sábado, 16 de maio de 2026

LIDERANÇA QUE INSPIRA: O BRILHO DE MICHELE PENHA NA COORDENAÇÃO DA SEMANA DO DIREITO 2026

Conduzir o coração acadêmico de uma instituição exige muito mais do que capacidade administrativa; exige a rara habilidade de transformar conhecimento em acontecimento. À frente do Curso de Direito da UNIVERSO (unidades Niterói e Itaipu), a Professora Michele Penha da Silva Araújo de Oliveira consagrou-se exatamente por essa força realizadora. O sucesso absoluto da Semana do Direito 2026, realizada de 11 a 16 de maio, é o reflexo direto de sua marca registrada: uma gestão que sintoniza, com absoluta maestria, o rigor técnico da justiça e a sensibilidade humana no trato com as pessoas.

Sob a batuta de Michele, o tema "Direito na Prática: Vivência, Experiência e Atuação Jurídica" ganhou vida e dinamismo. Ela não apenas organizou um evento; ela edificou uma ponte indestrutível entre as salas de aula e a realidade dos tribunais. Reunindo um verdadeiro exército de autoridades, entre magistrados, delegados, promotores, advogados e professores, a coordenadora provou que sua visão de ensino vai muito além dos livros, focando na excelência e no networking real. 

O sucesso estrondoso da Semana do Direito não é obra do acaso, mas o fruto de uma trajetória intelectual irretocável. Michele Penha é o retrato da intelectualidade contemporânea: Advogada atuante, Sócia do prestigiado escritório Cucco Braga Silva Advogados Associados e Membro do tradicional Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). Sua sólida experiência abrange desde a prática do Direito Processual até o acompanhamento minucioso de atos nos Tribunais Superiores.

No plano acadêmico, sua sede de saber é inspiradora. Doutoranda e Mestre em História pela UNIVERSO, Michele traz na bagagem especializações de peso, como Direito Privado pela UFF, Direito Público pela Gama Filho e Direito do Consumidor pela FESUDEPERJ. Essa bagagem plural a gabarita como professora de excelência na graduação e na pós-graduação da UFF, da UNIVERSO e da ESA/CBEPJUR/UCAM.

O grande diferencial de Michele Penha, contudo, reside na sua capacidade de gerir pessoas. Conduzir o corpo docente e o alunado de duas unidades complexas exige um pulso firme, um rigor que garanta a qualidade técnica e ética que a justiça exige. Mas Michele faz isso sem perder a ternura. Sua delicadeza no trato com os alunos, o respeito com que acolhe os grandes nomes da área jurídica e o entusiasmo que injeta em cada projeto de extensão fazem dela uma líder profundamente amada e respeitada. 

A Semana do Direito 2026 encerra-se com o sentimento de missão cumprida, e os louros dessa apoteose pertencem, por justiça, a ela. A UNIVERSO e a comunidade jurídica de Niterói aplaudem Michele Penha: a mente brilhante e o coração generoso que guiam os futuros defensores da justiça com maestria, classe e dedicação inabalável.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



INFORMATIVO ELOS INTERNACIONAL - UMA NOITE DE APOTEOSE ACADÊMICA: DRA. MATILDE CARONE SLAIBI CONTI É HOMENAGEADA NA SEMANA DO DIREITO DA UNIVERSO-NITERÓI

 

O universo jurídico e acadêmico de Niterói testemunhou, na noite de sexta-feira, 15 de maio de 2026, um daqueles momentos raros em que a erudição e o afeto se encontram para celebrar uma vida inteira dedicada ao Direito e à educação. Em uma sessão solene e emocionante, que integrou a programação da SEMANA DO DIREITO 2026, a Diretoria Internacional do Elos Internacional, através deste informativo especial, manifesta seu profundo orgulho e parabeniza sua Presidente Internacional, a Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, que foi o grande epicentro de uma belíssima homenagem prestada pelo corpo docente e pelos alunos da Universidade Salgado de Oliveira da UNIVERSO Campus Niterói. 

O evento, que já figura como um dos marcos institucionais deste ano, teve como palco o imponente no luxuoso Anfiteatro da Universo em Niterói. Sob o tema central "Direito na Prática: Vivência, Experiência e Atuação Jurídica", a Semana do Direito buscou estreitar os laços entre as teorias que habitam os manuais e a vibrante realidade dos tribunais. Contudo, a noite de 15 de maio reservou um capítulo à parte: a celebração da produção intelectual e o reconhecimento público à carreira de quem moldou gerações de juristas na instituição. 

Falar da presença da Dra. Matilde Carone Slaibi Conti na UNIVERSO é falar da própria história da faculdade de Direito em Niterói. Como professora decana da instituição, a Dra. Matilde completa cerca de 30 anos de magistério ininterrupto na casa. Três décadas em que sua voz, sempre firme e pedagógica, ecoou pelas salas de aula, despertando em milhares de jovens a paixão pela justiça, pela ética e pelo humanismo. 

Sua trajetória é um monumento à dedicação acadêmica. Pós-Doutora em Ciências Jurídicas e Sociais, Membro Titular das prestigiadas Academia Fluminense de Letras; Academia Niteroiense de Letras; Vice-Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Niterói); Presidente do Elos Internacional; Cenáculo Fluminense de História e Letras; Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio; Núcleo da Rede Sem Fronteiras de Niterói. 

