sábado, 3 de outubro de 2026

CARTA ABERTA DO FOCUS PORTAL CULTURAL O FUTURO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA JÁ É REALIDADE


Rubén Darío Argüelles Sánchez - cônsul-geral da República do Panamá no Rio de Janeiro; Dr. Raymundo Stelling – Presidente da UPPES; Andréa de Fátima da Paz Pereira Barcala - presidente do Instituto Cultural Marinha Mercante.

Um marco histórico da UPPES-Sindicato 

para o magistério, a cultura e a sociedade brasileira


Ao Presidente da UPPES-Sindicato, Professor Doutor Raymundo Nery Stelling Junior, às Diretorias Executiva e Regional, aos Conselhos da entidade, aos educadores filiados e à sociedade fluminense. 

O Focus Portal Cultural registra publicamente sua admiração e reconhecimento pela inauguração do Centro Integrado de Educação e Cultura (CIEC), realizada na sede estadual da UPPES-Sindicato, no dia 24 de setembro de 2026, em Niterói, um acontecimento que suplanta as dimensões de uma simples obra física para se consolidar como um gesto concreto de compromisso com o conhecimento, a cidadania, a cultura e o futuro da educação. 

Vivemos uma época marcada por profundas transformações tecnológicas, sociais e culturais. Em meio a tantos desafios que cercam a educação brasileira, especialmente o magistério público, iniciativas capazes de fortalecer a formação permanente dos profissionais da educação representam verdadeiros investimentos no patrimônio humano de nossa nação. 

É nesse contexto que o novo Centro Integrado de Educação e Cultura surge como uma resposta moderna, sensível e visionária às demandas do presente e às necessidades das futuras gerações.

Ao inaugurar um espaço equipado com recursos tecnológicos avançados, salas de aula modernas, lousas interativas, climatização, acessibilidade e estrutura adequada para cursos, palestras, seminários e eventos culturais, a UPPES-Sindicato demonstra que continua fiel à sua trajetória histórica de defesa dos professores públicos do Estado do Rio de Janeiro. 

Não se trata apenas de instalar equipamentos ou ampliar dependências institucionais. Trata-se de criar um ambiente destinado à construção do conhecimento, ao intercâmbio de saberes e à valorização daqueles que dedicam suas vidas à formação de cidadãos. 

Durante a solenidade, o presidente da entidade, Professor Doutor Raymundo Nery Stelling Junior, definiu com clareza a essência desse novo momento ao afirmar que o espaço representa mais uma oportunidade de interação da UPPES com a sociedade. 

Ao longo de seus mais de oitenta anos de história, a UPPES consolidou-se como uma das mais importantes entidades representativas do magistério fluminense. Agora, ao investir simultaneamente em educação, cultura e integração social, reafirma seu papel como instituição promotora de cidadania e desenvolvimento humano. 

O significado simbólico do CIEC torna-se ainda maior quando observamos a diversidade de presenças que prestigiaram a inauguração. 

Representantes sindicais, dirigentes educacionais, autoridades civis, parceiros institucionais, personalidades da área da cultura, integrantes da diplomacia internacional e lideranças da sociedade civil estiveram reunidos em torno de um mesmo propósito: celebrar a educação como instrumento de transformação social. 

A presença do cônsul-geral da República do Panamá no Rio de Janeiro Rubén Darío Argüelles Sánchez confere ao evento uma dimensão internacional que merece destaque. 

A educação e a cultura são linguagens universais capazes de aproximar povos, estabelecer pontes de cooperação e promover intercâmbios que beneficiam comunidades inteiras. Ao receber autoridades estrangeiras em um evento dessa natureza, a UPPES fortalece sua vocação de diálogo e sua capacidade de construir relações institucionais que ultrapassam fronteiras. 

Da mesma forma, merece especial reconhecimento a participação da comandante Andréa de Fátima da Paz Pereira Barcala - Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante brasileira, presidente do Instituto Cultural Marinha Mercante. 

A parceria estabelecida entre as instituições evidencia um importante encontro de valores: a formação humana, a qualificação profissional e a construção de oportunidades por meio do conhecimento. 

A aproximação entre educação, cultura e economia do mar demonstra uma visão contemporânea e estratégica do desenvolvimento nacional, na qual diferentes áreas atuam de forma integrada para produzir avanços sociais e econômicos.

Outro momento de grande significado foi a inauguração da Galeria de Arte Maria Francisca Pereira Marinho, uma homenagem à professora presidente fundadora da UPPES, que esteve à frente da entidade em sua fundação na década de 1940. Ao homenagear sua fundadora, a UPPES presta tributo não apenas a uma personalidade histórica, mas também às raízes que sustentam sua identidade institucional.

