Conduzir o coração acadêmico de uma
instituição exige muito mais do que capacidade administrativa; exige a rara
habilidade de transformar conhecimento em acontecimento. À frente do Curso de
Direito da UNIVERSO (unidades Niterói e Itaipu), a Professora Michele Penha da
Silva Araújo de Oliveira consagrou-se exatamente por essa força realizadora. O
sucesso absoluto da Semana do Direito 2026, realizada de 11 a 16 de maio, é o
reflexo direto de sua marca registrada: uma gestão que sintoniza, com absoluta
maestria, o rigor técnico da justiça e a sensibilidade humana no trato com as
pessoas.
Sob a batuta de Michele, o tema
"Direito na Prática: Vivência, Experiência e Atuação Jurídica" ganhou
vida e dinamismo. Ela não apenas organizou um evento; ela edificou uma ponte
indestrutível entre as salas de aula e a realidade dos tribunais. Reunindo um
verdadeiro exército de autoridades, entre magistrados, delegados, promotores,
advogados e professores, a coordenadora provou que sua visão de ensino vai
muito além dos livros, focando na excelência e no networking real.
O sucesso estrondoso da Semana do
Direito não é obra do acaso, mas o fruto de uma trajetória intelectual
irretocável. Michele Penha é o retrato da intelectualidade contemporânea:
Advogada atuante, Sócia do prestigiado escritório Cucco Braga Silva Advogados
Associados e Membro do tradicional Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).
Sua sólida experiência abrange desde a prática do Direito Processual até o
acompanhamento minucioso de atos nos Tribunais Superiores.
No plano acadêmico, sua sede de saber
é inspiradora. Doutoranda e Mestre em História pela UNIVERSO, Michele traz na
bagagem especializações de peso, como Direito Privado pela UFF, Direito Público
pela Gama Filho e Direito do Consumidor pela FESUDEPERJ. Essa bagagem plural a
gabarita como professora de excelência na graduação e na pós-graduação da UFF,
da UNIVERSO e da ESA/CBEPJUR/UCAM.
O grande diferencial de Michele Penha,
contudo, reside na sua capacidade de gerir pessoas. Conduzir o corpo docente e
o alunado de duas unidades complexas exige um pulso firme, um rigor que garanta
a qualidade técnica e ética que a justiça exige. Mas Michele faz isso sem perder
a ternura. Sua delicadeza no trato com os alunos, o respeito com que acolhe os
grandes nomes da área jurídica e o entusiasmo que injeta em cada projeto de
extensão fazem dela uma líder profundamente amada e respeitada.
A Semana do Direito 2026 encerra-se
com o sentimento de missão cumprida, e os louros dessa apoteose pertencem, por
justiça, a ela. A UNIVERSO e a comunidade jurídica de Niterói aplaudem Michele
Penha: a mente brilhante e o coração generoso que guiam os futuros defensores
da justiça com maestria, classe e dedicação inabalável.
O universo jurídico e acadêmico de
Niterói testemunhou, na noite de sexta-feira, 15 de maio de 2026, um daqueles
momentos raros em que a erudição e o afeto se encontram para celebrar uma vida
inteira dedicada ao Direito e à educação. Em uma sessão solene e emocionante,
que integrou a programação da SEMANA DO DIREITO 2026, a Diretoria Internacional
do Elos Internacional, através deste informativo especial, manifesta seu
profundo orgulho e parabeniza sua Presidente Internacional, a Dra. Matilde
Carone Slaibi Conti, que foi o grande epicentro de uma belíssima homenagem
prestada pelo corpo docente e pelos alunos da Universidade Salgado de Oliveira da UNIVERSO Campus Niterói.
O evento, que já figura como um dos
marcos institucionais deste ano, teve como palco o imponente no luxuoso Anfiteatro da Universo em Niterói. Sob o tema central "Direito na Prática: Vivência,
Experiência e Atuação Jurídica", a Semana do Direito buscou estreitar os
laços entre as teorias que habitam os manuais e a vibrante realidade dos
tribunais. Contudo, a noite de 15 de maio reservou um capítulo à parte: a
celebração da produção intelectual e o reconhecimento público à carreira de
quem moldou gerações de juristas na instituição.
Falar da presença da Dra. Matilde
Carone Slaibi Conti na UNIVERSO é falar da própria história da faculdade de
Direito em Niterói. Como professora decana da instituição, a Dra. Matilde
completa cerca de 30 anos de magistério ininterrupto na casa. Três décadas em
que sua voz, sempre firme e pedagógica, ecoou pelas salas de aula, despertando
em milhares de jovens a paixão pela justiça, pela ética e pelo humanismo.
Sua trajetória é um monumento à
dedicação acadêmica. Pós-Doutora em Ciências Jurídicas e Sociais, Membro
Titular das prestigiadas Academia Fluminense de Letras; Academia Niteroiense de
Letras; Vice-Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Niterói);
Presidente do Elos Internacional; Cenáculo Fluminense de História e Letras;
Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio; Núcleo da Rede Sem
Fronteiras de Niterói.
Dra. Matilde personifica a excelência
que a comunidade lusíada do Elos Internacional tanto preza. Ela não apenas
ensina o Direito; ela o vive, o transforma e o distribui como um baluarte de
conhecimento.
