quarta-feira, 5 de junho de 2024

200 ANOS DA NONA SINFONIA DE LUDWIG VON BEETHOVEN

 




(CLICAR NA IMAGEM PARA OUVIR A COMPOSIÇÃO COMPLETA)

Este ano de 2024, celebram-se os 200 anos da primeira apresentação da sinfonia n.º 9 em ré menor foi a última sinfonia completa de Beethoven, finalizada em 1824. 

A sinfonia coral mais conhecida como Nona Sinfonia ou ainda, A Nona, é uma das obras mais conhecidas do repertório ocidental, considerada tanto ícone quanto predecessora da música romântica e uma das grandes obras-primas de Beethoven.

A Nona foi apresentada pela primeira vez, em 07 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, em Viena, na Áustria. O regente foi Michael Umlauf, diretor musical do teatro e o compositor Beethoven sentou num local próximo ao palco, no entanto, dissuadido da regência pelo estágio avançado de sua surdez teve direito a um lugar especial no palco, junto ao maestro, mas não ouviu nada. 

A nona sinfonia de Beethoven incorpora parte do poema "An die Freude" "À Alegria", uma ode escrita por Friedrich Schiller.  Obra-prima do gênio da música Ludwig van Beethoven foi composta entre 1822 e 1824. O quarto movimento, a "Ode à Alegria", tornou-se o hino oficial da União Europeia em 1985. Desde 2003 sua partitura original integra, oficialmente, a lista de Memória da Humanidade. 

A Sinfonia n.° 9 tem um papel cultural de extrema relevância no mundo atual. Em especial, a música do último movimento, chamado informalmente de "Ode à Alegria", foi rearranjada por Herbert von Karajan para se tornar o hino da União Europeia. 

Outra prova de sua importância na cultura atual foi o valor de 3,3 milhões de dólares atingido pela venda de um dos seus manuscritos originais, feita em 2003 pela Sotheby's, de Londres. 

Segundo o chefe do departamento de manuscritos da Sotheby's à época, Stephen Roe, a sinfonia "é um dos maiores feitos do homem, ao lado do Hamlet e do Rei Lear de Shakespeare".

HISTÓRIA

A Philharmonic Society of London "Sociedade Filarmônica de Londres", atual Royal Philharmonic Society, Sociedade Filarmônica Real, comissionou originalmente a obra, em 1817. Beethoven começou a trabalhar nela no ano seguinte, e a terminou no início de 1824, doze anos depois de sua sinfonia anterior. Seu interesse pela Ode à Alegria, no entanto, se iniciou com suas inúmeras tentativas de musicar o poema, ocorridas desde 1793. 

A melodia principal e comumente conhecida desta sinfonia aparece em destaque no quarto andamento no compasso 92, tocada, na dinâmica em piano, unicamente pelos violoncelos e contrabaixos na agógica de «Allegro assai». Não deixa de ser curioso que, se ouvirmos com muita atenção, a peça religiosa de Wolfgang Amadeus Mozart intitulada «Ofertório ‘Misericordias Domini’», em ré menor, K.222, datada de 1775, verificamos, para espanto, que existem na Nona Sinfonia de Beethoven algumas ressonâncias desta peça musical, tanto na melodia como até na tonalidade. 

A introdução para a parte vocal da sinfonia causou diversas dificuldades para Beethoven. Foi a primeira vez que se tentava utilizar uma componente vocal numa sinfonia. Anton Schindler, célebre amigo de Beethoven, disse posteriormente: "quando ele começou a trabalhar no quarto movimento, a batalha recomeçou, mais intensa do que nunca. Sua meta era a de encontrar uma maneira apropriada de introduzir a ode de Schiller. Um dia ele Beethoven entrou na sala gritando: 'Consegui, consegui!' E então me mostrou um caderno com as palavras 'cantemos a ode do imortal Schiller'". 

No entanto, esta introdução acabou nunca chegando à obra final, e Beethoven ainda passou muito tempo reescrevendo aquela parte até que ela atingisse a forma conhecida atualmente. 

Letra da 9ª Sinfonia de Beethoven em português numa tradução menos literal, mantendo a métrica e a rima do poema original.

 

Baixo

 

Ó, amigos, não nesse tom!

Em vez disso, cantemos algo mais delicioso

cantar e sons alegres

Alegre! Alegre!

 

Baixo. Quarteto e coro

 

Oh Alegria, sois Divina

filha de Elísio

tornais ébria a Poesia

inspirais Dionísio

Nem costumes ou tradição

vos reduzem o Encanto

criais-nos um mundo irmão

insuflais o nosso Canto

Feliz de quem alcançou

ser-se amigo de um amigo

Quem doce dama ganhou

jubile-se comigo

Quem um só ente conquistou

seja citado no mundo

mas se na Alegria falhou

ficai só moribundo!

