sexta-feira, 7 de junho de 2024

ELOS CLUBE DE PRAIA GRANDE. COMEMORAÇÃO 500 ANOS DO NASCIMENTO DE CAMÕES.

Placa exposta na Praça Elos Clube de Praia Grande.


ELOS CLUBE DE PRAIA GRANDE. COMEMORAÇÃO 500 ANOS DO NASCIMENTO DE CAMÕES, NA PRAÇA ELOS CLUBE DE PRAIA GRANDE. 


A Direção do Colégio França - França Kids e Diretoria do Elos Clube de Praia Grande, filiado  à Federação Internacional Elos da Comunidade Lusíada prestam homenagem pelos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. Em 07 de junho de 2024.


José Roberto Frutuoso 
- Vice-presidente para a América do Sul
profere algumas palavras.

Elistas posam ao lado da Placa Homenagem a Camões.


Momento do descerramento da Placa.













Créditos das Fotos e vídeos:

Luiz Ferreira

Selma França


ÍTEM RELACIONADO

 





DIA 08 DE JUNHO DE 2024 
SÁBADO



REGISTRO CULTURAL DO ELOS CLUBE DE PRAIA GRANDE E COLÉGIO FRANÇA 

 

DANDO CONTINUIDADE À CELEBRAÇÃO EM HOMENAGEM AOS 500 ANOS DO NASCIMENTO DE LUÍS VAZ DE CAMÕES.  Evento promovido pelo Elos Clube de Praia Grande e o Colégio França com participação de entidades e autoridades e participação especial do Elos Jovem, que falaram na ocasião, emocionantes mensagens aos convidados presentes.

Na postagem destacamos as personalidades que participaram da homenagem aos 500 anos do nascimento de Luis Vaz de Camões promovida pelo Elos Clube de Praia Grande, na Praça do Elos Clube.

Presidente da ALAPG- Academia de Letras e Artes de Praia Grande, Augusto Sarvam; o Vice-presidente da Academia de Letras e Artes de Praia Grande o elista, Sidney Cardoso da França esse é o idealizador do evento; Maria Luiza de Paiva Diniz – secretária da Academia de Letras e Artes de Praia Grande. Roberto Andrade e Silva, o Betinho, Vereador de Praia Grande; Professora Selma França e outras personalidades.

Créditos das fotos.

Compartilhadas por Maria Luiza de Paiva

Editorial

Alberto Araújo – Focus Portal Cultural

 




























OUTRAS IMAGENS RELACIONADAS À COMEMORAÇÃO 500 ANOS DO NASCIMENTO DE CAMÕES.

ELOS CLUBE DE PRAIA GRANDE.


São fotos compartilhadas por elistas

em nosso grupo de WhatsApp

Obs.: No anexo tem um vídeo

do programa Balanço Geral da Record TV

sobre a Festa de Portugal, 08 de junho de 2024.

 

Créditos das Imagens e vídeos

compartilhadas pelos companheiros elistas:

José Roberto Frutuoso

João Batista

Mel

























JORNAL POSTO SEIS, EDIÇÃO 581- MÊS DE JUNHO-2024. EDITOR JORNALISTA MAURO FRANCO.





















 

MATÉRIA DA COLUNA DA JORNALISTA NINA FERNANDES, PÁGINAS 6, DO JORNAL POSTO SEIS, EDIÇÃO 581- MÊS DE JUNHO-2024. EDITOR JORNALISTA MAURO FRANCO.


FEIRA DO LIVRO

 

A Feira do Livro de Lisboa, evento que promove a literatura lusófona, celebra, até 16 de junho, no Parque Eduardo XVII, sua 94ª edição, que conta com a participação de inúmeros expositores distribuídos em pavilhões organizados com maestria, trazendo à feira, a cada ano, diversas marcas editoriais, e um número cada vez maior de visitantes. A Rede Sem Fronteiras, como nos anos anteriores, fomenta, divulga e promove escritores além-fronteiras, participando do evento em que, com um estande próprio, o H40, apresenta as produções literárias de escritores brasileiros e lusófonos. 

Além de escritores brasileiros radicados no exterior, participam ainda autores lusófonos de vários países. A presidente da Rede Sem Fronteiras, Dyandreia Valverde Portugal, buscando minimizar a ausência de alguns autores, fomenta o processo de divulgação proporcionando uma intensa programação cultural com palestras, debates, reuniões virtuais, entrevistas e flashes ao vivo da feira.

