terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

O QUE ALGUÉM DISSE POESIA DE FLORBELA ESPANCA






O QUE ALGUÉM DISSE

"Refugia-te na Arte" diz-me Alguém
"Eleva-te num voo espiritual,
Esquece o teu amor, ri do teu mal,
Olhando-te a ti própria com desdém.

Só é grande e perfeito o que nos vem
Do que em nós é Divino e imortal!
Cega de luz e tonta de ideal
Busca em ti a Verdade e em mais ninguém!"

No poente doirado como a chama
Estas palavras morrem... E n'Aquele
Que é triste, como eu, fico a pensar...

O poente tem alma: sente e ama!
E, porque o sol é cor dos olhos d'Ele,
Eu fico olhando o sol, a soluçar...

Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade"




Florbela Espanca foi uma poeta/poetisa e um dos mais importantes nomes da Literatura Portuguesa. Florbela abordou temas como amor, angústia e sofrimento, trazendo a figura feminina para suas obras. A poeta portuguesa teve duas antologias publicadas em vida: Livro de mágoas (1919) e Livro de sóror saudade (1923). Outras três foram lançadas postumamente: Charneca em flor (1931), Juvenília (1931) e Reliquiae (1934). Além da poesia, a autora portuguesa escreveu para jornais e traduziu obras literárias.

Nasceu em Vila Viçosa- Portugal, em 08 de dezembro de 1894 e faleceu em Matosinhos, em 08 de dezembro de 1930.




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HOMENAGEM AO PROFESSOR HORÁCIO PACHECO E APROVEITANDO O ENSEJO REVERENCIA A TODOS OS ACADÊMICOS INTEGRANTES DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS QUE JÁ PARTIRAM RUMO AO PARNASO.






Homenagem do escritor e poeta Alberto Araújo ao professor Horácio Pacheco, texto publicado na Antologia O Perfume da Palavra - Volume V, organizado pela jornalista Labouré Lima da Editora Muiraquitã, página 22, Niterói-RJ (2016).



ALMA LEVE E SENSATA



a Horácio Pacheco



Se tu me perguntares
quem foi Horácio Pacheco, direi:
Sempre que podia
com a alma sã e a sua luz sensata
adentrava a Academia.
Foi consagrado homem sábio.
Jornalista, escritor
serviu a todos os amigos
com muito amor.
A sua tocha sempre iluminará
a brisa intelectualizada que nos aquece.
Do alto a luz e sua voz resplandece.
Intelectual de alma leve
cujo afeto o íntimo não esquece.
Ele evocava a arte literária com paixão
e se deleitava com as palavras.
Professor Horácio nasceu em Ribeirão.
Mas tinha Niterói no coração.
Chamávamos de professor querido,
porque ele de forma peculiar e bravia
ultrapassava os limites do céu da poesia
com o saber do latim e da morfologia.

Dotado de coração hospitaleiro
e de serena e amável fidalguia,
conduzia com fulgor a advocacia.
Foi da justiça nobre mensageiro
e gênio imortal de nossa Academia.

By © Alberto Araújo
Escritor, poeta e jornalista.


UM POUCO SOBRE HORÁCIO PACHECO


HORÁCIO PACHECO nasceu em Ribeirão Preto, SP, no dia 14 dezembro de 1916. Foi Presidente da Academia Niteroiense de Letras. Membro da Academia Fluminense de Letras, Cenáculo Fluminense de História e Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Niterói e de outras entidades culturais no Estado do Rio de Janeiro. Professor, advogado, jornalista. Diretor adjunto do Serviço Social do Comércio. É verbete na Enciclopédia de Literatura Brasileira, de Afrânio Coutinho. Participante da antologia "Água Escondida", organizada por Neide Barros Rêgo.


LEIA O POEMA LEVE DE HORÁCIO PACHECO




LEVE


Horácio Pacheco


Para sentir levezas - louco intento!
Tomei nas mãos um raio de luar.
Levinho, era tal qual o pensamento
De um anjo, se o pudesse sustentar.

