Na tarde de 12 de março de 2026, a Academia Nacional de Medicina (ANM) viveu um encontro marcado pela emoção, pela memória e pela celebração do conhecimento. Em sua reunião semanal, os acadêmicos se reuniram para prestar tributo e, ao mesmo tempo, celebrar novos frutos da produção científica e literária que engrandecem a medicina brasileira.
O momento inicial foi dedicado à lembrança do ilustre acadêmico Omar da Rosa Santos, médico nefrologista de reconhecida excelência, escritor de rara sensibilidade e presença marcante em diversas instituições culturais e científicas. Imortal da ANM, da Academia de Medicina do Rio de Janeiro (AMRJ), da Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABMM) e da Academia Brasileira de Médicos Escritores e Artistas (ABRAMES), entre outras, Omar partiu para o Parnaso, em novembro de 2025 e deixou um legado que ultrapassa a prática médica, alcançando a literatura e o pensamento humanista. Sua memória foi evocada com respeito e gratidão, reafirmando o papel da ANM como guardiã da tradição e da história da medicina nacional.
Na sequência, durante o tradicional Chá dos Acadêmicos, a tarde ganhou contornos de celebração com o lançamento da obra Patologia da Tireoide – Fundamentos e Conceitos Básicos, organizada pelo acadêmico Prof. Dr. Carlos Alberto Basílio de Oliveira, renomado patologista. O livro, fruto de um esforço coletivo, contou com a colaboração de 22 coautores, entre eles nomes de destaque como Denise Pires de Carvalho, Euderson Kang Tourinho, Rosita Fontes e Teresa Gutman. Trata-se de um tratado que busca oferecer fundamentos sólidos e conceitos essenciais sobre a patologia da glândula tireoide, contribuindo para a formação de médicos e pesquisadores e consolidando o papel da ANM como espaço de difusão do saber científico.
O lançamento foi também ocasião de reencontros calorosos. A presença da professora Denise Pires de Carvalho, ex-reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), atual presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e professora titular da UFRJ, trouxe alegria e simbolizou a união entre academia e gestão pública da educação superior. Ao lado dela, estiveram personalidades queridas como Ernesto Rymer, Marilza de Abreu Fialho, Tito de Abreu Fialho Filho, Marcelo Daher, Maurício e Ana Magalhães, Antônio e Teresa Gutman, Euderson Kang Tourinho e Ana Maria Tourinho entre outros amigos e colegas que reforçam o espírito comunitário e afetivo que permeia a vida acadêmica.
A reunião da ANM, portanto, não se
limitou a ser um encontro protocolar. Foi uma celebração da memória de um
mestre que partiu, mas cuja obra permanece viva, e ao mesmo tempo um ato de
afirmação da vitalidade da medicina brasileira, que segue produzindo
conhecimento de ponta e formando redes de colaboração. A homenagem a Omar da
Rosa Santos e o lançamento da obra de Carlos Alberto Basílio de Oliveira se
entrelaçaram em um mesmo gesto: o de reconhecer o passado e projetar o futuro,
mantendo viva a chama da ciência e da cultura.
Esse encontro reafirma a vocação da Academia Nacional de Medicina como espaço de diálogo entre tradição e inovação, entre memória e criação. Ao recordar seus imortais e celebrar novas obras, a ANM cumpre sua missão de ser guardiã da história e promotora do avanço científico, sempre em sintonia com os valores humanistas que dão sentido à prática médica.
Créditos das fotos:
Compartilhadas por Ana Maria Tourinho
© Alberto Araújo
Focus Portal Cultural
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