Nova unidade da livraria inaugura no átrio do museu, que tem a história contada em livro organizado por Charles Cosac
Rio de Janeiro, abril de 2026. Consolidado como o museu mais visitado da América do Sul e uma referência internacional na articulação entre ciência, cultura e sustentabilidade, o Museu do Amanhã segue celebrando seus dez anos com dois novos marcos: o lançamento do livro “Dez anos de amanhãs”, organizado por Charles Cosac –, e a inauguração de uma nova unidade da Janela Livraria, instalada no átrio do museu e aberta ao público a partir de 14 de abril.
Para o diretor do Museu do Amanhã, Cristiano Vasconcelos, os dois lançamentos sintetizam o papel que a instituição vem construindo ao longo de sua trajetória. “Nesses dez anos, o Museu do Amanhã se firmou como um espaço de perguntas fundamentais sobre o nosso tempo. O livro e a livraria chegam como desdobramentos naturais dessa vocação, ampliando o acesso ao conhecimento e criando outras formas de engajamento com o público”, afirma.
Organizado por Charles Cosac e publicado pela editora Cosac, “Dez anos de amanhãs” é uma obra de fôlego que revisita a trajetória do Museu do Amanhã desde sua concepção até sua consolidação como espaço de reflexão sobre o futuro. Com mais de 500 páginas, o livro articula diferentes olhares, históricos, científicos e curatoriais para narrar não apenas a história da instituição, mas também sua relação com o território da Pequena África e com a própria cidade do Rio de Janeiro.
A publicação reúne textos de pesquisadores e curadores, como Sheila de Castro Faria e Fabio Scarano, além de entrevistas com três nomes centrais para a criação do museu: o arquiteto Santiago Calatrava; Ricardo Piquet, diretor geral do idg, instituto que gere o espaço desde a fundação; e Luiz Alberto Oliveira, que atuou na curadoria do projeto original e da renovação da exposição permanente intitulada do “Do Cosmos a Nós”. Um ensaio visual assinado por Thales Leite e uma linha do tempo com exposições e marcos institucionais complementam a edição, que conecta passado, presente e futuro ao abordar temas como mudanças climáticas, memória, urbanismo e os limites do planeta.
“As ilustrações, as fotografias, os mapas, os textos, as cores, a capa, todo o livro registra as inúmeras alterações sofridas pela Baía da Guanabara desde o século XVI até hoje. Essa iniciativa teve o intuito de destacar a importância do Museu do Amanhã como polo cultural de excelência e um novo brilhante a integrar o já opulento cenário, que é a panorâmica do Rio de Janeiro”, explica Charles Cosac.
A inauguração da livraria Janela, por sua vez, amplia a experiência do visitante ao transformar o museu também em um espaço dedicado à leitura e à convivência. Instalado no átrio do edifício, o novo espaço reúne livraria e cafeteria em um ambiente concebido como ponto de encontro entre ideias, pessoas e diferentes campos do saber.
“O Museu do Amanhã, um dos mais visitados do Brasil, é um lugar icônico, reconhecido mundialmente por sua proposta e arquitetura inovadoras e por representar o pensamento do futuro. Pensamos nessa nova loja como uma Janela para o Amanhã, um convite aos leitores a atravessarem diferentes territórios do conhecimento”, avalia Leticia Bosisio, sócia da Janela.
Com cerca de 100 m², o projeto arquitetônico assinado por Flavio Rogozinski, com light design de Diana Joels e Tomás Ribas, foi pensado como uma extensão da experiência museal, privilegiando a permanência e a troca. A curadoria da livraria parte do entendimento do livro como uma tecnologia atemporal, capaz de atravessar épocas e organizar o pensamento, reunindo títulos que dialogam com temas centrais do museu, como ciência, arte e meio ambiente.
Entre os destaques do espaço está a Janelinha, área dedicada ao público infantil, com livros voltados à imaginação e à descoberta, além de elementos lúdicos como uma estrutura de escalada e uma arquibancada que convida à leitura coletiva. O ambiente também conta com intervenções artísticas: um painel do ilustrador Roger Mello e luminárias concebidas por Thomaz Velho, reforçando o diálogo entre arte, literatura e experiência sensorial.
A inauguração ocorre no dia 14 de abril, em um momento simbólico para a cidade, marcando também o encerramento do ciclo em que o Rio de Janeiro foi Capital Mundial do Livro.
SOBRE O MUSEU DO AMANHÃ
O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão — idg. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, conta com o Itaú como patrocinador estratégico, Shell, Vale e Motiva como mantenedores e patrocinadores que inclui IBM e TAG. Tem a Globo como parceiro estratégico, copatrocínio da Águas do Rio, Heineken e Saint-Gobain, apoio da Bloomberg, Engie, B3, White Martins, Caterpillar, Granado, Mattos Filho, EMS e Porto. Através da Lei de Incentivo Municipal tem o apoio da Accenture e Fitch Ratings e conta com a parceria de mídia da Rádio Mix, NovaParadiso, JB FM, Revista Piauí, Folha de S.Paulo e Canal Curta ON.
SOBRE O IDG
Há mais de 20 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.
Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; e o Paço do Frevo, no Recife. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e inaugurou o Museu das Amazônias, em Belém.
SOBRE A COSAC
A Cosac Naify (1997–2015) consolidou-se como uma das mais relevantes editoras do país ao publicar mais de 1.600 títulos nas áreas de humanidades, contribuindo para a formação de um público fiel e para a ampliação do repertório cultural no Brasil; no final de 2024, a editora retomou suas atividades, agora rebatizada como COSAC, mantendo-se fiel ao seu legado e, ao mesmo tempo, atenta às grandes questões do debate contemporâneo, com a proposta de construir um catálogo novo e diverso sem abrir mão do apuro editorial e da excelência gráfica que definem a marca desde a origem, em áreas como artes plásticas, cinema, teatro, literatura, biografia, ensaio, teoria e história.
SOBRE A JANELA LIVRARIA
A Janela Livraria nasceu em 2020, no Jardim
Botânico, fundada por Leticia Bosisio e Martha Ribas com o propósito de
aproximar pessoas por meio da literatura e integrar o livro à vida da cidade. A
partir da expansão para a Gávea e Laranjeiras, Antonia Moura e Renata Maciel se
juntam como sócias, consolidando a livraria como um ponto de encontro cultural
no Rio de Janeiro. Mais do que um espaço de venda, a Janela promove encontros,
clubes de leitura e uma programação contínua que articula autores, leitores e a
vida urbana. Em parceria com a Mapa Lab, desenvolve projetos editoriais
próprios, e, com a Janelinha, voltada ao público infantil, investe em leituras
elásticas que conectam livros a diferentes linguagens. A Janela afirma a
livraria como espaço de convivência, diversidade e construção coletiva, onde a
leitura se torna prática viva e compartilhada.
FONTE
Assessoria de Imprensa - Museu do Amanhã

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