Menos leve, a seguir, trouxe-me o vento
A espuma de um frouxel e a par e par,
UM gorjeio chegou - era um lamento
Que na concha da mão pude abrigar.

Depois eu quis também suster tua alma.
Tão doce era a expressão da azúlea calma,
Tão leves, ó criança, os teus anseios,
Que a minha mão nervosa agora sente
Como pesavam formidavelmente
Espumas, luares, plúmulas, gorjeios.


**************************************


ACADÊMICOS QUE JÁ FALECERAM E QUE PASSARAM PELA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS


Abeylard Pereira Gomes
Agnaldo José de Senna Campos
Alaôr Eduardo Scisínio
Albertina Fortuna Barros
Alberto Albuquerque Silva do Vale
Alberto Francisco Torres
Aloysio Tavares Picanço
Angelo Longo
Antonio Augusto de Siqueira
Antonio de Almeida Moraes Júnior
Antonio Renato de Lacerda
Antonio Santa Cruz Lima
Arídio Fernandes Martins
Arino de Souza Mattos
Arthur Nunes da Silva
Benedido Angrense Brasil dos Reis
Branca Eloysa de Campos G. P. Ferreira
Brígido Fernandes Tinoco
Carlos Alberto Lúcio Bittencourt
Carlos Moacyr Faria Souto
Carlos Tortelly R. Costa
Celso Furtado de Mendonça
Dayl do C. Guimarães de Almeida
Dulcydides de Toledo Piza
Edmo Rodrigues Lutterbach
Élio Monnerat Solon de Pontes
Emmanuel de B. Macedo Soares
Fernando Elviro Costa
Francisco de Almeida Pimentel
Francisco Martins de Almeida
Geraldo Freitas Caldas
Geraldo M. Bezerra de Menezes
Gercy Pinheiro de Souza
Gilberto Emílio Chaudon
Guaracy de Albuquerque Souto Mayor
Heitor Luiz do Amaral Gurgel
Hélio Nogueira
Henrique G. de Serpa Pinto
Herval de Souza Tavares
Horácio Pacheco
Hugo Grei Tavares
Jacy Gallo de Freitas Pacheco
Jefferson d´Ávilla Júnior
João Batista Vasconcelos Torres
João Clementino de Mello Lula
João de Barros Uchoa
João Quintella Raeder
João Rodrigues de Oliveira
Jorge Fernando Loretti
Jorge Picanço Siqueira
José Agostinho de Lara Vilela
José Alfredo de Andrade
José Hermínio Guasti
José Inaldo Alves Alonso
José Lívio Dantas
José Martins de Araújo Júnior
José Naegele
José Pinto Nazareth
Juvenille Pereira
Latour Neves Arueira
Lealdino Soares Alcântara
Leir de Souza Moraes
Luís Antônio Pimentel
Luis Palmier
Luiz Augusto Irineu Flórido
Luiz Calheiros Cruz
Luiz Gonzaga de Castro Azevedo
Lyad S. Guimarães de Almeida
Macário de Lemos Picanço
Marcos Almir Madeira
Maria da Conceição Pires de Mello (Manita)
Maria de Lourdes V. Meira
Maria José Arueira Meirelles
Maria Moura da Costa
Mário Barreto França
Mário Duarte Monteiro
Mario Portugal F. Pinheiro
Maurício Paiva de Lacerda
Milton Nunes Loureiro
Myrtharístides de Toledo Piza
Paulo de Almeida Campos
Paulo Figueira de Mello Pires
Plínio de Oliveira Muylaert
Ramon Benito Alonso
Raul de Oliveira Rodrigues
Roberto Pereira dos Santos
Rubens Falcão
Ruy Buarque de Nazareth
Salvador Mata e Silva
Serafim Silva
Sérgio Cid
Sylvio Pereira do Lago
Togo Póvoas de Barros
Vera de Vives
Walfredo Martins
Xavier Placer
Yara Vidal Fonseca






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domingo, 23 de fevereiro de 2020

CONVITE DO ESCRITOR ANTONIO CARLOS SECCHIN PARA EXPOSIÇÃO SOBRE JOÃO CABRAL DE MELO NETO.