A noite ganhou contornos de pura
sensibilidade quando a homenagem dos alunos tomou o recinto. Cercada pelo
carinho genuíno da juventude acadêmica, a Dra. Matilde foi ovacionada. Em uma
cena que misturou a solenidade do ambiente jurídico com a espontaneidade do
afeto, os estudantes a presentearam com uma delicada bijuteria, um gesto
simbólico que carregava o peso da gratidão coletiva.
Em um depoimento exclusivo e comovente
concedido à nossa reportagem, a presidente abriu o coração, revelando a
intensidade do momento:
“Foi muito emocionante para mim a
homenagem, meu coração estava pulando! Eu até brinquei com eles, dizendo que
uso marca-passo... Os alunos me deram uma bijuteria de presente e a
coordenadora fez questão de destacar que aquela era uma homenagem formal e de
coração. Fiquei verdadeiramente encantada. Todos me elogiaram muito, e eu posso
garantir que é algo que não vou esquecer; marcou profundamente a minha
trajetória. Saí de lá muito, mas muito feliz.”
Esse magnetismo e a capacidade de
dialogar com as novas gerações explicam por que a Dra. Matilde é uma
unanimidade. Mesmo detentora dos mais altos títulos acadêmicos, sua humanidade
e simplicidade desarmam e cativam, transformando a severidade da ciência
jurídica em um espaço de acolhimento e celebração.
Além das homenagens, a noite foi
dedicada ao reconhecimento da produção literária dos mestres. A Dra. Matilde
protagonizou uma concorrida sessão de autógrafos, onde esteve literalmente
rodeada por uma multidão de alunos e colegas de profissão ávidos por adquirir
suas obras jurídicas assinadas. A busca pelos livros ratificou a relevância de
sua produção intelectual, que segue atual, robusta e indispensável para a
formação de novos advogados, juízes e defensores.
O encontro de alto nível técnico e
acadêmico também contou com a participação de outros grandes nomes do cenário
jurídico e institucional. Dividindo o protagonismo da noite e trazendo
palestras inspiradoras, estiveram presentes o renomado Juiz Alexandre Chini, o
destacado Advogado Criminalista e Professor da UNIVERSO, Marco Antônio Silva
(sócio do Escritório Marco Antônio da Silva e Membro do Instituto dos Advogados
do Brasil - IAB), Juntos, esses expoentes do Direito proporcionaram aos acadêmicos uma
imersão profunda nas tendências do mercado e na vivência prática da advocacia e
da magistratura.
A Semana do Direito 2026 cumpre,
assim, o seu papel primordial. Para além de garantir as 5 horas de Atividades
Complementares (Vale 5H) cruciais para a grade acadêmica, o evento reforçou o
compromisso inabalável da UNIVERSO Niterói e Itaipu em oferecer uma educação
que transcende as páginas dos manuais, focando na excelência profissional e no
networking.
Para o Elos Internacional, ver sua mandatária
máxima ser celebrada com tamanha honra e efusividade é a confirmação de que os
valores de fraternidade, cultura e saber, que unem os povos de língua
portuguesa, estão magnificamente representados na presença da Dra. Matilde
Carone Slaibi Conti. Niterói se orgulha de sua decana; o Elos Internacional se
curva diante de sua liderança; e a história do Direito agradece por sua perene
contribuição. Uma noite, sem dúvida, inesquecível.
LIDERANÇA QUE INSPIRA: O BRILHO DE
MICHELE PENHA NA COORDENAÇÃO DA SEMANA DO DIREITO 2026
Conduzir o coração acadêmico de uma
instituição exige muito mais do que capacidade administrativa; exige a rara
habilidade de transformar conhecimento em acontecimento. À frente do Curso de
Direito da UNIVERSO (unidades Niterói e Itaipu), a Professora Michele Penha da
Silva Araújo de Oliveira consagrou-se exatamente por essa força realizadora. O
sucesso absoluto da Semana do Direito 2026, realizada de 11 a 16 de maio, é o
reflexo direto de sua marca registrada: uma gestão que sintoniza, com absoluta
maestria, o rigor técnico da justiça e a sensibilidade humana no trato com as
pessoas.
Sob a batuta de Michele, o tema
"Direito na Prática: Vivência, Experiência e Atuação Jurídica" ganhou
vida e dinamismo. Ela não apenas organizou um evento; ela edificou uma ponte
indestrutível entre as salas de aula e a realidade dos tribunais. Reunindo um
verdadeiro exército de autoridades, entre magistrados, delegados, promotores,
advogados e professores, a coordenadora provou que sua visão de ensino vai
muito além dos livros, focando na excelência e no networking real.
O sucesso estrondoso da Semana do
Direito não é obra do acaso, mas o fruto de uma trajetória intelectual
irretocável. Michele Penha é o retrato da intelectualidade contemporânea:
Advogada atuante, Sócia do prestigiado escritório Cucco Braga Silva Advogados
Associados e Membro do tradicional Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).
Sua sólida experiência abrange desde a prática do Direito Processual até o
acompanhamento minucioso de atos nos Tribunais Superiores.
