quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

MARNE SERRANO CALDERA - ENTRE CIÊNCIA E MÚSICA, UM LEGADO DE LUZ - HOMENAGEM DO FOCUS PORTAL CULTURAL

Hoje, 31 de dezembro, quando o calendário se despede de mais um ciclo e o mundo inteiro se prepara para o rito da passagem, você, amigo querido, celebra não apenas o seu aniversário, mas também a confluência simbólica entre o tempo humano e o tempo cósmico. É como se o universo tivesse escolhido este dia limiar, em que o passado se recolhe e o futuro se anuncia, para marcar o seu nascimento e renovar, a cada ano, o sentido da sua presença entre nós. 

Neste instante, não falamos apenas de felicitações, mas de reconhecimento. Reconhecimento por uma vida que se faz ponte entre ciência e arte, entre técnica e sensibilidade, entre o rigor da engenharia e a delicadeza da música. Você, Marne, é um daqueles raros espíritos que compreendem que o mundo não se divide em compartimentos estanques, mas se revela como uma sinfonia de múltiplas vozes, onde cada nota, cada cálculo, cada gesto humano se entrelaça em harmonia.

Doutor em Engenharia Eletrônica pela Universidade de Roma, mestre em Telecomunicações pelo Instituto de Pesquisas Espaciais de São José dos Campos, você inscreveu seu nome na história da ciência brasileira ao participar da implementação da estação para o satélite ERTS, em colaboração com a NASA. Esse feito não é apenas técnico: é cultural, é civilizatório. Ele nos lembra de que o conhecimento humano não tem fronteiras, que o Brasil dialoga com o mundo, que a ciência é uma linguagem universal capaz de unir povos e expandir horizontes. 

Sua trajetória acadêmica e profissional é marcada por rigor e inovação. Projetos de engenharia acústica, cargos de direção e gerência em entidades estatais e empresas privadas, no Brasil e no exterior, tudo isso compõe um mosaico de realizações que transcende o âmbito individual. Você é parte de uma tradição de construtores, de homens que erguem pontes invisíveis entre o sonho e a realidade. 

Mas não basta falar da ciência, porque em você pulsa também a música. Desde 1974, sua atuação no agenciamento artístico e na produção cultural tem acompanhado e supervisionado sua esposa Licia Lucas Serrano em gravações de música clássica em mais de 20 países. Isso significa que sua vida se desenrola como uma partitura que alterna compassos técnicos e melódicos, como se cada projeto fosse uma sinfonia e cada realização, um concerto. 

A música clássica, que você ajudou a difundir e preservar, é uma das mais altas expressões da cultura humana. Ela nos lembra de que o espírito não vive apenas de cálculos e fórmulas, mas também de beleza e transcendência. E você, Marne, é testemunha viva dessa verdade: que a ciência e a arte não se opõem, mas se complementam, como corpo e alma, como razão e emoção.

Celebrar seu aniversário é celebrar também a amizade. Porque, além de engenheiro e produtor cultural, você é companheiro leal, presença generosa, espírito que ilumina os que estão ao seu redor. Sua vida, que se estende por tantos países e culturas, é também uma metáfora da amizade universal. Você nos ensina que ser amigo é ser ponte, é ser tradutor de mundos, é ser alguém que carrega consigo não apenas títulos e feitos, mas também abraços, palavras de incentivo e gestos de solidariedade. 

Não é acaso que seu aniversário seja em 31 de dezembro. É como se o tempo quisesse lhe dizer que você é síntese e promessa. Síntese de tudo o que vivemos, promessa de tudo o que ainda podemos realizar. Você é o ponto de encontro entre o fim e o começo, entre o que se encerra e o que se inaugura. Celebrar você hoje é celebrar também a esperança, porque sua vida nos lembra de que o futuro pode ser construído com sabedoria, cultura e amizade. 

Que Deus, nosso Pai, continue iluminando seu caminho. Que cada projeto que você empreenda seja coroado de êxito, que cada nota musical que você ajude a produzir seja um eco de eternidade, que cada amizade que você cultive seja um laço indestrutível. Que sua vida seja longa e fecunda, e que você continue sendo esse exemplo de integridade, cultura e humanidade. 

