sexta-feira, 16 de outubro de 2026

GIRASSOL DO MEU DIA – POESIA DE ALBERTO ARAÚJO

 


No jardim dos meus sonhos floresceu,

 um girassol dourado que apareceu.

 Com pétalas feitas de luz e calor,

 encheu minha alma de paz e amor.

 

Quando a manhã desperta sorrindo,

 é teu brilho que vejo surgindo.

 Como o girassol busca o sol a brilhar,

 meu coração te procura sem parar.

 

Nos dias nublados, de céu sem cor,

 és a esperança que afasta a dor.

 Teu jeito simples, tua luz tão fiel,

 transforma a terra num pedaço do céu.

 

E assim sigo, feliz a caminhar,

 com tua presença a me iluminar.

 Pois és a beleza que a vida me deu,

 o girassol mais lindo que floresceu.

 

Girassol do meu dia, razão do meu sorriso,

teu brilho faz do comum um paraíso.

Em cada amanhecer, em cada emoção,

floresces eterno dentro do meu coração.


© Alberto Araújo




SOB O TEMPORAL DA ALMA: A POÉTICA URGENTE DE CANTANDO NA CHUVA

A cinematografia clássica é repleta de instantes efêmeros, mas poucos alcançaram a densidade semiótica e o valor icônico da sequência em que Don Lockwood (Gene Kelly) desafia a intempérie em Cantando na Chuva (1952).

 

Mais do que uma simples coreografia de entretenimento, a cena se ergue como um tratado estético sobre a catarse, o lirismo urbano e a vitória da subjetividade humana sobre as contingências do meio.

 

Tudo começa no instante mágico do desfecho de uma despedida. Don acaba de dar o último adeus da noite a Kathy Selden (Debbie Reynolds). Atrás dele, ficam os bastidores conturbados de uma Hollywood em pânico, tonta com a dolorosa transição do cinema mudo para o falado. Mas nada disso importa. O amor recém-descoberto instala nele uma euforia tão radiante que o mundo exterior perde o poder de incomodar.

 

O táxi parte. O céu desaba em um temporal impagável. Qualquer pessoa prudente correria em busca de um teto, mas o verdadeiro apaixonado enxerga a chuva como cenário. Em vez de se proteger, Don fecha o guarda-chuva, sente as primeiras gotas no rosto e sorri. É o sinal verde para a poesia.

 

Com uma leveza que esconde o rigor técnico da sétima arte, ele começa a cantar suavemente a música-tema. A rua escura da cidade vira um palco iluminado. Ele caminha, balança no candeeiro enquanto zomba das nuvens carregadas com um carisma avassalador, e faz do asfalto encharcado seu playground. O auge vem no sapateado vigoroso sobre as poças d'água: cada pisada forte lança gotas para todos os lados, transformando a água da chuva num instrumento de percussão vivo.

 

Nem a chegada surpresa do policial, que o observa intrigado tentando entender aquele delírio urbano, quebra o encanto. Don apenas sorri, aceita a comicidade da própria loucura e se afasta calmamente, deixando no ar a certeza de que a felicidade é contagiosa.

 

Setenta anos depois, essa sequência continua intacta no imaginário coletivo. Ela nos lembra de que, às vezes, as tempestades não servem para nos recolher, mas para nos convidar a dançar. Cantando na Chuva atravessa gerações, por isso: porque enquanto houver paixão e vontade de celebrar a vida, sempre haverá alguém disposto a encarar o temporal de braços abertos.

 

© Alberto Araújo

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CONVITE DA ANLA PARA ENCONTRO DO MÊS DE SETEMBRO 2026

A Academia Nacional de Letras e Artes (ANLA), fundada em 17 de outubro de 1975, tem a honra de convidar V. Sª. e família para a Sessão Solene comemorativa do seu 51º aniversário (quinquagésimo primeiro aniversário).

 

O evento contará com a palestra do orador oficial, Acadêmico Thiago de Menezes, que falará sobre "ANLA - 51 Anos de Empreendedorismo Cultural: Das Pioneiras Fundadoras aos Novos Tempos". A programação também inclui a performance "Chiquinha Gonzaga - Precursora" por Nina Fernandes, acompanhada ao violão por Antonio Moreira, além de Valentin Fernandes, que interpretará poemas de autoria de Acadêmicos da ANLA. Ao final, haverá um lanche de aniversário.

 

A celebração realiza-se na segunda-feira, 19 de outubro de 2026, segunda-feira, às 16 horas (pontualmente), Na Federação das Academias de Letras do Brasil (FALB), Rua Teixeira de Freitas, nº 05, 3º andar, sala 303, na Lapa  junto ao Edifício do IHGB,

 

O traje exigido é passeio completo, sendo que os Acadêmicos devem comparecer de passeio completo com colar acadêmico e medalha.

 

Prestigie a cultura com sua honrosa presença.

 

Venha comemorar conosco!

Lucia Regina de Lucena, Presidente.





