quinta-feira, 19 de novembro de 2020

EM 20 DE NOVEMBRO, O PASTOR MARTIN LUTHER KING É HOMENAGEADO PELO FOCUS PORTAL CULTURAL

 




Confira a íntegra do discurso feito por Martin Luther King há 50 anos. No dia 28 de agosto de 1963, ele discursou para cerca de 250 mil pessoas sobre seu sonho de ver uma sociedade em que todos seriam iguais sem distinção de cor e raça.

 

"Eu Tenho um Sonho" é considerado um dos discursos mais refinados na história da oratória dos Estados Unidos.[124] A marcha, e especialmente, a fala de King, ajudou a colocar os direitos civis no topo da prioridade dos reformadores dos EUA e facilitou a implementação da Lei dos Direitos Civis de 1964.[125][126]

 

A cópia original do discurso escrita em máquina de escrever, incluindo notas à mão de King, foi descoberta em 1984 sob os pertences de George Raveling, o primeiro treinador de basquete afro-americano da Universidade de Iowa. Em 1963, Raveling, então com 26 anos, estava perto do pódio onde King discursou, e imediatamente após a fala perguntou ao líder civil se poderia ter a cópia do discurso. King aceitou.[127]



DISCURSO DE MARTIN LUTHER KING JR.

 

Estou feliz por estar hoje com vocês num evento que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nosso país.

 

Há cem anos, um grande americano, sob cuja simbólica sombra nos encontramos, assinou a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um grande raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para pôr fim à longa noite de cativeiro.

 

Mas, cem anos mais tarde, devemos encarar a trágica realidade de que o negro ainda não é livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro está ainda infelizmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação.

 

Cem anos mais tarde, o negro ainda vive numa ilha isolada de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro ainda definha nas margens da sociedade americana estando exilado em sua própria terra. Por isso, encontramo-nos aqui hoje para dramatizar essa terrível condição.

 

De certo modo, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitetos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam a assinar uma nota promissória da qual todo americano seria herdeiro. Essa nota foi uma promessa de que todos os homens teriam garantia aos direitos inalienáveis de "vida, liberdade e à procura de felicidade".

 

É óbvio que a América de hoje ainda não pagou essa nota promissória no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar esse compromisso sagrado, a América entregou ao povo negro um cheque inválido devolvido com a seguinte inscrição: "Saldo insuficiente".

 

Porém recusamo-nos a acreditar que o banco da justiça abriu falência. Recusamo-nos a acreditar que não haja dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidade desse país. Então viemos para descontar esse cheque, um cheque que nos dará à vista as riquezas da liberdade e a segurança da justiça.

 

Viemos também para este lugar sagrado para lembrar à América da clara urgência do agora. Não é hora de se dar ao luxo de procrastinar ou de tomar o remédio tranquilizante do gradualismo. Agora é tempo de tornar reais as promessas da democracia.

 

Agora é hora de sair do vale escuro e desolado da segregação para o caminho iluminado da justiça racial. Agora é hora [aplausos] de retirar a nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a sólida rocha da fraternidade. Agora é hora de transformar a justiça em realidade para todos os filhos de Deus.

 

Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência desse momento. Esse verão sufocante da insatisfação legítima do negro não passará até que chegue o revigorante outono da liberdade e igualdade. Mil novecentos e sessenta e três não é um fim, mas um começo. E aqueles que creem que o negro só precisava desabafar e que agora ficará sossegado, acordarão sobressaltados se o país voltar ao ritmo normal.

 

Não haverá nem descanso nem tranquilidade na América até o negro adquirir seus direitos como cidadão. Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir os alicerces do nosso país até que o resplandecente dia da justiça desponte.

 

Há algo, porém, que devo dizer a meu povo, que se encontra no caloroso limiar que conduz ao palácio da justiça: no processo de ganhar o nosso legítimo lugar não devemos ser culpados de atos errados. Não tentemos satisfazer a sede de liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio. Devemos sempre conduzir nossa luta no nível elevado da dignidade e disciplina.

 

Não devemos deixar que o nosso protesto criativo se degenere na violência física. Repetidas vezes, teremos que nos erguer às alturas majestosas para encontrar a força física com a força da alma.

