A tarde de 26 de fevereiro de 2026 ficou registrada como um marco na história literária e cultural do Ceará. Sob o teto imponente e centenário do Palácio da Luz, sede da Academia Cearense de Letras (ACL), a mais antiga do Brasil, realizou-se a Solenidade de Homologação da Fundação e Posse Diretora da Rede Sem Fronteiras (RSF) – Núcleo Ceará.
O ambiente, carregado de simbolismo, reunia intelectuais, escritores e representantes da cultura lusófona. Entre bustos de imortais e telas que narram a identidade do povo alencarino, a efervescência era palpável: tratava-se da consolidação de um núcleo que promete conectar o talento cearense ao mundo, ampliando horizontes e fortalecendo laços culturais.
Um dos grandes destaques foi a presença da Vice-presidente Mundial Cultural da RSF, Ana Maria Tourinho, que veio a Fortaleza representando oficialmente a instituição. Mais do que cumprir protocolo, Ana Maria trouxe consigo o espírito de união que caracteriza a Rede Sem Fronteiras. Sua trajetória respeitada e seu olhar sensível reforçaram o elo entre os ideais de internacionalização da cultura e a realidade vibrante dos escritores e artistas locais.
Ana Maria atuou como enviada especial da presidente mundial da RSF, Dyandreia Portugal, cuja liderança visionária tem consolidado a Rede como uma ponte entre culturas, promovendo eventos, intercâmbios e iniciativas que ultrapassam fronteiras geográficas e linguísticas. Dyandreia inspira pela energia incansável e pela dedicação à causa cultural, e sua representação nesta solenidade reafirmou o compromisso da instituição com cada núcleo regional que nasce e floresce.
No Ceará, a RSF inicia sua trajetória sob a condução da nova presidente do núcleo, Evan Bessa, que assume a missão de liderar projetos locais com o mesmo espírito de integração e valorização cultural que caracteriza a Rede. Evan traz consigo uma trajetória marcada pela paixão pela literatura e pela crença na cultura como instrumento de transformação social. Sua posse simboliza confiança e esperança em um futuro de grandes realizações.
Ao lado dela, a vice-presidente Elinalva Oliveira soma sua experiência e sensibilidade, fortalecendo a gestão e ampliando o alcance das ações da RSF no estado. Reconhecida por sua dedicação às causas culturais, Elinalva representa o compromisso com a diversidade e a condução plural que o núcleo cearense pretende exercer.
A solenidade foi marcada por discursos emocionados, cumprimentos calorosos e uma atmosfera de celebração. As palavras de congratulação às novas dirigentes ecoaram como reconhecimento da importância de mulheres que se dedicam à cultura e que assumem papéis de liderança em instituições de alcance internacional. “Congratulações, senhoras!” tornou-se a expressão que sintetizou o sentimento coletivo de orgulho e esperança.
O Núcleo Ceará da RSF nasce com a missão de ser um espaço de encontro, diálogo e construção de pontes culturais. Mais do que um ato protocolar, a posse representou um marco histórico que inscreve o Ceará no mapa da Rede Sem Fronteiras, ampliando as possibilidades de intercâmbio e valorização da produção artística local.
Com Evan Bessa na presidência, Elinalva Oliveira na vice-presidência e o respaldo da liderança mundial de Dyandreia Portugal e Ana Maria Tourinho, o núcleo cearense inicia sua trajetória com bases sólidas e perspectivas promissoras. A união dessas mulheres, cada uma com sua história e sua força, é um exemplo de que a cultura se constrói com coragem, dedicação e espírito coletivo.
Que esta solenidade seja lembrada como o início de uma caminhada luminosa, em que literatura, arte e cultura se tornem instrumentos de transformação e união. A Rede Sem Fronteiras segue firme em sua missão de integrar, valorizar e celebrar talentos, e o Ceará agora faz parte dessa grande rede que não conhece limites geográficos, apenas horizontes de possibilidades.
Dyandreia Portugal é o coração pulsante da Rede Sem Fronteiras (RSF). Escritora, gestora cultural e empreendedora de ideias, ela construiu ao longo dos anos uma trajetória marcada pela ousadia de sonhar grande e pela capacidade de transformar projetos em realidades que atravessam países e culturas.
Sua visão é clara: a cultura não deve conhecer limites. Para Dyandreia, a literatura, a arte e a educação são pontes que unem povos, fortalecem identidades e promovem diálogos capazes de transformar sociedades. É nesse espírito que a RSF nasceu e se consolidou como uma instituição internacional, presente em diversos países e reconhecida por seu papel de integração cultural.
Dyandreia acredita que cada escritor, cada artista e cada educador carrega em si uma centelha de universalidade. Ao criar espaços de intercâmbio e promover eventos que conectam talentos de diferentes nações, ela reafirma que a palavra e a arte são instrumentos de paz, solidariedade e progresso. Sua liderança é marcada pela energia incansável, pela sensibilidade em ouvir e pela firmeza em conduzir projetos que ampliam horizontes.
Mais do que presidente, Dyandreia é uma visionária. Sua atuação inspira mulheres e homens a acreditarem no poder transformador da cultura e a se engajarem em iniciativas que ultrapassam fronteiras geográficas e linguísticas. Sob sua direção, a RSF não é apenas uma rede de pessoas: é um movimento vivo, que celebra a diversidade e promove o encontro de vozes em escala global.
Ao olhar para o futuro, Dyandreia Portugal reafirma sua missão: fazer da Rede Sem Fronteiras um espaço de união, valorização e celebração de talentos, onde cada núcleo regional é parte essencial de um organismo maior que pulsa em favor da arte e da literatura. Sua visão transcende o presente e projeta um amanhã em que a cultura será sempre o elo mais forte entre os povos.
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