sábado, 17 de outubro de 2026

CHIQUINHA GONZAGA: A VOZ ETERNA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA - O FOCUS PORTAL CULTURAL CELEBRA OS 179 ANOS DO NASCIMENTO DE CHIQUINHA GONZAGA

 

Neste 17 de outubro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, data instituída em homenagem ao nascimento de Chiquinha Gonzaga, em 1847. Considerada uma das grandes precursoras da música popular no país, ela permanece como símbolo de criatividade, coragem e liberdade artística, qualidades que ajudaram a moldar a identidade musical brasileira. 

Quando se fala em Música Popular Brasileira, muitos nomes surgem imediatamente na memória coletiva. De Pixinguinha a Tom Jobim, de Cartola a Elis Regina, de Villa-Lobos a Luiz Gonzaga. No entanto, antes de todos eles, existiu uma mulher que abriu caminhos em uma sociedade profundamente conservadora e que enfrentou preconceitos para construir uma obra destinada à eternidade: Chiquinha Gonzaga. 

Nascida no Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1847, Francisca Edwiges Neves Gonzaga tornou-se pianista, compositora e maestrina em uma época em que a participação feminina na vida artística encontrava enormes barreiras. Sua trajetória ultrapassou os limites da música. Foi uma história de resistência, independência e afirmação pessoal. Ao escolher a arte como profissão, ela rompeu convenções sociais e ajudou a redefinir o lugar da mulher na cultura brasileira. 

Sua contribuição para a música nacional vai muito além do pioneirismo. Chiquinha foi uma das responsáveis por aproximar o repertório de formação erudita dos ritmos populares que ecoavam nas ruas, nos salões e nas festas do Rio de Janeiro do século XIX. Dessa fusão nasceu uma linguagem autenticamente brasileira, capaz de dialogar com diferentes camadas da sociedade e de expressar a diversidade cultural do país. 

Entre suas obras mais conhecidas está "Ó Abre Alas", composta em 1899 e considerada a primeira grande marchinha carnavalesca do Brasil. A canção atravessou gerações e permanece viva na memória nacional, uma prova da força e da atualidade de sua criação. Mais que uma compositora talentosa, Chiquinha ajudou a estabelecer as bases daquilo que, décadas mais tarde, seria reconhecido como Música Popular Brasileira. 

Sua atuação também teve importância histórica na defesa dos direitos autorais. Em uma época em que os artistas raramente tinham reconhecimento sobre suas obras, ela participou de movimentos que contribuíram para fortalecer a valorização da criação intelectual no Brasil. 

Celebrar o Dia Nacional da Música Popular Brasileira é, portanto, reconhecer a riqueza de uma produção artística que se tornou uma das maiores expressões da identidade nacional. Mas é também recordar que essa história possui uma voz inaugural. Uma voz feminina, determinada e revolucionária. 

Mais de um século após suas principais composições, Chiquinha Gonzaga continua presente na alma musical brasileira. Sua obra permanece como testemunho de que a arte tem o poder de romper barreiras, desafiar preconceitos e criar pontes entre diferentes tempos e gerações. 

Neste 17 de outubro, ao celebrar a Música Popular Brasileira, o país celebra também sua grande pioneira. Afinal, antes que a MPB encontrasse seus muitos caminhos e sotaques, foi Chiquinha Gonzaga quem abriu alas para que a música brasileira pudesse seguir seu extraordinário desfile pela história. 

Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 

BIOGRAFIA DE CHIQUINHA GONZAGA: A MULHER QUE ABRIU ALAS PARA A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

 

Neste 17 de outubro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, uma data que vai muito além de uma simples homenagem ao patrimônio cultural do país. O dia foi escolhido para lembrar o nascimento de Chiquinha Gonzaga, ocorrido em 17 de outubro de 1847, no Rio de Janeiro, uma artista extraordinária cuja trajetória se confunde com a própria formação da música popular brasileira. 

Nascida Francisca Edviges Neves Gonzaga, ela foi compositora, instrumentista, maestrina e ativista social. Em um Brasil ainda marcado pela escravidão, pelo preconceito racial e pela exclusão das mulheres dos espaços de poder e criação artística, Chiquinha tornou-se uma figura revolucionária. Filha de um militar pertencente à elite do Império e de uma mulher descendente de escravizados, ela carregava em sua própria origem a mistura que definiria a identidade cultural brasileira. 

