quinta-feira, 4 de junho de 2026

REVISTA ROTARY BRASIL, EDIÇÃO 1.248: ONDE A EXCELÊNCIA ENCONTRA A ESSÊNCIA DO SERVIR

A edição de junho de 2026 da Revista Rotary Brasil chega aos nossos lares não apenas como um veículo de comunicação, mas como um verdadeiro mosaico do impacto rotário. Ao folhearmos a revista, somos imediatamente capturados por um projeto gráfico impecável, onde a diagramação moderna harmoniza a força das imagens com a clareza do conteúdo. É uma experiência visual que honra a magnitude das histórias nela contadas. 

O coração desta edição bate forte logo na página 19. É lá que encontramos o fenomenal texto de Ricardo Franco Teixeira, intitulado "Isso é Rotary na sua essência!". Com a maestria de quem compreende a profundidade do nosso movimento, o autor nos conduz por uma reflexão necessária sobre o que realmente significa ser rotariano, destilando o ideal de servir e o companheirismo em sua forma mais pura e transformadora. 

Esta edição é um convite constante à inspiração: 

Descubra como os Grupos de Companheirismo transcendem o lazer, unindo pessoas por hobbies e interesses comuns para fortalecer a nossa organização e expandir nossa visão de mundo.

Emocione-se com o compromisso de clubes que abraçam causas vitais, desde a proteção aos idosos até projetos de saúde bucal infantil, mostrando que o Rotary está em constante movimento, onde o serviço encontra a paixão. 

A Revista Rotary Brasil continua sendo o nosso elo mais forte com a história e a ação rotária. Convidamos você a dedicar um tempo especial para a leitura desta edição, especialmente às palavras de Ricardo Franco Teixeira, que nos lembram, de forma brilhante, por que estamos aqui: para deixar um legado duradouro de ética, companheirismo e serviço. 

LEIA A REVISTA COMPLETA NO LINK:

https://issuu.com/revistarotarybrasil/docs/junho2026 

Boa leitura e que a essência do Rotary continue a iluminar nossas ações!

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 







O DIA DE CORPUS CHRISTI EM NITERÓI: RAÍZES DE FÉ, DO PASSADO AO PRESENTE

Hoje, 04 de junho de 2026, Dia de Corpus Christi em Niterói, o céu impôs um desafio inesperado. A chuva que caiu sobre a cidade pela manhã testou a permanência das obras de arte que, durante horas de dedicação e vigília, foram meticulosamente confeccionadas sobre o asfalto da Avenida Amaral Peixoto. A visibilidade dos tapetes de sal, antes vívida e precisa, talvez tenha se convertido em um novo desenho, sutilmente moldado pelas águas. Contudo, a essência deste rito permanece intacta; afinal, o que sobrepuja qualquer intempérie é a intenção daqueles que se dedicaram ao fazer. Diante da inevitabilidade da natureza, compreendemos que a beleza não reside apenas no objeto final, mas no gesto de entrega, na união comunitária e na fé que, assim como a chuva, se espalha, contorna obstáculos e continua sua trajetória. Os tapeceiros não desistiram; após a breve tempestade, o zelo prevaleceu, reafirmando que o compromisso com o sagrado é mais forte do que as variações do tempo.

Esta celebração transcende a esfera dogmática para se afirmar como um dos fenômenos mais vibrantes da cultura popular brasileira. Mais do que um rito, o feriado é uma manifestação estética e antropológica que transforma a paisagem urbana em uma galeria de arte efêmera. Ao analisar o contraste entre a aridez do concreto e o colorido vibrante dos tapetes, percebemos que o evento é uma celebração da potência humana em criar beleza coletivamente.