No dia 03 de março DE 2020, terça-feira, a CASA RUI BARBOSA (Rua São Clemente, 134, Botafogo - Rio de Janeiro) inaugura uma bela EXPOSIÇÃO EM HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO. Às 15h, mesa-redonda com Marcos Estevão Gomes Pasche, Everton Correia, Valéria Lamego e Antonio Carlos Secchin. Marcos e Everton são especialistas na obra do poeta João Cabral de Melo Neto e Valéria Lamego é a editora da FOTOBIOGRAFIA CABRALINA que EUCANAÃ FERRAZ está preparando. O escritor Secchin irá falar das edições de poesia reunida de Cabral, com ênfase na que será lançada este ano pela Alfaguara, com muitas novidades, dezenas de inéditos. Será um prazer encontrá-los na CASA RUI BARBOSA!



O Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa (AMLB), criado em 1972, destina-se à organização, manutenção e guarda de documentos relativos à nossa literatura. Esse material provém exclusivamente de doações de familiares ou dos próprios literatos.
Atualmente, temos sob nossa guarda cento e vinte e dois arquivos privados de escritores.
O arquivo de João Cabral de Melo Neto foi doado ao AMLB pelos filhos do poeta. Trata-se de
material rico tanto para o estudo da literatura brasileira como das relações temáticas e estéticas com a cultura ibero-americana.

João Cabral de Melo Neto nasceu em Recife, PE, em 9 de janeiro de 1920. Filho de Luís Cabral de Melo e Carmem Carneiro Leão Cabral de Melo. Pelo lado paterno é primo dos poetas Manuel Bandeira e Mauro Mota, e pelo lado materno é primo do sociólogo Gilberto Freyre. Passou a infância em São Lourenço da Mata, na propriedade Poço do Aleixo. Em 1930 mudou-se para Recife. Fez os primeiros estudos no Colégio de Ponte d’ Uchoa, dos Irmãos Maristas. No Rio, em 1942, já tem um livro publicado, trata-se da obra intitulada Pedra do sono. Em 1945 entrou para a carreira diplomática. Dois anos depois foi servir em Barcelona. Em 1954 apresentou tese no Congresso de Poesia em São Paulo e ganhou o prêmio José de Anchieta, com o livro O Rio, em concurso nacional para comemorar o quarto centenário da cidade. Em 1968 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Assis Chateaubriand. Depois de servir no Senegal e em Quito, foi designado, em 1982, embaixador em Honduras. Entre suas obras estão: Pedra do sono (1942); Os três mal amados (1943); Quaderna (1960); Antologia poética, 1965; Morte e vida Severina (1965); Morte e vida Severina e outros poemas em voz alta (1966) e A educação pela pedra e depois (1997). Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9 de outubro de
1999. O acervo de João Cabral é composto de correspondência pessoal, manuscritos de poemas, esboços de obras, poemas de outros autores, documentos pessoais etc. Material tão vasto e de tamanha qualidade deve chegar às mãos de estudiosos e pesquisadores de literatura brasileira. Para isso é necessário proceder ao inventário analítico do arquivo, com vistas à sua disponibilização no banco de dados da Fundação Casa de Rui Barbosa.

II - O presente projeto terá duração de dois anos e dará continuidade à publicação de inventários tanto em meio digital (site da FCRB) como convencional (livros em papel) entre os quais destacamos: Thiers Martins Moreira, Augusto Meyer, Manuel Bandeira, Lúcio Cardoso, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Morais, Pedro Nava e Antônio Sales. Os trabalhos já entregues ao público têm demonstrado que se trata de um instrumento útil para os estudiosos.

2. Objetivos

GERAL:

Divulgar o acervo do AMLB junto às universidades, aos centros de estudos brasileiros, tanto no Brasil como no exterior, e aos pesquisadores em geral; Ampliar, qualitativa e quantitativamente, as possibilidades de coleta de fontes sobre a literatura brasileira.