Sua contribuição para a música nacional foi pioneira em diversos aspectos. Foi considerada a primeira pianista chorona do Brasil, a primeira mulher a reger uma orquestra popular e autora de "Ó Abre Alas", composta em 1899 e reconhecida como a primeira grande marcha carnavalesca da história brasileira. Mais do que criar sucessos, Chiquinha ajudou a estabelecer uma linguagem musical genuinamente nacional, aproximando o piano dos ritmos populares que ecoavam nas ruas do Rio de Janeiro. 

Enquanto a elite cultivava valsas, polcas e influências europeias, ela voltava seus ouvidos para a riqueza sonora das camadas populares. Em suas composições conviviam influências africanas, portuguesas e brasileiras, criando uma sonoridade que antecipava aquilo que décadas mais tarde seria reconhecido como Música Popular Brasileira. 

Mas sua importância ultrapassa as partituras. Chiquinha Gonzaga foi também uma militante da liberdade. Abolicionista convicta, utilizou recursos obtidos com seu trabalho artístico para apoiar a luta contra a escravidão e colaborar com a compra de cartas de alforria para pessoas escravizadas. Em um período de profundas transformações sociais, posicionou-se ao lado das causas humanitárias e progressistas.

Outra frente de atuação foi a defesa dos direitos autorais. Quando músicos, compositores e autores teatrais possuíam pouca proteção sobre suas obras, ela foi uma das primeiras vozes a reivindicar reconhecimento e valorização para os criadores brasileiros. Sua atuação abriu caminhos para as futuras gerações de artistas. 

A história de Chiquinha também é marcada pela coragem pessoal. Desafiou as convenções sociais do século XIX, enfrentou preconceitos e rompeu barreiras impostas às mulheres. Escolheu viver da música quando isso parecia impossível para uma mulher de sua época. E venceu. 

Por tudo isso, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira não poderia ter outra inspiração. Celebrar a MPB é celebrar a diversidade, a criatividade e a riqueza cultural do Brasil. E ninguém representa melhor esses valores do que Chiquinha Gonzaga. 

Sua obra permanece viva mais de noventa anos após sua morte, ocorrida em 1935. Sua música continua ecoando nos teatros, nos carnavais, nas escolas e na memória nacional. Cada acorde da música brasileira contemporânea carrega um pouco da ousadia daquela mulher que, com talento e determinação, abriu alas para que a cultura popular brasileira encontrasse sua própria voz.

Hoje, ao celebrarmos a MPB, celebramos também a mulher que a ajudou a nascer. A pioneira. A maestrina. A abolicionista. A artista que transformou a música em instrumento de liberdade. Celebramos Chiquinha Gonzaga, a eterna voz da Música Popular Brasileira. 

Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 


Chiquinha aos 47 anos, usando o broche com os primeiros compassos de sua valsa Valquiria, presenteado por colegas, e a medalha recebida pela oficialidade do navio francês Duquesne em 1894.


Capa de partitura de Francisca Gonzaga (Chiquinha Gonzaga) feita por Bordalo em 1877

Chiquinha Gonzaga aos 78 anos

Gaúcho (Chiquinha Gonzaga) - 1a página - Partitura completa disponível no portal Musica Brasilis








sexta-feira, 16 de outubro de 2026

GIRASSOL DO MEU DIA – POESIA DE ALBERTO ARAÚJO

 


No jardim dos meus sonhos floresceu,

 um girassol dourado que apareceu.

 Com pétalas feitas de luz e calor,

 encheu minha alma de paz e amor.

 

Quando a manhã desperta sorrindo,

 é teu brilho que vejo surgindo.

 Como o girassol busca o sol a brilhar,

 meu coração te procura sem parar.

 

Nos dias nublados, de céu sem cor,

 és a esperança que afasta a dor.

 Teu jeito simples, tua luz tão fiel,

 transforma a terra num pedaço do céu.

