segunda-feira, 28 de setembro de 2026

MEMÓRIA, ARTE E OLHAR: O ENCONTRO COM TONINHO MACHADO NA SOCIEDADE FLUMINENSE DE FOTOGRAFIA - © ALBERTO ARAÚJO

Fotografar quem fotografa carrega sempre uma camada extra de significado. É um exercício de espelhamento, um reconhecimento mútuo entre quem observa o mundo através de lentes e quem decide registrar esse observador. Foi com essa sensibilidade que capturei a imagem de Antonio Machado, o querido e respeitado Toninho, presidente da centenária Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF),no aconchegante Espaço Jayme Moreira de Luna, fundador da SFF, situado no coração da instituição. 

O ambiente da SFF transborda história em cada canto, respirando a sétima arte e a fotografia em sua essência mais pura. No momento em que fiz o registro, Toninho estava posicionado ao lado de uma verdadeira relíquia visual: uma fotografia impressionante de Heitor Villa-Lobos, Stefan Rosenbauer foi um prestigiado fotógrafo alemão e medalhista olímpico de esgrima que imigrou para o Brasil, onde fez história nos anos 1940 e 1950. Seu estúdio no Centro do Rio de Janeiro era frequentado por grandes personalidades brasileiras, incluindo o compositor Heitor Villa-Lobos, de quem era vizinho e amigo próximo. O trabalho de Rosenbauer ficou muito conhecido pelo uso marcante de luz e sombra, sendo comparado a um "Rembrandt moderno" e pela expressividade que capturava nos olhos dos retratados. 

Contemplar aquela obra ao lado de Toninho foi uma experiência magnética. Ele falava daquela imagem com um orgulho legítimo, daqueles que iluminam o rosto e entregam a paixão genuína pela cultura e pela memória artística do nosso país. A fotografia de Villa-Lobos, capturada em um clássico e atemporal preto e branco, impressiona pela força. Nela, o maestro brasileiro aparece segurando um cigarro entre os dedos, enquanto direciona um olhar profundamente fixo, penetrante e intenso diretamente para a câmera de Stefan Rosenbauer. 

A peça é imponente, emoldurada em uma arte de proporções generosas, estimo que alcance cerca de 1 metro por 80 centímetros, dominando o espaço com uma presença quase viva, como se o próprio maestro estivesse ali, vigiando e inspirando todos os frequentadores daquele salão. 

Esse encontro marcante aconteceu durante a realização do inspirador evento “Artistas da ANE”, um projeto cultural vibrante lindamente coordenado e apresentado com maestria por Leda Mendes Jorge. O evento trouxe à tona a força da diversidade artística, transformando o espaço da SFF em um ponto de convergência para criadores, pensadores e admiradores da arte em suas múltiplas formas. A energia do encontro era palpável, unindo gerações e consolidando a fotografia e a cultura como pontes essenciais de diálogo humano. 

A atmosfera de sensibilidade daquele dia foi potencializada por outra atração imperdível que movimenta os corredores da instituição: a exposição "Caminhos do Afeto", inaugurada no dia 29 de agosto de 2026, às 15h, na sede da Sociedade Fluminense de Fotografia na Rua Dr. Celestino, 115, Centro, Niterói. 

A mostra exibe um conjunto tocante de fotografias que revelam a sensibilidade e o olhar único de seus talentosos artistas: Betina Longi da Silva, Bruno de Almeida Fonseca, Camila Caldas Coutinho, Clézio de Menezes, Davi Schiavoni Machado, Giselle Souza do Espirito Santo, Higor Pires de Sousa, Jacy Therezinha Caldas Coutinho, José Antonio de Souza Amador, Jullyana de Souza Oliveira, Laura de Araújo Ferreira Braz, Leticia dos Santos Coelho, Liana Sales Ferreira, Ligia Ferreira Rocha, Lucas Figueiras de Mendonça Valente, Luiz Alexandre Bragança dos Santos, Luiz Andre de Souza Amador, Marcia Abdalla Ramos, Maria das Graças Infante Pereira, Matheus Ribeiro Habib da Fonseca, Olivia Shiavoni Machado, Patricia Mendes da Silva, Phillipy Raphael Pereira dos Santos, Renato Moreira de Oliveira, Sophia do Nascimento Gomes e Wanilda do Socorro Lopes. 