No plano acadêmico, sua sede de saber
é inspiradora. Doutoranda e Mestre em História pela UNIVERSO, Michele traz na
bagagem especializações de peso, como Direito Privado pela UFF, Direito Público
pela Gama Filho e Direito do Consumidor pela FESUDEPERJ. Essa bagagem plural a
gabarita como professora de excelência na graduação e na pós-graduação da UFF,
da UNIVERSO e da ESA/CBEPJUR/UCAM.
O grande diferencial de Michele Penha,
contudo, reside na sua capacidade de gerir pessoas. Conduzir o corpo docente e
o alunado de duas unidades complexas exige um pulso firme, um rigor que garanta
a qualidade técnica e ética que a justiça exige. Mas Michele faz isso sem perder
a ternura. Sua delicadeza no trato com os alunos, o respeito com que acolhe os
grandes nomes da área jurídica e o entusiasmo que injeta em cada projeto de
extensão fazem dela uma líder profundamente amada e respeitada.
A Semana do Direito 2026 encerra-se
com o sentimento de missão cumprida, e os louros dessa apoteose pertencem, por
justiça, a ela. A UNIVERSO e a comunidade jurídica de Niterói aplaudem Michele
Penha: a mente brilhante e o coração generoso que guiam os futuros defensores
da justiça com maestria, classe e dedicação inabalável.
Celebrando os 40 anos do filme O Nome da Rosa (1986), dirigido por Jean-Jacques Annaud e inspirado no
romance homônimo de Umberto Eco, situa-se em 1327, na Baixa Idade Média,
período marcado por tensões entre fé e razão, pela ascensão das universidades e
pelo início das transformações que culminariam no Renascimento. A narrativa se
passa em um mosteiro beneditino no norte da Itália, onde uma série de
assassinatos misteriosos de monges desencadeia uma investigação conduzida por Guilherme
de Baskerville (Sean Connery) e seu discípulo Adso de Melk (Christian Slater).
O
pano de fundo histórico é essencial: a Igreja Católica detinha o monopólio do
saber, mas enfrentava correntes que defendiam maior racionalidade e liberdade
intelectual. O filme dramatiza esse embate, mostrando como o conhecimento era
visto como perigoso e como o riso, símbolo de liberdade, era reprimido.
Temas
centrais
Conflito
entre fé e razão
Guilherme
representa o espírito racional e investigativo, inspirado em métodos
científicos e dedutivos, enquanto Jorge de Burgos encarna a visão dogmática e
repressiva da Igreja, que teme o poder libertador do conhecimento.
O
papel do riso
Um
dos pontos mais originais da obra é a discussão sobre o riso. Para Jorge, rir é
profanar o sagrado, pois mina o medo que sustenta a fé. Já Guilherme vê o riso
como uma forma de questionamento e de resistência à opressão.
A
biblioteca como símbolo
O
labirinto da biblioteca é metáfora do saber oculto e controlado. O acesso
restrito aos livros mostra como o conhecimento era guardado como arma de poder.
O manuscrito proibido de Aristóteles sobre a comédia é o centro da intriga.
Violência
e poder
O
filme não se limita ao suspense policial: aborda também a violência física e
sexual, revelando contradições da vida monástica e a hipocrisia de uma
instituição que pregava pureza, mas convivia com abusos.
Estrutura
narrativa e estilo cinematográfico
Annaud
constrói um thriller medieval que combina investigação policial com reflexão
filosófica. A fotografia sombria, os cenários claustrofóbicos e a trilha sonora
reforçam o clima de mistério. Sean Connery dá vida a um Guilherme carismático e
sagaz, enquanto Christian Slater encarna a ingenuidade de Adso, que amadurece
ao longo da trama.
O
ritmo alterna momentos de tensão com diálogos densos, permitindo que o
espectador reflita sobre os dilemas apresentados. A biblioteca, filmada como um
labirinto quase infinito, é um dos grandes triunfos visuais da obra.
Interpretação
filosófica
O
filme é uma alegoria sobre o poder do conhecimento e os riscos da intolerância.
A disputa em torno do livro de Aristóteles simboliza a luta entre uma visão de
mundo aberta ao questionamento e outra baseada na repressão.
Guilherme
defende que o homem pode enfrentar o mundo com ciência e técnica.
Jorge
sustenta que a razão é perversa e que apenas a fé deve guiar os homens.
Essa
tensão ecoa debates que atravessaram séculos e ainda ressoam hoje, sobre
liberdade de expressão, censura e o papel da ciência.
Relevância
contemporânea
Apesar
de ambientado na Idade Média, O Nome da Rosa dialoga com questões atuais:
Censura
e controle da informação
Intolerância
religiosa
Liberdade
intelectual
O
filme mostra como o medo pode ser usado para manipular sociedades e como o
acesso ao conhecimento é fundamental para a emancipação humana.
Recepção
inicial
Quando
estreou em 1986, o filme foi recebido com entusiasmo pelo público europeu, mas
com certa frieza nos Estados Unidos. Muitos críticos americanos consideraram a
obra “lenta” e “intelectualizada demais” para o padrão dos thrillers
hollywoodianos. Já na Europa, destacou-se como uma produção sofisticada, capaz
de unir suspense policial, ambientação histórica e reflexão filosófica.
Críticos
europeus elogiaram a atmosfera sombria e a fidelidade ao espírito do romance de
Umberto Eco.
