O Salão Nobre da Academia Fluminense de Letras, templo da erudição e da memória, se prepara para a manhã de 12 de abril de 2025 que transcenderá o tempo. Sob a égide do Cenáculo Fluminense de História e Letras, presidido pela incansável Matilde Carone Slaibi Conti, a imortalidade se materializará em duas novas Cadeiras, e a juventude literária será coroada com a Comenda Waldenir de Bragança.
Ana Maria Tourinho, com a elegância de uma musa, ocupará a Cadeira 25, abraçando o legado de Valentim Magalhães. Sua chegada será saudada pela oratória de Matilde Slaibi Conti, cujas palavras tecerão um manto de honra sobre a nova imortal. Euderson Kang Tourinho, com a ousadia de um jovem titã, herdará a Cadeira 50, sucedendo Angela Gemesio e honrando a memória de Manoel Antônio Almeida. O acadêmico Nagib Slaibi Filho, com a sabedoria de um intelectual, guiará seus primeiros passos na morada dos imortais.
A manhã será ainda mais luminosa com a entrega da Comenda Waldenir de Bragança aos infantojuvenis Heitor Macedo Portella e Gabriel Dutra Dias, cujas mentes precoces já desabrocham em versos e narrativas. O Cenáculo, em sua sabedoria, reconhece a importância de cultivar a semente da literatura, de honrar aqueles que, desde tenra idade, já demonstram o dom da palavra.
Após a solenidade, um coquetel será
servido, um banquete de sabores e aromas, onde as palavras continuarão a ecoar,
os sorrisos a brilhar, e a celebração da imortalidade se estenderá até o último
brinde. O Cenáculo Fluminense de História e Letras convida a todos para
testemunhar este momento histórico, onde a tradição se encontra com a
renovação, e a literatura se eleva como um farol para as futuras gerações.
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