 

Esta nova militância maravilhosa que engolfou a comunidade negra não nos deve levar a desconfiar de todas as pessoas brancas, pois muitos dos irmãos brancos, como se vê pela presença deles aqui, hoje, estão conscientes de que seus destinos estão ligados ao nosso destino.

 

E estão conscientes de que sua liberdade está intrinsicamente ligada à nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. À medida que caminhamos, devemos assumir o compromisso de marcharmos em frente. Não podemos retroceder.

 

Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: "Quando é que ficarão satisfeitos?" Não estaremos satisfeitos enquanto o negro for vítima dos indescritíveis horrores da brutalidade policial. Jamais poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados com as fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso aos hotéis de beira de estrada e das cidades.

 

Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade básica do negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Não podemos estar satisfeitos enquanto nossas crianças forem destituídas de sua individualidade e privadas de sua dignidade por placas onde se lê "somente para brancos".

 

Não poderemos estar satisfeitos enquanto um negro no Mississippi não puder votar e um negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos e só estaremos satisfeitos quando "a justiça correr como a água e a retidão como uma poderosa corrente".

 

Eu sei muito bem que alguns de vocês chegaram aqui após muitas dificuldades e tribulações. Alguns de vocês acabaram de sair de pequenas celas de prisão. Alguns de vocês vieram de áreas onde a sua procura de liberdade lhes deixou marcas provocadas pelas tempestades de perseguição e pelos ventos da brutalidade policial.

 

Vocês são veteranos do sofrimento criativo. Continuem a trabalhar com a fé de que um sofrimento injusto é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Luisiana, voltem para as favelas e guetos das nossas modernas cidades, sabendo que, de alguma forma, essa situação pode e será alterada. Não nos embrenhemos no vale do desespero.

 

Digo-lhes hoje, meus amigos, que, apesar das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

 

Eu tenho um sonho que um dia essa nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: "Consideramos essas verdades como auto-evidentes que todos os homens são criados iguais."

 

Eu tenho um sonho que um dia, nas montanhas rubras da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.

 

Eu tenho um sonho que um dia mesmo o estado do Mississippi, um estado desértico sufocado pelo calor da injustiça, e sufocado pelo calor da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.

 

Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje.

 

Eu tenho um sonho que um dia o estado do Alabama, com seus racistas cruéis, cujo governador cospe palavras de "interposição" e "anulação", um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar-se as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje.

 

Eu tenho um sonho que um dia "todos os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas; os lugares mais acidentados se tornarão planícies e os lugares tortuosos se tornarão retos e a glória do Senhor será revelada e todos os seres a verão conjuntamente".

 

Essa é a nossa esperança. Essa é a fé com a qual eu regresso ao Sul. Com essa fé nós poderemos esculpir na montanha do desespero uma pedra de esperança. Com essa fé poderemos transformar as dissonantes discórdias do nosso país em uma linda sinfonia de fraternidade.

 

Com essa fé poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, ser presos juntos, defender a liberdade juntos, sabendo que um dia haveremos de ser livres. Esse será o dia, esse será o dia quando todos os filhos de Deus poderão cantar com um novo significado:

 

Meu país é teu, doce terra da liberdade, de ti eu canto.

 

Terra onde morreram meus pais, terra do orgulho dos peregrinos, que de cada lado das montanhas ressoe a liberdade!

 

E se a América quiser ser uma grande nação, isso tem que se tornar realidade.

 

E que a liberdade ressoe então do topo das montanhas mais prodigiosas de Nova Hampshire.

 

Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque.

 

Que a liberdade ressoe das elevadas montanhas Allegheny da Pensilvânia.

 

Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve das montanhas Rochosas do Colorado.

 

Que a liberdade ressoe dos picos curvos da Califórnia.

 

Mas não só isso; que a liberdade ressoe da montanha Stone da Geórgia.

 

Que a liberdade ressoe da montanha Lookout do Tennessee.

 

Que a liberdade ressoe de cada montanha e de cada pequena elevação do Mississippi. Que de cada encosta a liberdade ressoe.

 

E quando isso acontecer, quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada lugar, de cada estado e cada cidade, seremos capazes de fazer chegar mais rápido o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção espiritual negra:

 

Finalmente livres! Finalmente livres!