Hoje, nosso presente para você é a palavra. Palavra que se faz poesia, palavra que se faz memória, palavra que se faz celebração. Porque você merece não apenas presentes materiais, mas também homenagens que reconheçam a grandeza da sua trajetória. Você é, Marne, um PATRIMÔNIO VIVO, um amigo que nos honra, um ser humano que nos inspira.

MARNE SERRANO CALDERA, neste aniversário, queremos lhe dizer que somos felizes por compartilhar da sua amizade. Queremos lhe agradecer por tudo o que representa em nossas vidas. Queremos lhe desejar mil felicidades, muitas alegrias, muitos sonhos realizados. Queremos lhe oferecer abraços e homenagens, e acima de tudo, queremos lhe dizer que sua vida é uma obra-prima que merece ser celebrada com música, com ciência, com poesia e com amor. 

Parabéns, amigo! Que este novo ciclo seja tão grandioso quanto sua história, tão lírico quanto sua música, tão cultural quanto sua trajetória, tão humano quanto sua amizade. 

Shirley & Alberto Araújo

 

ODE DE ANIVERSÁRIO A MARNE SERRANO CALDERA

MARNE SERRANO CALDERA!

 

No limiar do tempo, quando o ano se despede,

e o mundo inteiro aguarda o nascer de um novo ciclo,

ergue-se o teu nome como clarim e como estrela,

marcando o dia em que a vida te escolheu para florescer.

 

Tu não és apenas um homem de datas e feitos,

és ponte entre mundos, és harmonia entre ciência e arte,

és engenheiro que decifra o silêncio dos satélites,

és maestro que traduz em música o sopro da eternidade.

 

Doutor em Roma, mestre em São José dos Campos,

teus cálculos se tornaram versos orbitais,

teus projetos, constelações de engenhos e sonhos,

teu trabalho, diálogo entre Brasil e NASA,

como se o céu fosse partitura e a Terra, instrumento.

 

Cada estação que ergues, cada projeto que crias,

é poema escrito em linguagem de circuitos,

é metáfora de que o humano pode tocar o infinito,

sem perder o chão, sem perder a ternura.

 

Mas em ti pulsa também o compasso da arte.

Desde 1974, tua vida se fez palco e estúdio,

acompanhando gravações, guiando artistas,

levando a música clássica a mais de vinte países.

 

És guardião da beleza,

és testemunha de que a cultura é tão necessária quanto o pão,

és produtor que transforma notas em eternidade,

és amigo da música, e por isso amigo da alma.

 

Marne, tua amizade é patrimônio.

Não se mede em títulos, não se pesa em cargos,

se reconhece em abraços, em palavras de incentivo,

em gestos que iluminam os que caminham contigo.

 

És companheiro leal, presença generosa,

és ponte entre culturas, tradutor de mundos,

és aquele que nos lembra que viver é compartilhar,

que o saber só tem sentido quando se torna afeto.

 

E não é acaso que teu aniversário seja em 31 de dezembro.

Tu és síntese e promessa,

és o fim que anuncia começo,

és o ponto em que o tempo se curva para te saudar.

 

Celebrar-te hoje é celebrar também a esperança,

porque tua vida nos ensina que o futuro pode ser construído

com sabedoria, cultura e amizade.

 

Que Deus, nosso Pai, continue a iluminar teu caminho.

Que cada projeto seja coroado de êxito,

que cada nota musical seja eco de eternidade,

que cada amizade seja laço indestrutível.

 

Que tua vida seja longa e fecunda,

que tua história continue a ser obra-prima,

que tua presença siga sendo luz para todos nós.

 

MARNE SERRANO CALDERA! 

Hoje, neste aniversário, erguemos nossas vozes em coro:

parabéns, amigo, mestre, companheiro,

parabéns pelo que és, pelo que fazes, pelo que inspiras.

 

Que o novo ciclo seja grandioso como tua trajetória,

lírico como tua música, cultural como tua obra,

humano como tua amizade.

 

E que cada 31 de dezembro seja sempre

um concerto de felicidades,

um poema de realizações,

um hino de gratidão.

