceiros da Educação Rio, ação quer levar para os alunos a diversidade da produção artística brasileira

Democratizar o acesso à arte, levando conhecimento e informações sobre o trabalho de grandes artistas a novos públicos, em especial crianças e adolescentes. Essa é a essência do ArtRio Educação, que em 2026 traz a mostra Brasilidades. A primeira parada é na Escola Municipal Santos Anjos, no Leblon. 

Com curadoria de Domi Valansi, essa mostra traz fotografias produzidas por importantes artistas visuais que refletem diferentes aspectos do Brasil: suas múltiplas paisagens, as vivências, os encontros e as relações entre seus habitantes. O Rio de Janeiro tem lugar de destaque em algumas dessas narrativas, em razão de sua histórica influência na formação cultural do país. 

O conceito de brasilidade engloba um conjunto de características que definem a identidade cultural, os costumes, o jeito de ser e a essência de quem nasce ou vive no país. Diante de um Brasil marcado por tantas diferenças, o que nos aproxima? Como nos relacionamos com o que nos é pouco ou nada conhecido? De que maneira podemos construir pontes entre experiências, perspectivas e modos de vida distintos? 

Domi Valansi selecionou obras de sete artistas de gerações, origens e trajetórias distintas, que, em comum, lançam seu olhar crítico e poético sobre o Brasil. São eles: Anna Bella Geiger, Fernando Young, Joelington Rios, Luiz Braga, Maria Baigur, Miguel Rio Branco e Vik Muniz. 

A exposição Brasilidades, parte do projeto ArtRio Educação, é realizada pela ArtRio em parceria com o Shopping Leblon e apoio da ONG Parceiros da Educação Rio. A mostra permanece na Escola até o dia 25 de agosto. 

CONHEÇA OS ARTISTAS DA MOSTRA BRASILIDADES 

Anna Bella Geiger

Como foi escrita a nossa história? A chegada dos portugueses ao Brasil em 1500 ainda é contada como uma “descoberta”, como era há algumas décadas? Filha de imigrantes poloneses, a artista Anna Bella Geiger questiona, neste trabalho, nossas origens e as narrativas que construímos sobre elas. Como saber se o que ouvimos é verdadeiro? E, se nem tudo é o que parece, será que podemos julgar alguém apenas pela primeira impressão? 

"Eu gostei de brincar com a ideia de dois Brasis: o nativo, onde viviam e ainda vivem os povos indígenas, os primeiros habitantes do nosso país; e o alienígena, palavra que significa alguém que não é originalmente daquele lugar. E que somos nós, que viemos viver nesta terra desde o século XVI, vindos de Portugal e de outros países da Europa, e nos tornamos também brasileiros. Também criei essas imagens para mostrar que elas nem sempre contam toda a verdade. Quando me visto como uma guerreira, fingindo ser uma indígena, quero mostrar que não podemos saber quem uma pessoa é, apenas olhando para sua aparência ou para a roupa que ela veste. As pessoas são diferentes e não cabem em rótulos ou estereótipos." - Anna Bella Geiger 

Fernando Young 

Quais festas populares você conhece e frequenta? Já pensou sobre a origem delas, suas músicas, fantasias, máscaras e significados? Neste trabalho, o fotógrafo Fernando Young viajou até uma cidadezinha em Goiás para registrar uma celebração que remonta a fatos históricos de mais de 800 anos. Vale também refletir sobre como narrativas históricas e religiosas foram construídas e transmitidas ao longo do tempo.

Todos os anos, centenas de pessoas mascaradas percorrem as ruas da cidade de Pirenópolis, montadas em cavalos, como parte de um festejo popular chamado de Cavalhadas. Parte da Festa do Divino Espírito Santo, elas encenam, de forma teatral, as batalhas entre cristãos e mouros ocorridas durante a Idade Média na Península Ibérica. Nos três dias de encenações, dois grupos distintos, um representando os mouros (vestidos de vermelho), o outro os cristãos (vestidos de azul) encenam repetidamente as batalhas sobre seus cavalos. Nos intervalos, um terceiro grupo, os mascarados, também chamados de cucurucus, anima o público com máscaras divertidas e roupas coloridas, destoando, com seu comportamento irreverente, do gestual solene da encenação das batalhas. 