Ver esses trabalhos é um lembrete urgente e poético sobre o poder democratizante da fotografia. A câmara, nas mãos desses alunos e criadores, transforma-se em um canal autêntico de expressão, provando que a arte não conhece barreiras físicas ou sensoriais. Cada enquadramento exposto revela perspectivas únicas, mundos particulares que merecem ser vistos, aplaudidos e integrados ao debate cultural contemporâneo. A iniciativa reforça o papel da SFF não apenas como um reduto de preservação histórica, mas como um espaço vivo, inclusivo e voltado para o futuro. 

Estar ali, registrando Toninho Machado diante da imponente imagem de Villa-Lobos, em meio a um evento tão pulsante e a uma exposição tão significativa, fez-me refletir sobre o papel da nossa própria memória. A fotografia é, antes de tudo, uma forma de resistir ao esquecimento. 

Toninho, com sua dedicação incansável à SFF, é parte vital dessa resistência cultural em Niterói. Ao congelar aquele instante, quis guardar não apenas a sua figura sorridente e orgulhosa, mas toda a atmosfera de um dia em que a arte se fez presente em sua totalidade: na história contada por Stephen Rosembaum, na música eterna de Villa-Lobos, na curadoria afetiva de Leda Mendes Jorge e na pureza do olhar dos fotógrafos da exposição Caminhos do Afeto. Um verdadeiro mosaico de afetos, capturado para a posteridade. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

 

UM POUCO SOBRE STEFAN ROSENBAUER

Stefan Rosenbauer foi um dos mais importantes nomes da fotografia e da esgrima no Brasil do século XX. Nascido em 24 de março de 1896, na cidade de Biberach an der Riß, na Alemanha, construiu uma trajetória marcada pela excelência esportiva e artística, deixando um legado reconhecido tanto na Europa quanto no Brasil. 

Antes de se destacar como fotógrafo, Rosenbauer alcançou projeção internacional na esgrima. Integrante do tradicional Fechtclub Hermannia Frankfurt, foi campeão alemão de espada em 1931 e 1932, além de conquistar o título nacional de florete em 1933. Sua habilidade o levou a representar a Alemanha em importantes competições internacionais, incluindo o Campeonato Mundial de 1934, em Varsóvia, onde conquistou a medalha de bronze por equipes. Dois anos depois, integrou a seleção alemã que obteve a medalha de bronze no florete por equipes nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. 

Em 1939, diante das transformações políticas da Europa, mudou-se para o Brasil, estabelecendo-se no Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro e passou a defender o Fluminense Football Club, tornando-se uma das figuras de destaque da esgrima nacional. Competiu nas três armas da modalidade, florete, espada e sabre, acumulando títulos individuais e por equipes até encerrar sua carreira competitiva em 1954.

Paralelamente à vida esportiva, Rosenbauer desenvolveu uma notável carreira na fotografia. Formado na Alemanha, recebeu o título de Mestre da Arte Fotográfica em 1921, distinção que o habilitava a formar novos profissionais. Reconhecido desde jovem por sua competência técnica, obteve premiações importantes ainda em seu país de origem, consolidando reputação como retratista de excelência. 

Ao chegar ao Brasil, reabriu seu estúdio fotográfico no Rio de Janeiro e introduziu técnicas modernas de iluminação, composição e retrato artístico que contribuíram significativamente para a evolução da fotografia brasileira. Seu trabalho destacou-se especialmente pelo refinado domínio da luz e sombra e pela produção de retratos clássicos que influenciaram gerações de fotógrafos. 