Alegria bebem todos os seres

No seio da Natureza;

Todos os bons, todos os maus,

Seguem seu rastro de rosas.

Ela nos deu beijos e vinho e

Um amigo leal até a morte;

Deu força para a vida aos mais humildes

E ao querubim que se ergue diante de Deus!

 

Tenor e coro

 

Alegremente, como seus sóis voem

Através do esplêndido espaço celeste

Se expressem, irmãos, em seus caminhos,

Alegremente, como o herói diante da vitória.

 

Coro

 

Abracem-se milhões!

Enviem este beijo para todo o mundo!

Irmãos, além do céu estrelado.

Mora um Pai Amado.

Milhões, vocês estão ajoelhados diante Dele?

Mundo, você percebe seu Criador?

Procure-o mais acima do Céu estrelado!

Sobre as estrelas onde Ele mora!

  

CRÉDITO TRILHA SONORA

Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral": II. Molto vivace · London Symphony Orchestra · Ludwig van Beethoven · Josef Krips, 1960.

 




 


terça-feira, 4 de junho de 2024

MAPAS E FICÇÕES: SÉCULOS XVI A XVIII ROGER CHARTIER MERGULHA NO UNIVERSO DOS MAPAS FICCIONAIS

 


Caminhando por diversas obras clássicas e pela cartografia ficcional, historiador oferece uma nova abordagem sobre a mobilidade das ficções e suas interpretações. 

Obras como O Hobbit, As crônicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis familiarizaram o público moderno com a inclusão de mapas em livros de fantasia, guiando os leitores por terras imaginárias. No entanto, essa prática não é recente. Já nos primórdios da era moderna, entre os séculos XVI e XVIII, mapas começaram a ilustrar narrativas ficcionais, apesar dos desafios que isso representava. Afinal, a impressão de mapas encarecia a produção dos livros. 

Além disso, a capacidade das palavras de evocar imagens mentais parecia torná-los desnecessários. Para mergulhar nesse universo da cartografia ficcional, o historiador francês Roger Chartier traz a lume Mapas e ficções, lançamento da Editora UNESP. 

“Como diz Franco Moretti, a geografia literária pode ter dois objetos diferentes: o estudo da literatura no espaço ou o estudo do espaço na literatura. A primeira perspectiva permite a elaboração de mapas das edições das obras e de suas traduções; a segunda, o registro dos lugares das ações e deslocamentos dos personagens, diz respeito à geografia interna dos textos, não ao espaço de circulação dos livros”, escreve, na introdução, Chartier. “Em ambos os casos, uma cartografia é possível, mas, em ambos, é feita no presente. Assim como os espaços do comércio livreiro, os escolhidos e descritos pelas ficções ganham tradução visual. Produzidos por palavras, tornam-se mapas, itinerários ou atlas. Essa operação deixa escapar uma realidade, ínfima, mas nem por isso menos verdadeira: a presença dos mapas em edições de obras quando de sua primeira publicação.”

Neste percurso escrito, a jornada começa com os mapas das aventuras de Dom Quixote e se estende até as edições venezianas de obras de Ariosto e Petrarca. Duas linhagens principais emergem: a inglesa, que retrata as viagens de aventureiros fictícios como se fossem reais, como em As viagens de Gulliver e Utopia; e a francesa, de caráter alegórico, que tem como marco o Mapa do reino de Ternura, da obra Clélia, de Mademoiselle de Scudéry, e seus sucessores, repletos de simbolismo e crítica social. 

Ao longo da história, os mapas literários assumiram múltiplos papéis: representaram mundos invertidos, satíricos, utópicos ou distópicos; borraram as fronteiras entre a realidade e a ficção; alimentaram a razão e os sonhos, transcendendo as limitações do texto escrito. Ao explorar essas diversas obras clássicas, Roger Chartier oferece uma nova perspectiva sobre a mobilidade das ficções e suas interpretações, revelando como os mapas literários enriquecem a experiência do leitor e ampliam os horizontes da imaginação. 

SOBRE O AUTOR

O historiador Roger Chartier é especialista em história do livro, da edição e da leitura. Professor emérito no Collège de France, foi titular, entre 2007 e 2016, da cátedra Écrit et cultures dans l’Europe moderne. Dirigiu com Henri Jean Martin a Histoire de l’édition française, em quatro volumes, Fayard, 1989-1991. Pela Editora UNESP, publicou A aventura do livro do leitor ao navegador, 1998, Os desafios da escrita, 2002, Leituras e leitores na França do Antigo Regime, 2004, Inscrever & apagar, 2007, Origens culturais da Revolução Francesa, 2009, A mão do autor e a mente do editor, 2014 e Editar e traduzir, 2022.