 

E assim sigo, feliz a caminhar,

 com tua presença a me iluminar.

 Pois és a beleza que a vida me deu,

 o girassol mais lindo que floresceu.

 

Girassol do meu dia, razão do meu sorriso,

teu brilho faz do comum um paraíso.

Em cada amanhecer, em cada emoção,

floresces eterno dentro do meu coração.


© Alberto Araújo




SOB O TEMPORAL DA ALMA: A POÉTICA URGENTE DE CANTANDO NA CHUVA

A cinematografia clássica é repleta de instantes efêmeros, mas poucos alcançaram a densidade semiótica e o valor icônico da sequência em que Don Lockwood (Gene Kelly) desafia a intempérie em Cantando na Chuva (1952).

 

Mais do que uma simples coreografia de entretenimento, a cena se ergue como um tratado estético sobre a catarse, o lirismo urbano e a vitória da subjetividade humana sobre as contingências do meio.

 

Tudo começa no instante mágico do desfecho de uma despedida. Don acaba de dar o último adeus da noite a Kathy Selden (Debbie Reynolds). Atrás dele, ficam os bastidores conturbados de uma Hollywood em pânico, tonta com a dolorosa transição do cinema mudo para o falado. Mas nada disso importa. O amor recém-descoberto instala nele uma euforia tão radiante que o mundo exterior perde o poder de incomodar.

 

O táxi parte. O céu desaba em um temporal impagável. Qualquer pessoa prudente correria em busca de um teto, mas o verdadeiro apaixonado enxerga a chuva como cenário. Em vez de se proteger, Don fecha o guarda-chuva, sente as primeiras gotas no rosto e sorri. É o sinal verde para a poesia.

 

Com uma leveza que esconde o rigor técnico da sétima arte, ele começa a cantar suavemente a música-tema. A rua escura da cidade vira um palco iluminado. Ele caminha, balança no candeeiro enquanto zomba das nuvens carregadas com um carisma avassalador, e faz do asfalto encharcado seu playground. O auge vem no sapateado vigoroso sobre as poças d'água: cada pisada forte lança gotas para todos os lados, transformando a água da chuva num instrumento de percussão vivo.

 

Nem a chegada surpresa do policial, que o observa intrigado tentando entender aquele delírio urbano, quebra o encanto. Don apenas sorri, aceita a comicidade da própria loucura e se afasta calmamente, deixando no ar a certeza de que a felicidade é contagiosa.

 

Setenta anos depois, essa sequência continua intacta no imaginário coletivo. Ela nos lembra de que, às vezes, as tempestades não servem para nos recolher, mas para nos convidar a dançar. Cantando na Chuva atravessa gerações, por isso: porque enquanto houver paixão e vontade de celebrar a vida, sempre haverá alguém disposto a encarar o temporal de braços abertos.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 


 


CONVITE DA ANLA PARA ENCONTRO DO MÊS DE SETEMBRO 2026

A Academia Nacional de Letras e Artes (ANLA), fundada em 17 de outubro de 1975, tem a honra de convidar V. Sª. e família para a Sessão Solene comemorativa do seu 51º aniversário (quinquagésimo primeiro aniversário).

 

O evento contará com a palestra do orador oficial, Acadêmico Thiago de Menezes, que falará sobre "ANLA - 51 Anos de Empreendedorismo Cultural: Das Pioneiras Fundadoras aos Novos Tempos". A programação também inclui a performance "Chiquinha Gonzaga - Precursora" por Nina Fernandes, acompanhada ao violão por Antonio Moreira, além de Valentin Fernandes, que interpretará poemas de autoria de Acadêmicos da ANLA. Ao final, haverá um lanche de aniversário.

 

A celebração realiza-se na segunda-feira, 19 de outubro de 2026, segunda-feira, às 16 horas (pontualmente), Na Federação das Academias de Letras do Brasil (FALB), Rua Teixeira de Freitas, nº 05, 3º andar, sala 303, na Lapa  junto ao Edifício do IHGB,

 

O traje exigido é passeio completo, sendo que os Acadêmicos devem comparecer de passeio completo com colar acadêmico e medalha.

 

Prestigie a cultura com sua honrosa presença.