A preservação da memória é um dos pilares fundamentais da cultura. Nenhuma sociedade pode construir o futuro sem valorizar as histórias, os desafios e as conquistas daqueles que vieram antes.

A galeria representa justamente esse reencontro entre passado e presente. As fotografias, documentos e registros históricos expostos ali constituem um patrimônio cultural que narra décadas de lutas em defesa da educação pública, das condições de trabalho dos professores e dos direitos conquistados pelo magistério fluminense.

Ao percorrer esse espaço, visitantes poderão compreender melhor a relevância da atuação da entidade desde a década de 1940 e sua contribuição para importantes avanços sociais. 

A cerimônia também foi marcada por homenagens que reforçam a importância do reconhecimento público. 

A entrega da medalha comemorativa dos cinco anos do ecossistema Vem Pra Bordo, idealizado por Bruno Silva, chefe de Máquinas da Marinha Mercante, simbolizou o respeito às ações que promovem a educação, valorizam profissionais e contribuem para o desenvolvimento da economia do mar. 

Ao ser agraciado, o Professor Doutor Stelling destacou que a homenagem pertencia à UPPES como um todo, recordando que sua gestão é resultado de um trabalho coletivo desenvolvido por diretores, conselheiros e educadores.

Essa declaração sintetiza um princípio essencial das instituições sólidas: as conquistas individuais somente se tornam relevantes quando representam realizações coletivas. 

Cabe destacar ainda a presença de importantes lideranças institucionais, entre elas a presidente do Elos Internacional, Núcleo da Rede Sem Fronteiras de Niterói, Cenáculo Fluminense de História e Letras, Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio de Janeiro, Dra. Matilde Carone Slaibi Conti, acompanhada do diretor jurídico da entidade, presidente da Academia Brasileira de Letras da Magistratura o desembargador Dr. Nagib Slaibi Filho e o Professor Claudio Joaquim – Coordenador do Núcleo de Ensino da UPPES. 

A participação dessas personalidades reafirma a relevância do evento e demonstra o reconhecimento conquistado pela UPPES junto a diferentes segmentos da sociedade.

O encontro foi abrilhantado por apresentações culturais que enriqueceram a programação e deram ao momento uma atmosfera de integração entre povos e expressões artísticas. 

As manifestações folclóricas panamenhas com artista em trajes típicos da nação e o recital de violino da violinista Leide Hotz lembraram aos presentes que a cultura continua sendo uma das formas mais poderosas de promover diálogo, sensibilidade e pertencimento. A arte, assim como a educação, aproxima indivíduos e fortalece laços sociais. 

O Focus Portal Cultural compreende que o valor do Centro Integrado de Educação e Cultura não será medido apenas pela sua arquitetura ou pelos equipamentos disponíveis. Sua verdadeira grandeza estará nas experiências que ali serão construídas. 

Estará nos cursos ministrados, nas pesquisas incentivadas, nos encontros realizados, nos projetos culturais desenvolvidos, nos debates promovidos e nas oportunidades que surgirão para milhares de educadores e cidadãos.

Cada palestra oferecida, cada atividade formativa realizada e cada manifestação artística acolhida pelo CIEC ampliará o alcance desse legado.

O novo centro nasce em um momento histórico no qual a sociedade necessita urgentemente de espaços capazes de estimular pensamento crítico, conhecimento qualificado e convivência democrática.

Por isso, sua inauguração representa uma conquista que ultrapassa os limites institucionais da UPPES para beneficiar toda a comunidade educacional fluminense. 

Ao Presidente Raymundo Nery Stelling Junior, às diretoras regionais e executivas, aos conselhos da entidade, aos parceiros institucionais e a todos aqueles que contribuíram para transformar esse sonho em realidade, registramos nosso reconhecimento. 

Que o Centro Integrado de Educação e Cultura torne-se uma referência nacional na promoção do saber, da arte, da memória e da cidadania.

Que suas portas permaneçam sempre abertas à inovação, à diversidade de ideias, à valorização dos educadores e à construção de um país mais preparado para os desafios do futuro. 

Porque quando educação e cultura caminham juntas, o futuro deixa de ser promessa e passa a ser realidade.

© Alberto Araújo

Jornalista e Escritor

Diretor do Focus Portal Cultural

Niterói - Rio de Janeiro

24 de setembro de 2026


Placa do Centro Integrado de Educação e Cultura - UPPES

Matilde Carone Slaibi Conti; Rubén Darío Argüelles Sánchez; 
Raymundo Stelling Junior;
Andréa de Fátima e Nagib Slaibi Filho. 