 

Título: Mapas e ficções: Séculos XVI a XVIII

Autor: Roger Chartier

Tradução: Pedro Paulo Pimenta

Número de páginas: 200

Preço: Sessenta e nove reais.

 

Mais informações sobre a Editora Unesp estão disponíveis no site oficial

 

Assessoria de Imprensa da Fundação Editora da UNESP 




SÃO JOSÉ DO RIO PRETO RECEBE O BEST-SELLER JUNIOR ROSTIROLA, AUTOR DA OBRA MAIS LIDA E MAIS VENDIDA DO PAÍS "CAFÉ COM DEUS PAI"



Junior Rostirola, autor do best-seller "Café com Deus Pai", está em turnê pelo Brasil, compartilhando sua inspiradora história de superação, com passagens marcadas para São José do Rio Preto no dia 13 de junho e São Paulo no dia 14 de junho de 2024.

O autor do best-seller “Café com Deus Pai”, Junior Rostirola, está em plena turnê pelo Brasil, visitando inúmeras cidades e estados ao longo do ano. Desta vez, São Paulo e São José do Rio Preto/SP são os próximos destinos a serem contemplados.

As agendas em São José do Rio Preto e São Paulo estão marcadas, respectivamente, para os dias 13 e 14 de junho de 2024, das 20 às 23h. Estes eventos prometem momentos de profunda reflexão e inspiração, enquanto Junior compartilha sua história de vida e superação.

Junior ganhou destaque no país após seu livro bombar pelo país através de leitores orgânicos, e, nas redes sociais por meio de influenciadores e celebridades que descobriram o livro em meio ao acaso ou indicação.

Durante a turnê pelo país, o autor relata os traumas de infância e conta com detalhes sobre os fortes problemas familiares que enfrentou. Com a orfandade de um pai ausente, a agressão dentro de casa, bullying, escassez financeira da família e outros. 

A superação das dores vividas por Junior, o levou a se tornar fundador da Associação Escolhi Amar, que abrange diversos projetos sociais, entre eles: o abrigo Lar da Criança Feliz, que já acolheu mais de 3235 crianças de 0 a 12 anos; o Lar do Adolescente, que já amparou mais de 210 adolescentes de 12 a 18 anos; Abraçou também uma nação através da Missão Haiti, que além de alimentar pessoas física e espiritualmente, ainda mantém mais de 200 crianças na escola. 

Por ter sofrido tanto com a destruição e vícios comuns existentes nos lares, hoje dirige o "Centro de Recuperação Feminino Conviver'', que já assistiu mais de 776 mulheres dependentes de substâncias psicoativas ou portadoras do vírus HIV. 

Para curar a angústia da escassez, criou o "Mercado Solidário", que já distribuiu centenas de toneladas de alimentos para famílias que podem escolher os itens que necessitam. 

Um menino que nunca era chamado para o time de futebol na época da escola, atualmente promove oportunidades para que muitas pessoas participem de diversas modalidades esportivas. Além de realizar visitas a presídios e fornecer atendimento psicológico gratuito para o público de baixa renda.

 

SOBRE O LIVRO

Através de devocionais diários, o leitor é convidado para um encontro com Deus que, além de ensinar um novo modo de apreciar uma xícara de café, mostrará como a vida também pode ser saboreada.

 

SOBRE O AUTOR

 

Junior Rostirola é pastor sênior da Igreja Reviver e lidera uma comunidade cristã socialmente relevante com extensões no Brasil e Haiti. Bacharel em Teologia e pós-graduado em Teologia Bíblica, Junior é autor do best-seller Café com Deus Pai, o livro que ganhou o coração dos leitores e que propõe uma jornada diária fascinante, indicado pela Revista Veja e Publishnews como o livro mais vendido do Brasil no ano de 2023 e 2024.

 

Data:  13 de junho de 2024

Local: Comunidade Cristã Cabana Church

Endereço: Rodovia BR-153, km 53,8, Comunidade Cristã Cabana Church , São José do Rio Preto - SP

Data: 14 de junho de 2024

Local: IBF Church

Endereço: Praça José Cardoso de Moura, 39, Vila Jacuí, São Paulo - SP

Site Oficial: https://store.cafecomdeuspai.com/

Instagram Oficial: @cafecomdeuspai

 


 

SEMANA DO MEIO AMBIENTE: URBIA PROMOVE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM ATIVIDADES GRATUITAS EM SEIS PARQUES DE SÃO PAULO.


Públicos de todas as idades podem participar de circuitos temáticos, oficinas, palestras, visitas guiadas e estações de trabalho.