 

A ACADEMIA BRASILEIRA DE MÉDICOS ESCRITORES (ABRAMES) DIVULGOU O RESULTADO DO CONCURSO LITERÁRIO ABRAMES 2026


Sob a coordenação da vice-presidente da ABRAMES e coordenadora do concurso, Juçara Regina V. Valverde, a Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES) divulgou o resultado do Concurso Literário ABRAMES 2026. Esta edição homenageia o escritor Luiz Gondim de Araújo Lins e reafirma o compromisso da instituição com o incentivo à produção literária de qualidade em diferentes gêneros. O concurso reuniu talentos de diversas regiões do país, revelando autores que se destacaram pela criatividade, sensibilidade e excelência na escrita. 

Na Categoria Especial, os vencedores da modalidade Aldravia foram Tchello D'Barros (RJ), em primeiro lugar; Paulo Roberto Caruso (RJ), em segundo; e Tito de Abreu Fialho (RJ), em terceiro. Em Conto, o primeiro lugar ficou com Thalia Nuritza de Moura (MA), seguida por Tchello D'Barros (RJ). Já na Crônica, Paulo Roberto Caruso (RJ) conquistou o primeiro lugar, com Tchello D'Barros (RJ) em segundo e Rosa Melleu (RJ) em terceiro, além de Menção Honrosa para Suzana da Silva Berlim. 

Na categoria Ensaio, Maria Esther Rodrigues (RJ) foi a vencedora, seguida por Tchello D'Barros (RJ). Em Poesia, Thalia Nuritza de Moura (MA) alcançou o primeiro lugar, Tchello D'Barros (RJ) o segundo e Paulo Roberto Caruso (RJ) o terceiro, com Menção Honrosa para Jorge Eduardo Mendonça (RJ). Nas categorias Teatro e Trova, Jorge Eduardo Mendonça (RJ) recebeu Menção Honrosa. 

Já na Categoria Acadêmica, destacaram-se diversos membros da instituição. Em Aldravia, o primeiro lugar foi conquistado por Josyanne Arruda Franco (SP), seguida por Cid Magioli (RJ) e Alcione A. Gonçalves (RJ). Em Conto, venceram Eliana Calixto (RJ), Nelson Jacinto (SP) e Hermes Marcondes Lourenço (MG). Na Crônica, o primeiro lugar coube a Cesar A. S. Nascimento (RJ), seguido por Alcione A. Gonçalves (SP) e Ana Maria Tourinho (RJ). 

Em Ensaio, destacou-se Alcione A. Gonçalves (SP), seguida por Helio Begliomini (SP) e Pedro Franco (RJ). Na categoria Poesia, os três primeiros lugares ficaram com Josyanne Arruda Franco (SP), Abílio Kac (RJ) e Roberto Lucio Feliciante Alves (RS). Em Teatro, venceram Alcione A. Gonçalves (SP), Abílio Kac (RJ) e Eliana Calixto (RJ). Já em Trova, o primeiro lugar foi conquistado por Abílio Kac (RJ), seguido por Ana Maria Tourinho (RJ) e Marilza N. Abreu Fialho (RJ). O concurso também concedeu diversas Menções Honrosas a acadêmicos cujas obras se destacaram pela qualidade literária. 

O resultado evidencia a riqueza da literatura brasileira contemporânea e celebra autores que, por meio das palavras, contribuem para a cultura, a reflexão e o fortalecimento da arte literária no país. A edição de 2026 confirma o papel da ABRAMES como importante incentivadora da produção literária, reunindo escritores de diferentes gerações e regiões em torno do amor à literatura. 

© Alberto Araújo

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SIMPÓSIO UPPES DE EDUCAÇÃO 2026: PONTE PARA O FUTURO – EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AUTISMO NA ERA DIGITAL


A instituição UPPES - Sindicato liderada pelo professor Raymundo Stelling Junior promove no dia 21 de outubro, das 8h às 17h, o Simpósio UPPES de Educação 2026, um importante encontro voltado para educadores, gestores, estudantes e profissionais interessados nos desafios e nas oportunidades da educação contemporânea. Com o tema "Pontes para o Futuro: Educação Inclusiva e Autismo na Era Digital", o evento busca fomentar reflexões, compartilhar experiências e apresentar práticas inovadoras para a construção de ambientes educacionais mais inclusivos e preparados para as transformações tecnológicas da atualidade. 

O simpósio será realizado na Estrada Caetano Monteiro, nº 4.550, Pendotiba, Niterói (RJ), em um espaço preparado para receber participantes de diferentes áreas da educação. A participação é gratuita e os inscritos receberão certificado de 10 horas, ampliando ainda mais o valor acadêmico e profissional do evento. 

As inscrições podem ser realizadas de forma simples e rápida por meio do site www.uppes.com.br/simposio 

Os interessados também podem obter mais informações pelo telefone (21) 97355-0832 ou pelo e-mail ensino@uppes.com.br. 

Não perca a oportunidade de participar deste importante momento de formação, troca de conhecimentos e fortalecimento de práticas educacionais inclusivas que ajudam a construir as pontes para o futuro da educação.