Dra. Matilde personifica a excelência que a comunidade lusíada do Elos Internacional tanto preza. Ela não apenas ensina o Direito; ela o vive, o transforma e o distribui como um baluarte de conhecimento. 

A noite ganhou contornos de pura sensibilidade quando a homenagem dos alunos tomou o recinto. Cercada pelo carinho genuíno da juventude acadêmica, a Dra. Matilde foi ovacionada. Em uma cena que misturou a solenidade do ambiente jurídico com a espontaneidade do afeto, os estudantes a presentearam com uma delicada bijuteria, um gesto simbólico que carregava o peso da gratidão coletiva. 

Em um depoimento exclusivo e comovente concedido à nossa reportagem, a presidente abriu o coração, revelando a intensidade do momento: 

Foi muito emocionante para mim a homenagem, meu coração estava pulando! Eu até brinquei com eles, dizendo que uso marca-passo... Os alunos me deram uma bijuteria de presente e a coordenadora fez questão de destacar que aquela era uma homenagem formal e de coração. Fiquei verdadeiramente encantada. Todos me elogiaram muito, e eu posso garantir que é algo que não vou esquecer; marcou profundamente a minha trajetória. Saí de lá muito, mas muito feliz.”

Esse magnetismo e a capacidade de dialogar com as novas gerações explicam por que a Dra. Matilde é uma unanimidade. Mesmo detentora dos mais altos títulos acadêmicos, sua humanidade e simplicidade desarmam e cativam, transformando a severidade da ciência jurídica em um espaço de acolhimento e celebração. 

Além das homenagens, a noite foi dedicada ao reconhecimento da produção literária dos mestres. A Dra. Matilde protagonizou uma concorrida sessão de autógrafos, onde esteve literalmente rodeada por uma multidão de alunos e colegas de profissão ávidos por adquirir suas obras jurídicas assinadas. A busca pelos livros ratificou a relevância de sua produção intelectual, que segue atual, robusta e indispensável para a formação de novos advogados, juízes e defensores.

O encontro de alto nível técnico e acadêmico também contou com a participação de outros grandes nomes do cenário jurídico e institucional. Dividindo o protagonismo da noite e trazendo palestras inspiradoras, estiveram presentes o renomado Juiz Alexandre Chini, o destacado Advogado Criminalista e Professor da UNIVERSO, Marco Antônio Silva (sócio do Escritório Marco Antônio da Silva e Membro do Instituto dos Advogados do Brasil - IAB),  Juntos, esses expoentes do Direito proporcionaram aos acadêmicos uma imersão profunda nas tendências do mercado e na vivência prática da advocacia e da magistratura.

A Semana do Direito 2026 cumpre, assim, o seu papel primordial. Para além de garantir as 5 horas de Atividades Complementares (Vale 5H) cruciais para a grade acadêmica, o evento reforçou o compromisso inabalável da UNIVERSO Niterói e Itaipu em oferecer uma educação que transcende as páginas dos manuais, focando na excelência profissional e no networking. 

Para o Elos Internacional, ver sua mandatária máxima ser celebrada com tamanha honra e efusividade é a confirmação de que os valores de fraternidade, cultura e saber, que unem os povos de língua portuguesa, estão magnificamente representados na presença da Dra. Matilde Carone Slaibi Conti. Niterói se orgulha de sua decana; o Elos Internacional se curva diante de sua liderança; e a história do Direito agradece por sua perene contribuição. Uma noite, sem dúvida, inesquecível. 

LIDERANÇA QUE INSPIRA: O BRILHO DE MICHELE PENHA NA COORDENAÇÃO DA SEMANA DO DIREITO 2026 

Conduzir o coração acadêmico de uma instituição exige muito mais do que capacidade administrativa; exige a rara habilidade de transformar conhecimento em acontecimento. À frente do Curso de Direito da UNIVERSO (unidades Niterói e Itaipu), a Professora Michele Penha da Silva Araújo de Oliveira consagrou-se exatamente por essa força realizadora. O sucesso absoluto da Semana do Direito 2026, realizada de 11 a 16 de maio, é o reflexo direto de sua marca registrada: uma gestão que sintoniza, com absoluta maestria, o rigor técnico da justiça e a sensibilidade humana no trato com as pessoas. 

Sob a batuta de Michele, o tema "Direito na Prática: Vivência, Experiência e Atuação Jurídica" ganhou vida e dinamismo. Ela não apenas organizou um evento; ela edificou uma ponte indestrutível entre as salas de aula e a realidade dos tribunais. Reunindo um verdadeiro exército de autoridades, entre magistrados, delegados, promotores, advogados e professores, a coordenadora provou que sua visão de ensino vai muito além dos livros, focando na excelência e no networking real. 

O sucesso estrondoso da Semana do Direito não é obra do acaso, mas o fruto de uma trajetória intelectual irretocável. Michele Penha é o retrato da intelectualidade contemporânea: Advogada atuante, Sócia do prestigiado escritório Cucco Braga Silva Advogados Associados e Membro do tradicional Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). Sua sólida experiência abrange desde a prática do Direito Processual até o acompanhamento minucioso de atos nos Tribunais Superiores. 