Rosenbauer participou ativamente do movimento fotográfico brasileiro. Foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Arte Fotográfica (ABAF), atuou como consultor técnico do Photo Club Brasileiro e desempenhou papel relevante na Sociedade Fluminense de Fotografia. Como mestre e orientador, formou diversos profissionais que mais tarde se tornariam referências na fotografia nacional, entre eles Chico Albuquerque e Heinz Förtmann. 

Seu estúdio tornou-se ponto de referência para artistas, intelectuais e personalidades da época. Retratou figuras como Heitor Villa-Lobos, Marechal Rondon e integrantes da histórica companhia teatral Os Artistas Unidos, liderada por Henriette Morineau. Seus retratos foram publicados em livros, jornais e revistas, transformando-se em registros valiosos da vida cultural brasileira. 

O reconhecimento internacional veio também por meio da Fédération Internationale de l'Art Photographique (FIAP), que lhe concedeu, em 1957, o título de Artiste FIAP (AFIAP), em homenagem à qualidade de sua produção e aos serviços prestados à fotografia mundial. 

Stefan Rosenbauer faleceu em 18 de agosto de 1967, no Rio de Janeiro. Seu legado permanece vivo tanto no esporte quanto na fotografia. Considerado um dos grandes retratistas de sua geração, deixou uma extensa galeria de imagens que documenta com sensibilidade, elegância e rigor artístico importantes personagens da sociedade brasileira do século XX.















Dia 2 de setembro de 2006

Festividades em homenagem ao dia mundial da fotografia com a inauguração da galeria Jayme Moreira de Luna e das salas Cesar Salamonde, Chakib Jabor, Luis Antonio Pimentel, Nair Avellar Nunes e Walter Fialho Bittencourt. A abertura aconteceu no salão Octávio do Prado. Neste dia também foram inauguradas duas exposições coletivas: "A Alma do Vidro" e "Nós estávamos aqui nos anos 70".







AS TECEDURAS DO TEMPO E DO AFETO: A TRAJETÓRIA DE SYLVIA MARIA FASCIOTTI - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL

Neste momento em que o Focus Portal Cultural celebra com orgulho esta trajetória, a homenagem ganha voz e alma na presença inspiradora de Sylvia Maria Fasciotti. Na tradição e na essência do seu nome, associado à serenidade, à resiliência e à nobreza de Santa Sílvia, Sylvinha humaniza-se num perfil bondoso, acolhedor e genuinamente feliz de quem transforma o zelo institucional numa verdadeira arte de cuidar. A sua presença no Rotary Club de Niterói é uma marca viva de honra e dedicação que ilumina e enriquece a todos.

Com maestria e elegância, é ela quem nos apresenta habitualmente o Informativo da instituição ao lado da Ata da celebração, enriquecendo o dinâmico informativo com uma precisão impecável. Nas suas páginas, Sylvinha presenteia-nos com textos primorosos de incentivo e renovação que tocam o coração da comunidade.

A sua dedicação vai além do protocolo: expressa-se no abraço caloroso, no sorriso largo ao receber os companheiros e no afeto traduzido nos seus famosos dotes culinários, do arroz com brócolis ao requinte do camarão, passando pelo strogonoff, pelo fricassê de frango e pela batata dourada. É a perfeita representatividade da secretária dedicada: guardiã da memória, ponte de afeto e símbolo de um servir que renova a esperança.

SYLVINHA: UM NOME DE HONRA, AFETO E SABOR NO ROTARY

Sob a brisa suave de Niterói, onde a luz do contorno da baía inspira o acolhimento e o civismo, desabrocha a história de Sylvia Maria Fasciotti. Nascida a 29 de março de 1947, trouxe no olhar o dom da sensibilidade e na alma o compromisso de fazer da própria vida um campo fertilizado pelo conhecimento, pela elegância e pela vocação de servir.