A Semana do Meio Ambiente carrega consigo um movimento coletivo em prol da preservação dos recursos naturais e da conservação do ecossistema. Celebrado entre 31 de maio e 5 de junho de 2024, o período engaja reflexões relevantes sobre o cuidado com a natureza e sobre o futuro da população. Em busca de reforçar a importância do envolvimento da sociedade em ações que protegem o planeta Terra, a Urbia desenvolveu seu próprio Programa de Educação Ambiental. Durante todo o ano, a iniciativa oferece atividades gratuitas aos frequentadores dos Parques Ibirapuera, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Jacintho Alberto, Jardim Felicidade, Eucaliptos e Lajeado.

Considerado um dos maiores parques urbanos de São Paulo, o Ibirapuera é o ambiente ideal para que todos os públicos possam se conectar com a natureza e se aprofundar em ações que detêm a importância da sustentabilidade, conservação do meio ambiente, inclusão, cidadania, pertencimento e diversidade. Desde o início do Programa, em abril de 2023, até março de 2024, 3.126 pessoas participaram diretamente das 34 atividades desenvolvidas no espaço, como Circuitos Temáticos Ambientais, Passarinhada, Estação Biodiversidade, além de visitas guiadas à Central de Reciclagem.

Além destes, 26.187 usuários foram acolhidos no Centro de Visitantes do Ibirapuera, com atendimento presencial de um guia turístico. Este espaço é equipado com infográficos que contemplam informações ambientais, fotografias de fauna e flora do Parque, documentos históricos e maquete.

Nos Parques Tenente Brigadeiro Faria Lima, Jacintho Alberto, Jardim Felicidade, Eucaliptos e Lajeado, a Urbia também oferece as mesmas oportunidades de participação em atividades gratuitas voltadas à educação ambiental e cultural. No mesmo período, os cinco parques paulistanos receberam 8.468 visitantes nas 95 ações oferecidas.

Há também atividades educativas no Planetário Ibirapuera, para disseminar informações sobre o mundo da ciência, e o Ibiratour, ambos totalizando aproximadamente 26.346 pessoas atendidas, no período de abril de 2023 a março de 2024.

“Nosso Programa de Educação Ambiental vem recebendo visitantes engajados em debates que acrescentam, de forma positiva, assuntos como sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Esse alinhamento de temas atuais transforma os parques em uma verdadeira plataforma educacional e de fomento a essas discussões, principalmente, por serem locais que unem lazer, educação e práticas ambientais”, afirma Samuel Lloyd, diretor comercial da Urbia. 

Entre os planos futuros, a empresa tem como meta a ampliação e diversificação do programa, com projetos como: seminários, palestras, exposições científicas, revitalização de jardins, ampliação dos circuitos temáticos ambientais, além do fortalecimento de capacitação do público interno para as questões ambientais e consumo responsável.

Vale destacar que o Programa de Educação Ambiental da Urbia está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), Associação Internacional das Cidades Educadoras e às Diretrizes Educacionais Nacionais e a Base Nacional Comum Curricular.

Sobre a Urbia

Criada em 2019, pela Construcap, a Urbia Gestão de Parques nasce para valorizar, cuidar e preservar o patrimônio histórico e ambiental, enquanto oferece lazer qualificado, entretenimento e cultura a todos os usuários. A dedicação da empresa se concentra em criar, a cada dia, um mundo melhor com mais diversidade, inclusão e cidadania. Ao todo, são quatro concessões especializadas na gestão de parques públicos da capital paulista e da região sul do país. A primeira é a Urbia Gestão de Parques de São Paulo, uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada para cuidar da gestão dos seis parques paulistanos (Ibirapuera, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Jacintho Alberto, Jardim Felicidade, Eucaliptos e Lajeado). Apoiada no desenvolvimento sustentável, ela tem o objetivo de conectar pessoas por meio do lazer, entretenimento e cultura, e proporcionar momentos de imersão e harmonia com a natureza. Além destes, a Urbia também é responsável pela gestão dos Horto Florestal - Parque Alberto Löfgren e da Floresta Cantareira - Parque Estadual da Cantareira, ambos localizados na Zona Norte de São Paulo/SP; das áreas de visitação Cânion Fortaleza, Cânion Itaimbezinho e Rio do Boi dos Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral, situados em Cambará do Sul/RS e Praia Grande/SC; e das Cataratas do Iguaçu, Parque Nacional do Iguaçu em Foz do Iguaçu/ PR, com os mesmos propósitos e modelo de gestão.