No plano acadêmico, sua sede de saber é inspiradora. Doutoranda e Mestre em História pela UNIVERSO, Michele traz na bagagem especializações de peso, como Direito Privado pela UFF, Direito Público pela Gama Filho e Direito do Consumidor pela FESUDEPERJ. Essa bagagem plural a gabarita como professora de excelência na graduação e na pós-graduação da UFF, da UNIVERSO e da ESA/CBEPJUR/UCAM. 

O grande diferencial de Michele Penha, contudo, reside na sua capacidade de gerir pessoas. Conduzir o corpo docente e o alunado de duas unidades complexas exige um pulso firme, um rigor que garanta a qualidade técnica e ética que a justiça exige. Mas Michele faz isso sem perder a ternura. Sua delicadeza no trato com os alunos, o respeito com que acolhe os grandes nomes da área jurídica e o entusiasmo que injeta em cada projeto de extensão fazem dela uma líder profundamente amada e respeitada. 

A Semana do Direito 2026 encerra-se com o sentimento de missão cumprida, e os louros dessa apoteose pertencem, por justiça, a ela. A UNIVERSO e a comunidade jurídica de Niterói aplaudem Michele Penha: a mente brilhante e o coração generoso que guiam os futuros defensores da justiça com maestria, classe e dedicação inabalável.

© Alberto Araújo

Diretor Cultural do Elos Internacional












sexta-feira, 15 de maio de 2026

39 - ENTRE DOGMA E RAZÃO: O NOME DA ROSA COMO REFLEXÃO SOBRE FÉ, CONHECIMENTO E PODER - ENSAIO CRÍTICO-LITERÁRIO © ALBERTO ARAÚJO

Celebrando os 40 anos do filme O Nome da Rosa (1986), dirigido por Jean-Jacques Annaud e inspirado no romance homônimo de Umberto Eco, situa-se em 1327, na Baixa Idade Média, período marcado por tensões entre fé e razão, pela ascensão das universidades e pelo início das transformações que culminariam no Renascimento. A narrativa se passa em um mosteiro beneditino no norte da Itália, onde uma série de assassinatos misteriosos de monges desencadeia uma investigação conduzida por Guilherme de Baskerville (Sean Connery) e seu discípulo Adso de Melk (Christian Slater). 

O pano de fundo histórico é essencial: a Igreja Católica detinha o monopólio do saber, mas enfrentava correntes que defendiam maior racionalidade e liberdade intelectual. O filme dramatiza esse embate, mostrando como o conhecimento era visto como perigoso e como o riso, símbolo de liberdade, era reprimido. 

Temas centrais 

Conflito entre fé e razão  

Guilherme representa o espírito racional e investigativo, inspirado em métodos científicos e dedutivos, enquanto Jorge de Burgos encarna a visão dogmática e repressiva da Igreja, que teme o poder libertador do conhecimento. 

O papel do riso  

Um dos pontos mais originais da obra é a discussão sobre o riso. Para Jorge, rir é profanar o sagrado, pois mina o medo que sustenta a fé. Já Guilherme vê o riso como uma forma de questionamento e de resistência à opressão. 

A biblioteca como símbolo  

O labirinto da biblioteca é metáfora do saber oculto e controlado. O acesso restrito aos livros mostra como o conhecimento era guardado como arma de poder. O manuscrito proibido de Aristóteles sobre a comédia é o centro da intriga. 

Violência e poder  

O filme não se limita ao suspense policial: aborda também a violência física e sexual, revelando contradições da vida monástica e a hipocrisia de uma instituição que pregava pureza, mas convivia com abusos. 

Estrutura narrativa e estilo cinematográfico 

Annaud constrói um thriller medieval que combina investigação policial com reflexão filosófica. A fotografia sombria, os cenários claustrofóbicos e a trilha sonora reforçam o clima de mistério. Sean Connery dá vida a um Guilherme carismático e sagaz, enquanto Christian Slater encarna a ingenuidade de Adso, que amadurece ao longo da trama. 

O ritmo alterna momentos de tensão com diálogos densos, permitindo que o espectador reflita sobre os dilemas apresentados. A biblioteca, filmada como um labirinto quase infinito, é um dos grandes triunfos visuais da obra. 

Interpretação filosófica

O filme é uma alegoria sobre o poder do conhecimento e os riscos da intolerância. A disputa em torno do livro de Aristóteles simboliza a luta entre uma visão de mundo aberta ao questionamento e outra baseada na repressão. 

Guilherme defende que o homem pode enfrentar o mundo com ciência e técnica. 

Jorge sustenta que a razão é perversa e que apenas a fé deve guiar os homens. 

Essa tensão ecoa debates que atravessaram séculos e ainda ressoam hoje, sobre liberdade de expressão, censura e o papel da ciência. 

Relevância contemporânea 

Apesar de ambientado na Idade Média, O Nome da Rosa dialoga com questões atuais:

Censura e controle da informação

Intolerância religiosa

Liberdade intelectual 

O filme mostra como o medo pode ser usado para manipular sociedades e como o acesso ao conhecimento é fundamental para a emancipação humana. 