 
























 



 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

A SINFONIA SILENCIOSA DOS BRINQUEDOS ESQUECIDOS E A FORÇA DOS HERÓIS - UMA ODE À INFÂNCIA ANALÓGICA CRÔNICA DE © ALBERTO ARAÚJO

Em um tempo em que a luz das telas ainda não havia se infiltrado nos lares como um sol artificial, a imaginação era soberana. Os brinquedos, simples em sua matéria, eram portais para universos infinitos. Bastava um quintal de terra batida, o cheiro de chuva recém-caída e o riso das crianças para que o mundo se transformasse em palco de epopeias invisíveis. 

As bolinhas de gude, translúcidas como pequenos planetas, rolavam em batalhas épicas. Cada choque era um trovão, cada vitória um triunfo digno de Homero. Havia nelas o reflexo do céu e da terra, como se fossem fragmentos de cosmos aprisionados em vidro. Jogar gude era, de certo modo, brincar de astronomia: cada criança era um demiurgo, rearranjando constelações no chão. 

Os piões, esculpidos em madeira, giravam como bailarinos ancestrais. Ao rodopiarem, evocavam danças tribais, lembrando os rituais indígenas que celebravam a vida e a colheita. O som metálico da ponta riscando o chão era como o compasso de um tambor distante. O pião não era apenas brinquedo: era metáfora da existência, que gira, gira, até perder o fôlego, mas deixa no ar a beleza de seu movimento. 

As bonecas de pano, com seus sorrisos costurados, eram confidentes silenciosas. Guardavam segredos como sacerdotisas de um templo íntimo. Seus vestidos remendados eram testemunhos da economia doméstica, mas também da ternura das mãos maternas que costuravam sonhos. Elas ensinavam às crianças que a beleza não está na perfeição, mas na história que cada cicatriz carrega. 

Os carrinhos de madeira, com rodas tortas e pintura improvisada, eram cavalos de fogo em pistas imaginárias. Não precisavam de gasolina, apenas da energia inesgotável da fantasia. Cada corrida era uma viagem ao futuro, onde o menino se tornava engenheiro, piloto, inventor. Havia neles o germe da criatividade que, mais tarde, ergueria cidades e máquinas.

A amarelinha, desenhada com giz no asfalto, era uma cartografia mágica. Cada quadrado era um território conquistado, cada salto uma travessia entre mundos. Era como se as crianças fossem argonautas, navegando por mares invisíveis, guiadas apenas pela coragem de seus pés descalços. O giz, frágil e efêmero, lembrava que toda aventura é passageira, mas deixa marcas na memória. 

As cordas, giradas em ritmo frenético, eram instrumentos de música corporal. O som do impacto no chão, o riso sincronizado, o desafio da coordenação: tudo se transformava em sinfonia. Saltar corda era dançar com o tempo, era desafiar a gravidade com leveza. E quando o céu parecia o limite, as crianças descobriam que o limite era apenas uma invenção dos adultos. 

E havia os heróis. Ah, os heróis! Super-Homem, com sua capa vermelha esvoaçante, era o mito moderno que ensinava coragem e justiça. Mulher-Maravilha, amazona indomável, mostrava que a força não era privilégio masculino. Esses personagens, vindos das páginas coloridas das revistas em quadrinhos, eram arquétipos que dialogavam com mitologias antigas: Hércules, Atena, Aquiles. A infância analógica era também uma escola de mitologia, onde cada criança aprendia que ser herói não é voar, mas enfrentar o medo com dignidade. 

Os brinquedos de outrora eram tesouros escondidos, guardados em caixas de papelão, em baús de madeira, em cantos de quintal. Não tinham bateria, não piscavam luzes, não falavam em vozes programadas. Mas tinham alma. Eram feitos de matéria simples, mas carregavam o poder de transformar o ordinário em extraordinário. 

Brincar era um ato de resistência contra o vazio. Era aprender a compartilhar, a negociar, a perder e a ganhar. Era ensaio para a vida adulta, mas sem pressa, sem peso. A infância analógica nos ensinava que o mundo pode ser reinventado com um pedaço de giz, uma corda, um carrinho de madeira.

Hoje, quando olhamos para trás, percebemos que aqueles brinquedos eram mais do que passatempo: eram pedagogia da imaginação. Eles nos ensinaram a criar sem manual, a inventar sem aplicativo, a sonhar sem algoritmo. E talvez seja por isso que ainda nos emocionamos ao lembrarmos do cheiro da terra molhada, do som das bolinhas de gude, do rodopio dos piões. 