 

Graças a Deus Todo Poderoso, somos livres, finalmente."

 

 MARTIN LUTHER KING

28 DE AGOSTO DE 1963

******************************************

 

 

"Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

 

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

 

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

 

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

 

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter.

 

Eu tenho um sonho hoje!

 

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos.

 

Eu tenho um sonho hoje!"

 

— Martin Luther King Jr. [123]

 

 

 

 

 

 

Martin Luther King Jr. nascido Michael King Jr. nasceu em Atlanta, 15 de janeiro de 1929 e faleceu em Memphis, 4 de abril de 1968, foi um pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968. King é amplamente, conhecido pela luta dos direitos políticos através da não violência e desobediência civil, inspirado por suas crenças cristãs e o ativismo não violento de Mahatma Gandhi.

 

King liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente se tornou o primeiro presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul (abreviado em inglês como SCLC). Como presidente da SCLC, ele liderou sem sucesso em 1962 a luta contra a segregação em Albany, e foi um dos participantes que organizaram os protestos não violentos de 1963 em Birmingham. King ajudou na organização da Marcha sobre Washington onde ele ditou seu famoso discurso "Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") aos pés do Memorial de Lincoln.

 

Em 14 de outubro de 1964, King ganhou o Prêmio Nobel da Paz por combater o racismo nos Estados Unidos através da resistência não violenta. Em 1965, ele ajudou a organizar as Marchas de Selma a Montgomery. Nos seus últimos anos, ele ampliou seu ativismo contra a pobreza e a Guerra do Vietnã. O diretor do FBI J. Edgar Hoover achava King um radical e fez dele alvo do programa de contrainteligência a partir de 1963. Os agentes do FBI o investigaram por possíveis laços comunistas, ameaçaram tornar público suas supostas relações extraconjugais e o denunciaram para agentes governamentais e, em 1964, mandaram a King uma carta ameaçadora anônima, o qual ele interpretou como uma tentativa de alguém a incentivá-lo a cometer suicídio.

 

Antes de sua morte, King estava planejando uma ocupação em Washington, D.C., que seria denominada Campanha dos Pobres, quando ele foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis. Sua morte causou forte reação e foi seguida por manifestações em várias cidades dos Estados Unidos. Alegações que o assassino convicto de King, James Earl Ray, ter sido coagido ou agido em conjunto com agentes do governo persistiram por décadas após o tiroteio.

 

King foi premiado, postumamente, com a Medalha Presidencial da Liberdade e a Medalha de Ouro do Congresso. O Dia de Martin Luther King foi estabelecido como feriado em cidades e estados dos Estados Unidos a partir de 1971; o feriado foi promulgado a nível federal por uma legislação assinada pelo presidente Ronald Reagan em 1986. Centenas de estradas nos EUA foram renomeadas em sua honra, e um condado em Washington foi dedicado a ele. O Martin Luther King Jr. Memorial no National Mall em Washington D.C. foi inaugurado em sua homenagem em 2011.

 

King foi considerado a segunda pessoa mais admirada do século XX pela lista Gallup. Em 1963, ele foi nomeado pela revista Time com a pessoa do ano e, em 2000, ele ficou em sexto lugar como "Pessoa do Século" em uma votação pela mesma revista. King ficou em terceiro lugar como o maior cidadão da história dos EUA em um concurso feito pelo Discovery Channel e o AOL.

 

Em 29 de março de 1968, King foi para Memphis, Tennessee, para dar apoio a funcionários negros de obras públicas, que eram representados pelo American Federation of State, County and Municipal Employees. Os trabalhadores estavam em greve desde o dia 12 de março por salários melhores e tratamentos justos. Em um incidente, funcionários negros receberam o pagamento de apenas duas horas quando tinham trabalhado integralmente, enquanto funcionários brancos receberam o dinheiro de trabalho de um dia inteiro.