OPERACIONAL:

Proceder ao inventário analítico do arquivo de João Cabral de Melo Neto;
Disponibilizar o referido instrumento no banco de dados da Fundação Casa de Rui Barbosa.

ESPECÍFICOS:

Identificar os documentos relativos à obra literária de João Cabral (originais de poemas, crônicas, artigos e outros);
Empreender a leitura desses documentos e o confronto das versões numa perspectiva genética,a fim de registrar o processo de criação do titular;
Gerar fontes secundárias (inventário analítico on–line) para o estudo da vida e obra de João Cabral de Melo Neto a partir da fonte primária, ou seja, do seu próprio arquivo.

3. Metodologia e Estratégias de Ação

A metodologia e estratégias de ação adotadas no AMLB têm por base os princípios teóricometodológicos da Arquivologia, o Formato MARC 21 (Machine Readable Cataloging), as normas ISAD-G, ISAAR-CPF, NOBRAD e as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas(ABNT).
No caso do presente inventário analítico, metodologia e estratégias envolverão os seguintes passos:
Levantamento e leitura biobibliográfica de e sobre João Cabral de Melo Neto;
Leitura e análise dos documentos, reunindo-os e ordenando-os em dossiês que integrarão as seguintes séries: Correspondência pessoal (Cp): composta de cartas, bilhetes, cartões, postais etc. recebidos pelo titular; Correspondência de terceiros (Ct): composta de cartas, bilhetes, cartões, postais etc, que não se destinam nem foram produzidos pelo titular do arquivo mas que foram guardados por ele;
Correspondência familiar (Cf): correspondência de familiares do titular, não necessariamente dirigida apenas a ele, mas por ele guardada;
Produção intelectual do titular (Pi): composta de romances, crônicas, poemas e outros trabalhos produzidos pelo titular;

III

Produção intelectual de terceiros (Pit): composta de romances, crônicas, poemas e outros trabalhos produzidos por outros literatos e guardadas pelo titular.
Documentos pessoais (Dp): composta de certidões, recibos, títulos de nomeação e outros documentos de cunho pessoal do titular;
Produção na imprensa (Pim): composta de documentos publicados em periódicos.
Diversos (Dv): composta por documentos que não se encaixam nas séries acima e nem justificam a criação de uma outra;
Descrição dos dossiês por meio do preenchimento de planilhas a serem inseridas no banco de dados da FCRB;
Pesquisa e determinação da forma autorizada de nomes, segundo o padrão do AACR2,
para o estabelecimento de entradas de autoria, citações etc; inserção das informações das planilhas na base de dados; acondicionamento dos documentos em pasta, caixas e papéis adequados; revisão de todo o inventário,  elaboração de artigo sobre o trabalho realizado.

4. Resultados e os impactos esperados:

Disponibilização do arquivo de João Cabral de Melo Neto no banco de dados da Fundação Casa de Rui Barbosa; elaboração de artigo sobre o trabalho realizado.

5 . Cronograma:

Levantamento e leitura de biobibliografia de e sobre João Cabral de melo Neto: 1 mês de leitura e análise dos documentos reunindo-os e ordenando-os em dossiês que integrarão as séries: 5 meses,  descrição dos dossiês por meio do preenchimento de planilhas a serem inseridas no banco de dados da FCRB: 6 meses, inserção das informações das planilhas na base de dados. 4 meses acondicionamento das fotografias em pasta, caixas e papéis adequados: 4 meses
revisão de todo o inventário: 2 meses
revisão de todo o inventário: 1 mês
elaboração de artigo sobre o inventário: 1 mês

6. Referências Bibliográficas

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística.Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005.
BARBOSA, João Alexandre. A Imitação da forma: uma leitura de João Cabral de Melo Neto. São Paulo.









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"AS PALAVRAS" FILME ESTRELADO POR BRADLEY COOPER, JEREMY IRONS, DENNIS QUAID, OLIVIA WILDE E ZOË SALDANA.

