domingo, 18 de janeiro de 2026

MATILDE CARONE SLAIBI CONTI – VIAGEM COMO PONTE ENTRE POVOS - O CORAÇÃO CHEIO DE MUNDO, DO LÍBANO A MIAMI, DO CARIBE AO BRASIL: VIAGENS QUE UNEM CULTURAS.


Viajar é um dos gestos mais antigos e universais da humanidade. Desde os primeiros navegadores que se lançaram ao mar em busca de novas terras até os viajantes contemporâneos que percorrem o mundo em busca de conhecimento, cada deslocamento carrega consigo uma essência transformadora. A viagem cultural, em especial, transcende o simples ato de conhecer lugares: ela é um mergulho na alma dos povos, uma oportunidade de compreender tradições, dialogar com histórias e sentir na pele a diversidade que compõe o mosaico humano. 

Ao caminhar por ruas antigas, visitar museus, ouvir músicas locais ou provar sabores típicos, o viajante cultural não apenas observa, mas participa. Ele se torna parte da narrativa de cada lugar, absorve memórias e devolve ao mundo novas perspectivas. É nesse movimento de ida e volta que se constrói a verdadeira ponte entre povos. 

A presidente do Elos Internacional, historiadora e líder cultural Matilde Slaibi Conti, é exemplo vivo dessa vocação. Para ela, viajar é missão: cada jornada é uma oportunidade de fortalecer laços, valorizar a Língua Portuguesa e reafirmar que a cultura é o maior patrimônio da humanidade. Suas viagens não são apenas deslocamentos físicos, mas experiências que se transformam em legado, em inspiração e em compromisso. 

Do Líbano, terra de seus antepassados, às metrópoles vibrantes como Miami, passando pelos portos históricos e paradisíacos do Caribe, Matilde mostra que a viagem cultural é um caminho de aprendizado contínuo. Cada lugar visitado é uma lição de história e humanidade, cada encontro é uma celebração da diversidade, cada retorno é um reencontro com suas raízes. 

Assim, ao narrar suas experiências, Matilde nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da viagem: não apenas conhecer o mundo, mas deixar-se transformar por ele.

Por isso que desde muito jovem, Matilde compreendeu que o conhecimento não se limita aos livros ou às salas de aula. Ele se expande nas ruas de cidades antigas, nos mercados coloridos, nas músicas que ecoam em praças, nos sabores que revelam tradições. Cada viagem é uma lição viva, uma oportunidade de sentir na pele o que antes era apenas relato ou memória. 

Suas viagens recentes não são isoladas: elas se somam a experiências marcantes, como sua jornada ao Líbano, terra de seus antepassados. Ali, Matilde não apenas conheceu um país, mas reencontrou suas raízes, dialogando com a história e a identidade que moldaram sua própria trajetória. 

Ao lado de seu esposo José França Conti, partiu rumo à Terra dos Cedros. O que encontrou foi um país admirável, berço da cultura e da civilização, generoso e hospitaleiro, pátria das liberdades humanas, aberto a todas as correntes do pensamento. 

Em Beirute, capital vibrante, Matilde contemplou o porto movimentado e os cumes nevados ao fundo. Visitou universidades e foi apresentada como professora brasileira em instituições renomadas. Admirou coleções de moedas antigas, manuscritos árabes raríssimos e joias fenícias. 

Encantou-se com os brocados, mosaicos e artefatos de cobre e couro vendidos nas lojas da capital. Para Matilde, o Líbano é mais do que um país: é uma ponte entre passado e futuro, entre raízes e horizontes. 

Após essa experiência emocionante no Líbano, Matilde seguiu para Miami, acompanhada de seu irmão Nagib Slaibi Filho e de Karin Dias, musa inspiradora de Nagib. A cidade, conhecida por sua energia vibrante e diversidade cultural, foi o ponto de partida para novas descobertas. 

Miami é mais do que uma metrópole moderna. É um espaço de encontro entre culturas, onde o espanhol, o inglês e o português se misturam nas ruas. Para Matilde, caminhar por Miami foi sentir a pulsação de uma cidade que reflete o mundo em miniatura.

De Miami, Matilde embarcou em um cruzeiro da MSC rumo ao Caribe, onde cada porto revelou histórias e culturas únicas. 

Em Roatán, localizada em Honduras, encontrou uma ilha que respira história. Antigo refúgio de piratas, hoje é destino turístico de celebridades e viajantes que buscam águas cristalinas e recifes de coral.

Em Puerto Limón, na Costa Rica, mergulhou na cultura afrodescendente que pulsa nas ruas. A música caribenha, os mercados coloridos e a hospitalidade do povo revelaram a força da diversidade. 

Em Colón, no Panamá, contemplou a grandiosidade do Canal, obra que mudou o curso da história mundial. As fortificações coloniais mostraram a importância estratégica da região ao longo dos séculos. 

Em Ocean Cay, nas Bahamas, testemunhou a transformação de uma antiga mina de areia em reserva ecológica. Hoje, é um santuário de vida marinha e aves tropicais, exemplo de turismo sustentável. 

Cada parada no Caribe foi mais do que um passeio: foi uma lição de história e humanidade. 

Depois de percorrer mares e memórias, Matilde regressa ao Brasil. Esse retorno não é apenas geográfico: é simbólico, espiritual e cultural. 

O Brasil, com sua diversidade e riqueza humana, é o solo que acolhe e inspira Matilde. Cada viagem internacional amplia sua visão de mundo, mas é aqui que ela encontra o ponto de partida e de chegada. Ao voltar, traz na bagagem compromissos renovados: fortalecer a Língua Portuguesa, valorizar o patrimônio histórico e cultural, e unir povos através da diplomacia cultural. 

Para Matilde, o Brasil é mais do que pátria: é coração e raiz. É o espaço onde suas descobertas se tornam projetos, onde suas reflexões se transformam em iniciativas, e onde sua liderança encontra eco em comunidades que compartilham da mesma paixão pela cultura. 

A trajetória de Matilde mostra que viajar é muito mais do que deslocar-se. É um ato de encontro, de diálogo e de construção de pontes entre povos. Do Líbano a Miami, do Caribe ao Brasil, cada passo foi marcado por descobertas que revelam a diversidade como patrimônio da humanidade. 

Assim, como a essência cultural em suas veias e sobretudo reverenciar as suas raízes, publica o relato sobre sua viagem ao Líbano, na Coletânea Sem Fronteiras pelo MundoRede Sem Fronteiras, organizada por Dyandreia Portugal, reafirmando que o tema viagem não é apenas deslocamento físico, mas experiência transformadora. É reconhecer que viajar é viver intensamente, é aprender com o outro, é celebrar a diversidade. 

PALAVRAS DA PRESIDENTE MATILDE SLAIBI CONTI 

“Cada porto que conheci foi uma lição de história e humanidade.” 

“No Líbano, senti que minhas raízes dialogam com o mundo, unindo passado e futuro.”

“Voltar ao Brasil é como abraçar minhas raízes com o coração cheio de mundo.”

“Viajar é aprender que a cultura é o maior patrimônio da humanidade.”

As palavras da presidente Matilde Slaibi Conti ecoam como um convite à reflexão. Cada viagem narrada não é apenas memória pessoal, mas testemunho coletivo de que o mundo se constrói na diversidade e na troca entre culturas. Do Líbano às águas do Caribe, passando pela energia vibrante de Miami e pelo reencontro com o Brasil, sua trajetória mostra que viajar é aprender, é sentir, é transformar.

Ao unir raízes e horizontes, Matilde reafirma que a verdadeira riqueza da humanidade está na cultura, no diálogo e na capacidade de reconhecer no outro um espelho de nós mesmos. Sua jornada é ponte entre povos, elo entre tempos e inspiração para todos que acreditam que o conhecimento se expande quando cruzamos fronteiras. 

Assim, este relato publicado na Coletânea Sem Fronteiras pelo Mundo – Rede Sem Fronteiras, organizada por Dyandreia Portugal, não é apenas uma história de viagens, mas um manifesto de esperança: que cada passo dado em terras estrangeiras nos aproxime mais da essência universal que nos une como humanidade.

 

© Alberto Araújo

Focus Portal Cultural

 





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