Promovendo a acessibilidade, um profissional em Libras e audiodescrição fazem parte do compromisso da Rede Sem Fronteiras. Em destaque deste ano, dois autores estão sendo homenageados como convidados de honra: Matilde Carone Slaibi Conti e Pietro Costa; além de Ana Cristina Campelo, parceira oficial e apoiadora da Rede Sem Fronteiras, que está lançando a “Coletânea Sem Fronteira Pelo Mundo… Coletânea Literária Internacional Lusófona em Prosa & Verso – Vol. 8. Edição Histórica” comemorativa aos 10 anos – Jubileu de Estanho. O livro reúne 110 coautores com prefácios de Betti Silberstein e Valeria Lopes.

Além da “Coletânea Sem Fronteiras Pelo Mundo”, que a presidente chama de “A Joia da Coroa”, a Rede Sem Fronteiras está lançando mais outras: “Laços Portugueses, Histórias Lusófonas de Hereditariedade e Amor”, e “Mulheres Extraordinárias – O Resgate Histórico do Legado Pela Palavra Escrita - Vol. 3”. 

Cito, Matilde Carone Slaibi Conti, uma das convidadas de honra da Rede Sem Fronteiras nesse ano: Presidente do Elos Internacional, presidente do Cenáculo Fluminense de História e Letras, ocupou o cargo de presidente do IHGN – Instituto Histórico e Geográfico de Niterói. Possui graduação em Direito, graduação em História, graduação em Odontologia, doutorado em Ciência Jurídica Social, é professor titular da Universidade Salgado de Oliveira. Matilde “Mulher Extraordinária”. Encerro com Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”




 

EFEMÉRIDES: HÁ 176 ANOS, EM 07 DE JUNHO DE 1848 NASCEU PAUL GAUGUIN FOI UM PINTOR FRANCÊS DO PÓS-IMPRESSIONISMO.

 

Eugène-Henri-Paul Gauguin  nasceu em Paris, no dia 07 de junho de 1848 e faleceu nas Ilhas Marquesas, 8 de maio de 1903. É considerado um dos grandes nomes das artes plásticas em França no final do século XIX. Um dos maiores representantes da pintura pós-impressionista. Consolidou a própria fama recriando linhas e cores, anulando a profundidade e reivindicando o direito de se expressar à sua própria maneira.

Com uma explosão de cores mescladas sobre um desenho simétrico e de traços vigorosos, a pintura pós-impressionista de Gauguin exerceu grande influência na evolução da arte moderna.

Era filho do jornalista francês Clovis Gauguin e de Aline Chazal, filha da escritora feminista Flora Tristán, filha de um peruano de origem espanhola. As trajetórias de Flora e de Paul serviram de tema para o romance O Paraíso na Outra Esquina, do escritor peruano Mário Vargas Llosa. 

Em 1849, após a chegada de Napoleão III ao poder, sua família emigrou para Lima, Peru e durante a viagem seu pai faleceu. Em 1855, Gauguin, sua irmã e sua mãe retornaram para a França. De volta à França, Gauguin estudou em Orléans. 

Em 1864, com 16 anos, Gauguin entrou para a Marinha Mercante. Nesse mesmo ano, ficou órfão de mãe. Em 1872, de volta a Paris, empregou-se em uma corretora de valores. Em 1873, Gauguin casou-se com a dinamarquesa Mette Sophia Gad, com quem teve cinco filhos. 

Interessado pela pintura, Gauguin começou a estudar e passou a pintar nas horas livres. Em 1875 ingressou no movimento impressionista francês por meio de Camille Pissarro e Paul Cézanne. Participou dos salões impressionistas de 1880, 1881 e 1882. 

Em 1882, com a crise do mercado financeiro, Gauguin perdeu o emprego e começou a se dedicar somente à pintura. Em 1884 se mudou para Copenhague, cidade natal de Mette, mas não se adaptou à cidade, rompeu o casamento e voltou para Paris. Conheceu o ceramista Ernest Chaplet e começou a produzir de cerâmica pintada. 

Em 1886, Gauguin foi para Pont-Aven, na Bretanha, reduto dos artistas que buscavam escapar da pintura acadêmica, onde permaneceu durante três meses. Conheceu Charles Laval e Émile Bernard. Pintou Natureza-Morta com Perfil de Charles Laval (1886), quando combinou pintura e escultura. É dessa época também, a tela Dança das Quatro Bretãs (1886). 