A maior aventura da infância não estava em possuir, mas em transformar. Transformar o quintal em arena, a rua em palco, o brinquedo em universo. Transformar o silêncio em sinfonia. E, acima de tudo, transformar a si mesmo em herói, não o herói invencível das páginas, mas o herói cotidiano, capaz de acreditar, de persistir, de amar.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural






 

GRANADA, AMAPOLA E NESSUN DORMA EM BRILHANTE INTERPRETAÇÃO DE JUAN DIEGO FLÓREZ

GRANADA
(CLICAR NA IMAGEM)

Composição: Agustín Lara / José Mojica

Granada

Granada, terra sonhada por mim

Granada, tierra soñada por mí

 

Meu cantar se torna cigano quando é para ti

Mi cantar se vuelve gitano cuando es para ti

 

Meu cantar feito de fantasia

Mi cantar hecho de fantasía

 

Meu cantar, flor de melancolia

Mi cantar flor de melancolía

 

Que eu venho te dar

Que yo te vengo a dar

 

Granada

Granada

 

Terra ensanguentada

Tierra ensangrentada

 

Em tardes de touros

En tardes de toros

 

Mulher que conserva o encanto

Mujer que conserva el embrujo

 

Dos olhos mouros

De los ojos moros

 

Sonho contigo, rebelde e cigana

Te sueño rebelde y gitana

 

Coberta de flores

Cubierta de flores

 

E beijo tua boca escarlate

Y beso tu boca de grana

 

Suculenta maçã

Jugosa manzana

 

Que me fala de amores

Que me habla de amores

 

Granada jovem

Granada manola

 

Cantada em versos preciosos

Cantada en coplas preciosas

 

Não tenho outra coisa a te dar

No tengo otra cosa que darte

Que um ramo de rosas

Que un ramo de rosas 

De rosas de suave fragrância

De rosas de suave fragancia

 

Que emoldurariam a Virgem morena

Que le dieran marco a la virgen morena

  

Granada

Granada

 

Tua terra está cheia

Tu tierra está llena

 

De lindas mulheres

De lindas mujeres

 

De sangue e de Sol

De sangre y de Sol

 

AMAPOLA - JUAN DIEGO FLÓREZ
(CLICAR NA IMAGEM )

NESSUN DORMA
(Clicar na imagem)










 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O ÚLTIMO SUSPIRO DO SOL EM ICARAÍ - CRÔNICA DE © ALBERTO ARAÚJO

O dia se despede com um suspiro dourado. Em Icaraí, o tempo parece desacelerar, como se o próprio universo se curvasse diante da beleza que se desenha entre o céu e o mar. O sol, em seu ritual diário de partida, mergulha lentamente atrás das montanhas que guardam o Rio de Janeiro como sentinelas silenciosas. E ali, no alto, de braços abertos, o Cristo Redentor observa tudo com a serenidade de quem já viu milênios passarem.

A praia se transforma em palco. Os espectadores são anônimos: casais de mãos entrelaçadas, crianças que ainda não compreendem a magnitude do momento, corredores que diminuem o passo, pescadores que recolhem suas redes. Todos, mesmo sem saber, participam de um espetáculo que não cobra ingresso, mas exige entrega. O céu se pinta em tons de laranja, rosa e púrpura, como se um artista celestial tivesse derramado sua paleta sobre a tela do horizonte.

O mar, cúmplice do céu, reflete cada nuance com devoção. As ondas, suaves como sussurros, lambem a areia com ternura. Um pequeno barco desliza, solitário, como se buscasse alcançar o último raio de luz antes que ele se esconda. E acima, cortando o cenário com precisão poética, um avião risca o céu, metáfora perfeita da fugacidade da vida, da pressa humana diante da eternidade da natureza.

Há algo de sagrado nesse instante. Não é apenas um pôr do sol. É um rito. Uma oferenda. Uma lembrança de que, por mais que o mundo gire em frenesi, há momentos que nos obrigam a parar, respirar e sentir. Icaraí, com sua moldura de montanhas e mar, oferece esse presente todos os dias, mas só os atentos o recebem de verdade.