A promoção de eventos educacionais como o Simpósio UPPES de Educação demonstra o compromisso da UPPES com a valorização da formação continuada, a atualização profissional e o fortalecimento do debate sobre os desafios contemporâneos da educação. Reunindo educadores, especialistas, gestores e estudantes, essas iniciativas criam espaços fundamentais para a troca de experiências, a construção de conhecimento e o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais inclusivas e inovadoras. 

Com o tema "Pontes para o Futuro: Educação Inclusiva e Autismo na Era Digital", o Simpósio UPPES de Educação 2026 propõe uma reflexão profunda sobre a necessidade de construir ambientes educacionais acessíveis, acolhedores e preparados para atender às demandas de uma sociedade em constante transformação tecnológica. O encontro destaca a importância da inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), abordando estratégias, recursos e ferramentas que contribuem para um ensino mais equitativo e eficiente.

Além de ampliar conhecimentos, eventos como este fortalecem a rede de profissionais da educação, estimulam o diálogo entre diferentes áreas do saber e reforçam a missão da UPPES de contribuir para uma educação de qualidade, alinhada aos princípios da inovação, da diversidade e do desenvolvimento humano. Trata-se de uma oportunidade valiosa para aprender, compartilhar experiências e construir caminhos para o futuro da educação brasileira. 

© Alberto Araújo

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A MAGIA DE UM NOVO AMANHECER À BEIRA-MAR


O vídeo revela uma paisagem deslumbrante e profundamente relaxante na praia, onde um pôr do sol vibrante e intenso pinta o céu e as nuvens com tons marcantes de vermelho e laranja. A luz do sol projeta um reflexo brilhante e dourado sobre as águas calmas, criando um contraste magnético com a calmaria do oceano.

Conforme as ondas suaves quebram suavemente na areia da praia, a cena ganha um ritmo orgânico e acolhedor. A trilha sonora melodiosa e introspectiva que acompanha as imagens convida a uma pausa na rotina, inspirando sentimentos de paz interior, contemplação e renovação de energias diante da imensidão da natureza. 

© Alberto Araújo




 

ORQUESTRA DE MULHERES JOANÍDIA SODRÉ CELEBRA LEGADO DE DEDICAÇÃO À MÚSICA E À EDUCAÇÃO

No dia 21 de outubro de 2026, às 18h, a Orquestra de Mulheres Joanídia Sodré, em sua formação de Orquestra de Câmara, realizará uma emocionante apresentação no 607º Concerto do Projeto Candelária. O evento acontecerá na Igreja de Nossa Senhora da Candelária, localizada na Praça Pio X, s/nº, Centro do Rio de Janeiro, com entrada franca. 

Sob a regência do maestro Erivaldo Fraga, o concerto presta homenagem ao legado de Joanídia Sodré, personalidade que dedicou sua vida à música, à educação e à formação de gerações. Sua trajetória continua inspirando novas vozes, músicos e maestros, mantendo viva a importância da arte como instrumento de transformação social e cultural.

Mais do que uma apresentação musical, o concerto será uma celebração da contribuição feminina para a música de concerto e uma oportunidade para o público apreciar um repertório executado por uma orquestra que carrega em seu nome a memória e os valores de uma das grandes referências da educação musical brasileira.

O evento é uma realização da Orquestra Joanídia Sodré em parceria com o Projeto Candelária, reafirmando o compromisso de ambas as instituições com a democratização do acesso à cultura e à valorização da música de qualidade. 

Entrada gratuita. Participe e prestigie essa homenagem à história, à educação e à música.


O BEIJO QUE ADOÇA A VIDA

Certamente, existe uma poesia secreta que paira no ar, escrita pelas asas invisíveis e aceleradas do beija-flor. Entre o verde vivo da floresta e as águas sutis de um rio sereno, ele surge como um relâmpago de cores incandescentes, ora esmeralda, ora sabedoria, flutuando diante de pétalas radiantes. 

A sua dança é um tributo ao momento presente. Ao aproximar seu bico do coração das flores, o beija-flor cumpre um ritual sagrado de doçura. É o beijo suave que adoça a vida, transformando a gota de néctar em pura poesia viva. Não há pressa no seu toque, embora suas asas batam em uma velocidade imperceptível ao tempo humano.

Nesse encontro efêmero entre a flor e o pássaro, o tempo parece congelar. O beijo delicado suplanta o instante e vira eternidade. Fica na memória do ar o rastro de sua presença, o mistério de ver o amor em forma de luz e movimento.

O beija-flor nos ensina que a beleza do mundo está no abraço sutil, naquele carinho breve que permanece para sempre. 

© Alberto Araújo



PELO AMOR À ARTE: O VERDADEIRO SENTIDO DE ESCREVER - TEXTO INSPIRADO EM CENA DO FILME "SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS"



 

A poesia não nasce por simples cálculo ou obrigação; ela emerge do íntimo de quem sente a vida em sua máxima intensidade. Não escrevemos versos apenas para ornamentar papéis ou preencher o silêncio com palavras bonitas, mas sim porque somos movidos por uma paixão inevitável. Escrever poesia é um ato de entrega, uma forma visceral de traduzir o invisível, de dar corpo às dores, aos afetos e às inquietações que nos tornam verdadeiramente humanos.