Em 1887, Gauguin fez uma viagem ao Panamá e à Martinica, onde entrou em contato com os nativos, com o colorido das paisagens e com a natureza viva trazendo para sua pintura uma nova luminosidade.

Na volta à Paris, Gauguin conheceu Vincent Van Gogh, e em 1888 reuniu-se com ele em Arles, onde passaram a dividir um estúdio. A convivência entre os dois foi conflituosa, e Van Gogh teve crises de humor, discutiu e agrediu o amigo. A desavença terminou de modo dramático, quando Van Gogh foi para casa e arrependido, cortou um pedaço da orelha e mandou em um envelope para Gauguin.

Depois da desastrosa passagem em Arles, Gauguin retornou à Paris e durante o ano de 1888 chegou a renegar o Impressionismo e a empreender o “retorno ao princípio”, ou seja, à arte primitiva. 

A exaltação da cor, as formas sintetizadas e os valores simbolistas e decorativos estão agora presentes nas obras dessa fase, como em: O Cristo Amarelo, A Visão Após o Sermão, As Lavadeiras de Arles, Autorretrato, Os Miseráveis, Fazenda nos Arredores de Arles. 

Entre 1889 e 1890, Gauguin fez mais duas viagens à Bretanha. Permaneceu entre Pont-Aven e Le Pouldu. Em 1889 apresentou suas obras na Exposição Universal de Paris e manteve contato com escritores simbolistas no café Voltaire.

Em 1891, Gauguin viajou para o Taiti e para as ilhas Marquesas. O convívio com os aborígenes permitiu ao pintor radicalizar a visão primitiva que já havia inaugurado na França. Manifestou sua vocação de ceramista e produziu diversas obras. 

Em 1893 voltou à Paris para expor suas obras, mas sua pintura foi mal recebida, considerada extravagante demais. Após uma temporada na Bretanha, fixou-se novamente no Taiti. 

Em 1894 realizou uma mostra na Galeria de Paul Durand-Ruel. Entre as 44 pinturas expostas, apenas 11 foram vendidas. Entre os quadros expostos estavam:

Ave Maria (1891)

Mulheres de Taiti na Praia (1891)

Taitiana com a Manga (1892)

 

Em 1895, Paul Gauguin fez nova viagem ao Taiti e instalou-se em uma cidade perto de Papeete. Sentiu-se doente e deprimido. Nessa segunda fase taitiana criou algumas de suas obras mais importantes: De Onde Viemos? Quem Somos? Para Onde Vamos? uma tela enorme que sintetiza toda sua pintura, realizada antes de uma tentativa de suicídio.

Em 1901 voltou para a Oceania e se instalou na aldeia de Atuona na ilha Hiva-Ao uma das Marquesas. Sua arte tomou novo fôlego. Fez anotações sobre os Maori publicadas sob o título Noa Noa, 1924 e foi influenciado pelo folclore da Polinésia. 

A pintura de Paul Gauguin com um estilo diferente, mas que tinha o desejo de ir além do naturalismo puro e dar mais ênfase às cores, emoções e imaginação, significou uma ruptura absoluta, do ponto de vista conceitual, com o Impressionismo, que havia abraçado antes, razão pela qual passou a ser considerado um pintor pós-impressionista. 

Paul Gauguin faleceu, em Atuona, ilhas Marquesas, no dia 06 de maio de 1905, em consequência da Sífilis.

 

OBRAS DE PAUL GAUGUIN

 

Nu de Mulher Que Costura, 1880

Natureza-Morta Com Perfil de Charles Laval, 1886

Dança das Quatro Bretãs, 1886

Visão Após o Sermão, Jacó em Luta com o Anjo, 1888

Retrato de Madeleine Bernard, 1888

Ciranda de Três Jovens Bretãs,1888

Paisagem em Port-Aven, 1888

As Lavadeiras de Arles, 1888

Autorretrato, Os Miseráveis, 1888

Café em Arles à Noite, 1888)

Fazenda nos Arredores de Arles,1888

Auto Retrato com Auréola, 1889

Flores e uma Estampa, 1889

Praia de Le Pouldu, 1889

Autorretrato com Cristo Amarelo, 1889

Meninas em Frente ao Mar, 1889

Taitiana Sentada, 1891

Montanha Sagrada, 1892

Taitiana com a Manga, 1892

Manao Tupapau,1892

Autorretrato com Paleta, 1894

De Onde Viemos? Quem Somos Nós? Para Onde Estamos Indo?, 1897

Três Figuras Taitianas, A Conversa, 1899

Cavaleiros na Praia, 1902