Dr. Raymundo Stelling Junior - Pres. UPPES




Vídeo - clicar na imagem



QUANDO VIER A PRIMAVERA - ALBERTO CAEIRO, HETERÔNIMO DE FERNANDO PESSOA



Quando vier a primavera,

Se eu já estiver morto,

As flores florirão da mesma maneira

E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.

A realidade não precisa de mim.

 

Sinto uma alegria enorme

Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

 

Se soubesse que amanhã morria

E a primavera era depois de amanhã,

Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.

Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;

E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.

Por isso, se morrer agora, morro contente,

Porque tudo é real e tudo está certo.

 

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.

Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.

Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.

O que for, quando for, é que será o que é.

 

****** 

O poema "Quando vier a Primavera" é de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, escrito em 7 de novembro de 1915 e publicado nos Poemas Inconjuntos.

O poema completo reflete sobre a indiferença da natureza perante a mortalidade humana e a aceitação serena da realidade, com versos como "Quando vier a Primavera, / Se eu já estiver morto, / As flores florirão da mesma maneira", concluindo com a aceitação do ciclo natural e do destino sem preferências ou lamentações ("O que for, quando for, é que será o que é"). Você pode encontrar a letra completa do poema na referência.




 

PEQUENO VÍDEO COM IMAGENS DO FILME MANHATTAN MELODRAMA DE 1934


O vídeo exibe uma atmosfera nostálgica e intimista, recriando a experiência de assistir a uma sessão de cinema clássica em preto e branco. 

Na tela, surgem imagens que evocam um dos grandes marcos da Era de Ouro de Hollywood: o drama policial "Manhattan Melodrama" (1934).

Dirigido por W. S. Van Dyke e produzido pela MGM, o longa reúne um trio lendário de estrelas: Clark Gable, William Powell e Myrna Loy. A trama acompanha dois amigos de infância cujos destinos seguem rumos opostos. 

Enquanto um se torna um criminoso carismático, interpretado por Gable, o outro alcança prestígio como promotor público, dando origem a um conflito marcado por lealdade, ambição e tragédia. 

Além de seus méritos artísticos, Manhattan Melodrama entrou para a história por uma curiosidade sombria: foi o filme assistido pelo famoso criminoso John Dillinger no Biograph Theater, em Chicago, pouco antes de ser emboscado e morto pelo FBI em 1934.

O vídeo traduz com perfeição a magia e o mistério associados ao cinema da época. Sentar-se em uma sala escura, envolto pela fumaça de um cigarro e pelo feixe de luz do projetor, é o convite nostálgico que a obra oferece ao espectador. Entre cenas do filme e fotografias promocionais, desfilam rostos icônicos de Hollywood, revelando todo o glamour dos anos 1930. 

Assim, a produção combina a elegância atemporal da Era de Ouro com uma aura de fascínio e suspense, resgatando o encanto de uma época em que o cinema era pura sedução e mistério.

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

AS CORES E A VIDA NO JARDIM DA SHIRLEY IV

Sejam bem-vindos a mais um capítulo do espetáculo verde no Jardim da Shirley, um santuário de tranquilidade onde a natureza floresce com vigor, ritmo e elegância. Entre a claridade envolvente da varanda iluminada, com a sua belíssima vista para a praia e para a baía e a leveza dos cantos internos adornados com quadros e telas, cada arranjo reflete o afeto, a dedicação e o zelo minucioso da Shirley no cuidado diário com suas plantas.

 

Nesta edição especial, ganham o protagonismo espécies marcantes e cheias de presença. Sobressaem-se as magníficas folhagens das begônias-rex sobre a marcante faixa com as cores de Portugal, a sofisticação atemporal da orquídea, a delicadeza dos lírios brancos em destaque, a singularidade da espada-de-são-jorge trançada e a presença soberana da costela-de-adão, perfeitamente acompanhada por plantas tropicais e o caimento gracioso das samambaias pendentes.

 

Muito além de um simples recanto botânico, o Jardim da Shirley é uma obra viva esculpida com carinho, paciência e equilíbrio. Um convite permanente para admirar a renovação constante da vida, preenchendo a casa de serenidade, cor e inspiração.