 

Criamos arte por amor à própria arte. É a necessidade urgente de transformar a experiência do mundo em algo eterno e significativo. Enquanto tantas atividades garantem a nossa subsistência diária e mantêm a engrenagem do cotidiano a funcionar, a poesia alimenta aquilo que nos sustenta por dentro: a alma. É no ritmo de cada verso e na escolha de cada palavra que encontramos refúgio e libertação.

 

A poesia é a linguagem do sentimento puro. Escrevê-la é um gesto de generosidade e coragem, uma ponte construída entre o coração do poeta e o universo de quem o lê. No fim, fazemos arte porque não há outra forma de celebrar a beleza e o mistério de estar vivo.

 

© Alberto Araújo

 

 

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"Nós não lemos e escrevemos poesia porque é bonito. Lemos e escrevemos poesia porque fazemos parte da raça humana. E a raça humana está impregnada de paixão. Medicina, direito, administração, engenharia, são atividades nobres e necessárias à vida. Mas poesia, beleza, romance, amor, são as coisas pelas quais vale a pena viver."

Trecho retirado  do vídeo com cenas do filme: "Sociedade dos Poetas Mortos" (Dead Poets Society, 1989). Na cena, o personagem John Keating (interpretado por Robin Williams) diz a famosa frase sobre a importância da poesia e das artes para a humanidade.



DIONNE WARWICK - MELHORES CANÇÕES

 

A VOZ QUE EMBALOU GERAÇÕES: DIONNE WARWICK SE DESPEDE DOS PALCOS NO RIO DE JANEIRO

Uma das maiores intérpretes de todos os tempos retorna ao Brasil para um encontro histórico e emocionante com seus fãs. Aos 85 anos, a lendária Dionne Warwick, dona de uma das vozes mais sofisticadas, elegantes e reconhecidas da música mundial, chega ao palco do Vivo Rio com a turnê "Over and Out – A Farewell Tour", marcando sua despedida dos palcos em uma celebração inesquecível de sua extraordinária carreira.

Com mais de seis décadas dedicadas à música, Dionne se tornou um ícone absoluto da cultura popular. Sua interpretação refinada, sua presença marcante e sua capacidade única de emocionar conquistaram milhões de admiradores em todo o planeta. Vencedora de múltiplos prêmios Grammy e detentora de uma discografia que atravessa gerações, ela ajudou a definir o som da música contemporânea, influenciando artistas de diferentes estilos e épocas.

O público carioca terá a rara oportunidade de reviver clássicos eternos como "That's What Friends Are For", "I Say a Little Prayer", "Heartbreaker" e "Walk On By", canções que ultrapassaram fronteiras e permanecem vivas na memória afetiva de milhões de pessoas. Mais do que um show, a apresentação será uma homenagem à trajetória de uma artista cuja voz se tornou trilha sonora de vidas, amores e momentos inesquecíveis. 

Uma noite histórica, emocionante e imperdível para celebrar uma verdadeira lenda da música internacional em sua última grande passagem pelos palcos brasileiros.

Serviço do Espetáculo 

Data: 17 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: 20h30min | Abertura da casa: 18h30min

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ - Brasil

Ingressos: À venda no site oficial do Vivo Rio e na bilheteria do local. Valores entre R$ 440 (meia-entrada) e R$ 880 (inteira).

Classificação etária: 18 anos 

Uma oportunidade única para testemunhar de perto o talento, a elegância e o legado de uma das maiores divas da história da música mundial. 

© Alberto Araújo

 



quinta-feira, 15 de outubro de 2026

VITÓRIA HISTÓRICA E COMPROMISSO RENOVADO: A FORÇA DA ADMINISTRAÇÃO NO RIO DE JANEIRO


As eleições do Sistema CFA/CRAs, realizadas no dia 14 de outubro de 2026, registraram um momento marcante para a profissão. Mobilizando Administradores e Tecnólogos em todo o país com mais de 50 mil votos em nível nacional, o Estado do Rio de Janeiro demonstrou sua imensa força e liderança indiscutível.

Com uma participação espetacular da categoria fluminense, o Rio de Janeiro sagrou-se o estado mais votado do Brasil, alcançando a marca expressiva de 6.619 votos. Esse resultado colocou o estado na liderança nacional, superando com folga grandes centros como São Paulo (3.058 votos) e Minas Gerais (2.200 votos).

Na disputa pelo Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ), a Chapa 1, liderada pelo Adm. Wagner Siqueira, obteve 5.100 votos  correspondendo a 77,05% dos votos totais e a 100% dos votos válidos. Já para o Conselho Federal de Administração (CFA), a representação fluminense também venceu de forma expressiva com a Adm. Rosangela Arruda à frente da Chapa 1, alcançando 3.881 votos (58,63%).