A origem da festa remonta ao século XIII, na Bélgica. Santa Juliana de Cornillon, uma freira mística, relatou visões onde o próprio Cristo pedia uma celebração dedicada à Eucaristia. Contudo, foi um evento dramático que catalisou a instituição oficial: o Milagre de Bolsena, em 1263, onde uma hóstia consagrada começou a sangrar sobre o corporal durante a missa. Diante do prodígio, o Papa Urbano IV, que residia em Orvieto, promulgou em 1264 a bula Transiturus de hoc mundo, estendendo a solenidade a toda a Igreja Católica. Ele confiou a São Tomás de Aquino a tarefa de compor os textos litúrgicos e hinos, como o sublime Lauda Sion Salvatorem, que até hoje ressoam nas catedrais, sustentando a teologia eucarística. 

O fervor em torno da presença real de Cristo é sustentado também pela memória de prodígios como o Milagre de Lanciano, na Itália. Relatado no século VIII, o evento narra a dúvida de um monge que, durante a consagração, viu o pão se transformar em carne viva e o vinho em sangue humano. O que torna Lanciano singular, além da tradição, é o rigor do olhar científico: em 1971, estudos confirmaram que a relíquia consiste em tecido muscular do miocárdio humano e sangue do tipo AB. É o paradoxo da fé: o alimento da alma submetido ao veredito da ciência, reafirmando que, na Eucaristia, o próprio Coração de Cristo se oferece. 

Ao aterrissarmos essa tradição em Niterói, a Avenida Amaral Peixoto deixa de ser, por algumas horas, um corredor de fluxo cotidiano. A confecção dos tapetes é o apogeu dessa cultura: é o momento em que o cidadão comum, ao misturar pigmentos, café e sal, transforma o asfalto em tela. Esse esforço conjunto não é meramente decorativo; é uma demonstração de pertencimento e uma assinatura da identidade niteroiense. Quando o bispo, em procissão, conduz o ostensório sobre as imagens sagradas, Niterói reafirma que a presença de Cristo não está confinada aos templos: ela caminha entre o povo, abençoa a cidade e santifica o dia. 

O tapete de sal é, portanto, a metáfora perfeita da nossa existência urbana. Ele é construído com paciência, admira-se por um breve instante durante a passagem do cortejo e, logo após, dissolve-se, entregando-se ao tempo. Essa efemeridade é o que lhe confere um valor cultural precioso: ensina-nos que a beleza, mesmo sendo passageira e suscetível aos caprichos do clima, possui o poder de transformar o espaço público em um lugar de encontro e humanidade. Assim, o Corpus Christi em Niterói firma-se como um patrimônio vivo, uma crônica desenhada no chão que, a cada ano, renova nossa capacidade de admirar o belo e de conviver em comunhão. 

Para aprofundar seu conhecimento sobre o evento milagroso mencionado, você pode assistir ao vídeo: "A ciência e o Milagre de Lanciano".

https://www.youtube.com/watch?v=MGzXii2QHjk  

© Alberto Araújo

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

A POESIA QUE ECOA A HISTÓRIA: SABRINA CAMPOS CUNHA E O LEGADO DE "GUERRA E PAZ"

 

A literatura brasileira ganha uma nota de rara sensibilidade com a trajetória de Sabrina Campos Cunha. Sua vida é marcada pela profunda intersecção entre o rigor do pensamento jurídico e a sensibilidade da criação literária, uma jornada iniciada ainda na década de 1990 e que ressoa, com vigor, até os dias atuais. 

Sabrina vivenciou um momento de celebração especial com a publicação de seu poema "Guerra e Paz" na página 16 da edição 503, referente aos meses de janeiro, fevereiro e março de 2026 da revista do Clube Militar, em uma honrosa homenagem aos Ex-Combatentes da Segunda Guerra Mundial e veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Embora a publicação na revista represente um gesto contemporâneo de celebração e amizade, o poema "Guerra e Paz" carrega uma história vitoriosa anterior: a obra foi premiada com o Primeiro Lugar na categoria Poesia em um concurso promovido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro no ano de 2003. Esta distinção de valor inestimável consolidou o início de sua caminhada como pesquisadora dos grandes conflitos mundiais, sentimento que ela cultiva com admiração perante as Forças Armadas brasileiras e instituições como o Instituto Geográfico e Histórico Militar do Brasil (IGHMB) e a ANVFEB. 