Educadora por essência e vocação, Sylvia compreendeu desde cedo que ensinar é, antes de tudo, um ato de profundo afeto e cidadania. Essa visão generosa do mundo naturalmente a conduziu ao universo do voluntariado, onde a solidariedade deixa de ser uma abstração para se tornar gesto concreto, abraço fraterno e transformação social.

A sua história junto da família rotária começou a desenhar capítulos de refinamento e liderança no Rio de Janeiro. Acompanhando com entusiasmo o trabalho comunitário em Ramos, expressou a sua vocação liderante ao assumir a presidência da Casa da Amizade da Família Rotária do Rio de Janeiro na gestão 1981–1982. Com altivez e sensibilidade humana, conduziu a instituição com a dignidade que lhe é própria, deixando uma marca inabalável de realizações.

O tempo, contudo, guardava um marco histórico para quem nasceu para protagonizar. Quando o Rotary Internacional abriu formalmente as suas portas para reconhecer e integrar a força e a sabedoria femininas nos seus quadros de associados, o destino de Sylvia encontrou o seu chamado definitivo. Em 1991, acolhendo o honroso convite do Governador Omar Silva Araújo, ingressou no Rotary Club de Niterói, dando início a uma jornada extraordinária que ultrapassa três décadas e meia de dedicação ininterrupta.

Dentro do Distrito, a sua presença tornou-se sinônimo de excelência e tato institucional. Com postura irretocável, desempenhou por quatro períodos a função de Diretora de Protocolo, conduzindo solenidades com a maestria de quem domina a arte do bem-receber. A sua vocação para a organização e a sua memória viva da governadoria fizeram dela uma personalidade fundamental: por 13 períodos esteve à frente da Primeira-Secretaria da Governadoria, exercendo um trabalho silencioso, impecável e admirado por sucessivas gerações de lideranças rotárias.

Com a leveza de quem transforma o servir em arte, a presença de Sylvia Maria Fasciotti, carinhosamente chamada por todos de Sylvinha, é um verdadeiro patrimônio de carinho, dedicação e liderança. O nome Sylvinha carrega honra, história e um valor imensurável. A sua essência luminosa é indispensável em cada encontro: recebe companheiros e convidados sempre de braços abertos e com um sorriso largo, feliz e genuíno, tornando qualquer recepção um momento de pura celebração e fraternidade.

Essa vocação singular para o acolhimento ganha vida e sabor nas grandes festividades rotarianas. A assinatura inconfundível de Sylvinha está presente na maioria dos jantares e momentos comemorativos do distrito, onde o seu talento culinário encanta todos os paladares com sabor e apuro impecáveis.

Paralelamente ao compromisso comunitário, Sylvia imprimiu a sua vivacidade no cenário comercial. Durante 23 anos, a sua loja, a icônica Bem Brasil, no Trade Center, foi muito mais do que um espaço empresarial; foi um ponto de encontro de estética, bom gosto e valorização cultural, onde cada cliente e amigo era recebido com a simpatia radiante que sempre caracterizou a sua personalidade.

Entretanto, é no jardim mais íntimo do seu lar que repousa a sua obra-prima. A caminhada construída ao longo dos anos, ao lado do recordado Luiz Antonio Fasciotti, empresário de destaque e proprietário da tradicional Sapataria Elite em Bonsucesso, frutificou na bênção da maternidade. Sylvia é a matriz amorosa de dois filhos, Bruno e Sabrina, que herdaram dos seus gestos a nobreza de caráter, o respeito ao próximo e o amor às tradições da família.

E como na composição de uma linda melodia o movimento final é o que nos comove a alma, a vida presenteou Sylvia com a doçura suprema de ver o tempo renovar-se. O olhar de mãe desdobrou-se na ternura de avó, e o seu coração encontrou uma morada infinita nos sorrisos dos seus quatro netos: Bernardo, Luiza, Thiago e Bruna. Neles, Sylvia contempla o futuro a florir, a continuidade do seu legado e a certeza de uma trajetória pautada pela luz, pela generosidade e pelo amor incondicional.