Esta grande vitória é reflexo da liderança inspiradora e da visão estratégica do presidente do CRA-RJ, Adm. Wagner Siqueira, que reuniu uma equipe de conselheiros altamente preparada e comprometida para o quadriênio 2027-2030. 

Neste contexto de consolidação da diretoria, destaca-se a atuação da companheira Adm. Valmira da Silva Cristofori, eleita Conselheira Regional Titular. A presença e a dedicação da Adm. Valmira na Diretoria enriquecem imensamente a instituição. Sua trajetória marcada pelo compromisso, pela ética e pela sensibilidade no acolhimento dos profissionais da Administração faz de sua trajetória uma referência exemplar para toda a categoria.

A nova gestão conta com um time de excelência para conduzir os trabalhos no próximo quadriênio: 

CONSELHEIROS REGIONAIS TITULARES ELEITOS: Adm. Wagner Siqueira, Adm. Valmira da Silva Cristofori, Adm. Júlio Loureiro, Tecnol. Edison Sanromã, Adm. Janaína Peixoto, Adm. Ubiratan dos Santos Silva, Adm. Luiz Cezar Vasques e Adm. Jucimar Secchin. 

CONSELHEIROS REGIONAIS SUPLENTES ELEITOS: Tecnol. Gilvan Bueno, Adm. Ednor Medeiros, Adm. Márcia Cova, Adm. Adarlette Neira, Adm. Janaína Simões, Adm. Marcelino Tadeu Assis, Adm. Hallison Marques e Adm. Pedro Schubert.

Representação no CFA: Adm. Rosangela Arruda (Conselheira Federal Titular) e Adm. Irene Carvalho (Conselheira Federal Suplente).

A expressiva votação representa o reconhecimento da categoria ao trabalho desenvolvido e reafirma o compromisso do CRA-RJ com o contínuo fortalecimento da Administração no Estado do Rio de Janeiro.


© Alberto Araújo

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ADMINISTRADORA VALMIRA CRISTOFORI: LIDERANÇA, ÉTICA E COMPROMISSO COM A ADMINISTRAÇÃO

No contexto de consolidação, fortalecimento institucional e valorização permanente da profissão de Administrador no Estado do Rio de Janeiro, destaca-se a expressiva atuação da companheira Administradora Valmira da Silva Cristofori, eleita Conselheira Regional Titular do CRA-RJ. Sua presença na Diretoria representa um importante diferencial para a entidade, agregando experiência, competência, sensibilidade humana e um profundo compromisso com os princípios éticos que norteiam a Administração. 

Ao longo de sua trajetória profissional, Valmira construiu uma história marcada pela dedicação ao conhecimento, pela defesa da valorização dos profissionais da Administração e pela constante busca de soluções que promovam o desenvolvimento das pessoas e das organizações. Sua atuação firme, equilibrada e inspiradora faz dela uma referência respeitada e admirada por colegas, estudantes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento. 

Reconhecida por sua capacidade de liderança e por sua habilidade de acolher e incentivar aqueles que buscam crescimento profissional, a Administradora Valmira exerce um papel fundamental na formação de novas gerações de gestores. Como Coordenadora dos Cursos de Gestão da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), contribui diretamente para a construção de carreiras, estimulando a excelência acadêmica, a inovação, o pensamento estratégico e a formação cidadã dos estudantes. 

Sua atuação ultrapassa os limites da sala de aula e da gestão educacional. Escritora, palestrante e cofundadora da Editora Autoridade Brasil, ela compreende a educação e a produção do conhecimento como poderosos instrumentos de transformação social. Por meio de suas obras, palestras e atividades culturais, tem inspirado inúmeras pessoas a investirem no próprio desenvolvimento, fortalecendo valores como ética, responsabilidade, empreendedorismo e compromisso com a sociedade.

A produção intelectual de Valmira reflete seu olhar humanista e sua convicção de que a educação é o caminho mais sólido para a construção de uma sociedade mais justa, consciente e preparada para os desafios contemporâneos. Seu trabalho como autora e incentivadora da literatura demonstra que a disseminação do conhecimento é uma missão que ela abraça com entusiasmo, competência e generosidade. 

Sua brilhante caminhada também é marcada pela intensa participação em instituições voltadas à cultura, ao serviço comunitário e ao desenvolvimento humano. Como membro da Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio de Janeiro, do Rotary Club de Niterói e do Elos Clube de Niterói, Valmira reafirma diariamente sua vocação para servir, promover ações de impacto social e contribuir para o fortalecimento dos valores éticos e solidários que sustentam uma sociedade mais humana e inclusiva. 

Em todas as funções que exerce, seja na educação, na literatura, na gestão institucional ou no trabalho voluntário, evidencia-se uma profissional comprometida com a excelência, com a formação de líderes e com a construção de um futuro melhor para todos. Sua trajetória é exemplo de dedicação, competência e amor ao próximo, inspirando profissionais e estudantes a perseguirem seus objetivos com responsabilidade, coragem e integridade.