Recepção inicial 

Quando estreou em 1986, o filme foi recebido com entusiasmo pelo público europeu, mas com certa frieza nos Estados Unidos. Muitos críticos americanos consideraram a obra “lenta” e “intelectualizada demais” para o padrão dos thrillers hollywoodianos. Já na Europa, destacou-se como uma produção sofisticada, capaz de unir suspense policial, ambientação histórica e reflexão filosófica.

Críticos europeus elogiaram a atmosfera sombria e a fidelidade ao espírito do romance de Umberto Eco. 

Críticos americanos apontaram que o filme exigia do espectador uma atenção incomum, o que dificultava sua popularidade em massa.

Reconhecimento artístico

Sean Connery foi amplamente elogiado por sua atuação como Guilherme de Baskerville, trazendo carisma e inteligência ao personagem. Christian Slater, ainda jovem, recebeu críticas mistas, mas sua performance foi vista como adequada ao papel de aprendiz ingênuo. 

A direção de Jean-Jacques Annaud foi considerada ousada, especialmente pela recriação minuciosa da Idade Média. A fotografia de Tonino Delli Colli e o design de produção foram destacados como elementos que conferiram autenticidade e impacto visual. 

Comparação com o romance 

Umberto Eco, autor do livro, reconheceu que o filme não poderia reproduzir todas as camadas filosóficas da obra literária. Ainda assim, admitiu que Annaud conseguiu captar o “espírito” da narrativa.

O romance é denso, cheio de referências semióticas e debates teológicos. 

O filme simplifica parte disso, mas mantém o núcleo: a luta entre razão e fé, e o poder do conhecimento.

Essa adaptação foi vista como um exemplo de como cinema e literatura podem dialogar sem que um anule o outro. 

Críticas posteriores 

Com o passar dos anos, O Nome da Rosa ganhou status de clássico cult. Hoje é frequentemente citado como um dos melhores filmes históricos dos anos 1980. 

Análises acadêmicas destacam sua relevância para discutir censura, intolerância e liberdade intelectual.

Críticas modernas reconhecem que, embora o ritmo seja mais lento que o padrão atual, isso reforça a atmosfera de mistério e reflexão. 

A recepção crítica de O Nome da Rosa mostra como uma obra pode ser inicialmente vista como “difícil” e, com o tempo, tornar-se referência cultural. Hoje, o filme é valorizado não apenas como adaptação literária, mas como peça cinematográfica que conseguiu unir suspense, filosofia e história.

Atuação de Sean Connery

Sean Connery trouxe ao personagem Guilherme de Baskerville uma combinação rara de carisma, inteligência e serenidade. 

Sua interpretação equilibra o rigor intelectual com humor sutil, tornando Guilherme acessível ao público. 

Connery transmite a ideia de um homem que acredita na razão, mas não perde a humanidade diante das contradições da fé. 

Muitos críticos consideram este papel um dos mais sofisticados de sua carreira, diferente dos personagens de ação que o tornaram famoso. 

A atuação de Connery reforça o contraste entre o investigador racional e o ambiente medieval dominado pelo dogma.

Sean Connery em O Nome da Rosa merece um olhar crítico porque representa um momento singular em sua carreira, marcado pela transição de papéis de ação para personagens mais densos e intelectuais. No papel de Guilherme de Baskerville, Connery constrói uma figura que combina racionalidade investigativa com carisma humano, tornando-se o eixo central da narrativa. Sua performance é frequentemente descrita como a de um “Sherlock Holmes medieval”, já que o personagem utiliza lógica, observação e dedução para desvendar os mistérios do mosteiro.

Connery consegue transmitir a serenidade de um frade franciscano comprometido com a razão, mas também a ironia e o humor sutil que desafiam o dogma religioso. Essa dualidade é fundamental para o filme: de um lado, o investigador que confia na ciência e na lógica; de outro, o homem que reconhece os limites da razão diante da fé e da violência institucional. O ator imprime autoridade sem ser autoritário, conduzindo o espectador pela trama com naturalidade e imponência. 

Críticos destacaram que sua atuação foi decisiva para o sucesso da adaptação. Enquanto o romance de Umberto Eco é denso e filosófico, o filme precisava de uma figura capaz de traduzir essa complexidade em linguagem acessível. Connery cumpre esse papel ao dar vida a um personagem que é ao mesmo tempo sábio, humano e magnético. Sua presença em cena garante que o espectador se mantenha envolvido, mesmo diante de diálogos carregados de reflexão teológica e filosófica. 

Em comparação com seus papéis mais famosos, como James Bond, Connery demonstra aqui uma versatilidade notável. Se nos filmes de espionagem sua força estava na ação e no charme sedutor, em O Nome da Rosa ele revela uma faceta mais intelectual e introspectiva. Essa mudança foi vista como um marco em sua carreira, consolidando-o como ator capaz de transitar entre o entretenimento popular e o cinema de maior densidade cultural. 

Em síntese, a atuação de Sean Connery em O Nome da Rosa pode ser classificada como uma performance crítica e transformadora, que não apenas sustenta o filme, mas também amplia sua relevância filosófica. Ele conseguiu dar profundidade a um personagem que simboliza a luta entre fé e razão, tornando o filme não apenas um suspense medieval, mas uma reflexão sobre o poder do conhecimento e a liberdade intelectual.

Direção de Jean-Jacques Annaud

Jean-Jacques Annaud enfrentou o desafio de adaptar um romance denso e filosófico para o cinema. 