 

Venha comemorar conosco!

Lucia Regina de Lucena, Presidente.





 

A ACADEMIA BRASILEIRA DE MÉDICOS ESCRITORES (ABRAMES) DIVULGOU O RESULTADO DO CONCURSO LITERÁRIO ABRAMES 2026


Sob a coordenação da vice-presidente da ABRAMES e coordenadora do concurso, Juçara Regina V. Valverde, a Academia Brasileira de Médicos Escritores (ABRAMES) divulgou o resultado do Concurso Literário ABRAMES 2026. Esta edição homenageia o escritor Luiz Gondim de Araújo Lins e reafirma o compromisso da instituição com o incentivo à produção literária de qualidade em diferentes gêneros. O concurso reuniu talentos de diversas regiões do país, revelando autores que se destacaram pela criatividade, sensibilidade e excelência na escrita. 

Na Categoria Especial, os vencedores da modalidade Aldravia foram Tchello D'Barros (RJ), em primeiro lugar; Paulo Roberto Caruso (RJ), em segundo; e Tito de Abreu Fialho (RJ), em terceiro. Em Conto, o primeiro lugar ficou com Thalia Nuritza de Moura (MA), seguida por Tchello D'Barros (RJ). Já na Crônica, Paulo Roberto Caruso (RJ) conquistou o primeiro lugar, com Tchello D'Barros (RJ) em segundo e Rosa Melleu (RJ) em terceiro, além de Menção Honrosa para Suzana da Silva Berlim. 

Na categoria Ensaio, Maria Esther Rodrigues (RJ) foi a vencedora, seguida por Tchello D'Barros (RJ). Em Poesia, Thalia Nuritza de Moura (MA) alcançou o primeiro lugar, Tchello D'Barros (RJ) o segundo e Paulo Roberto Caruso (RJ) o terceiro, com Menção Honrosa para Jorge Eduardo Mendonça (RJ). Nas categorias Teatro e Trova, Jorge Eduardo Mendonça (RJ) recebeu Menção Honrosa. 

Já na Categoria Acadêmica, destacaram-se diversos membros da instituição. Em Aldravia, o primeiro lugar foi conquistado por Josyanne Arruda Franco (SP), seguida por Cid Magioli (RJ) e Alcione A. Gonçalves (RJ). Em Conto, venceram Eliana Calixto (RJ), Nelson Jacinto (SP) e Hermes Marcondes Lourenço (MG). Na Crônica, o primeiro lugar coube a Cesar A. S. Nascimento (RJ), seguido por Alcione A. Gonçalves (SP) e Ana Maria Tourinho (RJ). 

Em Ensaio, destacou-se Alcione A. Gonçalves (SP), seguida por Helio Begliomini (SP) e Pedro Franco (RJ). Na categoria Poesia, os três primeiros lugares ficaram com Josyanne Arruda Franco (SP), Abílio Kac (RJ) e Roberto Lucio Feliciante Alves (RS). Em Teatro, venceram Alcione A. Gonçalves (SP), Abílio Kac (RJ) e Eliana Calixto (RJ). Já em Trova, o primeiro lugar foi conquistado por Abílio Kac (RJ), seguido por Ana Maria Tourinho (RJ) e Marilza N. Abreu Fialho (RJ). O concurso também concedeu diversas Menções Honrosas a acadêmicos cujas obras se destacaram pela qualidade literária. 

O resultado evidencia a riqueza da literatura brasileira contemporânea e celebra autores que, por meio das palavras, contribuem para a cultura, a reflexão e o fortalecimento da arte literária no país. A edição de 2026 confirma o papel da ABRAMES como importante incentivadora da produção literária, reunindo escritores de diferentes gerações e regiões em torno do amor à literatura. 

© Alberto Araújo

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SIMPÓSIO UPPES DE EDUCAÇÃO 2026: PONTE PARA O FUTURO – EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AUTISMO NA ERA DIGITAL


A instituição UPPES - Sindicato liderada pelo professor Raymundo Stelling Junior promove no dia 21 de outubro, das 8h às 17h, o Simpósio UPPES de Educação 2026, um importante encontro voltado para educadores, gestores, estudantes e profissionais interessados nos desafios e nas oportunidades da educação contemporânea. Com o tema "Pontes para o Futuro: Educação Inclusiva e Autismo na Era Digital", o evento busca fomentar reflexões, compartilhar experiências e apresentar práticas inovadoras para a construção de ambientes educacionais mais inclusivos e preparados para as transformações tecnológicas da atualidade. 