A atuação da Administradora Valmira Cristofori engrandece o Sistema CFA/CRAs e fortalece a representatividade da Administração no Estado do Rio de Janeiro. Sua história de realizações, marcada pela ética, pelo conhecimento e pelo compromisso social, constitui um legado que inspira e valoriza toda a categoria profissional. 

© Alberto Araújo

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CONVITE DA OAB-NITERÓI PARA PALESTRA “MEDIAÇÃO JUDICIAL”

A OAB Niterói, por meio da Comissão de Mediação e Conciliação de Conflitos (CMCC), realizará no dia 22 de outubro, das 15h às 17h, no Auditório da OAB Niterói, a palestra "Mediação Judicial", um encontro voltado à valorização do diálogo, da pacificação social e dos métodos adequados de resolução de conflitos. 

O evento será coordenado pela Dra. Jocelin Marry Nery, presidente da Comissão de Mediação e Conciliação de Conflitos e assessora da Vice-Presidência da OAB-Niterói, reunindo importantes nomes do meio jurídico para debater os desafios, avanços e perspectivas da mediação no sistema de Justiça brasileiro. 

A abertura contará com a presença do Dr. Pedro Gomes, presidente da OAB Niterói; Dra. Matilde Carone Slaibi Slaibi, vice-presidente da OAB Niterói; e Dr. Júnior Rodrigues, diretor-geral da ESA Niterói. 

Entre os palestrantes e debatedores confirmados estão o desembargador André Fontes, o professor e desembargador Nagib Slaibi Filho, a juíza Rosana Navega, a analista judiciária Lívia Carvalho e a procuradora-geral da OAB Niterói, Maria José Gomes. 

A iniciativa reforça o compromisso da OAB Niterói com a disseminação da cultura da mediação e do diálogo, promovendo conhecimento, atualização profissional e reflexões sobre práticas que contribuem para a construção de soluções mais consensuais, humanas e eficazes na administração dos conflitos. O evento também contará com emissão de carga horária para estudantes.

Local: Auditório da OAB Niterói,

Av. Ernani do Amaral Peixoto, 507, 11º andar, Centro.

Data: 22 de outubro, das 15h às 17h.

 

© Alberto Araújo

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SCUOLA DI CULTURA: DEZ ANOS TRANSFORMANDO A CENA CULTURAL DE NITERÓI E DO BRASIL

A cultura é a alma vibrante de uma sociedade, o espelho que reflete a sua identidade, a sua memória e a sua capacidade de sonhar. Em Niterói, cidade historicamente berço de grandes talentos e movimentos artísticos, comemorar uma década da Scuola di Cultura é celebrar um marco fundamental para as artes não apenas no Estado do Rio de Janeiro, mas em todo o cenário cultural brasileiro. 

Desde a sua fundação, a Scuola di Cultura consolidou-se como um verdadeiro refúgio de criação, aprendizado e vivência artística. Concebida sob a premissa de que a arte é um elemento indispensável para o bem-estar e a formação humana, a instituição transformou o emblemático espaço na Avenida Presidente Roosevelt, em São Francisco, num ponto de encontro pulsante para artistas, estudantes, pesquisadores e amantes das mais diversas manifestações culturais. Música, artes plásticas, literatura, teatro e atividades educativas entrelaçam-se num ecossistema vivo que inspira e acolhe a comunidade. 

Mais do que um centro de ensino ou difusão, a Scuola di Cultura conquistou um lugar de excelência pelo rigor técnico, pela pluralidade de suas propostas e pelo afeto com que acolhe cada projeto. Ao longo destes dez anos, a instituição desempenhou um papel crucial na formação de novos talentos e na formação de plateias, democratizando o acesso à arte de qualidade e promovendo o diálogo entre as tradições clássicas e as linguagens contemporâneas. No contexto nacional, onde manter espaços culturais vivos exige coragem e persistência, o exemplo da Scuola di Cultura firma-se como uma referência de gestão, resistência e amor à arte. 

No coração dessa trajetória vitoriosa está o empenho visionário do casal Fabrizio e Luiza Sassi. Com uma liderança pautada pela sensibilidade, pelo profissionalismo e por uma dedicação inabalável, Fabrizio e Luiza não apenas fundaram um espaço, mas ergueram uma comunidade. A sua gestão exemplar ao longo desta década foi o motor que permitiu à instituição crescer, superar desafios e manter-se fiel à sua missão de elevar a vida das pessoas através da experiência estética. A visão do casal transformou a Scuola num farol de luz cultural, onde o acolhimento humano e a busca pela excelência caminham lado a lado. 

Celebrar estes dez anos é, portanto, prestar uma justa homenagem a quem acredita na força transformadora do saber e da sensibilidade. Que esta primeira década seja apenas o capítulo inicial de uma longa e profícua história a serviço da arte e da sociedade. 

CONVITE ESPECIAL 

Comemore os 10 ANOS da Scuola di Cultura! 

O Centro Cultural que foi abraçado por Niterói como uma referência nas artes espera por você, que acredita na Cultura e faz parte dessa história! 