Optou por uma estética sombria, com cenários claustrofóbicos e iluminação que reforça o mistério. 

Construiu a biblioteca como um verdadeiro labirinto visual, símbolo do saber oculto. 

Soube equilibrar suspense policial com reflexões filosóficas, sem perder o ritmo narrativo. 

Sua direção é frequentemente elogiada pela capacidade de transformar um texto complexo em uma experiência cinematográfica envolvente. 

Direção de Jean-Jacques Annaud 

Comparação com o livro de Umberto Eco

O romance de Umberto Eco é uma obra monumental, repleta de referências semióticas, debates teológicos e reflexões sobre linguagem e poder. 

O filme simplifica parte dessa densidade, focando mais na investigação e nos conflitos centrais. 

Eco reconheceu que a adaptação não poderia reproduzir todas as camadas do livro, mas admitiu que Annaud captou o “espírito” da obra.

Enquanto o livro exige leitura atenta e conhecimento histórico, o filme oferece uma porta de entrada mais acessível ao universo de Eco. 

Conclusão 

O Nome da Rosa é mais do que um suspense histórico: é uma reflexão sobre os limites da fé, a importância da razão e o poder libertador do riso. Ao articular investigação policial com crítica cultural, o filme se torna uma obra-prima que transcende seu tempo. 

SOBRE O ROMANCE 

"O Nome da Rosa" é um clássico romance histórico e de mistério escrito pelo italiano Umberto Eco. Ambientado em 1327, a trama acompanha o frade franciscano Guilherme de Baskerville e seu noviço Adso de Melk em uma abadia isolada, investigando uma série de assassinatos bizarros ligados a um livro proibido. 

Aspectos centrais da obra:O Enredo: Os crimes ocorrem enquanto a abadia se prepara para um debate crucial entre líderes franciscanos e enviados do Papa. Os assassinatos parecem seguir o livro do Apocalipse.A Investigação: Ao contrário das explicações sobrenaturais da época, Guilherme utiliza a dedução, a ciência e a razão para desvendar o mistério por trás das mortes.

O Conflito: O cerne da história é a disputa pelo controle do conhecimento. Os monges mais conservadores tentam esconder o segundo volume da Poética de Aristóteles (que trata sobre a comédia e o riso) por considerá-lo perigoso para os dogmas da Igreja. 

Adaptações: O livro foi adaptado para um aclamado filme em 1986, estrelado por Sean Connery no papel principal, além de uma série de televisão lançada em 2019.

REFERÊNCIAS

ECO, Umberto. O Nome da Rosa. Tradução de Aurora Bernardini e Homero Freitas de Andrade. São Paulo: Editora Record, 1983.

ECO, Umberto. Os Limites da Interpretação. São Paulo: Perspectiva, 1990.

BARTHES, Roland. Elementos de Semiologia. São Paulo: Cultrix, 1971.

KRACAUER, Siegfried. Teoria do Cinema: A Redenção da Realidade Física. Rio de Janeiro: Zahar, 1960.

BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica. São Paulo: Brasiliense, 1985.

ANNAUD, Jean-Jacques (Direção). O Nome da Rosa. França/Alemanha/Itália: Constantin Film, 1986. Filme.











(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO FILME COMPLETO)







O ESPLENDOR DA LUZ E DA COR: AS PINTURAS DE CLAUDE MONET - TEXTO © ALBERTO ARAÚJO INSPIRADO EM VÍDEO POSTADO POR LEDA MENDES JORGE


Claude Monet, o mestre indiscutível do Impressionismo, dedicou sua vida a capturar o que há de mais efêmero na natureza: a luz, a atmosfera e a passagem do tempo. Longe de procurar uma representação realista ou fotográfica do mundo, Monet revolucionou a história da arte ao se focar na impressão visual pura, transformando telas em experiências sensoriais vibrantes. 

Uma das maiores contribuições de Monet foi a prática da pintura ao ar livre (en plein air). Ao abandonar as paredes escuras dos estúdios tradicionais, o artista se posicionou diretamente diante da natureza, enfrentando as constantes mudanças do sol e do vento. O seu barco-estúdio, retratado no início do vídeo tornou-se o símbolo dessa busca incessante, permitindo-lhe flutuar pelas águas do rio Sena e pintar os reflexos líquidos em tempo real. Em suas telas, a luz não serve apenas para iluminar os objetos; ela é o próprio sujeito da obra. 

Em suas obras de juventude e meia-idade, Monet integrou frequentemente figuras humanas, muitas vezes inspiradas em sua primeira esposa, Camille, em paisagens solares e jardins luxuriantes. Obras como a mulher com o guarda-sol na colina ou as damas passeando pelos jardins de Giverny demonstram uma simbiose perfeita entre o ser humano e o meio ambiente. As roupas brancas funcionam como telas receptoras, onde o pintor projeta as sombras coloridas das árvores, os azuis refletidos do céu e as tonalidades vibrantes das flores ao redor.

Em seus últimos anos, o universo de Monet se concentrou quase exclusivamente no jardim que ele próprio projetou em sua propriedade em Giverny. A icônica ponte japonesa de madeira e o lago de ninfas (lírios-d'água) tornaram-se uma obsessão artística. Nessas pinturas, a perspectiva tradicional desaparece. A linha do horizonte é eliminada, e o espectador é mergulhado diretamente na superfície da água, onde se misturam as plantas subaquáticas, as flores flutuantes e o reflexo do céu infinito. 