O simpósio será realizado na Estrada Caetano Monteiro, nº 4.550, Pendotiba, Niterói (RJ), em um espaço preparado para receber participantes de diferentes áreas da educação. A participação é gratuita e os inscritos receberão certificado de 10 horas, ampliando ainda mais o valor acadêmico e profissional do evento. 

As inscrições podem ser realizadas de forma simples e rápida por meio do site www.uppes.com.br/simposio 

Os interessados também podem obter mais informações pelo telefone (21) 97355-0832 ou pelo e-mail ensino@uppes.com.br. 

Não perca a oportunidade de participar deste importante momento de formação, troca de conhecimentos e fortalecimento de práticas educacionais inclusivas que ajudam a construir as pontes para o futuro da educação.

A promoção de eventos educacionais como o Simpósio UPPES de Educação demonstra o compromisso da UPPES com a valorização da formação continuada, a atualização profissional e o fortalecimento do debate sobre os desafios contemporâneos da educação. Reunindo educadores, especialistas, gestores e estudantes, essas iniciativas criam espaços fundamentais para a troca de experiências, a construção de conhecimento e o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais inclusivas e inovadoras. 

Com o tema "Pontes para o Futuro: Educação Inclusiva e Autismo na Era Digital", o Simpósio UPPES de Educação 2026 propõe uma reflexão profunda sobre a necessidade de construir ambientes educacionais acessíveis, acolhedores e preparados para atender às demandas de uma sociedade em constante transformação tecnológica. O encontro destaca a importância da inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), abordando estratégias, recursos e ferramentas que contribuem para um ensino mais equitativo e eficiente.

Além de ampliar conhecimentos, eventos como este fortalecem a rede de profissionais da educação, estimulam o diálogo entre diferentes áreas do saber e reforçam a missão da UPPES de contribuir para uma educação de qualidade, alinhada aos princípios da inovação, da diversidade e do desenvolvimento humano. Trata-se de uma oportunidade valiosa para aprender, compartilhar experiências e construir caminhos para o futuro da educação brasileira. 

© Alberto Araújo

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A MAGIA DE UM NOVO AMANHECER À BEIRA-MAR


O vídeo revela uma paisagem deslumbrante e profundamente relaxante na praia, onde um pôr do sol vibrante e intenso pinta o céu e as nuvens com tons marcantes de vermelho e laranja. A luz do sol projeta um reflexo brilhante e dourado sobre as águas calmas, criando um contraste magnético com a calmaria do oceano.

Conforme as ondas suaves quebram suavemente na areia da praia, a cena ganha um ritmo orgânico e acolhedor. A trilha sonora melodiosa e introspectiva que acompanha as imagens convida a uma pausa na rotina, inspirando sentimentos de paz interior, contemplação e renovação de energias diante da imensidão da natureza. 

© Alberto Araújo




 

ORQUESTRA DE MULHERES JOANÍDIA SODRÉ CELEBRA LEGADO DE DEDICAÇÃO À MÚSICA E À EDUCAÇÃO

No dia 21 de outubro de 2026, às 18h, a Orquestra de Mulheres Joanídia Sodré, em sua formação de Orquestra de Câmara, realizará uma emocionante apresentação no 607º Concerto do Projeto Candelária. O evento acontecerá na Igreja de Nossa Senhora da Candelária, localizada na Praça Pio X, s/nº, Centro do Rio de Janeiro, com entrada franca. 

Sob a regência do maestro Erivaldo Fraga, o concerto presta homenagem ao legado de Joanídia Sodré, personalidade que dedicou sua vida à música, à educação e à formação de gerações. Sua trajetória continua inspirando novas vozes, músicos e maestros, mantendo viva a importância da arte como instrumento de transformação social e cultural.

