quarta-feira, 5 de julho de 2023

O THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO CELEBRA 114 ANOS COM SÉRIE DE ESPETÁCULOS GRATUITOS.

 

 








A Casa abre as portas no próximo dia 14 de julho de 2023(sexta-feira) com diversas atividades e a pré-estreia de Carmen, de Bizet. Celebrando os seus 114 anos de história, o Theatro Municipal do Rio irá oferecer uma série de atividades gratuitas para notabilizar a data, no próximo dia 14 de julho. A festa inicia às 9h, com a tradicional Banda dos Fuzileiros Navais. No Foyer, a partir das 10h, haverá uma apresentação da Camerata Jovem do Rio de Janeiro.

 

No Boulevard, da Avenida 13 de maio, às 11h, será a vez da Orquestra Sinfônica Jovem do RJ. Entre 12h e 14h, O Ballet do Theatro Municipal levará ao Salão Assyrio uma demonstração das alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa com o BTM. Às duas horas da tarde, o Quinteto Ciro Pereira mostra o seu talento no foyer, local onde fica o piano que era de Chiquinha Gonzaga.

 

A Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense faz concerto no Boulevard de Portas Abertas às 15h. Já às 16h, será a vez das Grandes Vozes do Theatro Municipal, que farão um recital de canto e piano. Mais tarde, às 17h, a escadaria externa do Municipal servirá de palco para a Banda da Guarda Municipal. E para encerrar a festa com chave de ouro, a pré-estreia de Carmen, de Bizet, às 19h, na Grande Sala, com solistas, Coro, Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A direção cênica é de Julianna Santos.

 

“Já são 114 anos trazendo arte e cultura para o Rio de Janeiro. Neste aniversário, para comemorar, apresentamos uma programação rica e democrática, com participação de todos os corpos artísticos do Theatro Municipal, encerrando com uma apresentação gratuita de da ópera Carmen. Não deixe de vir nessa festa. Você é nosso principal convidado!”, destaca a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.

 

Dia 14 de julho, convidamos a todos a acompanharem a programação especial dos 114 anos do Theatro Municipal, preparada por com muito carinho! Desde as 9h, teremos atrações gratuitas de hora em hora em todas as localidades do Theatro, culminando com a pré-estreia de Carmen, de Bizet, às 19h. Venham comemorar conosco o aniversário do nosso TMRJ!”, lembra o Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.

 

 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL 114 ANOS TMRJ

09h – Banda dos Fuzileiros Navais

Local: Frente do Theatro Municipal – Escadaria externa

10h – Camerata Jovem do Rio de Janeiro

Local: Foyer

 

11h – Orquestra Sinfônica Jovem do RJ

Local: Boulevard da Av. 13 de Maio

 

12h – EEDMO

Local: Assyrio

12h30min. – BTM

Local: Assyrio

 

13h30min – EEDMO

Local: Assyrio

 

14h – Quinteto Ciro Pereira

Local: Foyer

 

15h – Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense

Local: Boulevard da Av. 13 de Maio

 

16h – Recital canto e piano

Local: Escadaria Interna

 

17h – Banda da Guarda Municipal

Local: Escadaria da frente do Theatro Municipal

 

19h – Pré-estreia Ópera Carmen de Bizet

Local: Grande Sala

 

Dentro da programação, haverá ainda duas turmas de visitas guiadas – às 11h e 14h.

 

SERVIÇO:

 

Theatro Municipal de Portas Abertas – aniversário 114 anos

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro.

Data: 14 de julho de 2023 – sexta-feira.

Horários: 9h até 19h

Entrada franca sujeita à lotação.