A literatura, para Sabrina, é um exercício de herança e missão. Neta do renomado poeta Álvaro da Cunha, expoente do modernismo da região Norte e autor de obras como "Amapacanto", ela traz em seu sangue a estirpe de uma linhagem dedicada à cultura. Esta vocação literária culminou recentemente em marcos significativos: seu livro intitulado "3", publicado pela editora Mágico de Oz em 2025, foi indicado ao Prêmio Jabuti no mesmo ano, na categoria Poesia. A obra traz, logo em suas páginas iniciais, uma homenagem aos pracinhas da FEB, refletindo o compromisso constante que ela mantém com a história e com os heróis nacionais, como o Tenente Osório, com quem Sabrina compartilha a honra de uma amizade longeva. 

A polifonia de talentos de Sabrina é vasta. Advogada (OAB/RJ - 128348), especialista em mediação e propriedade intelectual, ela equilibra o rigor do Direito com a liberdade da arte. Sua formação como aluna de escultura e pintura do mestre Sérgio Cezar, o célebre “arquiteto do papelão”, reflete sua visão estética apurada. Sua atuação institucional é igualmente relevante: é Diretora Institucional do Núcleo Cultural da Rede Sem Fronteiras em Niterói, sob a presidência de Matilde Carone Slaibi Conti, e integrante ativa da Rede Sem Fronteiras liderada por Dyandreia Portugal. 

O prestígio de Sabrina é corroborado por um currículo de distinções que atestam sua relevância pública, da Comenda do Mérito Jurídico à Cruz da Referência Nacional em Advocacia e Justiça, passando pela medalha “Mérito Presidente Juscelino Kubitschek”. Contudo, sua verdadeira essência reside no compromisso social como idealizadora do “Instituto Lutando Pela Vida” e voluntária em projetos de defesa dos direitos humanos, como o “Justiceiras” e o “Grupo MeToo Brasil”. Sabrina entende que a palavra, tal qual o Direito, é uma ferramenta de transformação.

Ao ver seu poema "Guerra e Paz" eternizado nas páginas do Clube Militar, Sabrina Campos Cunha não apenas brinda a uma amizade de longa data com os defensores da pátria, mas reafirma que a poesia, quando escrita com alma e propósito, é capaz de atravessar o tempo, curar feridas e eternizar o espírito humano. Em "Guerra e Paz", Sabrina entrega ao leitor o reflexo de quem vive a cultura como um chamado inadiável.

Leia a revista completa no link:

https://www.calameo.com/read/00181959866570a728134   

© Alberto Araújo

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03 - O ARQUIPÉLAGO DOS AFETOS (PROSA POÉTICA) - © ALBERTO ARAÚJO FOCUS PORTAL CULTURAL

O amor não é um continente de terra firme, como nos ensinaram os mapas da infância; é, na verdade, um vasto arquipélago. Cada pessoa que amamos é uma ilha que descobrimos, com suas marés próprias, suas estações escondidas e seus ventos que sopram em direções que a nossa bússola ainda não conhece. 

Amar, portanto, é a arte da navegação constante. Não se pode possuir a ilha, nem aprisionar o mar que a rodeia. O que nos resta é o ato nobre de ancorar o barco, de descer à areia alheia com o respeito de quem visita um templo e a entrega de quem sabe que, naquele solo, o tempo passa a ter outra medida.

Há dias de tempestade, em que as ondas do cotidiano batem forte contra o cais, e há dias de calmaria absoluta, onde o silêncio entre dois olhares diz mais do que qualquer dicionário. E é nesse vai e vem, nesse constante horizonte que se expande, que descobrimos que, ao navegarmos em direção ao outro, é a nossa própria alma que estamos finalmente, e pela primeira vez, aprendendo a habitar. 