 

© Alberto Araújo

02 de outubro de 2026


 

RICARDO FRANCO TEIXEIRA: O PRESIDENTE QUE TRANSFORMA RELATOS EM INSPIRAÇÃO - RESENHA DA SUA MATÉRIA: "RECIFE CHAMOU... EU FUI. E VOCÊ?" PÁGINA 17

Ao longo dos anos, os leitores da revista Rotary Brasil acostumaram-se a encontrar, na mensagem de seu presidente, muito mais do que um simples registro institucional dos acontecimentos rotários. Nas palavras de Ricardo Franco Teixeira, cada artigo se transforma em uma oportunidade de reflexão, reconhecimento e celebração dos valores que sustentam o Rotary. Sua escrita combina informação, entusiasmo e sensibilidade humana, tornando a leitura agradável e enriquecedora. 

Na mensagem publicada na edição de outubro de 2026, o presidente relata sua experiência no Instituto Rotary realizado em Recife. Desde o título, "Recife chamou... eu fui. E você?" página 17, percebe-se um texto construído com proximidade e entusiasmo, convidando o leitor a reviver um dos momentos mais marcantes do calendário rotário brasileiro. Em vez de uma narrativa meramente protocolar, o artigo apresenta um testemunho caloroso, que transmite a grandiosidade do evento e, principalmente, o espírito de companheirismo que nele esteve presente. 

Um dos aspectos mais interessantes da escrita de Ricardo Franco Teixeira é sua capacidade de valorizar pessoas. O presidente não concentra sua atenção apenas nos resultados do encontro, mas faz questão de reconhecer aqueles que trabalharam nos bastidores para que tudo acontecesse. Ao destacar o diretor regional César Luis Scherer, sua esposa Sônia Scherer, o chairman Leandro Araújo e tantos voluntários envolvidos na organização, ele reforça uma característica fundamental da cultura rotária: o reconhecimento do trabalho em equipe. 

O texto também revela uma habilidade narrativa rara em comunicações institucionais. Em uma passagem particularmente feliz, o presidente compara o trabalho da organização do evento ao ritmo do frevo que, apesar de toda sua energia, produziu a sensação de uma elegante valsa. A imagem é simples, mas extremamente eficaz, pois transmite a ideia de eficiência, leveza e harmonia. É justamente esse tipo de construção literária que torna seus artigos mais humanos e agradáveis de ler. 

Outro ponto marcante é a forma como ele presta homenagem ao rotariano José Ubiracy Silva, carinhosamente conhecido como "Diretor Bira". Em vez de enumerar cargos e conquistas, o presidente desenvolve uma reflexão sobre pessoas que se tornam maiores que seus próprios títulos. A homenagem ultrapassa o reconhecimento protocolar e alcança uma dimensão afetiva, demonstrando respeito, amizade e admiração genuína. Trata-se de um dos momentos mais emocionantes do texto, pois evidencia que o Rotary é feito, acima de tudo, de pessoas e de relacionamentos construídos ao longo da vida.

A presença do presidente do Rotary International, Olayinka Babalola, também recebe destaque especial. Ricardo Franco Teixeira descreve o dirigente internacional como alguém simpático, bem informado e capaz de dialogar com diferentes públicos. O relato não se limita a registrar sua participação; procura mostrar o impacto das suas mensagens e sua capacidade de inspirar rotarianos e rotaractianos. Mais uma vez, o presidente da revista demonstra atenção aos exemplos positivos de liderança, apontando características que servem de inspiração para toda a comunidade rotária. 

Outro elemento constante em seus artigos é o equilíbrio entre seriedade e leveza. Quando menciona os companheiros do Distrito 4420, como Ronaldo Yuzo Ogasawara e Hiroshi Shimuta, ele utiliza observações bem-humoradas, aproximando-se do leitor de forma espontânea. Esse recurso torna a leitura mais agradável e transmite a ideia de que o Rotary é uma organização de serviço, mas também de amizade e convivência fraterna. 

A mensagem ganha ainda mais relevância ao abordar o legado ambiental deixado pelo Instituto Rotary do Brasil. O plantio de mudas no Monte dos Guararapes, liderado por César Luis Scherer, demonstra que eventos rotários podem transcender os encontros e gerar benefícios concretos para as comunidades. Ao destacar essa iniciativa, o presidente reforça a importância da sustentabilidade e do compromisso com as futuras gerações. 

Em síntese, a mensagem de Ricardo Franco Teixeira confirma uma característica já reconhecida pelos leitores da revista Rotary Brasil: sua capacidade de transformar acontecimentos em inspiração. Seus artigos não apenas informam, mas também valorizam pessoas, preservam memórias e fortalecem o sentimento de pertencimento à família rotária. Há sempre algo interessante, positivo e motivador em suas palavras, seja uma reflexão sobre liderança, um gesto de amizade, uma homenagem sincera ou uma ação em benefício da sociedade. 