Mesmo quando sua visão começou a falhar devido às cataratas, Monet continuou pintando, utilizando paletas de cores cada vez mais quentes e pinceladas quase abstratas, que mais tarde influenciariam profundamente a arte moderna 

O legado de Claude Monet é uma celebração da percepção humana. Através de suas pinceladas rápidas e justapostas, ele ensinou o mundo a ver a beleza nos momentos mais simples e transitórios: o brilho do sol nas pétalas de uma flor, o balanço de um barco ao crepúsculo ou a névoa matinal sobre o rio. Sua obra permanece viva, provando que a verdadeira arte não apenas imita a vida, mas a coloca em eterno movimento. 

© Alberto Araújo


(Vídeos com pinturas de Monet)






15 DE MAIO DE 2026: 135 ANOS DA RERUM NOVARUM E A TRADIÇÃO DAS ENCÍCLICAS SOCIAIS - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL

No dia 15 de maio de 1891, o Papa Leão XIII publicou a encíclica Rerum Novarum (“Das coisas novas”), um documento que se tornaria marco inaugural da Doutrina Social da Igreja.  O documento destacou a importância da dignidade do trabalho humano e da justiça nas relações sociais, tornando-se referência ética e espiritual para gerações. A data de 15 de maio passou a simbolizar a continuidade dessa reflexão, sendo retomada em outros momentos históricos. 

A Rerum Novarum não apenas inaugurou uma nova fase na reflexão da Igreja sobre os problemas sociais, mas também estabeleceu uma tradição: a de publicar documentos de grande impacto em torno da mesma data, o 15 de maio, evocando sua memória e atualizando seus princípios diante das “coisas novas” de cada época. 

Quarenta anos após a Rerum Novarum, reafirmou seus princípios e introduziu o princípio da subsidiariedade, defendendo que as instâncias menores da sociedade não devem ser absorvidas por estruturas maiores sem necessidade. Foi também uma crítica contundente ao totalitarismo e às ideologias que ameaçavam a dignidade humana. 

Mater et Magistra em 1961, Papa João XXIII. Setenta anos depois, trouxe à tona a questão da justiça social em escala global, abordando desigualdades entre países ricos e pobres e defendendo maior participação dos trabalhadores na gestão das empresas. Publicada também em 15 de maio, reforçou a simbologia da data. 

Outras encíclicas sociais, como a Laborem Exercens (1981, João Paulo II) e a Caritas in Veritate (2009, Bento XVI), ampliaram o horizonte da reflexão, incluindo temas como tecnologia, globalização e ética no desenvolvimento. 

Em 15 de maio de 2026, o Papa Leão XIV retomou a tradição ao lançar sua primeira encíclica, intitulada Magnifica Humanitas. O documento trouxe para o centro da reflexão questões contemporâneas como a inteligência artificial, a crise do direito internacional e os desafios da paz mundial. Assim como Leão XIII em 1891, Leão XIV buscou responder às “coisas novas” de nosso tempo, reafirmando que a dignidade humana deve ser o critério fundamental diante das transformações tecnológicas e geopolíticas. 

Celebrar os 135 anos da Rerum Novarum é reconhecer que a Igreja Católica, por meio de suas encíclicas sociais, construiu um patrimônio de reflexão ética que atravessa gerações. Cada documento, publicado em momentos históricos distintos, dialoga com os dilemas de seu tempo, mas todos convergem para um mesmo núcleo: a defesa da dignidade humana, da justiça social e da solidariedade. 

De 1891 a 2026, o fio condutor permanece: diante das “coisas novas” que surgem, a Igreja reafirma que o ser humano não pode ser reduzido a instrumento de produção, nem a mero dado estatístico em sistemas tecnológicos. A Rerum Novarum abriu caminho; a Magnifica Humanitas atualiza esse percurso, mostrando que a tradição continua viva e necessária.

O 15 de maio tornou-se uma data emblemática, símbolo da continuidade e da renovação da Doutrina Social da Igreja. De Leão XIII a Leão XIV, passando por Pio XI e João XXIII, cada Papa reafirmou que a fé cristã não se limita ao âmbito espiritual, mas se compromete com a construção de uma sociedade mais justa e humana. 

Ao recordar os 135 anos da Rerum Novarum, não celebramos apenas um documento, mas uma herança viva que atravessa séculos e continua a inspirar. De Leão XIII a Leão XIV, cada encíclica social é como uma chama que se reacende, iluminando os caminhos da humanidade diante das “coisas novas” de cada tempo. Hoje, essa tradição nos lembra de que a dignidade humana é sempre o ponto de partida e de chegada, e que a justiça e a solidariedade são os pilares de uma sociedade verdadeiramente fraterna. 