Críticos
americanos apontaram que o filme exigia do espectador uma atenção incomum, o
que dificultava sua popularidade em massa.
Reconhecimento
artístico
Sean
Connery foi amplamente elogiado por sua atuação como Guilherme de Baskerville,
trazendo carisma e inteligência ao personagem. Christian Slater, ainda jovem,
recebeu críticas mistas, mas sua performance foi vista como adequada ao papel
de aprendiz ingênuo.
A
direção de Jean-Jacques Annaud foi considerada ousada, especialmente pela
recriação minuciosa da Idade Média. A fotografia de Tonino Delli Colli e o
design de produção foram destacados como elementos que conferiram autenticidade
e impacto visual.
Comparação
com o romance
Umberto
Eco, autor do livro, reconheceu que o filme não poderia reproduzir todas as
camadas filosóficas da obra literária. Ainda assim, admitiu que Annaud
conseguiu captar o “espírito” da narrativa.
O
romance é denso, cheio de referências semióticas e debates teológicos.
O
filme simplifica parte disso, mas mantém o núcleo: a luta entre razão e fé, e o
poder do conhecimento.
Essa
adaptação foi vista como um exemplo de como cinema e literatura podem dialogar
sem que um anule o outro.
Críticas
posteriores
Com
o passar dos anos, O Nome da Rosa ganhou status de clássico cult. Hoje é
frequentemente citado como um dos melhores filmes históricos dos anos 1980.
Análises
acadêmicas destacam sua relevância para discutir censura, intolerância e
liberdade intelectual.
Críticas
modernas reconhecem que, embora o ritmo seja mais lento que o padrão atual,
isso reforça a atmosfera de mistério e reflexão.
A
recepção crítica de O Nome da Rosa mostra como uma obra pode ser inicialmente
vista como “difícil” e, com o tempo, tornar-se referência cultural. Hoje, o
filme é valorizado não apenas como adaptação literária, mas como peça
cinematográfica que conseguiu unir suspense, filosofia e história.
Atuação
de Sean Connery
Sean
Connery trouxe ao personagem Guilherme de Baskerville uma combinação rara de
carisma, inteligência e serenidade.
Sua
interpretação equilibra o rigor intelectual com humor sutil, tornando Guilherme
acessível ao público.
Connery
transmite a ideia de um homem que acredita na razão, mas não perde a humanidade
diante das contradições da fé.
Muitos
críticos consideram este papel um dos mais sofisticados de sua carreira,
diferente dos personagens de ação que o tornaram famoso.
A
atuação de Connery reforça o contraste entre o investigador racional e o
ambiente medieval dominado pelo dogma.
Sean Connery em O Nome da Rosa merece um olhar crítico porque
representa um momento singular em sua carreira, marcado pela transição de
papéis de ação para personagens mais densos e intelectuais. No papel de
Guilherme de Baskerville, Connery constrói uma figura que combina racionalidade
investigativa com carisma humano, tornando-se o eixo central da narrativa. Sua
performance é frequentemente descrita como a de um “Sherlock Holmes medieval”,
já que o personagem utiliza lógica, observação e dedução para desvendar os
mistérios do mosteiro.
Connery
consegue transmitir a serenidade de um frade franciscano comprometido com a
razão, mas também a ironia e o humor sutil que desafiam o dogma religioso. Essa
dualidade é fundamental para o filme: de um lado, o investigador que confia na
ciência e na lógica; de outro, o homem que reconhece os limites da razão diante
da fé e da violência institucional. O ator imprime autoridade sem ser
autoritário, conduzindo o espectador pela trama com naturalidade e imponência.
Críticos
destacaram que sua atuação foi decisiva para o sucesso da adaptação. Enquanto o
romance de Umberto Eco é denso e filosófico, o filme precisava de uma figura
capaz de traduzir essa complexidade em linguagem acessível. Connery cumpre esse
papel ao dar vida a um personagem que é ao mesmo tempo sábio, humano e
magnético. Sua presença em cena garante que o espectador se mantenha envolvido,
mesmo diante de diálogos carregados de reflexão teológica e filosófica.
Em
comparação com seus papéis mais famosos, como James Bond, Connery demonstra
aqui uma versatilidade notável. Se nos filmes de espionagem sua força estava na
ação e no charme sedutor, em O Nome da Rosa ele revela uma faceta mais
intelectual e introspectiva. Essa mudança foi vista como um marco em sua
carreira, consolidando-o como ator capaz de transitar entre o entretenimento
popular e o cinema de maior densidade cultural.
Em
síntese, a atuação de Sean Connery em O Nome da Rosa pode ser classificada como
uma performance crítica e transformadora, que não apenas sustenta o filme, mas
também amplia sua relevância filosófica. Ele conseguiu dar profundidade a um
personagem que simboliza a luta entre fé e razão, tornando o filme não apenas
um suspense medieval, mas uma reflexão sobre o poder do conhecimento e a
liberdade intelectual.
Direção
de Jean-Jacques Annaud
Jean-Jacques
Annaud enfrentou o desafio de adaptar um romance denso e filosófico para o
cinema.
Optou
por uma estética sombria, com cenários claustrofóbicos e iluminação que reforça
o mistério.