Por isso, sua coluna tornou-se uma das leituras mais aguardadas da revista. Ela representa a voz de um líder que compreende que os grandes acontecimentos são construídos por pessoas comuns movidas por ideais extraordinários. E é justamente essa combinação de reconhecimento, otimismo e humanidade que faz de seus textos uma leitura feliz e inspiradora para todos os que acreditam no poder transformador do Rotary. 

Este resenhista há anos, desde que o conheceu em um evento no Rio de Janeiro nutre profunda admiração pelo trabalho desenvolvido pelo presidente da Revista Rotary Brasil, Ricardo Franco Teixeira. A cada nova edição, renova-se a expectativa de encontrar reflexões inspiradoras, relatos marcantes e mensagens capazes de evidenciar o que há de mais nobre no ideal rotário. 

Sempre aguardo, com entusiasmo e sincera curiosidade, a chegada das próximas revistas e, em especial, dos seus artigos. Neles, encontro não apenas informação de qualidade, mas também sensibilidade, reconhecimento às pessoas e um constante convite à reflexão e ao serviço. 

Escrever sobre suas mensagens tornou-se um prazer especial. Muitas vezes, a interação com seus textos avança pela noite e, por vezes, adentra a madrugada, enquanto procuro registrar impressões e compartilhar percepções sobre aquilo que foi lido. Longe de representar esforço ou obrigação, trata-se de uma atividade realizada com verdadeira satisfação, motivada pelo respeito ao autor e pela riqueza de conteúdo que seus artigos sempre oferecem. 

Que venham as próximas edições, os próximos relatos e as próximas inspirações. Para este resenhista, será sempre uma alegria acompanhar suas publicações e dialogar, por meio das palavras, com ideias que tanto contribuem para fortalecer os valores do Rotary e do companheirismo. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural



CONVITE DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PARA PALESTRA “RIO – CIDADE MACHADIANA”


A PALESTRA "RIO – CIDADE MACHADIANA", APRESENTADA POR NIREU CAVALCANTI, é inspirada no livro de sua autoria, recém-lançado: Machado de Assis, caminhos de suas moradias no Rio de Janeiro. A palestra será realizada no dia 6 de outubro, às 17h30, com entrada franca. A coordenação é do Acadêmico Antonio Carlos Secchin. 

A edição do livro é resultado de uma pesquisa inédita, consagrada à vida do maior escritor brasileiro, o carioca Machado de Assis, apontando de modo inequívoco, suas nove moradias, desde seu nascimento no Morro do Livramento até sua morte no chalé de Cosme Velho. 

O livro é um levantamento documental e iconográfico de todos os locais onde residiu,  com base em documentos da imprensa da época, depoimentos textuais, mapas e fotografias, nunca antes realizado e que dissolve de modo definitivo todas as dúvidas sobre o tema controverso dos vários endereços de Machado de Assis no Rio de Janeiro, apontando inclusive, alguns erros. 

Nireu também propõe que sejam instaladas placas informativas nas fachadas destas nove moradias, mostrando inclusive, quais teriam capacidade para se transformar em casa-museu. 

Clicar no link para se inscrever:

https://www.even3.com.br/rio-cidade-machadiana-788333/ 


 

UM RECADO ESPECIAL DO MICHEL TELÓ PARA TODA A FAMÍLIA ROTÁRIA

 

O 50º Instituto do Rotary já tem data marcada: de 2 a 5 de setembro de 2027. E o nosso querido cantor passou por aqui para deixar um convite imperdível para este grande evento que vai marcar a história do Rotary no Brasil!

Dá o play no vídeo e confira o recado!

#Rotary

#InstitutoDoRotary2027

#MichelTeló

#RotaryInternational

 #ServirAcimaDeSiPróprio

 #GrandesEncontros




DRA. FLÁVIA PASCOAL: ORGULHO DA COMUNIDADE ELISTA EM SOLO INTERNACIONAL!

​É com imensa alegria e profundo orgulho que o Focus Portal Cultural cumprimenta e parabeniza nossa estimada presidente do Elos Cidade Maravilhosa,  Dra. Flávia Pascoal, por sua brilhante trajetória cultural e literária. 

​Dra. Flávia estará presente na prestigiada Frankfurter Buchmesse, na Alemanha, uma das maiores Feiras de Livros do Mundo, onde receberá uma merecida Moção Honrosa concedida pela Literarte. Essa honraria coroa sua relevante participação nos projetos da Literarte durante o ano de 2026, reconhecendo sua dedicação ao fortalecimento das iniciativas culturais e ao incentivo do diálogo literário entre o Brasil e o mundo. 