Que o 15 de maio permaneça como uma luz cultural e espiritual, convidando-nos a olhar para o futuro com esperança e coragem, sem perder de vista o valor eterno da pessoa humana. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural












O FUTURO CHEGOU À ADVOCACIA NITEROIENSE - UM MARCO NA GESTÃO VALORIZADA E MOTIVADA - INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO DIGITAL DA ESA-NITERÓI – 15 DE MAIO DE 2026

Hoje, a advocacia de Niterói não apenas celebra 31 anos de uma história gloriosa da sua Escola Superior de Advocacia a ESA; ela inaugura um novo capítulo de modernidade e inclusão tecnológica. Sob o lema "Tradição que inspira, Inovação que conecta", foi oficialmente entregue o novo Espaço Digital da ESA-Niterói, um marco que redefine o suporte institucional ao advogado na era da informação.

A solenidade, ocorrida no 9º andar da icônica Casa do Advogado, na Avenida Amaral Peixoto, contou com a presença da cúpula da OAB-Niterói, demonstrando a união de propósitos em prol do aperfeiçoamento da classe. O Dr. Pedro Gomes, Presidente da OAB-Niterói, reafirmou seu compromisso com uma gestão que prioriza ferramentas reais de trabalho para o cotidiano do advogado. Ao seu lado, a Dra. Matilde Slaibi Conti, Vice-Presidente, destacou o valor humanístico e cultural que a escola mantém vivo há mais de três décadas, agora potencializado pelo ambiente digital. 

"Este espaço não é apenas físico; é um portal de oportunidades. A tecnologia é o meio, mas o conhecimento jurídico de excelência continua sendo o nosso fim principal." 

O grande anfitrião do evento, o Diretor-Geral da ESA-Niterói, Dr. Júnior Rodrigues, foi amplamente elogiado pelo trabalho primoroso que vem desenvolvendo. Sob sua batuta, a ESA tem se tornado um baluarte de atualização técnica, oferecendo cursos e infraestrutura que permitem ao advogado niteroiense competir em pé de igualdade no mercado globalizado. A entrega do Espaço Digital é o coroamento de uma visão estratégica que entende a necessidade de ambientes equipados para o peticionamento, pesquisas e cursos híbridos. 

O evento também contou com a participação fundamental do Dr. Antônio Marconi, Secretário-Geral, e de outras autoridades da Ordem, que testemunharam a materialização de um projeto que une a solidez dos 31 anos da ESA com as demandas da advocacia moderna. A ESA, criada em 15 de maio de 1995, prova que é possível envelhecer com vigor, renovando-se a cada ciclo para servir com ética e inteligência. 

O novo Espaço Digital simboliza o respeito ao investimento feito pelos advogados em sua instituição. Como uma entidade sem fins lucrativos, a ESA reafirma sua missão de reaplicar cada recurso em benefício da própria classe, seja na modernização das instalações ou na contratação de professores de alto nível. Com este novo capítulo, a ESA-Niterói convida todos os advogados, estagiários e acadêmicos a usufruírem de um ambiente pensado para o sucesso profissional. Presenças Notáveis: Dr. Pedro Gomes – Presidente da OAB-Niterói; Dra. Matilde Carone Slaibi Conti – Vice-Presidente da OAB-Niterói; Dr. Júnior Rodrigues – Diretor-Geral da ESA-Niterói;  Dr. Antônio Marconi – Secretário-Geral da OAB-Niterói.


A NOVA FRONTEIRA DA ADVOCACIA: ESA NITERÓI CONSOLIDA A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL NA GESTÃO 2025-2027 

A advocacia contemporânea não comporta a estagnação. Em um cenário de profundas e velozes transformações legislativas, tecnológicas e sociais, o aperfeiçoamento técnico deixa de ser um mero diferencial para se tornar um imperativo de sobrevivência e sucesso profissional. É exatamente nesse ponto de inflexão que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Niterói, sob a liderança do presidente Dr. Pedro Gomes ladeado da vice-presidente Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, reafirma o seu papel de vanguarda institucional. O grande motor dessa engrenagem de transformação cultural e científica atende por um nome histórico: a Escola Superior de Advocacia (ESA) de Niterói, que, sob a condução primorosa de seu Diretor-Geral, Dr. Júnior Rodrigues, vivencia um de seus capítulos mais brilhantes. 

Fundada em um momento de consolidação democrática e de reestruturação do ecossistema jurídico fluminense, precisamente aos 15 dias de maio de 1995, a ESA Niterói nasceu com a missão sagrada de promover a atualização, o aperfeiçoamento e o aprimoramento profissional e cultural da advocacia. Ao longo de mais de três décadas de uma trajetória irretocável, a instituição se consolidou como uma das escolas de braço institucional mais antigas e respeitadas do país. O seu escopo estatutário abrange desde a realização de cursos tradicionais, conferências magnas, seminários temáticos, palestras dinâmicas e congressos de grande porte, até a produção de estudos e pesquisas empíricas voltadas à difusão do conhecimento perante toda a comunidade jurídica.

O sucesso da ESA Niterói na atual gestão (biênio 2025-2027) não é fruto do acaso, mas sim do alinhamento estratégico de três mentes brilhantes que compreendem as dores e as aspirações da classe. O presidente da Subseção, Dr. Pedro Gomes, tem se destacado por uma administração agregadora e moderna, abrindo as portas da Casa do Advogado para a inovação e garantindo que a advocacia niteroiense tenha à sua disposição uma infraestrutura de ponta e representatividade ativa. Ao seu lado, a vice-presidente Dra. Matilde Carone Slaibi Conti aporta uma bagagem acadêmica e humanística de valor inestimável. Pós-doutora, professora universitária e autora de relevo, Dra. Matilde é o elo perfeito entre a sensibilidade institucional e o rigor científico, servindo de inspiração para as novas gerações de advogadas e advogados. 

