sábado, 6 de outubro de 2018

O UNIVERSO OPERÍSTICO FICOU MAIS TRISTE! MONTSERRAT CABALLÉ, A DEUSA DO CANTO LÍRICO MUNDIAL, FOI ENTONAR OS SEUS CANTOS LÍRICOS AO SENHOR DEUS, A CANTORA FALECEU EM 06 DE OUTUBRO DE 2018.

  
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Montserrat Caballé, a admirável diva da ópera mundial, faleceu em 06 de outubro de 2018, em Barcelona, ​​aos 85 anos, após uma brilhante carreira de mais de meio século, que deslumbrou com interpretações de Puccini e Verdi nos palcos mais prestigiados.
 
"Ela faleceu esta madrugada no hospital de Sant Pau", declarou à AFP, fonte do centro médico de Barcelona, ​​onde estava internada desde meados de setembro.
 
A soprano espanhola, que sofreu recentemente, um acidente vascular cerebral, estava aposentada dos palcos há alguns anos. Segundo a imprensa local, sua internação no hospital de Sant Pau foi devido a problemas na vesícula.

 
O serviço fúnebre da capital catalã informou que o velório da cantora será no domingo às 14 horas (9 horas de Brasília) na funerária Les Corts. O funeral está marcado para segunda-feira no mesmo local ao meio-dia.

 
 

Montserrat Caballé, diva da ópera mundial.
 


Montserrat Caballé não se limitou à ópera. Em 1988, surpreendeu o mundo ao gravar com Freddie Mercury, o vocalista do Queen, o álbum "Barcelona". O single desse álbum se tornaria o hino dos Jogos Olímpicos de 1992 na capital catalã. Após a notícia da morte, muitas personalidades prestaram homenagem à artista.
 
"De todas as sopranas que assisti ao vivo, nunca ouvi ninguém cantando como Caballé", disse o tenor José Carreras à rádio Catalunya.

 
O cantor catalão de 71 anos, muito próximo de Caballé, afirmou estar "muito triste" com a morte desta "artista única", que o ajudou no início de sua carreira como tenor.
 
O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, lamentou a morte de "uma grande embaixadora de nosso país, uma soprano reconhecida internacionalmente".

 
A Casa Real celebrou "a melhor entre os melhores", uma "grande dama da ópera, lenda da cultura universal".
 
Em Madri, o Teatro Real anunciou que dedicará a ela a ópera "Faust" deste sábado "como homenagem simbólica a sua grandeza".
 
A cantora catalã dividiu o palco com Luciano Pavarotti, Placido Domingo e José Carreras, e se apresentou nos teatros mais prestigiados do mundo, tais como a Staatsoper de Viena, La Scala de Milão, a Ópera de Paris, Covent Garden de Londres, o Bolshoi de Moscou ou o Teatro Colón de Buenos Aires.
 
O início foi complicado para esta mulher, nascida em 12 de abril de 1933 em Barcelona, ​​em uma família muito modesta e mãe da soprano Montserrat Martí.
 
Problemas econômicos quase a obrigam a deixar a música. Mas, graças ao patrocínio de um empresário do setor têxtil, conseguiu se formar no Liceo de Barcelona, ​​que sempre considerou sua casa e onde se apresentou mais de 200 vezes.

 
Estreou na Ópera Basileia (Suíça) em 1956 com "La Bohème", de Giacomo Puccini, e depois de viver dois anos em Bremen (Alemanha), em 1962, estreou com a ópera "Arabella", de Richard Strauss, em seu amado Liceo.

 
Três anos depois, conquistou Nova York quando teve que substituir Marilyn Horne em "Lucrecia Borgia" de Donizetti.

Montserrat Caballé, diva da ópera mundial.
 

UM POUCO SOBRE MONTSERRAT CABALLÉ
 
María de Montserrat Bibiana Concepción Caballé i Folch nasceu em Barcelona, 12 de abril de 1933 foi uma famosa cantora lírica espanhola, soprano, considerada uma das maiores cantoras líricas de todos os tempos.
 
 
Filha de Carlos Caballé Borrás (1907-1995) e de Ana Folch, Montserrat, de origem humilde, viveu no período após a guerra espanhola. Entrou para o "Conservatori Superior de Música del Liceu", em Barcelona aos 11 anos de idade. Lá ela estudou técnica de canto com Napoleone Annovazzi, Eugenia Kemény e Conchita Badía. Se formou em 1954 com medalha de ouro. Caballé casou com o tenor Bernabé Martí em 1964 e tiveram dois filhos: Bernabe e Montserrat Martí Caballé (conhecida Montsita).
 
