quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O PROFESSOR MATEUS SALVADORI TRAZ UMA PERSPECTIVA BEM REALISTA SOBRE O HÁBITO DA LEITURA, FOCANDO NA QUALIDADE EM VEZ DA QUANTIDADE

(CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO)

Dicas do Mestre nº 1 da atualidade, assisto a todos os vídeos com os seus ensinamentos. 

Como ler de forma inteligente? Ler de forma inteligente não significa ler o tempo todo, de forma maluca, pegando todos os autores que aparecem, lendo todos os autores da literatura, os grandes clássicos, a filosofia, os grandes clássicos. 

Ler de forma inteligente significa ler com calma, de forma estudada, de forma ativa e não passiva. Anotando, fazendo resumos e, principalmente, depois que vocês tiverem os resumos, revisando os resumos. Porque é nessa parte da revisão dos resumos que se memoriza.

Eu posso ler dez livros nesse ano e não voltar a eles. Eu vou esquecer daqui a alguns anos. Eu posso ter uma ideia, mas eu vou esquecer. Agora, se eu fizer o resumo e voltar aos resumos, eu vou lembrar.”

 

O MÉTODO DA LEITURA ATIVA

 

A fala do Mateus Salvadori ataca um erro comum no mundo acadêmico e literário: a corrida por volume. Muitas pessoas acreditam que a inteligência está ligada ao número de livros lidos por ano, mas ele propõe o oposto.

 

LEITURA ATIVA VS. PASSIVA: O professor destaca que ler apenas com os olhos, sem interagir com o texto, é ineficiente. A leitura inteligente exige esforço, "forma estudada", onde o leitor questiona, anota e resume.

 

O PAPEL DA MEMÓRIA: Ele cita a Curva do Esquecimento (embora não pelo nome técnico). Sem a revisão, o conteúdo se perde. O resumo não é o fim do processo, mas a ferramenta que permite a revisão periódica, que é o que consolida o conhecimento na memória de longo prazo.


QUALIDADE SOBRE QUANTIDADE: É preferível dominar o conteúdo de um livro através de resumos e revisões do que passar por dez obras e reter apenas "uma ideia" superficial de cada uma. A dica é um lembrete valioso de que estudar um livro é diferente de apenas ler um livro. Para quem busca o desenvolvimento intelectual, a caneta e o caderno (ou um software de notas) são tão importantes quanto à própria obra.


© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



 

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