quinta-feira, 24 de setembro de 2026

MATILDE CARONE SLAIBI CONTI E NAGIB SLAIBI FILHO PARTICIPAM DE SOLENIDADE DA UPPES EM NITERÓI

A Diretoria de Cultura do Elos Internacional tem a satisfação de informar aos elistas e amigos da Instituição que nossa Presidente, Matilde Carone Slaibi Conti, acompanhada de nosso Diretor Jurídico, Desembargador Nagib Slaibi Filho, prestigiou, no dia 24 de setembro, a solenidade de inauguração do Centro Integrado de Educação e Cultura da UPPES (União dos Professores Públicos no Estado), realizada em sua sede estadual, em Niterói. 

O novo espaço representa um importante marco para a comunidade educacional fluminense, reunindo iniciativas voltadas ao fortalecimento da educação, ao incentivo das manifestações culturais e à valorização dos profissionais do magistério. Mais do que uma estrutura física, o Centro nasce com a proposta de ser um ambiente de encontros, formação, reflexão e promoção do conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento humano e social. 

A presença da Presidente Matilde Carone Slaibi Conti e do Diretor Jurídico Nagib Slaibi Filho reafirma o compromisso do Elos Internacional com instituições que promovem a educação, a cultura e a cidadania, pilares fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e consciente.

Durante o evento, os representantes do Elos Internacional registraram sua participação em fotografia diante do painel institucional do Centro Integrado de Educação e Cultura da UPPES, celebrando esse momento de grande significado para a comunidade educacional e cultural do Estado do Rio de Janeiro. 

© Alberto Araújo

Diretor de Cultura do Elos Internacional









EXPOSIÇÃO “A ELEGÂNCIA DO OLHAR” TRAÇA PONTOS DE INSTERSECÇÃO DA OBRA DE SEBASTIÃO SALGADO & MIRELLA RICCIARDI E COMEMORA OS 25 ANOS DA GALERIA MARIO COHEN

Com curadoria de Lilian Pacce, mostra reúne 17 fotografias de povos amazônicos e comunidades africanas, incluindo imagens de Ricciardi inéditas no Brasil, a partir de 29 de setembro, em São Paulo. 

No início dos anos 1970, um gesto simples transformou a história da fotografia documental: Lelia Wanick Salgado presenteou o marido, Sebastião Salgado, com o livro Vanishing Africa, da fotógrafa queniana-italiana Mirella Ricciardi. A força das imagens foi tão decisiva que Salgado abandonou sua carreira como economista para se dedicar integralmente à fotografia. Décadas depois, já consagrado, recebeu um telefonema inesperado da própria Ricciardi,  um encontro que selou uma admiração mútua e uma afinidade estética que atravessaria toda a vida dos dois. 

Nas palavras de Mirella: “Como nunca conversei com Sebastião sobre o que particularmente o atraiu no meu trabalho, vou remediar isso agora. Sou uma grande admiradora de suas imagens e fico muito honrada pelo seu interesse no meu trabalho e por tê-lo influenciado de alguma forma, talvez. Ele disse que minhas fotos tinham um toque feminino, em contraste com o toque masculino das suas. Foi bom ouvir dele como minha visão afetou a dele e mudou sua vida de economista para fotógrafo. Acho que ambos criamos trabalhos influentes.” (link entrevista)

 https://www.dropbox.com/scl/fi/nrmcdnoqywfuuzzsl4ap3/Entrevista-Mirella-Ricciardi-Portugu-s.docx?rlkey=z54vtu8l8fhrwannsk78cmf4s&st=j2xesd2m&e=1&dl=0

É desse ponto de encontro que nasce A Elegância do Olhar, exposição que celebra os 25 anos da Galeria Mario Cohen é uma volta às origens da galeria propondo um diálogo visual entre os livros Amazônia, de Salgado, e Vanishing Africa, de Ricciardi. A mostra reúne 17 imagens, algumas de Mirella Ricciardi inéditas no Brasil, que revelam a dignidade, a força, a altivez e a sofisticação natural de povos amazônicos e comunidades africanas através das lentes de dois dos maiores nomes da fotografia mundial. 

“Embora a linguagem dos dois se aproxime em muitos pontos, a identidade autoral de cada um é evidente. Aqui queremos ressaltar as semelhanças, especialmente a sensibilidade de ambos ao jogar luz à elegância genuína que emana da natureza e das pessoas retratadas, seja pelo gesto, o adorno ou a relação de cada um com seu território, descreve Lilian Pace, em seu texto curatorial para a exposição. 

A menina Marubo sentada sobre um pote de cerâmica na floresta amazônica carrega a mesma majestade da mulher Turkana que equilibra uma cuia de madeira na cabeça enquanto caminha pelo deserto em busca de água. Em ambos os casos, a elegância não é construída: é revelada pois absolutamente natural. 

Nos estúdios improvisados de Salgado na floresta, o retratado não é apenas objeto do olhar: ele se apropria da câmera como espaço de afirmação. Já nas imagens de Ricciardi, a relação íntima com o território transforma cada gesto em narrativa.

As composições dos dois fotógrafos flertam com a estética dos editoriais de moda, não para transformar seus protagonistas em modelos, mas para evidenciar uma sofisticação que já estava ali, no caminhar, no adornar, no existir. Mais do que registros de culturas em transformação, as imagens reunidas em A Elegância do Olhar celebram a força e a beleza dessas presenças. 

Mario Cohen, comemora os 25 anos da galeria fazendo uma linha do tempo desde a inauguração até os dias de hoje: “Em 2001, aproveitei um pequeno espaço no andar de baixo do meu escritório recém-inaugurado em Copacabana para realizar um desejo antigo: abrir uma galeria dedicada à fotografia como expressão artística. Nascia a ‘Pequena Galeria 18’, guiada pela ideia de que fashion é, acima de tudo, elegância. Vinte e cinco anos depois, já em São Paulo e com outra maturidade, entendo o quanto ser galerista é complexo, ainda mais quando se escolhe um único tema dentro do vasto universo das imagens. Hoje, com a exposição Elegância do Olhar, percebo que nunca perdemos nosso foco. Esta mostra representa, de forma plena, aquilo que sempre buscamos: a verdadeira elegância. 

”EXPOSIÇÃO: A ELEGÂNCIA DO OLHAR

Artistas: Sebastião Salgado e Mirella Ricciardi

Curadoria: Lilian Pacce

Local: Galeria Mario Cohen

Endereço: Rua Cap. Francisco Padilha, 69 - Jardim Europa - São Paulo.

Data: 29 de setembro a 11 de novembro.

Horários: Entre terças e quintas das 14h às 18h. Sextas das 11h às 18h e Sábados das 11h às 16h.

 

© Alberto Araújo

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“PULSAÇÃO URBANA” REÚNE OBRAS DE TAN DUN, STRAVINSKY, SATIE E R. AARON WALTERS

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre apresenta nesta sexta-feira (25/9), às 20h, o concerto “Pulsação Urbana”. Sob regência de José Soares e com solo do timpanista Douglas Gutjahr, o programa coloca a percussão em evidência no palco da Sala Sinfônica. 

O repertório inclui a estreia sul-americana de Dichotomous Figures, de R. Aaron Walters, e a primeira apresentação em Porto Alegre de Internet Symphony, "Eroica", de Tan Dun. Completam a seleção Petrushka, de Igor Stravinsky, e as Gymnopédies, de Erik Satie, em versão orquestrada por Claude Debussy.

Antes da apresentação, às 19h, o público poderá acompanhar a palestra “Notas de Concerto”, com o percussionista da OSPA Diego Silveira. 

Os ingressos estão disponíveis no Sympla:

https://bileto.sympla.com.br/event/125909/d/408946?share_id=1-copiarlink  

com valores entre R$ 15 e R$ 70, e tanto a palestra quanto o concerto terão transmissão ao vivo pelo YouTube da OSPA.




CICLO “CARTAS NA MESA” ENCERRA COM CORRESPONDÊNCIAS DE GRACILIANO RAMOS

Na conferência que encerra o ciclo “Cartas na Mesa”, dedicado a correspondências de escritores como Mário de Andrade, Clarice Lispector, Monteiro Lobato e Machado de Assis, o professor da USP e pesquisador Thiago Mio Salla analisará as realizações literárias de Graciliano Ramos. Para isso, recorrerá ao livro Correspondência[no prelo], resultado de um esforço de pesquisa de mais de dez anos em diferentes acervos brasileiros. 

A conferência “Correspondência de Graciliano Ramos” será no dia 29 de setembro, às 16h, com entrada franca. A coordenação é do Acadêmico Godofredo de Oliveira Neto e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.even3.com.br/correspondencia-de-graciliano-ramos-774765/ 

A palestra também será transmitida pelo canal de Youtube da ABL: https://www.youtube.com/live/r_dyQ7WmoXA?si=OXrSPZaFfQ04aNYj

O pesquisador discorrerá sobre as circunstâncias histórias em que Graciliano viveu, suas relações afetivas e intelectuais, sem deixar de lado a análise do estilo a um só tempo terno e autoirônico consagrado por ele nesses textos que revelam o rigor ético e estético de sua prosa consagrada.

Segundo Thiago, em 1980, foi publicado o volume Cartas, contendo correspondências enviadas por Graciliano Ramos (1892-1953) para um amigo e para diversos familiares, sobretudo para Heloísa, inicialmente sua noiva e depois sua segunda esposa. Apenas em 2008, veio a público a edição das cartas do autor de Vidas Secas a seus tradutores argentinos Benjamín de Garay e Raúl Navarro. 

“Ambos os volumes somados reúnem cerca de 133 documentos, mas deixam de fora um conjunto numericamente equivalente expressivo de cartas e telegramas inéditos, trocados por Graciliano com escritores, críticos, artistas, editores, burocratas. Assim como as correspondências trocadas com outros tradutores de sua obra e ainda com pessoas de seu círculo mais íntimo”, destacou. 

SOBRE THIAGO MIO SALLA 

Bacharel e doutor em Ciências da Comunicação e em Letras pela USP. Enquanto docente e pesquisador da Escola de Comunicações e Artes da USP e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dedica-se às áreas de Literatura Brasileira, Teorias e Práticas da Leitura e Editoração. 

Entre outros trabalhos, publicou os livros Garranchos – Textos inéditos de Graciliano Ramos (Record, 2012), Graciliano Ramos e a Cultura Política (Edusp, 2016; vencedor do prêmio ABEU na categoria Ciências Sociais e da Expressão e finalista, nesse mesmo ano, dos prêmios da Biblioteca Nacional e Jabuti), bem como, em parceria com Ieda Lebensztayn, as obras Cangaços (Record, 2014), Conversas (Record, 2014) e O Antimodernista (Record, 2022).

Em 2022, esteve à frente da publicação de Naturalistas (Edusp), segundo volume da coleção Multiclássicos, obra monumental que reúne seis romances enquadrados na estética que nomeia o conjunto. No momento, coordena a edição da obra completa de Graciliano Ramos pela editora paulistana Todavia.

 

© Alberto Araújo

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ALIANZA CEIBO VENCE O PRÊMIO GULBENKIAN PARA A HUMANIDADE 2026


A Alianza Ceibo é a grande vencedora do Prêmio Gulbenkian para a Humanidade 2026. Formada pela união das nações indígenas A’i Kofán, Siekopai, Siona e Waorani, a organização atua há mais de dez anos na linha de frente da preservação ambiental, defendendo os territórios ancestrais da Amazônia, a justiça climática e os direitos fundamentais dos Povos Indígenas.

 

Contemplada com a honraria no valor de um milhão de euros, a iniciativa utilizará os recursos para consolidar e expandir suas ações estratégicas na América do Sul. A meta central é reforçar a proteção de mais de dois milhões de hectares de floresta tropical de altíssima biodiversidade, distribuídos entre o Equador, o Peru e a Colômbia.

 

Além de combater frontalmente o avanço da desflorestação e a exploração predatória de recursos naturais, a Alianza Ceibo investirá no bem-estar direto de suas populações. Os fundos serão aplicados em projetos essenciais de infraestrutura comunitária, garantindo o acesso contínuo à água potável e a implementação de sistemas de energia renovável para as comunidades locais.

 

© Alberto Araújo

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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

CONCERTO ROMÂNTICO DE CHOPIN


CONCERTO ROMÂNTICO DE CHOPIN

Uma noite inesquecível de pura emoção e alta arte ao piano solo. 

O pianista Júlio Enrique Gomez convida você para embelezar a sua noite com as melodias marcantes e a sensibilidade única das obras de Frédéric Chopin. Deixe-se levar pela música em uma atmosfera intimista e acolhedora. 

Data: Hoje, 23 de Setembro de 2026

Horário: 20h30min

Local: Palco dos 5 Sentidos (Rua Barão do Rio Branco, 438 - Centro, Curitiba - PR)

Couvert / Valor: R$ 35,00 por pessoa

Ingressos e Reservas: Acesse o site oficial do Palco dos 5 Sentidos e garanta o seu lugar!

 

Abraços musicais,

Júlio Enrique Gomez 


 

TRAILER DE “ELZA” REVELA ELZA SOARES NARRANDO A PRÓPRIA HISTÓRIA EM NOVO DOCUMENTÁRIO DIRIGIDO POR ERYK ROCHA

Filme percorre trajetória da cantora a partir de arquivos raros e registros feitos ao longo de oito anos; produção terá estreia mundial no Festival do Rio. 

É a voz de Elza Soares quem conta a própria história em “ELZA”, novo documentário dirigido por Eryk Rocha. O trailer, inédito, antecipa o tom do longa-metragem: inteiramente narrado na primeira pessoa. Com estreia prevista para os cinemas brasileiros ainda em 2026, o filme revisita a trajetória de uma das maiores artistas da música brasileira a partir de imagens inéditas, arquivos raros e conversas realizadas entre a cantora e o diretor ao longo de oito anos de filmagens. 

Elza revisita momentos marcantes de sua trajetória, revelando, com sua voz marcante, as diferentes fases de uma vida que atravessa quase um século e suas quase sete décadas dedicadas à música. O documentário parte da artista consagrada para chegar também à mulher por trás do ícone, acompanhando suas transformações, desafios, perdas, conquistas e reinvenções. 

A voz de Elza Soares é elemento central de “ELZA”. Ao longo do processo de filmagem, Eryk Rocha acompanhou a cantora durante seus últimos anos de vida e registrou conversas que agora se somam a materiais de arquivo para construir um retrato íntimo e profundo de Elza Soares, tendo a música como fio condutor. 

O documentário terá sua estreia mundial na Première Brasil do Festival do Rio, no próximo mês. 

“ELZA” é uma produção da Aruac Filmes e Maria Farinha Filmes, com coprodução Globo Filmes e GloboNews. A distribuição é da Gullane+ e da Maria Farinha Filmes. O filme conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, por meio da Spcine, e Itaú Cultural e foi realizado com recursos do Governo Federal, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), em articulação com o Sistema Nacional de Cultura, e com investimento do Fundo Setorial Audiovisual e apoio institucional do Ministério da Cultura e da ANCINE. 

Sobre “ELZA” 

Com sua voz radical, improvisação visceral e rouquidão inconfundível, Elza Soares criou uma linguagem única e atravessou gerações se reinventando como uma das maiores artistas do Brasil. No documentário que carrega seu nome, Elza é narradora de si mesma, tecendo um diário que une memórias, desejos e reflexões a partir da música, em confluência com filmes brasileiros históricos. Através de Elza e seu quase um século de vida, o filme revela a radiografia de um país em ebulição. A mulher do fim do mundo cantou até o fim.

Sobre Aruac Filmes

A ARUAC FILMES, fundada em 2002, uma produtora independente brasileira que atua em obras performáticas e cinematográficas com foco em narrativas autorais, decoloniais e indígenas. Reconhecida por excelência artística e compromisso com questões sociais urgentes, Aruac produz as obras de realizadores renomados como Eryk Rocha, Paula Gaitán e Gabriela Carneiro da Cunha.

Com uma longa e consistente atuação no mercado audiovisual, teve seus filmes distribuídos comercialmente em cinemas do Brasil e outros países. Além dos principais festivais de cinema do Brasil, teve seus filmes selecionados em festivais internacionais de grande importância, como Cannes, Berlinale, Veneza, Telluride, IDFA e Rotterdam, Sundance, BAFICI, Locarno, New Directors/New Movies, MoMA, e Tribeca, Guadalajara, CPH:DOX, Havana, DMZ Docs, Doc NY e recebeu mais de 200 prêmios ao longo dessa trajetória, entre eles o prêmio de "L'oeil d'Or" de melhor documentário no Festival de Cannes com o filme “CINEMA NOVO” (2016). 

Em 2024, a “A Queda do Céu” teve sua estreia mundial em Cannes na Quinzaine dos Realizadores - uma coprodução com França e Itália', filme baseado na obra literária homônima do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa, e do antropólogo francês Bruce Albert e com direção de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. O filme circulou mundialmente recebendo mais de 30 prêmios internacionais. 

Em produção para TV, já realizou séries e programas em parceria com o Canal Brasil, Canal Curta!, GloboNews, TV SESC e CineBrasil TV. Seus filmes também estão presentes nas principais plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video, Dafilms e GloboPlay.

Sobre Maria Farinha Filmes 

A Maria Farinha Filmes é uma empresa líder em entretenimento de impacto na América Latina, focada em criar histórias inspiradoras que emocionam e engajam grandes audiências. Com mais de 50 produções e 18 anos de experiência, a produtora com sede no Brasil, se destaca por produções aclamadas, como a série “Aruanas” (Globo), vista por 35 milhões de pessoas por episódio, e a franquia de documentários “O Começo da Vida 1 e 2″ (lançada globalmente no Netflix), que desencadeou um movimento envolvendo mais de 100 parceiros ao redor do mundo, juntando organizações e marcas. 

Em 2024, a Maria Farinha Filmes expandiu sua atuação global com a criação da MFF & CO, um estúdio internacional de entretenimento com sede em Los Angeles. Miura Kite, ex-Participant Media, atua como Presidente de Conteúdo Global da MFF & CO. No mesmo ano, a MFF & CO adquiriu uma participação na Violet Films, produtora sediada em Londres e quatro vezes indicada ao Oscar®, fundada pela cineasta vencedora do Oscar® Joanna Natasegara.



terça-feira, 22 de setembro de 2026

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS RECEBE A CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO DO CONCURSO INTERNACIONAL DE LITERATURA DA UBE-RJ

No dia 21 de setembro de 2026, segunda-feira, a histórica sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, foi palco de mais uma celebração da literatura nacional e internacional com a realização da cerimônia de premiação do Concurso Internacional de Literatura da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ). 

A mesa de honra da solenidade foi composta por expressivas personalidades do meio literário e cultural: a Vice-Presidente da UBE-RJ e Vice-Presidente Mundial Cultural da Rede Sem Fronteiras, Ana Maria Tourinho; a coordenadora do concurso, Professora Isis Proença; a Diretora Jurídica da Instituição Matilde Carone Slaibi Conti; além das ilustres Eurídice Hespanhol e Ângela Guerra. A presença das consagradas líderes conferiu ainda mais prestígio e brilho à cerimônia na Academia Brasileira de Letras. 

O evento foi brilhantemente coordenado e organizado pela Diretora de Concursos Isis Proença, acompanhada pela secretária Vera Regina, Eurídice Hespanhol e pela Vice-presidente da Instituição, Ana Maria Tourinho. 

A solenidade teve início com um minuto de silêncio em respeito e homenagem à escritora e colaboradora dos concursos Jaci Leonor Simões de Castro e à poeta Thereza Christina Rocque da Motta.

A condução dos trabalhos ficou a cargo da Vice-Presidente da UBE-RJ e Vice-Presidente Cultural Mundial da Rede Sem Fronteiras, Ana Maria Tourinho. Com sua “finesse” habitual, postura refinada e delicadeza marcante, virtudes que a têm feito se destacar amplamente no meio cultural, presidiu a cerimônia com impecável elegância e maestria. 

Após a execução do Hino Nacional Brasileiro, a abertura destacou a relevância histórica do Concurso Internacional de Literatura, promovido anualmente pela UBE-RJ, alternando a avaliação entre obras inéditas e publicadas. 

Nesta edição, foram analisados livros editados nos anos de 2024 e 2025, submetidos ao criterioso julgamento de uma comissão composta pelos escritores Sonia Plácido, Marcella Giannini, Maria Helena Nina, Nádia Farage, Ivan C. Proença e Roberto Petti Pinheiro, aos quais a instituição registrou especial agradecimento pelo rigoroso trabalho realizado. 

A premiação contemplou diversos gêneros literários, reafirmando a pluralidade da produção contemporânea: 

Crônicas - Prêmio Maria Heloísa Penteado: O primeiro lugar foi concedido a Viviane Ferreira Santiago pela obra Espaços que Contam Histórias: Crônicas do Largo da Sé. Regina Guimarães conquistou o segundo lugar com A Folha da Samambaia, enquanto Perpétua Amorim recebeu a terceira colocação por Falas Azuis. A Menção Honrosa foi entregue a Ronaldo Dória Júnior por Martírio Diário. 

Ensaio  - Prêmio Paulo Freire: Teve como vencedor Edson Iura, autor de Em Volta do Lago: Antologia de Haicais Japoneses Comentados. Em segundo lugar ficaram Andrei Cunha e Meiko Shimon, com História da Literatura Clássica Japonesa, e em terceiro, Neide Hissae Nagae e Fernando Carlos Chamas com Tosa Nikki: O Diário de Tosa. Receberam Menções Honrosas Patrícia Neves, Eliana Bueno Ribeiro, Mabel Knust Pedra e Fábio Akamine. 

Contos - Prêmio Mário de Andrade: Gustavo Alkmim foi o grande vencedor com A Culpa Deve Ser do Sol. A Menção Honrosa coube a Sylvio Massa de Campos pela obra Des~contos Bem Contados. 

Infantil - Prêmio Stella Leonardos: Distinguiu O Vendedor de Palavras, de Luiz Otávio Oliani, com o primeiro lugar. Pedro Peloso conquistou a segunda posição com O Sapo-Foguetinho, seguido de Bebel Ritzmann, terceira colocada com A Família Arretada da Mel, Tchê!. 

Infantojuvenil - Prêmio Professora Maria Antonia da Costa Lobo: Tatiana Alves recebeu o primeiro lugar por Sob a Bênção da Lua. André Kondo obteve o segundo lugar com O Silêncio de Kazuki e José Alexandro de Araújo Nascimento o terceiro com O Coelho da Colina. Foram concedidas Menções Honrosas a Liniane Haag Brum, Thoshio Katsurayama e Henriette Effenberger.

Infantojuvenil - 12 a 18 anos – Poesia - Prêmio Cecília Meireles: A jovem escritora Isabela Daher Marques recebeu Menção Especial com o livro Faces de Mim. 

Poesia - Prêmio Marcus Vinicius Quiroga: André Kondo conquistou mais uma distinção, garantindo o primeiro lugar com Cantigas de Ninar Pedras. Marcelo Mourão ficou em segundo lugar com Union, e Reneu do Amaral Berni em terceiro com Haicais Sazonais Brasileiros Ilustrados. Ascensión Chanqués recebeu Menção Especial, enquanto Júlio Polidoro e Eliana Zandonade foram agraciados com Menções Honrosas. 

Romance - Prêmio Júlia Lopes de Almeida: Consagrou Bebel Ritzmann com a obra A Vida em Ponto Cruz Contado. Otacílio Monteiro conquistou o segundo lugar com Pau Para Toda Obra, seguido de Simone Athayde, terceira colocada por O Chão Sobre as Águas. Renato Moura recebeu Menção Especial, e Paulo Azevedo, Geny Teodoro de Assis e Cris Dakinis foram reconhecidos com Menções Honrosas.

Trova - Prêmio Luiz Otávio: Foi concedida Menção Especial a Abílio Kac pela obra Trovamando Lírica e Filosoficamente. Impossibilitado de comparecer, o escritor foi representado na cerimônia pela acadêmica Nina Fernandes, convidada especialmente para receber a homenagem em seu nome. 

Ao final da solenidade, ficou evidente que a literatura continua sendo um espaço de encontro entre diferentes culturas, gerações e olhares. Os livros premiados demonstraram a riqueza temática da produção contemporânea, conduzindo os presentes por paisagens brasileiras e japonesas, reflexões sociais urgentes, universos poéticos, narrativas infantis imaginativas e romances profundamente humanos. 

Eventos como este ultrapassam o significado de uma simples cerimônia de entrega de prêmios. São, sobretudo, espaços de legitimação da produção literária, de encontro entre gerações de escritores, de fortalecimento da cultura e de preservação da memória intelectual brasileira. Ao reunir autores, acadêmicos, críticos, jurados e representantes das mais diversas instituições culturais, o Concurso Internacional de Literatura da UBE-RJ reafirma sua importância como uma das mais significativas iniciativas de valorização da escrita e do pensamento em língua portuguesa.

O êxito desta edição refletiu também o trabalho criterioso de sua coordenadora e organizadora, a Professora Isis Proença, cuja reconhecida competência, sensibilidade cultural e dedicação permitiram a realização de uma solenidade marcada pela excelência. Com habilidade singular na condução dos preparativos e na articulação de cada etapa do evento, Isis Proença reuniu um seleto grupo de personalidades das letras e da cultura, escolhidas com rigor e elevado senso institucional, contribuindo para que a programação transcorresse de forma harmoniosa, elegante e plenamente exitosa. 

Em uma tarde dedicada à celebração da literatura, a Academia Brasileira de Letras transformou-se em um verdadeiro palco de reconhecimento, onde o talento encontrou acolhida, a cultura encontrou voz e os livros encontraram seus merecidos protagonistas. Ao final da cerimônia, permaneceu entre todos a certeza de que investir na literatura é investir na formação humana, na preservação da identidade cultural e na construção de um futuro mais sensível, crítico e consciente.

Assim, a UBE-RJ cumpre, mais uma vez, sua missão de estimular, difundir e honrar a produção literária, mantendo viva a chama da criação artística e fortalecendo os laços que unem escritores e leitores em torno da palavra. E, como tão bem expressou o espírito desta celebração, que a escrita continue sendo, para todos nós, o chão sobre as águas. 

Créditos das fotos: Marcos Alves

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 









































(vídeo das fotos)