 
 
Montserrat Caballé, diva da ópera mundial.
 
 
Carreira artística

 
O início de sua carreira foi também muito modesto, até que decidiu ir para a Suíça, onde fez parte da Ópera de Basileia entre 1957 e 1959, estreando com um repertório pouco frequente para as cantoras espanholas, que incluía Mozart e Strauss, o que serviu para a sua seguinte etapa profissional, na companhia permanente da Ópera de Bremen (1959-1962).
 
 
Montserrat Caballé, diva da ópera mundial
(Início de sua estreia nos palcos - 1965)
 
 
Mas sua verdadeira estreia mundial se deu na noite de 20 de abril de 1965, no Carnegie Hall, quando teve que substituir, imprevisivelmente, Marilyn Horne na ópera Lucrezia Borgia de Donizetti: sua atuação lhe rendeu 25 minutos de aplausos ao término de uma representação e um dos mais importantes críticos nova-iorquinos titulou ao dia seguinte "Callas + Tebaldi = Caballé". A partir desse momento, Caballé ficou conhecida como uma das grandes divas da ópera mundial e a fama lhe gerou vários anos de teatros lotados para assistir às suas apresentações. Hoje tem em discos uma variedade enorme em estilo e repertório que estão em mais de 130 gravações, abrangendo papéis tão díspares quanto a Salome de Richard Strauss, Fiordiligi da ópera Così fan tutte de Mozart, Norma de Bellini e Mimì da ópera La Bohème de Puccini.
 
 
 
Montserrat Caballé e  Freddie Mercury
 
 
Em 1988, junto com Freddie Mercury, do grupo de rock britânico Queen, grava o álbum Barcelona, considerado um mito na união de uma cantora de ópera com um cantor de rock, sendo considerado um dos melhores trabalhos de ambos, logo após, saíram numa pequena turnê que foi registrada em vídeo em Ibiza. Em 1992 cantou na abertura dos jogos olímpicos de Barcelona, sem a presença de Freddie Mercury, que faleceu no ano anterior ao evento, mas ela fez um dueto virtual com este, fato que a emocionou muito. Este dueto virtual se repetiu em 1999, antes da final da UEFA Champions League, entre Manchester United e Bayern de Munique, que foi vencida pela equipe inglesa de Manchester.
 
 
 
Montserrat Caballé e  Freddie Mercury
 
 
 
Ela fez um tributo a Freddie Mercury cantando Bohemian Rhapsody junto a outro grande vocalista de heavy metal, Bruce Dickinson, vocalista da banda Iron Maiden. Essa versão é uma versão mais operística, por parte de Montserrat. Esse tributo pode ser encontrado no álbum "Montserrat Friends for Life". A cantora faleceu aos 85 anos devido a uma infecção na vesícula biliar, em 06 de outubro de 2018.
 
 
 

Montserrat Caballé, a admirável diva da ópera mundial, faleceu em 06 de outubro de 2018, em Barcelona, ​​aos 85 anos, após uma brilhante carreira de mais de meio século, que deslumbrou com interpretações de Puccini e Verdi nos palcos mais prestigiados.
 
 

O UNIVERSO OPERÍSTICO FICOU MAIS TRISTE! MONTSERRAT CABALLÉ, A DEUSA DO CANTO LÍRICO MUNDIAL, FOI ENTONAR OS SEUS CANTOS LÍRICOS AO SENHOR DEUS, A CANTORA FALECEU EM 06 DE OUTUBRO DE 2018.
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O MUNDO DO MONTEIRO LOBATO OCUPA A SALA CARLOS COUTO, ANEXA DO TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI. QUE BOM VIAJAR AO TEMPO DE CRIANÇA!

 
 
MONTEIRO LOBATO - ESCRITOR
 
 

 
 
A Sala Carlos Couto, em parceria com o Espaço de Leitura Tatiana Belinky e a MoMa Editora, abre a exposição “O Mundo do Monteiro Lobato”, no dia 06 de outubro, às 14 horas, com direito a presença de personagens do autor: Boneca Emília e Visconde de Sabugosa (Cia Sassaricando). Na ocasião, haverá também, às 15h, contação da história sobre a personagem Narizinho, com a professora Cássia Coutinho.
 
 
 
 
 
 
 
 
A mostra, com curadoria de Mônica Martins, será composta pelas primeiras edições dos livros de Monteiro Lobato, também por edições atuais, além de bonecos dos famosos personagens criados por Lobato, como Emília, Dona Benta, Narizinho, Saci Pererê, Visconde de Sabugosa, todos originais cedidos pela Rede Globo.
 
