segunda-feira, 7 de setembro de 2026

BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2026: LITERATURA EM FESTA

Com início desde o dia 4 e vai até o dia 13 de setembro, o Distrito Anhembi recebe a 28ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Reconhecida como o maior encontro literário da América Latina, a feira transforma a capital paulista em um verdadeiro palco de cultura, diversidade e inovação. 

Durante nove dias, leitores, escritores, editoras e artistas se encontram em uma programação que vai muito além da venda de livros. O público poderá participar de debates, palestras, oficinas e experiências interativas que exploram temas como educação, saúde, tecnologia, sustentabilidade e o papel da leitura na sociedade contemporânea. 

Entre os espaços de destaque estão a Arena Cultural, que reúne grandes nomes da literatura e da arte; o Espaço Educação, voltado para professores e pesquisadores; e o Salão de Ideias, onde se discutem os principais desafios e transformações do mundo atual. Há também ambientes dedicados às crianças, como o Espaço Infantil, e iniciativas que valorizam tradições populares, como o Cordel e Repente. 

A Bienal ainda abre espaço para novas linguagens, com áreas voltadas a podcasts, influenciadores digitais e criadores de conteúdo, aproximando diferentes públicos do universo dos livros. Além disso, o público terá contato direto com autores premiados e obras reconhecidas pelo Prêmio Jabuti, o mais tradicional da literatura brasileira.

Com ingressos disputados e dias já esgotados, a expectativa é repetir o sucesso das últimas edições, que reuniram centenas de milhares de visitantes e milhões de exemplares disponíveis. Mais do que uma feira, a Bienal é um convite para celebrar histórias, ideias e a força transformadora da palavra. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 

 


O PRESIDENTE DO ROTARY INTERNATIONAL TAMBÉM APOIA O SUPER POLI!

O Presidente do Rotary International 2026-27, Olayinka “Yinka” Hakeem Babalola, ao lado do casal Governador, Allex e Janete, faz um convite especial: apoie a luta pela erradicação da pólio e adquira o seu Super Poli! 

Mais do que um mascote, o Super Poli é uma iniciativa que une alegria, mobilização e solidariedade em torno de uma grande causa: arrecadar recursos para ajudar o mundo a ficar livre da pólio! 

Uma iniciativa do Distrito 4521 que ganha cada vez mais força e reconhecimento!

Nosso Super Poli ganhou um grande apoiador!

Juntos Contra a Pólio!

#SuperPoli

#JuntosContraAPólio

#Distrito4521

#EndPolioNow

#RotaryInternational 




 

SOLIDARIEDADE EM AÇÃO: ELOS CLUBE DE MONTES CLAROS MOBILIZA COMUNIDADE EM PROL DO LAR DAS VELHINHAS

A essência do movimento elista reside na união entre o companheirismo e o compromisso social. Em mais uma demonstração prática desses valores, o Elos Clube de Montes Claros realizou uma expressiva ação solidária voltada ao apoio das moradoras do Lar das Velhinhas, importante instituição de acolhimento da região. 

O encontro, marcado por um clima de grande fraternidade, reuniu elistas e convidados em uma marcante celebração cultural e comunitária. O evento contou com o patrocínio generoso do companheiro Manoel Vilella, cujo empenho foi fundamental para viabilizar a recepção dos participantes e fortalecer o espírito de cooperação. 

Graças à adesão e às contribuições espontâneas dos presentes, a iniciativa arrecadou recursos integralmente convertidos na aquisição de fraldas geriátricas, um item de primeira necessidade para o bem-estar e a dignidade das idosas assistidas pela instituição.

A ação reafirma o papel do Elos Internacional liderado pela presidente Matilde Carone Slaibi Conti como ponte de transformação social. A diretoria da instituição e a presidente do Elos Clube de Montes Claros, CE Celeste Brant, merecem todos os cumprimentos pela liderança inspiradora e pela sensibilidade em transformar a convivência comunitária em um gesto concreto de amor ao próximo. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural












1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO ELOS DE POESIA – VOZES DA LUSOFONIA 2026: CELEBRAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA - ELOS CLUBE DE BELO HORIZONTE

Fundado em 8 de agosto de 1959, o Movimento Elista Internacional traz em sua essência o compromisso de preservar, divulgar e fortalecer a língua portuguesa, unindo culturas que compartilham este patrimônio comum. Tradicionalmente, os meses de agosto e setembro marcam um período de festivas e comemorações para a instituição. 

Foi justamente nesse espírito de celebração que nasceu a 1ª EDIÇÃO DO PRÊMIO ELOS DE POESIA – VOZES DA LUSOFONIA 2026. A iniciativa esteve sob a liderança do Presidente do Elos Clube de Belo Horizonte, Antonio José Alves dos Santos, e contou com o apoio do Vice-presidente do Elos Internacional, Professor Sidney Cardoso da França. 

O concurso reuniu grandes talentos e destacou a diversidade da nossa poesia. O pódio foi conquistado por Claudiney (1º lugar, com a poesia Letróloga), Willer (2º lugar, com A Travessia) e Rafael (3º lugar, com Mais que uma Foto). Durante a marcante cerimônia de premiação, os vencedores interpretaram suas próprias obras, proporcionando um momento emocionante de conexão com o público. 

Como destacou a presidência do Elos BH, ver a poesia emocionar e unir gerações reafirma a razão de existir do movimento. Que esta seja a primeira de muitas edições do Vozes da Lusofonia, levando a nossa língua cada vez mais longe com orgulho e arte. 

O MOVIMENTO ELISTA EM EXPANSÃO: TRADIÇÃO, POESIA E LUSOFONIA GLOBAL 

Mais do que preservar a história iniciada em 1959, o Movimento Elista Internacional demonstra, a cada nova iniciativa, que está cada dia mais vivo, pulsante e atuante em todo o planeta. Como elo vivo entre os povos que se reconhecem na Língua Portuguesa, a instituição transforma a cultura em uma ponte permanente de fraternidade, identidade e criação artística. 

Exemplo expressivo dessa vitalidade é a 1ª Edição do Prêmio Elos de Poesia – Vozes da Lusofonia 2026. A realização reflete a liderança inspiradora de Antonio José Alves dos Santos, Presidente do Elos Clube de Belo Horizonte, que tem impulsionado ações de grande alcance humano e literário na capital mineira.

Ao seu lado, destaca-se a atuação incansável do Professor Sidney Cardoso da França, Vice-presidente do Elos Internacional. Com dinamismo e visão institucional, o líder tem percorrido e articulado núcleos em diversas regiões, fortalecendo a presença global do Elos e aproximando continentes pelo afeto à nossa língua comum. 

Iniciativas como esta reafirmam a missão do movimento: valorizar a poesia, celebrar os talentos da lusofonia e manter acesa a chama de uma comunidade global unida pela cultura.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural
























SENHORA FLOR BRANCA DA PAZ CELEBRANDO OS 105 ANOS DE CARMELITA FERREIRA DOS SANTOS

 

Carmelita Ferreira dos Santos nasceu em 07 de setembro de 1921, em Barra de São Miguel, Alagoas, como quem já trazia no coração o destino de ser flor. Filha de Anna Maria Ferreira e Leopoldino Ferreira dos Santos  cresceu entre paisagens simples, mas carregadas de significado. Desde cedo, sua presença irradiava delicadeza e imponência, como se o próprio tempo tivesse escolhido moldar nela a imagem de uma mulher que seria lembrada por gerações. 

Vaidosa, Carmelita cultivava o gosto pela elegância. Era senhora de porte altivo, que se vestia com esmero e se apresentava como rainha em seus trajes. O tailleur, conjunto de casaco e saia,  era sua marca registrada. Em viagens de navio ou avião, surgia sempre arrumada, impecável, como quem sabia que a vida merecia ser celebrada em cada detalhe. Sua vaidade não era futilidade, mas expressão de respeito por si mesma e pelos outros. 