Nº 03 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS:

UMA JORNADA LITERÁRIA

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural




 

FELIZ ANIVERSÁRIO, CONFRADE SIDNEY CARDOSO DA FRANÇA

Neste 03 de junho, a vida celebra não apenas o giro do calendário, mas a colheita de uma trajetória que se entrelaça, fio a fio, com a história de Praia Grande e com a nobre missão de educar. Como editor, sei que grandes narrativas não se constroem apenas com palavras, mas com o peso das ações que deixam marcas perenes no solo da existência.

 

A sua vida é um poema épico que começa sob o céu de São Paulo e encontra o seu horizonte na brisa marítima da Baixada. Filho do exemplo de dedicação de seu pai Sr. Antônio e da chama de altruísmo da inesquecível Dona Rosinha, cuja memória floresce em cada gesto seu, você transformou a própria biografia em uma extensão do bem.

 

Ao olhar para a sua jornada, vejo a simetria perfeita entre o engenheiro que compreende as estruturas e o pedagogo que edifica o caráter. Já somam quatro décadas de caminhada ao lado de sua amada Selma, uma parceria que é, em si, um monumento à cumplicidade e à construção compartilhada de sonhos, manifestada no belo legado da família e na solidez pedagógica do Colégio França.

 

Sua atuação na Federação Internacional Elos da Comunidade Lusíada e de tantas outras instituições as quais você pertence e que juntos partilhamos da  missão cultural, essa consagração que o projeta como um cidadão do mundo. De Praia Grande a Genebra, sua voz ecoou na defesa das tradições lusófonas e no fortalecimento das pontes humanas. Mais do que títulos, comendas e o reconhecimento acadêmico, o que realmente reverbera é a sua essência de "agente transformador" de ser humano admirável e altruísta que nos orgulha sermos os seus pares em diversas academias.

 

Caro companheiro, que a sua escrita, que agora frutifica em novos florilégios, continue a ser o espelho de sua alma humanista. Que, tal qual um poema bem lapidado, este novo ano de vida lhe traga a serenidade de quem sabe ter edificado sobre a rocha sólida da ética, da fé e do amor ao próximo.

 

Receba, em nome de nossa causa comum e em meu nome pessoal, um abraço fraterno. Que a luz de sua missão continue a guiar as novas gerações rumo a um mundo mais humano, justo e pleno.

 

Feliz aniversário!

© Alberto Araújo

Diretor Cultural do Elos Internacional

 




 

HOMENAGEM POÉTICA (IN MEMORIAM) AO OTON SÃO PAIO

Partiu Oton São Paio, mas sua presença permanecerá como luz que não se apaga. 

Educador, poeta, teatrólogo, advogado, psicólogo, pedagogo, múltiplas faces de um mesmo espírito que sempre acreditou na força da palavra e da cultura. 

Em São Gonçalo, sua voz ecoou como canto de esperança, e sua obra se fez ponte entre gerações. Fundador da Academia Gonçalense de Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (AGLAC), deixou sementes que florescem em cada verso, em cada gesto de quem acredita que a arte é capaz de transformar vidas.

Hoje, familiares, amigos e admiradores choram sua partida, mas celebram sua eternidade. Porque poetas não morrem: eles se tornam parte do vento, da memória e da alma de sua gente. 

Que Oton São Paio descanse em paz, e que sua poesia continue a guiar os caminhos da cultura fluminense. 

O Focus Portal Cultural manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Oton José São Paio de Meneses, personalidade de extraordinária importância no cenário cultural fluminense e presença emblemática da cidade de São Gonçalo e do Brasil. 

@ Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

03 de junho de 2026 




 

UMA NOVA JORNADA DE SERVIÇO: HONRA E PROPÓSITO NO ROTARY INTERNATIONAL

O Rotary International é, reconhecidamente, a maior e a mais respeitada instituição social do planeta. Sob a liderança inspiradora de seu atual presidente, Francesco Arezzo do Rotary Club de Ragusa, na Itália, esta organização fortalece diariamente os alicerces do companheirismo e do serviço humanitário global. 