Joelington Rios

Ao longo de sua história, o Rio de Janeiro recebeu povos de diferentes origens. Muitos chegaram por vontade própria, enquanto outros foram trazidos à força durante o período colonial. Como o maior porto de entrada de africanos escravizados nas Américas, a cidade recebeu cerca de dois milhões de pessoas entre os séculos XVI e XIX. Você conhece o Cais do Valongo? Localizado na Zona Portuária, o sítio ganhou o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2017, por ser o único vestígio material desta chegada na América e um marco fundamental para a preservação da memória desse período da história. 

Nascido no quilombo Jamary dos Pretos, no Maranhão, Joelington Rios chega também ao Rio de Janeiro, mas, a partir de sua arte, passa a criar novas narrativas da história e a relação de pessoas racializadas com a cidade. Sua pesquisa tem como objetivo revelar outras corporalidades, criar significado, ressignificar memórias e elaborar outras formas de existência. 

Luiz Braga 

O cotidiano pode ser poético? O que merece ser registrado em imagens? Você tem o hábito de tirar fotos de coisas e das pessoas do seu cotidiano? O premiado fotógrafo Luiz Braga nasceu em Belém do Pará, e aos 11 anos começou a fotografar. Durante muito tempo, suas imagens foram principalmente em preto e branco. Até que ele descobriu as cores da visualidade popular amazônica e sua fotografia ficou ainda mais vibrante. Um dado interessante é que ele tem uma relação de proximidade com seus fotografados: mantém com eles um contato constante ao longo dos anos. 

“A obra “A Preferida” retrata uma cena comum na periferia ribeirinha de Belém (Pará), vemos a cena sendo iluminada pelas diversas cores. Na cena onde a família está reunida em frente a sua casa podemos observar vários cenários, no centro vemos o churrasquinho posto à mesa, ao fundo vemos uma caixa de som que toca enquanto as pessoas conversam, a luz vermelha a direita sinaliza que ainda tem o açaí, fruto típico da região amazônica, para vender na barraquinha A Preferida. A imagem é subvertida pelas cores e a luz artificial dando movimento a vida que pulsa no ambiente, um povo singelo que tem a cor como identidade é um retrato rico da nossa Brasilidade” - Luiz Braga 

Maria Baigur 

Quanto vale uma vista para o mar? No Rio de Janeiro, muitas das áreas mais valorizadas estão localizadas ao longo da orla, onde a paisagem se transforma em um símbolo de status. Ao mesmo tempo, há um contraste marcante: diversas favelas também ocupam morros com vistas privilegiadas, mas seus moradores convivem diariamente com a falta de infraestrutura, serviços públicos e oportunidades. A mesma paisagem que representa luxo para alguns é apenas o cenário de uma vida marcada por desigualdades para outros. 

Nesta imagem de Maria Baigur, a cidade ainda não é ocupada por personagens, ela é a própria paisagem que se torna personagem. Não se trata de uma imagem sobre arquitetura, trata de estados de passagem. O muro não separa apenas um dentro e um fora; ele interrompe a visão e, ao mesmo tempo, a projeta para um horizonte sem medida. A parabólica aponta para um céu vazio. É nesse deslocamento do olhar que a paisagem deixa de funcionar como cenário e passa a existir como personagem, revelando uma dimensão metafísica escondida nas formas mais comuns da cidade. Quais são os limites e quais deles podemos ultrapassar? 

Miguel Rio Branco 

No Brasil do começo do século XX, o banho de mar deixou de ser apenas um ato terapêutico, indicado para tratar doenças, e passou a ser visto como uma atividade de lazer e convivência social. Todo mundo se encontra lá. O que você acha bonito em uma visita à praia e o que não gosta? 

Miguel Rio Branco é um dos nomes mais importantes da fotografia contemporânea brasileira, com grande projeção internacional. Ele também atua como pintor e diretor de cinema. É neto do cartunista J. Carlos, bisneto do Barão do Rio Branco e tataraneto do Visconde de Rio Branco. Você conhece esses nomes? Suas obras são marcadas por cores fortes e intensas e registram momentos da vida cotidiana de maneira muito poética. Esta imagem única se cria a partir da junção de nove fotos. Como um filme é feito de vários pedacinhos. Misturando diferentes momentos, ele cria um grande quebra-cabeça de lembranças e ideias que nos convidam a olhar com atenção e imaginar nossas próprias histórias. 

