sábado, 1 de fevereiro de 2020

MELHORES MÚSICAS DE TCHAIKOVSKY

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1 - O Quebra-Nozes - Valsa das Flores - 0:00
2 - Swan Lake - Ato II: 14. Cena (Moderato) - 6:45
3 - Estações - Junho - 10:07
4 - O Quebra-Nozes - Pas de deux - 15:27
5 - Eugene Onegin - Valsa - 21:07
6 - Concerto para Piano No.1 - Allegro non troppo e molto maestoso - 27:44
7 - Lago dos Cisnes - Dança Napolitana - 34:20
8 - Bela Adormecida - Polonaise - 36:18
9 - The Nutcracker - Danses caracteristiques. Março - 40:24
10 - Estações - Abril - 42:47
11 - Lago dos Cisnes - Cena - 45:21
12 - Lembrança de Florença - Adagio cantabile e con moto - 48:43
13 - A Bela Adormecida - Valsa - 59:18
14 - Cherevichki - Polonês - 1:03:57
15 - Serenata para orquestra de cordas - Valsa - 1:10:10
16 - Eugene Onegin - Polonaise - 1:13:53
17 - Valsa-Scherzo - 1:18:49
18 - Variações sobre o tema rococó - 1:23:06
19 - Capriccio italiano - 1:41:56
Piotr Ilitch Tchaikovski nasceu em Vótkinsk, 7 de maio de 1840 e faleceu em São Petersburgo, 6 de novembro de 1893, foi um compositor russo do período romântico cujas obras estão entre as músicas mais populares do repertório clássico.
Primeiro compositor russo a conquistar fama internacionalmente, sua carreira foi impulsionada por sua participação como regente convidado em outros países da Europa e nos Estados Unidos. Como reconhecimento, em 1884 foi homenageado pelo imperador Alexandre III e recebeu uma pensão vitalícia.
Embora musicalmente precoce, Tchaikovski foi educado para uma carreira na administração pública.
Em sua juventude, eram escassas as oportunidade para uma carreira musical na Rússia, e não existia educação pública na área. Quando surgiu uma oportunidade para esse tipo de formação, ele ingressou no nascente Conservatório de São Petersburgo, no qual se graduou em 1865. O treinamento que ele recebeu nessa instituição, orientado para o estilo musical do Ocidente, destacou-o dos compositores do movimento nacionalista da época, cujos principais representantes eram os compositores do Grupo dos Cinco. O treinamento de Tchaikovski levou-o a reconciliar o que aprendera com as tradições musicais nativas de seu país, às quais ele havia sido exposto desde a infância.
Dessa reconciliação, ele forjou um estilo musical pessoal, mas inconfundivelmente russo, uma tarefa particularmente desafiadora, visto que os princípios que governavam a melodia, a harmonia e outros fundamentos da música tradicional russa diferiam grandemente daqueles que governavam a música da Europa Ocidental, aparentemente negando o possível uso da música russa em composições ocidentais em larga escala ou a formação de um estilo híbrido. Além disso, a cultura russa exibia uma personalidade dividida, com seus elementos nativos e importados distanciando-se cada vez mais desde a época de Pedro I, e isso resultara em incertezas, dentre a intelligentsia russa, a respeito da identidade nacional do país. Essa ambiguidade teve importantes reflexos na carreira de Tchaikovski, e levou a uma série de conflitos pessoais que prejudicaram a sua autoconfiança.
Apesar de seus muitos sucessos musicais, a vida de Tchaikovski foi pontuada por crises pessoais e depressão. Fatores que contribuíram para isso incluem também a sua separação precoce de sua mãe, seguida da morte prematura desta; a morte de seu amigo e colega Nikolai Rubinstein; seu desastroso casamento; e o colapso do único relacionamento duradouro de sua vida adulta, que foi sua associação de treze anos com a sua patrona, a rica viúva Nadejda von Mekk. Sua homossexualidade, que ele manteve em sigilo e temia causasse danos à reputação de seus amigos e família, tradicionalmente tem sido considerada um fator importante. A morte súbita de Tchaikovski, aos 53 anos, é geralmente atribuída à cólera, mas existe um debate em andamento sobre se essa foi de fato a causa da sua morte, e se a sua morte foi acidental ou auto-infligida.
Inicialmente, as opiniões da crítica a respeito da música de Tchaikovski foram contraditórias. Embora desde cedo ele tivesse encontrado apoiadores, parte da crítica russa considerava a sua música insuficientemente representativa dos valores musicais nativos do seu país, e expressava a suspeita de que os europeus a apreciavam por conta de seus elementos ocidentais. Em um aparente reforço disso, críticos europeus elogiaram-no por oferecer uma música mais substantiva do que a das correntes exóticas russas, e afirmaram que ele transcendera os estereótipos da música clássica do seu país. Outros, como o crítico Harold C. Schonberg, consideraram a música de Tchaikovski "desprovida de pensamentos elevados", e desmereceram seus trabalhos por não seguirem estritamente os princípios musicais ocidentais.
Apesar dessa ambiguidade inicial, a percepção da crítica a respeito de sua obra melhorou gradualmente, sobretudo após a sua morte. Além disso, a música de Tchaikovski encontrou duradoura popularidade junto ao público, e ele permanece um dos compositores do repertório clássico mais frequentemente executados. Suas obras mais conhecidas incluem os balés O Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes e A Bela Adormecida; a Abertura 1812 e a abertura-fantasia Romeu e Julieta; seus concertos para piano e orquestra e para violino e orquestra; suas quarta, quinta e sexta sinfonias; sua Marcha Eslava; e suas óperas Ievgueni Oneguin e A Dama de Espadas.
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BIDU SAYÃO - BACHIANA Nº 5 - CANTILENA. HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL. MEMÓRIA BRASILEIRA.