Recentemente, recebi o selo de "Superfã" do Rotary Distrito 4563 – São Paulo, um reconhecimento que me abre as portas para uma interação mais dinâmica com esta comunidade global, permitindo-me enviar e receber mensagens, e trocar experiências vitais com rotarianos de todo o mundo. Este status é, para mim, o ponto de partida de uma imersão profunda em causas que transformam realidades. 

Este status digital é, para mim, o ponto de partida de uma imersão profunda nas ações transformadoras da instituição, desde o combate à pólio até o suporte a comunidades que necessitam de intervenções estratégicas. É um privilégio integrar este grupo seleto de líderes, assumindo o compromisso inabalável com o lema "Dar de si antes de pensar em si". 

Esse caminho de serviço, se tornou acessível desde que recebi a honra de ser empossado como Membro Honorário do Rotary Club de Niterói. A posse, celebrada em uma noite memorável e engalanada, marca o início de uma trajetória que assumo com total entusiasmo.

Nesse caminho, honra-me ser empossado como Membro Honorário do Rotary Club de Niterói. Minha gratidão é imensa às nossas gestoras: a presidente Ana Paula Aguiar e a vice-presidente Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, ambas geniais em suas administrações, conduzindo o clube com maestria e visão estratégica. Guardo também com emoção o momento em que recebi meu diploma das mãos da Secretaria “Aeterna” do nosso clube, a estimada Sylvinha Fasciotti. Sua dedicação é um exemplo para todos nós. Estando assim pronto para somar esforços a este time de elite, aprendendo e servindo com propósito.

Integrar este grupo de líderes dedicados ao bem comum é um privilégio. Entendo que o Rotary é uma escola de cidadania e um laboratório de soluções para os desafios mais complexos do nosso tempo. Estou pronto para aprender com a vasta experiência dos meus companheiros, para colaborar nos projetos de impacto e, sobretudo, para servir com propósito. 

Minha gratidão a todos que possibilitaram este momento. Sigo entusiasmado e com a energia renovada para contribuir. Que possamos, juntos, sob a liderança de Francesco Arezzo, atual presidente do Rotary International e em breve o nigeriano Olayinka Hakeem Babalola, para o ano rotário de 2026-27 construir um legado contínuo de esperança e transformação. 

Vamos em frente, porque o trabalho que salva vidas e muda realidades não pode esperar!

Na foto: Ana Paula Aguiar – Presidente do Rotary de Niterói; Mateus Sá: Excelentíssimo Cônsul Geral da República de Angola no Rio; Alberto Araújo – Homenageado; Sylvia Fasciotti – Secretária do RCN e Matilde Carone Slaibi Conti – Vice-presidente do Rotary Club de Niterói e Presidente de várias  instituições. 

© Alberto Araújo

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Membro Honorário do Rotary de Niterói – Rio de Janeiro – Brasil 



terça-feira, 2 de junho de 2026

A POESIA SE TORNA PATRIMÔNIO: HOMENAGEM À ACADEMIA BRASILEIRA DE POESIA NA CÂMARA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS

A cidade de Petrópolis se prepara para um marco significativo na preservação da memória literária e da cultura brasileira. Nesta quarta-feira, dia 3 de junho, às 16 horas, a Câmara Municipal de Petrópolis será palco de uma cerimônia solene dedicada à Academia Brasileira de Poesia – Casa de Raul de Leoni, que recebe oficialmente o título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município.

Este reconhecimento, formalizado pela Lei no 9.248, de 17 de abril de 2026, de autoria da vereadora Júlia Casamasso, celebra não apenas a trajetória da instituição, mas o seu papel fundamental na promoção da poesia e na realização de atividades culturais que mantêm viva a chama da literatura no coração da Cidade Imperial. 