 

Em 3 de abril, King dirigiu um comício e disse para a multidão a fala "Estive no topo da montanha", dito no Templo Mason, a sede mundial da Igreja de Deus em Cristo. O voo de King até Memphis foi atrasado por causa de uma ameaça de bomba contra seu avião.[194] Em um profético discurso na última fala pública de sua vida, em referência a ameaça de bomba, King disse o seguinte:

 

E então cheguei a Memphis. E alguns começaram a falar sobre as ameaças, ou falar sobre as ameaças externas. O que aconteceria comigo diante do perigo de alguns brancos doentes mentalmente? Bem, eu não sei o que acontecerá agora. Nós tivemos alguns dias difíceis pela frente. Mas não me importo com isso agora. Porque eu estive no topo da montanha. E eu não dou a mínima. Como qualquer um, eu gostaria de viver uma vida longa. A longevidade tem seu lugar. Mas eu não estou preocupado com isto agora. Eu quero apenas fazer o desejo de Deus. E ele permitiu-me ir no topo da montanha. E eu olhei ao redor. E avistei a terra prometida. Talvez eu não fique com você lá. Mas eu quero que você saiba esta noite, que nós, como povo, chegaremos a terra prometida. Então estou feliz esta noite. Não estou preocupado por nenhuma coisa. Não temo nenhum homem. Meus olhos viram a glória da vinda do Senhor.[195]

King estava hospedado no quarto 306 do Lorraine Motel (cujo dono era Walter Bailey) em Memphis. Abernathy, a qual estava presente no assassinato, testemunhou no Comitê Seletivo da Casa dos Estados Unidos sobre Assassinatos que King e sua comitiva ficavam no quarto 306 de maneira tão frequente que o aposento é agora conhecido como "suíte King-Abernathy".[196] De acordo com Jesse Jackson, o qual estava presente no fatídico ato, as últimas palavras de King na sacada antes de ser morto foram dirigidas ao músico Ben Branch, que tinha agendado uma performance naquela noite no evento que King estava participando. King disse: "Ben, garanta-se que você toque Take My Hand, Precious Lord no encontro de hoje mais tarde. Toque de maneira realmente bonita".

 

King levou um tiro fatal dado por James Earl Ray às 18:01, em abril 4 de 1968, enquanto ele estava na segunda sacada do motel. A bala perfurou sua bochecha direita, esmagando a mandíbula para então chegar à medula espinhal e se alojar no ombro. Abernathy escutou o tiro de dentro do motel e correu para a sacada achando King no chão. Jackson afirmou que após o disparo ele deu assistência a King, mas essa versão é contestada por outros colegas; Jackson mais tarde mudaria seu testemunho dizendo que ele apenas alcançou a sacada onde King estava.

 

Após uma cirurgia de emergência, King morreu no St. Joseph's Hospital às 19:05. De acordo com seu biógrafo Taylor Branch, a autópsia de King revelou que embora ele tivesse apenas 39 anos quando faleceu, ele "tinha um coração de uma pessoa de 60 anos", a qual Branch atribuiu ao stress dos treze anos de luta no movimento dos direitos civis. King foi enterrado no Martin Luther King, Jr., National Historic Site.







quarta-feira, 18 de novembro de 2020

EXPOSIÇÃO NIKITIKITIKERU VII - VIRTUAL - ANO 2020. CURADORIA: PAULO ROBERTO CECCHETTI


(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO)






OU CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE
DO FOCUS PORTAL CULTURAL

https://youtu.be/duKT_1SnUyk

A EXPOSIÇÃO NIKITIKITIKERU VII, em comemoração aos 447 anos de fundação da cidade de Niterói, neste ano de 2020 é virtual. A montagem foi feita pelo confrade Alberto Araújo, através da FOCUS Portal Cultural. Vocês irão assistir no vídeo textos de poetas, trovadores, sonetistas, fotógrafos, escultores e artistas plásticos apresentando os seus recentes trabalhos. 

O homenageado deste ano é o saudoso jornalista e romancista Sérgio Cid, 1o presidente da ANE/Associação Niteroiense de Escritores e membro das academias Niteroiense e Fluminense de Letras.