Na linha de frente da execução desse projeto educacional está o Diretor-Geral da ESA, Dr. Júnior Rodrigues. Com uma gestão qualificada universalmente como primorosa, Dr. Júnior Rodrigues transformou a escola em um canteiro de inovações pedagógicas e de inclusão social. Sua atuação enérgica, dinâmica e extremamente técnica elevou o padrão dos cursos oferecidos, otimizando recursos e estreitando laços com a comunidade acadêmica. Sob sua batuta, a ESA Niterói não apenas cumpre o seu papel estatutário, mas antecipa as tendências do mercado de trabalho, entregando aos profissionais ferramentas reais para o enfrentamento dos desafios cotidianos nos tribunais. 

O pilar de sustentação da atual gestão da ESA é o aclamado PEC – Projeto de Educação Continuada. Essa diretriz básica estabelece um ecossistema de aprendizado orgânico, no qual as atividades da instituição são meticulosamente direcionadas no sentido da atualização constante e permanente não apenas de advogados veteranos, mas também de estagiários, acadêmicos e demais estudiosos do Direito. O PEC compreende que o diploma de graduação é apenas o ponto de partida. A verdadeira maestria jurídica exige um fluxo contínuo de oxigenação teórica e prática. 

Um dos aspectos mais nobres da operação da ESA Niterói diz respeito à sua saúde financeira e ao seu compromisso ético: a escola não possui fins lucrativos. Toda a receita auferida por meio de suas atividades é integralmente reaplicada na própria instituição. Esse modelo de autossustentabilidade visa diretamente à melhoria contínua e ao desenvolvimento de suas instalações físicas e digitais, assegurando um ambiente de estudos digno, moderno e confortável. O restante dos recursos arrecadados é integralmente disponibilizado para honrar e remunerar o corpo docente, composto por renomados juristas, magistrados, defensores, procuradores e advogados de notório saber, garantindo que o nível de ensino ministrado na Casa do Advogado permaneça no topo da pirâmide educacional do estado. 

Estruturalmente, a ESA é diretamente subordinada à Presidência da Subseção e administrada com rigor corporativo e pedagógico por um Conselho Diretor. Este conselho, desenhado para equilibrar a eficiência operacional e a qualidade didática, é composto pelo Diretor-Geral, por um Diretor Administrativo e por um Coordenador Pedagógico, garantindo que cada decisão estratégica passe por um severo crivo de viabilidade e relevância científica. 

O ápice dessa política de democratização do conhecimento e compromisso com o desenvolvimento regional materializa-se no atual programa de pós-graduação promovido pela ESA Niterói. Rompendo com o elitismo que historicamente afasta o jovem profissional das especializações de alto nível, a atual gestão consolidou uma parceria pioneira e de profundo impacto social com a Universidade Salgado de Oliveira (Universo). 

O Curso de Pós-Graduação Atual, com foco nas áreas de Cognição, Jurisdição, Mediação e Arbitragem, representa uma resposta direta às novas exigências do Poder Judiciário e do mercado corporativo. Em um momento histórico em que os métodos adequados de solução de conflitos (MASCs) ganham força e o contencioso tradicional se mostra sobrecarregado, especializar profissionais em mediação e arbitragem é um ato de responsabilidade social e inteligência estratégica. 

Esse programa destaca-se por seu formato inovador e de alto nível: Formato Híbrido e Dinâmico: Organizado em quatro módulos estruturados, com duração total de oito meses, combinando aulas síncronas e assíncronas com encontros presenciais marcantes nas salas de aula da própria ESA.

Sob a coordenação acadêmica direta de nomes históricos do direito fluminense, o curso oferece uma imersão teórica e prática que prepara o aluno para atuar tanto na esfera extrajudicial quanto nos tribunais. 

O caráter gratuito e de cunho social dessa pós-graduação democratiza o acesso ao título de especialista, permitindo que a advocacia do Leste Fluminense se qualifique sem comprometer o orçamento de seus escritórios em início de carreira. É o conhecimento de ponta funcionando como ferramenta de ascensão social e fortalecimento institucional. 

A ESA Niterói convida toda a comunidade jurídica a fazer parte desta revolução cultural e educacional. A programação mensal de cursos, palestras e eventos do PEC pode ser integralmente consultada e acompanhada pelos canais oficiais de comunicação da instituição:

Site Oficial: Por meio do portal eletrônico da OAB Niterói.

Correio Eletrônico: Envio de dúvidas, inscrições e sugestões pelo e-mail esa.nit@oabrj.org.br. 

Atendimento Presencial: Diretamente na secretaria da ESA, um espaço planejado para acolher o profissional, situado estrategicamente no 9º andar da Casa do Advogado, localizada na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, nº 507, Centro, Niterói/RJ. 

Sob a égide da gestão do Dr. Pedro Gomes e da Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, e com a execução magistral do Dr. Júnior Rodrigues, a ESA Niterói prova que a tradição e a modernidade caminham juntas quando o objetivo final é a valorização intransigente da advocacia e a defesa cidadã do ordenamento jurídico. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural