quarta-feira, 28 de outubro de 2026

140 ANOS DA ESTÁTUA DA LIBERDADE: UM ÍCONE CULTURAL QUE INSPIRA GERAÇÕES

 

Em 2026, a Estátua da Liberdade celebra 140 anos de existência, consolidando-se como uma das obras mais reconhecidas e admiradas da história da humanidade. Muito além de sua imponência arquitetônica, o monumento tornou-se um símbolo cultural universal, presente na arte, na literatura, no cinema, na fotografia e na imaginação de milhões de pessoas ao redor do mundo. 

Inaugurada em 28 de outubro de 1886, a estátua foi concebida pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi e construída com a colaboração do engenheiro Gustave Eiffel, cujo talento estrutural garantiria a grandiosidade e a durabilidade da obra. Desde então, a figura monumental erguida na entrada do porto de Nova York passou a representar um dos mais importantes marcos culturais da era moderna. 

Ao longo de seus 140 anos, a Estátua da Liberdade transcendeu fronteiras geográficas e linguísticas. Sua imagem passou a integrar o imaginário coletivo global, aparecendo em pinturas, cartazes, exposições, produções audiovisuais e inúmeros registros fotográficos. Poucos monumentos alcançaram tamanho reconhecimento, tornando-se uma referência instantaneamente identificável em praticamente qualquer lugar do planeta. 

A relevância cultural da estátua também se manifesta em sua influência sobre artistas e criadores. Pintores, escultores, escritores e cineastas encontraram nela uma fonte permanente de inspiração. Em diferentes épocas e estilos, a obra foi reinterpretada por movimentos artísticos que enxergaram em sua forma uma oportunidade de refletir sobre o ser humano, a sociedade, os sonhos e as conquistas da civilização. 

No cinema, a Estátua da Liberdade tornou-se cenário emblemático de produções que marcaram gerações. Sua presença em filmes, documentários e séries reforçou seu status de símbolo cultural global. Na música, na literatura e até nos quadrinhos, a imagem da estátua ganhou novos significados, demonstrando sua capacidade de dialogar com diferentes públicos e manifestações criativas.

Do ponto de vista arquitetônico, a obra permanece como um exemplo extraordinário da união entre arte e engenharia. Seus detalhes, proporções e soluções estruturais continuam despertando o interesse de estudiosos, historiadores e admiradores da arquitetura monumental. A combinação entre beleza estética e inovação técnica transformou a estátua em uma referência permanente para projetos artísticos e urbanos. 

O monumento também desempenha um papel fundamental no patrimônio cultural mundial. Visitada anualmente por milhões de pessoas, a Estátua da Liberdade funciona como um espaço de encontro entre culturas, promovendo experiências que conectam história, arte e memória coletiva. Cada visitante leva consigo uma interpretação particular da obra, reforçando sua capacidade de gerar emoções e reflexões. 

Celebrar os 140 anos da Estátua da Liberdade é reconhecer a força da arte como linguagem universal. Em um mundo em constante transformação, poucos monumentos conseguiram manter tamanha relevância cultural por tanto tempo. Sua silhueta continua inspirando artistas, encantando visitantes e despertando a curiosidade das novas gerações. 

Mais do que uma escultura monumental, a Estátua da Liberdade permanece como um patrimônio cultural da humanidade, uma obra-prima que atravessa os séculos e reafirma o poder da criação artística de unir povos, histórias e sensibilidades através do tempo.

140 ANOS DA ESTÁTUA DA LIBERDADE: A OBRA QUE NASCEU DA ARTE E CONQUISTOU O MUNDO 

Poucos monumentos na história alcançaram a dimensão cultural da Estátua da Liberdade. Ao completar 140 anos, a célebre obra continua despertando fascínio não apenas por sua imponência, mas também pela riqueza artística presente em sua concepção. Mais do que um cartão-postal mundialmente conhecido, ela representa um encontro extraordinário entre escultura, arquitetura, engenharia e referências culturais que atravessam séculos. 

Quando observamos a monumental figura feminina erguendo uma tocha em direção ao céu, é fácil imaginar que sua criação tenha surgido de forma repentina. No entanto, a história da estátua revela um caminho muito mais rico e surpreendente. Seu criador, o escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi, foi um artista apaixonado pelas grandes obras da Antiguidade. Durante suas viagens pelo Egito, ficou profundamente impressionado com as esculturas colossais que testemunhavam o esplendor das antigas civilizações às margens do Nilo. 

A grandiosidade daqueles monumentos permaneceu viva em sua imaginação. Inspirado por essa experiência, Bartholdi concebeu inicialmente um projeto destinado ao Canal de Suez, recém-inaugurado no século XIX. A ideia era criar uma figura feminina gigantesca segurando uma luz, simbolizando conhecimento, progresso e a união entre povos e culturas. Embora esse projeto não tenha sido executado, seus conceitos artísticos jamais foram abandonados. 

Anos depois, o escultor retomou os esboços e os transformou em uma nova criação. A mulher inspirada nas tradições do Egito ganhou traços universais, vestes clássicas e uma composição que dialogava com a arte greco-romana. A luz passou a ser representada pela famosa tocha, enquanto a figura feminina tornou-se uma alegoria capaz de ser compreendida por diferentes culturas e gerações. 

Essa mistura de influências ajuda a explicar por que a Estátua da Liberdade se tornou muito mais do que uma simples escultura. Em sua estrutura convivem elementos da Antiguidade egípcia, da tradição artística europeia e das inovações técnicas do século XIX. O resultado foi uma obra que ultrapassou fronteiras geográficas para ingressar definitivamente no patrimônio cultural da humanidade. 

Ao longo de seus 140 anos, a estátua inspirou artistas, escritores, fotógrafos, cineastas e músicos. Sua silhueta aparece em pinturas, cartazes, filmes, capas de livros e exposições realizadas em diversos países. Assim como o Cristo Redentor, a Torre Eiffel ou as Pirâmides de Gizé, ela tornou-se uma imagem reconhecida instantaneamente em qualquer parte do mundo. 

Outro aspecto fascinante é que a obra continua despertando novas interpretações. Cada geração encontra nela significados relacionados à criatividade humana, à busca pelo conhecimento e à capacidade da arte de comunicar ideias universais sem necessidade de palavras. Talvez seja justamente essa força simbólica que mantenha sua relevância após mais de um século.

Celebrar os 140 anos da Estátua da Liberdade é celebrar também a trajetória da arte monumental. É reconhecer o legado de um escultor que soube transformar referências de civilizações antigas em uma criação atemporal. Entre a inspiração dos colossos egípcios e a consagração como um dos monumentos mais famosos do planeta, a estátua permanece como uma prova de que a arte é capaz de atravessar épocas, conectar culturas e perpetuar histórias que nunca deixam de inspirar a humanidade. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


Antiga fotografia de Frédéric Auguste Bartholdi e representação de como seria o Colosso de Rodes / Crédito; Domínio Público via Wikimedia Commons

Emma Lazarus foi a autora do poema que homenageia a Estátua da Liberdade. — Foto: Getty Images via BBC


EMMA LAZARUS E A VOZ QUE ETERNIZOU A ESTÁTUA DA LIBERDADE

Ao longo de seus 140 anos, a Estátua da Liberdade tornou-se uma das imagens mais reconhecidas do planeta. Sua imponência arquitetônica, sua beleza artística e sua presença marcante no horizonte de Nova York fizeram dela um verdadeiro patrimônio cultural da humanidade. Mas existe uma personagem pouco lembrada pelo grande público cuja contribuição ajudou a ampliar o significado cultural do monumento: a poeta Emma Lazarus. 

Quando a gigantesca escultura criada por Frédéric Auguste Bartholdi chegou aos Estados Unidos, na década de 1880, sua história estava longe de alcançar a dimensão simbólica que possui atualmente. A obra impressionava pela grandiosidade e pela inovação técnica, mas ainda buscava seu lugar no imaginário popular. 

