Entre os dias 9 e 12 de abril de 2026, SINOP, no coração de Mato Grosso, se transforma em palco de um encontro que transcende fronteiras e celebra a força da palavra. O VI Encontro Nacional e V Encontro Internacional da AJEB não é apenas uma reunião de jornalistas e escritoras: é um rito de passagem, uma travessia coletiva em que vozes se entrelaçam, histórias se revelam e a literatura se afirma como abrigo e espelho da alma. O evento, organizado pela Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, fundada em 1970, reúne mulheres que carregam em suas trajetórias o poder de narrar, de registrar e de reinventar mundos.
Do Rio de Janeiro e de outros estados, seguirão inúmeras ajebianas, inclusive, a presidente da AJEB-Rio Márcia Márcia Schweizer, a jornalista Nina Fernandes, Edilde Cândido, que também faz parte da diretoria e Glaudia Mamede rumo a SINOP para o VI Encontro Nacional e V Encontro Internacional da AJEB.
Cada uma leva consigo sua história, sua voz e sua contribuição para esse grande mosaico de literatura e jornalismo que se desenha em abril. É uma presença coletiva que engrandece o evento e reafirma a força da AJEB como espaço de união e partilha.
Entre tantas mulheres que se preparam para viver esses dias intensos, escolhemos destacar a alegria de Ana Maria Tourinho, Membro da AJEB-RJ, que compartilhou com entusiasmo os cards de divulgação e declarou-se honrada em participar, onde, inclusive, acontecerá a posse da nova diretoria nacional da qual faz parte do Conselho Fiscal. Agradecemos a Ana Maria, a consideração em compartilhar conosco, no particular, esse seu importante projeto.
Sua felicidade traduz o espírito que move todas nós: o orgulho de estar presente, de lançar palavras ao mundo e de celebrar juntas a literatura como abrigo, espelho e travessia.
A programação se estende por quatro dias intensos, em espaços que vão da universidade ao shopping, da fazenda ao cinema, da Câmara Municipal ao parque ecológico. Cada ambiente se torna cenário de uma experiência singular: palestras que iluminam, lançamentos de livros que eternizam, apresentações culturais que encantam, homenagens que reconhecem. Há o calor humano da acolhida, o brilho das honrarias, o sabor do café compartilhado, o riso no karaokê, o silêncio reverente diante das artes expostas. É uma celebração plural, onde a palavra escrita dialoga com a música, com a imagem, com o gesto, compondo um mosaico de brasilidade e universalidade.
Nesse contexto vibrante, a presença de Ana Maria Tourinho, coordenadora da AJEB-RJ, ganha contornos de símbolo. Jornalista e escritora, ela traz consigo não apenas sua trajetória, mas também o lançamento de uma obra que já nasce com a marca da coletividade: “Alma em Palavras: A Literatura como Abrigo, Espelho e Travessia”, parte da Coletânea Internacional da AJEB. O título é, por si só, um manifesto. Fala de literatura como refúgio diante das intempéries, como reflexo das inquietações humanas, como ponte que conduz ao outro e a si mesmo.
O encontro com Ana Maria está marcado para a sexta-feira, 10 de abril, às 13h30min, no Salão Internacional do Livro. Mais do que um lançamento, será um convite à reflexão. Ao falar de alma e literatura, Ana Maria nos lembra que escrever é também sobreviver, é resistir, é se reinventar. Sua voz ecoa como a de tantas mulheres que, ao longo da história, encontraram na palavra um espaço de liberdade e de afirmação.
Assim, o evento em SINOP se desenha como um grande ritual de pertencimento. Cada atividade, cada gesto, cada livro lançado compõe uma narrativa maior: a de que a literatura é viva, pulsante, necessária. E a presença de Ana Maria Tourinho, com sua obra e sua sensibilidade, reforça essa certeza. Em tempos de ruídos e dispersões, o encontro da AJEB nos devolve à essência: a palavra como abrigo, como espelho, como travessia.
No fim, o que se celebra não é apenas a literatura, mas a própria vida. A vida que se escreve, que se canta, que se compartilha. A vida que se reconhece na diversidade e que se fortalece na união. Em Sinop, durante esses dias de abril, a AJEB nos lembra de que somos feitos de histórias, e que, ao contá-las, nos tornamos eternos.
© Alberto Araújo
Focus Portal Cultural
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