 
Durante 55 dias, os visitantes terão a sensação de estar entrando nos mundos de Monteiro Lobato, como o Sítio do Pica-pau Amarelo, por exemplo. A sala contará com um cantinho da leitura, onde será possível ler até 15 títulos do escritor, que foram emprestados pela Biblioteca Municipal.
 
 
 
O conteúdo da exposição foi reproduzido com autorização de seus autores. A curadoria faz um agradecimento especial a representante da Monteiro Lobato Licenciamentos, Joyce Campos Komblush, e aos autores do ‘Projeto Memória de 1988’: Carmen Lúcia de Azevedo, Marcia Mascarenhas Camargo e Vladimir Sacchetta.
 

 

  
 
 
 
 
 
 
 
 
SERVIÇO
 
Exposição “O Mundo de Monteiro Lobato”
 – Sala Carlos Couto
Abertura: 06 de outubro
Horário: 14 horas
Visitação: 07 de outubro a 30 de novembro
Horário: Terça a sexta, das 10h às 18h; sábados e domingos, das 15h às 18h
ENTRADA GRATUITA
Local: Sala Carlos Couto – Anexa ao
Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro,
Niterói - RJ
Tel: 2620-1624
 
 
 
 
 
 
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FONTE:
Assessoria de Imprensa – TMN
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN

V FESTIVAL DE COROS DO PROGRAMA APRENDIZ, NO TEATRO POPULAR OSCAR NIEMEYER, EM 10 DE OUTUBRO DE 2018.


 



 
 

No dia 10 de outubro vai acontecer, às 18h, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, O V Festival de Coros do Programa Aprendiz. E com ingresso a preço popular: R$ 2.
 

Nesta edição, vão se apresentar os grupos formados por alunos das unidades escolares atendidas pelo Programa Aprendiz e o Coro da Sala Aprendiz. O Festival também contará com a participação de outros quatro coros Infanto-Juvenis: Clube do Coral CLAC, Coral Agnes Moço, Coral Jovem de Itatiaia e Coral Juvenil da Rocinha.

 
Mais sobre os Coros:

 
Coro Referência Aprendiz

 

Regido pela maestrina Fátima Mendonça, do Programa Aprendiz - Música na Escola - iniciativa mantida pela Prefeitura de Niterói. O Coro é composto por crianças e jovens entre 10 e 23 anos, que compõe as classes de Canto e Iniciação Musical do Aprendiz, além de professores. A "performance" aposta em refinamento e inovação. Atualmente o grupo se apresenta com até oito vozes abertas simultaneamente, além de executar percussão corporal em uma das canções.

 

Coros Escolares
 

Formados por cerca de 100 crianças, o grupo reúne os coros escolares da rede municipal de educação que fazem parte do Programa Aprendiz - Música na escola.


Coros convidados:

Rocinha

 

Desde 1995, a Escola de Música da Rocinha mantém a atividade de Canto Coral para crianças, adolescentes e jovens. Esta ação, assim como os cursos de instrumentos oferecidos na escola, cumpre o papel de contribuir para a formação geral dos alunos, possibilitando o acesso ao estudo da Música e aumentando suas chances de obterem bom rendimento na escola regular.

O grupo trabalha com repertório variado que engloba tanto a música popular quanto a erudita e a de tradição oral. Já participou de diversos encontros na cidade do Rio de Janeiro, Campos, Teresópolis, Maceió e São Paulo. Ao longo de sua história o grupo atuou em gravações, com destaque para a participação nos CDs da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro (1998) e dos músicos: Joanna (2002), João Bosco (2002), e em 2001 lançou seu primeiro CD: PAZ – Coro da Escola de Música da Rocinha.  Também foi destaque nos programas de Fátima Bernardes e de Luciano Huck, além de envolver-se em shows com ícones da musica nacional e internacional.

 

CLAC

 

Criado em 2011, é um curso livre de prática coral para jovens, com ênfase no repertório popular internacional. Em 2017, o grupo apresentou programa dedicado a Chico Buarque. Os arranjos são escritos atendendo as especificidades do grupo.

 

ITATIAIA

 

O Coral Jovem é formado por alunos do Projeto Música nas Escolas, que é desenvolvido na Rede Municipal de Ensino de Itatiaia/RJ. Foi idealizado pelo Maestro Jorge Botelho. Atualmente é coordenado pela Profª Maristela de Souza Feliciano da Silva e tem como auxiliar o Profº Haroldo de Castro.

 
 

AGNES MOÇO

 

Fundado em 1993. Em 1987, deu-se início o Curso de especialização Agnes Moço trabalhando com crianças desde oito meses de idade. Muitos integrantes do coral começaram com essa idade, dando continuidade aos seus conhecimentos no Canto Coral. Inspirados no mestre Villa-Lobos, utiliza desde o repertório folclórico nacional e estrangeiro, passando por sacro, popular e clássico. O coral vem mantendo atividades nas mais diferentes áreas, realizando concertos, CDs, gravações para televisão, jingles, trilha sonora de peças, entre outros.

 

 

 

SERVIÇO
 
Título: V Festival de Coros do Programa Aprendiz música na escola
Subtítulo: Programa Aprendiz | Música na Escola
Data: 10 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 18h
Duração: 90min
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n - Centro, Niterói – RJ
Telefones: (21) 2620-6101
Ingressos: R$ 2,00 *Sujeito à lotação
Classificação indicativa: Livre

 

 

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FONTE
Departamento de Imprensa SMC/FAN
Secretaria Municipal de Cultura - Niterói
Fundação de Arte de Niterói - FAN

 

 

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

DESTAQUE DO DIA: O NOME DO PINTOR ISRAEL PEDROSA É APROVADO COMO O "PATRONO" DA CLASSE DE BELAS-ARTES, NA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS.


 
Israel Pedrosa - Pintor e professor
 

 
 

Em votação unânime em Assembleia realizada recentemente, na Academia Fluminense de Letras o nome do pintor Israel Pedrosa é aprovado para ser o Patrono da Cadeira que será ocupada pelo artista plástico e professor Robert Preis, na Classe de Belas-- Artes, na centenária instituição fluminense. Criador do Brasão da UFF - universidade Federal Fluminense.

O artista e professor, Israel Pedrosa, está para sempre guardado na memória da história e da cultura fluminense e brasileira. Autor do livro de grande prestígio “Da cor a cor inexistente”, sobre o trabalho que desenvolveu com a teoria das cores, Israel se mostrou um apaixonado pelas artes. Tem em sua obra literária como a mais difundida no Brasil e durante sua trajetória realizou inúmeras exposições em Paris, Lyon e Copenhague. Ao questioná-lo sobre o fato pessoal mais marcante de sua vida, ele responde com muita satisfação que foi ter sido aluno de Portinari, quando tinha apenas 16 anos.

O pintor tem um fato marcante, foi ele que desenhou o símbolo da universidade: “foi muito bem aprovado e tão bem reproduzido que é utilizado até hoje”, disse ele. Criado para que fizesse parte de um cartaz exposto durante a semana de cultura da UFF, o logotipo fez tanto sucesso que Israel ganhou um pequeno escudo de ouro como presente de professores visitantes de diversas partes do país. Não demorou em que o símbolo começasse a ser utilizado por alunos e professores e, mesmo já sendo usado desde 1967, sua oficialização só aconteceu quatro anos atrás.
 
 
 

 

UM POUCO SOBRE ISRAEL PEDROSA

 

ISRAEL PEDROSA foi pintor, professor, pesquisador e historiador de arte, sócio Honorário da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte. Nasceu em Alto Jequitibá – MG, em 1926. Discípulo de Candido Portinari cursou a École Nationale Superieure dês Beaux-Arts, Paris (1948 – 1950). Foi o mais jovem integrante da FEB – Força Expedicionária Brasileira –, na Itália. No 1° Congresso Mundial – Palais de Chaillot – Paris, 1948 –, foi eleito Vice-Presidente da Federação Internacional dos Ex-Combatentes, um dos órgãos não governamentais da UNESCO.

Ao longo de sua carreira, realizou cursos e conferências no Brasil e no exterior (França, Bélgica, Hungria, Alemanha e México).

É citado em numerosa bibliografia, como em dois livros de Jacob Klintowitz, O ofício da pintura e A cor inexistente e o aprendiz do novo.

Fundador da Cadeira de História da Arte na UFF – Universidade Federal Fluminense (1963). Consultor ad hoc do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (1986). Revelador do domínio da Cor Inexistente (1966).

Aprofundou seus estudos sobre a “cor inexistente” que, segundo ele, seria “uma cor complementar produzida pela ação dos contrastes de várias gamas de uma cor primária, levadas ao paroxismo”, entre 1969 e 1972. Continuando suas pesquisas sobre a “cor inexistente”, encontrou no escritor alemão Goethe passagens que lhe permitiram considerar este como um precursor da sua teoria. Por esta descoberta recebeu bolsa da embaixada alemã e o Prêmio Thomas Mann, em 1973. No ano de 1977 foi publicado o livro Da cor à cor inexistente. Viajou à Alemanha e à Bélgica. Foi indicado pelo Ministério das Relações Exteriores, em 1978, como representante do Brasil no Salão do Livro de Montreal, Canadá.

Foi um dos vencedores do Prêmio Thomas Mann, instituído pela Embaixada da República Federal da Alemanha e União Brasileira de Escritores (1973). Recebeu o prêmio destaque Hilton de pintura da década de 1970. É o autor de O Brasil em cartas de Tarô, série de 22 telas tendo figuras reais e míticas de nossa História como arcanjos maiores. Em 1996, foi condecorado com a Ordem do Rio Branco, grau de Oficial. Possui trabalhos nos acervos do Museu Nacional de Belas-Artes, nos Museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e São Paulo, no MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubiand e do MAB-FAAP – Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado.

É autor dos livros: Da Cor à Cor Inexistente (1977), O Brasil em Cartas de Tarô (1991), O Universo da Cor (2003) e Na Contramão dos Preconceitos Estéticos da Era dos Extremos (2007). Há 17 anos vem realizando pesquisas e pintando réplicas de quadros célebres, em reflexão pictórica sobre os últimos 500 anos da arte ocidental, para o livro em preparo: Dez Aulas Magistrais.
 
 

 
 
 
 

LIVROS PUBLICADOS

Da cor à cor inexistente (1977)
Na contramão dos preconceitos estéticos
Guerra e Paz
O Universo da Cor
Pedrosa o Brasil em cartas de tarô




Cópia feita por Israel Pedrosa
de Natureza Morta com Bíblia,
de Van Gogh - foto Samille Reis.





 
 

EXPOSIÇÕES

 

1947 - Salão Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro)

1949 - 1ª Exposição dos Artistas da América Latina (Paris)

1950 - Exposição Internacional (Lyon)

1951 - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon (São Paulo)

1952, 1955, 1956 e 1959 (1º, 4º, 5º e 8º) Salão Nacional de Arte Moderna (Rio de Janeiro)

1978 - 1ª Bienal Latino-Americana de São Paulo, na Fundação Bienal (São Paulo)

1989 - FIAC, no Grand Palais (Paris)

1989 - Artista Participante - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg (Copenhague)

1994 - Os Novos Viajantes, no Sesc/Pompéia (São Paulo)

1997 - Exposição de lançamento do Catálogo Virtual de Artistas de Niterói, na Sala Carlos Couto, Niterói Artes, Fundação de Arte de Niterói (Niterói)

2001 - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB-FAAP (São Paulo)

2002 - Niterói Arte Hoje, no MAC/Niterói (Niterói)

2002 - Niterói Arte Hoje, no Centro Cultural Candido Mendes (Niterói)

 

 

PRÊMIOS

 

 

Prêmio Thomas Mann, conferido pela Embaixada da República Federal da Alemanha.

Prêmio Destaque Hílton de PIntura Colar do Mérito Universitário, conferido pela UFF em 2015; Entre outros prêmios, honrarias e homenagens.

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COM ENTREVISTA DE ISRAEL PEDROSA
AO PROFESSOR LUIZ ANDRADE - 2010
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Entrevista com o Professor da UFF Israel Pedrosa, concedida ao Prof. Luiz Andrade, no ano de 2010. Nascido em Alto Jequitibá, Minas Gerais, Israel foi discípulo de Cândido Portinari e estudioso da genealogia das cores. Quando nos encontramos no seu Ateliê, naquele ano de 2010, Israel estava completamente envolvido com um de seus grandes projetos - Dez Aulas Magistrais - e conversamos bastante sobre ele. Eu aprendi muito sobre pintura e sobre a genealogia "da cor à cor inexistente", um de seus clássicos. Para mim, a experiência vivida neste dia foi mais uma "aula magistral". Em 7 de fevereiro Israel foi pintar o céu e nos deixou aqui mergulhados em lembranças eternas. Luiz Andrade, Niterói,1/5/2018.
 

 



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O professor historiador e pintor Israel Pedrosa, presença de inigualável propensão, com certeza é sinônimo de orgulho para todos os fluminenses, suas pinturas são fenomenais. O talentoso pintor Israel Pedrosa estará para sempre guardado na memória cultural brasileira.