 

Contato para imprensa: imprensa@urbiaparques.com.br  

(Imagem: Parque Ibirapuera | Divulgação Urbia Parques)

 


 

MEMÓRIAS DE UM TROPEIRO, AUTOR JORGE ANTÔNIO SALEM

 


MEMÓRIAS DE UM TROPEIRO, AUTOR JORGE ANTÔNIO SALEM

LIVRO RESGATA A CONTRIBUIÇÃO DOS TROPEIROS PARA A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA.

Jorge Antonio Salem reconstrói as histórias contadas pelo falecido sogro, João Boiadeiro, sobre a época em que ele desbravava o Brasil liderando comitivas de animais a cavalo, nos anos 1950.

As memórias de João Azevedo revelam a riqueza cultural e a resiliência dos tropeiros, os desafios do cotidiano e os momentos de celebração, pintando um retrato vívido de uma era que moldou a identidade do Brasil. Uma jornada emocionante que destaca a importância desses heróis anônimos na construção da história do país. O renomado escritor Arnaldo Zubioli traz, no prefácio deste livro, que o respeito e a admiração que o ilustre autor, farmacêutico, poeta, empreendedor e amigo de longa data, goza entre seus pares e entre as diversas pessoas que têm o privilégio de sua convivência, credencia esta obra como uma ótima leitura para todas as pessoas que amam a reconstrução histórica da formação familiar com o propósito de estabelecer a ponte entre o passado e o presente com as interpretações necessárias sobre o que somos. Transformar ideias e fatos em um conjunto de sinais que traduzam um vernáculo harmonioso, objetivo e que sirva de deleite, como a melodia de quem toca um clássico no piano, é um talento que Jorge Antônio Salem cultiva desde sempre.

João Azevedo, mais conhecido como João Boiadeiro, costumava reunir familiares e amigos para contar as lembranças da época em que levava a vida como tropeiro, no início da década de 1950. Natural de Santo Anastácio, em São Paulo, o trabalhador viajou por diversas terras distantes enquanto liderava comitivas de animais a cavalo. Em 2020, aos 95 anos, ele morreu de velhice. Logo depois, a filha dele, Maura Lúcia, faleceu em decorrência da covid-19. Agora, o genro do patriarca e viúvo, Jorge Antonio Salem, publica Memórias de um tropeiro para eternizar essas histórias e homenagear a trajetória da família Azevedo.

Junto com a esposa, o autor foi vizinho de João Azevedo em Nova Esperança, no Paraná. A cada visita que fazia à casa do sogro, ouvia atentamente os detalhes narrados sobre as experiências vividas no campo e nas estradas. Com um gravador, Jorge registrou ao longo dos anos muitas dessas conversas e, após o falecimento do líder familiar, decidiu transcrever e transformar as gravações neste livro que é escrito em primeira pessoa, pelo ponto de vista do próprio Boiadeiro, para retratar a forma como ele contava as memórias quando ainda estava vivo.

Trabalhei como tropeiro por quase 30 anos. Essa atividade fazia o meu coração bater mais forte e era o que realmente me fazia bem. Viajar, o vento e o sol no rosto, o barulho da tropa andando, e nós observando as pessoas às margens das estradas e as paisagens pelo longo caminho. (Memórias de um tropeiro, p. 39)

O tropeirismo surgiu como uma alternativa para promover a interligação dos polos econômicos inexistentes no Brasil do passado, a partir do século XVII. Esses trabalhadores transportavam grandes quantidades de animais por entre rios e montanhas, abrindo rotas e fundando vilas. João Azevedo iniciou esse trabalho em 1952, formando grupos de peões que conduziam centenas de cabeças de gado pelo país afora: ele passou pelos estados de Mato Grosso, São Paulo e Santa Catarina, e por países como Argentina, Paraguai e Bolívia.

A obra oferece um retrato dessas viagens, como as distâncias percorridas, os locais desbravados, as pessoas que ele conheceu e as guerras que presenciou pelo caminho. Para trazer ainda mais fidelidade aos relatos do sogro, o autor visitou pessoalmente cidades próximas a Ponta Grossa (PR), onde trotavam as caravanas que saíam do Rio Grande do Sul em direção a Sorocaba (SP). Além disso, as páginas são recheadas de fotografias de arquivos pessoais que não apenas ilustram as aventuras de João Boiadeiro, mas também mostram registros históricos datados entre as décadas de 1950 e 1980.

Em uma jornada que destaca a importância dessa prática para a cultura e a economia do país, as memórias de João Azevedo pintam um retrato vívido de uma era que moldou tanto a identidade quanto a construção do interior brasileiro e da América Latina. Recomendada a todos os leitores que apreciam narrativas históricas e familiares, essa leitura estabelece uma ponte entre o ontem e o hoje para revelar a herança cultural (e muitas vezes anônima) deixada por esses condutores de tropas.