 
 
CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO FILME
 

 
 
Estrelado por Bradley Cooper, Jeremy Irons, Dennis Quaid, Olivia Wilde e Zoë Saldana, o drama romântico em camadas “As Palavras” segue a história do jovem escritor Rory Jansen, que finalmente alcança o que vinha procurando: o sucesso literário. Depois de publicar seu grande romance, ele teria tudo para ser feliz, mas há um senão nessa história: ele não escreveu o livro.
 
Agora, o passado assombra Rory Jansen enquanto sua carreira vai muito bem, mas não há escapatória e em algum momento ele será forçado a enfrentar o alto preço que deve ser pago por roubar o trabalho de outro homem e por colocar a ambição e o sucesso acima das três palavras mais fundamentais da vida.





 

 

As Palavras (The Words) um filme que coloca Cooper no papel de um talento frustrado. Se em Sem Limites (2011) ele fazia um aspirante a escritor que alcança fama e fortuna quando recorre a uma nova droga, que expande o potencial do cérebro, agora ele faz outro aspirante a escritor, também cheio de promessas e sonhos, mas que só conquista o mundo quando recorre ao plágio.

 

As Palavras é basicamente, uma versão de Sem Limites sem senso de humor, o que fica evidente no começo, com a trilha sonora angustiada de Marcelo Zarvos já plenamente, estabelecida, sem perder tempo, no melhor estilo Philip Glass. Rory (Cooper) não quer decepcionar a namorada Nora (Zoe Saldana), urge em honrar a dívida que acumula com as mesadas do pai (J.K. Simmons)... Quando Rory acha um romance datilografado sem dono, dentro de uma bolsa velha, parece que a única alternativa é mesmo assumir a autoria da obra-prima e pensar nas consequências depois.

 

Além da música ininterrupta, os roteiristas e diretores Brian Klugman e Lee Sternthal tomam vários desvios e estufam o discurso para dar a seu filme - que no fundo é só um conto moral sobre conviver com os atos que cometemos - uma cara de romance de fôlego, como aquele que Rory tanto sonha escrever.

 
 
 

 

DIREÇÃO: Brian Klugman, Lee Sternthal

 

ELENCO:
 
Bradley Cooper, Zoe Saldana, Jeremy Irons, Dennis Quaid, Olivia Wilde, J.K. Simmons, John Hannah, Željko Ivanek, Ben Barnes, Michael McKean, Nora Arnezeder, Ron Rifkin, Gianpaolo Venuta, Liz Stauber, Keeva Lynk.

 

 
 
 
 
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sábado, 22 de fevereiro de 2020

CONCERTO BENEFICENTE EM PROL DO MAESTRO KATUNGA, QUE GANHOU UMA BOLSA DE ESTUDOS EM REGÊNCIA EM TIGLIETO-ITÁLIA.







KATUNGA NA ITÁLIA

Jovem regente da Orquestra da Grota em Niterói-RJ fará curso de referência com maestro brasileiro em Tiglieto - Itália. Tiglieto é uma comunidade italiana da região da Ligúria, província de Genova, com cerca de 610 habitantes. Estende-se por uma área de 24 km², tendo uma densidade populacional de 26 hab/km². Faz fronteira com Campo Ligure, Genova, Masone, Molare (AL), Ponzone (AL), Rossiglione, Sassello (SV), Urbe (SV).

JOSÉ CARLOS JUSTINO VIDAL, mais conhecido como KATUNGA, é um dos fundadores da Orquestra da Grota. Iniciou seus estudos de música em 1995 com a flauta doce, depois violino, violoncelo e ultimamente, vem se dedicando à regência.

KATUNGA foi selecionado para um curso de regência com o maestro Roberto Duarte em Tiglieto, região de Gênova, na Itália.

No dia 05 de março de 2020, às 19h30min, haverá um concerto beneficente, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno.

Dia 05 é também o dia NACIONAL DA MÚSICA e aniversário de nascimento de Heitor Villa-Lobos, mais um motivo para estarmos lá apoiando o maestro KATUNGA!