​Como Presidente do Elos Clube Cidade Maravilhosa, ela conduz nossa comunidade com excelência e leva o nome da nossa arte e cultura para o cenário internacional. 
​Parabéns, Dra. Flávia Pascoal, por esta conquista histórica! Desejamos muito sucesso nessa jornada inesquecível em terras alemãs.

@ Alberto Araújo 
Focus Portal Cultural

 


02 DE OUTUBRO: MAHATMA GANDHI E A LUTA PELA DIGNIDADE HUMANA - EFEMÉRIDES DO FOCUS PORTAL CULTURAL

Nascido em Porbandar, na Índia, em 2 de outubro de 1869, Mohandas Karamchand Gandhi tornou-se uma das figuras mais influentes da história contemporânea. Conhecido mundialmente pelo título honorífico de Mahatma, expressão de origem sânscrita que significa “grande alma”, ele transformou sua atuação política e espiritual em um exemplo de resistência pacífica contra a injustiça. 

Formado em Direito em Londres, Gandhi iniciou sua luta pelos direitos civis na África do Sul, onde enfrentou a discriminação sofrida pela comunidade indiana. Foi nesse período que consolidou os princípios da não violência e da desobediência civil, ferramentas que mais tarde se tornariam fundamentais na campanha pela independência da Índia. 

Ao retornar ao seu país, em 1915, passou a mobilizar trabalhadores, agricultores e cidadãos comuns contra as desigualdades impostas pelo domínio britânico. Sua liderança alcançou notoriedade internacional com ações como a histórica Marcha do Sal, em 1930, que desafiou pacificamente leis consideradas injustas. Gandhi defendia a ideia de que mudanças duradouras poderiam ser conquistadas sem o uso da força, por meio da coragem moral, do diálogo e da resistência pacífica. 

Além de líder político, destacou-se por seu estilo de vida simples, sua dedicação à ética e seus frequentes jejuns em defesa da paz e da concórdia entre diferentes grupos religiosos. Sua influência ultrapassou as fronteiras indianas, inspirando movimentos pelos direitos civis em diversas partes do mundo.

Assassinado em Nova Deli, em 30 de janeiro de 1948, Gandhi deixou um legado que permanece atual. Seu nascimento é celebrado na Índia como o Gandhi Jayanti e reconhecido internacionalmente como o Dia Internacional da Não Violência, reafirmando a força de suas ideias na construção de uma sociedade mais justa e humana. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

ROTARY CLUB DE NITERÓI PROMOVE ENCONTRO DO OUTUBRO ROSA COM FOCO EM ACOLHIMENTO E SAÚDE EMOCIONAL

No mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o enfrentamento do câncer de mama, o Rotary Club de Niterói reafirma seu compromisso com a promoção da saúde, da informação e do acolhimento à comunidade. Sob a presidência de Paulo Corrêa Belchior, o clube realiza, no dia 8 de outubro, às 20h, na Casa da Amizade, sua 10ª Reunião Ordinária, dedicada a uma reflexão especial sobre o Outubro Rosa. 

A iniciativa contará com a participação da psicóloga, psicodramatista e especialista em Saúde Mental e Educação Social, Elaine Holanda, que abordará o tema “O Olhar da Psicologia sobre o Câncer de Mama”. A palestra propõe uma conversa sensível e necessária sobre acolhimento, força, superação e saúde emocional, aspectos fundamentais para pacientes, familiares e toda a rede de apoio envolvida no enfrentamento da doença.

Mais do que uma campanha de conscientização, o Outubro Rosa representa um convite à solidariedade, ao cuidado e à valorização da vida. Alinhado aos ideais rotários de servir e promover impactos positivos na sociedade, o Rotary Club de Niterói abre suas portas para um encontro marcado pela troca de experiências, informação qualificada e fortalecimento dos laços comunitários. 

A reunião acontecerá na Casa da Amizade, localizada na Rua Murilo Portugal, 1130, em Charitas, e será uma oportunidade para reunir companheiros, convidados e a comunidade em torno de uma causa que merece atenção, empatia e engajamento permanente. A presença de todos tornará este momento ainda mais significativo.