Sobre o autor: Além de escritor, Jorge Antônio Salem é farmacêutico-fiscal do Conselho Regional de Farmácia do Paraná desde 1996 e mestre em Ciências da Saúde. Ele também publicou a obra 60 anos – Uma história de dedicação ao conhecimento e o livro de poemas Poesias da vida cotidiana. Foi casado por 30 anos com Maura Lúcia Azevedo, filha de João Azevedo, personagens que inspiraram a publicação de Memórias de um tropeiro.

Redes sociais do autor

Site: www.jorgesalemescritor.com.br  

Instagram: @jorge_antonio_salem

 

Ficha técnica

Título: Memórias de um tropeiro

Autor: Jorge Antonio Salem

Páginas: 104

Preço: Trinta e oito reais e noventa centavos

Onde encontrar: Amazon:

https://www.amazon.com.br/Memórias-tropeiro-Jorge-Antonio-Salem/dp/655872734X/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=  




NO CLUBE DA LITERATURA CLÁSSICA ROMEU E JULIETA O CLÁSSICO DE SHAKESPEARE, A MAIOR DAS HISTÓRIAS DE AMOR COM TRADUÇÃO INÉDITA E EXCLUSIVA DE GERALDO CARNEIRO, IMORTAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.



SOBRE A OBRA ROMEU E JULIETA. 

Quem nunca ouviu falar de Romeu e Julieta? É, simplesmente, a maior história de amor da literatura ocidental. A peça de William Shakespeare ainda hoje está entre as mais encenadas em teatros do mundo inteiro e recebeu inúmeras adaptações na literatura e no cinema. 

Essa história apaixonante chega ao Clube de Literatura Clássica em edição bilíngue português-inglês, ricamente anotada e com tradução inédita e exclusiva de Geraldo Carneiro, imortal da Academia Brasileira de Letras. O original e a tradução contarão com notas próprias, para facilitar e enriquecer a leitura nos dois idiomas. 

Escrita entre 1591 e 1595, Romeu e Julieta é uma tragédia romântica que conta a história de Romeu Montéquio e Julieta Capuleto.  Os dois jovens, perdidamente apaixonados, são membros de famílias inimigas que disputavam influência e poder na cidade de Verona, na Itália. 

Como dois adolescentes apaixonados poderiam viver seu amor sem serem impedidos por uma rivalidade antiga e sanguinária? É isso que a história nos conta, trazendo diversos símbolos e ensinamentos que são discutidos pelos leitores até os dias de hoje. Inúmeros autores já apontaram na obra importantes aspectos psicológicos, sociais e até mesmo espirituais.

Talvez Romeu e Julieta jamais tenham existido, realmente, embora muitos prefiram acreditar que sim, e a cidade de Verona, onde se passa a história, receba ainda hoje a peregrinação de casais apaixonados em busca da casa de Julieta. Mas certamente sua história ainda reverbera entre nós, a ponto de, mais de quatro séculos depois, a obra ainda tocar o coração de multidões. 

Romeu e Julieta, o clássico de número 50 do Clube, é uma história sobre amor, sobre a alma humana sobre cada um de nós.

 



SOBRE O AUTOR WILLIAM SHAKESPEARE

 

William Shakespeare, o “Bardo do Avon”, é amplamente reconhecido como o maior escritor da língua inglesa, bem como o principal dramaturgo de todos os tempos. De suas dezenas de obras, destacam-se, além de Romeu e Julieta, peças como Hamlet, Macbeth, Rei Lear e A Tempestade. Shakespeare foi ainda poeta, tendo deixado mais de 150 sonetos, e também ator, tendo trabalhado em companhias de teatro de Londres. 

Nascido em 1564 e falecido em 1616, em Stratford-upon-Avon, na Inglaterra, Shakespeare foi celebrado como grande escritor ainda em vida, mas só alcançou o status atual no século XIX, quando diversos movimentos culturais “redescobriram” suas obras e passaram a demonstrar cada vez mais interesse por elas.

Hoje, o “poeta nacional da Inglaterra” está na primeira prateleira do cânone literário ocidental, ao lado de nomes como Homero, Virgílio, Dante e Camões. Suas obras tratam dos mais importantes temas da existência humana.

 


 

EXPOSIÇÃO “A REALIDADE MÁXIMA DAS COISAS”

 


Devido ao sucesso da mostra: A Realidade Máxima das Coisas que reúne de forma inédita 11 artistas nipônicos, com curadoria primorosa do crítico e jornalista Jacob Klintowitz. 