Vik Muniz 

Quando não havia ainda e-mail, aplicativo de mensagens ou redes sociais, quando as pessoas viajavam, elas mandavam pelo correio um cartão-postal. Um pedaço de papel com uma foto de uma paisagem ou um ponto turístico de um lado e do outro um espaço para escrever uma mensagem rápida e enviar, sem a necessidade de um envelope. Você já enviou uma carta ou um cartão postal?

Nesta série, o artista Vik Muniz recria paisagens icônicas globais utilizando colagens gigantescas feitas exclusivamente a partir de fragmentos de cartões-postais antigos que ele coleciona. Em vez de utilizá-los prontos, ele os corta em pequenos fragmentos e monta grandes colagens. Mas será que o mundo não é mais ou menos assim? De quantos lugares é feita a nossa cidade? Quantas construções, pessoas, veículos, coisas? Tudo isso não está junto, ao mesmo tempo? Este trabalho também brinca com a percepção visual: de longe, as obras parecem fotografias nítidas. Quando nos aproximamos, a imagem revelando a infinidade de pequenos pedaços sobrepostos. 

Fonte: Ipê Amarelo Comunicação








 

EVENTO PROMOVIDO PELA ESA/OABRJ DEBATE DIREITO REGULATÓRIO, SEGURANÇA HÍDRICA E DESAFIOS DO SANEAMENTO COM A PRESENÇA DO CREA-RJ NO RIO DE JANEIRO

O Direito Regulatório tem ganhado cada vez mais relevância em setores estratégicos para o desenvolvimento econômico e para a qualidade de vida da população. Saneamento, gestão dos recursos hídricos, infraestrutura e prestação de serviços públicos envolvem decisões que articulam aspectos jurídicos, técnicos e institucionais e exigem profissionais preparados para atuar em ambientes regulatórios complexos. Nesse contexto, a Escola Superior de Advocacia da OAB do Rio de Janeiro (ESA/OABRJ) promove, no dia 21 de agosto, sexta-feira, a Jornada Direito Regulatório em Prática, com a presença do presidente do CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández. 

O encontro faz parte da programação especial do Mês da Advocacia e será dedicado ao Direito Regulatório relacionado à “Segurança hídrica, regulação e segurança jurídica: os desafios do saneamento e da gestão da água no Brasil”.

O painel reunirá, além do presidente Miguel Fernández, os seguintes especialistas: Dr. João Quinelato, diretor geral da ESA/OABRJ; Dr. Lucas Laupman, coordenador de Direito Regulatório da ESA/OABRJ; e Dr Rafael Rolim, diretor-presidente da Cedae. 

A proposta é ampliar o debate sobre o funcionamento do Direito Regulatório e estimular uma visão multidisciplinar sobre uma área estratégica, que envolve diferentes setores profissionais e tem conquistado espaço diante dos desafios relacionados à infraestrutura, ao saneamento e à gestão dos recursos naturais. 

SERVIÇO 

Jornada Direito Regulatório em Prática

Data: 21 de agosto de 2026 (sexta-feira)

Horário: das 10h às 13h

Local: ESA/OABRJ – Plenário do 6º andar

Endereço: Avenida Marechal Câmara, 210, Centro, Rio de Janeiro.

Modalidade: presencial 

O evento terá vagas limitadas e contará com Certificado Oficial da ESA/OABRJ. As inscrições devem ser realizadas pelo site da ESA/OABRJ: 

clique aqui: 

https://esa.oabrj.org.br/adicionar/jornada-direito-regulatorio






20 DE AGOSTO, CELEBRANDO A VIDA DE IRISLENE MORATO

A atual presidente da AJEB Nacional - Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, Irislene Castelo Branco Morato é mulher de verbo luminoso e alma montanhosa, que faz da palavra um espelho da vida e da cultura. 

Entre as serras de Belo Horizonte, onde nasceu e permanece, Irislene é como o vento que sopra sabedoria entre as pedras antigas. Filha dos escritores e educadores Eugênio Morato e Iris Castelo Branco Morato, cresceu em um lar onde o diálogo era arte e o livro, companheiro. Aprendeu desde cedo que comunicar é criar pontes e que o amor pela palavra é herança que se multiplica. 