Contamos com a sua colaboração 
para ajudar nos custos da viagem.
Ingressos: R$ 50,00
Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, 
No Campo de São Bento,
Endereço: Edmundo de Macedo Soares e Silva, 01, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil.



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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

10 AUTORES NACIONAIS VIVOS QUE FATURARAM MAIS DE 1 MILHÃO DE REAIS COM SEUS LIVROS.





10 AUTORES NACIONAIS VIVOS QUE FATURARAM MAIS DE 1 MILHÃO DE REAIS COM SEUS LIVROS.




Por Alexandre BOURE



Nesse artigo buscamos dar lugar a autores desconhecidos para uma boa parte das pessoas. Quem não tem muito contato com a literatura e o mercado editorial pode se surpreender. Muita gente quando pensa em muitos livros vendidos pensa em Paulo Coelho, é um clichê. E não preciso dizer que é claro que Paulo Coelho não está nessa lista. Outra característica é a idade dos autores, a maior parte é jovem, tendo 3 bem mais velhos ao final. No artigo todos faturaram ao menos 1 milhão em direitos autorais requisito do título... no entanto outros foram muito além disso. Veja aí a lista dos milionários e suas trajetórias como escritores:





Paula Pimenta - faturamento estimado até hoje: R$ 5 milhões

A mineira Paula Pimenta é, de acordo com sua própria definição, “autora de livros cor-de-rosa”. É também um fenômeno: escreveu mais de 20 títulos, possui dois milhões de exemplares vendidos e teve suas obras publicadas em países como Espanha, Itália, Portugal e toda a América Latina.

Sua trajetória literária teve início em 2001, com o lançamento da coletânea de poemas Confissão. Mas o sucesso chegou para valer em 2008, quando a divulgação boca a boca entre os fãs transformou o romance adolescente Fazendo meu filme num best-seller. Isso fez com que as aventuras da jovem Estefânia Castelino Belluz, a Fani, personagem principal do livro, virassem uma série composta por quatro títulos, que, mais tarde, ganharia também versão em HQ, um diário e uma edição especial de 10 anos.



Eduardo Spohr – faturamento estimado até hoje: R$ 2,8 milhões

Eduardo Spohr nasceu no Rio de Janeiro, em 5 de junho de 1976. Estudou Comunicação Social. No início da trajetória profissional dedicou-se à Publicidade, mais tarde optou pela profissão de jornalista. Trabalhou os primeiros anos da década de 2000 como repórter, analista de conteúdo do portal iBest e foi editor do portal Click21.

Motivado pelo contato com diversas culturas, durante sua juventude – filho de piloto e de uma comissária de bordo, teve a oportunidade de viajar e percorrer o mundo, escreveu sobre o fim do mundo e religião em seu livro A Batalha do Apocalipse, situando a trama em várias civilizações. Publicou em junho de 2010 pelo selo Verus, vendendo em seis meses, até dezembro do mesmo ano, 50 mil cópias. Depois disso o livro passou a vender cada vez mais.

O livro teve complementos com outros livros e se tornou uma saga. Hoje Eduardo Spohr conta com 7 livros publicados. O total de vendas chega à casa dos 970 mil exemplares.





André Vianco - faturamento estimado até hoje: R$ 2,9 milhões.

Fã de Henry James e Victor Hugo, André Vianco cresceu alimentado por seriados, literatura, filmes e HQs. 

Começou a escrever na adolescência e estreou em fevereiro de 2000, autopublicando seu livro Os Sete, que deu origem à saga de vampiros que se tornou célebre e rapidamente conquistou milhares de fãs, consagrando-se best-seller ao ser publicado por sua primeira editora.

Além de ter escrito e publicado 23 obras, foi roteirista contratado da Rede Globo de 2010 a 2014, foi professor da Roteiraria (2017), dirigiu três curtas-metragens, e fundou a Vivendo de Inventar, empresa em que forma, orienta e ensina novos escritores em suas carreiras.