Data: 17 de outubro (Sábado)

Horário: 17h

Local: Av. Presidente Roosevelt, 1063 – São Francisco, Niterói

RSVP / Confirmação de presença: 99489-7909

 

Parabéns ao casal Fabrizio e Luiza Sassi pela exemplar liderança e por presentearem a nossa cidade e o nosso país com dez anos de dedicação à arte!

 

Arte para viver melhor!





 

QUANDO FREDDIE MERCURY E MONTSERRAT CABALLÉ CANTAM A ALMA: A MAGIA DE "HOW CAN I GO ON" EM LA NIT 1988 - ENSAIO CULTURAL DE © ALBERTO ARAÚJO


Bastam os primeiros acordes para que o tempo recue quase quatro décadas. Sobre a colina de Montjuïc, entre as muralhas de um castelo carregado de história e as luzes de Barcelona, duas vozes se uniram para transformar uma canção em eternidade: Freddie Mercury e Montserrat Caballé interpretando How Can I Go On. 

Sempre que Shirley assiste a essa apresentação, algo especial acontece. Não é apenas a lembrança de uma obra extraordinária. É a sensação de retornar a um instante raro, quando a música falou diretamente à alma e dissolveu as fronteiras entre o popular e o erudito, entre a força e a delicadeza, entre a dor e a esperança. 

Na noite de 8 de outubro de 1988, Barcelona vivia um momento de celebração e expectativa. O festival La Nit marcava a chegada da bandeira olímpica vinda de Seul, um símbolo da jornada que conduziria a cidade aos Jogos Olímpicos de 1992. Tendo como cenário o histórico Castelo de Montjuïc, a celebração ganhou contornos de acontecimento cultural quando Freddie Mercury e a soprano catalã Montserrat Caballé subiram ao palco para apresentar canções do álbum Barcelona, um encontro artístico que redefiniu os limites entre a música popular e a lírica. 

Lançado naquele mesmo ano, Barcelona foi mais do que um álbum. Foi a materialização de um sonho compartilhado por Freddie Mercury, apaixonado pela música clássica e admirador declarado de Montserrat Caballé. O projeto reuniu nove composições que mesclavam a força do rock, a sofisticação da música sinfônica e a grandiosidade da tradição operística. Entre todas elas, How Can I Go On ocupa um lugar especial por sua profunda carga emocional e por revelar um Freddie Mercury mais introspectivo, vulnerável e humano. 

Composta por Freddie Mercury e Mike Moran, a canção se afasta do brilho exuberante associado à imagem pública do cantor e mergulha em questões universais que atravessam a existência humana. A letra fala sobre a fragilidade que surge quando perdemos aquilo que julgávamos indispensável. 

Logo nos primeiros versos, a metáfora do sal retirado do mar sugere a ausência do que sustenta a própria essência da vida. O eu lírico sente-se destronado, exposto e ferido, como alguém que enfrenta não apenas a dor da perda, mas também o peso do julgamento e da incompreensão. 

A pergunta que dá título à música transforma-se no fio condutor de toda a narrativa emocional: 

"How can I go on?

 From day to day?

 Who can make me strong in every way?" 

Não são apenas versos. São questionamentos que ecoam nas inquietações de qualquer ser humano diante das adversidades. Como seguir em frente quando os sonhos se desfazem? Como encontrar forças quando a esperança parece distante? Onde encontrar abrigo em um mundo marcado pela tristeza e pela incerteza? 

Ao longo da canção, essas perguntas assumem a forma de uma súplica. Há um desejo profundo de acolhimento, conforto e compreensão. A voz de Freddie conduz esse sentimento com uma intensidade quase confessional, como se cada palavra carregasse experiências pessoais, medos ocultos e cicatrizes invisíveis. Quando Montserrat Caballé se junta a ele, a música ganha uma dimensão ainda mais ampla. Sua voz parece elevar a dor individual a uma esfera universal, onde sofrimento e esperança coexistem em delicado equilíbrio. 

É justamente nesse encontro vocal que reside uma das maiores belezas da obra. Freddie não abandona sua identidade artística; pelo contrário, reafirma sua expressividade característica. Montserrat, por sua vez, oferece a elegância e a potência de uma das maiores vozes da ópera contemporânea. Juntos, eles criam uma interpretação que suplanta gêneros musicais e alcança algo raramente conquistado pela arte: a capacidade de emocionar públicos completamente distintos por meio de uma mesma linguagem emocional. 

Talvez seja justamente isso que torne essa apresentação tão fascinante para Shirley. Ao assistir ao vídeo, não se contempla apenas um registro histórico. Presencia-se um diálogo entre sensibilidades distintas que se unem para expressar sentimentos universais. Cada nota parece carregar uma verdade difícil de traduzir em palavras. Cada olhar entre os intérpretes revela respeito mútuo, admiração artística e entrega absoluta à música.

Shirley se encanta especialmente com a presença de Montserrat Caballé. Os olhos expressivos, os gestos delicados das mãos, a naturalidade com que cada frase musical ganha vida e, sobretudo, a sublime interpretação da soprano exercem sobre ela um fascínio quase hipnótico. A emoção renasce a cada nova exibição. 