NOTÍCIAS DA CORTE DO SOLIMÕES BOLETIM CULTURAL DO ESCRITOR RAIMUNDO COLARES RIBEIRO – NÚMERO 358, JULHO DE 2023. CRIADO EM 7 DE FEVEREIRO DE 1997 - MANAUS – AMAZONAS – BRASIL

 




Com o auditório do Forte de Copacabana, completamente, tomado por acadêmicos e inúmeros convidados, a ACADEMIA BRASILEIRA DE MEDALHISTICA MILITAR – ABRAMMIL realizou, na noite de 30 de junho de 2023, a sua 43ª CERIMÔNIA ACADÊMICA, com premiação do 9o Concurso Literário, condecorações e ascensão de acadêmicos à categoria de Emérito e ao grau de Grande Oficial. A solenidade pública esteve sob o comando do acadêmico benemérito Regis Lermen, presidente da ABRAMMIL, que também dirigiu a mesa diretiva de autoridades.










SÃO GONÇALO TERÁ SUA ACADEMIA DE CORDEL

 


No sábado, 08 de julho de 2023, será realizada a sessão de instalação da Academia Gonçalense de Literatura de Cordel, idealizada pelos escritores cordelistas Zé Salvador e Ezequiel Alcântara. A instituição visa à manutenção e à divulgação do gênero textual e da literatura popular a partir da cidade. O evento acontece na Arte Galeria Box 212, a partir das 15h. A entrada é franca e a classificação etária, livre.

Conhecidos pela luta pela preservação e valorização do cordel na cidade de São Gonçalo, Zé Salvador e Ezequiel Alcântara foram personagens centrais no processo que instituiu, através de lei municipal, que o dia 08 de julho passou, a partir de 2022, a ser o DIA MUNICIPAL DO CORDEL. A data relembra o nascimento de Moraes Moreira, artista reconhecido pela divulgação da cultura popular nordestina pelo país. "O cordel é algo que valorizo muito, principalmente quando ele está dentro do tripé métrica, rima e oração. Uma lei municipal; agora, temos uma Academia. É mais uma vitória. Cordel é arte, cordel é cultura!", diz Zé Salvador. 

A cerimônia de instalação da Academia Gonçalense de Literatura de Cordel contará com a posse solene dos membros fundadores. Os idealizadores Zé Salvador e Ezequiel Alcântara receberão os Patronos de Cadeiras Alba Helena Corrêa, João Batista Melo e Oton São Paio. Normalmente, nas academias de letras, os patronos já são falecidos. "Existem duas novidades que a AGLC introduzem no rol das academias: patronos vivos e cadeiras para instituições.  Essa inovação atende a necessidade de adequar os ritos à sociedade atual", aponta o pesquisador de memória literária Jordão Pablo de Pão, que também tomará posse como fundador efetivo.

Três instituições ingressarão nos quadros da Academia com uma dinâmica diferenciada: representando-as, os presidentes em exercício ocuparão as cadeiras, atribuindo imortalidade ao cargo, e não aos indivíduos. Serão empossados: pela AGLAC, Décio Machado; pela UBT-SG, Renato Cardoso; e, pela Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Almir Gusmão. Fechando o quadro de acadêmicos que tomarão posse, Érick Bernardes integrará o grupo dos membros pesquisadores, que contará com até dez personalidades.

 

SERVIÇO

 

INSTALAÇÃO DA ACADEMIA GONÇALENSE DE LITERATURA DE CORDEL (AGLC)

Data: 08/07/2023 (sábado)

Horário de início: 15h

Duração: 120 minutos

Local: Arte Galeria Box 212 - Avenida 18 do Forte, 307. Centro de São Gonçalo, RJ.

Classificação Etária: Livre

Entrada Franca

 






 

Contatos: Jordão Pablo de Pão - 21 981247937 / jordaopablo@gmail.com


 

Jordão Pablo de Pão

Escritor e Pesquisador de Memória Literária, Professor de Literatura e Produtor Cultural.

Coordenador da Niterói Livros | Fundação de Arte de Niterói | Prefeitura Municipal de Niterói.

A delicadeza é sempre uma opção.

“JALECO”, “AVENTAL”, “GUARDA-PÓ” OU “BATA” | FOCUS PORTAL CULTURAL.



Normalmente de tecido branco, utilizada como forma de barreira corporal em hospitais, laboratórios, fábricas, restaurantes, escolas, entre outros. Em muitos desses lugares, onde é importante haver boa higiene e assepsia, o seu uso é obrigatório. Noutros o seu uso é facultativo, caso não existam problemas reais de biossegurança. 

É frequentemente usada por nutricionistas, médicos, biólogos, químicos, biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e outros profissionais da área da pesquisa e saúde, sendo a sua imagem associada a estes profissionais. No entanto, é também utilizada por profissionais de outros grupos sociais, como cozinheiras, em trabalhos onde a higiene é fundamental - dado ser muito fácil detectar uma mancha na cor branca, fomenta uma atitude cuidadosa com o manuseamento e interação com os materiais/pessoas, bem como a troca/substituição frequente por uma peça limpa, além de professores que lecionam em escolas onde há o quadro negro, para que o traje social não se suje, devido ao uso do giz.

O Jaleco, seja ele para qualquer fim, pode ser confeccionado em diversos tipos de tecidos, sendo que os principais são provenientes do Algodão e Poliéster. Cada tecido tem características distintas para atender as mais variadas atividades em relação ao conforto e proteção individual. Segue alguns tipos de tecidos: 

Provenientes do algodão têm tecidos como o Brim e outros mistos. Jalecos confeccionados de algodão são recomendados para trabalhos laboratoriais onde se manuseia fogo, pois, tem menor propagação que o poliéster. Existem diversas composições de tecidos de algodão com tratamento antichamas, antiestático e com impermeabilidades disponíveis no mercado brasileiro.

O poliéster é muito utilizado para confecção de Jalecos para as mais diversas áreas, tais como na medicina, culinária, ensino e atendimento. Existe uma maior gama de composições do tecido no mercado com diferentes texturas e características. Tecidos como a Gabardine, Oxford, Microfibra e outros são variantes derivadas do poliéster. 

A Gabardine é um dos melhores tecidos de jaleco que existem. É um tecido de poliéster que possui textura exclusiva, conforto excelente e ainda não é um tecido quente. 

Não é recomendado que os profissionais de saúde usem jalecos fora de um ambiente de trabalho ou de estudo. Isso é uma exigência legal, pois muitos profissionais usam esse EPI em outros ambientes, e acabam elevando o risco de contaminação para outras pessoas e lugares.  Em diversos estados do Brasil, existem leis que proíbem a circulação de Profissionais utilizando Jaleco fora do local de Trabalho ou estudo. Existe também a Norma Regulamentadora 32, da Anvisa, que trata da segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde, que estabelece que “os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais”.

O jaleco usado pelos vaqueiros do nordeste brasileiro, mais especificamente pelos vaqueiros do centro da Bahia, é feito de couro de carneiro, é um tipo de colete, tem duas frentes: um lado tem a lã do couro conservada para o frio e o outro lado é de couro liso para o calor do dia. 












EFEMÉRIDES: HÁ 134 ANOS, EM 05 DE JULHO DE 1889 NASCEU DE JEAN COCTEAU POETA, ROMANCISTA, CINEASTA, DESIGNER, DRAMATURGO, ATOR E DIRETOR DE TEATRO FRANCÊS.

 

Em conjunto com outros surrealistas da sua geração Jean Anouilh e René Char, por exemplo, Cocteau conseguiu conjugar com mestria os novos e velhos códigos verbais, linguagem de encenação e tecnologias do modernismo para criar um paradoxo: um avant-garde clássico. O seu círculo de associados, amigos e amantes incluiu Jean Marais, Henri Bernstein, Édith Piaf e Raymond Radiguet. 

Nasceu em Maisons-Lafitte, 05 de julho de 1889 e faleceu em Milly-la-Forêt, 11 de outubro de 1963. 

Nascido numa pequena vila próximo a Paris, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos artistas do século XX. Além de ser diretor de cinema, foi poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo e actor e escultor. Actuou activamente em diversos movimentos artísticos, nomeadamente o conhecido Groupe des Six (grupo dos seis) cujo núcleo era Georges Auric (1899–1983), Louis Durey (1888–1979), Arthur Honegger (1892–1955), Darius Milhaud (1892–1974), Francis Poulenc (1899–1963), Germaine Tailleferre (1892–1983). Além destes, outros também tomaram parte, como Erik Satie e Jean Wiéner. Foi eleito membro da Academia Francesa em 1955. 

Foi o autor de Le livre blanc, publicado anonimamente em 1928. Dentre os seus amigos destacam-se Pablo Picasso, Max Jacob, Serge Diaghilev, Vaslav Nijinsky, Roland Garros, Marcel Jouhandeau, Jean Genet, Edith Piaf, Christian Bérard, Pierre Bergé, Georges Auric, Valentine Hugo, Coco Chanel, Francine Weisweiller, Colette, entre muitos outros. 

Cocteau realizou sete filmes e colaborou enquanto argumentista, narrador em mais alguns. Todos ricos em simbolismos e imagens surreais. É considerado um dos mais importantes cineastas de todos os tempos. As suas peças foram levadas aos palcos dos Grandes Teatros, nos Boulevards da época parisiense em que ele viveu e que ajudou a definir e criar. A sua abordagem versátil e nada convencional e a sua enorme produtividade trouxeram-lhe fama internacional. 

OBRA LITERÁRIA 

POESIA


La Lampe d'Aladin (1909)

Le Prince frivole (1910)

La Danse de Sophocle (1912)

Ode à Picasso - Le Cap de Bonne-Espérance (1919)

Escale. Poésies (1917-1920)

Vocabulaire (1922)

La Rose de François - Plain-Chant (1923)

Cri écrit (1925)

L'Ange Heurtebise (1926)

Opéra (1927)

Mythologie (1934)

Énigmes (1939)

Allégories (1941)

Léone (1945)

La Crucifixion (1946)

Poèmes (1948)

Le Chiffre sept - La Nappe du Catalan (em colaboração com Georges Hugnet) (1952)

Dentelles d'éternité - Appoggiatures (1953)

Clair-obscur (1954)

Paraprosodies (1958)

Cérémonial espagnol du Phénix - La Partie d'échecs (1961)

Le Requiem (1962)

Faire-Part (póstumo) (1968)

Romance

Le Potomak (1919, edição definitiva: 1924)

Le Grand Écart (1923)

Thomas l'imposteur (1923)

Le Livre blanc (1928)

Les Enfants terribles (1929)

La Fin du Potomak (1940)

 

TEATRO

 

Parade, ballet (música de Erik Satie, coreografia de Léonide Massine) (1917)

Les Mariés de la tour Eiffel, ballet (música de Georges Auric, Arthur Honegger, Darius Milhaud, Francis Poulenc e Germaine Tailleferre) (1921)

Antigone (1922)

Roméo et Juliette (1924)

Oedipus Rex, ópera-oratório (música de Ígor Stravinski) (1927)

La Voix humaine (1930)

La Machine infernale (1934)

L'École des veuves (1936)

Œdipe-roi. Les Chevaliers de la Table ronde (1937)

Les Parents terribles (1938)

Les Monstres sacrés (1940)

La Machine à écrire (1941)

Renaud et Armide. L'Épouse injustement soupçonnée (1943)

L'Aigle à deux têtes (1944)

Le Jeune Homme et la Mort, ballet de Roland Petit (1946)

Théâtre I et II (1948)

Bacchus (1951)

Nouveau théâtre de poche (1960)

L'Impromptu du Palais-Royal (1962)

Le Gendarme incompris (póstumo, em colaboração com Raymond Radiguet) (1971)

 

POESIA E CRÍTICA

Le Coq et l'Arlequin (1918)

Carte blanche (1920)

Le Secret professionnel (1922)

Le Rappel à l'ordre - Lettre à Jacques Maritain (1926)

Opium (1930)

Essai de critique indirecte (1932)

Portraits-Souvenir (1935)

Mon Premier voyage (volta ao mundo em 80 dias) (1937)

Le Greco (1943)

Le Foyer des artistes - La Difficulté d'être (1947)