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BACHIANA Nº 5 - CANTILENA






BIDU SAYÃO - BACHIANA Nº 5 - CANTILENA


Balduína de Oliveira Sayão, mais conhecida como Bidu Sayão, nasceu em Itaguaí, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, em 11 de maio de 1902 e faleceu em Rockport, Maine, EUA, em 13 de março de 1999). Bidu foi uma célebre intérprete lírica brasileira.Considerada uma das maiores estrelas da ópera de todos os tempos, foi uma das maiores intérpretes do Brasil.

Filha de Pedro Luiz de Oliveira Sayão e de Maria José da Costa Oliveira Sayão, Bidu Sayão começou estudando canto com Elena Theodorini, uma romena que então vivia no Brasil. Elena a levou para a Romênia, onde continuou seus estudos. Mais tarde, foi para Nice, na França, onde foi aluna de Jean de Reszke, um tenor polonês que a ajudou a consolidar sua técnica vocal. Bidu estreou em 1926 no Teatro Costanzi de Roma, no papel de Rosina em O Barbeiro de Sevilha, de Rossini. Sua estreia no Metropolitan Opera House de Nova Iorque se deu em 1937 no papel de Manon na ópera de Massenet.






Foi parte do elenco do Metropolitan durante muitos anos. Arturo Toscanini era seu admirador, referindo-se a ela como la piccola brasiliana (traduzido do italiano, significa "a pequena brasileira"). Em fevereiro de 1938, cantou para o casal Roosevelt na Casa Branca. Roosevelt lhe ofereceu a cidadania estadunidense, mas ela recusou. De acordo com ela mesma, "no Brasil eu nasci e no Brasil morrerei". Entretanto, ela morreu de pneumonia nos Estados Unidos em 1999, antes de completar 97 anos, sem realizar um de seus desejos: rever a Baía de Guanabara.

Havia uma viagem agendada para este propósito no ano de seu centenário, mas a soprano faleceu antes disso. Ao morrer, morava na cidade de Lincolnsville, no estado americano do Maine, onde residiu grande parte de sua vida.