 

NIKITIKITIKERU VII V I R T U A L

 

P A R T I C I P A N T E S

 

P O E S I A

Alberto Araújo

Leda Mendes Jorge

Liane Arêas

Neide Barros Rêgo

Paulo Roberto Cecchetti

 

S O N E T O

Alba Helena

 

T R O V A

Dulce Mattos

Mary Taranto Belfort

Mimi Lück

Sávio Soares de Sousa

Zeneida Seixas

 

H A I C A I

Mario de Bonsena

 

C R Ô N I C A

Márcia Pessanha

 

F O T O G R A F I A

Renata Sgarbi

 

E S C U L T U R A

Matilde Conti

Robert Preis

 

A R T E   P L Á S T I C A

Gilda Uzeda

Inês Drummond

Shirley Lopes

 

HAICAIS ONOMÁSTICOS

Mario de Bonsena





















































 APOIO NA DIVULGAÇÃO



sábado, 14 de novembro de 2020

CLAUDE DEBUSSY EM OBRAS PARA PIANO. ADMIRÁVEIS SÃO AS SUAS MÚSICAS.


CLICAR NA IMAGEM DO CLAUDE DEBUSSY


OU CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE 
DO FOCUS PORTAL CULTURAL


 

É, verdadeiramente, maravilhoso poder apreciar algumas das mais belas criações do homem, como essas belas melodias de Claude Debussy. Esplendorosas as suas composições. Não fosse o fato de tais obras existirem seria, praticamente, impossível crer em tamanha aptidão sensível e humana de uma pessoa em poder criar tanta beleza. Que o Senhor Deus seja sempre louvado! ALBERTO ARAÚJO.

 

CLAUDE DEBUSSY OBRAS PARA PIANO. CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE DO FOCUS: https://youtu.be/o38thiR-qoQ

 

            RELAÇÃO DE MÚSICAS

 

1. Arabesque Nº1

2. Arabesque Nº2

3. Clair De Lune

4. Passepied

5. Rêverie

6. Hommage A Rameau

7. Voiles

8. Les Sons Et Les Parfums Tournent Dans L'air Du Soir

9. La Fille Aux Cheveux De Lin

10. La Cathédral Engloutie

11. Musiciens

12. Le Petit Berger

13. Golliwogg's Cakewalk

14. L'isle Joyeuse

15. Prelúdio para a tarde de um fauno

 

A música inovadora do francês Claude Debussy operou como um elemento catalisador de vários movimentos musicais.

Na França, só se aponta Ravel como influenciado, mas só na juventude, não sendo propriamente discípulo. Influenciados foram também Béla Bartók, Luís de Freitas Branco, Heitor Villa-Lobos e outros.

Do Prélude à l'après-midi d'un Faune ("Prelúdio ao entardecer de um Fauno"), com que, para Pierre Boulez, começou a Música moderna, até Jeux ("Jogos"), toda a arte de Debussy foi uma lição de inconformismo.


 

 

UM POUCO SOBRE CLAUDE DEBUSSY

 

 

Claude Debussy nasceu Saint-Germain-en-Laye, em 22 de agosto de 1862 e faleceu em Paris, em 25 de março de 1918, foi um compositor francês. Ele às vezes é visto como o primeiro compositor impressionista, embora tenha rejeitado vigorosamente o termo. Ele estava entre os compositores mais influentes do final do século 19 e início do século 20.

 

Nascido em uma família de recursos modestos e pouco envolvimento cultural, Debussy mostrou talento musical suficiente para ser admitido aos dez anos na principal faculdade de música da França, o Conservatoire de Paris. Ele originalmente estudou piano, mas encontrou sua vocação na composição inovadora, apesar da reprovação dos professores conservadores do Conservatório.

 

Ele levou muitos anos para desenvolver seu estilo maduro e tinha quase 40 anos quando alcançou fama internacional em 1902 com a única ópera que completou, Pelléas et Mélisande.

 

As obras orquestrais de Debussy incluem Prélude à l'après-midi d'un faune (1894), Nocturnes (1897–1899) e Imagens (1905–1912). Sua música foi, em grande medida, uma reação contra Wagner e a tradição musical alemã. Ele considerava a sinfonia clássica obsoleta e buscou uma alternativa em seus "esboços sinfônicos", La mer (1903–1905). Suas obras para piano incluem dois livros de Préludes e dois de Études. Ao longo de sua carreira, ele escreveu melodias baseadas em uma grande variedade de poesias, incluindo a sua própria. Ele foi muito influenciado pelo movimento poético simbolista do final do século XIX. Um pequeno número de obras, incluindo a antiga La Damoiselle élue e a falecida Le Martyre de saint Sébastien têm partes importantes para o coro. Em seus últimos anos, ele se concentrou na música de câmara, completando três das seis sonatas planejadas para diferentes combinações de instrumentos.