A Galeria Frente decidiu adiar o término que aconteceria em 01 de junho para o dia 29 de junho de 2024, ampliando o acesso a mostra em quase um mês. Aproveite essa oportunidade e não deixe de visitar a exposição, entrada gratuita. 

Nesta exposição, estão 10 mestres artistas e uma lenda. 

Os mestres são Manabu Mabe, Tomie Ohtake, Yutaka Toyota, Megumi Yuasa, Tikashi Fukushima, Takashi Fukushima, Flavio Shiró, Tomoshige Kusuno, Jorge Mori, Kazuo Wakabayashi.

 

A lenda é Tsuguharu Foujita. Ou, como ele preferia na sua vida ocidental, Foujita. Nesse caso, também estamos diante de um mestre, mas a sua vida aventurosa, as suas viagens e a sua capacidade de adaptação estabelecem um sinal duplo, o do mestre artista, o do homem no mundo.

 

Esses artistas viveram uma extraordinária experiência. Foram formados numa cultura milenar onde o silêncio está presente e a linguagem é, ela própria, um novo ser no mundo. Nessa cultura, a arte não quer nos convencer de nada: ela pretende nos oferecer uma experiência perceptiva. Em regra, o fruidor percebe o momento que passa e é fugidio. O sinal de uma vida permanente, pois, em condições semelhantes, o acontecimento se repete e, finalmente, em si mesmo, o fruidor percebe como esse contato alargou a sua percepção do real. É o universo da expressão mínima.

 

E esses artistas entram em contato com a cultura solar, a vivência brasileira da plena luz. O mundo em que a criação é a expressão máxima. E, nesse contato com o Novo Mundo, em que o futuro está sempre presente, em que o tempo representa o sonho da liberdade, do prazer e da felicidade, esses mestres artistas elaboram, cada um à sua maneira, o diálogo visual com esse espaço no qual o tempo se prolonga ao infinito.

 

Shiró: o retrato do ser humano.

Megumi: a pedra que sonhou ser cosmo.

Wakabayashi: o Oriente e o Ocidente juntos.

Mabe: a natureza intima da matéria.

Tomoshige: a invenção da verdade.

Tikashi: o nascimento da pintura.

Mori: a pintura como perfeição.

Tomie: as superfícies ondulantes da arte.

Toyota: o encanto dos espaços invisíveis.

Takashi: a arte é o universo.

 

Foujita viajou até a França e foi personagem importante na Escola de Paris. Era um erudito e tratou o Ocidente com o requinte conceitual do Oriente. Viajante, esteve no Brasil, nos anos 1930/1931, e foi amigo de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti e Ismael Nery. Pintou, fez exposição e nos deixou, entre outras, pinturas do casal Portinari e forte retrato do poeta Manuel Bandeira. Foujita é um artista requintado e um símbolo, pois o seu percurso é o do errante, do artista transplantado, do inovador, do viajante. Sempre a sua presença é o enigma do viajante, do homem no mundo.

 

Jacob Klintowitz, curador.

 

GaleriaFrente

R. Dr. Melo Alves, 400, Cerqueira Cesar, São Paulo/SP

Informações: +55 (11) 3064-7575

 | galeriafrente@galeriafrente.com.br 














segunda-feira, 3 de junho de 2024

CONVITE PARA PALESTRA EM SEMINÁRIO NA UNIVERSO CAMPUS NITERÓI



A Prof.ª Dra. MATILDE SLAIBI CONTI convida a todos para a palestra:

“A Importância da Educação de Qualidade para o desenvolvimento profissional”

A conferência será realizada durante o Seminário Educação, Trabalho e Atendimento Humanizado, da Universidade Salgado de Oliveira.

Data: 08 de junho de 2024 – sábado.

Horário:  Às 9 horas.

Local: Universidade Salgado de Oliveira, no Bloco A, Auditório do Campus Niterói-RJ.

Endereço: Rua Marechal Deodoro, 217 - Bloco A, Centro de Niterói.

Informações: Telefone 21-2138-4942


 

NO MÊS DO MEIO AMBIENTE, MUSEU DA ENERGIA DE ITU PROMOVE OFICINA CRIATIVA DE ARTE FLORAL E EXPOSIÇÃO SOBRE O PAPEL DAS MULHERES NA CIÊNCIA.

 


Uso de elementos da natureza em criações artísticas tem como objetivo inspirar a criatividade e relacionar o meio ambiente com a arte e a educação

Na agenda de junho do Museu da Energia de Itu, o Dia Mundial do Meio Ambiente dia 5 de junho de 2024 é a inspiração da Oficina Arte com Flores Secas, que acontece no dia 8 de junho de 2024. 