 

RESENHA DO BOLETRAS DA ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS - PRESIDENTE MÁRCIA PESSANHA - EDIÇÃO Nº 57 SETEMBRO 2026: A PRIMAVERA DA CULTURA, DA INCLUSÃO E DA LITERATURA FLUMINENSE


O número 57 do boletim BOLETRAS AFL, referente a setembro de 2026, reafirma o papel da Academia Fluminense de Letras como uma das mais atuantes instituições culturais do Estado do Rio de Janeiro. Sob a coordenação da presidente Márcia Pessanha e com edição e diagramação de Christiane Victer, a publicação apresenta um panorama amplo das atividades acadêmicas, literárias, educativas e culturais desenvolvidas ao longo do mês, reunindo acontecimentos que fortalecem a produção intelectual, preservam a memória e promovem a integração entre escritores, educadores e instituições culturais. 

Logo na abertura, o editorial assinado por Márcia Pessanha estabelece o tom humano e reflexivo da edição. A presidente associa a chegada da primavera às campanhas do Setembro Verde e Setembro Amarelo, ressaltando valores como inclusão, solidariedade, valorização da vida e respeito às diferenças. 

Mais do que um texto institucional, o editorial revela sensibilidade poética e compromisso social. Ao relacionar o florescimento da natureza ao florescimento da consciência cidadã, Márcia Pessanha reafirma a missão da AFL como espaço de cultura, acolhimento e reflexão. Sua mensagem aproxima literatura e vida, demonstrando que a atividade acadêmica não se limita à preservação das letras, mas também dialoga com temas centrais da sociedade contemporânea. 

A principal matéria da edição registra a terceira sessão do ciclo de conferências “Publicar a Gente Brasileira”, cujo tema foi “Publicar Liberdade”. O encontro reuniu importantes intelectuais e acadêmicos para discutir o papel da liberdade na produção literária e no pensamento crítico. Participaram, além da presidente Márcia Pessanha, os acadêmicos Jordão Pablo de Pão, Lucia Romeu, Matilde Carone Slaibi Conti e a presença especial de Godofredo de Oliveira Neto, da Academia Brasileira de Letras. 

A reportagem destaca reflexões sobre a liberdade como elemento essencial da criação artística e registra o debate acerca da relação entre literatura, história e democracia. Ao encerrar a sessão enfatizando a importância da liberdade intelectual, Márcia Pessanha reforçou um princípio que perpassa toda a atuação da AFL: o compromisso com o pensamento livre e a pluralidade de ideias. 

A edição também evidencia a intensa agenda institucional da presidente. Em uma das matérias, é relatada sua participação na inauguração do Espaço do Conhecimento da OAB-Niterói, projeto voltado à democratização do acesso ao livro e à leitura. Na condição de madrinha da iniciativa, Márcia Pessanha destacou a relevância da palavra escrita e do conhecimento como instrumentos de transformação social.

Outra matéria relevante aborda o relançamento da obra Educação e Democracia em Anísio Teixeira, organizada pelo acadêmico Waldeck Carneiro. O boletim ressalta a importância do educador Anísio Teixeira para a construção da escola pública brasileira e registra o reconhecimento da obra, finalista do Prêmio Jabuti 2026. 

Ainda na mesma página, a comemoração dos 90 anos da Federação das Academias de Letras do Brasil demonstra o fortalecimento dos laços entre entidades culturais. O destaque dado ao lançamento da obra de Thiago de Menezes, prefaciada por Márcia Pessanha, simboliza a participação ativa da presidente no debate sobre a história e o papel das academias literárias no país. 

O boletim prossegue registrando a presença da AFL na inauguração do Centro Integrado de Educação e Cultura da UPPES. A matéria reafirma a convergência entre cultura e educação como pilares fundamentais do desenvolvimento social. A participação de acadêmicos em eventos dessa natureza demonstra que a AFL mantém diálogo constante com diferentes segmentos da sociedade civil organizada. 

Outro momento importante apresentado é o sarau “Artistas da ANE”, promovido por Leda Mendes Jorge. O encontro evidencia a vitalidade da produção artística local ao reunir poesia, música e artes visuais em um ambiente de convivência cultural. A matéria ressalta a presença de diversos membros da AFL, reforçando o espírito de integração que caracteriza a instituição. 

A participação do acadêmico Rogério Reis Devisate na Bienal Internacional do Livro de São Paulo merece destaque pela diversidade temática de suas publicações, que transitam entre reflexões sobre inteligência artificial, ética e questões jurídicas ligadas à regularização fundiária. O fato evidencia a pluralidade de interesses intelectuais presentes no quadro acadêmico da AFL.

A edição dedica espaço significativo às realizações de seus acadêmicos. Uma delas é a iniciativa conduzida por Amanda Almeida, que promoveu a quarta edição do concurso Contos Fantásticos, dedicado ao tema do futuro. A proposta aproxima literatura, imaginação e formação de novos escritores, ampliando as oportunidades para talentos emergentes. 