 

Com as primeiras influências, incluindo música russa e do Extremo Oriente, Debussy desenvolveu seu próprio estilo de harmonia e colorido orquestral, ridicularizado - e sem sucesso resistido - por grande parte do estabelecimento musical da época. Suas obras influenciaram fortemente uma ampla gama de compositores, incluindo Béla Bartók, Olivier Messiaen, George Benjamin e o pianista e compositor de jazz Bill Evans. Debussy morreu de câncer em sua casa em Paris aos 55 anos, após uma carreira de compositor de pouco mais de 30 anos.

 

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

FILME DA POESIA PROTESTO DE NEIDE BARROS RÊGO VOZ SYLLA CHAVES




CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO FILME



 

"PROTESTO" UMA POESIA DE NEIDE BARROS RÊGO, VOZ DE SYLLA CHAVES. CLICAR NO LINK PARA ASSISTIR AO FILME: https://youtu.be/_PTLnKuE9Kc

 


PROTESTO

 

Neide Barros Rêgo

 

                   Enquanto houver fome e frio                    

nos lares pobres, nas ruas

- e tantos nem casa têm -,

eu não vou comemorar.

 

Enquanto a guerra matar

por fanatismo, ambição

- irmão destruindo irmão-,

eu não vou comemorar.

 

Enquanto houver desemprego,

faltar saúde, lazer,

segurança, educação

Eu não vou comemorar.

 

Enquanto houver preconceito

de cor, de crença e de raça,

inveja, ódio, vaidade,

eu não vou comemorar.

 

Enquanto houver desperdício,

egoísmo, indiferença,

sequestros, crime e vício,

eu não vou comemorar.

 

Enquanto houver abandono

de crianças, de idosos,

medo, angústia, sofrimento,

eu não vou comemorar.

 

Enquanto houver miseráveis,

desprezo ao deficiente

e mendigos nas sarjetas,

eu não vou comemorar.

 

Mas não perdi a Esperança

-Sonho louco? Utopia? -

de que chegará o dia

em que tudo vai mudar.

 

E eu irei comemorar.

 



COMENTÁRIO DE NEIDE BARROS RÊGO

 

NEIDE BARROS disse: Meu Deus! Fiquei emocionada! E até chorei. Nem tenho palavras para agradecer a você! Meu poema na voz do meu saudoso amigo Sylla Chaves, com imagens bem adequadas ao texto! Formatação de Bete Maciel, que eu conheci em Fortaleza, durante um Congresso Brasileiro de Esperanto! Alberto, traduzi o meu poema "Protesto" para o esperanto, em 2003. E ele conquistou o Primeiro Prêmio no concurso na Bulgária. Foi publicado em várias revistas internacionais. Ela está publicada no meu livro REVELAÇÃO, em 2004. Dedicada a Wanderlino Teixeira Leite Netto. E, agora, você transformou em filme, que poderá ser compartilhado no Facebook, no WHATSAPP, no Messenger!... OBRIGADA!

 


 




 

Neide Barros Rêgo

 

 

        Professora, poetisa, declamadora, cantora, esperantista. Trabalhou na Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Após trinta anos de serviço, aposentou-se no cargo de Consultor Legislativo. Na cidade do Rio de Janeiro / RJ, estudou Arte de Dizer com a poetisa Maria Sabina, no Curso Olavo Bilac, tendo sido diplomada em declamação e dicção. Cursou Administração Pública (na Fundação Getúlio Vargas), Cerimonial (no Palácio do Catete), Administração (na Faculdade de Ciências Administrativas de Barra Mansa / RJ). Transferiu-se para a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, porém não concluiu o curso. No Curso Olavo Bilac, sob a orientação de Maria Sabina, estudou Literatura Universal. Tendo por professores Jair Salles, Emílio Ferreira e Sylla Chaves, estudou Esperanto. 