Já perdi a conta de quantas vezes ela assistiu a esse vídeo no YouTube. Às vezes, estou no escritório e ouço os primeiros acordes da canção. Imediatamente penso: "Shirley deve estar emocionada mais uma vez". Quando vou até onde ela está, encontro-a radiante, completamente envolvida pela magia daquele encontro inesquecível entre Freddie Mercury e Montserrat Caballé. 

O cenário contribui para essa atmosfera quase mágica. As muralhas centenárias de Montjuïc parecem testemunhar o encontro entre passado e futuro. Enquanto Barcelona se preparava para assumir seu protagonismo olímpico diante do mundo, aquela apresentação demonstrava que sua vocação cultural era igualmente grandiosa. A cidade tornava-se palco de uma celebração da diversidade artística, unindo tradição e modernidade, erudição e popularidade em perfeita sintonia.

Décadas se passaram desde aquela noite memorável, mas a emoção permanece intacta. O vídeo continua a encantar novas gerações e a despertar nos admiradores a mesma sensação de deslumbramento. Talvez porque a música fale diretamente das fragilidades que todos compartilhamos. Talvez porque Freddie Mercury e Montserrat Caballé tenham conseguido transformar sentimentos íntimos em arte universal. Ou talvez porque certas interpretações possuam a rara capacidade de resistir ao tempo e continuar tocando corações muito depois de seu primeiro aplauso. 

Para Shirley, assistir a How Can I Go On é voltar a um desses instantes que a história preservou com carinho. Um momento em que duas vozes extraordinárias encontraram a medida exata entre a dor e a esperança, entre a vulnerabilidade e a força. Um momento em que a música deixou de ser apenas entretenimento para se tornar emoção em estado puro. 

E, enquanto as últimas notas ecoam sobre a antiga colina de Montjuïc, permanece a certeza de que algumas canções não terminam quando o silêncio chega. Elas continuam vivendo na memória, na sensibilidade e no coração daqueles que, como Shirley, descobriram nelas uma beleza capaz de atravessar os anos e renovar, a cada audição, o encanto diante da arte verdadeira. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 



How Can I Go On

When all the salt is taken from the sea
I stand dethroned, I'm naked and I bleed
But when your finger points so savagely
Is anybody there to believe in me
To hear my plea and take care of me

How can I go on
From day to day
Who can make me strong in every way
Where can I be safe
Where can I belong
In this great big world of sadness
How can I forget
Those beautiful dreams that we shared
They're lost and are nowhere to be found
How can I go on

Sometimes I start to tremble in the dark
I cannot see when people frighten me
I try to hide myself so far from the crowd
Is anybody there to comfort me?
(on and on, and on, and on, precious Lord, hear my plea, yeah)
Lord take care of me

How can I go on (how can I go on)
From day to day (from day to day)
Who can make me strong (who can make me strong)
In every way (in every way)
Where can I be safe (where can I be safe)
Where can I belong (where can I belong)
In this great big world (in this great big world of sadness)
How can I forget (how can I forget)
Those beautiful dreams that we shared (those beautiful dreams that we shared)
They're lost and are nowhere to be found
How can I go on

 

Composição: Freddie Mercury, Mike Moran, Mont Serrat Caballe.

"How Can I Go On":

Como Posso Continuar

Quando todo o sal for retirado do mar
Eu fico destronado, estou nu e sangro
Mas quando o seu dedo aponta tão cruelmente
Há alguém aí para acreditar em mim?
Para ouvir meu apelo e cuidar de mim?

Como posso continuar
Dia após dia?
Quem pode me dar forças de todas as maneiras?
Onde posso estar seguro?
Onde posso pertencer?
Neste imenso mundo de tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos?
Eles se perderam e não podem mais ser encontrados
Como posso continuar?

Às vezes começo a tremer na escuridão
Não consigo enxergar quando as pessoas me assustam
Tento me esconder bem longe da multidão
Há alguém aí para me confortar?
(sem parar, sem parar, sem parar, sem parar, precioso Senhor, ouça meu apelo, sim)
Senhor, cuide de mim

Como posso continuar (como posso continuar)
Dia após dia (dia após dia)
Quem pode me dar forças (quem pode me dar forças)
De todas as maneiras (de todas as maneiras)
Onde posso estar seguro? (onde posso estar seguro?)
Onde posso pertencer? (onde posso pertencer?)
Neste imenso mundo (neste imenso mundo de tristeza)
Como posso esquecer? (como posso esquecer?)
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos (aqueles lindos sonhos que compartilhamos)
Eles se perderam e não podem mais ser encontrados
Como posso continuar?









Shirley Araújo disse: Obrigada meu esposo, lindo, doce amor Alberto Araújo da minha vida. Você é demais! Soube com palavras expressar exatamente o que sinto diante do vídeo que com frequência assisto e que me causa prazer carregado de emoção. Meu querido e muito amado esposo Alberto Araújo obrigada, você me emocionou viu.
Amo muito você, meu lindo.
Beijo no sorriso.
Sua,
Shirley