Mais do que uma apresentação musical, o concerto será uma celebração da contribuição feminina para a música de concerto e uma oportunidade para o público apreciar um repertório executado por uma orquestra que carrega em seu nome a memória e os valores de uma das grandes referências da educação musical brasileira.

O evento é uma realização da Orquestra Joanídia Sodré em parceria com o Projeto Candelária, reafirmando o compromisso de ambas as instituições com a democratização do acesso à cultura e à valorização da música de qualidade. 

Entrada gratuita. Participe e prestigie essa homenagem à história, à educação e à música.


O BEIJO QUE ADOÇA A VIDA

Certamente, existe uma poesia secreta que paira no ar, escrita pelas asas invisíveis e aceleradas do beija-flor. Entre o verde vivo da floresta e as águas sutis de um rio sereno, ele surge como um relâmpago de cores incandescentes, ora esmeralda, ora sabedoria, flutuando diante de pétalas radiantes. 

A sua dança é um tributo ao momento presente. Ao aproximar seu bico do coração das flores, o beija-flor cumpre um ritual sagrado de doçura. É o beijo suave que adoça a vida, transformando a gota de néctar em pura poesia viva. Não há pressa no seu toque, embora suas asas batam em uma velocidade imperceptível ao tempo humano.

Nesse encontro efêmero entre a flor e o pássaro, o tempo parece congelar. O beijo delicado suplanta o instante e vira eternidade. Fica na memória do ar o rastro de sua presença, o mistério de ver o amor em forma de luz e movimento.

O beija-flor nos ensina que a beleza do mundo está no abraço sutil, naquele carinho breve que permanece para sempre. 

© Alberto Araújo



PELO AMOR À ARTE: O VERDADEIRO SENTIDO DE ESCREVER - TEXTO INSPIRADO EM CENA DO FILME "SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS"



 

A poesia não nasce por simples cálculo ou obrigação; ela emerge do íntimo de quem sente a vida em sua máxima intensidade. Não escrevemos versos apenas para ornamentar papéis ou preencher o silêncio com palavras bonitas, mas sim porque somos movidos por uma paixão inevitável. Escrever poesia é um ato de entrega, uma forma visceral de traduzir o invisível, de dar corpo às dores, aos afetos e às inquietações que nos tornam verdadeiramente humanos.

 

Criamos arte por amor à própria arte. É a necessidade urgente de transformar a experiência do mundo em algo eterno e significativo. Enquanto tantas atividades garantem a nossa subsistência diária e mantêm a engrenagem do cotidiano a funcionar, a poesia alimenta aquilo que nos sustenta por dentro: a alma. É no ritmo de cada verso e na escolha de cada palavra que encontramos refúgio e libertação.

 

A poesia é a linguagem do sentimento puro. Escrevê-la é um gesto de generosidade e coragem, uma ponte construída entre o coração do poeta e o universo de quem o lê. No fim, fazemos arte porque não há outra forma de celebrar a beleza e o mistério de estar vivo.

 

© Alberto Araújo

 

 

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"Nós não lemos e escrevemos poesia porque é bonito. Lemos e escrevemos poesia porque fazemos parte da raça humana. E a raça humana está impregnada de paixão. Medicina, direito, administração, engenharia, são atividades nobres e necessárias à vida. Mas poesia, beleza, romance, amor, são as coisas pelas quais vale a pena viver."

Trecho retirado  do vídeo com cenas do filme: "Sociedade dos Poetas Mortos" (Dead Poets Society, 1989). Na cena, o personagem John Keating (interpretado por Robin Williams) diz a famosa frase sobre a importância da poesia e das artes para a humanidade.



DIONNE WARWICK - MELHORES CANÇÕES

 

A VOZ QUE EMBALOU GERAÇÕES: DIONNE WARWICK SE DESPEDE DOS PALCOS NO RIO DE JANEIRO

Uma das maiores intérpretes de todos os tempos retorna ao Brasil para um encontro histórico e emocionante com seus fãs. Aos 85 anos, a lendária Dionne Warwick, dona de uma das vozes mais sofisticadas, elegantes e reconhecidas da música mundial, chega ao palco do Vivo Rio com a turnê "Over and Out – A Farewell Tour", marcando sua despedida dos palcos em uma celebração inesquecível de sua extraordinária carreira.