Foi nesse contexto que surgiu Emma Lazarus, uma escritora nova-iorquina de grande sensibilidade artística. Nascida em 1849, ela se destacava pela produção poética refinada e pelo interesse em questões humanas e culturais de seu tempo. Reconhecida nos círculos literários, recebeu um convite para participar de uma campanha destinada a arrecadar recursos para a conclusão do pedestal que sustentaria a monumental escultura. 

Inicialmente, a poetisa não demonstrou entusiasmo pela proposta. Porém, ao refletir sobre o significado que uma obra daquela magnitude poderia adquirir ao longo dos anos, decidiu contribuir. Dessa decisão nasceu um poema que acabaria ultrapassando o objetivo original da campanha. 

A composição, intitulada The New Colossus ("O Novo Colosso"), apresentava uma visão profundamente humana da estátua. Em vez de enfatizar apenas sua escala monumental, Emma transformou a figura feminina em uma presença acolhedora e inspiradora. Sua escrita acrescentou uma dimensão emocional à obra, aproximando-a das pessoas e de suas histórias. 

Embora o poema tenha sido criado para um evento beneficente, seu valor literário logo chamou a atenção de admiradores da poesia. Os versos revelavam uma rara combinação de elegância, sensibilidade e imaginação, características que marcaram a trajetória artística de Emma Lazarus. Ainda assim, durante muitos anos, o texto permaneceu relativamente pouco conhecido. 

Após a morte prematura da autora, em 1887, amigos e admiradores trabalharam para preservar seu legado. Graças a esse esforço, o poema foi posteriormente associado de forma definitiva à Estátua da Liberdade. A união entre literatura e escultura criou uma das mais interessantes conexões culturais da história moderna.

O caso é um exemplo fascinante de como diferentes formas de arte podem dialogar entre si. De um lado, uma escultura monumental concebida para impressionar visualmente. Do outro, um poema capaz de oferecer profundidade emocional e interpretação artística. Juntas, essas duas expressões criativas construíram uma narrativa que atravessou gerações.

Hoje, ao celebrar os 140 anos da Estátua da Liberdade, também vale recordar a importância de Emma Lazarus. Sua contribuição demonstra que os grandes monumentos não são feitos apenas de metal, pedra ou engenharia. Eles também são construídos por palavras, ideias e sensibilidades capazes de ampliar seu significado ao longo do tempo.

Mais do que uma poetisa ligada a um episódio histórico, Emma Lazarus tornou-se parte da própria trajetória cultural da Estátua da Liberdade. Seu olhar artístico ajudou a transformar um monumento extraordinário em uma fonte permanente de inspiração para a literatura, para as artes e para a memória cultural mundial.


O poema gravado no pedestal da Estátua da Liberdade é "O Novo Colosso" (The New Colossus), escrito pela poetisa americana Emma Lazarus em 1883 e instalado em uma placa de bronze no local em 1903. 

O Novo Colosso

Emma Lazarus

Não como o gigante de bronze da fama grega,
De membros conquistadores abrangendo terras e mares;
Aqui, junto aos portões banhados pelo oceano e pelo pôr do sol,
Erguer-se-á uma mulher poderosa com uma tocha, cuja chama
É o relâmpago aprisionado, e cujo nome é
Mãe dos Exilados. De sua mão-farol
Brilha um acolhimento para o mundo inteiro; seus olhos serenos vigiam
O porto cercado pela cidade que se estende junto às águas.

"Guardem, terras antigas, o esplendor de suas histórias!",
Clama ela com lábios silenciosos.
"Dai-me os vossos cansados, os vossos pobres,
As multidões que anseiam respirar em liberdade,
Os desamparados de vossas praias superlotadas.
Enviem-me estes, os sem-lar, os castigados pelas tempestades.
Eu ergo minha luz junto à porta dourada!"