Cirurgiã-dentista, especialista e mestre em Endodontia e Patologia Oral pelas PUC e UFMG, ela fez da ciência um exercício de sensibilidade. Por 35 anos, olhou o ser humano com o olhar de quem entende que cada sorriso é um poema restaurado. Professora dedicada, ensinou com paixão, acreditando que o conhecimento floresce quando compartilhado. 

Mas é na literatura que Irislene se revela por inteiro. Escritora, poetisa, cronista sua pena é um rio que corre entre o real e o sonho. Em obras como Liberdade & Encantamento, Devaneios da Alma e O Bicho da Floresta, ela nos convida a enxergar o mundo com olhos de quem se encanta pela vida. Seus textos são espelhos de uma alma que se emociona, reflete e se reinventa. 

Presidente e fundadora da AJEB-MG, Irislene transformou a palavra em instrumento de união entre mulheres que escrevem, pensam e transformam. Sob sua liderança, floresceram coletâneas, concursos e encontros que celebram o feminino em sua força criadora. Sua atuação cultural ultrapassa fronteiras da Suíça a Portugal, do Rio Grande do Sul a São Paulo, levando consigo o brilho de Minas e o perfume das montanhas. 

Hoje, ao celebrar seu aniversário, é impossível não contemplar a trajetória que se desenha como um mosaico de conquistas. A pesquisadora que apresentou trabalhos em San Francisco e Vancouver é a mesma que emociona leitores com crônicas sobre maternidade e amor. A gestora que dirigiu clínicas e sindicatos é também a poeta que acredita que “a beleza está no encantamento pela vida”. 

Rodeada pelo carinho do filho Tárik, da nora Viviane e dos netinhos Luísa, Arthur e Samir, Irislene é o exemplo vivo de que o tempo não apaga o brilho de quem vive com propósito. Cada ruga é um verso, cada lembrança, um capítulo. E cada novo dia, uma página em branco pronta para ser preenchida com sonhos.

Neste 20 de agosto, as montanhas de Belo Horizonte parecem sussurrar seu nome, como se a própria natureza homenageia a mulher que fez da cultura sua bandeira e da sensibilidade sua marca. Que o novo ciclo lhe traga ainda mais inspiração, saúde e encantamento porque o mundo precisa das suas palavras, dos seus gestos e da sua luz. 

Parabéns, Irislene Morato, por ser essa síntese rara de ciência e poesia, razão e emoção, firmeza e ternura. Que sua jornada continue sendo escrita com o mesmo amor que você dedica à vida e que cada amanhecer lhe lembre de que o verdadeiro dom é transformar o cotidiano em arte. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural




SÔNIA MARIA SÁ FREIRE: UM LEGADO DE INCLUSÃO E AFETO

 

Homenagem do Focus Portal Cultural

No dia 20 de agosto, celebramos não apenas o aniversário de uma presença extraordinária, mas também a trajetória de uma vida dedicada à Educação Inclusiva, à Gestão Pública e aos Direitos Humanos. A Pedagoga Sônia Maria Sá Freire é daquelas pessoas que superam os limites institucionais e transformam conhecimento em acolhimento, legislação em cidadania e amizade em legado. 

Sua caminhada é marcada pela defesa incansável da inclusão e da acessibilidade, que se materializaram em projetos, publicações internacionais, pesquisas e até inspiração para a literatura infantil. Mais do que uma educadora, Sônia é uma semeadora de esperança. 

Entre tantas histórias, destaca-se a amizade com a Dra. Flávia Pascoal, presidente iminente do Elos Clube Cidade Maravilhosa. Juntas, realizaram o sonho de conhecer a Suíça, onde puderam visitar a Educação Infantil conduzida por Carol, filha de Sônia, e testemunhar práticas pedagógicas que reforçam a importância da primeira infância como base de toda a formação. A viagem também as levou à Itália e à França, mas foi em Lumiar, pequena cidade serrana do Rio de Janeiro, que nasceram conversas profundas sobre educação, espiritualidade e propósito. 

Ali, entre montanhas e cafés, celebraram a conquista de quase uma década de luta para garantir o direito de Sônia em um novo concurso público. Foi nesse cenário simples que se reafirmou a certeza de que grandes ideias podem nascer em lugares pequenos, quando duas amigas sonham juntas com um mundo mais acessível. 