Construiu
a biblioteca como um verdadeiro labirinto visual, símbolo do saber oculto.
Soube
equilibrar suspense policial com reflexões filosóficas, sem perder o ritmo
narrativo.
Sua
direção é frequentemente elogiada pela capacidade de transformar um texto
complexo em uma experiência cinematográfica envolvente.
Direção
de Jean-Jacques Annaud
Comparação
com o livro de Umberto Eco
O
romance de Umberto Eco é uma obra monumental, repleta de referências
semióticas, debates teológicos e reflexões sobre linguagem e poder.
O
filme simplifica parte dessa densidade, focando mais na investigação e nos conflitos
centrais.
Eco
reconheceu que a adaptação não poderia reproduzir todas as camadas do livro,
mas admitiu que Annaud captou o “espírito” da obra.
Enquanto
o livro exige leitura atenta e conhecimento histórico, o filme oferece uma
porta de entrada mais acessível ao universo de Eco.
Conclusão
O
Nome da Rosa é mais do que um suspense histórico: é uma reflexão sobre os
limites da fé, a importância da razão e o poder libertador do riso. Ao
articular investigação policial com crítica cultural, o filme se torna uma
obra-prima que transcende seu tempo.
SOBRE
O ROMANCE
"O
Nome da Rosa" é um clássico romance histórico e de mistério escrito pelo
italiano Umberto Eco. Ambientado em 1327, a trama acompanha o frade franciscano
Guilherme de Baskerville e seu noviço Adso de Melk em uma abadia isolada,
investigando uma série de assassinatos bizarros ligados a um livro proibido.
Aspectos
centrais da obra:O Enredo: Os crimes ocorrem enquanto a abadia se prepara para
um debate crucial entre líderes franciscanos e enviados do Papa. Os
assassinatos parecem seguir o livro do Apocalipse.A Investigação: Ao contrário
das explicações sobrenaturais da época, Guilherme utiliza a dedução, a ciência
e a razão para desvendar o mistério por trás das mortes.
O
Conflito: O cerne da história é a disputa pelo controle do conhecimento. Os
monges mais conservadores tentam esconder o segundo volume da Poética de
Aristóteles (que trata sobre a comédia e o riso) por considerá-lo perigoso para
os dogmas da Igreja.
Adaptações:
O livro foi adaptado para um aclamado filme em 1986, estrelado por Sean Connery
no papel principal, além de uma série de televisão lançada em 2019.
REFERÊNCIAS
ECO,
Umberto. O Nome da Rosa. Tradução de Aurora Bernardini e Homero Freitas
de Andrade. São Paulo: Editora Record, 1983.
ECO,
Umberto. Os Limites da Interpretação. São Paulo: Perspectiva, 1990.
BARTHES,
Roland. Elementos de Semiologia. São Paulo: Cultrix, 1971.
KRACAUER,
Siegfried. Teoria do Cinema: A Redenção da Realidade Física. Rio de
Janeiro: Zahar, 1960.
BENJAMIN,
Walter. A Obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica. São
Paulo: Brasiliense, 1985.
ANNAUD,
Jean-Jacques (Direção). O Nome da Rosa. França/Alemanha/Itália:
Constantin Film, 1986. Filme.
(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO FILME COMPLETO)
Claude Monet, o mestre indiscutível do
Impressionismo, dedicou sua vida a capturar o que há de mais efêmero na
natureza: a luz, a atmosfera e a passagem do tempo. Longe de procurar uma
representação realista ou fotográfica do mundo, Monet revolucionou a história
da arte ao se focar na impressão visual pura, transformando telas em experiências
sensoriais vibrantes.
Uma das maiores contribuições de Monet
foi a prática da pintura ao ar livre (en plein air). Ao abandonar as paredes
escuras dos estúdios tradicionais, o artista se posicionou diretamente diante
da natureza, enfrentando as constantes mudanças do sol e do vento. O seu
barco-estúdio, retratado no início do vídeo tornou-se o símbolo dessa busca
incessante, permitindo-lhe flutuar pelas águas do rio Sena e pintar os reflexos
líquidos em tempo real. Em suas telas, a luz não serve apenas para iluminar os
objetos; ela é o próprio sujeito da obra.
Em suas obras de juventude e
meia-idade, Monet integrou frequentemente figuras humanas, muitas vezes inspiradas
em sua primeira esposa, Camille, em paisagens solares e jardins luxuriantes.
Obras como a mulher com o guarda-sol na colina ou as damas passeando pelos
jardins de Giverny demonstram uma simbiose perfeita entre o ser humano e o meio
ambiente. As roupas brancas funcionam como telas receptoras, onde o pintor
projeta as sombras coloridas das árvores, os azuis refletidos do céu e as
tonalidades vibrantes das flores ao redor.
Em seus últimos anos, o universo de
Monet se concentrou quase exclusivamente no jardim que ele próprio projetou em
sua propriedade em Giverny. A icônica ponte japonesa de madeira e o lago de
ninfas (lírios-d'água) tornaram-se uma obsessão artística. Nessas pinturas, a
perspectiva tradicional desaparece. A linha do horizonte é eliminada, e o
espectador é mergulhado diretamente na superfície da água, onde se misturam as
plantas subaquáticas, as flores flutuantes e o reflexo do céu infinito.