Além da baixa estatura, Bidu Sayão tinha uma voz que a tornava mais adequada para os papéis femininos mais delicados e graciosos. Entre os papéis nos quais ela mais se destacou, podemos mencionar Mimì em La Bohème de Puccini, Susanna em As Bodas de Fígaro de Mozart, Zerlina em Don Giovanni, Violetta em La Traviata de Verdi, Gilda em Rigoletto, Zerbinetta em Ariadne auf Naxos de Richard Strauss, e os papéis femininos principais em Romeu e Julieta de Gounod e Pelléas et Mélisande, a única ópera de Debussy.




A cantora lírica brasileira Bidu Sayão, 94, morreu ontem em função de problemas decorrentes de uma pneumonia, no Penn Bay Medical Center, no Estado de Maine (EUA). Sayão estava internada havia 34 dias e enfrentava uma série de problemas renais e respiratórios, além de uma infecção bucal.

Segundo o boletim médico, Sayão morreu às 10h30 (horário de Brasília). A cantora morava nos EUA havia mais de 50 anos. Segundo sua guardiã no país, Reisel Handy, apesar dos problemas de saúde, Sayão vinha conversando com os médicos e passava parte do tempo razoavelmente consciente.

A situação da cantora começou a piorar e a preocupar os médicos no início desta semana. Ela já não aceitava mais a alimentação e sobrevivia graças a medicamentos e soros ministrados pelos médicos. Ela passou os últimos dias sedada.

Ontem, ela teria sido submetida a uma transfusão de sangue, sem sucesso. Assim que chegou ao hospital, a artista fez um pedido expresso à sua guardiã para que seu corpo fosse cremado e as cinzas fossem jogadas na baía de Lincolnville, cidade onde ela residia.




O consulado brasileiro em Nova York afirmou que o pedido de Sayão já foi transmitido às autoridades brasileiras e que, diante disso, não haverá traslado do corpo.

Ainda não há data marcada para a cremação -o desejo inicial era que acontecesse hoje, em cerimônia reservada para amigos da brasileira. Segundo a guardiã, não havia nenhum familiar de Sayão com ela no momento da morte. Ela disse que um sobrinho da artista, que mora no Rio de Janeiro, deveria seguir para os EUA para cuidar de detalhes burocráticos.

O hospital teria tentado entrar em contato com familiares, mas sem conseguir falar com ninguém.

Sayão morava nos EUA desde o final dos anos 30. Aclamada no país, ela integrou a Orquestra Filarmônica de Nova York e o corpo do Metropolitan Opera House, nas décadas de 40 e 50, chegando a se apresentar na Casa Branca.

Ela não era casada, morava com sua guardiã. Ela não atuava mais, mas seus trabalhos continuam em alta no país. Há cerca de três anos, todas as suas obras foram lançadas remasterizadas em uma coleção clássica nos EUA.





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Fonte: Bidu Sayão - Disponível em: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bidu_Say%C3%A3o





SARAU PARA JOÃO: CELEBRANDO JOÃO CABRAL DE MELO NETO. EM 01 DE FEVEREIRO DE 2020, ÀS 16 HORAS. NO SOLAR DO JAMBEIRO. CURADORIA DE JORDÃO PABLO DE PÃO. IMPERDÍVEL!





Poeta pernambucano de notável rigor construtivo, abandonou os vestígios surrealistas de seu primeiro livro, Pedra do sono (1942), e desenvolveu uma dicção única dentro da literatura brasileira, regida pelo controle do acaso e refreamento da subjetividade.

Em 1945, ingressou na carreira diplomática, chegando a embaixador.

Dentre os países em que viveu, a Espanha impregnou de modo especial a sua obra. Autor de Serial (1961) e A educação pela pedra (1966), entre outros.















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TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI ABRE SUA TEMPORADA 2020 COMEMORANDO 25 ANOS DE RESTAURO.