Ao longo dos anos, a convivência com sua família, Cristiano, Carla, Carol, sobrinhos e tantos outros, mostrou que a inclusão também se constrói dentro de casa, no respeito às diferenças e no fortalecimento dos vínculos afetivos. A infância de Sônia e suas irmãs, marcada pela deficiência auditiva e pela oralização como estratégia, é testemunho de perseverança e superação. 

Mesmo após enfrentar cem dias de internação, Sônia voltou a escrever. Porque quem escreve nunca deixa de semear esperança. 

Em 2026, durante a Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha, foi lançada a obra Sônia e a Boneca FLALIBRAS. Mais do que um livro infantil, trata-se de um testemunho de amizade, inclusão e respeito às diferenças. A boneca que ensina Libras descobre que também aprender é uma das mais belas formas de amar, exatamente como Sônia sempre fez. 

Da amizade compartilhada com Flávia nasceu o Centro de Inclusão Social e Profissional de Rio das Ostras (CISPRO). Em 2013, o projeto foi acolhido oficialmente pela Prefeitura, transformando-se em política pública que articulava administração, cultura, dança e empregabilidade. A apresentação no Fórum Mundial de Direitos Humanos foi um marco: pessoas com e sem deficiência aplaudiram de pé a trajetória de Sônia, provando que algumas histórias falam por si mesmas. 

O CISPRO foi posteriormente registrado junto ao ITS Brasil, em parceria com o CNPq e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando ainda mais sua relevância científica e social. Selecionado entre os cem melhores projetos do país, foi publicado em livro, consolidando-se como referência nacional. 

A caminhada também levou Sônia e Flávia ao Congresso Interdisciplinar de Direitos Humanos (INTERDH), realizado pelo CAED-Jus em 2020, e ao lançamento da obra Direitos Sociais e Políticas Públicas, publicada pela Pembroke Collins Publishers, nos Estados Unidos. Em 2026, novas conquistas se somaram, com lançamentos no Congresso Internacional do INES/RJ e no Congresso Nacional de Educação (CONEDU) em Campina Grande, na Paraíba.

Na Coluna Inclusive Managers e no Focus Portal Cultural, o abraço fraterno vai para Sônia, essa mulher extraordinária que transforma conhecimento em acolhimento, legislação em cidadania e amizade em legado. 

Feliz aniversário, professora Sônia. Que Deus continue iluminando seus passos e permitindo que sua história siga inspirando muitas outras vidas. Algumas pessoas passam pela nossa vida. Outras permanecem para sempre na nossa memória. Sônia é uma dessas presenças eternas. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural









quarta-feira, 19 de agosto de 2026

HOMENAGEM AOS FOTÓGRAFOS

Hoje, 19 de agosto, celebramos aqueles que transformam instantes em eternidade. A fotografia é poesia feita de luz, memória que atravessa gerações e olhar que revela o invisível.

Nossa homenagem vai a todos os fotógrafos, profissionais e apaixonados  que dedicam sua arte a registrar o mundo com sensibilidade e coragem. Vocês são guardiões da beleza, da verdade e da história. 

Que cada clique continue sendo um ato de amor, resistência e celebração da vida. 

©Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 



RESENHA DO BOLETIM SEMANAL ROTARY CLUB DE NITERÓI NÚMERO 06 – 20/08/2026

O boletim semanal do Rotary Club de Niterói, edição nº 06, é um verdadeiro mosaico de companheirismo, celebrações e reflexões sobre os valores que sustentam a vida rotária. Cada seção traz uma mensagem que reforça o lema do ano rotário – “Criar Impacto Duradouro” – e mostra como o clube se mantém ativo, vibrante e conectado à comunidade. 

O destaque inicial é a homenagem ao governador do Distrito 4750, Justiniano Conhasca, carinhosamente chamado de Tininho. O texto ressalta sua trajetória marcada pela generosidade e disposição em ajudar, seja nas atividades do Rotary, na Casa da Amizade ou até em questões pessoais de companheiros. A presença de sua esposa, Verinha, é lembrada como parte essencial dessa caminhada. A homenagem é calorosa e afetuosa, mostrando o quanto Tininho é admirado e querido. 

Trecho marcante: “Esse companheiro que, quando aparece um problema, a gente olha e pensa: ‘O Tininho vai dar um jeito!’” – uma síntese perfeita de sua reputação de solucionador e amigo. 