Sylvinha é, assim, a síntese do amor em servir: uma mulher amada por todos, que nutre a comunidade rotária e a cultura fluminense tanto pelo zelo e rigor da sua atuação institucional quanto pelo afeto que coloca em cada registro, em cada prato e em cada sorriso.

Por tudo isto, e por tanto carinho a nós dispensado ao longo de inúmeros encontros, festividades e jornadas comunitárias, temos a imensa honra e a mais profunda gratidão de homenagear esta inestimável companheira. Trazer o nome e a trajetória de Sylvia Maria Fasciotti ao centro da nossa atenção é um ato de inteira justiça: a sua vida sintetiza o rigor, a elegância e a doação que definem a nobre arte de organizar, acolher e secretariar.

Sylvinha ensina-nos diariamente que secretariar é muito mais do que registrar atas, organizar protocolos ou conduzir informativos com precisão impecável; é a arte de cuidar, de pontuar o tempo com zelo, de guardar a memória e de edificar pontes humanas de confiança e afeto. Em cada texto de incentivo publicado, em cada recepção calorosa adornada pelo seu sorriso largo, e na generosidade dos seus gestos, que confortam o espírito e alimentam a amizade, ela eleva o servir à sua máxima dignidade expressiva.

A ela, que se tornou referência inabalável de nobreza institucional e amor ao próximo, o Focus Portal Cultural estende este tributo de admiração e reconhecimento. Que o seu exemplo continue a iluminar, inspirar e representar dignamente todos aqueles que, com idêntica devoção, fazem do zelo diário uma sublime vocação de servir.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

28 de setembro de 2026

 

ESPECIAIS MOMENTOS DA TRAJETÓRIA

DE SYLVIA FASCIOTTI

 
































(Mini Vídeo - Clicar na imagem para assistir)





 

 

 


 

CHÁ DAS 5H COM 5 | MULHERES EXTRAORDINÁRIAS – GRUPO DE ESTUDOS LITERÁRIOS

 

O Chá das 5h com 5 promove mais uma edição dedicada ao encontro entre literatura, memória e protagonismo feminino. Criado a partir da coletânea internacional Mulheres Extraordinárias – O resgate histórico do legado, pela palavra escrita, o projeto se consolida como um espaço de partilha, reflexão e valorização das histórias de mulheres que deixaram marcas significativas na sociedade. 

Nesta edição, o Grupo de Estudos Literários recebe as coautoras Chaja F. Finkelsztaim, Andrea Sigrist, Caren S. Borges e Clara Arreguy, participantes do Volume 4 da obra. 

Durante o encontro, elas apresentarão as inspirações, pesquisas e trajetórias que deram origem aos seus capítulos, proporcionando ao público uma rica oportunidade de conhecer narrativas que resgatam legados, preservam memórias e fortalecem a presença feminina na história. 

A mediação será de Ana Maria Tourinho, Vice-Presidente Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras, que conduzirá a conversa em torno dos temas da ancestralidade, da cultura, da resistência e do poder transformador da palavra escrita. 

A coletânea Mulheres Extraordinárias – Volume 4 reúne 104 coautoras de diferentes nacionalidades e integra um projeto internacional da Rede Sem Fronteiras, dedicado à valorização do legado feminino por meio da literatura em língua portuguesa. Mais do que uma apresentação literária, o encontro convida o público a refletir sobre o papel das mulheres na construção da memória coletiva e da identidade cultural. 

Data: 29 de setembro de 2026 

Transmissão: Canal Rede Sem Fronteiras no YouTube:

https://www.youtube.com/@redesemfronteiras 

Instagram: https://www.instagram.com/redesemfronteiras/?hl=pt

Realização:

RSF – Rede Sem Fronteiras

Organização Cultural Internacional

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RSF – Rede Sem Fronteiras

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