No dia 06 de fevereiro DE 2020, às 19 horas, o Teatro Municipal de Niterói abre sua temporada de 2020 em comemoração aos 25 anos de sua Restauração. João Caetano chegará no século XXI e verá o Teatro que administrou no século XIX. A noite contará com o lançamento da nova logo e do selo comemorativo, projeções na fachada e apresentações de artistas da cidade nos segmentos do Teatro, da Dança e da Música; além de outras surpresas. O evento é gratuito e os convites estarão em balões prateados distribuídos ao público.





A noite contará com as apresentações da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, Studio Arte dos Pés, Paradoxo Cia de Dança, bem como pequenas apresentações das peças “Encontro de Machado de Assis e Arthur de Azevedo”, “Capitães da Areia”, “O Despertar da Primavera” e “Onde estão os Miseráveis?”; e de shows de Mona Vilardo e Adriana Ninsk, além de música clássica com Márcio Selles e músicos da Orquestra da Grota.






LINHA DO TEMPO DO TMN

1991 – 1995 – O Teatro ficou fechado durante 4 anos para a mais completa e rigorosa restauração que se tem notícia na história do patrimônio cultural brasileiro. O Teatro Municipal João Caetano necessitava de recuperação de sua riqueza arquitetônica. O projeto de Restauração de Cláudio Valério Teixeira foi premiado pelo Instituto Arquitetos do Brasil, em 1994. O passado da casa foi respeitado, conservado, reerguido graças a um trabalho minucioso, científico e detalhista feito pelos restauradores e arquitetos. O desafio foi manter os aspectos históricos (as linhas arquitetônicas neoclássicas da reforma de 1888 e 1889) e ao mesmo tempo dotá-lo de modernidade.



1995 – Finalmente, em 19 de Dezembro de 1995, o Teatro totalmente restaurado é reinaugurado. Com capacidade para 421 lugares, ganhou o que há de mais moderno em equipamentos de segurança e conforto.

Desde então, manutenções preventivas e corretivas são feitas anualmente em janeiro e fevereiro, quando se faz uma varredura do telhado ao porão, para receber toda a programação, que se constitui ininterrupta até final de dezembro. O plano de manutenção é um serviço técnico, realizado por profissionais e/ou empresas de capacitação visando manter o padrão de intervenção realizado no restauro. Em 2020, em função da temporada de Bodas de Prata comemorativa aos 25 anos do Restauro, a fachada, seus ornatos e 42 camarotes estão sendo restaurados, além de toda a manutenção que é feita normalmente. Tais intervenções garantem e contribuem na conservação de verdadeiros suportes da memória coletiva da cidade de Niterói.




CONCEPÇÃO ARQUITETÔNICA DO TEATRO


A fachada original do Teatro foi bastante danificada durante a Revolta da Armada, em 1883, e, durante a restauração, foi reconstituída baseada em iconografia existente. As características desta fachada são do estilo eclético Neoclássico.

As cores adotadas na fachada foram indicadas por prospecções estratigráficas e documentação resgatada pela equipe de pesquisa histórica.  O pano de fundo em tonalidade ocre, recortado por frisos e relevos decorativos em branco, realçou as características arquitetônicas e estéticas do prédio, devolvendo a dignidade, a simplicidade, destacando-o de seu entorno.
Resgataram-se os aspectos característicos de 1904, que é a mais antiga fonte iconográfica encontrada. A iluminação anteriormente existente em forma de lampiões foi reintroduzida no plano da fachada central, contribuindo para a recuperação integral da tipologia arquitetônica da época.




PROCESSO DE RESTAURAÇÃO DO TEATRO


A premissa básica do processo de restauração foi compatibilizar as características arquitetônicas históricas e ao mesmo tempo modernizar o antigo teatro, permitindo sua adequação à contemporaneidade, o que marcaria definitivamente uma nova etapa na história desta casa de espetáculos.

Houve a preocupação em entender a restauração do Teatro Municipal João Caetano como um processo integrado, onde os núcleos históricos se adaptaram às novas intervenções arquitetônicas e equipamentos inseridos, visando conforto ambiental, segurança e desempenho técnico.