Com mais de seis décadas dedicadas à música, Dionne se tornou um ícone absoluto da cultura popular. Sua interpretação refinada, sua presença marcante e sua capacidade única de emocionar conquistaram milhões de admiradores em todo o planeta. Vencedora de múltiplos prêmios Grammy e detentora de uma discografia que atravessa gerações, ela ajudou a definir o som da música contemporânea, influenciando artistas de diferentes estilos e épocas.

O público carioca terá a rara oportunidade de reviver clássicos eternos como "That's What Friends Are For", "I Say a Little Prayer", "Heartbreaker" e "Walk On By", canções que ultrapassaram fronteiras e permanecem vivas na memória afetiva de milhões de pessoas. Mais do que um show, a apresentação será uma homenagem à trajetória de uma artista cuja voz se tornou trilha sonora de vidas, amores e momentos inesquecíveis. 

Uma noite histórica, emocionante e imperdível para celebrar uma verdadeira lenda da música internacional em sua última grande passagem pelos palcos brasileiros.

Serviço do Espetáculo 

Data: 17 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: 20h30min | Abertura da casa: 18h30min

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ - Brasil

Ingressos: À venda no site oficial do Vivo Rio e na bilheteria do local. Valores entre R$ 440 (meia-entrada) e R$ 880 (inteira).

Classificação etária: 18 anos 

Uma oportunidade única para testemunhar de perto o talento, a elegância e o legado de uma das maiores divas da história da música mundial. 

© Alberto Araújo

 



quinta-feira, 15 de outubro de 2026

VITÓRIA HISTÓRICA E COMPROMISSO RENOVADO: A FORÇA DA ADMINISTRAÇÃO NO RIO DE JANEIRO


As eleições do Sistema CFA/CRAs, realizadas no dia 14 de outubro de 2026, registraram um momento marcante para a profissão. Mobilizando Administradores e Tecnólogos em todo o país com mais de 50 mil votos em nível nacional, o Estado do Rio de Janeiro demonstrou sua imensa força e liderança indiscutível.

Com uma participação espetacular da categoria fluminense, o Rio de Janeiro sagrou-se o estado mais votado do Brasil, alcançando a marca expressiva de 6.619 votos. Esse resultado colocou o estado na liderança nacional, superando com folga grandes centros como São Paulo (3.058 votos) e Minas Gerais (2.200 votos).

Na disputa pelo Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ), a Chapa 1, liderada pelo Adm. Wagner Siqueira, obteve 5.100 votos  correspondendo a 77,05% dos votos totais e a 100% dos votos válidos. Já para o Conselho Federal de Administração (CFA), a representação fluminense também venceu de forma expressiva com a Adm. Rosangela Arruda à frente da Chapa 1, alcançando 3.881 votos (58,63%).

Esta grande vitória é reflexo da liderança inspiradora e da visão estratégica do presidente do CRA-RJ, Adm. Wagner Siqueira, que reuniu uma equipe de conselheiros altamente preparada e comprometida para o quadriênio 2027-2030. 

Neste contexto de consolidação da diretoria, destaca-se a atuação da companheira Adm. Valmira da Silva Cristofori, eleita Conselheira Regional Titular. A presença e a dedicação da Adm. Valmira na Diretoria enriquecem imensamente a instituição. Sua trajetória marcada pelo compromisso, pela ética e pela sensibilidade no acolhimento dos profissionais da Administração faz de sua trajetória uma referência exemplar para toda a categoria.

A nova gestão conta com um time de excelência para conduzir os trabalhos no próximo quadriênio: 

CONSELHEIROS REGIONAIS TITULARES ELEITOS: Adm. Wagner Siqueira, Adm. Valmira da Silva Cristofori, Adm. Júlio Loureiro, Tecnol. Edison Sanromã, Adm. Janaína Peixoto, Adm. Ubiratan dos Santos Silva, Adm. Luiz Cezar Vasques e Adm. Jucimar Secchin. 