A atividade é gratuita e ensina os participantes a produzirem desenhos e marcadores de página a partir de flores e folhas secas. Usando elementos da natureza, o objetivo da oficina é inspirar a criatividade e a transformação de recursos orgânicos em peças artísticas. 

Por meio de uma atividade lúdica, o Museu trabalha com o conceito de construção de relações entre cultura, educação e meio ambiente. “A partir do aproveitamento de folhas e flores, queremos despertar nas pessoas o senso de proteção, conservação e uso responsável dos elementos naturais. Com isso, acreditamos estar contribuindo para formar sociedades sustentáveis e comprometidas com a recuperação, regeneração e restauração de nosso planeta”, comenta Ana Sbrissa, coordenadora do Museu de Energia de Itu.

 

MULHERES NAS CIÊNCIAS

 

Na agenda cultural, a exposição “Liberdade, Mulher e Ciências” oferece ao público a contribuição das mulheres para as ciências e uma reflexão sobre os desafios de gênero e preconceitos enfrentados por elas em sua trajetória profissional e pessoal. A exposição acontece de terça a sábado, entre as 10h e 17h.

De acordo com Ana, a exposição se apresenta por meio de perguntas, dados estatísticos e interação, envolvendo os visitantes. “O público é conduzido a despertar questões frente aos temas abordados, impulsionando a conscientização e reflexão que levem ao diálogo e ao debate na sociedade”, explica.

Através de acervos, pesquisas, narrativas, fotos e dinâmicas, a curadoria compartilhada apresenta ao público reflexões sobre a presença feminina nas Ciências e os desafios e preconceitos enfrentados, visando à desconstrução de padrões definidos e exclusões. Para isso, o desenvolvimento da mostra aconteceu em quatro etapas: processo de pesquisa, curadoria compartilhada, programa educativo e projeto expográfico. 

O Museu da Energia é mantido pela Fundação Energia e Saneamento, entidade privada sem fins lucrativos que foi criada para preservar o patrimônio histórico da energia e saneamento no Brasil.

Serviço

Programação de junho

Local: Museu da Energia de Itu - Rua Paula Souza, 669 (Centro) – Itu/SP

- 08/06, das 15h às 16h - Oficina “Arte com Flores Secas”

Público: livre

Gratuito

 

Mais informações em: 11 2429-3530, WhatsApp (11) 94805-4429 ou e-mail itu@museudaenergia.org.br

 

- De terça a sábado, das 10h às 17h - Exposição “Liberdade, Mulher e Ciências”

 

Público: livre

 

Ingressos: Dez reais Inteira e cinco reais a meia-entrada, saiba mais sobre a política de ingressos. Clicar aqui: https://www.energiaesaneamento.org.br/museu/museu-da-energia-de-itu/  

 

 

SOBRE A FUNDAÇÃO ENERGIA E SANEAMENTO

 

Desde 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do estado de São Paulo por meio das unidades do Museu da Energia (São Paulo, Itu e Salesópolis), realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.

 

PATROCINADOR MASTER:

 

CTG Brasil

Site: http://www.museudaenergia.org.br/

Instagram: @museudaenergia  

Facebook: Museu da Energia

YouTube: Museu da Energia 











domingo, 2 de junho de 2024

NOITE ESTRELADA SOBRE O RÓDANO A OBRA DE VAN GOGH RETORNA À CIDADE ONDE FOI PINTADA, APÓS 136 ANOS.

 


Uma das maiores obras do pintor Vincent van Gogh voltou à cidade onde foi feita após 136 anos. O quadro “Noite Estrelada Sobre o Ródano” está exposto em Arles, e essa é a primeira vez que a pintura volta ao lugar onde foi pintada em 1888. Uma grande exposição dedicada à obra foi inaugurada no dia 1 de junho de 2024.

‘Noite Estrelada Sobre o Ródano’ está exposta em Arles, município no sul da França, pela primeira vez. Arles é uma cidade pequena que fica no sul da França, na região de Provence. Comunidade francesa do departamento de Bocas do Ródano, com cerca de 52.000 habitantes. Está unida ao mar Mediterrâneo através de um canal e fica a norte da região da Camarga, uma grande planície e zona úmida no delta do rio Ródano. Durante o Império Romano, a cidade era conhecida como Arelate.

Noite Estrelada Sobre o Ródano é uma pintura de 1888 do pintor holandês Vincent van Gogh. O quadro foi pintado após a sua mudança para Arles, no sul da França, nove meses antes de ser hospitalizado e dois anos antes de cometer suicídio. Em Arles, Van Gogh produziu outras obras famosas, como Quarto em Arles e Terraço do Café à Noite.

Atualmente a obra é exposta no Musée d'Orsay, em Paris, França. Ela foi exposta pela primeira vez em 1889 Salon des Artistes Independants.