O boletim também apresenta a composição do Conselho Diretor e demais cargos do clube, reforçando a organização interna e a diversidade de funções. São listados presidentes, vice-presidentes, secretárias, tesoureiros e diretoras de protocolo, além dos presidentes eleitos para os próximos anos. Essa seção mostra a continuidade e o planejamento do clube, garantindo que os valores rotários sejam preservados e renovados. 

A tradição de celebrar a vida dos associados e familiares aparece na lista de aniversariantes do mês. Entre eles, novamente se destaca o governador Justiniano Conhasca, no dia 27. Essa prática reforça o espírito de família e companheirismo que caracteriza o Rotary. 

Um dos textos mais inspiradores do boletim é a reflexão sobre a Prova Quádrupla, criada em 1932 por Herbert J. Taylor. As quatro perguntas – É a verdade? É justo? Criará boa vontade e melhores amizades? Será benéfico para todos os interessados? – são apresentadas como guia ético para decisões pessoais e coletivas. O artigo lembra que o desafio não é apenas conhecer a Prova Quádrupla, mas vivê-la diariamente. 

Essa seção conecta valores universais de honestidade, justiça e amizade ao cotidiano dos rotarianos, mostrando como princípios simples podem transformar relações e comunidades. 

O boletim presta homenagem aos soldados brasileiros, destacando coragem, disciplina e dedicação. A mensagem reforça que servir ao próximo exige responsabilidade e espírito de entrega, valores que dialogam diretamente com o ideal rotário. É uma lembrança de que o serviço, seja militar ou comunitário, é sempre um ato de compromisso com algo maior. 

Outro ponto relevante é a reflexão sobre como identificar novos associados. O texto explica que não se trata apenas de aumentar números, mas de encontrar pessoas comprometidas com os valores do Rotary. São citados profissionais, líderes comunitários e ex-participantes de programas da Fundação Rotária como potenciais candidatos. 

O artigo enfatiza que cada novo associado representa uma oportunidade de amizade e serviço, fortalecendo o clube e garantindo sua continuidade. Essa visão estratégica mostra a preocupação em manter o Rotary vivo e atuante. 

A Janela Acesa – Reflexão. Uma bela parábola é apresentada: uma senhora que mantém sua janela iluminada todas as noites, sem saber quem pode precisar daquela luz. Aos poucos, outras pessoas seguem seu exemplo e a rua inteira se ilumina. 

A mensagem é clara: pequenos gestos podem gerar grandes transformações. O texto convida os leitores a perceberem que não é necessário mudar o mundo inteiro, mas sim manter acesa a luz que pode iluminar o caminho de quem está próximo. É uma metáfora poderosa sobre solidariedade e companheirismo. 

O boletim registra o encontro conjunto com a ABROL, ELOS Clube e Rede Sem Fronteira, destacando a união e a força do Rotary. As fotos e relatos reforçam que o convívio entre instituições fortalece laços e multiplica o impacto das ações. 

Complementando a seção anterior, o texto ressalta que encontros não são apenas eventos sociais, mas oportunidades de fortalecer amizades e ampliar o alcance do Rotary. O companheirismo é apresentado como essência da vida rotária, capaz de transformar o ato de servir em uma experiência especial. 

A ata detalha a reunião de 13 de agosto de 2026, presidida por Paulo Corrêa Belchior, e realizada em conjunto com ABROL, ELOS Clube e Rede Sem Fronteira. O ponto alto foi a admissão da nova associada Rita de Cassia Nery Mendes, apadrinhada por Marcelo Guedes Turbae Miguel. 

A solenidade contou com reflexões, homenagens e sorteios, além da posse de novos associados do ELOS Clube. O registro mostra a riqueza de atividades e a diversidade de participantes foram 83 presentes, incluindo companheiros, convidados e visitantes. A ata reforça a importância da integração entre instituições e da valorização da cultura, da amizade e do serviço.

O boletim nº 06 do Rotary Club de Niterói é mais do que um informativo: é um retrato vivo do espírito rotário. Ele celebra pessoas, valores e momentos que constroem impacto duradouro. Da homenagem ao governador Justiniano Conhasca à reflexão da “Janela Acesa”, passando pela Prova Quádrupla e pela admissão de novos associados, cada artigo reforça que o Rotary é feito de serviço, amizade e luz compartilhada.