Mesmo quando sua visão começou a
falhar devido às cataratas, Monet continuou pintando, utilizando paletas de
cores cada vez mais quentes e pinceladas quase abstratas, que mais tarde
influenciariam profundamente a arte moderna
O legado de Claude Monet é uma
celebração da percepção humana. Através de suas pinceladas rápidas e
justapostas, ele ensinou o mundo a ver a beleza nos momentos mais simples e
transitórios: o brilho do sol nas pétalas de uma flor, o balanço de um barco ao
crepúsculo ou a névoa matinal sobre o rio. Sua obra permanece viva, provando
que a verdadeira arte não apenas imita a vida, mas a coloca em eterno
movimento.
No dia 15 de maio de 1891, o Papa Leão
XIII publicou a encíclica Rerum Novarum (“Das coisas novas”), um documento que
se tornaria marco inaugural da Doutrina Social da Igreja. O documento destacou a importância da
dignidade do trabalho humano e da justiça nas relações sociais, tornando-se
referência ética e espiritual para gerações. A data de 15 de maio passou a
simbolizar a continuidade dessa reflexão, sendo retomada em outros momentos
históricos.
A Rerum Novarum não apenas inaugurou
uma nova fase na reflexão da Igreja sobre os problemas sociais, mas também
estabeleceu uma tradição: a de publicar documentos de grande impacto em torno
da mesma data, o 15 de maio, evocando sua memória e atualizando seus princípios
diante das “coisas novas” de cada época.
Quarenta anos após a Rerum Novarum,
reafirmou seus princípios e introduziu o princípio da subsidiariedade,
defendendo que as instâncias menores da sociedade não devem ser absorvidas por
estruturas maiores sem necessidade. Foi também uma crítica contundente ao
totalitarismo e às ideologias que ameaçavam a dignidade humana.
Mater et Magistra em 1961, Papa João
XXIII. Setenta anos depois, trouxe à tona a questão da justiça social em escala
global, abordando desigualdades entre países ricos e pobres e defendendo maior
participação dos trabalhadores na gestão das empresas. Publicada também em 15
de maio, reforçou a simbologia da data.
Outras encíclicas sociais, como a
Laborem Exercens (1981, João Paulo II) e a Caritas in Veritate (2009, Bento
XVI), ampliaram o horizonte da reflexão, incluindo temas como tecnologia,
globalização e ética no desenvolvimento.
Em 15 de maio de 2026, o Papa Leão XIV
retomou a tradição ao lançar sua primeira encíclica, intitulada Magnifica
Humanitas. O documento trouxe para o centro da reflexão questões contemporâneas
como a inteligência artificial, a crise do direito internacional e os desafios
da paz mundial. Assim como Leão XIII em 1891, Leão XIV buscou responder às
“coisas novas” de nosso tempo, reafirmando que a dignidade humana deve ser o
critério fundamental diante das transformações tecnológicas e geopolíticas.
Celebrar os 135 anos da Rerum Novarum
é reconhecer que a Igreja Católica, por meio de suas encíclicas sociais,
construiu um patrimônio de reflexão ética que atravessa gerações. Cada
documento, publicado em momentos históricos distintos, dialoga com os dilemas
de seu tempo, mas todos convergem para um mesmo núcleo: a defesa da dignidade
humana, da justiça social e da solidariedade.
De 1891 a 2026, o fio condutor
permanece: diante das “coisas novas” que surgem, a Igreja reafirma que o ser
humano não pode ser reduzido a instrumento de produção, nem a mero dado
estatístico em sistemas tecnológicos. A Rerum Novarum abriu caminho; a Magnifica
Humanitas atualiza esse percurso, mostrando que a tradição continua viva e
necessária.
O 15 de maio tornou-se uma data
emblemática, símbolo da continuidade e da renovação da Doutrina Social da
Igreja. De Leão XIII a Leão XIV, passando por Pio XI e João XXIII, cada Papa
reafirmou que a fé cristã não se limita ao âmbito espiritual, mas se compromete
com a construção de uma sociedade mais justa e humana.
Ao recordar os 135 anos da Rerum
Novarum, não celebramos apenas um documento, mas uma herança viva que atravessa
séculos e continua a inspirar. De Leão XIII a Leão XIV, cada encíclica social é
como uma chama que se reacende, iluminando os caminhos da humanidade diante das
“coisas novas” de cada tempo. Hoje, essa tradição nos lembra de que a dignidade
humana é sempre o ponto de partida e de chegada, e que a justiça e a solidariedade
são os pilares de uma sociedade verdadeiramente fraterna.
Que o 15 de maio
permaneça como uma luz cultural e espiritual, convidando-nos a olhar para o
futuro com esperança e coragem, sem perder de vista o valor eterno da pessoa
humana.
Hoje,
a advocacia de Niterói não apenas celebra 31 anos de uma história gloriosa da
sua Escola Superior de Advocacia a ESA; ela inaugura um novo capítulo de modernidade
e inclusão tecnológica. Sob o lema "Tradição que inspira, Inovação que
conecta", foi oficialmente entregue o novo Espaço Digital da ESA-Niterói,
um marco que redefine o suporte institucional ao advogado na era da informação.