CONSELHEIROS REGIONAIS SUPLENTES ELEITOS: Tecnol. Gilvan Bueno, Adm. Ednor Medeiros, Adm. Márcia Cova, Adm. Adarlette Neira, Adm. Janaína Simões, Adm. Marcelino Tadeu Assis, Adm. Hallison Marques e Adm. Pedro Schubert.

Representação no CFA: Adm. Rosangela Arruda (Conselheira Federal Titular) e Adm. Irene Carvalho (Conselheira Federal Suplente).

A expressiva votação representa o reconhecimento da categoria ao trabalho desenvolvido e reafirma o compromisso do CRA-RJ com o contínuo fortalecimento da Administração no Estado do Rio de Janeiro.


© Alberto Araújo

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ADMINISTRADORA VALMIRA CRISTOFORI: LIDERANÇA, ÉTICA E COMPROMISSO COM A ADMINISTRAÇÃO

No contexto de consolidação, fortalecimento institucional e valorização permanente da profissão de Administrador no Estado do Rio de Janeiro, destaca-se a expressiva atuação da companheira Administradora Valmira da Silva Cristofori, eleita Conselheira Regional Titular do CRA-RJ. Sua presença na Diretoria representa um importante diferencial para a entidade, agregando experiência, competência, sensibilidade humana e um profundo compromisso com os princípios éticos que norteiam a Administração. 

Ao longo de sua trajetória profissional, Valmira construiu uma história marcada pela dedicação ao conhecimento, pela defesa da valorização dos profissionais da Administração e pela constante busca de soluções que promovam o desenvolvimento das pessoas e das organizações. Sua atuação firme, equilibrada e inspiradora faz dela uma referência respeitada e admirada por colegas, estudantes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento. 

Reconhecida por sua capacidade de liderança e por sua habilidade de acolher e incentivar aqueles que buscam crescimento profissional, a Administradora Valmira exerce um papel fundamental na formação de novas gerações de gestores. Como Coordenadora dos Cursos de Gestão da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), contribui diretamente para a construção de carreiras, estimulando a excelência acadêmica, a inovação, o pensamento estratégico e a formação cidadã dos estudantes. 

Sua atuação ultrapassa os limites da sala de aula e da gestão educacional. Escritora, palestrante e cofundadora da Editora Autoridade Brasil, ela compreende a educação e a produção do conhecimento como poderosos instrumentos de transformação social. Por meio de suas obras, palestras e atividades culturais, tem inspirado inúmeras pessoas a investirem no próprio desenvolvimento, fortalecendo valores como ética, responsabilidade, empreendedorismo e compromisso com a sociedade.

A produção intelectual de Valmira reflete seu olhar humanista e sua convicção de que a educação é o caminho mais sólido para a construção de uma sociedade mais justa, consciente e preparada para os desafios contemporâneos. Seu trabalho como autora e incentivadora da literatura demonstra que a disseminação do conhecimento é uma missão que ela abraça com entusiasmo, competência e generosidade. 

Sua brilhante caminhada também é marcada pela intensa participação em instituições voltadas à cultura, ao serviço comunitário e ao desenvolvimento humano. Como membro da Academia Brasileira Rotária de Letras do Estado do Rio de Janeiro, do Rotary Club de Niterói e do Elos Clube de Niterói, Valmira reafirma diariamente sua vocação para servir, promover ações de impacto social e contribuir para o fortalecimento dos valores éticos e solidários que sustentam uma sociedade mais humana e inclusiva. 

Em todas as funções que exerce, seja na educação, na literatura, na gestão institucional ou no trabalho voluntário, evidencia-se uma profissional comprometida com a excelência, com a formação de líderes e com a construção de um futuro melhor para todos. Sua trajetória é exemplo de dedicação, competência e amor ao próximo, inspirando profissionais e estudantes a perseguirem seus objetivos com responsabilidade, coragem e integridade.

A atuação da Administradora Valmira Cristofori engrandece o Sistema CFA/CRAs e fortalece a representatividade da Administração no Estado do Rio de Janeiro. Sua história de realizações, marcada pela ética, pelo conhecimento e pelo compromisso social, constitui um legado que inspira e valoriza toda a categoria profissional. 

© Alberto Araújo

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