terça-feira, 18 de agosto de 2026

AS INSCRIÇÕES PARA A CONVENÇÃO DE BARCELONA 2027 ABREM EM 17 DE SETEMBRO DE 2026.




 

E há um motivo extra para não perder de vista o calendário: quem reservar durante esses primeiros cinco dias, até 21 de setembro incluído, terá acesso a um desconto especial no preço da inscrição.


Marca a data, vale mesmo a pena!

Informações principais

Datas do evento: 26 a 30 de junho de 2027

 

Local: Fira de Barcelona Gran Via (Fira 2), em L’Hospitalet de Llobregat

Inscrições: abertura em 17 de setembro de 2026; desconto válido até 21 de setembro de 2026

 

Todas as informações e taxas estão disponíveis

Site oficial: https://convention.rotary.org/pt-br/  

 

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

SOLAR DO JAMBEIRO: UM TESOURO DE NITERÓI NO DIA NACIONAL DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO

No dia 17 de agosto, o Brasil celebra o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, data criada em homenagem a Rodrigo Melo Franco de Andrade, primeiro presidente do IPHAN e figura central na consolidação das políticas de preservação cultural no país. É um momento de reflexão sobre a importância de proteger os bens que contam nossa história, sejam eles materiais, como casarões, igrejas e sítios arqueológicos, ou imateriais, como festas populares, saberes tradicionais e manifestações artísticas. 

Entre os inúmeros exemplos que ilustram a riqueza do patrimônio brasileiro, o Solar do Jambeiro, em Niterói, desponta como um ícone da memória e da resistência cultural. Mais do que um edifício histórico, o Solar é um espaço vivo, que conecta passado e presente, tradição e contemporaneidade, memória e criação. 

O Dia Nacional do Patrimônio Histórico é celebrado em 17 de agosto em homenagem ao nascimento de Rodrigo Melo Franco de Andrade (1898–1969). Advogado, jornalista e escritor, Rodrigo foi o primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), cargo que ocupou por três décadas. 

Sua atuação foi decisiva para a criação de políticas públicas voltadas à preservação cultural no Brasil. Sob sua liderança, o IPHAN consolidou o tombamento de cidades históricas como Ouro Preto, Olinda e São Luís, além de igrejas, casarões e monumentos que hoje são símbolos da identidade nacional. Rodrigo defendia que o patrimônio não deveria ser visto apenas como relíquia do passado, mas como elemento vivo da cultura e da cidadania. 

Assim, cada 17 de agosto é também um tributo à sua visão pioneira, que transformou a preservação em política de Estado e garantiu que o Brasil pudesse contar sua história por meio de seus bens culturais. 

O Solar do Jambeiro foi construído em 1872 pelo comerciante português Bento Joaquim Alves Pereira. Sua imponência logo chamou atenção na paisagem da cidade, tornando-se residência de famílias influentes. Posteriormente, foi adquirido pelo diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, cuja família desempenhou papel fundamental na preservação do imóvel. 

Em 1974, atendendo a um pedido da família Bartholdy, o Solar foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), garantindo sua proteção oficial. Após cuidadosa restauração, o espaço foi reaberto ao público em 2001, sob administração da Fundação de Arte de Niterói (FAN). 

A arquitetura do Solar do Jambeiro é um espetáculo à parte. Sua fachada é adornada por azulejos portugueses azuis, com mais de 150 anos de história, formando um dos conjuntos mais importantes do século XIX no Brasil. 

No interior, o visitante encontra telhas pintadas à mão, vitrais coloridos, pisos em cerejeira e painéis de madeira entalhada que revelam o requinte da época. O jardim, por sua vez, abriga o jambeiro centenário que dá nome ao solar, símbolo da ligação entre natureza e cultura 

Mais do que um monumento preservado, o Solar do Jambeiro é hoje um centro cultural dinâmico, que abriga exposições de artes plásticas, seminários, cursos de preservação, peças de teatro, saraus e concertos musicais.

O espaço já recebeu óperas, encontros internacionais, feiras culturais e eventos literários, consolidando-se como um polo de efervescência artística em Niterói. Cada atividade realizada ali reforça a ideia de que o patrimônio histórico não é apenas memória congelada, mas sim motor de cultura e cidadania. 