Gostava de dançar, de se divertir, de sentir a música pulsar em sua alma. Era apaixonada pelo Restaurante & Casa de Forró Cariri, na Orla de Atalaia, em Aracaju. Ali, na Passarela do Caranguejo, batucava na mesa ao som de suas canções prediletas, sorria, se deixava levar pela alegria contagiante. Carmelita era mulher que sabia transformar momentos simples em celebrações inesquecíveis.

Casou-se três vezes. Primeiro, com Manuel Messias de França Lopes, com quem construiu uma família sólida e cheia de amor. Juntos, tiveram Carmen, Shirley, Swami e Handerson. Mais tarde, encontrou o amor novamente em Reinaldo Vieira, com quem teve Daise. Já viúva pela segunda vez, casou-se pela terceira vez, viveu um relacionamento feliz com Manoel Francisco de Araújo, o Comandante Araújo.

Sua vida foi marcada por perdas e recomeços, mas em cada etapa demonstrou coragem e serenidade. Carmelita não se deixou abater; transformou cada dor em aprendizado, cada despedida em força, cada novo amor em esperança. 

Em sua casa, Carmelita reinava com simplicidade e alegria. Gostava de ver os filhos, netos e genros reunidos, recebendo os “mimos” que lhe ofereciam com carinho. Os natais eram sempre celebrados na casa de seu filho Swami e de Marcinha, e em outras ocasiões importantes, na casa de sua filha Shirley. Em cada encontro, havia risos, abraços e fartura. Todos os filhos a adoravam, e ela retribuía com ternura infinita. 

Carmelita viveu noventa e sete anos como quem percorre um jardim. Cada dia era uma flor que se abria, cada gesto uma pétala que se desprendia, cada palavra um perfume que se espalhava. Sua vida foi feita de deslumbramentos, de viagens pelas estrelas e pelos mares, de passos cuidadosos que desenhavam percursos únicos. Não houve arrependimentos; fez o que tinha de fazer, viveu como quis viver, e foi até o fim com dignidade.

 

Carmelita Ferreira dos Santos não foi apenas uma mulher de sua época; foi uma senhora que soube transformar a vida em espetáculo. Conheceu muitos lugares, hospedou-se em hotéis que pareciam prolongar o sonho da vida. Em Natal, no Rio Grande do Norte, encantou-se com o Visual Praia Hotel, localizado em Ponta Negra, famoso por sua vista para o Morro do Careca. Ali, entre o mar e o horizonte, Carmelita contemplava a grandeza da criação, como se cada onda fosse um aplauso à sua presença. Viajou também para a Argentina com já estava com o seu terceiro esposo Manoel Araújo, no entanto, viajou sozinha, onde descobriu novas paisagens, novas músicas, novos sabores. Cada viagem era uma celebração, cada destino um capítulo de sua história.

 

Carmelita era senhora de semblante delicado, mas de espírito vibrante. Rugas suaves e afeiçoadas. Gostava de passear, de se divertir, de sentir a vida em movimento. Sua vaidade era expressão de alegria, sua elegância era reflexo de respeito. Em cada viagem, em cada dança, em cada encontro, deixava marcas de ternura e encantamento. 

No dia 6 de abril de 2019, um sábado marcado pela dor, Carmelita foi chamada pelo Senhor. Não foi acaso: era o mesmo dia da semana em que Cristo ressuscitou, como se Deus tivesse escolhido a hora exata para recolher sua flor mais delicada. Ela relutou, como quem não queria deixar seu cantinho, sua casa, seu jardim. Mas, enfim, aceitou o chamado divino e partiu acariciada pela mão do Altíssimo. 

Na Capela do Cemitério Parque da Paz, familiares e amigos se reuniram para celebrar sua vida. Entre lágrimas e orações, entre cânticos e silêncios, todos reconheceram que Carmelita não havia partido, mas apenas se transformado. Sua presença continuava viva na memória, nos gestos repetidos, nas histórias contadas, nas músicas que embalavam as lembranças. 

Hoje, ao recordar sua trajetória, não se fala de despedida, mas de celebração. Carmelita permanece viva nos corações dos filhos, netos, bisnetos, tataranetos, noras, genros e amigos. Permanece como inspiração de esperança e fé, como exemplo de bondade e carisma, como símbolo de serenidade e amor. 

E, no entanto, a saudade também se faz presente. Não apenas de Carmelita, mas também de seus filhos Daise, Swami e Handerson, que já partiram para a casa do Altíssimo. A família, marcada por tantas perdas, encontra consolo na certeza de que todos se reencontraram nos jardins eternos, onde a Flor Branca da Paz continua a florescer. 

Senhora Flor Branca da Paz, Carmelita Ferreira dos Santos, sua vida foi poesia, sua partida foi silêncio, mas sua memória é eternidade. Que sua paz continue a habitar os corações de todos nós, e que sua lembrança seja sempre motivo de gratidão. Porque quase tudo passa, a tempestade, a dor, o aguaceiro, até a alegria. Mas a saudade de quem partiu nunca passa. Ela se transforma em presença invisível, em força que nos guia, em amor que nos sustenta.

 

Sim, Carmelita não se encontra mais entre nós. Também seus filhos Daise, Swami e Handerson já partiram para a casa do Altíssimo. Mas sua memória permanece viva, como flor branca que nunca murcha, como música que nunca se cala, como viagem que nunca termina. Foi, e sempre será, a Senhora das Viagens e dos Encantos. Uma mulher que soube viver com intensidade, que transformou a vida em poesia, que fez da alegria sua marca e da paz sua herança. 

E assim será, para sempre.

© Alberto Araújo

07 de setembro de 2026


(Clicar na imagem para assistir o vídeo)





domingo, 6 de setembro de 2026

RESENHA CRÍTICA DE O SOM DO CORAÇÃO © ALBERTO ARAÚJO



“A música está ao nosso redor, a gente só precisa ouvir”

 

O filme O Som do Coração (2007), dirigido por Kirsten Sheridan, é uma obra que mistura drama e fantasia musical para contar a história de Evan Taylor, um menino prodígio que acredita que pode encontrar seus pais através da música. A narrativa se constrói como uma versão contemporânea de Oliver Twist, mas com a música como fio condutor da trama e metáfora central.

 

O longa acompanha Evan, que foge do orfanato e parte para Nova York em busca de seus pais. Sua jornada é marcada por encontros decisivos: o excêntrico Wizard, que o explora e lhe dá o nome artístico de August Rush; Arthur, um jovem guitarrista que o introduz ao grupo de crianças músicos; e Hope, que o ajuda a decifrar a linguagem musical. Paralelamente, seus pais Lyla, uma violoncelista clássica, e Louis, um guitarrista irlandês também percorrem caminhos de reencontro, impulsionados pela ausência e pela música.

 

A narrativa se apoia fortemente em coincidências, o que pode soar forçado para alguns espectadores, mas funciona dentro da proposta quase mágica do filme. A música é apresentada como uma força transcendental, capaz de unir pessoas e superar barreiras impostas pelo tempo e pela distância.

 

Evan/August Rush: interpretado por Freddie Highmore, transmite inocência e intensidade, tornando crível a ideia de um garoto que “ouve” música em tudo ao seu redor.

 

Wizard: vivido por Robin Williams, é um personagem ambíguo, que oscila entre mentor e explorador, lembrando figuras manipuladoras típicas da literatura clássica.

 

Lyla Novacek: Keri Russell dá vida à violoncelista sensível, marcada pela perda e pela busca.

 

Louis Connelly: Jonathan Rhys Meyers encarna o músico apaixonado, dividido entre carreira e sentimentos.

 

O elenco sustenta bem o melodrama, com destaque para a química entre Highmore e Williams, que dá peso às cenas de exploração e descoberta.

 

A trilha sonora é o coração do filme. Desde os sons cotidianos que Evan transforma em melodia até a grandiosa August’s Rhapsody, apresentada no Central Park, a música é tratada como linguagem universal e espiritual. O filme sugere que ela é capaz de guiar destinos e revelar verdades ocultas. Essa abordagem pode parecer idealizada, mas é justamente o que confere ao longa sua aura poética.

 

Sheridan aposta em uma estética que mistura realismo urbano com toques de fantasia. Nova York é retratada como um espaço vibrante, onde cada som pode se transformar em música. A direção valoriza os contrastes: o orfanato rígido versus a liberdade das ruas, o teatro abandonado versus a sofisticação da Juilliard. Essa dualidade reforça a ideia de que a música transcende ambientes e classes sociais.

 

Busca pela identidade: Evan procura não apenas seus pais, mas também seu lugar no mundo.

 

Poder da música: apresentada como força mística e transformadora.

 

Família e reencontro: o desfecho no concerto simboliza a união através da arte.

 

Exploração infantil: Wizard representa o lado sombrio da sociedade, que vê talento como mercadoria.

 

O Som do Coração é um filme que aposta no sentimentalismo e na fantasia para contar uma história de amor, perda e reencontro. Embora a trama dependa de coincidências quase improváveis, sua força está na música e na emoção que transmite. É uma obra que fala diretamente ao coração, especialmente para quem acredita no poder da arte como elo entre pessoas.

Em cerca de duas horas, o filme entrega uma fábula moderna sobre esperança e conexão, deixando como mensagem final que “a música está em tudo ao nosso redor, basta ouvir”.

 

ELENCO

 

Freddie Highmore - Evan Taylor

Keri Russell - Lyla Novacek

Jonathan Rhys Meyers - Louis Connelly

Robin Williams - Wizard

Terrence Howard - Richard Jeffries (Assistente Social)

William Sadler - Thomas Novacek

Jamia Simone Nash - Hope

Kaki King - Mãos de Evan Taylor (para todas as partes de viola)

Leon Thomas III - Arthur

Alex O'Loughlin - Marshall

 

MÚSICA

 

"Break"

Por Steve Erdody e Jonathan Rhys Meyers

"Moondance"

Escrita por Van Morrison, cantada por Jonathan Rhys Meyers

"This Time"

Escrita por Chris Trapper, cantada por Jonathan Rhys Meyers

"Bari Improv"

Escrita por Mark Mancina e Kaki King, cantada por Kaki King

"Ritual Dance"

Escrita por Michael Hedges, cantada por Kaki King

"Raise It Up"

Escrita por Impact Repertory Theatre, cantada por Jamia Simone Nash e Impact Repertory Theatre

Nomeada para um Óscar da Academia para Melhor Canção Original

"Dueling Guitars"

Escrita por Heitor Pereira, cantada por Heitor Pereira e Doug Smith

"Something Inside"

Por Steve Erdody e Jonathan Rhys Meyers

"Someday"

Escrita por John Legend

"August's Rhapsody"

 

Na cena final com Lyla e Louis, é tocado Adagio-Moderato por Edward Elgar no Cello Concerto em E Menor.

 

Excepto "Dueling Guitarras", todas as músicas são tocadas pela guitarrista e compositora americana Kaki King.

 

O compositor Mark Mancina esteve a compor mais de um ano e meio para o filme. "O coração da história é saber como reagir e se conectar através da música. É sobre este jovem rapaz que acredita que ele vai encontrar os seus pais através de sua música. Isso é o que o impulsiona." O último tema do filme foi composto em primeiro lugar. "Dessa maneira eu poderia ter bocados e partes da peça que terminam e que dizem respeito às coisas que estão acontecendo na vida da personagem principal. Todos os temas são peças do puzzle, de modo a que o termo significa alguma coisa". A música foi gravada no Todd-AO Scoring Stage e no Eastwood Scoring Stage da Warner Bros.

 

RECEPÇÃO

 

No USA Today, Claudia Puig comentou que "August Rush não será para todos, mas funciona se você entregar o seu sentimentalismo à música." O The Hollywood Reporter comentou positivamente o filme, escrevendo "a história é sobre o modo como músicos e a música se conecta pessoas, de modo a que as canções do filme, criada pelos compositores Mark Mancina e Hans Zimmer, dá um capricho poético implausível à história."

 

No Rotten Tomatoes, 36% dos críticos deram opiniões positivas sobre o filme, baseadas em 110 opiniões. O consenso foi que "embora apresentando um elenco talentoso, August Rush não tem uma uma boa direcção nem um enredo muito consistente." No Metacritic, o filme teve uma pontuação média de 38 em 100, baseadas em 27 opiniões.

 

Pam Grady no San Francisco Chronicle chamou o filme de "melodrama musical." Grady disse que "toda a história é ridícula" e "as coincidências, comportamento e motivações desafiam a lógica, e que os personagens tiram pouco do talento dos actores." Edward Douglas no comingsoon.net disse: "não demorou muito para o filme para se revelar como de previsto".

 

Roger Ebert deu ao filme três estrelas, chamando-o de "um filme embebido em sentimentalismo, mas que é supostamente ser assim".

 

O filme foi comparado com Oliver Twist.

 

Shawn Johnson utilizou a música "August's Rhapsody" durante seu desempenho no exercício Floor, nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008.

 

FONTE

Wikiwand – August Rush. Informações gerais sobre produção, elenco, direção e contexto do filme. Inclui dados técnicos e históricos.

Pedro Paulo da Cruz; Richard Perassi Luiz de Souza; Luciane Maria Fadel. O som como mediação narrativa no cinema: remidiação sonora e seus limites no filme August Rush. Revista Comunicação Mídia e Consumo, v. 23, 2026. Estudo acadêmico que analisa como a trilha sonora e os sons ambientes funcionam como elementos narrativos centrais no filme.

IMDb – August Rush (2007). Base de dados internacional de cinema com informações sobre elenco, equipe técnica, curiosidades e recepção crítica.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 


















 


 

20 RAZÕES PARA ENTRAR NO ROTARY


20 RAZÕES PARA ENTRAR NO ROTARY

Servir é o DNA do Rotary

  1. A oportunidade de servir, melhorar vidas e deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos.

  2. Encontrar amizades que podem durar toda a vida.

  3. Relacionar-se com profissionais, empresários e líderes da sua comunidade.

  4. Crescer pessoal e profissionalmente.

  5. Desenvolver suas capacidades de liderança.

  6. Participar ativamente na melhoria da sua comunidade.

  7. Aprender continuamente com pessoas, experiências e projetos.

  8. Divertir-se e desfrutar enquanto faz coisas que valem a pena.

  9. Melhorar sua capacidade para se comunicar, falar em público e inspirar.

  10. Fazer parte de uma comunidade verdadeiramente internacional.

  11. Ter amigos rotarianos praticamente em qualquer lugar do mundo.

  12. Participar de encontros, viagens, atividades e experiências diferentes.

  13. Desenvolver habilidades sociais e ampliar seu círculo de relações.

  14. Compartilhar muitas experiências rotárias com sua família.

  15. Descobrir novas capacidades profissionais e pessoais.

  16. Fazer parte de uma organização baseada na integridade, na ética e na confiança.

  17. Conhecer outras culturas, países e maneiras de entender o mundo.

  18. Pertencer a uma das organizações de serviço mais reconhecidas internacionalmente.

  19. Cercar-se de pessoas com iniciativa, valores e vontade de contribuir.

  20. Encontrar-se com pessoas de todas as crenças, culturas e ideias, unidas pelo respeito.

SERVIR É O DNA DO ROTARY

PERTENCER A ALGO MAIS GRANDE QUE VOCÊ MESMO.