A
solenidade, ocorrida no 9º andar da icônica Casa do Advogado, na Avenida Amaral
Peixoto, contou com a presença da cúpula da OAB-Niterói, demonstrando a união
de propósitos em prol do aperfeiçoamento da classe. O Dr. Pedro Gomes, Presidente
da OAB-Niterói, reafirmou seu compromisso com uma gestão que prioriza
ferramentas reais de trabalho para o cotidiano do advogado. Ao seu lado, a Dra.
Matilde Slaibi Conti, Vice-Presidente, destacou o valor humanístico e cultural que
a escola mantém vivo há mais de três décadas, agora potencializado pelo ambiente
digital.
"Este
espaço não é apenas físico; é um portal de oportunidades. A tecnologia é o meio,
mas o conhecimento jurídico de excelência continua sendo o nosso fim principal."
O
grande anfitrião do evento, o Diretor-Geral da ESA-Niterói, Dr. Júnior Rodrigues,
foi amplamente elogiado pelo trabalho primoroso que vem desenvolvendo. Sob sua
batuta, a ESA tem se tornado um baluarte de atualização técnica, oferecendo
cursos e infraestrutura que permitem ao advogado niteroiense competir em pé de
igualdade no mercado globalizado. A entrega do Espaço Digital é o coroamento de
uma visão estratégica que entende a necessidade de ambientes equipados para o
peticionamento, pesquisas e cursos híbridos.
O
evento também contou com a participação fundamental do Dr. Antônio Marconi,
Secretário-Geral, e de outras autoridades da Ordem, que testemunharam a
materialização de um projeto que une a solidez dos 31 anos da ESA com as demandas
da advocacia moderna. A ESA, criada em 15 de maio de 1995, prova que é possível
envelhecer com vigor, renovando-se a cada ciclo para servir com ética e inteligência.
O
novo Espaço Digital simboliza o respeito ao investimento feito pelos advogados em
sua instituição. Como uma entidade sem fins lucrativos, a ESA reafirma sua missão
de reaplicar cada recurso em benefício da própria classe, seja na modernização
das instalações ou na contratação de professores de alto nível. Com este novo
capítulo, a ESA-Niterói convida todos os advogados, estagiários e acadêmicos a
usufruírem de um ambiente pensado para o sucesso profissional. Presenças
Notáveis: Dr. Pedro Gomes – Presidente da OAB-Niterói; Dra. Matilde Carone Slaibi
Conti – Vice-Presidente da OAB-Niterói; Dr. Júnior Rodrigues – Diretor-Geral da
ESA-Niterói;Dr. Antônio Marconi – Secretário-Geral
da OAB-Niterói.
A NOVA FRONTEIRA DA ADVOCACIA: ESA NITERÓI CONSOLIDA
A EXCELÊNCIA EDUCACIONAL NA GESTÃO 2025-2027
A
advocacia contemporânea não comporta a estagnação. Em um cenário de profundas e
velozes transformações legislativas, tecnológicas e sociais, o aperfeiçoamento
técnico deixa de ser um mero diferencial para se tornar um imperativo de
sobrevivência e sucesso profissional. É exatamente nesse ponto de inflexão que
a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Subseção Niterói, sob a liderança do
presidente Dr. Pedro Gomes ladeado da vice-presidente Dra. Matilde Carone
Slaibi Conti, reafirma o seu papel de vanguarda institucional. O grande motor
dessa engrenagem de transformação cultural e científica atende por um nome
histórico: a Escola Superior de Advocacia (ESA) de Niterói, que, sob a condução
primorosa de seu Diretor-Geral, Dr. Júnior Rodrigues, vivencia um de seus
capítulos mais brilhantes.
Fundada
em um momento de consolidação democrática e de reestruturação do ecossistema
jurídico fluminense, precisamente aos 15 dias de maio de 1995, a ESA Niterói
nasceu com a missão sagrada de promover a atualização, o aperfeiçoamento e o
aprimoramento profissional e cultural da advocacia. Ao longo de mais de três
décadas de uma trajetória irretocável, a instituição se consolidou como uma das
escolas de braço institucional mais antigas e respeitadas do país. O seu escopo
estatutário abrange desde a realização de cursos tradicionais, conferências
magnas, seminários temáticos, palestras dinâmicas e congressos de grande porte,
até a produção de estudos e pesquisas empíricas voltadas à difusão do
conhecimento perante toda a comunidade jurídica.
O
sucesso da ESA Niterói na atual gestão (biênio 2025-2027) não é fruto do acaso,
mas sim do alinhamento estratégico de três mentes brilhantes que compreendem as
dores e as aspirações da classe. O presidente da Subseção, Dr. Pedro Gomes, tem
se destacado por uma administração agregadora e moderna, abrindo as portas da
Casa do Advogado para a inovação e garantindo que a advocacia niteroiense tenha
à sua disposição uma infraestrutura de ponta e representatividade ativa. Ao seu
lado, a vice-presidente Dra. Matilde Carone Slaibi Conti aporta uma bagagem
acadêmica e humanística de valor inestimável. Pós-doutora, professora
universitária e autora de relevo, Dra. Matilde é o elo perfeito entre a
sensibilidade institucional e o rigor científico, servindo de inspiração para
as novas gerações de advogadas e advogados.