Em um momento de celebração para todos os que valorizam as artes, a vice-presidente da Academia, Daniella Vita, destaca a importância desse reconhecimento institucional. Segundo Vita, a poesia possui a singular capacidade de transcender o papel e encontrar abrigo em espaços públicos, nos encontros humanos e nas vozes daqueles que dedicam suas vidas à palavra. Para a vice-presidente, este título é um testemunho da relevância da Casa de Raul de Leoni como guardiã de um legado que é, acima de tudo, um bem coletivo. 

Ao refletir sobre a força da poesia em transformar realidades, vale lembrar a máxima de Pablo Picasso: “Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.” A Academia Brasileira de Poesia, através de seu trabalho contínuo, tem sido uma dessas vozes que, com sensibilidade e resiliência, ilumina a cultura brasileira, transformando o cotidiano em arte pura.

O Focus Portal Cultural parabeniza a Academia Brasileira de Poesia – Casa de Raul de Leoni por esta merecida distinção e convida a comunidade petropolitana a prestigiar este momento histórico de celebração à nossa memória literária. 

SERVIÇO:

Evento: Homenagem e Título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial

Local: Câmara Municipal de Petrópolis

Data: 3 de junho (amanhã)

Horário: 16 horas

 

© Alberto Araújo

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CELEBRANDO A TRADIÇÃO: O ESPECIAL JUNINO DO PODCAST "FALA AÍ, FRANCETE!"


No universo educacional, o engajamento estudantil vai muito além da sala de aula. O Colégio França, situado em Praia Grande, São Paulo, sob a direção visionária do Professor Sidney Cardoso da França, reafirma constantemente seu compromisso com a construção de uma comunidade escolar vibrante, onde a cultura, a tradição e o diálogo ocupam lugares de destaque.

O podcast "Fala aí, Francete!" consolidou-se como uma ferramenta poderosa de comunicação. Ao levar os microfones para além do ambiente pedagógico formal, o Colégio França cria um espaço onde a voz dos alunos é o motor central. Este formato não apenas aproxima a direção e os docentes dos estudantes, mas também promove o protagonismo juvenil, essencial na formação de cidadãos críticos e engajados. 

O 65º episódio, veiculado em 02 de junho de 2026, trouxe um clima festivo e nostálgico. O tradicional Arraiá do Colégio França não é apenas uma festa; é um rito de passagem e um símbolo de união.

O podcast ao receber os alunos Kayane Moreira, Júlio Cesar, Raul Silva e Emily Ochika, os protagonistas da quadrilha junina, proporcionou aos ouvintes uma perspectiva íntima e autêntica. 

Por que esse tipo de live é fundamental? 

Humanização da Escola, onde transforma presenças institucionais em parceiros de conversa, revelando os sonhos, medos e alegrias de quem constrói o dia a dia do colégio. 

Valorização das Tradições, que ao discutir os bastidores da quadrilha, o colégio reforça a importância das festas populares brasileiras, conectando tecnologia (podcast) com folclore. 

Protagonismo Estudantil. Quando o aluno se torna a atração principal, ele desenvolve habilidades de comunicação, oratória e senso de pertencimento. 

Sob a liderança do Professor Sidney Cardoso da França, o colégio em Praia Grande ultrapassa o currículo básico. A instituição entende que o sucesso acadêmico caminha de mãos dadas com o desenvolvimento socioemocional. Iniciativas como o podcast são provas de que o Colégio França valoriza o ambiente escolar como um ecossistema de aprendizado contínuo, onde cada aluno tem o seu lugar de fala.

O episódio 65 foi um convite aberto para todos que valorizam a educação conectada com a vida real. Convidamos a comunidade a assistir a este registro especial, repleto de sorrisos e expectativas para a nossa quadrilha, disponível no canal oficial do colégio. O futuro da educação se constrói assim: dialogando, celebrando tradições e, acima de tudo, ouvindo nossos jovens. 