Somado todos seus livros André Vianco já ultrapassou a marca de 1 milhão de exemplares vendidos.




Raphael Draccon - faturamento estimado até hoje: R$ 1,3 milhão

Raphael Draccon é romancista best-seller e roteirista premiado pela American Screenwriter Association. Foi considerado pela Revista “Isto É” como um dos dez escritores mais influentes do mercado brasileiro. Com sua principal trilogia de fantasia “Dragões de Éter” chegou ao primeiro lugar no Brasil, quarto lugar no México e também foi publicado em Portugal. Com a marca de 500 mil exemplares vendidos.



Carina Rissi - faturamento estimado até hoje: R$ 1,1 milhão

‘Carina Rissi é uma leitora voraz, sempre lê a última página de um livro antes de comprá-lo e tem um fascínio inexplicável pelo tema “amores impossíveis”. Vê nas obras de Jane Austen uma fonte de inspiração.”
Seus livros já foram publicados no Brasil, em Portugal, na Rússia, na Ucrânia e na Itália, vendendo mais de 400 mil exemplares. Os livros Perdida e Procura-se um marido já tiveram seus direitos vendidos para virarem filmes.




Isabel Freitas - faturamento estimado até hoje: R$ 4,1 milhões

Isabela Ribeiro Freitas nasceu na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 8 de dezembro de 1990. Iniciou a faculdade de Direito, porém abandonou o curso no oitavo período. Com 19 anos, após terminar um namoro, resolveu abrir uma conta no Twitter para dar conselhos sentimentais. Em pouco tempo o espaço ficou pequeno. Em 2011 resolveu lançar um blog que logo se tornou um fenômeno das redes sociais passando de 100 mil acessos diários.

Isabela chamou a atenção da editora Intrínseca, cujo catálogo possui nomes como Stephenie Meyer, Rick Riordan e John Green autores do público jovem. Em junho de 2014 Isabela lançou “Não Se Apega. Ela alcançou a marca de 1 milhão e 600 mil exemplares vendidos.






Thalita Rebouças - faturamento estimado até hoje: R$ 6,4 milhões

Autora de 22 obras direcionadas ao público infanto-juvenis, Thalita Rebouças marcou – e continua marcando – a trajetória de milhares de adolescentes. 

"Fala Sério, Mãe!", "Tudo Por Um Popstar" e "Um Ano Inesquecível" são apenas alguns dos livros de sucesso da jornalista de 44 anos. Ela já vendeu 2,3 milhões de livros.




Luis Fernando Veríssimo - faturamento estimado até hoje: R$ 13,5 milhões

Luis Fernando Veríssimo (1936) é um escritor brasileiro. Famoso por suas crônicas e contos de humor, é também jornalista, tradutor, roteirista de programas para televisão e músico. É filho do escritor Érico Veríssimo.
Vendeu em torno de 5 milhões e 200 mil livros.



Marcelo Rubens Paiva - faturamento estimado até hoje: R$ 5,4 milhões

Conhecido por retratar suas memórias de forma irônica nos livros, o escritor Marcelo Rubens Paiva completa 60 anos em 2019. 

Nascido em 1º de maio de 1959, na cidade de São Paulo, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro ainda na infância, após seu pai, Rubens Paiva, precisar se exilar durante a regime militar. ( No Brasil não houve Ditadura Militar, pois teve vários governos no período do Regime Militar, a única Ditadura imposta foi a de Getúlio Vargas).

Vendeu cerca de 1 milhão e 800 mil livros.



Pedro Bandeira - faturamento estimado até hoje: R$ 77,5 milhões

Pedro Bandeira de Luna Filho (Santos, 9 de março de 1942) é um escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. Recebeu vários prêmios, como o Troféu APCA da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, entre outros.

Pedro Bandeira é o autor de literatura juvenil mais vendido no Brasil (27 milhões de exemplares até 2019) além, como especialista em letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o país. É autor da série Os Karas, de O Fantástico Mistério de Feiurinha e de A Marca de uma Lágrima, entre mais de 80 títulos publicados.




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