 



terça-feira, 27 de outubro de 2026

DIA MUNDIAL DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL: O TRABALHO DE PRESERVAR O QUE O TEMPO INSISTE EM APAGAR

Toda sociedade é construída por memórias. Algumas são transmitidas pela tradição oral; outras permanecem registradas em documentos, fotografias, filmes, gravações sonoras e imagens que atravessam gerações. Preservar esse patrimônio é uma responsabilidade assumida diariamente por profissionais e instituições comprometidos em garantir que capítulos fundamentais da história, da cultura e da identidade dos povos permaneçam acessíveis ao público.

Em 27 de outubro, data em que se celebra o Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, o Focus Portal Cultural presta reconhecimento a todos aqueles que atuam na preservação, organização, restauração e difusão dos acervos audiovisuais. Trata-se de um trabalho nem sempre visível para a sociedade, mas indispensável para a compreensão do passado e para a construção do conhecimento. 

Cada fotografia recuperada, cada rolo de filme restaurado, cada registro sonoro digitalizado representa uma escolha em favor da permanência. Em um cenário marcado pela rápida transformação tecnológica e pela fragilidade dos suportes de armazenamento, preservar documentos audiovisuais tornou-se uma atividade que exige conhecimento técnico, planejamento e constante atualização. 

Mais do que conservar objetos, esses profissionais preservam contextos. Uma gravação sonora pode revelar hábitos e costumes de uma época. Um documentário registra transformações sociais. Uma fotografia guarda detalhes que ajudam a compreender acontecimentos históricos. Um programa de rádio ou televisão testemunha modos de comunicação, comportamentos e valores que marcaram diferentes períodos da vida cultural de uma sociedade. 

O patrimônio audiovisual possui uma característica singular: ele registra não apenas fatos, mas também vozes, gestos, ambientes e emoções. É por meio dessas imagens e sons que muitas pessoas entram em contato com acontecimentos que não viveram, personalidades que não conheceram e manifestações culturais que, de outra forma, poderiam permanecer restritas à lembrança de poucos. 

Por trás dessa preservação estão arquivistas, pesquisadores, restauradores, documentalistas, bibliotecários, museólogos, técnicos e especialistas que enfrentam diariamente os desafios impostos pelo envelhecimento dos materiais, pela obsolescência tecnológica e pela necessidade de ampliar o acesso público aos acervos. Seu trabalho combina rigor técnico, sensibilidade histórica e compromisso com a democratização da informação. 

Igualmente relevante é a atuação das instituições que acolhem e protegem esses conjuntos documentais. Arquivos públicos, cinematecas, museus, centros de memória, bibliotecas, universidades e fundações culturais desempenham papel fundamental na conservação e disponibilização desses registros, transformando acervos em fontes permanentes de pesquisa, educação e difusão cultural. 

A criação do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual pela UNESCO reafirma a importância dessa tarefa em escala internacional. A data chama a atenção para a necessidade de proteger um patrimônio constantemente ameaçado pela deterioração física dos suportes e pelas mudanças tecnológicas que podem tornar conteúdos inacessíveis em poucas décadas.

Neste 27 de outubro, o Focus Portal Cultural manifesta seu respeito e sua admiração aos profissionais e instituições que dedicam seu trabalho à preservação audiovisual. Graças à competência e à perseverança desses especialistas, imagens, sons e registros documentais continuam disponíveis para estudo, reflexão e descoberta. 

Preservar o patrimônio audiovisual não é apenas conservar registros do passado. É assegurar que a experiência humana permaneça documentada em toda a sua diversidade, permitindo que cada geração encontre, nesses acervos, referências para compreender seu tempo e sua própria história. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural




A ARQUITETURA DA LEVEZA: A MATURIDADE COMO DESPERTAR PARA O ESSENCIAL

 


"A maturidade não chega como um fardo, mas como a libertadora arte de deixar ir o que é supérfluo para dar relevo ao que é essencial."

— Alberto Araújo 

Com o desdobrar dos anos, a existência humana passa por uma lapidação silenciosa e profundamente transformadora. Aquilo que outrora parecia vital, o ímpeto do confronto, a exigência exaustiva de dar explicações e o peso do drama cotidiano, dissolve-se gradualmente diante de uma nova e soberana prioridade: a paz de espírito. A maturidade chega não como um fardo ou um ocaso, mas como um refino estético e emocional, inaugurando uma espécie de seleção natural onde o supérfluo perde o encanto e a essência ganha relevo absoluto. 