Atualmente, é diretora de cursos do Clube de Esperanto de Niterói. Sob a orientação de Aloísio Sartorato, prossegue em seus estudos sobre o mencionado idioma. Participou da Oficina Literária Neusa Peçanha. Na Academia Fluminense de Letras, com a acadêmica Albertina Fortuna Barros, estudou dicção. Tendo Malba Tahan como professor, cursou “Arte de ler e de contar histórias”. Cursou, também, Teatro (curso básico), na Escola de Teatro Comédia do Estado da Guanabara; Balé clássico, na Escola Martins Pena, com Lélia do Vale Simões, supervisão de Tatiana Leskova; Balé clássico, moderno e folclórico, no Conservatório de Música de Niterói, com a professora Frieda Alonso; Violão, com Celso Ribeiro; Impostação de voz e dicção, no Conservatório de Música Frédéric Chopin, dirigido por Cloris Galvão Menezes; Canto lírico, com Masha Tchecova Kellner (a partir de 1998, com Therezinha de Maria Carvalho Pinto) e Formação de atores em comerciais de televisão, com Manduca Quadros. Fundou, em Niterói, no dia 24 de junho de 1961, o Curso Maria Sabina, de Arte de Dizer. 

Participou, no município do Rio de Janeiro, em 1984, com as declamadoras Lise Saint-Clair Pimentel, Dora Nascimento Cambeiro e Sônia Maria Ribeiro, do Grupo Momento, cujas atividades foram encerradas em 1986. Com Marly Prates, Aparecida Barreto e Gracinha Rego, todas residentes em Niterói e diplomadas pelo Curso Olavo Bilac, de Arte de Dizer, integra o Grupo Nuance, criado em 1985. Em Niterói, criou e dirige, desde 1961, o Centro Cultural Maria Sabina, no qual leciona e promove a realização de palestras, homenagens, oficinas literárias, laboratório de memória, cursos livres de aperfeiçoamento, lançamentos de livros / CDs e recitais de música e poesia. 

Integra os quadros das seguintes instituições literárias: Academia Fluminense de Letras – Classe de Belas-Artes (efetiva), Academia Niteroiense de Letras (acadêmica titular), Academia Nacional de Letras e Artes (efetiva), Academia de Letras de Conselheiro Lafaiete (emérita), Cenáculo Fluminense de História e Letras (honorária), Instituto Histórico e Geográfico de Niterói (honorária), Academia Brasileira de Trova (honorária), Academia Itaocarense de Letras, (honorária), Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (honorária), Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni (honorária), Academia Itapirense de Letras (honorária), Academia de Letras Menotti Del Picchia (honorária), Academia Barbacenense de Letras (correspondente), Academia Cachoeirense de Letras (correspondente), Academia Ponta-Grossense de Letras (correspondente), Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências (correspondente), Ateneu Angrense de Letras e Artes (correspondente), Academia de Letras Rio – Cidade Maravilhosa (correspondente), União Brasileira de Trovadores / seção Niterói, Associação Niteroiense de Escritores, Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro, Grupo Mônaco de Cultura, Universidade Aberta da Terceira Idade, Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, Associação Universal de Esperanto (membro vitalício e delegada especializada em poesia e declamação), Liga Brasileira de Esperanto, Associação dos Esperantistas do Rio de Janeiro, Cooperativa Cultural de Esperantistas e Clube de Esperanto de Niterói. Detentora de inúmeras premiações como intérprete e/ou autora de poemas nos idiomas português e esperanto em concursos no Brasil e no exterior (Bulgária, Holanda e Rússia). 

Participações em comissões julgadoras de textos e de interpretação em concursos de poesia promovidos por academias de letras, faculdades, colégios, associações e pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Foi agraciada com o “Diploma de Melhor do Ano nas Artes Fluminenses”, concedido pela Universidade Brasileira de Artes, que a reconheceu como melhor declamadora em 1966. Recebeu o Título de Cidadã Honorária de Niterói, as Medalhas José Clemente Pereira e José Cândido de Carvalho, conferidas pela Câmara Municipal de Niterói, o Diploma e a medalha Tiradentes, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Medalha do Mérito Acadêmico Austregésilo de Athayde, pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, a Medalha Duque de Caxias, pela Federação das Academias de Letras do Brasil, a Medalha Joaquim Nabuco, pela Associação Fluminense de Belas-Artes e pelo Instituto Histórico e Geográfico de Niterói, o Diploma e Medalha de Personalidade Feminina Anita Garibaldi, pelo Instituto Multidisciplinar de Pesquisa Acioli Reunidos, moções da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, da Câmara Municipal de Niterói e da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em 2010, foi eleita, pelo Grupo Mônaco de Cultura, Intelectual do Ano em Niterói. 