Na
linha de frente da execução desse projeto educacional está o Diretor-Geral da
ESA, Dr. Júnior Rodrigues. Com uma gestão qualificada universalmente como
primorosa, Dr. Júnior Rodrigues transformou a escola em um canteiro de
inovações pedagógicas e de inclusão social. Sua atuação enérgica, dinâmica e
extremamente técnica elevou o padrão dos cursos oferecidos, otimizando recursos
e estreitando laços com a comunidade acadêmica. Sob sua batuta, a ESA Niterói
não apenas cumpre o seu papel estatutário, mas antecipa as tendências do
mercado de trabalho, entregando aos profissionais ferramentas reais para o
enfrentamento dos desafios cotidianos nos tribunais.
O
pilar de sustentação da atual gestão da ESA é o aclamado PEC – Projeto de
Educação Continuada. Essa diretriz básica estabelece um ecossistema de
aprendizado orgânico, no qual as atividades da instituição são meticulosamente
direcionadas no sentido da atualização constante e permanente não apenas de
advogados veteranos, mas também de estagiários, acadêmicos e demais estudiosos
do Direito. O PEC compreende que o diploma de graduação é apenas o ponto de
partida. A verdadeira maestria jurídica exige um fluxo contínuo de oxigenação
teórica e prática.
Um
dos aspectos mais nobres da operação da ESA Niterói diz respeito à sua saúde
financeira e ao seu compromisso ético: a escola não possui fins lucrativos.
Toda a receita auferida por meio de suas atividades é integralmente reaplicada
na própria instituição. Esse modelo de autossustentabilidade visa diretamente à
melhoria contínua e ao desenvolvimento de suas instalações físicas e digitais,
assegurando um ambiente de estudos digno, moderno e confortável. O restante dos
recursos arrecadados é integralmente disponibilizado para honrar e remunerar o
corpo docente, composto por renomados juristas, magistrados, defensores,
procuradores e advogados de notório saber, garantindo que o nível de ensino
ministrado na Casa do Advogado permaneça no topo da pirâmide educacional do
estado.
Estruturalmente,
a ESA é diretamente subordinada à Presidência da Subseção e administrada com
rigor corporativo e pedagógico por um Conselho Diretor. Este conselho,
desenhado para equilibrar a eficiência operacional e a qualidade didática, é
composto pelo Diretor-Geral, por um Diretor Administrativo e por um Coordenador
Pedagógico, garantindo que cada decisão estratégica passe por um severo crivo
de viabilidade e relevância científica.
O
ápice dessa política de democratização do conhecimento e compromisso com o
desenvolvimento regional materializa-se no atual programa de pós-graduação
promovido pela ESA Niterói. Rompendo com o elitismo que historicamente afasta o
jovem profissional das especializações de alto nível, a atual gestão consolidou
uma parceria pioneira e de profundo impacto social com a Universidade Salgado
de Oliveira (Universo).
O
Curso de Pós-Graduação Atual, com foco nas áreas de Cognição, Jurisdição,
Mediação e Arbitragem, representa uma resposta direta às novas exigências do
Poder Judiciário e do mercado corporativo. Em um momento histórico em que os
métodos adequados de solução de conflitos (MASCs) ganham força e o contencioso
tradicional se mostra sobrecarregado, especializar profissionais em mediação e
arbitragem é um ato de responsabilidade social e inteligência estratégica.
Esse
programa destaca-se por seu formato inovador e de alto nível: Formato Híbrido e
Dinâmico: Organizado em quatro módulos estruturados, com duração total de oito
meses, combinando aulas síncronas e assíncronas com encontros presenciais
marcantes nas salas de aula da própria ESA.
Sob
a coordenação acadêmica direta de nomes históricos do direito fluminense, o
curso oferece uma imersão teórica e prática que prepara o aluno para atuar
tanto na esfera extrajudicial quanto nos tribunais.
O
caráter gratuito e de cunho social dessa pós-graduação democratiza o acesso ao
título de especialista, permitindo que a advocacia do Leste Fluminense se
qualifique sem comprometer o orçamento de seus escritórios em início de
carreira. É o conhecimento de ponta funcionando como ferramenta de ascensão
social e fortalecimento institucional.
A
ESA Niterói convida toda a comunidade jurídica a fazer parte desta revolução
cultural e educacional. A programação mensal de cursos, palestras e eventos do
PEC pode ser integralmente consultada e acompanhada pelos canais oficiais de
comunicação da instituição:
Site
Oficial: Por meio do portal eletrônico da OAB Niterói.
Correio
Eletrônico: Envio de dúvidas, inscrições e sugestões pelo e-mail esa.nit@oabrj.org.br.
Atendimento
Presencial: Diretamente na secretaria da ESA, um espaço planejado para acolher
o profissional, situado estrategicamente no 9º andar da Casa do Advogado,
localizada na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, nº 507, Centro, Niterói/RJ.
Sob
a égide da gestão do Dr. Pedro Gomes e da Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, e
com a execução magistral do Dr. Júnior Rodrigues, a ESA Niterói prova que a
tradição e a modernidade caminham juntas quando o objetivo final é a
valorização intransigente da advocacia e a defesa cidadã do ordenamento
jurídico.