Nesta fase madura da jornada, redescobrimos o valor inestimável da seletividade. Optamos por nos cercar de cada vez menos pessoas, preferindo a companhia daqueles que somam em silêncio e verdade. O silêncio deixa de ser um vazio a ser temido ou preenchido com conversas ocas; ele se transforma em um refúgio de clareza e contemplação. Mais do que isso, aprendemos a escolher a ausência de ambientes e diálogos ruinosos, dedicando nossa energia vital apenas ao que pulsa em harmonia e paz consigo mesmo. É o momento em que os olhos do espírito começam a enxergar as coisas exatamente como elas são, livres das ilusões e das máscaras que a juventude muitas vezes insiste em tolerar. 

Nesse território de clareza, compreende-se que preservar o melhor de si mesmo é um ato de generosidade reservado apenas a quem sabe ir fundo, a quem possui a maturidade emocional para mergulhar nas águas profundas do afeto recíproco e sincero. Aprendemos a arte sublime de calar diante de discussões estéreis e de abrir mão de controlar o incontrolável. Faz-se uma rigorosa filtragem entre o que é útil para a alma e o que é absolutamente fútil. E compreende-se, com uma serenidade reconfortante, que tudo o que é inútil simplesmente não nos serve mais, não nos define e não merece o nosso tempo. 

Desapegar-se se tornou, portanto, a mais bela das liberdades. Livramo-nos do peso de palavras mal empregadas, de presenças que drenam a alegria e de acúmulos que apenas ocupam espaço sem nutrir a memória. O segredo da leveza reside em reter estritamente tudo o que nos torna melhores, um gesto sincero, uma lembrança luminosa, um propósito que nos faça sorrir ao despertar. E quanto a tudo o que já cumpriu o seu ciclo, aprendemos a exercitar a sabedoria mais libertadora de todas: a arte de deixar ir.

Olhar para frente, sob essa ótica renovada, é um exercício contínuo de esperança e renovação. A vida após a curva da maturidade não se apequena; ela se expande em significado, ganhando a profundidade dos rios que finalmente encontraram o seu leito definitivo rumo ao mar. É a certeza luminosa de que cada amanhecer nos convida a ser mais inteiros, mais leves e, sobretudo, profundamente em paz com a nossa própria história. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural















ELSA E ANNA ENCANTAM A ILHA DO GOVERNADOR E A BAIXADA COM O MUSICAL “AVENTURA CONGELANTE – O LEGADO”

Espetáculo para toda família chega ao Teatro da Ilha e ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras nos dias 30 e 31 de outubro de 2026, respectivamente 

A jornada fascinante das irmãs Elsa e Anna será contada nos palcos do Rio de Janeiro no Teatro da Ilha, na Ilha do Governador, no dia 30 de outubro, sexta-feira, às 19h, e no Teatro Nova Iguaçu Petrobras no dia 31, sábado, às 16h, no espetáculo musical “Aventura Congelante – O Legado”. 

Com a ajuda de dois contadores de histórias, o público conhecerá de perto tudo o que aconteceu com Anna e Elsa desde a infância. A história, que encantou uma geração inteira, reúne seus principais personagens em uma nova aventura que começa em Arendelle, passa pela Floresta Encantada e promete mudar o destino de todos para sempre. 

Além de um experiente elenco que atua, dança e canta em um espetáculo 100% cantado ao vivo, a produção conta com direção geral do renomado diretor Bruno Rizzo, direção executiva de Daniela Schiarreta e direção residente de Ewerton Novaes. 

SERVIÇO: 

Teatro da Ilha 

Sessão: 30 outubro de 2026, sexta-feira, às 19h 

Endereço: Estrada do Galeão, s/n, ao lado do Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha, Ilha do Governador - Rio de Janeiro – RJ 

Ingressos: de R$ 50 a R$ 140, vendas na bilheteria do teatro e no site

https://ingressodigital.com/evento/21938/aventura-congelante-o-legado

Instagram: @teatrodailha 

Teatro Nova Iguaçu Petrobras 

Sessão: 31 de outubro, sábado, às 16h

Endereço: Rua Coronel Bernardino de Melo, 1081, Caonze, Nova Iguaçu – RJ

Ingressos: de R$ 50 a R$ 140, vendas na bilheteria do teatro e no site

https://ingressodigital.com/evento/21407/aventura-congelante-o-legado

Instagram: @teatronovaiguacupetrobras

Classificação: livre 

Assessoria de imprensa: Carlos Pinho (@dicasdopinhao)




 

O PÁSSARO DE CONCRETO SOBRE O MAR: A MEMÓRIA DO TRAMPOLIM DE ICARAÍ


Inaugurado em 1937 em frente à Rua Lopes Trovão, o icônico trampolim da Praia de Icaraí moldou a identidade e o imaginário afetivo de Niterói. 

Com um arrojo arquitetônico em concreto armado que lembrava um pássaro de asas abertas sobre as águas da Baía de Guanabara, a estrutura oferecia plataformas de saltos em diferentes alturas e escorregas que atraíam banhistas de todas as idades. 

Ponto de encontro democrático e cartão-postal da cidade, o equipamento marcou gerações até o seu declínio e posterior demolição nos anos 1960. Hoje, o antigo trampolim permanece vivo nas lembranças e nos registros fotográficos que eternizam os áureos tempos de lazer à beira-mar.

Crédito do vídeo: @niteroiemdosedupla


© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


Clicar no link:

https://www.instagram.com/reel/DfAK3KhP3Ep/?utm_source=ig_web_copy_link&dlrf=MWQ1ZGUxMzBkMA==&srtk=MWQ1ZGUxMzBkMA==  


 

PRESIDENTE DO ELOS INTERNACIONAL, MATILDE CARONE SLAIBI CONTI, PRESTIGIA PALESTRA SOBRE PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA NA OAB NITERÓI

Considerando a relevância do tema e a importância da conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, a Diretoria de Cultura do Elos Internacional destaca a participação da Presidente do Elos Internacional, Matilde Carone Slaibi Conti, neste importante evento promovido pela OAB Niterói. 

A palestra “Câncer de Mama e Estilo de Vida: O que podemos fazer para reduzir os riscos” reuniu profissionais e lideranças comprometidos com a promoção da saúde, da qualidade de vida e da informação preventiva. 

A abertura contou com a presença Matilde Carone Slaibi Conti, Júnior Rodrigues, Tainah Guimarães, Maria Maria, Solange Pacheco, Bárbara Coentrão e Bárbara Nobre, representantes da OAB Niterói, da ABA Niterói e de suas comissões. 

O evento teve ainda a participação dos expositores Mônica Pessoa, nutricionista que abordou a importância da alimentação na redução do risco do câncer de mama; Marco Aurélio Conceição, professor de Educação Física, que falou sobre o papel do exercício físico na prevenção e na remissão da doença; e Lívia Martignoni, enfermeira oncológica, que apresentou informações sobre rastreamento, prevenção e cuidados relacionados ao câncer de mama.

A presença da Presidente do Elos Internacional, Matilde Carone Slaibi Conti, reforça o compromisso da instituição com ações voltadas à saúde, ao bem-estar e à disseminação de conhecimento, incentivando a conscientização e a adoção de hábitos saudáveis como instrumentos fundamentais para a prevenção e a qualidade de vida. 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural 








A ANTOLOGIA COMEMORATIVA DOS 30 ANOS DO CÍRCULO LITERÁRIO DO CLUBE NAVAL

 

A ANTOLOGIA COMEMORATIVA DOS 30 ANOS DO CÍRCULO LITERÁRIO DO CLUBE NAVAL celebra três décadas dedicadas à valorização da literatura, da cultura e de seus autores. Esta edição especial reunirá poetas, contistas, cronistas, articulistas e escritores dos mais diversos estilos, compondo uma obra que marcará a história do Círculo Literário e preservará a contribuição de seus participantes para as futuras gerações. 

Com tema livre, a antologia acolhe textos em verso ou prosa, incluindo poemas, contos, crônicas, artigos, haicais, minicontos e outras manifestações literárias. Os textos não precisam ser inéditos, o que amplia as possibilidades de participação para autores iniciantes e experientes. 

Além do valor cultural e comemorativo, a obra terá importante alcance institucional, sendo enviada para bibliotecas da Marinha e instituições de ensino, ampliando a divulgação dos autores e proporcionando o acesso dos leitores a uma rica diversidade de ideias, emoções e experiências.

Cada participante poderá incluir uma minibiografia e fotografia, registrando sua trajetória literária nesta publicação histórica. Ao integrar esta edição comemorativa, o autor passa a fazer parte de um legado construído ao longo de 30 anos de dedicação à literatura. 

Para envio dos textos:

Inscrições e envio dos trabalhos:

 marajoaquim02@gmail.com  

WhatsApp: (21) 99738-0099





segunda-feira, 26 de outubro de 2026

UBE-RJ APROVA NOVO ESTATUTO, PROMOVE PALESTRA COM CECY BARBOSA E HOMENAGEIA IVAN E ISIS PROENÇA EM ENCONTRO DE CONFRATERNIZAÇÃO LITERÁRIA

Presidente Luiza Lobo entrega Revista RenovArte ao Prof. Ivan Proença

A União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ), presidida pela acadêmica Luiza Lobo, realizou uma importante reunião institucional marcada pela aprovação unânime do novo Estatuto da entidade, um passo decisivo para o fortalecimento e a modernização de sua estrutura administrativa e cultural. 

O encontro reuniu 41 participantes e teve início com a votação do documento, resultado de um amplo trabalho de atualização normativa. Após a aprovação pelos associados, o material foi entregue ao Edelson, do Parceiro's empresa que encaminhará para registro em cartório, consolidando oficialmente esta nova etapa da história da UBE-RJ. 

Compuseram a mesa diretora: Presidente da UBE-RJ Luiza Lobo; Vice-presidente da UBE-RJ Ana Maria Tourinho e a palestrante Cecy Barbosa. 

A programação contou ainda com a palestra da escritora, pesquisadora e segunda vice-presidente da instituição, Cecy Barbosa Campos, que apresentou o tema “Vozes Negras de Autoria Feminina”, proporcionando uma reflexão sobre a contribuição das mulheres negras para a literatura brasileira e para a preservação da memória cultural do país. 

Um dos momentos mais emocionantes da reunião foi a homenagem ao professor, escritor e crítico literário Ivan Cavalcanti Proença, responsável pela revisão técnica do novo Estatuto. Aos 95 anos, Ivan recebeu o reconhecimento da UBE-RJ por sua valiosa colaboração. A homenagem foi conduzida por Matilde, em nome da entidade, estendendo-se também a Isis Proença, em agradecimento ao constante apoio à trajetória intelectual e cultural do homenageado.

Durante o evento, os associados receberam exemplares da revista Renovarte e participaram de um coquetel de confraternização, fortalecendo os laços entre escritores, acadêmicos e colaboradores. A reunião reafirmou o compromisso da UBE-RJ com a valorização da literatura, da cultura brasileira e da união de seus associados em torno dos projetos e desafios futuros da instituição. 

Créditos das fotos: Compartilhadas por Ana Maria Tourinho 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural


Palestrante Cecy Barbosa com Luiza Lobo

Luiza Lobo e Regina Guimmaraes

Luiza Lobo e Teresa Cristina

Luiza Lobo e Jorge Ventura

Matilde Slaibi Conti e Ana Maria Tourinho












Matilde Carone Slaibi Conti fazendo 
a Homenagem aos Professores: Ivan e Isis Proença


(clicar na imagem para assistir ao vídeo)