Também ganha destaque a participação de Marco Lucchesi e Jordão Pablo de Pão na Festa do Livro da Universidade Federal Fluminense. A parceria anunciada entre a EdUFF e o projeto Niterói Livros evidencia a construção de pontes institucionais fundamentais para a circulação do livro e do conhecimento. 

Na mesma página, o acadêmico Marcelo Caetano aparece como convidado do podcast da EdUERJ, discutindo os caminhos históricos da língua portuguesa. A matéria valoriza a pesquisa acadêmica e a difusão do saber linguístico para um público mais amplo. 

Já a homenagem à acadêmica Eurídice Hespanhol, celebrando 51 anos dedicados à poesia, representa um reconhecimento à persistência e ao compromisso com a criação literária. A reportagem demonstra o respeito da AFL por trajetórias construídas ao longo de décadas de produção cultural.

Na sequência, o leitor encontra o lançamento do livro Bicentenário da Família Erthal, obra que preserva dois séculos de memória familiar e contribuição histórica para o Estado do Rio de Janeiro. A matéria exemplifica como a pesquisa genealógica também constitui importante instrumento de preservação cultural. 

O lançamento da terceira edição de O Mar do Meu Velho, de Jordão Pablo de Pão, merece atenção especial por reunir memória familiar, afetividade e identidade. O boletim destaca a consolidação da trajetória literária do autor ao completar dez anos de atuação no campo das letras.

Outro ponto importante é a divulgação do selo Projetos Independentes da AFL Edições, coordenado pelo acadêmico José Huguenin. A iniciativa amplia o alcance da produção literária fluminense, oferecendo apoio a academias municipais e grêmios literários. Trata-se de uma ação estratégica para fortalecer a vida cultural em diferentes regiões do estado. 

A página final revela uma faceta especialmente sensível do boletim. Nela, literatura e poesia assumem papel central. Os haicais de Uyára Schiefer celebram a chegada da primavera por meio de versos breves e contemplativos, enquanto os poemas “Tuas Mãos”, de Márcia Pessanha, e “Coração Bola”, de Gisela Peçanha, apresentam diferentes formas de expressão poética, indo da delicadeza afetiva à reflexão sobre a fraternidade humana. 

Um aspecto que merece reconhecimento especial é o trabalho editorial de Christiane Victer, responsável pela redação, edição e diagramação do informativo. A organização visual da publicação favorece a leitura, valoriza o registro fotográfico dos eventos e confere unidade estética ao conjunto. O boletim apresenta equilíbrio entre texto e imagem, preservando o caráter jornalístico sem perder a identidade cultural e literária que caracteriza a AFL. 

Ao final da leitura, fica evidente que esta edição do BOLETRAS não se limita a registrar acontecimentos. Ela documenta a intensa atividade cultural da Academia Fluminense de Letras, valoriza seus acadêmicos e fortalece a memória institucional. A liderança de Márcia Pessanha aparece ao longo de toda a publicação, seja no editorial inspirador, seja na participação em inúmeros eventos que aproximam literatura, educação e cidadania. Da mesma forma, o trabalho editorial de Christiane Victer garante qualidade, clareza e beleza gráfica ao informativo. Juntas, coordenação e edição transformam o boletim em muito mais que um simples registro mensal: fazem dele um testemunho vivo da força da cultura fluminense, do compromisso com o conhecimento e da permanente crença no poder transformador da palavra. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

02 de outubro de 2026








Presidente Márcia Pessanha disse: Nossos agradecimentos ao Diretor do Focus Portal Cultural, jornalista e escritor Alberto Araújo, por sua constante atuação, com profissionalismo e sensibilidade, de quem realmente se envolve com as atividades culturais de nossas instituições, divulgando-as com entusiasmo. Nesse sentido, suas resenhas  sobre o BOLETRAS/AFL ilustram bem sua apreciação crítica acerca do referido boletim. 

Assim, compartilhamos da arte de bem viver em nosso espaço acadêmico e cultural e podemos repetir como nos versos da canção " Setembro  é verde no peito. / É raiz que aprende a abraçar./ É lembrar que o amor tem jeito! / Vamos incluir, vamos cuidar."

E com gratidão, amizade e respeito, podemos caminhar para um futuro melhor, como bem disse o grande educador Paulo Freire" A inclusão acontece quando  se aprende com as diferenças e não com as igualdades"
Que assim seja.
Cordialmente 
Marcia Pessanha.