Essa edição mostra que o clube não apenas mantém tradições, mas também se renova constantemente, fortalecendo laços e multiplicando esperanças. É um boletim que inspira e emociona, lembrando que o verdadeiro impacto nasce de gestos simples, mas carregados de significado. 

© Alberto Araújo

Jornalista, escritor e acadêmico   










 


 

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA – A ARTE DE ETERNIZAR O INSTANTE - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL © ALBERTO ARAÚJO

 

No dia 19 de agosto, o mundo celebra o Dia Mundial da Fotografia, data que marca a apresentação oficial do daguerreótipo em 1839, na França, considerado o marco inicial da fotografia moderna. Desde então, a fotografia deixou de ser apenas um processo técnico para se tornar uma linguagem universal, capaz de documentar, emocionar e transformar sociedades. 

A fotografia é, ao mesmo tempo, arte e testemunho. Ela registra guerras, revoluções, manifestações culturais e momentos íntimos de famílias. É memória coletiva e também expressão individual. No Brasil, desde o século XIX, fotógrafos acompanham as transformações sociais e políticas, criando um acervo visual que ajuda a compreender a história do país. 

O poder da fotografia está em sua dupla função: informar e emocionar. No campo jornalístico, ela é prova, evidência, denúncia. No campo artístico, é poesia, metáfora, experimentação estética. Essa versatilidade explica por que a fotografia se tornou uma das formas de expressão mais importantes da contemporaneidade. 

Com a popularização das câmeras digitais e dos smartphones, fotografar tornou-se prática cotidiana. No entanto, o olhar do fotógrafo profissional continua sendo insubstituível. É ele quem domina a técnica, compreende a luz, interpreta o cenário e transforma o instante em narrativa visual.

Neste Dia Mundial da Fotografia, o Focus Portal Cultural presta homenagem a todos os profissionais que dedicam suas vidas a essa arte. São repórteres fotográficos que enfrentam riscos para documentar conflitos, artistas que exploram novas linguagens visuais, fotógrafos de estúdio que eternizam momentos familiares, e tantos outros que fazem da fotografia sua missão.

Cada clique é resultado de sensibilidade e técnica. Cada imagem é uma construção que exige atenção ao detalhe, domínio da composição e capacidade de traduzir emoções em luz e sombra. 

Entre esses nomes está Alberto Araújo, editor do Focus Portal Cultural. Sua trajetória é marcada pela paixão pelo fotojornalismo, que se tornou não apenas arte, mas também forma de vida. Alberto compreende que fotografar é interpretar o mundo, dar voz às imagens e transformar o instante em eternidade. 

Como editor, conduz o portal com a mesma sensibilidade que guia seu olhar fotográfico. Entende que a fotografia é cultura, é arte, é resistência. Sua contribuição para o universo cultural brasileiro é imensa, pois une a prática fotográfica à reflexão crítica, oferecendo ao público não apenas imagens, mas também contextos e significados.

Celebrar o Dia Mundial da Fotografia é celebrar a vida. É reconhecer que cada imagem é uma janela para o mundo, uma oportunidade de ver além do óbvio. É agradecer aos fotógrafos que, com dedicação e talento, nos permitem revisitar o passado, compreender o presente e imaginar o futuro. 

A fotografia é arte que não envelhece. Mesmo diante das transformações tecnológicas, ela continua sendo a mesma: luz, tempo e olhar. O que muda são os instrumentos; o que permanece é a essência.

Neste 19 de agosto, o Focus Portal Cultural reafirma sua missão de valorizar a arte e a cultura, homenageando todos os fotógrafos que fazem da imagem um ato de resistência e beleza. A fotografia é, afinal, a poesia da luz.

E entre os que se dedicam a essa poesia, destacamos o jornalista, escritor Alberto Araújo, cuja vida e obra jornalística são testemunhos da força transformadora da fotografia. Que este dia seja não apenas uma celebração, mas também um convite para que todos nós olhemos o mundo com mais sensibilidade, mais atenção e mais amor, como fazem os fotógrafos. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 



O OFÍCIO DE GUARDAR O TEMPO E CONSTRUIR O FUTURO: VIVA O DIA DO HISTORIADOR!