O Cristo, imóvel e eterno, parece abençoar o crepúsculo. Seus braços abertos não são apenas símbolo de fé, mas de acolhimento. Como se dissesse: “Venham, contemplem, deixem que a luz toque suas almas.” E ela toca. Porque é impossível não ser tocado por essa dança de cores e silêncios. O barulho da cidade se dissolve. O som das ondas se torna oração. E cada olhar voltado para o horizonte carrega uma pergunta, uma saudade, uma esperança.

A areia guarda pegadas que logo serão apagadas, mas naquele instante são testemunhas. Os pés que caminham sobre ela carregam histórias, amores, despedidas. E o sol, antes de partir, parece ouvir cada uma delas. Ele se despede com delicadeza, como quem não quer ir, mas sabe que precisa. E ao desaparecer, deixa um rastro de luz que ainda brilha nos olhos de quem o viu.

O avião, agora distante, é lembrança de que há outros mundos, outras rotas, outras vidas. Mas ali, naquele pedaço de mundo chamado Icaraí, tudo parece suficiente. A beleza é tanta que não cabe em palavras, mas insiste em ser escrita. Porque há crônicas que nascem do silêncio, da contemplação, da entrega. E essa é uma delas.

Quando a noite enfim chega, trazendo seu manto de estrelas, o coração ainda pulsa no ritmo do pôr do sol. E quem esteve ali, mesmo que por alguns minutos, leva consigo um pedaço de eternidade. Porque há pores do sol que não terminam. Eles continuam dentro da gente, como lembrança, como poesia, como luz.

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


 













COMUNICADO DA DIRETORIA DE CULTURA DO ELOS INTERNACIONAL AOS ELISTAS E AMIGOS DA INSTITUIÇÃO

 

A presidente do Elos Internacional, Matilde Slaibi Conti, encontra-se nesta data em Miami, em visita familiar ao filho, Dr. Ricardo Augusto Slaibi Conti, à esposa, Coach Poliana Conti, e aos queridos netos: Lucas e Carol. 

O Dr. Ricardo Augusto, médico formado pela UFF e doutorado pela USP, reside há duas décadas nos Estados Unidos, onde foi eleito o melhor clínico geral de Maryland. Atualmente, é Diretor Médico do Saint Agnes Hospital, em Baltimore. Seu primogênito, Lucas, segue os passos do pai é formado em Medicina na Universidade de Boston, enquanto a filha Carol trilha brilhante carreira acadêmica com mestrado em Genética. 

A esposa, Poliana Conti, é reconhecida internacionalmente como estrategista, mentora e arquiteta de culturas organizacionais. Com quase três décadas de experiência em Recursos Humanos e Estratégia de Pessoas, atuou em mais de 44 países, conduzindo processos de transformação em empresas globais como Lucent Technologies, Avaya, Avery Dennison, Danone Group, Honeywell e W.R. Grace. Fundadora e CEO da Partners4Growth®, sediada em Orlando, dedica-se a criar ambientes de confiança, compaixão e alto desempenho, unindo coaching, mentoria e inovação. 

A nossa presidente Matilde, elista-mor, além de conduzir com dedicação o Elos Internacional, preside o Cenáculo Fluminense de História e Letras e a Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio de Janeiro. Em breve, assumirá mais uma relevante missão: a presidência do Núcleo da Rede Sem Fronteiras em Niterói, ampliando ainda mais sua atuação em prol da cultura, da literatura e do fortalecimento dos laços entre instituições e comunidades.

A convivência com a família, especialmente neste período festivo, é um momento de alegria e renovação, marcado pela celebração do Réveillon em terras norte-americanas. 

Durante sua estada, a presidente certamente terá a oportunidade de conhecer e revisitar lugares históricos e culturais da vibrante cidade de Miami, que se destaca pela diversidade artística, pela riqueza arquitetônica e pela efervescência cultural que dialoga com diferentes tradições do mundo. 

Assim, entre o calor dos afetos familiares e a inspiração da cultura, Matilde Slaibi Conti reafirma sua trajetória de liderança e dedicação, unindo os valores do Elos Internacional à missão de promover integração, amizade e conhecimento além-fronteiras. 

Portanto, mesmo em momentos de descanso e convivência familiar, a trajetória da presidente Matilde se entrelaça com o compromisso cultural que marca sua vida pública, reafirmando o papel do Elos Internacional como ponte de amizade, conhecimento e integração entre povos e culturas. 

Editorial

© Alberto Araújo