Racionalizou-se o fluxo de saídas do público, que agora permitem um rápido escoamento em caso de sinistro. As passagens, antes obstruídas por acréscimos mal realizados, foram totalmente liberadas e a construção de uma cortina corta-fogo garantiu a barreira entre palco e plateia, assegurando a saída tranquila em caso de incêndio.

Atualmente, o complexo do Teatro Municipal João Caetano conta com um conjunto constituído de três (3) corpos edificados: O teatro propriamente dito, os anexos (camarins e operacional) e o anexo administrativo que abriga a Sala Carlos Couto. Estes três núcleos receberam tratamento cromático diferenciado, marcando assim épocas diversas de construção e assinalando funções específicas.

Abertura da temporada 2020 do Teatro Municipal de Niterói
Data: 06 de fevereiro de 2020
Horário: 19h
Classificação etária: Livre
Gratuito | Sujeito à lotação do teatro.

Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói, RJ.
Tel: 2620-1624





















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FONTE
Assessoria de Imprensa – TMN
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DE RUA 2020.

A PREFEITURA DE NITERÓI DIVULGOU PARTE DA PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DE RUA 2020. ESSE ANO, HAVERÁ FESTAS DE BAIRRO EM 34 LOCAIS, DESFILE DE 100 BLOCOS, ALÉM DOS TRADICIONAIS DESFILES DAS ESCOLAS DE SAMBA DE NITERÓI. 





São esperados cerca de 850 mil foliões de turistas e niteroienses. 

Já estão confirmados blocos como Rio Pandeiro (Icaraí), Sambaí (Concha Acústica), Cordão do Bola Branca (Canto do Rio), Banda dos Amigos (Barreto), Mancando de Ré (Largo do Marrão), Combinado 5 de Julho (Barreto). Os blocos Bicho (Piratininga), Bloquinho (Campo de São Bento), Banda de Piratininga, Dominó (Santa Rosa), e Bloquete (Vital Brazil) também vão agitar a programação de carnaval.

A tradicional Banda do Ingá, este ano, desfilará do Ingá até a Concha Acústica, em São Domingos. Os blocos Saias na Folia, Loucos pela Vida e Asclin prometem trazer a folia para o Centro da cidade. No Caminho Niemeyer, está confirmado o bloco Vou Zoar.

Rio do Ouro, Caramujo, Charitas, São Francisco, Cafubá, Fonseca, Largo da Batalha, Badu, Piratininga, Barreto, Largo da Batalha, Icaraí, Santa Rosa, Ititioca, Maceió, Santa Bárbara, Engenhoca, Sapê, Ilha da Conceição, Engenho do Mato, São Lourenço, Ponta d'Areia, Itaipu e Jurujuba terão carnavais de bairro.


Confira a programação dos desfiles
 na Rua da Conceição




Dia 23 DE FEVEREIRO DE 2020.

19h – Império de Charitas

19h25min – Mistura da Raça

19h50min – União do Maruí

20h15min – Grilo da Fonte

20h40min – Unidos do Castro

21h05min – Independente do Boaçu

21h30min – Unidos do Barro Vermelho

22h – Fora de Casa

22h30min – Amigos da Ciclovia

0h – Tá Rindo Por quê?

0h30min – Grupo dos 15

Dia 24

19h – Galo de Ouro

19h40min – Banda Batistão

20h20min – Cacique São José

21h – Garra de Ouro

21h40min – Sabiá

22h20min – Combinado do Amor

23h – Balanço do Fonseca

23h40min – União da Engenhoca

0h20min – Bem Amado

1h – Paraíso do Bonfim

Dia 25

19h – Mocidade de Icaraí

19h45min– Império de Araribóia

20h30min- Bafo do Tigre

21h15min – Souza Soares

22h – Unidos da Região Oceânica

22h45min – Alegria da Zona Norte

23h30min– Magnólia Brasil

0h15min – Unidos do Sacramento

1h – Folia do Viradouro

1h45min – Experimenta da Ilha da Conceição












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