Assista ao episódio completo aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=h2AMGttSI1Y  

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 



(Clicar na imagem para assistir ao vídeo completo)









Parabéns ao Professor Sidney Cardoso da França e a toda a equipe pela excelente iniciativa! Foi um prazer ouvir o episódio especial com os alunos Kayane, Júlio Cesar, Raul e Emily muito bom ver esse protagonismo estudantil e a valorização das nossas tradições. Que venham muitos outros episódios de sucesso! Alberto Araújo.






01 - ONDE O VERBO SE CALA - Nº 01 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS: UMA JORNADA LITERÁRIA © Alberto Araújo Focus Portal Cultural

 



01 - ONDE O VERBO SE CALA

 

Amo-te sem saber o modo ou hora,

Sem que a razão defina o meu querer;

Pois este amor, que em mim se faz nascer,

Não pede ao tempo, não me pede agora.

 

É um rio que corre e o mundo ignora,

Um simples dom de ver e de viver;

Sem o orgulho que tenta se esconder,

É luz que invade e o peito não demora.

 

Tão perto estás, que em ti me sinto inteiro,

A mão que pousa, o olhar que me desvela,

Trazendo ao longe um brilho passageiro.

 

É a paz que o resto do destino apela,

O amor que vive, enfim, por ser primeiro,

E faz do silêncio a voz mais bela.

 

© Alberto Araújo

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02 - O SILÊNCIO DA ALMA - Nº 02 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS: UMA JORNADA LITERÁRIA



02 - O SILÊNCIO DA ALMA

 

Não é no alarido da fala apressada,

Nem no fervor de um verso mal medido,

Que o amor se revela, em si contido,

Na paz da alma, em luz iluminada.

 

É chama mansa, em cinza preservada,

É o abraço que acolhe o que é perdido,

Um porto seguro, um elo prometido,

Na longa estrada que se faz trilhada.

 

Tão vasto quanto o mar na imensidão,

É o toque leve que o destino escreve,

No compasso vital do coração.

 

É o laço forte, embora pareça breve,

Onde a entrega vence a solidão,

E a vida se torna, enfim, muito mais leve.

 

Nº 02 da SÉRIE: O AMOR EM DOZE ATOS:

UMA JORNADA LITERÁRIA

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 



 

MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO RECEBE EXPOSIÇÃO DO SESI LAB SOBRE A AMAZÔNIA E SUA BIOECONOMIA

“BioOCAnomia Amazônica” será inaugurada no feriadão de Corpus Christi. Mostra aborda biodiversidade e saberes ancestrais por meio de experiências interativas e jogos educativos. 

Rio de Janeiro, maio de 2026. O Museu do Jardim Botânico recebe a partir de 4 de junho a exposição “BioOCAnomia Amazônica”, concebida pelo SESI Lab e inédita no Rio de Janeiro. A mostra, que será inaugurada durante o feriadão estadual de Corpus Christi, convida o público a mergulhar em uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. A entrada é gratuita. 

A exposição evidencia a potência da bioeconomia como estratégia para o desenvolvimento sustentável das diferentes Amazônias, articulando conservação da biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas, a partir de cinco áreas temáticas: “A floresta e o mundo”; “Saberes amazônicos”; “Bioeconomia”; “Indústria e inovação”; “Direitos da floresta”. 

Toda a cenografia da exposição foi desenvolvida com materiais sustentáveis, como chapas plásticas recicladas e subprodutos da agroindústria, ciência, tecnologia e valorização de saberes intergeracionais. A iniciativa integra um esforço do Sistema Indústria e parceiros para apresentar ao público soluções baseadas na conservação da natureza, apoiadas pela inovação e por práticas produtivas sustentáveis. 

Logo na entrada, o visitante é convidado a refletir sobre a Amazônia como um bioma em disputa, fundamental para o equilíbrio climático global e profundamente impactado por desafios como desmatamento, queimadas, mineração, expansão das desigualdades e mudanças climáticas. A partir daí, o percurso expositivo se desdobra em diferentes ambientes imersivos que articulam ciência, biodiversidade, cultura e inovação. 