Possui textos publicados em revistas acadêmicas e em antologias no Brasil, Portugal, Itália, Bulgária, Holanda e Rússia. A partitura de sua composição para o poema de Lázaro Luiz Zamenhof “Ho, mia kor” (“Oh, meu coração”) foi publicada no Japão. Integrou a comissão de redação da Revista da Academia Fluminense de Letras – Volume XVI. 

Organizou e publicou a antologia Água escondida, da qual participaram 234 poetas niteroienses. (Editora CBAG, Rio de Janeiro. 1994). Publicou os livros Posse de Neide Barros Rêgo na Academia Barbacenense de Letras (Editora La Place, Niterói, 1999), Posse de Neide Barros Rêgo na Academia Fluminense de Letras, Editora Folha Carioca, 2005) e Posse na Academia Niteroiense de Letras (Editora Nitpress, Niterói, 2010). 

Organizou e publicou, com Gracinha Rego, a antologia poética Girassóis para Neusa (Niterói, 2003). No ano 2004, lançou o livro de poesias Revelação (Editora La Place, Niterói). Traduziu para o esperanto e publicou o livro infantil La adiaŭo de la armiloj (O adeus das armas), do médico e acadêmico Salvador Borges Filho, obra ilustrada pelo artista plástico Miguel Coelho (Editora Cooperativa Cultural dos Esperantistas, Rio de Janeiro, 2004). Traduziu para o esperanto poemas seus e de outros poetas tais como: Maria Sabina, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Alberto dos Santos, Jacy Pacheco, assim como o conto “Amo, stranga amo” (“Amor, estranho amor”), de Rinaldo Brandão), publicado em revistas do Brasil, da Suíça e da Rússia. É verbete na Enciclopédia de literatura brasileira, de Afrânio Coutinho e J.Galante de Sousa, no Dicionário biobibliográfico de escritores contemporâneos do Estado do Rio de Janeiro, de Eduarda Zandron, e no Dicionário biobibliográfico de escritores brasileiros contemporâneos, de Adrião Neto. 

Gravou, em fita de vídeo, para o projeto coordenado por Lauro Gomes de Araújo, diretor cultural da Associação Atlética Banco do Brasil/Niterói, o 51º depoimento da série “Personalidades de Niterói” quando foi entrevistada pelos escritores e membros da Academia Fluminense de Letras, Edmo Rodrigues Lutterbach, Armando Vaz e Marly Prates. Declamou na Academia Brasileira de Letras, na Academia Fluminense de Letras, na Academia Niteroiense de Letras, na Sala Cecília Meireles, na Associação Brasileira de Imprensa e em teatros, clubes e faculdades. Declamando e cantando, apresentou-se em teatros, auditórios e salas de concerto de Brasília (DF), Fortaleza (CE), Natal (RN), Campo Grande (MS); Belo Horizonte, Barbacena e Juiz de Fora (MG); Vitória (ES), São Paulo e Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS). Em Arouca (Portugal), declamou poemas de autores brasileiros e lusitanos. 

Em Viena (Áustria) e Montpellier (França), em congressos esperantistas, declamou em esperanto e integrou o Coral Internacional, sob a regência do maestro búlgaro Dimitar Terziev. Integrou o Coral Alceu Amoroso Lima, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Em Niterói, como solista, cantou no Teatro Municipal João Caetano, no Teatro da Universidade Federal Fluminense e no Teatro da União dos Professores Primários do Estado Ainda como solista, apresentou-se  no Teatro Câmara Torres, em Angra dos Reis (RJ), no auditório da CEFET – Centro Federal de Ensino Técnico de Campos, Campos dos Goytacazes (RJ), no Teatro do SESC- Belo Horizonte (MG), no Teatro Deodoro, em Maceió (AL) e no Teatro da Assembleia Legislativa de Porto Alegre (RS).

 

 

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