Se o Solar do Jambeiro representa o patrimônio material, o Brasil também se orgulha de um vasto conjunto de patrimônios imateriais, reconhecidos pelo IPHAN e pela UNESCO. São tradições, saberes e celebrações que revelam a diversidade cultural do país: Samba de Roda: manifestação musical e coreográfica da Bahia, raiz do samba urbano; Círio de Nazaré: maior procissão católica do Brasil, realizada em Belém do Pará; Frevo: ritmo e dança vibrante de Pernambuco, símbolo do carnaval nordestino; Roda de Capoeira: expressão que une luta, dança e música, reconhecida como patrimônio da humanidade; Ofício das Paneleiras de Goiabeiras: tradição artesanal do Espírito Santo, que mantém viva a produção de panelas de barro. 

Essas manifestações mostram que o patrimônio histórico não se limita a pedras e paredes: ele pulsa nas festas, nas músicas, nos rituais e nos saberes transmitidos de geração em geração. 

Celebrar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico é reconhecer que preservar é resistir. É garantir que futuras gerações possam vivenciar a história em espaços autênticos, como o Solar do Jambeiro. É também valorizar a diversidade cultural que compõe o Brasil, desde os casarões coloniais de Minas Gerais até os centros históricos do Maranhão e do Rio Grande do Sul. 

O Solar do Jambeiro nos lembra que cada cidade tem seus tesouros e que o engajamento da comunidade é essencial para mantê-los vivos. Preservar não é apenas conservar paredes e objetos, mas manter viva a memória coletiva que nos define como povo.

Neste 17 de agosto, o Solar do Jambeiro se ergue como símbolo da resistência da cultura contra o esquecimento. Ele nos ensina que patrimônio histórico é mais do que herança: é presente, é futuro, é identidade. 

Que o Dia Nacional do Patrimônio Histórico seja celebrado com consciência e orgulho, e que cada visita ao Solar do Jambeiro seja um convite à reflexão sobre a importância de proteger o que nos torna únicos. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural





















FLIN 2026 REÚNE MAIS DE 50 MIL PESSOAS EM QUATRO DIAS E CONSOLIDA NITERÓI COMO TERRITÓRIO DE LITERATURA E PENSAMENTO

Festa Literária Internacional de Niterói gratuita supera em mais de 65% a expectativa de público e encerra edição marcada por espaços lotados, grandes nomes da cultura brasileira e homenagem a Lélia Gonzalez. 

A literatura ocupou Niterói e levou mais de 50 mil pessoas ao Reserva Cultural ao longo dos quatro dias da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN) 2026, de 13 a 16 de agosto. O público superou em mais de 65% a expectativa inicial de 30 mil visitantes e acompanhou uma programação gratuita que reuniu escritores, artistas, pesquisadores, comunicadores, estudantes e leitores em torno do tema “Territórios das Palavras”, inspirado no pensamento de Lélia Gonzalez. 

Realizada pela Prefeitura de Niterói, por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN) e da Niterói Livros, a edição foi marcada por espaços lotados, encontros aclamados pelo público e uma programação que aproximou literatura, música, teatro, audiovisual, jornalismo e cultura popular. 

Ao longo dos quatro dias, a FLIN reuniu mais de 200 convidados e 62 horas de programação, distribuídas em quatro palcos simultâneos. O número de escritores e autores inscritos mais que dobrou em relação à edição anterior: foram 257 participantes em 2026, e 103 em 2025, reunindo nomes de Niterói, Rio de Janeiro, Maricá, Itaboraí e São Gonçalo. 

Entre os convidados estiveram Ana Maria Gonçalves, Jeferson Tenório, Conceição Evaristo, Valter Hugo Mãe, Eliana Alves Cruz, Ruy Castro, Jout Jout, Fabrício Carpinejar, Ana Maria Machado, Ondjaki, Cidinha da Silva, Luiz Antonio Simas, Lilia Schwarcz, Marcelo Quintanilha, Tatiana Salem Levy, Jessé Souza,  Marcelo Adnet, Ana Paula Araújo, Stefano Volp, Mariana Salomão Carrara, Otávio Junior, Teresa Cristina, Déia Freitas, Geni Núñez, Tati Bernardi, além de pesquisadores, jornalistas, escritores, roteiristas, artistas, influenciadores e criadores de diferentes áreas. 

O crescimento da festa também se refletiu na cadeia do livro. O número de editoras participantes passou de 10, em 2025, para 13 em 2026 (Pictos Editora, Garota FM Books, Bloco Narrativo, Dowslley Editora, Se Liga Editorial, Editora Pé de Palavra, Risco Editora, Editora Itapuca, Vira-Tempo Editora, MoMa Editora, Editora Comunitá, Editora Violeta, DB Editora). 

Ao todo, três livrarias (Livraria Leitura, Blooks e Livraria Ponte) venderam 4 mil livros, enquanto o cadastro de editoras e livrarias para o recebimento do Cartão Araribóia, moeda social de Niterói, aproximou a política cultural da economia do livro. A FLIN 2026 também ampliou sua articulação institucional: a Academia Brasileira de Letras (ABL) que doou 1.500 livros durante a festa, e a Biblioteca Nacional apoiaram a realização do festival, com a presença de acadêmicos da ABL distribuídos em diferentes mesas e um encontro especial dedicado à Academia. 

O prefeito Rodrigo Neves destacou o crescimento expressivo do evento e reafirmou o compromisso do município em investir continuamente na cultura como motor socioeconômico. “A Flin envolveu editoras e autores locais, além de grandes nomes da literatura brasileira e internacional. A festa se consolida como um dos grandes eventos literários do Brasil. Vamos seguir planejando e investindo nesse projeto porque ele tem tudo a ver com a cidade que queremos construir, que compreende a cultura como um elemento indissociável do seu desenvolvimento. A festa foi abraçada pelos niteroienses e, por isso, veio para permanecer". 

Na avaliação de Micaela Costa, presidenta da Fundação de Arte de Niterói (FAN), a resposta do público confirma a potência de um evento construído a partir da diversidade de vozes e do acesso gratuito à cultura. “Ver mais de 50 mil pessoas ocupando a Flin, participando das mesas, encontrando seus autores e descobrindo novos livros mostra que existe um enorme desejo de acesso à literatura, ao pensamento e à cultura. Esta edição também nos mostrou a força de Niterói como território de encontros. Homenagear Lélia Gonzalez significava justamente abrir espaço para diferentes vozes, histórias e perspectivas, e foi isso que vimos acontecer ao longo desses quatro dias.”

A homenagem a Lélia Gonzalez esteve no centro da edição, não apenas como referência conceitual, mas como eixo de uma programação que discutiu raça, gênero, ancestralidade, memória, território, educação, oralidade, diversidade e transformação social. A partir de seu legado, “Territórios das Palavras” propôs pensar a literatura como espaço de pertencimento, resistência e construção de novas narrativas sobre o Brasil. A curadoria foi assinada por Vilma Piedade, Elisa Ventura, MC Marechal, Edu Krieger, Carla Portilho, Jordão Pablo de Pão e Jackson Jacques. 

Diretor da Niterói Livros, Jordão Pablo de Pão destacou a potência do tema e seus desdobramentos. “Falamos, a partir dos territórios, sobre questões de pertencimento e de identidade dentro e fora de Niterói. A FLIN 2026 festejou diversos públicos, diversas origens e as múltiplas formas de a arte celebrar o que o povo vem fazendo, colocando a humanidade como grande articuladora da narrativa”, afirma o escritor e historiador. Os artistas da cidade celebraram a presença de Niterói como rico dos encontros na programação. 

A edição também ampliou as ações de formação e responsabilidade social e ambiental. A FLIN recebeu estudantes da rede pública de ensino, promoveu ações de formação de leitores e contou com uma iniciativa do Instituto Léo Solidário, que propôs a troca de livros por resíduos, além da arrecadação de alimentos para a campanha 1 Kg de Alimentos Solidários, destinados ao Banco de Alimentos de Niterói. 

Com programação gratuita, tradução em Libras e audiodescrição em diversas atividades, a festa encerra sua edição de 2026 reforçando a literatura como instrumento de acesso, encontro e transformação, e Niterói como um território cada vez mais aberto às palavras. A Flin 2026 teve patrocínio da Águas de Niterói e apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF), Academia Brasileira de Letras (ABL), Biblioteca Nacional e Ecovias Ponte.

Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN) 2026

De 13 a 16 de agosto de 2026

Reserva Cultural Niterói

Av. Visconde do Rio Branco 880, São Domingos.

Entrada: Gratuita

Créditos de fotos: Fernando Cascado 

Assessoria de comunicação Purpurina

Julia Casotti; Monica Ramalho; Beatriz Caillaux


Assessoria de comunicação Prefeitura de Niterói

Simone Gondim.























A IRMANDADE APRESENTA JAZZ COM ALMA BRASILEIRA NO O NOVO SEMPRE

Episódio inédito Vai ao ar às 23h30min na TV Cultura, sob apresentação de João Marcello Bôscoli 

A TV Cultura exibe nesta terça-feira (18/8), às 23h30min, um novo episódio de O Novo Sempre Vem, série musical apresentada por João Marcello Bôscoli. Com uma sonoridade que combina o jazz à música brasileira, A Irmandade aproxima a música instrumental da canção e valoriza a interação entre os integrantes. A formação varia de acordo com cada apresentação, mantendo como característica a liberdade para solos, improvisações e contribuições individuais dos músicos. 

O projeto foi criado pelo baterista Daniel de Paula, um dos músicos mais requisitados do país, com trabalhos ao lado de artistas como Caetano Veloso, Ivete Sangalo, Criolo e Cláudio Zoli. A iniciativa surgiu como espaço para suas composições autorais e para reunir músicos em torno de sua pesquisa musical. 

Na performance exclusiva para O Novo Sempre Vem, Daniel de Paula (bateria) é acompanhado por Taisi Cunha (voz), Robson Tavares (contrabaixo), Guiza Ribeiro (guitarra) e Gabriel Gaiardo (teclados). O quinteto apresenta quatro músicas em versões abertas à improvisação. 

Para João Marcello Bôscoli, Daniel de Paula se destaca por uma assinatura própria não apenas como instrumentista, mas também nas composições e nos arranjos desenvolvidos para A Irmandade. “Daniel de Paula tem uma assinatura própria tanto na forma de tocar quanto nas composições e nos arranjos que escreve para A Irmandade”, comenta. 

Serviço

O Novo Sempre Vem - Primeira Temporada

Apresentação: João Marcello Bôscoli

Exibição: terça-feira, 18 de agosto, às 23h30

Horário alternativo: domingo, 23 de agosto, às 22h

Transmissão: TV Cultura

Disponibilidade: após a exibição, no aplicativo Cultura Play e no canal da Trama no YouTube.

 

Repertório:

1 – Aquele Axé (Daniel de Paula);

2 – A Irmandade (Daniel de Paula);

3 – Elegia (Daniel de Paula e Cintia Yamanaka);

4 – No Entreluz (Daniel de Paula e Cintia Yamanaka). 

©  Alberto Araújo 


UM LEGADO DE EXCELÊNCIA JURÍDICA, CULTURA E CIDADANIA FOCUS PORTAL CULTURAL HOMENAGEIA O DESEMBARGADOR ANDRÉ RICARDO CRUZ FONTES POR INTERMÉDIO DA HONRARIA DA 1ª EDIÇÃO DA CONEXÃO ADVOCACIA NITEROIENSE

No dia 14 de agosto de 2026, o cenário arquitetônico mais icônico de Niterói, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), vestiu-se de gala para servir de palco a um capítulo verdadeiramente memorável na história jurídica e cultural da cidade. Sob a liderança inspiradora e dinâmica do Dr. Márcio Aleluia, o Focus Portal Cultural tem a insigne honra de destacar, celebrar e parabenizar o sucesso absoluto da 1ª Edição da Conexão Advocacia Niteroiense. Uma Noite Histórica! 

Este grandioso evento reuniu grandes expoentes do direito, autoridades, pensadores e defensores da justiça, criando um ambiente de sinergia ímpar. E, dentre os nomes que gravam seus passos com distinção nessa trajetória de prestígio, destaca-se com brilho singular o do eminente Desembargador Federal André Ricardo Cruz Fontes. 

Nascido na querida cidade de Niterói em 05 de maio de 1961, o Desembargador André Ricardo Cruz Fontes carrega consigo as profundas raízes fluminenses aliadas a uma visão cosmopolita e humanista do Direito e da Justiça. 

Ele é Desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), corte que atende com excelência aos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, desde 15 de fevereiro de 2001. Sua chegada ao tribunal decorreu da vaga destinada ao quinto constitucional em favor do Ministério Público Federal (MPF), instituição na qual atuou brilhantemente como Procurador da República e, posteriormente, Procurador Regional da República, de 15 de dezembro de 1989 até 14 de fevereiro de 2001. 

Sua liderança à frente da magistratura federal alcançou o ápice quando presidiu a corte no biênio 2017-2019, conduzindo os destinos do tribunal com firmeza democrática, transparência e notável sabedoria jurídica. Atualmente, exerce suas judiciosas funções com assento na 5ª Turma do TRF2 e compartilha seu vasto saber como professor na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio). 

A página de serviços prestados pelo Desembargador André Fontes à Justiça Federal e às instituições brasileiras é vasta, densa e exemplar. Ao longo de décadas, ele assumiu cargos de imensa relevância e responsabilidade estrutural: Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (2017-2019); Corregedor Regional (2011-2013); Presidente da 1ª Seção Especializada (2009-2011); Presidente da 2ª Turma (2005-2007 e 2015-2017) e da 5ª Turma (2025); Diretor-Geral da Escola da Magistratura Federal da 2ª Região – EMARF (2007-2009); Diretor-Geral do Centro Cultural Justiça Federal – CCJF (2009-2011); Diretor de Intercâmbio e Difusão da EMARF (2025) e Diretor da Revista da EMARF (2005-2007 e 2009-2011); Vice-Diretor-Geral do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos – NPSC2 (2025); Titular do Conselho de Administração do TRF2 (2013-2015) e Suplente (2004-2006); Membro de comissões fundamentais como a Comissão de Jurisprudência, a COPACE-JF2 (Permanente de Acessibilidade e Inclusão) e o NUGEPNAC (Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas). 

Sua atuação em entidades de classe e institutos jurídicos de renome como: a Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), a Associação Nacional de Desembargadores (ANDES), o Instituto dos Magistrados do Brasil (IMB), o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e a direção da Escola da AJUFERJES (2024-2025) consolida seu perfil agregador e defensor intransigente das prerrogativas da magistratura e da advocacia. 

Raramente encontra-se na vida pública brasileira um magistrado com uma trajetória intelectual tão robusta e multifacetada. O Desembargador André Fontes é um verdadeiro titã do saber acadêmico, acumulando títulos nas mais prestigiadas universidades do país: Pós-Doutorado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Doutor em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Doutor em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF); Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Doutor em Ciências, em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Doutor em Ciências Ambientais e Florestais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ); Mestre em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal Fluminense (UFF). 

Essa impressionante erudição transborda para o meio literário e científico por meio de obras fundamentais que enriquecem o acervo jurídico brasileiro, entre as quais se destacam: A pretensão como situação jurídica subjetiva (Editora Del Rey, 2002); Problemas de Direito Civil-Constitucional (Coautor, Ed. Renovar, 2000); Direito e Poder nas instituições e nos valores do público e do privado contemporâneos (Coautor, Ed. Manole, 2005); Direito Imobiliário Público (Coautor, Ed. Lumen Iuris, 1997); O Poder Normativo das Agências Reguladoras (Coautor, Ed. Forense, 2006); Direito Público do Trabalho – Estudos em homenagem a Ivan D. Rodrigues Alves (Coautor, Ed. Fórum, 2008); Além de participações em compêndios, revistas especializadas e atualizações de enciclopédias jurídicas clássicas. 

Além dos tribunais e das salas de aula universitárias, André Fontes nutre uma paixão profunda pelas letras, pelas artes e pela preservação da memória cultural brasileira. É membro titular de importantes instituições literárias e humanísticas: Cenáculo Fluminense de História e Letras, presidido por Matilde Carone Slaibi Conti, onde ocupa com distinção a Cadeira nº 14, cujo Patrono é o imortal Olavo Bilac; Academia Rotária de Letras da Cidade do Rio de Janeiro (ABROL), sendo titular da Cadeira nº 13, em honra a Carlos Coimbra da Luz. 

A dedicação incansável ao serviço público, à integridade institucional e ao progresso cultural do Brasil rendeu ao Desembargador André Fontes inúmeras e expressivas condecorações, títulos e medalhas conferidos por altas autoridades civis, militares e acadêmicas: Medalha Mérito Tamandaré – Marinha do Brasil; Medalha da Ordem ao Mérito – Ministério Público Militar (no grau de Alta-Distinção, 2001); Título de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro – Outorgado pela ALERJ (2001); Títulos de Cidadania Honorária: Cidadão Macaense (2002), Cidadão Cachoeirense (2004), Cidadão Espírito-santense (2005) e Cidadão Francisquense (2018); Comenda da Ordem do Mérito do Direito Público – Instituto Ibero-Americano de Direito Público (2006); Medalha de Grande Oficial da Ordem do Mérito Judiciário – TRT da 1ª Região (2007); Medalha EMERJ – Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (2007); Medalha de 30 anos da Academia Internacional de Jurisprudência e Direito Comparado (2008); Colar do Mérito Mem de Sá – ANOREG-RJ (2012).

Essa vertente cultural e fraterna esteve recentemente em evidência de forma profundamente marcante, desdobrando-se em um compasso de pura harmonia e lirismo. Como genuínos confrades no Cenáculo Fluminense de História e Letras, instituição guardiã da memória e da beleza literária, presidida com sublime maestria por Matilde Carone Slaibi Conti, o Desembargador André Fontes caminhou lado a lado com os grandes enlevos da alma artística. 

Em um momento de indizível significação celebrado no dia 20 de junho de 2026, sob as bênçãos da tradição e da estética literária, André e o ilustre jornalista e escritor Alberto Araújo uniram-se em sublime fraternidade para apadrinhar a acadêmica açoriana Idalina Andrade Gonçalves. Presença de proa em nossos cenários culturais, Idalina é membro titular do Real Gabinete Português de Leitura, membro consultivo do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, além de honrada titular da Academia Luso-Brasileira de Letras, da Academia Brasileira de Literatura e da Sociedade Eça de Queiroz, em sua apoteótica posse na instituição. Foi naquela manhã onde o tempo silenciou para ouvir a poesia da vida; onde a beca do magistrado e a pena do escritor se curvaram diante da beleza da palavra escrita da acadêmica Idalina Andrade Gonçalves. Momentos como este ecoam como a mais terna certeza de que a justiça e a literatura jamais caminham sozinhas: dão-se as mãos, entrelaçam destinos e tecem, com fios de ouro e sensibilidade, uma sociedade infinitamente mais ética, iluminada e humana.

E finalizando queremos expressar, que a 1ª Edição da Conexão Advocacia Niteroiense no MAC de Niterói consolidou-se como um marco indelével na união entre juristas, advogados, magistrados e agentes culturais. Homenagear o Desembargador André Ricardo Cruz Fontes neste cenário de beleza e apoteose é muito mais do que um ato de justiça institucional; é celebrar a crença viva de que o verdadeiro operador do direito é, antes de tudo, um humanista completo, sábio e implacável na defesa das leis, dedicado com fervor à docência, apaixonado e romântico nas letras, e profundamente enraizado no solo sagrado de sua terra natal. 

O Focus Portal Cultural, liderado por Alberto Araújo, orgulha-se de eternizar nas páginas da posteridade a trajetória luminosa deste magistrado ímpar, cujas pegadas na história do TRF2, de Niterói e do Brasil jamais se apagarão. Que seu exemplo continue a ser o farol que inspira as novas gerações de operadores do direito, poetas da justiça e guardiões da civilidade! 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


 

AFLUENTES DA NOSSA LÍNGUA: A PLURALIDADE VIVA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO NA FLIN

A Língua que Somos: Um organismo vivo e plural. Falar sobre o português no Brasil é, antes de tudo, aceitar o convite para navegar por um rio caudaloso, feito de mil afluentes. A nossa língua não é um monumento estático, esculpido em mármore frio e intocável; ela pulsa, respira, transforma-se no ritmo da nossa gente, nos recantos do país, nas conversas de calçada, na poesia dos livros e na oralidade cotidiana. 

Na terceira edição da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN), uma realização da Prefeitura de Niterói e da Fundação de Arte de Niterói através da Niterói Livros inspirada pelo pensamento insurgente, profundo e essencial da antropóloga, filósofa e ativista mineira Lélia Gonzalez, esse tema ganhou o centro do debate. Sob a lona vibrante da FLIN Arena, que recebeu uma plateia emocionante e diversa, reunindo crianças, jovens e adultos como um verdadeiro espelho da nossa sociedade, o Acadêmico, filólogo e escritor Ricardo Cavaliere dividiu o espaço com o cordelista e fundador da Academia Gonçalense de Cordel, Zé Salvador, na mesa inaugural intitulada "Brasil, Brasis".

Mais do que discutir gramática normativa, o encontro propôs uma reflexão profunda sobre identidade, pertencimento e diversidade cultural, mostrando que cada sotaque, cada gíria e cada expressão regional carrega a história viva de um povo. 

Para compreender como a nossa língua se manifesta em toda a sua riqueza, Cavaliere propõe mapeá-la em três grandes dimensões fundamentais: 

O português que se fala no Rio de Janeiro traz cadências, musicalidades e escolhas vocabulares distintas daquele que ecoa no sertão nordestino, nos pampas sulistas ou na imensidão da Amazônia. Cada região imprime na língua a sua paisagem e a sua alma. A forma como nos expressamos transita entre a formalidade e a informalidade, adaptando-se às construções sintáticas e ao vocabulário exigido por diferentes esferas da convivência humana, revelando dinâmicas sociais e geracionais. 

É o idioma do afeto, o vocabulário restrito ao núcleo familiar, aos amigos mais próximos, aos códigos íntimos que criamos com quem amamos e que constroem a nossa memória afetiva particular. 

Um dos pontos mais instigantes levantados pelo filólogo diz respeito à nossa configuração sociolinguística em comparação a outras nações. Enquanto em países como os Estados Unidos, marcados por processos históricos e segregacionistas específicos, há uma clara divisão étnica no uso da língua (com o desenvolvimento de variedades linguísticas associadas a determinados grupos raciais), no Brasil a história tomou outro rumo. 

Em terras brasileiras, a língua portuguesa não se fragmenta por linhas étnicas. Brancos, negros, pardos e indígenas compartilham, moldam e hibridizam o mesmo tronco linguístico comum. Nossas diferenças de fala cruzam fronteiras raciais e sociais de maneira única, fruto de um caldeirão cultural profundo, onde a miscigenação também se deu na ponta da língua. 

O português brasileiro é, portanto, uno enquanto instrumento supremo de comunicação, união e expressão nacional, mas é plural em sua alma. Cada variação não representa um "erro" a ser combatido, mas sim um tesouro de identidade, um capítulo escrito da nossa memória coletiva. 

Eventos como a FLIN, que ao longo de sua programação celebrou também grandes nomes da nossa cultura, como Heloisa Teixeira e Zuenir Ventura, e abriu espaço para a literatura em todas as suas vertentes, nos lembram que alfabetizar e incentivar a leitura é também abraçar a nossa diversidade sem preconceitos linguísticos.

Quando enxergamos a nossa língua como um reflexo autêntico de quem somos, aprendemos a respeitar a história do outro. Valorizar o modo como o brasileiro fala é validar a sua existência, a sua cultura e a sua cidadania. Que possamos continuar celebrando os nossos Brasis, escrevendo o futuro com as cores, os afetos e as vozes de todas as nossas gentes. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 





A FORÇA DA CULTURA E DA CONEXÃO: REDE SEM FRONTEIRAS NA BIENAL DE SÃO PAULO

As bienais ocupam um lugar de destaque no cenário cultural global. Muito mais do que simples exposições ou feiras de livros e artes, esses grandes eventos funcionam como verdadeiros catalisadores de pensamento crítico, diversidade e intercâmbio internacional. Ao reunirem artistas, escritores, pensadores e o público em um mesmo ecossistema, as bienais criam um espaço democrático de escuta e celebração da pluralidade humana. 

No coração dessas iniciativas está a premissa de que a cultura é o fio condutor da transformação social. As bienais permitem que diferentes vozes ecoem, rompendo barreiras geográficas e sociais, e promovendo diálogos que moldam o futuro da arte, da literatura e da cidadania global. É nesse cenário de grande relevância que a Rede Sem Fronteiras liderada mundialmente por Dyandreia Portugal se insere, reafirmando o seu compromisso inabalável com a difusão cultural e o apoio aos criadores de todo o mundo. 

Alinhada à missão de democratizar o acesso à cultura e valorizar seus talentos, a Rede Sem Fronteiras disponibilizou 70 vagas sem custos exclusivas para os seus Membros Oficiais. 

Esta iniciativa representa um marco de incentivo à participação ativa dos associados em eventos de grande envergadura nacional e internacional. A gratuidade nas vagas garante que mais membros possam vivenciar a imersão na Bienal, ampliar seus horizontes criativos, estabelecer contatos valiosos e projetar seus trabalhos em um patamar de visibilidade incomparável. 

Nos dias 09 e 10 de setembro, a Bienal de São Paulo receberá uma presença de expressivo destaque institucional: Ana Maria Tourinho, Vice-presidente Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras. Nesta ocasião de grande prestígio, Ana Maria Tourinho estará representando a Presidente Mundial da instituição, Dyandreia Portugal, levando a essência, os valores e os projetos de expansão cultural da Rede para um dos palcos mais importantes das Américas. Sua agenda na Bienal será dinâmica e marcante, contemplando: 

Atuação no Stand da Rede Sem Fronteiras: Um ponto de encontro para associados, parceiros e o público geral conhecerem de perto as iniciativas globais da instituição, publicações, projetos e parcerias estratégicas. 

A participação da Rede Sem Fronteiras na Bienal de São Paulo simboliza a força de uma comunidade unida pelo amor à literatura, às artes e à cultura. Sob a liderança visionária de Dyandreia Portugal e a representação inspiradora de Ana Maria Tourinho, a instituição continua a expandir horizontes, abrindo portas e construindo pontes que unem continentes através da sensibilidade e do conhecimento. A organização dos dois dias, é do Núcleo da Rede Sem Fronteiras de São Paulo - presidente é Kátia Galdi, em parceria com a Rede Sem Fronteiras – presidente Mundial Dyandreia Portugal.

 

A cultura não conhece limites geográficos; ela habita onde houver o desejo de conectar mentes e corações.” – © Alberto Araújo 

PROGRAMAÇÃO DO NÚCLEO DA REDE SEM FRONTEIRAS DE SÃO PAULO 

DIA 09 DE SETEMBRO – QUARTA-FEIRA

10h   – Sarau de abertura RSF – Núcleo SP

10h30min – Lançamento Kátia Galdi e Márcia Coelho - SP

11h – Lançamento da coletânea RSF – Núcleo AM: Mãos que se Unem Pela Escrita: O Poder da língua Portuguesa, Katia Colares e Marilândia Gama – AM

12h – Lançamento Marilândia Gama e Rosi Capellari – AM e RS

12h30min – Lançamento Rita Guedes e Gabriela Ménier – CE e ES

13h – Lançamento da coletânea RSF – Núcleo CE: Histórias que Atravessam o Tempo, Evan Bessa, Elinalva Oliveira e Rita Guedes - CE

14h – Lançamento Evan Bessa e Elinalva Oliveira - CE

14h30min – Lançamento Ana Tomazoni e Hemes Tomazoni - SP

15h – Lançamento da coletânea RSF – Núcleo BA: Bahia de Todos os Sentidos: Uma viagem sensorial pela alma baiana, Juranildes Araujo e Iaraci – BA

16h – Lançamento de Juranildes Araujo e Iaraci - BA

16h30min – Lançamento de Álvaro Luiz Cardoso e Maria da Glória - DF

17h – Lançamento da coletânea RSF Mundial: Sem Fronteiras Pelo Mundo... - vol. 9

Foto Oficial

18h – Lançamento Cilse Tavares da Silva e Bebel Ritzmann – DF e RJ

18h30min – Lançamento Beti Rozen e Peter Hay - EUA

19h – Lançamento Dalila Lubiana e Gracinha Neves – ES e França

19h30min - Encerramento

20h – Jantar de confraternização

                                                    

DIA 10 DE SETEMBRO – QUINTA-FEIRA

10h – Lançamento Francisca S. Moraes e Maria Mafra - SC

10h30min – Lançamento Rosenilda Carvalho e Dorita Santiago - PB

11h – Lançamento da coletânea RSF – Núcleo SC: Palavras que Ultrapassam Fronteiras, Francisca S. Moraes e Maria Mafra - SC

12h – Lançamento Hazel São Francisco e Orlando Sampaio - SP

12h30min – Lançamento Letícia Cruz e Mirian Albuquerque – NI e RJ

13h – Lançamento da coletânea RSF - Núcleo PB: Saúde Mental Delas, Rosenilda Carvalho e Dorita Santiago – PB

14h – Lançamento Leni Calisto e Regina Guimmaraes - RJ

14h30min – Lançamento Marina Zarvos e Debora Pio – SP e Grécia

15h – Lançamento Ascensión Chanqués e Zezé Barcelos – Espanha e RJ

15h30min – Lançamento -

16h – Lançamento Celma Prata e Claude Bloc - CE

16h30min – Lançamento Astrid K. Beutler e Sonia Bittencourt - SP

17h – Lançamento da coletânea RSF Mundial: Mulheres Extraordinárias – Vol. 4

Foto Oficial

18h – Lançamento Vanísia Rocha e Lúcia Boonstra – DF e Países Baixos

18h30min – Lançamento Ana Maria Tourinho e Anna Liz – RJ e MA

19h – Lançamento Ana Margarida Forte e Maria Nazareth – Portugal

19h30min – Encerramento Núcleo SP 

OBS: Os autores terão 30 minutos para autografar. Solicitamos que sejam absolutamente pontuais e rápidos na entrada e saída da mesa de autógrafos, como prova de respeito e gentileza. Informados da finalização do seu tempo, organizem-se com rapidez, a fim de que sua saída não prejudique a entrada do colega e gere atraso em cadeia.

Cordialmente estaremos juntos e nos ajudaremos a manter os horários.