“O Museu do Jardim Botânico tem como uma de suas vocações promover reflexões sobre biodiversidade, conservação e futuro. Receber a ‘BioOCAnomia Amazônica’ reforça esse compromisso ao aproximar o público de debates urgentes sobre desenvolvimento sustentável e valorização dos saberes tradicionais, por meio de uma experiência sensorial, educativa e acessível”, afirma Grazielle Giacomo, gerente técnica do Museu do Jardim Botânico. 

Para a superintendente de cultura do SESI, Cláudia Ramalho, a chegada da exposição ao Rio de Janeiro representa um marco importante na expansão das iniciativas do SESI Lab. “Levar uma exposição que fala sobre bioeconomia para outras regiões amplia o alcance de discussões fundamentais sobre o desenvolvimento sustentável, ciência, inovação e preservação ambiental”, explica. 

O desenvolvimento da exposição contou com um comitê curatorial formado por consultores especializados, cientistas de universidades do Amazonas e do Pará, além da participação do Instituto Amazônia+21, dos Institutos SENAI de Inovação e da Gerência Executiva de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A itinerância da mostra também contou com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

A realização da mostra no Rio de Janeiro integra o projeto SESI Lab Itinerante, criado para ampliar o acesso às exposições e ações educativas do museu para diferentes regiões do país. A proposta parte da ideia de aproximar o museu de novos públicos e promover trocas de conhecimento por meio de experiências culturais e educativas. 

CERRADO TAMBÉM É CELEBRADO NO MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO 

Além de “BioOCAnomia Amazônica”, o público poderá visitar, no mesmo circuito do Museu do Jardim Botânico, a recém-inaugurada “Ser(Tão): Imersão no Cerrado”, idealizada pela artista visual Flavia Daudt e pela fotógrafa documental e curadora de arte ecológica Ana Paula Freitas Valle. A mostra propõe uma imersão poética no Cerrado brasileiro por meio de fotocolagens, instalações e experiências sensoriais que refletem sobre a biodiversidade e os desafios enfrentados pelo bioma.

Entre os destaques da exposição está um grande ninho imersivo inspirado no joão-de-pau (Phacellodomus rufifrons), ave do Cerrado, criado pelo artista Ricardo Siri com galhos provenientes de poda sustentável do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A instalação convida o visitante a entrar e contemplar a obra, ampliando a experiência sensorial da mostra.

SERVIÇO

 

BioOCAnomia Amazônica

Museu do Jardim Botânico

Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro

Visitação: 4 de junho a 3 de novembro de 2026

Funcionamento: de quinta a terça-feira (fechado às quartas-feiras), das 10h às 18h, com última entrada às 17h.

* Há bicicletários e estacionamento exclusivo para pessoas com severas deficiências de locomoção (veículos adesivados); é permitida a entrada de carros para embarque e desembarque de pessoas com dificuldades de locomoção. 

SOBRE O MUSEU DO JARDIM BOTÂNICO 

O Museu do Jardim Botânico conta com patrocínio master da Shell Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão é do idg. Inaugurado em março de 2024, o Museu apresenta ao público, por meio de exposições, conteúdos interativos e programação cultural, o trabalho pioneiro do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro na pesquisa e conservação da flora brasileira. 

SOBRE O SESI LAB 

O SESI Lab é um museu interativo que conecta arte, ciência e tecnologia, aberto a todos os públicos em Brasília. O espaço reúne exposições permanentes e temporárias, festivais, oficinas, workshops, cinema, residências artísticas e atividades ligadas à cultura maker, sempre com foco em experiências educativas, criativas e inovadoras.

Instalado em um edifício projetado por Oscar Niemeyer, no coração da capital federal, o SESI Lab atua como um hub de difusão democrática do conhecimento, aproximando ciência, cultura e tecnologia de públicos de diferentes regiões do país. 

SOBRE O IDG

Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências. Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.