Lettres aux Américains - Reines de la France (1949)

Jean Marais - conversas à volta do cinematógrafo (com André Fraigneau) (1951)

Gide vivant (1952)

Journal d'un inconnu. Démarche d'un poète (1953)

Colette (discurso na Académie royale de Belgique e na Académie française (1955)

Discours d'Oxford (1956)

Entretiens sur le musée de Dresde (com Louis Aragon) - La Corrida du 1er mai (1957)

Poésie critique I (1959)

Poésie critique II (1960)

Le Cordon ombilical (1962)

La Comtesse de Noailles, oui et non (1963)

Portrait souvenir (posthume; conversas com Roger Stéphane) (1964)

Entretiens com André Fraigneau (póstumo) (1965)

Jean Cocteau par Jean Cocteau (póstumo; conversas com William Fielfield) (1973)

Du cinématographe (póstumo). Entretiens sur le cinématographe (póstumo) (1973)

Poesia de jornalismo

(póstumo) (1935-1938)

 

LIVROS PUBLICADOS EM PORTUGAL

 

Tanta coisa por dizer; sel. e trad. Inês Dias. [S.l.]: Língua Morta, 2012.

Visão invisível; selecção, apresentação e tradução de Aníbal Fernandes. Lisboa: Assírio & Alvim, 2005; Sistema Solar, 2016

As crianças terríveis. Lisboa: Livros do Brasil, 2000.

O filho do ar (O filho do ar; Ana a criada; A dama de Monte-Carlo; O mentiroso); trad. Gastão Cruz. Lisboa: Relógio d'Água, 1998.

A voz humana; trad. Carlos de Oliveira. Lisboa: Assírio & Alvim, 1989 (reeditado em 1999).

Toro: ritual de amor e morte; tradução de Aníbal Fernandes. Lisboa, Hiena, 1987.

O Livro Branco; apresentação e tradução de Aníbal Fernandes. Lisboa: & etc, 1985; Assírio & Alvim, 2010; (seguido de O Fantasma de Marselha), Sistema Solar, 2015

Explicação dos prodígios; trad. Aníbal Fernandes. Lisboa: & etc, 1982.

O baile do Conde de Orgel por Raymond Radiguet; pref. de Jean Cocteau; trad. de Ana Maria Alves. Lisboa: Estampa, 1973.

Ópio, diário de uma desintoxicação; trad. de Maria Teresa Horta. Lisboa: Ulisseia, 1966; trad. Miguel Serras Pereira, Lisboa: Difel, 1984

Desatino [Le grand écart]; tradução de Mécia de Freitas Leça. Lisboa: Livros do Brasil, 1958.

Os cavaleiros da Távola Redonda; trad. Herlânder Peyroteo. Lisboa: Centro Universitário, 1957.

Até amanhã. Ode/ Eugénio de Andrade; des. Jean Cocteau. Lisboa: Guimaräes Editores, 1956.

Tomaz, o impostor; trad. António Quadros. Lisboa: Livros do Brasil, 1955.

Os meninos diabólicos [Les enfants terribles]; prefácio e tradução de João Gaspar Simões. Lisboa: Inquérito, 1939, 1942, 1958.

 

FILMOGRAFIA

 

Le Sang d'un Poète (1930)

L'Eternel Retour (1943)

La Belle et la Bête (1946)

L'Aigle à Deux Têtes (1947)

Les Parents terribles (1948)

Les Enfants Terribles (1950) (não creditado)

Coriolan (1950)

Orphée (1950)

La Villa Santo Sospir (1952) (documentário)

8x8: A Chess Sonata in 8 Movements (1957) Codirector, Experimental)

Le testament d'Orphée (1959) 


















UYÁRA SCHIEFER E DALMA NASCIMENTO AMIZADE ESPECIAL



UYÁRA SCHIEFER E DALMA NASCIMENTO. O bem-querer em uma amizade especial. Nada melhor que uma amizade para unir dois corações durante uma vida inteira. A amizade é querer estar junto e amar sem esperar nada em troca.

 

HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL ALBERTO ARAÚJO – EDITOR POR INTERMÉDIO DA MENSAGEM DE DALMA NASCIMENTO POSTADA NO VÍDEO DO LANÇAMENTO DO LIVRO "TROVAS E HAICAIS" DAS ACADÊMICAS: ALBA HELENA CORRÊA E UYARA SCHIEFER.

 

"Maravilhoso encontro de queridos intelectuais de Niterói em torno do lançamento do poético livro das acadêmicas Uyára Schiefer e Alba Helena Corrêa. Impossibilitada de sair de casa, este expressivo trabalho de Alberto Araújo trouxe-me, em movimento, a cena da ocorrência  e me fez, em pensamento, coparticipar das afinidades eletivas , conforme pensava Goethe, sobre o intercâmbio  cultural entre artistas. De fato,  fraternamente, as duas  escritores deram-se as mãos, na produção da rica escrita de "Trovas & Haicais", cujos  versos já estou a ler, pelo gentil envio de  Uyára. Aproveito, aqui, para anunciar que, muito em breve,  ela estará sozinha lançando outro livro, que eu tive a honra e o prazer de prefaciar." Dalma Nascimento. Em 04-07-2023.

 

 


EDIÇÃO E MONTAGEM

ALBERTO ARAÚJO - FOCUS PORTAL CULTURAL


segunda-feira, 3 de julho de 2023

CORAÇÃO NORDESTINO UMA POESIA DE ALBERTO ARAÚJO


Sou filho do Nordeste.

Nasci nas águas do Rio Parnaíba.

Sou matreiro, sou humilde, sou tosco.

Sou pescador, rio abaixo, rio arriba.

 

Sou filho do Nordeste. Sou vaqueiro.

De onça pintada sou caçador.

Domador de touro bravo.

Sou até trovador.

 

Ei, Seu Doutor!

Eu sou do Nordeste.

Homem forte, trabalhador.

 

Nada me intimida.

Sou valente, sou cabra da peste.

Espera aí, meu compadre.

Eu Sou Nordestino!

Comedor de rapadura,

jerimum, maxixe, quiabo,

feijão verde e aluar.

De rifle e cartucheira em punho,

vivo da arte do improvisar.

 

Gosto de dormir na rede,

contando história ao luar.

Falo do Cabeça de Cuia,

Zabelê, Bumba meu boi,

e da Num se pode.

Sou sujeito “arretado”, meu senhor!

Sustentado na carne de bode.

Sou Nordestino!

Sou da tribo guerreira.

Dos sete sois e sete luas.

Faço estripulias,

cheio de brincadeiras.

 

Por ©Alberto Araújo

 

A poesia “Coração Nordestino” de Alberto Araújo foi recitada em 30 de junho de 2018 pela declamadora Marly Prates, Centro Cultural Maria Sabina. E lida durante a LIVE em Celebração às Festas Juninas do Elos Internacional por Alberto Araújo, em 24 de junho de 2021. Repostada em 08 de outubro de 2022.

 

Alberto Araújo – piauiense – escritor, poeta, incentivador cultural.

 

Site: www.albertaraujo.recantodasletras.com.br

 

http://albertaraujo.blogspot.com 






domingo, 2 de julho de 2023

OLHA O MEU NORDESTE AÍ GENTE! TRABALHO ARTÍSTICO ENCANTADOR



É muito legal esse trabalho artístico. Fantástica inspiração. E lógico que o artista foi inspirado pela mão divina. Adorei amiga Dulce o compartilhamento. Certamente, ganhei o dia. Coisas relacionadas ao Nordeste me deixam fascinado. Essa simbiose que tenho com o povo nordestino é impressionante. Tudo reporta ao meu tempo pueril. Época do meu coração inocente e feliz. Estou distante do meu povo em quilômetros, Mas a certeza está a cada dia mais anelada e seguro que as minhas raízes/origens nordestinas estão em meus poros e coração para sempre. 
Abraços do Alberto Araújo.