Comemorar o 19 de agosto, o Dia do Historiador é, antes de tudo, um ato de profunda inteireza com aqueles que assumiram a nobre e silenciosa missão de custodiar a memória da humanidade. A data não foi escolhida ao acaso: ela marca o nascimento de Joaquim Nabuco, um dos mais brilhantes intelectuais da história brasileira. Diplomata, abolicionista, político e, acima de tudo, um intérprete agudo das contradições do Brasil, Nabuco personifica a vocação do historiador: aquele que observa o seu tempo com profundidade, que se indigna diante das injustiças e que compreende que o presente é um desdobramento constante das lutas do passado. 

Ao homenagear Nabuco, o Focus Portal Cultural abre espaço para celebrar, com entusiasmo e admiração, todas as historiadoras e todos os historiadores. São profissionais que muitas vezes trabalham nos bastidores, entre poeirentos arquivos, bibliotecas silenciosas, sítios arqueológicos, salas de aula vibrantes ou em imersões digitais para dar voz a quem o tempo tentou calar, iluminar zonas de sombra e resgatar a complexidade da nossa trajetória coletiva. 

Joaquim Nabuco, em obras fundamentais como O Abolicionismo e Minha Formação, não apenas narrou eventos; ele questionou a alma da nação. Ele entendeu que a história não é um compêndio estático de datas, mas uma força viva que molda nossa cidadania. Quando nos lembramos de Nabuco, lembramo-nos de alguém que compreendeu a necessidade de transformar a indignação diante da escravidão e do atraso em uma agenda de progresso e humanidade.

O verdadeiro historiador, seguindo o exemplo desse grande pensador, é um investigador incansável. Ele interroga os vestígios deixados pelos que vieram antes de nós documentos oficiais, cartas íntimas, fotografias, monumentos, canções popularizadas ou memórias orais em busca de respostas para os dilemas do nosso próprio tempo.

Em uma época marcada pela velocidade avassaladora das redes sociais, pela superficialidade das informações e pelo perigo constante das chamadas fake-news e do revisionismo histórico desonesto, o papel do historiador torna-se ainda mais urgente e revolucionário. Ele é o guardião do rigor científico, o antídoto contra a amnésia social e o farol que nos ajuda a separar o mito ideológico do fato documentado. 

Ser historiador exige uma combinação rara de sensibilidade artística e rigor científico. É preciso ter a paciência do artesão para garimpar o detalhe esquecido e a audácia do filósofo para articular esse detalhe com os grandes movimentos sociais, econômicos e culturais. 

Pensemos na grandeza dessa tarefa. Quando um historiador reconstrói o cotidiano de uma comunidade marginalizada, ele devolve a dignidade e o protagonismo a sujeitos que a história oficial, por séculos, tratou como meras notas de rodapé. Quando ele analisa as causas de uma crise política, econômica ou sanitária, ele nos fornece as ferramentas intelectuais para que não repitamos os erros trágicos de ontem. 

No Brasil, fazer história é, por si só, um exercício de resistência e paixão. O nosso país é um mosaico riquíssimo, plural, marcado por contradições profundas e lutas sociais heroicas. Dar conta dessa vastidão exige dos nossos historiadores e pesquisadores um fôlego admirável, muitas vezes exercido em condições desafiadoras, mas sempre movido pela crença inabalável de que conhecer a própria história é o primeiro passo para a emancipação de um povo. 

Em nome do Focus Portal Cultural, deixamos aqui o nosso abraço fraterno e o nosso reconhecimento público a todos os historiadores do Brasil e, em especial, aos profissionais maranhenses e nordestinos que enriquecem o cenário cultural com suas pesquisas, livros, aulas e intervenções públicas. 

Aos professores de história, verdadeiros agentes de transformação nas salas de aula de escolas e universidades, que cultivam na juventude o pensamento crítico e a curiosidade intelectual, honrando o espírito pedagógico de Nabuco. Aos pesquisadores de arquivos públicos e privados, que preservam documentos raros garantindo que nossa identidade não se perca. Aos intelectuais, cronistas, memorialistas e acadêmicos que dedicam suas vidas a decifrar as marcas que o tempo deixou em nossas cidades, em nossas artes e em nossas tradições.

Que possamos continuar valorizando e apoiando esses profissionais, compreendendo que investir na pesquisa histórica e na preservação do patrimônio é investir na própria soberania cultural da nossa gente. 

Parabéns, historiadores e historiadoras! O seu trabalho é o alicerce sobre o qual construímos a nossa consciência de cidadãos. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural